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Salgueiro recebe candidatas finalistas do concurso para rainha do carnaval em noite de coroação

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A noite do último sábado na quadra do Salgueiro foi de festa para a ala dos passistas. O grupo comandado por Carlinhos Salgueiro, que tradicionalmente elege uma majestade para liderar a ala na Avenida, elegeu dois representantes que foram coroados com toda a pompa pela rainha de bateria da escola, a atriz Viviane Araújo. Marcio Dellawegah e Larissa Reis, crias dos Aprendizes do Salgueiro, receberam faixa e coroa, juntamente com Bruna Southo, que assume o posto de rainha da Furiosinha na escola mirim.

Bastante festejados por todos os segmentos, o trio contou com a visita de quatro das seis candidatas finalistas no concurso que vai eleger a nova corte do carnaval carioca. As postulantes à coroa foram recebidas pelo presidente André Vaz e mostraram no palco da Academia alguns dos atributos que as levaram até a final que acontecerá no dia 07 de janeiro, na Cidade do Samba.

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Cláudio Castro projeta Museu do Carnaval no MIS, garante apoio aos desfiles de 2022 e fala em ações estruturantes para escolas

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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, participou na noite de segunda-feira da inauguração da Unidade dos Bombeiros, na Cidade do Samba, e, ao falar com o site CARNAVALESCO enalteceu o valor cultural, turístico e econômico das escolas de samba para o Estado. Ele lembrou que nos desfiles de 2019 e 2020, quando o governo municipal, do bispo Crivella, deixou na mão todas agremiações, o poder público estadual amparou e foi fundamental para realização das apresentações no Sambódromo da Sapucaí.

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Foto: Thaise Lima/CARNAVALESCO

“A Liesa tem sido uma parceria desde 2019, quando não tinha mais o apoio da Prefeitura e o Estado aportou o valor necessário. Em 2020, nós conseguimos ajudar novamente. Estamos fechando o apoio para 2022. Será através da Lei de Incentivo a Cultura. Já falei para todas escolas que podem contar com o Governo do Estado sempre. O que depender da gente podem contar. O carnaval é fundamental para o Rio de Janeiro, que não pode viver sem o carnaval. Tenho certeza que teremos o maior carnaval de todos os tempos”, disse.

Cláudio Castro revelou ainda uma ideia de levar para o Museu da Imagem e do Som (MIS), que está sendo construído em Copacabana, com previsão de inauguração para 2022, um andar exclusivo dedicado ao Museu do Carnaval, um sonho eterno dos sambistas. “Começamos o processo de tornar o carnaval com poder estrutural maior e com poder para o turismo. Já estamos conversando para termos o Museu do Carnaval, quem sabe ficar em um andar no MIS. O samba é o Rio de Janeiro”, afirmou.

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Para o governador do Rio de Janeiro, as escolas de samba não podem mais passar o sufoco que sofrem todos os anos para realizarem seus desfiles. “A gente tinha a preocupação de fazermos ações que ajudassem o carnaval permanentemente. Não só enxugar o gelo perto do carnaval, mas medidas estruturantes. O carnaval é muito mais que uma festa e alguns dias de desfiles. Ele é uma das molas motriz do Rio de Janeiro. Infelizmente, às vezes ele é relegado ao evento que acontece em fevereiro, que é muito bonito, mas todos nós sabemos que é o ano inteiro. Ele é empregador, gira economia, gira escolas o ano inteiro, é a responsabilidade social. Não queremos mais as escolas passando pires para desfilarem”.

No fim, Castro lembrou que a Unidade dos Bombeiros, na Cidade do Samba, permitirá uma redução de custos para todas agremiações, além de mais segurança aos moradores e comerciantes da região. “Quando o Coronel falou da companhia destacada parecia tão simples. Ficou aquela sensação, porque não foi feita ainda. Essa Unidade dos Bombeiros vai gerar economia para escolas e proteção maior para essa região da cidade. Era impressionante ainda não ter o Corpo de Bombeiros aqui. Isso gerava insegurança para quem trabalha e custo para todas escolas”, finalizou Castro.

Samba-Enredo Social Club está de volta na quinta-feira

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Darlan Alves comanda a maior roda de samba-enredo, edição das Campeãs de 2020, com as presenças mais que especiais das vozes campeãs do nosso Carnaval. Participam dessa edição: Douglinhas, da Águia de Ouro, Fredy Vianna, da Mancha Verde, Renê Sobral, da Dragões da Real e Luiz Felipe, do Vai-Vai.

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Além dos intérpretes, o Samba-Enredo Social Club também receberá os compositores que tiveram suas obras cantadas na passarela do samba em 2020. Participam dessa roda de amigos os imãos Rodrigo e Rodolfo, “Os Minuettos”, Marcelo Casa Nossa, e Thiago SP.

A galera já pode garantir mesa fazendo a reserva no Oh Freguês pelos telefones: (11) 98925-0069 e (11) 3034-1143. Atenção: O Oh Freguês está seguindo os protocolos de segurança estabelecidos pela lei.

Liga-SP conversa com a TV Cultura sobre transmissão dos desfiles do Acesso e Campeãs em 2022

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Falta pouco para o Carnaval SP 2022! Pensando em engrandecer ainda mais os Desfiles das Escolas de Samba de São Paulo, a Liga-SP iniciou uma conversa com a TV Cultura para a transmissão dos desfiles dos grupos de Acesso e da noite das campeãs.

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Foto: Divulgação/LIGA-SP

Luciana Silva, vice-presidente da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo e presidente da Tom Maior, e Paulo Serdan, presidente da Mancha Verde, foram recebidos por José Roberto H. Maluf, presidente da TV Cultura, acompanhados pelo deputado federal Alexandre Frota.

A emissora já transmitiu os Desfiles das Escolas de Samba de São Paulo, em outras oportunidades. Atualmente, a Liga-SP exibe as duas noites em suas redes sociais, somando mais de um milhão de visualizações no Carnaval SP 2020.

Carnaval SP 2022

Depois de um 2021 sem eventos presenciais, São Paulo se prepara para fazer o Carnaval da Vida em 2022. Os Desfiles das Escolas de Samba de São Paulo acontecem no sambódromo do Anhembi, nos dias 25, 26, 27 e 28 de fevereiro, e no dia 5 de março, com a noite das campeãs encerrando a temporada.

Vídeos: primeiro ensaio de rua da Mocidade para o Carnaval 2022

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Monarco, o sambista da história, do carinho e do legado

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Diversas personsalidades do samba, da MPB e da política passaram pela quadra da Portela, neste domingo, para o velório de Monarco, presidente de honra da azul e branco de Oswaldo Cruz e Madureira. O site CARNAVALESCO ouviu muitos que falaram da convivência com o sambista e seu legado para o carnaval e para a Portela. Confira abaixo.

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Fotos: Lucas Santos/site CARNAVALESCO

Paulinho da Viola

“Tem pessoas muito preocupadas na nossa geração que estão preocupadas com a história. O Monarco reporesentava muito desa história. Cada vez que ele relembrava de alguma coisa, a gente descobria que não sabia nada”.

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Teresa Cristina, cantora

“A gente tem que primeiro é lembrar do que ele ensinou. Foi muita coisa. É cuidar dos números baixos da Portela, como a Surica, valorizar o trabalho da Velha Guarda. Ver se essas pessoas precisam de assistência hospital, ninguém fala disso. O Monarco faleceu em um hospital público. Uma pessoa que fez tanto sucesso, tanta obra que ficou para eternidade. É um dia muito triste para comunidade da Portela. Ele era tudo. A memória e postura”.

Diogo Nogueira, cantor

“Nosso papel para manter vivo e acesso esse legado é continuar cantando a obra desse grande compositor. Um grande homem. Coração imenso. Sempre agregou e valorizou jovens compositores, principalmente, da Portela. Através do amor e da canção, a gente consegue fazer com que os jovens possa conhecer a memória do mestre Monarco. Ele continua vivo nas suas canções. Ele é a própria Portela”.

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Marisa Monte, cantora

“O Monarco era a testemunha da história e dos valores do samba. Um cara que tinha muito conhecimento e que compartilha isso com muita generosidade. Além de ser um brilhante compositor e cantor. Dono de um estilo único e que estará para sempre na boca do povo. Criou um repertório etorno. Deixou uma obra gigante. Era a grande memória da Portela. A pessoa que a gente recorria quando queria saber um samba, uma história e um caso da Portela. Tinha um arquivo gigantesco na cabeça. Muito lúcido. Fica a responsabilidade de manter o legado dele e os valores que pregava. Ele inspirava o respeito onde chegava. Sem precisar falar alto, mas com a elegância. Um brasileiro gigante e eterno. Para família portelense é uma perda gigante e um grande privilégio podermos conviver com ele”.

marisa monte

Elmo José dos Santos, diretor de carnaval da Liesa

“O samba está chorando. Perdemos uma viga mestre do samba. Monarco é um mestre que não era mais só da Portela. Quando encontrava com ele era como se encontrasse um santo. Tenho certeza que lá em cima ele vai olhar para Portela e para todo o mundo do samba. Perdemos uma grande referência”.

Marlon, mestre-sala da Portela

“Nós, portelenses, ainda não conseguimos absorver a perda do Monarco. É difícil achar uma palavra que consiga descrever o que estamos sentindo. Estamos em um túnel e ainda não achamos nossa luz. Monarco era a personificação da Portela. Só com o tempo que vamos conseguir passar por esse momento difícil”.

Eduardo Paes, prefeito do Rio

“Perdi um grande amigo. Monarco era um conselheiro. Sempre estava dando dicas, falando sobre a história da Portela e falando sobre a vida. A gente perde um grande patrono do samba. O Monarco representa uma geração. A Portela perde uma personagem tão importante na sua história. Vai deixar muita saudade. O legado dele é indescritível”.

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Paulo Barros, carnavalesco

“Quando vim para Portela ele conversava comigo sobre a tradição da Portela. Foi uma experiência única. Tinha um comportamento tão jovial. Foi o maior gentleman que conheci no carnaval. Era calmo e honesto. Isso vai ficar guardado na minha lembrança para o resto da vida. Perdi meu segundo pai. A gente convivia pouco dentro do barracão, mas sempre senti verdade nele. Ele era a Portela, um companheiro, que me deu ensinsamento e vai viver para sempre na mente de todos nós”.

Chiquinho da Mangueira, deputado estadual

“Tem que ter força para reagir. Tio Monarco era o maior balaurte do samba. Vai ficar na escala do Cartola e do Nelson Sargento. Lamento muito a perda. Era meu amigo, conselheiro e parceiro. Carnaval vai sentir muito a falta do Monarco. Ele está no patamar maior”.

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Porta-bandeira Vilma Nascimento

“O mundo do samba está triste. Monarco era uma pessoa maravilhosa. Humildade, falar com todos, dava atenção. A Portela vai sentir muita falta. A Velha Guarda ficou sem pai. O Monarco é eterno. Lamento muito a morte dele. Adorava o Monarco. Sempre me deu uma palava amiga”.

Elias Riche, presidente da Mangueira

“O Monarco é um grande ícone do mundo do samba. Uma pessoa muito simples e que trouxe o samba até hoje. Cabe a nós conseguirmos manter o samba vivo. O Monarco e outros construíram o samba. O mundo do samba está muito triste. Um a um estamos perdendo nossos baluartes e que deram a vida pelo samba”.

Pretinho da Serrinha, músico

“Seu Monarco tive prazer de aprender de perto com ele. Toda vez que tive oportunidade de encontrar com ele escutei muito. Não temos nada para inventar hoje em dia. É só seguir o que os mais velhos fizeram. Tentar chegar próximo já está bom demais”.

Pipa Brasey, madrinha do carro de som da Portela

“É uma perda cultural. Já tinha recebido a benção dele desde que entrei na Portela. Sempre foi companheiro, muito gentil e generoso. O coração está super apertado. Ele está com Deus e agora olhando pela gente, pela música e pela Portela. Vamos levar o legado que ele deixou para cultural brasileiro. Mais um perde que partiu. Deixou uma riqueza musical muito grande. Como pessoa, ele era nosso mestre em tudo. Passava paz, sabedoria e sempre estava dando a mão para todos”.

Bruno Tete, diretor social da LIGA-RJ

“Todos estamos tristes, mas sabemos que o samba imortaliza. O Monarco deixa uma grande força. É muito mais que azul e branco. São todas cores reunidas. Lá em cima, a gente sabe que a roda de samba está comendo solta no céu”.

Marcelinho Emoção, diretor de harmonia da Vila Isabel

“O Monarco é a cara da Portela. Sua história e vivência. O respeito no último adeus foi muito emocionante. Está se despedindo com uma honra que poucos merecem no carnaval”.

Dudu Falcão, diretor de carnaval da Viradouro

“O Monarco é Brasil. Torcer para gente ser capaz de cultivar o samba que ele plantou. As pessoas devem muito para quem passou antes. Mais um baluarte do carnaval que parte. O mínimo que a gente pode fazer é abraçar os amigos e fazer a despedida. Estrelas como o Monarco não vão, o corpo físico foi, mas a obra será para sempre. Cabe a gente lembrar das coisas boas”.

‘Guardião da memória portelense e referência para novas gerações do samba’, dizem dirigentes da Portela sobre Monarco

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O presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, presente no velório de Monarco, na quadra da escola, neste domingo, falou sobre a morte do presidente de honra da azul e branco.

“Foi um longo período de hospitalização. Para quem tem um pouco de compreensão da vida fica sabendo o que viria por aí. O que conforta é a belíssima vida que ele teve. Tinha como referência máxima na vida o Paulo da Portela. Ele procurou seguir os passos. Trouxe para si a missão de contar uma história tão longa e bonita que é a história da Portela. Era a coisa que ele mais gostava de fazer. A quantidade imensa de jovens que vinham procurá-lo e cantam os sambas dele. Um grupo de apaixonados por ele no Brasil inteiro. Agora, cabe a essa geração de manter todas tradições e história da escola. O título de 2017 foi uma grande alegria para ele. Antes da morte, nós fizemos a homenagem com a sala de troféus na quadra. O Monarco sempre será homenageado”, disse.

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Foto: Lucas Santos/site CARNAVALESCO

O vice-presidente da Portela, Fábio Pavão, citou que Monarco era o guardião da memória portelense.

“O Monarco é nossa grande referência. Como artista, compositor, músico, um dos maiores compositores do samba carioca. Para gente, ele era muito mais que isso. Nossa referência também em relação nossa história. O guardião da nossa memória. Ele ensinou para várias gerações os valores da escola. O que os nossos fundadores tinham como princípios. Ele tinha prazer em sentar com o mais jovem, conversar e contar a história da Portela. Aprendemos com o Monarco o que é a Portela. O samba carioca perde uma grande referência e a Portela em relação a sua história”.

Pelo luto da morte de Monarco, Beija-Flor e Grande cancelam ensaio conjunto

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Pelo luto do falecimento de Monarco, presidente de honra da Portela, a Grande Rio e a Beija-Flor cancelaram o ensaio conjunto que fariam neste domingo, em Nilópolis. Veja o comunicado: “Em respeito ao luto que vivemos como sambistas pelo falecimento de Mestre Monarco, Grande Rio e Beija-Flor de Nilópolis, em conjunto, decidiram cancelar o ensaio de rua que aconteceria amanhã na rua Mirandela. Em breve, anunciaremos nova posição a respeito de datas”.

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América, clube de coração de Monarco, e personalidades prestam homenagem para presidente de honra da Portela

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Uma publicação compartilhada por Zeca Pagodinho (@zecapagodinho)

Marisa Monte: “Falando do Monarco, resolvemos ligar para ele, que estava isolado em casa. Monarco sempre foi um mestre nato, de personalidade generosa que gostava de compartilhar seu saber e suas histórias. Sua memória prodigiosa guardava os melhores sambas e era nossa enciclopédia. Testemunha viva da história do samba, a ele a gente recorria quando queria saber sobre os assuntos dos bambas. Um homem generoso e gentil. Um grande brasileiro. Nesse dia eu pude dizer o quanto o amo e digo agora que o amarei para sempre. Obrigada mestre, você viverá eternamente”

Portela e outras escolas prestam homenagem para Monarco

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A Portela lamentou a morte de Monarco, seu presidente de honra. As demais escolas de samba também fizeram publicações nas redes sociais. Veja abaixo.