São Clemente vai homenagear Milton Cunha com título de benemérito
O presidente da São Clemente, Renato Almeida Gomes, anunciou que no dia 25 de outubro, data que marca os 60 anos da escola, algumas personalidades clementianas serão homenageadas com o título de benemérito, entre elas, o carnavalesco Milton Cunha e os jornalistas Eugênio Leal e Alexandre Araujo.

“Numa data tão marcante para a São Clemente, a ideia é homenagear pessoas que contribuíram para o crescimento da escola. Não é todo mundo que merece ser benemérito. É um reconhecimento em vida pelos serviços prestados à escola, que será lembrado para sempre”, disse o presidente.
Milton ficou emocionado e falou de seu envolvimento com a escola.
“A São Clemente é um pedaço da minha família. A gente passava o Natal lá com a Dona Marina. Sou muito amigo do Renato, do Roberto, da Regina e de toda família Almeida Gomes. Eu criei laços de afeto, temos histórias juntos. Lembro da entrada no terreno onde hoje é a quadra. Eu estava com eles, pulei o muro na invasão e caí num matagal! Muito me honra ser benemérito de uma escola que tem essa pegada zona sul: carioca, jocosa e animada”.
Milton também relembrou do enredo de 2004, um marco na sua carreira de carnavalesco.
“Depois de ter feito enredos sérios e culturais, eu queria me aventurar na coisa mais crítica e brincalhona. Eu achava que o enredo sobre o boi voador era a cara da São Clemente. O samba é um clássico. Seu Anísio pediu e o Renatinho me contratou. Eram tempos muito difíceis de dinheiro. Foi uma luta, um lindo desfile, mas acabamos descendo injustamente. Mais uma das muitas vezes em que a escola foi prejudicada”.
Renato também explicou como escolheu as personalidades.
“São pessoas que sempre divulgaram o nome da São Clemente na imprensa, se posicionaram a favor da escola e nunca se esconderam. Eles são apaixonados por essa agremiação”.
O presidente sonha com uma grande festa, mas fará um evento seguindo os protocolos de segurança.
“É claro que eu queria a quadra cheia para celebrar a data, mas só iremos realizar o evento com nossa gente vacinada. Se tudo der certo, faremos uma festa bonita, com orquestra e tudo”.
Liesa escolhe hoje novo presidente e termina o mandato de Jorge Castanheira
A noite desta quarta-feira será histórica na Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), no Centro do Rio de Janeiro. Os representantes das escolas do Grupo Especial, além de fundadores da Liga e grandes beneméritos vão escolher a diretoria para o próximo triênio. A eleição marca o fim do comando de Jorge Castanheira. O site CARNAVALESCO fará a cobertura pelo Twitter (https://twitter.com/scarnavalesco) a partir das 17h30.
A Liesa foi fundada em 1985 para modernizar o desfile das escolas de samba. Apesar de Castor de Andrade (in memorian), Luiz Pacheco Drumond (in memorian), Anísio Abrahão David, Capitão Guimarães, dentre outros terem perpetuado a influência nos bastidores da Liga, nenhum deles presidiu a instituição por um tempo maior que Jorge Luiz Castanheira.
Ele assumiu o seu primeiro mandato no ano de 1995 e permaneceu até 1997, quando deu lugar a Djalma Arruda. No triênio seguinte fez parte da chapa de Capitão Guimarães como vice e permaneceu neste posto até 2007. Querido por Guimarães, ele foi se perpetuando na presidência a partir de 2007, sempre com o apoio das escolas. Foram 18 anos ocupando o posto de presidente da Liesa.
Perfil de Jorge Castanheira: Conciliador e centralizador
Jorge Castanheira conferiu à Liesa algo que nenhum presidente anterior a ele havia conseguido: credibilidade perante a opinião pública. Os presidentes e patronos perderam muito apoio popular e da mídia após a prisão da cúpula em 1993. Para negociar contratos, atender a imprensa e definir os rumos do carnaval era preciso de uma figura competente e séria. O escolhido foi Jorge Castanheira. Ele transitava com desenvoltura no mundo empresarial e político, além de construir uma sólida relação com o Grupo Globo, o maior parceiro comercial da história do carnaval.
Mas, ao mesmo tempo em que conferia credibilidade de dentro para fora da Liesa, os presidentes se queixavam de sua personalidade centralizadora. Castanheira fazia questão de definir desde a definição do regulamento às mais simples tarefas administrativas dentro da Liesa.

A partir de sua gestão os resultados do carnaval se tornaram mais respeitados, embora sempre houvesse as tradicionais reclamações após as apurações. Mas sob sua batuta os títulos da Mocidade (1996) e Viradouro (1997) se deram sem maiores discussões quanto à credibilidade do resultado. Castanheira também começou a costurar uma sólida relação com a Globo. Em 1997 foi a penúltima vez que a TV Manchete transmitiu o carnaval e no ano seguinte, já sem Castanheira, a emissora carioca abriu falência depois do carnaval.
Boa relação com Maia e Paes
Jorge Castanheira foi reconduzido à presidência da Liesa em 2007. Respaldado pelos dirigentes foi reeleito três vezes, completando quatro mandatos seguidos. Nos primeiros anos desta segunda gestão, Castanheira fortaleceu os laços da Liesa com o poder público municipal. A Cidade do Samba já estava de pé e o dirigente demonstrou grande entrosamento com os prefeitos Cesar Maia e Eduardo Paes. Além disso, mantinha uma mútua relação de confiança com a Globo e se beneficiou do bom momento econômico do país conseguindo apoio financeiro de grandes empresas, como a Petrobras e também do Governo do Estado.
A relação entretanto começou a sofrer os primeiros desgastes na segunda metade da década de 2010. O carnaval não ficou imune à crise política e institucional que se abateu sobre o Brasil. A gestão de Marcelo Crivella com sua perseguição implacável ao carnaval afetou todas escolas de samba. Castanheira viu o apoio do poder público às escolas praticamente minguar.
Um grande racha na cúpula da entidade começou a dar seus primeiros sinais depois do desfile de 2014. A Beija-Flor de Nilópolis amargou um 7º lugar, pior colocação da escola desde 1992. A reação nos bastidores foi imediata: mudança radical no corpo de julgadores, uma clara demonstração da força de Anísio nos corredores da Liga.
Em 2016 nova polêmica que aumentaria as rachaduras internas. Um julgador de bateria não compareceu para os desfiles, alegando problemas pessoas. Após o resultado do carnaval, veio à tona que o julgador tinha a intenção de prejudicar algumas agremiações. Laíla (na época na Beija-Flor) e Fernando Horta (presidente da Unidos da Tijuca) trocaram farpas publicamente e a história foi parar nos tribunais.
Plenárias fervem, mesas viram e novos líderes políticos surgem
Em 2017, caótico para o carnaval, cheio de acidentes na pista (um deles que custou a vida da jornalista Liza Carioca), Castanheira não queria e defendeu a manutenção do resultado, mas não teve força para impedir que as escolas decidissem que não haveria rebaixamento naquele ano. Como se não bastasse tudo isso, a Liesa se viu em uma sinuca de bico causada por ela própria. Após a Portela romper o jejum de títulos de 33 anos, com a Mocidade alcançando o vice-campeonato (sua melhor colocação desde 1996), uma bomba viria à tona: um julgador de enredo deu um 9,9 para a Mocidade, alegando ausência de uma destaque que constava no roteiro de desfile. O provável 10 que a escola receberia consagraria ela campeã e não a Portela. A Estrela Guia conseguiu provar que havia entregue uma errata dentro do prazo estipulado em regulamento e entrou com recurso para também ser consagrada campeã. Embora o parecer jurídico da Liga impedisse a divisão de títulos, a “plenária soberana” decidiu dar à Mocidade sua sexta conquista. Castanheira sairia enfraquecido da disputa.
No ano seguinte, novamente uma escola com influência política dentro da Liesa usou seu poder para mudar o que estava estipulado em regulamento. Como não houve rebaixamento em 2017, para que voltassem a 12 escolas em 2019, duas cairiam em 2018. Graças a erros cometidos pela Grande Rio, a escola estourou o tempo máximo estipulado em regulamento e desfilou sem uma alegoria. Na apuração foi rebaixada junto com o Império Serrano. Mas os presidentes conseguiram virar a mesa, mantendo a própria tricolor caxiense e o Império Serrano na elite.
O estopim viria no ano seguinte. Desta vez foi a Imperatriz, de Luizinho Drumond, que seria rebaixada após um desastroso desfile. Com a “jurisprudência” de 2017 e 2018, uma nova plenária salvou novamente o Império Serrano e a Imperatriz e em 2020 seriam 15 escolas a desfilar. Mas dessa vez, usando o Ministério Público como aliado, Jorge Castanheira conseguiu reverter a decisão em nova plenária. Embora tenha sido uma vitória política sua, ele já sofria intensa pressão para se afastar da presidência.
A condução dos trabalhos de Castanheira dentro da Liesa já sofria muitas críticas e desde 2017 uma importante voz opositora começou a ganhar destaque dentro da entidade: Gabriel David, filho de Anísio. Inteligente, bem articulado e cheio de argumentos, Gabriel deu inúmeras declarações contra a gestão de Castanheira, principalmente, no que tange ao marketing da Liga, inexistente segundo o emergente dirigente da Beija-Flor. A gestão de Castanheira na pandemia, aumentou a insatisfação dos dirigentes. Por opção dele e com o aval do Conselho Superior da Liesa, Castanheira decidiu não disputar mais uma eleição. Após quase 25 anos dentro da entidade, Jorge Castanheira finalmente deixa a cena para o seu sucessor, Jorge Perlingeiro, que comanda há quase 30 anos a apuração dos desfiles das escolas de sambas.
Raphael e Dandara são o novo primeiro casal do Paraíso do Tuiuti
O Paraíso do Tuiuti acertou a contratação do novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola: Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane. Os experientes e consagrados profissionais vão defender pela primeira vez o pavilhão azul e amarelo da agremiação de São Cristóvão – será também a estreia da dupla juntos.
“Esse encontro com a Dandara era esperado há muito tempo. Muita gente já falava comigo sobre a possibilidade de dançar com ela. Nossos estilos de dança são parecidos, casando vigor com a dança clássica de um casal de mestre-sala e porta-bandeira. Então, estamos muito felizes por dançar juntos e agora no Tuiuti. Vamos honrar a história desse pavilhão”, declarou o mestre-sala.
Raphael Rodrigues é um dos mais consagrados dançarinos do Carnaval. Com passagens por escolas como Vila Isabel, Viradouro, Mocidade e Mangueira, ele é detentor de inúmeras premiações: Estandarte de Ouro, Tamborim de Ouro, Estrelas do Carnaval, Tupi Carnaval Total, entre outros.
Já Dandara Ventapane atua como porta-bandeira há nove anos, sendo seis como primeira porta-bandeira. A bailarina passou pela Vila Isabel e União da Ilha do Governador. Desde que estreou no cargo, Dandara vem colecionando anualmente renomados prêmios, como SRZD, Samba-net e Estrelas do Carnaval.
“Aceitamos esse convite do Tuiuti por também ser uma escola oriunda de comunidade, do Morro do Tuiuti. Vamos dar nosso sangue pela escola. Começamos a ensaiar seguindo todos os protocolos contra o coronavírus e o público pode esperar um casal muito bem entrosado”, garantiu Dandara.
Os dois serão apresentados em breve para a comunidade.
Dandara não é mais porta-bandeira da União da Ilha
Após o mestre-sala Raphael Rodrigues anunciar sua saída da União da Ilha foi a vez da porta-bandeira Dandara Ventapane seguir o mesmo caminho. Aliás, o rumo da dupla deve ser o Paraíso do Tuiuti, que dispensou Marlon e Danielle nesta semana.

Veja o texto de despedida de Dandara:
“Hoje encerro um lindo ciclo. Foram quatro (4) carnavais de troca, entrega, momentos difíceis mas principalmente de momentos lindos. A @uniaodailha apostou numa porta-bandeira em início de carreira e fez com que me torna-se uma insulana apaixonada. Nada apagará tudo que vivi juntamente com a escola e que faço questão de exalta-la como a grande agremiação que és. Agradeço demais todo o carinho que recebi da comunidade, de cada seguimento e diretoria. Sei que criamos uma história e por onde for levarei a União em meu coração. Mas o momento é de partida, para alçar novos vôos e novamente sair do ninho. Obrigada União da Ilha por todos os momentos e tenha certeza que “Azul, vermelho e branco São as cores da minha escola querida.”
http://site.carnavalesco.com.br/mestre-sala-raphael-nao-esta-mais-na-uniao-da-ilha/
Mestre-sala Raphael não está mais na União da Ilha
Contratado pela União da Ilha para o próximo carnaval, o mestre-sala Raphael Rodrigues anunciou na manhã desta quarta-feira que não segue na agremiação. Veja o post feito por ele sobre a saída:

“Ilha, durou pouco a nossa história. O momento de exceção que o mundo vive me impediu de sentir o calor da tua gente me impulsionando ao riscado mais célebre que essa bandeira merece, mas não tirou a honra imensa de poder fazer parte da tua história, mesmo que por um curto período. Adélia Prado deixou uma frase que exprime e resume bem o sentimento: “o que a memória ama, fica eterno”. Nosso encontro já é eterno. E eu amei. Muito obrigado, União da Ilha!!!! OBRIGADO POR CARIMBAR ESSE BRASÃO EM MEU PEITO…”.
Cláudio Vieira: ‘Presidente manda quebrar o carro’
A chuva que caía na abertura do espetáculo não trouxe problemas apenas para o primeiro casal da Unidos da Ponte, no Carnaval de 1993. Provocou também a quebra de uma alegoria a caminho do Sambódromo e outras duas já na concentração da Presidente Vargas.
A apresentação do enredo “A Face do Disfarce”, que contava a história das máscaras através dos tempos, ficou bastante prejudicada. Para não sofrer penalidade extra por desfilar com número de alegorias inferior ao exigido pelo regulamento, o presidente Tessier tomou uma atitude inusitada logo nos primeiros metros da pista.

Pediu que os empurradores dividissem um carro ao meio bem em frente ao primeiro módulo de julgamento. Em seguida, mostrava aos julgadores que, agora, ali havia duas alegorias e não apenas uma, como dava a entender e constava do livro Abre-Alas.
Quem não entendeu nada foram os empurradores, ao verem o presidente mandar quebrar as únicas alegorias que sobraram do aguaceiro.
– O cara pirou…
Luto no carnaval! Morre a musa e destaque Tuane Rocha
A musa da São Clemente e destaque em diversas escolas de samba do Rio de Janeiro, Tuane Rocha, de 38 anos, foi encontra morta no banheiro de sua residência, na tarde de terça-feira. A causa do falecimento foi embolia pulmonar fulminante, segundo laudo do Instituto Médico Legal (IML), que foi divulgado pela coluna do jornalista Ancelmo Gois, de O Globo.

Em 2017, ela foi capa da Rio Samba e Carnaval e musa do camarote na Marquês de Sapucaí. A história de Tuane é vasta e vencedora no carnaval. Em 1999, ela foi campeã do concurso de Garoto da Imperatriz, também passou pela Rocinha, Cubango, Salgueiro, Tuiuti, Vila Isabel.
“Tuane foi mãe aos 13 anos, e entrou cedo no carnaval para sustentar a filha. Tenho muita admiração pela trajetória dela, é uma história de luta mas também de amor, ao samba, à cultura brasileira, às nossas origens. Desde o princípio imaginei o filme como um mergulho sensorial no universo da Tuane, captando a emoção, o êxtase, o vazio, a solidão, os contrastes que coexistem na rotina dela. Acho que a força do filme vem daí. Se escolhesse explicar quem ela é, o filme perderia a subjetividade e o espectador ficaria preso a ideias, não embarcaria na dor e na beleza de se viver do samba”, disse a diretora Clara Peltier, que fez o documentário “Pele de Pássaro”, ao site Ovelha.
O presidente da São Clemente, Renato Almeida Gomes, fez um post sobre o falecimento de Tuane.
“A Tuane foi uma das pessoas mais marcantes quando falamos das musas e destaques da São Clemente. Foram vários Carnavais representando muito bem a nossa escola, com um papel fundamental no desenvolvimento de muitas meninas da nossa comunidade. Vai fazer uma falta imensa, mas será sempre lembrada por cada integrante da São Clemente. Ficam as melhores lembranças de uma pessoa muito especial”.
Rainha de bateria da Beija-Flor, Raissa de Oliveira, também escreveu sobre Tuane.
” “Recebi a pior notícia. A filha, a mãe, a profissional, que é uma mulher de fibra não estaria mais entre a gente. Para mim está sendo um choque. Tanto palcos dividimos juntas, tantas viagens, muitas conversas e risadas. Vá com Deus, minha eterna amiga. Vá com sua alegria e chegue aí no céu sambando, que é o que você amava fazer”.
Veja mais homenagens para Tuane:
Tuane Rocha, descanse em paz…
inacreditável!! 💔🥀 #rip pic.twitter.com/KGcJikFkU8— 🇨🇻 nobreza 🇨🇻 (@lucinhanobre) March 17, 2021
Hj é um dia triste para o mundo do samba. Foi – se Tuane Rocha, uma das mais completas artistas do nosso meio.
Que sua passagem seja leve…
Publicado por Nilce Fran em Terça-feira, 16 de março de 2021
A Família Tuiuti se solidariza e presta condolências aos parentes e amigos de Tuane Rocha. No último desfile, ela desfilou como destaque em um dos carros alegóricos da nossa agremiação e abrilhantou ainda mais a apresentação. Descanse em paz! 🖤 pic.twitter.com/y1vAyMpAbs
— G.R.E.S. Paraíso do Tuiuti (@Tuiutioficial) March 17, 2021
Uma estrela clementiana no céu. ⭐
Nossa musa seguirá encantando a todos com o legado que deixa por aqui. Descanse em paz, Tuane! 💛 pic.twitter.com/ZKKLmQ2vQP
— São Clemente (@oclementiano) March 17, 2021
Triste em saber da partida de Tuane Rocha, musa da São Clemente e uma apaixonada pelo Carnaval do Rio. Meus pêsames aos familiares. Que eles possam ser acolhidos com carinho pelo mundo do samba!
— Gabriel David (@gabriodavid) March 17, 2021
Meu Deus chocado com o falecimento da Tuane. Uma amiga que tinha um brilho especial. Educada, bonita, simpática e simples.
Meus sinceros sentimentos a família— Fabricio Pires (@ofabriciopires) March 17, 2021
Meu Deus, inacreditável que nossa querida Tuane Rocha se foi!!
Excelente profissional, estivemos juntos em vários shows….Publicado por Neguinho da Beija-Flor em Terça-feira, 16 de março de 2021
Com muito pesar que recebemos a notícia da morte da querida Tuane Rocha, uma passista incrível e que desfilou como…
Publicado por GRES Acadêmicos do Cubango em Terça-feira, 16 de março de 2021
É com muito pesar que lamentável o falecimento da nossa eterna amiga, Tuane Rocha. Por anos fazendo parte da nossa…
Publicado por Acadêmicos da Rocinha em Terça-feira, 16 de março de 2021
É com muito pesar que lamentamos o falecimento da nossa querida musa Tuane Rocha, capa da edição de nº 46 da Revista Rio Samba e Carnaval, de 2017. Para sempre em nossos corações. 🖤❤️
Publicado por Rio Samba e Carnaval em Terça-feira, 16 de março de 2021
‘Carnaval é Educação e Cultura’: o enredo da Imperatriz Leopoldinense em 1994
A série “Carnaval é Educação e Cultura” aborda o enredo da Imperatriz Leopoldinense, em 1994, “Catarina de Médicis na Corte dos Tupinambôs e Tabajeres”. Um banho da carnavalesca Rosa Magalhães.
“O selvagem, com seus defeitos e virtudes, era muito mais livre e invejavelmente mais feliz. Naquela época, todo dia era dia de índio. Os anseios do povo francês são inspirados neste comportamento: Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, trecho retirado da sinopse feita por Rosa Magalhães.
Paolla segue soberana na Grande Rio
A Grande Rio esclarece que não há qualquer intenção de substituição no cargo de rainha de bateria. Veja abaixo o comunicado da escola.

“Lamentamos que boatos estejam sendo veiculados nesse sentindo envolvendo o nome de nosso Presidente de Honra Jayder Soares, que, no momento, assim como toda a nossa agremiação, está com seus esforços voltados para o planejamento do Carnaval 2022 e na expectativa de que tenhamos em breve toda a nossa comunidade vacinada para a retomada de nossos trabalhos”.

