Atendendo a um pedido antigo de torcedores que vivem fora da cidade do Rio de Janeiro, a Unidos de Padre Miguel terá pela primeira vez, alas comerciais para o carnaval de 2023.
Os interessados na compra terão cinco opções de fantasias para participar do desfile do Boi Vermelho no próximo ano.
Veja imagens das fantasias
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Para adquirir a fantasia, saber mais informações sobre preço, forma e condições de pagamento e posição da ala no desfile, basta entrar em contato com Priscila Meireles no telefone (21) 96426-2332.
No carnaval de 2023, a Unidos de Padre Miguel levará para a Marquês de Sapucaí o enredo “Baião de Mouros”, que está sendo desenvolvido pelos carnavalescos Edson Pereira e Wagner Gonçalves. A UPM será a quinta agremiação a desfilar na sexta-feira de carnaval.
A Unidos de Vila Isabel tem uma nova musa da comunidade. Com muito samba no pé, carisma, simpatia e identificação com a escola, Kauany da Glória, de 19 anos, foi escolhida para o posto em final de concurso realizado nesta quarta-feira, durante o tradicional ensaio de rua no Boulevard 28 de Setembro. Cria do Morro dos Macacos, Kauany chegou na agremiação ainda criança, desfilando primeiro pela escola mirim Herdeiros da Vila, até virar passista na Vila Isabel.
Foto: Diego Mendes/Divulgação Vila Isabel
“Meu amor pela escola é inexplicável. Sempre foi o meu sonho desfilar como musa. Quero que as jovens que estejam começando na Herdeiros da Vila se sintam representadas por mim. Espero que a comunidade me abrace”, festejou a vencedora.
Kauany recebeu a faixa de campeã de outra musa com uma trajetória parecida: Dandara Oliveira, que desfila na azul e branca do bairro de Noel há 26 anos. Junto com Andrea de Andrade, Gabi Martins e Paula Bergamin, elas formam agora o novo time de musas da Vila Isabel.
Público lota o Boulevard no último ensaio do ano
Em uma noite muito especial, moradores do bairro, foliões e torcedores lotaram as calçadas do Boulevard 28 de Setembro para acompanhar o último ensaio de rua da agremiação no ano. A Vila Isabel retribuiu com muita animação, com a comunidade cantando bastante o samba-enredo dos compositores Dinny Da Vila, Doc Santana, Kleber Cassino, Mano 10 e Marcos.
Foto: Diego Mendes/Divulgação Vila Isabel
Com um ritmo contagiante e uma letra que caiu no gosto da comunidade, a obra vem se destacando nas apresentações, crescendo cada vez mais na voz do intérprete Tinga, acompanhado pelos músicos do carro de som e pela bateria de mestre Macaco Branco.
Quem também preparou uma apresentação exclusiva para o momento foi o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas. A dupla arrancou muitos aplausos dos espectadores, assim como baianas, passistas e membros da velha-guarda.
Os ensaios agora terão uma pequena pausa, em função das festas de final de ano, e retornam em janeiro.
Festa de Natal para as crianças no Morro dos Macacos
Sempre com o compromisso social de abraçar a comunidade, a Vila Isabel realiza neste sábado mais uma confraternização no Morro dos Macacos. Dessa vez, a quadra do CIEP Presidente Salvador Allende, que fica na Rua Armando de Albuquerque, receberá a partir das 10h o “Natal da Vila”. A criançada promete fazer a festa com a chegada do Papai Noel, que distribuirá brinquedos e cestas básicas às famílias que foram previamente cadastradas.
No próximo ano, a Vila Isabel será a terceira escola a desfilar no Sambódromo, na segunda-feira de Carnaval, com o enredo “Nessa festa, eu levo fé”, do carnavalesco Paulo Barros.
A Viradouro tem agenda dupla neste fim de semana. O agito vai começar às 14h de sábado, com feijoada, na quadra. Além de pocket show com a bateria, as atrações são Binho Simões, o grupo RDN (Reis da Noite), ambos com repertório de samba e pagode, e com o DJ Natinho Negrada nos intervalos. Os ingressos, com pista a R$ 10, estão à venda na boutique da quadra, Avenida do Contorno, 16, no Barreto, em Niterói. O prato de feijoada sai a R$ 20. Informações: (21) 2828-0658.
Foto: Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO
No domingo, a vermelho e branco faz o último ensaio de rua de 2022. Na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói, com a presença de todas as alas e segmentos e concentração às 18h.
Encerrando a programação da escola do ano, terça-feira, 20 de dezembro, dia de ensaio de comunidade, a partir de 19h, na quadra, haverá a festa de confraternização, com direito a inauguração da Árvore de Natal e chegada de Papai Noel.
A Viradouro vai encerrar o espetáculo do Grupo Especial no Sambódromo em 2023. Será a última escola do desfile de Segunda-Feira de Carnaval, com o enredo “Rosa Maria Egipcíaca”, do carnavalesco Tarcísio Zanon.
A Mangueira realizou mais um ensaio de rua no último domingo. A bateria da Verde e Rosa para o Carnaval 2023 pretende levar três paradinhas para o desfile oficial. Todas baseadas em se aproveitar das nuances melódicas do samba ou proporcionar um clima com levada baiana pela avenida, totalmente atreladas às boas intenções musicais do belo samba-enredo. Com um tema sobre ancestralidade africana que aborda o Candomblé e a musicalidade da Bahia, na tentativa de integrar culturalmente o enredo alguns instrumentos específicos serão utilizados, tais como xequerês e agogôs. Sem contar o trabalho dos “timbaques”, uma peça que mescla a musicalidade de timbal com atabaque, numa vertente musical que impacta positivamente a sonoridade em relação à africanidade.
Uma marca registrada do DNA musical mangueirense é a pressão e vibração envolvendo seu tradicional surdo de primeira. Para mestre Rodrigo Explosão, além de base e pulmão da bateria, o surdo chega a estremecer o chão quando o ritmo mangueirense se aproxima. Tocando no contratempo da primeira, outra peculiaridade é a existência do surdo mor, que encaixa suas batidas buscando dar balanço ao ritmo. Esse fato, por si só, faz com que a bateria da Mangueira apresente uma sonoridade única em relação às demais baterias, já que na Estação Primeira não há o surdo de segunda, efetuando a resposta.
Ao contrário das outras escolas, os chocalhos são conhecidos e chamados de ganzás. Preenchendo musicalmente o ritmo da Mangueira, as caixas com batida rufada merecem ser ressaltadas, junto de uma ala que carrega o apelido da própria bateria, “Tem que respeitar meu tamborim”. A ala de tamborins vem recebendo atenção especial dos mestres, desenvolvendo um trabalho em franca evolução que busca sincronia, padronização da sonoridade, sem contar igualar a afinação da peça. A atenção com a batida de caixas também foi mencionada, bem como uma ponderação maior envolvendo os cortes do surdo mor.
Mestre Taranta Neto explica que o conceito do trabalho tem sido a limpeza técnica nas mais variadas batidas, em prol de um toque mais sincronizado entre todos os naipes do ritmo mangueirense. A busca é por igualar, inclusive, o volume produzido pelos instrumentos. O trabalho disciplinador tem nitidamente impactado na educação musical dos ritmistas da Mangueira, sem contar a definição de um andamento mais cadenciado, que costuma facilitar esse tipo de projeto. Mestre Rodrigo reflete sobre a importância de valorizar o conjunto. Bate na tecla que individualmente a bateria da Mangueira possui ritmistas de alto valor técnico, mas que às vezes produz mais em prol do individual do que pensando no aspecto coletivo do ritmo. Essa mudança tem sido a verdadeira filosofia musical que os mestres têm seguido.
Uma autêntica cultura da bateria da Mangueira, diferente de todas as outras escolas, é o mestre de bateria permanecer como ritmista após ser afastado do cargo de comando. Para Taranta Neto, a cultura enraizada e vinculada com o morro ajuda a compreender essa relação. Ser nascido e criado na comunidade, além de vivenciar na prática a agremiação é algo que faz parte do cotidiano do morador do morro da Mangueira, o que acaba aproximando intimamente da escola.
Já Rodrigo Explosão diz que é uma paixão inexplicável, uma espécie de amor de família, num legado costumeiramente passado para filhos e netos. Hudson é neto de mestre Taranta, enquanto Rodrigo é filho de Alcir Explosão. Ambos são mangueirenses desde o nascimento. Dentro desse âmbito, se faz necessário destacar o trabalho sólido do diretor musical Vitor Art, que também já foi mestre de bateria da agremiação. Graças à verdadeira sintonia fina de longa data, mestre Rodrigo Explosão afirma que o trabalho musical fica ainda mais integrado e caminhando por uma linha sincronizada de pensamento, ainda mais com mangueirenses que pelos tempos de convivência conseguem se falar pelo olhar.
Dentro do processo de renovação, a escola mirim Mangueira do Amanhã recebe uma importância fundamental. Primeiramente, levando em conta a relação comunitária, por salvar vidas, afastando jovens de caminhos perigosos. Portanto, além da formação musical, acaba sendo também vital na constituição do caráter de novos sambistas e ritmistas. Para compreender na prática essa ligação, o final do ensaio de rua da Mangueira ficou marcado por uma cena emblemática. Diretores de harmonia, que muito se esforçaram para manter o povão afastado da bateria segurando cordas, liberaram a passagem para a criançada poder sambar com a rainha de bateria Evelyn Bastos, que também é presidente da Mangueira do Amanhã.
O ocorrido emocionou os presentes e mostrou efetivamente a importância social atrelada à Estação Primeira, numa verdadeira lição de representatividade e valorização cultural de sua comunidade. Um término de ensaio capaz de acalentar corações de sambistas, no qual foi possível atestar o crescimento musical da bateria da Mangueira. O samba vive e resiste. E no que depender da Estação Primeira de Mangueira sempre gerará frutos.
A equipe do site CARNAVALESCO ouviu sambistas presentes na Cidade do Samba sobre os mini desfiles do Grupo Especial para o Carnaval 2023. A estrutura do evento, de maneira geral, foi aprovada. O público apontou os pontos negativos e positivos da festa. Performance das escolas, tempo de mini desfiles e quantidade de banheiros químicos foram aprovadas. Pedidos que os entrevistados avaliassem o evento. A nota média ficou em 9,85. * VEJA FOTOS DOS MINI DESFILES
Fotos: Allan Duffes e Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO
Performance das escolas: O espetáculo produzido pelas escolas de samba do Grupo Especial foi bastante elogiado. O capricho e respeito das agremiações com o público, com efeitos pirotécnicos, belas fantasias e muito samba no pé tiveram destaque.
“As escolas deram um verdadeiro show aqui na Cidade do Samba e os sambas estão muito bonitos. Eu acredito que, caso se confirme o que nós vimos aqui hoje, temos tudo para ter um carnaval muito bonito e disputado na Sapucaí”, ressaltou Vania Costa, torcedora da Vila Isabel e também moradora do bairro de Noel.
Tempo de mini-desfiles: O tempo de apresentação para cada escola, 35 minutos ao total, sendo 5 minutos para o esquenta e 30 minutos de evolução na pista, também não teve críticas por parte dos sambistas. As apresentações foram consideradas suficientes para apreciar as obras que embalarão o carnaval de 2023.
“As apresentações estão muito boas, gostei muito da Vila Isabel. Acho interessante que esse mini desfile dá uma ideia, uma pequena amostra do que realmente vai ser o desfile oficial. Sempre é uma disputa muito grande”, comentou Celeste, de Copacabana, torcedora e componente da Beija-Flor.
Quantidade de banheiros de químicos: Quanto à estrutura em si, a quantidade de banheiros químicos disponível ao longo da Cidade do Samba também foi aprovada pelos sambistas. “O evento está ótimo, maravilhoso, super organizado, estão de parabéns. O banheiro está muito limpo e organizado”, disseram as irmãs Michele e Helena Silva, torcedoras da Imperatriz Leopoldinense.
Preços, som e falta dos esquentas no palco são pontos a melhorar
Preços: Os preços, tanto dos alimentos e bebidas, quanto o valor das entradas, foram duramente criticados pelos presentes nos mini desfiles. Para muitos, os valores para comer e beber no evento, considerados “fora da realidade” afastou uma faixa de sambistas.
“A estrutura do evento está muito legal, porém os preços estão um pouco caros, poderia ser um pouco mais acessível, tanto do ingresso quanto da alimentação aqui na Cidade do Samba”, criticou Gabriel Santos, de São Gonçalo e torcedor da Unidos do Porto da Pedra, escola da cidade.
“Em relação ao preço, acho que está fora da realidade da maioria do povo. A estrutura está legal, pode melhorar um pouco, mas no geral, a gente tem que incentivar, manter o otimismo que as coisas vão melhorar e o preço pode ajudar, entrar na realidade do nosso bolso”, completa Geovane, de Campo Grande e torcedor da Beija-Flor de Nilópolis.
Som: O som, muitas vezes criticado pelos sambistas na Marquês de Sapucaí, também foi alvo de críticas na Cidade do Samba. O carro de som utilizado pelas escolas nas apresentações foi considerado insuficiente para parte do público presente, por não chegar de forma igualitária a todos os lugares do evento.
“A Liesa precisa olhar com mais carinho para o som, pois uma vez que o evento é pago, diferente do ensaio técnico, que é gratuito e tem o som muito melhor que o daqui, que é pago. São coisas a serem acertadas e melhoradas”, critica o torcedor Felipe, da Mocidade Independente de Padre Miguel.
Falta dos esquentas no palco: Outro ponto negativo apontado pelos sambistas foi a falta dos esquentas do palco da Cidade do Samba, como ocorreu no evento de fevereiro deste ano. “Duas coisas ano passado eram superiores a esse ano, que era o esquenta das escolas no palco e, para mim, não faz sentido grupo de pagode. Nada contra, adoro. Mas, quando as escolas esquentavam no palco, tinha um fluxo interessante das pessoas correrem pro palco e depois para largada e acompanhar até o final. A ausência do palco quebrou essa dinâmica”, completa o independente Felipe.
Apesar dos problemas apontados, a percepção geral do público sobre o evento foi muito boa. Após o encerramento da festa, os sambistas foram praticamente unânimes ao apontar a necessidade de inclusão definitiva dos mini desfiles no calendário de eventos da cidade do Rio de Janeiro.
“Para a gente que é sambista, o evento é muito bacana, é louvável e precisa acontecer mais vezes, entrar no calendário do samba, pois faz bem para a cultura. A gente não pode ficar só a mercê do ensaio técnico e dos desfiles, tem que ter mais movimentos como esse, a Cidade do Samba cheia, o sambista sendo representado, isso é bem bacana, conclui o nilopolitano Geovane.
A Prefeitura do Rio anunciou nesta quarta-feira como será o Réveillon da cidade. A Grande Rio, atual campeã do Grupo Especial, e a Beija-Flor, a vice, vão ser apresentar na festa em Copacabana.
Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio
A escola de Caxias estará no palco Copacabana que ainda terá os shows de Iza, Zeca Pagodinho, Alexandre Pires e DJs. A agrmeiação de Nilópolis ficará no palco Carioca com apresentações de Mart’nália, Gilsons, Bala Desejo e Djs.
Além de Copacabana, a Prefeitura do Rio será a responsável por estender as comemorações pela chegada de 2023 para outros oito pontos da cidade: Flamengo, Ilha do Governador, Madureira, Paquetá, Pedra de Guaratiba, Penha, Ramos e Sepetiba.
Números do Réveillon de Copacabana:
– 2 palcos
– 20 torres de comunicação com som
– 800 banheiros químicos
– 30 torres da PM
– 4 postos médicos
– 30 UTIs
– Base de órgãos públicos com 12 contêineres (em frente à Escola Municipal Cicero Penna)
– Central de monitoramento de câmeras
– 10 balsas
– 12 minutos de fogos
Carbono Neutro
Na edição de 2022, o investimento para neutralizar as emissões de carbono gerou os seguintes benefícios:
– Área preservada de floresta nativa: 14.210.53 m2
– Emissão evitada de carbono (carbono estocado): 1.080 CO2
– Madeira armazenada: 372.41 m2
– Preservação de espécies da fauna por hectare: 1.749
– Preservação de espécies da flora por hectare: 546
– Preservação de fluxo hidrológico em litros por ano: 46. 591.58
Torres de som e arte instagramáveis
Artistas plásticos vão criar ilustrações dando a sua interpretação sobre o que é a festa carioca. As instalações se tornarão ambientes instagramáveis exclusivos ao longo da orla de Copacabana.
Pelo segundo ano consecutivo, a Liga-RJ fez na Cidade do Samba o lançamento dos sambas-enredos com os mini desfiles das 15 agremiações da Série Ouro. Mais uma vez, o evento foi um sucesso. Seguindo o trabalho pioneiro e bem feito pela Liga-SP, a Liga-RJ deu um tratamento ótimo na “passarela” montada no local e atraiu a atenção dos sambistas. Foi prazeroso ver e sentir o clima gerado pelas apresentações na pista. O som ainda é um ponto falho, e, infelizmente, em todos os eventos das escolas de samba, seja do Especial ou da Série Ouro. Confira como foram todas exibições, segundo o site CARNAVALESCO. * VEJA FOTOS DE TODOS OS MINI DESFILES
PORTO DA PEDRA: Apresentação magistral do intérprete Nêgo. Com toda experiência, o cantor aliou a força de puxador, animando e empurrando os componentes, a técnica da condução do samba. A obra, aliás, foi cantada o tempo inteiro. O Tigre de São Gonçalo está muito afiado e só pensa no título da Série Ouro. A bateria, de mestre Pablo, como sempre se destacou positivamente, como fez a comissão de frente, do coreógrafo Paulo Pina. Após a saída da porta-bandeira, Cintya Santos, o mestre-sala Rodrigo França ganhou um presente. A porta-bandeira Laryssa Victória mostrou um talento gigantesco na condução do pavilhão. Sem dúvida, ela brigará pelos prêmios de revelação no ano que vem. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
UNIÃO DA ILHA: Homenagendo a Portela em 2023, a Ilha realizou uma apresentação muito forte. Igor Vianna está perfeitamente encaixado na escola. A comunidade sempre canta forte e não foi diferente na Cidade do Samba. Mestre Marcelo Santos, agora está em jornada solo, e passou de forma magistral pela pista. Dançando juntos novamente o casal Thiaguinho e Amanda deixou a expectativa de um quesito que provavelmente será gabaritado. A escola possui grandes nomes na equipe, como o diretor de carnaval, Dudu Falcão, e o coreógrafo Márcio Moura, no comando da comissão de frente. Em um dos momentos mais emocionantes do dia, o carnavalesco Cahê Rodrigues passou pela pista com Wilma Nascimento, o Cisne da Passarela, que conduziu o pavilhão portelense. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
SÃO CLEMENTE: A escola de Botafogo mostrou que o seu padrão de apresentação é de Grupo Especial. Depois de muitos anos, os clementianos “berraram” o samba-enredo de 2023. Leozinho Nunes cresce de rendimento a cada ano que passa. Muito bom presenciar ao vivo a volta do casal Alex e Raphaela. Dança clássica. A dupla dignifica o quesito mestre-sala e porta-bandeira. Segurança no ritmo, a Fiel Bateria segue vivendo seus melhores dias sob comando de mestre Caliquinho. Após uma grande apresentação em 2022 pelo Império da Tijuca, o coreógrafo Lucas Maciel comprovou que tem totais condições de ser um dos melhores comandantes de uma comissão de frente. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
INOCENTES DE BELFORD ROXO: A Caçulinha da Baixada tem quesitos fortes para a disputa da Série Ouro. No comando do carro de som, o intérprete Thiago Brito é a segurança no desenvolvimento da obra. Aliás, mais uma vez, a escola acerta na encomenda e levará um grande samba para o desfile. Os componentes deram conta do recado no canto. Composta somente por mulheres, a comissão de frente fez alguns movimentos, mas não revelou muitos detalhes. Espetacular a performance do casal de mestre-sala e porta-bandeira. A Inocentes acertou na junção da experiência de Jaçanã com a juventude de Matheus Machado. Promessa de um dos melhores casais dos desfiles do ano que vem. A agremiação capricha sempre em suas apresentações, destaque para ala de baianas e a utilização de destaques. Fechando os desfiles em 2023, sem dúvida, a Inocentes é uma das postulantes ao sonhado título e a volta ao Especial. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
UNIDOS DE PADRE MIGUEL: A escola que o sambista mais torce é a UPM. Independente de ter outra agremiação no coroação, o apaixonado por carnaval se derrete pelo Boi Vermelho da Vila Vintém. Isso é facilmente percebido em qualquer apresentação. Não foi diferente na Cidade do Samba. A abertura imponente e vibrante deu o tom do espetáculo. Bruno Ribas, no carro de som, comandou o samba, e o público. Craque, fazia tempo que ele não tinha uma atuação tão espetacular. O casal Vinicius e Jéssica é um dos mais fortes da Série Ouro. Garantia de segurança para escola. A vermelho e branco está mordida com os últimos julgamentos. Os componentes pisaram com muita força na pista. O impacto era de um desfile oficial dentro de apenas uma prévia do Carnaval 2023. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
UNIDOS DE BANGU: Após o problemático desfile em 2022, que poderia ter resultado no rebaixamento, a escola pisou muito forte na Cidade do Samba. Comissão de frente com dança impactante e muito vibrante. No comando do carro som, Pixulé teve grande atuação na obra, que é uma das melhores do ano. Os componentes passaram pela pista cantando o tempo inteiro. Uma apresentação nunca vista da agremiação da Zona Oeste. O casal Anderson e Eliza muito seguro na dança. Ponto positivo e forte da vermelho e branco. Destaque para o tratamento dado para os figurinos e ao ao mini desfile como uma prévia importante do desfile. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
ACADÊMICOS DE NITERÓI: Com a base do Sossego, a escola trouxe a comissão de frente, comandada por Carlos Fontinelle, com bonito figurino e realizando diversos movimentos coreógraficos. Talento puro do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Fabricio e Giovanna, um dos melhores do grupo. Em sua estreia no carnaval do Rio, o intérprete Danilo Cezar foi um dos destaques na condução do samba. Organizada, a escola levou um bom número de componentes. O canto pode melhor com os ensaios em Niterói. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
ESTÁCIO DE SÁ: Berço do samba nunca está fora do jogo. Quando a Estácio aparece a conversa muda. É comunidade na pista. Isso foi visto na Cidade do Samba. O estaciano abraçou a escola, mais uma vez, em um dos momentos difícieis. Até o momento, a escola não possui um barracão próprio e ocupa um espaço no Rio Comprido e que está cedido pela RioTrilhos. Comandada pela coreógrafa Ariadne Lax, a comissão fez uma apresentação consistente, mas sem revelar muitos detalhes do que será feito na Avenida. O primeiro casal não se apresentou, por motivo de saúde da porta-bandeira, e foi substituído pelo segundo. No comando do carro de som, o intérprete Tiganá fez uma ótima estreia pela escola. Sua performance favoreceu o canto dos componentes. Sem dúvida, a Estácio foi uma das escolas que mais apresentou samba no pé dos integrantes no mini desfile. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
VIGÁRIO GERAL: Exibição de craque do intérprete Tem-Tem Jr. A cada apresentação fica mais clara que sua presença na Série Ouro deve estar acabando. O cantor tem totais condições de estar no Grupo Especial. A escola promete um desfile muito alegre. O canto da comunidade pode ser mais forte. A comissão de frente, do coreógrafo Handerson Big, fez diversos movimentos coreógraficos. Em uma linda atitude, o casal Josias Araújo e Sophya Canuto, com síndrome de donw, arrancou muitos aplausos do público. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Diego Jenkins e Thainá Teixeira, está cada vez mais entrosado e gerando um dos melhores quesitos da agremiação. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
IMPÉRIO DA TIJUCA: Escola de comunidade forte, como sempre, faz apresentação vibrante. O Primeiro Império do Samba pisou forte no mini desfile. Comandada por Jardel Lemos, a comissão de frente caprichou no figurino e na coreografia. Parecia desfile oficial. Daniel Silva, mais uma vez, fez uma ótima apresentação. O samba, um dos melhores do grupo, facilita o canto dos componentes. O casal Renan e Laís traz segurança para o quesito. A dupla é muito entrosada e dança sempre com muito talento. Sem dúvida, a apresentação do Império da Tijuca marcou território e revelou que a verde e branco é também candidata aos primeiros lugares no ano que vem. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
LINS IMPERIAL: Ótima condução do samba-enredo por parte dos intérpretes Lucas Donato e Rafael Tinguinha. A dupla está muito entrosada e casou bem demais com a bela obra da agremiação para o ano que vem. Escola de comunidade forte, a Lins Imperial teve um rendimento uniforme no canto dos componentes. A comissão de frente fez coreografia em cima do samba-enredo e arrancou aplausos do grupo. O casal Jackson Senhorinho e Manoela Cardoso “conversa” muito bem na dança e traz segurança para escola no quesito. Com o enredo homenageando Madame Satã, a Lins deixou no ar que não está de bobeira para o Carnaval 2023. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
EM CIMA DA HORA: Sem a presença do cantor Arthur Franco, Igor Pitta, anunciado recentemente como intérprete, correspondeu e deu um ótimo rendimento do samba para escola. A comissão de frente apresentou coreografia em cima do samba. Destaque para o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Johny Matos e Jack Gomes, muita segurança na dança da dupla. A escola levou um bom contingente de componentes, incluindo, destaques de alegorias. O canto pode melhorar nos ensaios até o carnaval. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
UNIDOS DA PONTE: A escola optou por não levar comissão de frente. A velha-guarda abriu o mini desfile. A agremiação levou um bom número de componentes. O samba foi mais cantado em algumas partes, como “deixa em paz meu terreiro de Candomblé”, do que em outras. O intérpete Kleber Simpatia fez sua estreia e mostrou bom desenvolvimento na condução do samba-enredo. O casal Emanuel e Thainara teve uma exibição segura. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
UNIÃO DE JACAREPAGUÁ: Também de volta ao Sambódromo no ano que vem, a escola contou com a estreia dos cantores Leléu e Zé Paulo Miranda. A dupla conduziu muito bem o samba-enredo. Como o Arranco, a agremiação fez um mini desfile com alto número de componentes e de maneira organizada. O canto pode crescer nos ensaios com a comunidade. Destaque para a ala de baianas da verde e branco e também para a apresentação da comissão de frente brindando o público com uma exibição especial. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
ARRANCO: De volta ao Sambódromo em 2023, o Arranco pisou com comunidade forte no mini desfile da Série Ouro. Destaque para a equipe do intérprete Diego Nicolau, que possui em Pâmela Falcão, uma grande voz no carro de som. O samba-enredo é um dos trunfos da escola. Apesar de levar um bom número de componentes e estar organizada, a escola pode melhorar mais o canto da comunidade. A comissão de frente se destacou por fazer coreografia especial para o público. * LEIA AQUI A PERFORMANCE DA BATERIA
O carnaval é uma das principais festas da cultura brasileira que, com criatividade e muito samba no pé, transforma a maior expressão artística popular em geração de empregos e fonte de renda. Apenas no estado do Rio de Janeiro, a movimentação econômica chega a R$ 4 bilhões por ano. Para inserir a população maricaense neste mercado promissor, a Codemar (Companhia de Desenvolvimento de Maricá) realiza nesta quarta-feira o I Seminário Samba & Carnaval de Maricá, que acontece das 9h às 15h, no auditório do Banco Mumbuca, no Centro.
“O Carnaval também é desenvolvimento econômico. O impacto do Carnaval na geração de empregos está em constante crescimento ao longo dos últimos anos e inúmeras são as profissões que atuam durante todo o ano nesta festa da cultura popular”, reitera o prefeito de Maricá, Fabiano Horta.
O objetivo é fomentar o debate sobre a temática “Carnaval” e “Samba” na cidade, uma vez que a Codemar desenvolve a proposta de um projeto de realização de cursos profissionalizantes na área. Com o tema “Carnaval Patrimônio Imaterial do estado do Rio de Janeiro, traduzindo saberes, fazeres, identidade e memória coletiva”, o evento irá homenagear o cantor e compositor Claudinho Guimarães, conhecido por assinar sambas como “Quando Gira Girou”, famoso na voz de Zeca Pagodinho. Guimarães faleceu em 2020, em Maricá, onde residia. A outra homenageada é a sambista Beth Carvalho, falecida em 2019, que também tinha uma residência na cidade, no bairro Cordeirinho.
“O grande evento que é o Carnaval não é apenas entretenimento e, sim, geração de renda para inúmeras famílias. A mão de obra não precisa, necessariamente, ficar na cidade do Rio. Maricá vai se tornar um polo de profissionais capacitados para atuação na área”, ressalta o presidente da Codemar, Olavo Noleto.
O seminário
Durante o evento, serão realizados debates com as temáticas: “O panorama do Carnaval no estado do Rio”, “A importância da indústria do Carnaval para o desenvolvimento de Maricá”, “Ritos e Identidades – A história do Carnaval em uma perspectiva antropológica, social e cultural”, “O Carnaval como direito à cidade, cidadania e pertencimento – Pluralidade do Carnaval”. Fechando o encontro, terá uma roda de samba com mulheres sambistas de Maricá.
“Este seminário representa um momento importante para Maricá, é uma abertura das próximas etapas de um projeto maior de economia criativa, assim como a Casa do Samba Beth Carvalho, que está sendo iniciada. Esta iniciativa alia a geração de renda que ronda o carnaval juntamente com nomes importantes da nossa cidade e cria no cidadão o vislumbre de um futuro artístico, alegre e promissor nas mais diversas áreas”, finaliza o diretor de Economia Criativa e Sustentabilidade da Codemar, Paulo Neto.
A mesa de abertura contará com as presenças do prefeito de Maricá, Fabiano Horta. do presidente da Codemar, Olavo Noleto, e da Secretária Estadual de Cultura e Economia Criativa, Danielle Ribeiro. O evento contará, ainda, com a participação de grandes nomes do Carnaval, como o diretor Cultural da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Luiz Carlos Magalhães, do presidente da Niterói – Empresa de Lazer e Turismo (Neltur), Paulo Novaes; e do presidente da Federação da Indústria Criativa Cultural do Carnaval do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Firmino, além de demais presidentes e representantes de ligas e agremiações de Maricá, Niterói e Rio de Janeiro.
Serviço:
Data:14/12/22
Credenciamento: 9h às 14h
Horário: 9h às 18h
Local: Auditório do Banco Mumbuca
Rua Pereira Neves, 30 – Centro, Maricá
Programação:
• Mesa l – 10h: Mesa de abertura
• Mesa ll – 10h30: “O panorama do Carnaval no estado do Rio”
• Mesa lll – 11h15: “A importância da indústria do Carnaval para o desenvolvimento de Maricá”
• Mesa lV – 12h: “Ritos e Identidades – A história do Carnaval em uma perspectiva antropológica, social e cultural”
• Mesa V – 13h: “O Carnaval como direito à cidade, cidadania e pertencimento – Pluralidade do Carnaval”
• 14h/15h30: Roda de Samba com mulheres sambistas de Maricá
A Unidos de Vila Isabel vai conhecer nesta quarta-feira a nova musa da comunidade. Após diversas etapas, onde as candidatas puderam vivenciar a experiência da função durante as atividades da agremiação, três sambistas chegam à final: Anna Karolina, Dandara Barreto e Kauany da Glória. A vencedora receberá a faixa durante o ensaio de rua, cuja concentração começa às 20h, em frente à Basílica Nossa Senhora de Lourdes, que fica no Boulevard 28 de Setembro, 200.
Anna Karolina. Foto: Carlos Lucio/Vila IsabelDandara Barreto. Foto: Carlos Lucio/Vila IsabelKauany da Glória. Foto: Carlos Lucio/Vila Isabel
Anna tem 23 anos, mora na Tijuca, é estudante de Direito e chegou na Vila Isabel aos 16 anos. Essa idade é justamente a que possui atualmente a estudante Dandara. Ela e Kauany, de 19 anos, são crias do Morro dos Macacos, passaram pela Herdeiros da Vila e são passistas da escola.
A grande vencedora se juntará às musas Andrea de Andrade, Dandara Oliveira, Gabi Martins e Paula Bergamin no desfile de 2023, quando a azul e branca do bairro de Noel levará para a Sapucaí o enredo “Nessa festa, eu levo fé”, desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros.
Final do concurso de musa da comunidade e ensaio de rua da Vila Isabel
Data: 14/12
Horário: 20h
Local da concentração: em frente à Basílica Nossa Senhora de Lourdes – Boulevard 28 de Setembro, 200
OBS: o ensaio seguirá pela rua em direção à quadra da escola, no sentido da Praça Barão de Drummond.
O evento da Liesa, Rio Carnaval, ocorreu no último sábado (03) e domingo (04), promovendo um mini desfile das escolas de samba e marcando o lançamento do CD dos sambas-enredo 2023. Apesar do carnaval ocorrer apenas em fevereiro, as escolas de samba e suas rainhas de bateria já estão empolgadas, mostrando durante o evento que a festa já começou.
O Rio Carnaval funcionou como um “esquenta”, para que as escolas já mostrem parte do que trarão para a Sapucaí. Além de alegoria própria para o desfile, o evento trouxe rainhas de bateria dando show de beleza, vestindo looks produzidos apenas para a festa e trazendo muito samba. Um exemplo de rainha que chamou a atenção foi Viviane Araújo, que desfilou com o Salgueiro e a bateria Furiosa. O look especial da celebridade foi confeccionado por Guilherme Alves.
Já Sabrina Sato trouxe uma vestimenta temática para o seu desfile com a Unidos de Vila Isabel, sendo que o seu look exclusivo trouxe o espírito do Natal junto ao carnaval, com
muitas bolinhas e uma estrela prateada no topo da cabeça. Representando a árvore de natal, a artista mostrou estar preparada para fevereiro de 2023.
Mais aparições de cair o queixo foram as de Lexa, da Unidos da Tijuca, Erika Januza, da Unidos do Viradouro, Bianca Monteiro, da Portela, e Evelyn Bastos, da Mangueira. Uma ausência bastante sentida foi a de Paolla Oliveira, rainha da Grande Rio que não pode participar do evento.
Estreias
As duas noites do evento também contaram com estreias caprichadas à frente da bateria. Um exemplo foi a Imperatriz Leopoldinense, que apresentou a mais novíssima rainha, Maria Mariá, cria de Ramos. Já a Beija-Flor de Nilópolis trouxe a majestade Lorena Raíssa, vencedora do concurso da comunidade para ganhar o posto que foi de Raíssa de Oliveira. Wenny Isa, princesa de bateria, também estreou ao lado de Darlin Ferrattry, sua mãe e rainha que ficou à frente dos ritmistas do Império Serrano.
Essa foi a segunda edição do Rio Carnaval. O evento foi criado por conta da pandemia para que as pessoas tivessem um gostinho do carnaval. Na época, os desfiles ainda não podiam ocorrer por conta da situação sanitária, e aconteceram apenas em abril.
2020 – Ano dos cassinos
Os quatro dias do carnaval de 2020 foram intensos, e um tema que foi destaque em desfiles, blocos e festas foram os cassinos. Remetendo aos tempos em que a atividade era
permitida no território nacional, algumas das maiores alas e desfiles trouxeram o luxo e elementos clássicos dos cassinos. Hoje em dia, existe o caça niquel online encontrado no
sitedeapostasonline.net, mas as opções físicas ainda não podem operar por aqui. Mesmo assim, em ambiente virtual é possível se divertir sem gastar muito em máquinas caça-níqueis e aproveitando bônus de boas vindas exclusivos.
Em São Paulo, por exemplo, o camarote Bar Brahma levou um cassino para o Sambódromo do Anhembi. Nesse local, se misturou Las Vegas com o clássico Cassino da Urca, e houve até mesmo uma moeda própria para os convidados, que puderam “apostar” e
se divertir.
Já na Sapucaí, no Rio de Janeiro, o Camarote +Brasil instalou um cassino em plena passarela do samba, com mesas originais de poker, blackjack, roleta e máquinas de caça-níqueis vindas diretamente de Las Vegas. Transbordando luxo, o espaço teve diversas personalidades como visitantes, incluindo o governador de São Paulo, João Dória.
Quanto aos desfiles, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, a escola Unidos do Bairro do Cruzeiro também falou de jogos, relembrando o bingo da Rua 14 de Julho. O seu samba de enredo foi: “Jogar é um desafio, desafio envolve riscos, riscos envolvem incertezas, incertezas envolvem perdas ou ganhos”. Em Santos, São Paulo, a escola de Samba Brasil trouxe o enredo: “Sem cartas marcadas”. Na passarela, a campeoníssima
chegou”, mostrando a arte do baralho e dos jogos de cartas.