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Mestre Casagrande toma primeira dose da vacina contra a Covid-19

Comandante da bateria da Unidos da Tijuca, com mais de 30 anos de serviços prestados ao carnaval do Rio de Janeiro, mestre Casagrande tomou nesta segunda-feira a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

O mestre tijucano possui 57 anos e está no grupo de comorbidades. Ao site CARNAVALESCO, ele explicou o que sentiu quando recebeu a vacina.

“Tive a doença na virada do ano. Fiquei 21 dias muito mal. Muita angústia e ansiedade. A doença não é mole e só a vacinação em massa que é a solução. Na minha faixa é muito importante ser vacinado. O governo deveria ter atenção maior com este grupo, inclusive, com os taxistas, que ficaram fora dessa relação. Convoco todos os meus amigos e parceiros dessa faixa e com combordidade que se vacinem o mais rápido possível. Aí, vamos conseguir a imunização o mais rápido possível para podermos voltar ao carnaval, se aglomerar e abraçar. Salve o SUS! Viva a vacina!”.

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Vacina da Pfizer começa a ser distribuída

O Ministério da Saúde começa a distribuir nesta segunda-feira, 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech aos 26 estados do país e ao Distrito Federal. A distribuição começa após pedido de estados e municípios, que solicitaram mais tempo para organizar o armazenamento do imunizante, que precisa ser mantido em temperaturas baixas.

No total, a pasta recebeu 1 milhão de doses na última quinta. Nesta remessa, serão enviadas 499,5 mil doses para a primeira aplicação, divididas de forma proporcional e igualitária entre todos os estados e Distrito Federal. As doses para a segunda aplicação serão distribuídas nas próximas semanas.

De acordo com o ministério, a vacina da Pfizer está sendo destinada para vacinação de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, e pessoas com deficiência permanente. A comprovação das comorbidades pode ser realizada com exames, receitas, relatório ou prescrição médica, entre outros.

Doses distribuídas

De acordo com nota do ministério distribuída hoje, a campanha de vacinação contra a covid-19, que começou em 18 de janeiro já distribuiu cerca de 70 milhões de doses, incluindo este lote da Pfizer, alcançando aproximadamente 43,7 milhões de brasileiros.

Johnathan Avelino: Um novo rei de bateria para a Sapucaí

Com a missão de fazer história à frente da bateria Verdadeira Furiosa da Lins Imperial para o carnaval de 2021, Johnathan, deixou Goiânia, sua cidade Natal, para realizar o sonho de estrear como rei de bateria. Em 2020, quando ele nem imaginava, o convite para estrelar um dos lugares mais cobiçados por mulheres espetaculares o pegou desprevenido. Amante do carnaval e sonhador nato, ele não poderia recusar essa oportunidade única.

“Imagine um homem estar à frente de uma bateria! Assim como o meu cabelo black é um ato de resistência, ser rei de bateria também. É quebrar paradigmas. É fazer um movimento hoje para que daqui a 30 anos isso seja natural e não motivo de preconceito”, desabafa Johnathan.

Conhecido como muso das arquibancadas, apelido carinhoso que recebeu em 2015, durante o desfile da Estação Primeira de Mangueira quando o seu vídeo sambando na chuva em pelo setor 11 ‘viralizou’. Na ocasião, o vídeo alcançou a marca de 2,5 milhões de acessos. A partir daí os convites para desfilar no carnaval Carioca não pararam.

Ansioso para a sua apresentação, e estreitar os laços com a comunidade do Lins e adjacências, Johnathan tem sambado regularmente para não perder o gingado, além de manter uma rotina com alimentação regrada e exercícios diários. Aos que acompanham a rotina do rei, ele avisa:

“Em breve teremos novidades e assim que possível estaremos juntos. Por hora, é torcer para que toda a população possa ser vacinada. Não é possível ter o espetáculo sem imunização para toda a população”.

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Nascido em Goiânia. Atualmente mora há 5 meses no Rio de Janeiro. Maquiador profissional e hair stylist conceituado, o profissional já conquistou musas e rainhas do carnaval carioca.

Acostumado a acompanhar os desfiles das escolas de samba na terra dos sertanejos, Johnathan sempre sonhou com a Marquês de Sapucaí. Em 2011 estreou em seu primeiro desfile pela Alegria da Zona Sul. Com o sonho de alçar voos mais altos, só em 2015 após a grande repercussão na internet, teve a oportunidade de mostrar o seu gingado na Unidos da Tijuca e São Clemente, até chegar o convite para reinar à frente da bateria da Lins Imperial.

Imperatriz vai doar todas fantasias para sua comunidade

A Imperatriz Leopoldinense iniciou as inscrições de fantasias para o carnaval de 2022, todas as fantasias serão destinadas à comunidade. Por causa da pandemia a inscrição é online e apenas para torcedores da região metropolitana, pois assim que tivermos o fim da pandemia e os ensaios retornarem, a presença aos ensaios é fator primordial.

Torcedores que forem de outras cidades e estados também podem desfilar, mas para isso devem ser Sócio Torcedor Master LPD e estar dentro das condições mínimas de inscrição. O plano além de diversas vantagens como desconto em grandes lojas, na boutique da escola e agendamento de camarotes na quadra, dará a isenção do valor da inscrição e o direito de desfilar na Rainha de Ramos.

“Nos permite um maior tempo para nos organizarmos visando o próximo desfile. Não tenho dúvidas que boa parte do contingente de desfilantes já vai se inscrever nesse primeiro momento. Nossa intenção é trazer a facilidade para que nossos torcedores possam se inscrever com calma e do conforto de sua casa”, disse Junior Schall, diretor de carnaval.

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O valor da inscrição será de R$ 80,00 e os pagamentos podem ser realizados em boleto, pix, depósito bancário ou cartão de crédito parcelados em até 4x. Essas condições serão para inscrições feitas até 31/07/21. Ao final da inscrição, o componente escolherá a ala que gostaria de desfilar, terá acesso à carteirinha digital e entrará automaticamente no grupo da ala.

Cubango apresenta nova musa para o próximo Carnaval

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A Cubango tem uma nova musa. A Verde e branco de Niterói terá Endiorrani Monteiro Baldini, a EndiBaldinny, como mais uma beldade a abrilhantar o desfile da agremiação. A morena ficou conhecida como dançarina do sambista Dudu e já foi passista da Cubango.

“Estou no Carnaval há 12 anos e a primeira escola que desfilei foi como passista da Cubango. Após muitas viagens levando o samba para vários países, já fui rainha de bateria da Sabiá, em 2019, rainha do carnaval de Niterói, em 2018, e por aí. O Carnaval está no meu sangue”, disse Endiorrani.

Atualmente, a dançarina é professora de samba no pé e atua no Host Oficial, maior plataforma digital do Brasil.

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Sufoco dos sambistas! Pixulé pede socorro para os profissionais do carnaval

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Após Wantuir e Neguinho da Beija-Flor publicarem textos desabafando sobre o terrível momento por que passam os profissionais do carnaval foi a vez do cantor do Cubango e da Barroca Zona Sul, Pixulé, vir a público e pedir socorro para quem trabalha com o carnaval.

“”APENAS UM DESABAFO!!! Salve povo do bem! Eu, fui um daqueles que mais defendeu a não realização do Carnaval 2021, devido o que está acontecendo no País e no Mundo, mas não contava que nós, profissionais do Carnaval, iríamos passar pelo que estamos passando e que seríamos abandonados. O Carnaval que faz parte da Cultura Brasileira, traz Milhões (Bilhões) para o País e mesmo assim tem gente que é contra… quem não conhece os Bastidores do Carnaval, pensa que é só Oba Oba… porém, por trás de tudo isso, tem vários trabalhadores, tais como: Ferreiro, Eletricista, Marceneiro, Aderecista, Costureiras, Segurança, Faxineiros, o povo da Administração, Cozinheira, Iluminação, fornecedores, inclusive Ambulantes, etc… Todos nós dependemos diretamente do trabalho relacionado ao Carnaval e quem não vive o dia a dia de um profissional ligado ao Carnaval, não sabe como funciona e acha que tudo é mídia, cores e Glamour. Infelizmente nós trabalhadores do Carnaval, fomos abandonados pelo poder Público… são tantas coisas pra falar nesse meu desabafo, que levaria quase o dia todo pra botar tudo pra fora, mas não vale a pena. Será que alguém vai ouvir? Nós, Intérpretes e todos os trabalhadores que damos a vida pelo Carnaval, pedimos socorro”.

Atualmente, o governo estadual do Rio de Janeiro, através da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC) está com um edital de apoio no ar, mas os sambistas questionam que o dinheiro não chegará na ponta, ou seja, nos profissionais que mais necessitam. Pelo edital, o valor tem que ser depositado nas contas das escolas de samba ou das ligas envolvidas.

A medida serve para atenuar os efeitos do cancelamento do carnaval deste ano. Foram publicados dois editais de premiação para projetos de apresentações com transmissão pela internet, com o objetivo de fomentar essa atividade cultural, estimular a cadeia produtiva do setor e gerar renda para profissionais da área. O período de inscrições começa nesta segunda e dura 30 dias.

Por conta da pandemia de Covid-19, o carnaval de rua e os desfiles das escolas de samba tiveram que ser cancelados este ano em todo o estado. A necessidade de evitar aglomerações e salvar vidas acarretou prejuízos para diversos trabalhadores, como ritmistas, cantores, passistas, aderecistas, entre outros, além de ter deixado foliões sem sua maior festa popular. A nova iniciativa, que deve contemplar 104 projetos, procura reduzir essa perda e contribuir para os preparativos para o carnaval de 2022.

As escolas de samba do Grupo Especial, vinculadas à Liesa, terão direito a R$ 150 mil cada uma e podem, a partir do pagamento, realizar a escolha dos sambas-enredo e outros eventos virtuais. As agremiações filiadas à Lierj podem ser premiadas com R$ 40 mil, enquanto a verba para as escolas filiadas a outras ligas, incluindo escolas mirins, é de R$ 20 mil para cada uma.

O auxílio para os blocos está previsto num segundo edital e só podem participar os que são vinculados a federações ou associações. Entidades que representem dez ou mais agremiações podem ser premiadas com R$ 100 mil. O valor para quem reúne entre cinco e nove blocos é de R$ 50 mil. Já as entidades com até quatro blocos têm direito a R$ 25 mil pelo edital. Pelas regras de distribuição das vagas do edital, 60% dos prêmios vão para organizações do Interior e 40% para a capital.

Um dos principais critérios para ser contemplado nos editais é que os concorrentes não tenham recebido verba da Secretaria nos últimos 12 meses, incluindo os editais da Lei Aldir Blanc. Outro quesito importante é comprovar a realização de desfiles em 2020. Também é imprescindível estar adimplente com a Secretaria e ter CNPJ registrado há pelo menos dois anos. Para concorrer, a entidade carnavalesca precisa acessar o sistema Desenvolve Cultura, disponível no site da Secretaria (www.cultura.rj.gov.br).

Para garantir que profissionais da cadeia produtiva do carnaval sejam beneficiados, os editais exigem que pelo menos 25% sejam destinados ao pagamento de pessoal.

Lei Aldir Blanc

A Lei Aldir Blanc destinou R$ 3 bilhões para o setor cultural brasileiro. O Estado do Rio de Janeiro repassou pouco mais de R$ 104 milhões para os fazedores de cultura fluminenses: foram pagos 1.699 rendas emergenciais no valor de R$ 3 mil e ainda seis editais de premiação para 2.400 projetos destinados a circos e pontos de cultura, além de instrumentos de fomento para companhias, espaços artísticos e grupos culturais.

Os projetos carnavalescos já haviam sido beneficiados com cerca de R$ 5 milhões da Lei Aldir Blanc, distribuídos para 103 ações culturais.

Solidariedade do samba! Sambistas recebem doações de cestas básicas no Sambódromo

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A palavra de ordem no mundo do carnaval durante a pandemia da Covid-19 é solidariedade. Neste domingo, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, sambistas das escolas do Grupo Especial e Acesso receberam doações de cestas básicas. A ação beneficiou mais de 300 integrantes e é fruto de uma parceria envolvendo os projetos sociais Ritmo Solidário, Barracão Solidário, Bailado Solidário, através da campanha Rio Contra a Fome, desenvolvida pela secretaria municipal da Juventude, da Prefeitura do Rio de Janeiro, com a secretaria de Saúde e a secretaria de Ação Comunitária (SEAC).

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“Conseguimos hoje ajudar oito escolas de samba, cada agremiação com 30 cestas básicas, além do pessoal dos outros projetos sociais. Em mais de um ano do Ritmo Solidário, a gente já distribuiu mais de 2800 cestas. Os sambistas precisam muito do apoio de todos. O apoio da campanha Rio Contra a Fome é fundamental. O secretário (da Juventude) Salvino Oliveira cedeu todas arrecadações do posto de vacinação no Sambódromo para nossas ações sociais. Hoje, unimos o Bailado e o Barracão que também estão correndo atrás e precisamos nos fortalecer cada vez mais”, disse China do Estácio, responsável pelo Ritmo Solidário.

As doações na Marquês de Sapucaí podem ser feitas de segunda a sábado, de 8h às 17h, quando a pessoa for se vacinar contra a Covid-19 ou direto no espaço do Ritmo Solidário, que fica embaixo do setor 10 da arquibancadas.

Um dos beneficiados com a cesta básica foi o lendário mestre-sala Chiquinho, que durante anos bailou pela Imperatriz Leopoldinense com a mãe Maria Helena.

“Agradeço receber essa cesta básica. O momento está difícil para todos. Salvou a vida de muita gente. Infelizmente, as coisas andam complicadas. Os sambistas estão carentes de tudo”.

Mestre-sala da Mocidade Independente de Padre Miguel e um dos fundadores do projeto Bailado Solidário, Diogo Jesus, ressaltou a solidariedade do mundo do samba.

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“Essa ajuda é mega importante para todos os sambistas. Estou muito feliz em ver o movimento de união de todos. Nosso projeto está aberto para doações. Podem entrar no nosso Instagram @bailadosolidario. É uma coisa boa sabermos que existem pessoas boas com a gente e querem nos ajudar”.

A porta-bandeira Selminha Sorriso participou da ação no Sambódromo e pediu ainda mais doações de toda população.

“Ninguém é forte sozinho. Essa união dos sambistas me emociona. O momento é muito difícil e a realização dos desfiles ainda é muito incerta. Ao mesmo tempo, eu tenho esperança, porque temos vacinas e temos que esperar com fé, esperança e amor. A solidariedade e empatia ficaram muito recorrente e marcante entre os sambistas. Mais do nunca, fomos mais unidos e entendemos um a dor do outro. A pandemia trouxe o impacto na saúde, mas também no cultural, social e econômico”, afirmou.

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Parceiro de Selminha Sorriso, o mestre-sala Claudinho enalteceu a união do povo das escolas de samba.

“A iniciativa é maravilhosa. O sambista é sempre solidário. O mundo do samba é família. Vivemos um momento que nunca passamos na vida. Esperamos por dias melhores. Estamos nos ajudando da melhor forma possível para conseguirmos sobreviver nessa pandemia”.

O mestre-sala Sidclei, do Salgueiro, citou que o momento da pandemia atacou todos os envolvidos com o carnaval.

“É muito legal você ver um projeto dos ritmistas abrir para os casais e para o pessoal que trabalha nos barracões. Essa união do sambista é muito importante até para o desenvolvimento futuro do carnaval”.

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Eterno mestre-sala, Jerônimo da Portela disse que é gratificante ver o reconhecimento de todos das escolas de samba.

“Estamos todos juntos. Hoje, existe a solidariedade. Quem trabalha com o carnaval não faz show e eventos há mais de um ano. Ficou ruim para todos. Acho gratificante o reconhecimento do sambista para o próprio sambista”.

Fé e força! Mestre Mug é extubado e médico avalia recuperação do sambista

A fé dos sambistas para a recuperação de mestre Mug está cada vez mais forte e dando resultado. O sambista, internado desde 12 de março, no Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), em Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro, foi extubado, mas ainda segue no CTI para recuperação de uma bactéria no pulmão.

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“Ele está passando bem, acordado, interagindo. Estamos ajustando medicações para fortalecer o coração dele. A semana que passou foi boa para ele. Voltou a respirar sozinho. Nossa programação para semana é tentar otimizar ao máximo todas medicações para o coração e dando tudo certo dar alta para ele ir para enfermaria”, informou a equipe médica do hospital.

O sambista, presidente de honra da bateria da Vila Isabel, foi internado para tratar uma hérnia de disco na cervical e na lombar. Durante a internação, ele contraiu uma bactéria no pulmão.

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Ao site CARNAVALESCO, a família de Mug informa que o lendário de mestre de bateria ainda necessita de doação de sangue. Para doar é só comparecer no hospital, no bairro de Vila Isabel, de segunda a sexta-feira, no horário de 8h às 15h (exceto feriado). O banco de doares fica na Avenida Boulevard 28 de setembro, 109, no 6º andar. Ao chegar no local, a pessoa deve informar que a doação é para Amadeu Amaral, nome de mestre Mug.

Requisitos Básicos para Doação de Sangue:

Estar em boas condições de saúde;
Ter entre 16e 69 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos;
Pesar no mínimo 50kg;
Estar descansado;
Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa até 4 horas antes da doação);
Apresentar documento original com foto, emitido por órgão oficial.

O Banco de Sangue Herbert de Souza, Serviço de Hemoterapia do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) foi inaugurado em 1950 e faz parte da hemorrede estadual. Com uma média de 7200 doações/ano, o serviço de hemoterapia realiza 9600 procedimentos transfusionais/ano, estando sempre em busca de expansão e qualidade de seus serviços.

Em live da Imperatriz, Edson Pereira e Leandro Vieira falam sobre as escolas de samba: ‘Somos muito mais que um desfile’

A Imperatriz Leopoldinense inaugurou neste feriado de 1º de maio seu “Boteco da Coroa”, um programa com bate-papo e roda de samba. Além da bateria, do casal de mestre-sala e porta-bandeira e do trio de cantores gresilenses, a verde e branco recebeu os carnavalescos Edson Pereira e Leandro Vieira.

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Em suas falas, os dois artistas elogiaram a iniciativa da Imperatriz e citaram que neste momento de pandemia da Covid-19 a criação de um programa como o “Boteco da Coroa” é um alento para os sambistas que sentem saudade do samba e dos eventos nas quadras.

“É uma alegria ver a Imperatriz viva. Está fazendo suas ações na quadra, sociais, levando o samba e cultura. Mostrando que a escola de samba não é só o desfile que queremos no ano que vem. Porque só for só aquilo a gente perde isso aqui. Estou um tempão sem ir em boteco. Estou realmente privado de muita coisa que gosto. Isso aqui hoje dá um gás para aguentar mais uns meses”, disse Leandro Vieira, que hoje desenvolve os carnavais da Estação Primeira de Mangueira e do Império Serrano.

“A palavra que me vem na cabeça é saudade. De abraçar todo mundo, do povo do samba, também aqueles que se foram nas nossas comunidades. A Imperatriz faz mais do que se espera de uma escola. Isso aqui é escola de samba. Somos muito mais daquilo que olham na Avenida. Minha história com a Imperatriz é muito gratificante. Era um menino, com 14 anos, e estava enfiado dentro do barracão como pintor de arte. Aprendi a amar o carnaval dentro do barracão de escola de samba. Sou um sobrevivente e acredito que o carnaval é muito mais que uma festa, ele está dentro do nosso sangue, na nossa veia”, revelou o carnavalesco da Vila Isabel, Unidos de Padre Miguel e Mocidade Alegre.

edson leandro

Ao vivo: Boteco da Coroa – Imperatriz Leopoldinense

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CARNAVALESCO lança campanha de assinatura mensal

Está no ar nossa campanha de apoio ao site CARNAVALESCO. Sua assinatura mensal vai nos permitir sobreviver. Conheça no link aqui os planos, benefícios e, se possível, contribua com o que for possível para vocês. No decorrer dos meses vamos ter sempre novidades. Vamos sempre caminhar com os sambistas.

A pandemia foi avassaladora para todos. Por exemplo, a plataforma de anúncios do Google que rendia uma receita mensal para o site sempre teve impacto gigante na nossa arrecadação, despencamos mais de 90% do que recebíamos. Nesta época do ano, a gente teria mais de 60 mil acessos por dia e a realidade atual é que não conseguimos passar de 15 mil, muitas vezes não batendo nem 10 mil acessos/dia.

A gente planeja, faz pedidos e promessas na virada do ano. De 2019 para 2020, não poderíamos imaginar o que estaria por vir. De repente, veio o boom. O ano do sambista foi de choro. Perdemos familiares, amigos, colegas, ídolos e referências. Infelizmente, a gente chorou de dor. Perdemos tantos e tantas. Mas vamos vencer. O ser humano já venceu. A vacina existe. Temos pressa. Porém, ainda é hora de resiliência. Não podemos nos descuidar. Temos que evitar aglomeração, usar máscara e seguirmos nos adaptando para realidade diferente. Sonhamos em pisarmos em 2022 nas nossas passarelas sagradas: a Marquês de Sapucaí e o Anhembi. Faremos apenas com segurança sanitária e autorização do poder público. Estamos planejando e caso não seja possível acontecer em fevereiro de 2022, que seja em julho de 2022 ou quando houver autorização sanitária. Por isso, Por isso, hoje pedimos sua ajuda. Link para assinatura: https://www.catarse.me/apoie_o_site_carnavalesco