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Jorge Perlingeiro toma segunda dose da vacina e diz: ‘O momento maior no país e no mundo é a vacinação em massa’

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O novo presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Perlingeiro, tomou nesta quarta-feira a segunda dose da vacina contra a Covid-19. O imunizante foi aplicado no apresentador no Parque Olímpico, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

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“Para mim, que estou tomando a segunda dose hoje, é um sentimento de alegria, esperança e principalmente de superação e todos estão aptos para tomar a vacina. O momento maior no país e no mundo é a vacinação em massa. É o maior remédio e antes dele, só Deus. Me disseram que é para ficar de 15 à 20 dias usando rigorosamente a máscara, álcool gel, mantendo distanciamento e evitando aglomerações. Eu sei que isso não é tão fácil, mas temos que continuar nos prevenindo, porque o problema não é só para mim, nas para todo povo brasileiro”, afirmou.

O presidente da Liesa disse que está com esperança da campanha de vacinação aumentar no país.

“Estou muito feliz e esperançoso com a possibilidade de serem vacinadas 1 milhão de pessoas por dia, é o que se fala, talvez até o final de julho tenhamos 70 milhões de vacinados no Brasil e isso vai nos dar uma esperança muito grande de dias melhores”.

André Rodrigues: ‘É importante ter a consciência do lugar de observador e entregar a quem é de direito o protagonismo’

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Figurinista, projetista, designer, entre outras habilidades marcam a história de André Rodrigues, 29 anos, carioca e mergulhado nas ondas do samba. Com passagens na Vila Isabel (2019-2020), Vai-Vai (2012), Águia de Ouro (2013), Mocidade Alegre (2014), Império Serrano (2016), União da Ilha (2017-2018) e Grande Rio (2011) ele reconhece os planos realizados, mas não se sente satisfeito e segue sempre em busca por inovações a cada desfile. André é o personagem do “Lugar de Fala” nesta semana e recebeu o site CARNAVALESCO para o bate-papo.

A escola de samba é a casa do sambista onde cada mensagem colocada no samba-enredo, narra uma história que representa milhares de pessoas envolvidas com as agremiações, tal relação abre portas para criar peças, estruturas e composições das alas.

“Quando começo a criar consciência racial, de classe e vejo a importância do que eu poderia dizer através do meu trabalho com a escola, começo a usar desse poder de discurso para entregar conforto, alegria e reflexão aos meus”, declara André ao acreditar nas possibilidades de expressão cultural nas passarelas do Rio e São Paulo

Homem, negro e sambista. Essas características representam um ser humano que superou desafios para conquistar importantes vitórias e quebrar padrões elitistas. As barreiras do preconceito são reais e cabe aos próprios integrantes da comunidade a missão de desconstruir esses obstáculos que impedem a diversidade.

“Burlar o racismo velado, ora por questões de heranças estruturais, ora por maldade. Burlar o estereótipo de carnavalescos desde a formação até o arquétipo aceito para fora do mundo das escolas de samba, o preconceito aos saberes artísticos que o carnaval traz, tanto teórico quanto prático de realização dessa arte”

O lugar de fala não é único, mas representa uma pluralidade de vozes em variados momentos. Por ser carnavalesco de carreira, André Rodrigues entende o papel que desenvolve nas quadras assim como a importância da contribuição pessoal. Na modalidade samba de roda, por exemplo, que surgiu na Bahia ocorriam grandes festas onde os homens tocavam os instrumentos e as mulheres dançavam. Em outra versão, o casal entra no meio da roda e dança ao som de batuques, versos e uma roda de samba. Essa narrativa representa a vida de uma população de origem africana que há décadas chegou ao nosso país e tem os costumes em prática na atualidade.

“Em nenhum momento pego as narrativas como um lugar de fala exclusivo, mesmo que elas reflitam alguma realidade vivida por mim. os discursos são plurais e as experiências diversas. Eu posso dizer por aquilo que carrego e represento, o que não é invalidar não-negros de estudar e apresentar suas visões, mas é importante ter a consciência do lugar de observador e entregar a quem é de direito o protagonismo. Se o assunto for participação a escola de samba é como um quilombo, há espaço para todos viverem aquela cultura, que tem uma história, conceitos, ritos e fundamentos próprios”

Ter referências é como ter uma bússola de ouro e André escolheu seguir personalidades conhecidas. Isso porque ele tem o desejo de contribuir com o inconsciente coletivo que trabalha por desfiles mais interativos. “Eu gosto de tudo! Tenho minha preferência pelo estilo de construção de carnaval do João 30, amo as cores e roupas da Rosa e Viriato, vidrada nas soluções e finalizações do Renato, influenciado demais pelo discurso do Fernando Pinto, hoje, reverberando demais a modernidade e coragem do Leandro e o amor em dar tudo que há de melhor para o carnaval a exemplo do Louzada”.

Os impulsos para os primeiros passos no samba vem de berço e tem a presença forte de duas mulheres. “Mãe e madrinha, uma mangueirense e outra portelense elas me ensinaram a amar as escolas de samba são as verdadeiras matriarcas do quilombo. Eram dias de folias que ficarão guardados em nossos corações durante o ano, no quarto de serviço que vivíamos onde a minha mãe trabalhava como doméstica”, relembra André dos momentos com a Dona Antônia, mãe e grande referência do filho que tem entre outras personalidades femininas Selminha, Clara e Maria Aparecida Urbano.

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De família maranhense, André, acompanha os desfiles há décadas e tem entre os mais marcantes o da Caprichosos de Pilares em 1998 “Negra Origem, Negro Pelé, Negra Bené” e da Beija Flor em 2001 “A Saga de Agotime, Maria Mineira Naê”, sendo o último marcante por fazer referência ao estado de origem própria o Maranhão.

Sobre o enredo “Empretecer o pensamento é ouvir a voz da Beija-Flor” o figurinista ressalta a participação coletiva dos componentes da comunidade em desenvolver um tema sugerido à escola pelo jornalista João Gustavo Melo. A ideia partiu após um forte anseio da comunidade para levantar uma bandeira presente nos pilares dos nilopolitanos.

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Casos de preconceito são comuns em uma sociedade marcada por diferenças sociais e raciais, isso porque o racismo no Brasil tem ligação com o papel social desempenhado no período da escravidão. Em 1988 foi promulgada a Constituição que condena a prática do racismo como um crime inafiançável, mas está longe de ser obedecida. Sobre o futuro de homens e mulheres negras que estão construindo uma história no maior espetáculo da Terra é necessário ter paciência, ousar na inteligente para ocupar os espaços que desejam, além de trocar experiências em grupos para elevar uns aos outros.

“É constante ver esse tipo de atitude, não pagar um funcionário para dar uma lição é preconceito, sentir-se superior a pessoas só porque é um administrador também. Junto com ele vem o racismo, homofobia, machismo. Infelizmente, nós temos muito o que aprender”

O enfrentamento à pandemia não impede que novas metas sejam traçados na vida do carnavalesco. “Meu maior plano para 2021 é fazer o carnaval de 2022. Caso seja possível, vou ajudar as agremiações em soluções para manter seus ritos e encontrar vias de receita. Não é o meu papel, mas eu me sinto nessa obrigação, já que posso contribuir”.

Ter inspiração para criar os adereços não é uma tarefa fácil e exige do profissional um mergulho profundo na proposta da agremiação, bem como os aprendizados adquiridos no percurso histórico dos dirigentes.

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“Bons amigos e procurar amor onde não se vê. Amor a novas possibilidades, novos enredos, novas visões, novas estéticas. Vivemos um mundo que está mudando muito rápido e devemos enxergar essas mudanças como possibilidades e não como entraves. Eu amo o que eu faço, o que a escola de samba pode proporcionar”.

O resultado do trabalho de André Rodrigues é obtido com dedicação e alcançado as poucos. “Eu sempre fui assistente e procurei ser o melhor assistente possível. Evoluindo no meu trabalho para entregar o melhor de mim e das possibilidades para os carnavalescos com quem já trabalhei. Sou de muito envolvimento com os projetos, trato escola de samba com amor e os projetos como estratégia de guerra. A Beija-Flor e a Vai-Vai me trazem as melhores lembranças de negritude carnavalesca, eu aprendo todo dia com suas histórias”, finaliza André.

Em ação para lançar música e clipe, Anitta fala do carnaval e das escolas de samba

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A cantora Anitta fez quatro publicações em seu Twitter, na tarde de terça-feira, falando do carnaval do Rio de Janeiro. Todos os twetts (mensagens publicadas) foram feitos em inglês e a artista brasileira ainda utilizou um vídeo. A ação faz parte da campanha de lançamento do clipe e da música “Garota do Rio” que vão ser lançados nos próximos dias. Ela possui mais de 13 milhões de seguidores no Twitter. O vídeo sobre o carnaval teve mais de 83 mil visualizações até a publicação desta matéria.

Em seus posts, Anitta diz que “a história das escolas de samba não começou sendo tão extravagante e grandiosa como é hoje. As ruas ainda não estavam cheias de fantasias malucas e coloridas, nem de música alta”.

A cantora escreveu mais sobre o carnaval. “A maioria das escolas é formada por membros que vem de favelas do Rio de Janeiro. Por meio desses grupos, o povo carioca encontra um sentido de envolvimento e comunidade entre si”.

O vídeo abriu falando da fundação da primeira escola de samba, a “Deixa Falar”, depois veio a explicação do termo escola de samba. Durante a exibição, a entrada do poder público nas escolas de samba é citado como fundamental para tornar o “carnaval midiático”.

Em ação para lançar música e clipe, Anitta fala do carnaval e das escolas de samba

Os internautas deliraram com os twetts de Anitta sobre o carnaval. Alguns chegaram a falar que a funkeira é torcedora da Portela, já que é Honório Gurgel, bairro próximo de Madureira. Aliás, Anitta já desfilou no Sambódromo como musa da Mocidade Independente de Padre Miguel. Recentemente, a cantora namorou Gabriel David, diretor de marketing da Liesa e conselheiro da Beija-Flor de Nilópolis. Veja abaixo a repercussão:

Confira abaixo o vídeo:

“As escolas de samba não são um colégio, com salas de aula, em que se ensina a dançar. Ao invés disso, elas possuem quadras de ensaio, onde fãs devotos e entusistas seguidores se preparam para o desfile ou vão somente para passar a noite, cantando, dançando e se divertindo”.

Cláudio Vieira: ‘A pose do diretor’

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Quem me contou essa foi o grande Dicró… Lembrava ele que a Beija-Flor estava pronta para entrar na Passarela. A repórter da TV Globo aproximou-se de um daqueles diretores que ficam ali na frente e perguntou:

Como é que a Escola vai desfilar?

O sujeito cresceu e ficou importante diante das câmeras. Fez pose e explicou:

Bem, primeiramente, vêm as alegorias. Segundamente, as alas fantasiadas. Terceiramente

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A entrevista foi interrompida antes do “quartamente”. O diretor, porém, não perdeu o rebolado. Gritou com os jornalistas que estavam na frente do abre-alas, pedindo passagem:

Atenção, gente boa! Vamos esvacuar a pista! Vamos esvacuar!

Paraíso do Tuiuti decide trocar o enredo para o próximo desfile

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A direção do Paraíso do Tuiuti decidiu mudar seu enredo para o próximo desfile. A agremiação não fará mais o “Soltando os bichos”. O carnavalesco Paulo Barros vai apresentar o novo enredo da agremiação para o próximo carnaval, neste sábado, a partir das 13h, em uma live comemorativa dos 69 anos de fundação da escola.

Paulo Barros promete um tema com o “DNA” da azul e amarelo de São Cristóvão. A transmissão do evento ocorrerá pelo Facebook do Paraíso do Tuiuti e YouTube Fita Amarela.

“O carnaval de 2021 ficou pronto, mas só no papel. Comecei a fazer novas pesquisas de trabalho e apresentei ao presidente (Renato Thor). Percebi que tanto eu quanto ele somos muito inquietos, estamos sempre buscando novidades, e foi aí que surgiu uma nova ideia de enredo. A única coisa que posso dizer é que vou “surfar” nessa onda pela primeira vez”, afirmou Paulo.

Ainda durante a live, o Paraíso do Tuiuti vai apresentar o novo primeiro casal da escola, Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane, e coroar a nova rainha de bateria, Thay Magalhães. Os principais sambas do Tuiuti serão cantados pelos intérpretes oficiais, Celsinho Mody e Carlos Júnior, com show do cantor Moacyr Luz. Haverá apresentação dos principais segmentos, como passistas e baianas.

A diretoria do Tuiuti reforça que a live seguirá todos os protocolos sanitários para evitar o contágio com o coronavírus e só participarão integrantes da escola previamente selecionados.

Podcast ‘Eu estava lá’: Tinga relembra o desfile da Vila Isabel em 2006

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O ano de 2006 é muito especial para todos os torcedores da Unidos de Vila Isabel. Foi o bicampeonato. No comando do microfone principal, Tinga brilhou no Grupo Especial e colocou de vez seu nome no hall dos melhores do carnaval. No podcast “Eu estava lá”, o intérprete contou a origem do grito “solta o bicho” e falou sobre o desfile campeão do povo do samba.

Recuperado da Covid-19, André Diniz agradece mensagens de apoio e energia

O compositor André Diniz, maior vencedor de disputa de samba-enredo na Vila Isabel, fez uma publicação em suas redes sociais, na manhã desta terça-feira, sobre sua recuperação da Covid-19. O professor de história agradeceu o carinho de todos e disse que seu “celular foi o companheiro de UTI”. Veja abaixo o texto na íntegra.

“Dez dias na UTI- Covid, treze de hospital… Escrevo esta mensagem para agradecer. Todas as orações, as mensagens de carinho por aqui ou por zap. Recebi toda essa energia, me reabastecia, me motivava. O celular foi meu companheiro de UTI. Alunos, amigos, fãs, companheiros de fé, familiares… tudo chegava lá. Muuuuuuuito obrigado mesmo.

Estou grato a Deus, a Meishu-Sama, aos meus antepassados a tds que oraram e ao Cosmos por mais esta chance de ser melhor. Menos egoísta, menos materialista, mais humano…

Entretanto, não é fácil levantar da cadeira vitorioso e saber que o melhor amigo ainda luta pela vida, que tres mil e quinhentas pessoas estão morrendo por dia… É constrangedor perceber durante o longo abraço na esposa, o olhar de um senhor que acabava de perder a esposa, ou quem sabe o filho…

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Rever conceitos é preciso, mudar prioridades é preciso, amar é preciso, aprender é preciso”.

Rainha da São Clemente samba em casa para manter a forma

Raphaela Gomes, rainha de bateria da São Clemente, tem se esforçado para manter a forma durante a pandemia. Sem poder ensaiar à frente da “Fiel Bateria”, ela confessou que sofreu muito no início da quarentena, mas que agora já conseguiu recuperar os velhos hábitos.

“Logo no começo da quarentena foi bem complicado, porque as academias estavam fechadas. Eu fiz muito exercício em casa, mas dei uma descontada na comida. Difícil não comer o sanduíche de pão com linguiça do meu pai! O samba também me ajudou a controlar a ansiedade nos momentos mais complicados. Eu assistia as lives das escolas, colocava os CDs para sambar, matar a saudade e manter a forma. Fiz um carnaval dentro de casa”, revelou a sambista.

Raphaela tenta manter o otimismo e já faz planos para quanto tudo isso passar.

“Eu amo ficar com meus amigos e com a minha família. Quando chegar o momento, quero encontrar todos os amigos para comemorar. Amo ir à praia, conhecer lugares novos, viajar e estudar sobre minha aérea profissional. Também adoro passar o tempo vendo tutorias de beleza”.

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Raphaela Gomes estreou na Avenida aos quatro anos e nunca mais parou de desfilar. Em 2014, com 15 anos, virou rainha da bateria da São Clemente. Hoje, aos 23 anos, com muita experiência na avenida, ela dá conselhos para as meninas que sonham com o posto.

“É preciso ter persistência! Se dedique à escola que você ama, porque ela é feita por pessoas que entregam o coração. Quando se tem amor por aquilo ali, tudo flui… Quando estamos felizes, emanamos isso para nossa comunidade”.

A sambista clementina falou sobre os projetos fora do carnaval. Ela admitiu que em breve pretende abrir um negócio próprio, mas por enquanto prefere manter sigilo.

“Sou administradora, me formei no final do ano passado. Inclusive, minha meta profissional é abrir meu próprio negócio, já estou trabalhando nesse projeto”.

A rainha sonha com o carnaval em 2022, mas acha que só será possível com a vacinação em massa.

“Eu tenho fé! Se Deus quiser, teremos o carnaval mais esperado pelos sambistas”.

Caprichosos acerta contratação de novo diretor de carnaval

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A diretoria da Caprichosos de Pilares acertou a contratação do diretor de carnaval, Thiago Lepletier para o próximo desfile. Thiago é administrador e técnico em segurança do trabalho e desde os 21 anos atua no carnaval carioca e nacional.

“Muito feliz em poder trabalhar em uma agremiação gigantesca como a Caprichosos, oportunidade única. Tenho muito a agradecer e me dedicar ao máximo para que tudo saia a contento no próximo carnaval”, conta Thiago Lepletier.

Ele já exerceu a função de Diretor Geral de harmonia e diretor de carnaval na Vizinha Faladeira, no carnaval 2013, na Vila Santa Tereza, Acadêmicos do Sossego e Arrastão de Cascadura, no Rio de Janeiro. Deu Chucha na Zebra, Uruguaiana – RS, Imperatriz da Zona Norte, Cruz Alta – RS e Emperadores, Artigas – Uruguai.

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Thiago também atua como compositor. Já teve as suas obras na Unidos da Ponte, Acadêmicos do Sossego, Vizinha Faladeira, Alegria da Zona Sul e império da Tijuca.

Para o desfile de 2022, a Caprichosos de Pilares levará para a avenida Intendente Magalhães, o “Circo Brazuca”, um espetáculo de magia, ilusão, muito deboche e picardia. É um enredo crítico e com pontos de reflexão sobre o atual cenário que vive o povo brasileiro.

Flavia Saolli homenageia Alcione em ‘Obrigada Marrom’

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A cantora carioca Flavia Saolli leva para o YouTube o espetáculo Obrigada Marrom – Flavia Saolli canta Alcione. O show, aprovado na Lei Aldir Blanc, é uma homenagem aos 72 anos de vida e 48 anos de carreira da cantora maranhense que conquistou o Brasil e o mundo. A apresentação virtual está dividia em quatro episódios: As Paixões de Alcione, Alcione e a Amizade, Mulher Arretada e Tradições – do boi ao carnaval, e serão exibidas entre os dias 13 e 16 de abril.

O espetáculo propõe uma viagem pelo repertório de sucessos de Alcione, totalmente repaginado. Além da exaltação à Marrom, Flavia também se propõe a agradecer tudo o que aprendeu com a artista, que é sua grande inspiração e referência desde a infância. Para reforçar seu canto e homenagem, Flavia convidou nomes que se destacam na cena atual do samba no Rio de Janeiro como Renato da Rocinha, Juliana Pagung e Cacá Nascimento.

Pela primeira vez o show será totalmente online, mas já fez história nos palcos do Teatro Rival Refit, em 2019, e Arena Madureira, em 2020. No repertório estão clássicos como Solo de Piston, que abre o espetáculo, Cajueiro Velho, Rio Antigo, canções de Mangueira, e Obrigada, música que serviu de inspiração para a criação do show.

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Para Flavia Saolli, este espetáculo tem um valor emocional muito grande. Nele podem ser vistos e ouvidos um repertório que retrata a carreira da homenageada, e ao mesmo tempo traz lembranças inesquecíveis de sua própria vida, e como essas obras a influenciaram e influenciam até hoje.

O espetáculo Obrigada Marrom – Flavia Saolli canta Alcione será exibido entre os dias 13 e 16 de abril, a partir das 19h, no canal de youtube da cantora: www.youtube.com/c/FlaviaSaolli