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Inocentes de Belford Roxo faz ensaio de rua na quarta-feira

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Para alegria dos foliões belforroxenses, a Inocentes de Belford Roxo promove, nesta quarta-feira, a partir das 20h, seu primeiro ensaio de rua de 2023, na Avenida Jorge Júlio Costa dos Santos (próximo ao Carrefour). Visando o desfile em fevereiro.

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Foto: Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO

“Queremos desejar um Ano Novo de sucesso para todos os amigos da nossa escola. Este será o penúltimo ensaio de rua, antes do ensaio técnico no Sambódromo, por isso pedimos a participação em massa dos integrantes para aprimorarmos a evolução e o canto”, disse o diretor geral de carnaval da Inocentes de Belford Roxo, Saulo Tinoco.

O ensaio de rua da Caçulinha da Baixada tem atraído centenas de pessoas semanalmente, que apreciam a queima de fogos e curtem a apresentação dos componentes, a bateria de mestre Juninho e o samba-enredo na voz de Thiago Brito.

Ainda estão abertas as inscrições gratuitas para quem deseja desfilar na agremiação, nas alas de comunidade e guardiões de porta-bandeira e mestre-sala. Basta procurar os presidentes de ala, no local do ensaio.

Em 2023, a tricolor da Baixada Fluminense será a oitava escola a desfilar no sábado de Carnaval, pela Série Ouro da Lierj. A agremiação levará para a Marquês de Sapucaí o enredo `Mulheres de barro`, que conta a história das paneleiras de Goiabeiras, do Estado do Espírito Santo. Artesãs, que fabricam panelas de barro”, do carnavalesco Lucas Milato.

Império Serrano retorna com ensaios nesta terça-feira

O ano de 2023 chegou e o Império Serrano segue trabalhando forte para brilhar no Carnaval. Nesta terça-feira, o Reizinho de Madureira recomeça com os ensaios rumo ao desfile de fevereiro, às 20h, no Parque Madureira. Com o enredo “Lugares de Arlindo”, o Reizinho de Madureira vai exaltar o cantor e compor Arlindo Cruz, um dos grandes nomes do samba e da escola.

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Foto: Allan Duffes/site CARNAVALESCO

Em janeiro, o Império Serrano vai realizar oito ensaios, sendo seis em Madureira, um em Nilópolis (junto com a Beija-Flor) e outro na Marquês de Sapucaí, no dia 15, abrindo a temporada de ensaios técnicos do Grupo Especial.

Conheça o calendário de janeiro:

03/01 – 20h – Parque Madureira
07/01 – 18h – Avenida Mirandela (Nilópolis)
10/01 – 20h – Estrada do Portela
15/01 – 20h – Marquês de Sapucaí (ensaio técnico)
17/01 – 20h – Estrada do Portela
24/01 – 20h – Estrada do Portela
29/01 – 20h – Estrada do Portela
31/01 – 20h – Estrada do Portela

O Império Serrano será a primeira escola a desfilar pelo Grupo Especial neste ano, no dia 19 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí. A escola foi campeã da Série Ouro em 2022, retornando à elite das agremiações carnavalescas do Rio de Janeiro.

Após pressão pelo primeiro título, Grande Rio quer festejar na Sapucaí sem abrir mão da busca pelo bicampeonato

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Ao desmitificar o orixá Exu no carnaval de 2022, o caminho para o título se abriu, a Grande Rio saiu da avenida ovacionada e levou o primeiro campeonato de sua história para Caxias, agora, para 2023 a expectativa pelo bicampeonato é enorme. A escola será a segunda a desfilar no domingo de carnaval, no dia 19 de fevereiro, quando levará para a Marquês de Sapucaí uma homenagem ao cantor Zeca Pagodinho, através do enredo “Ô Zeca, O Pagode Onde É Que É? Andei Descalço, Carroça E Trem, Procurando Por Xerém, Pra Te Ver, Pra Te Abraçar, Pra Beber E Batucar”, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora.

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Fotos: Allan Duffes e Nelson Malfacini/Site CARNAVALESCO

Desde 2008, quando a Beija-Flor de Nilópolis se sagrou campeã, o Grupo Especial do Rio de Janeiro não vê uma escola ser bicampeã do carnaval, a Grande Rio sabe do tamanho da responsabilidade, mas acredita que pode quebrar esse estigma, afinal, conversando com alguns segmentos é possível perceber o quanto a escola está feliz e empenhada a pisar forte na avenida para levar o segundo troféu para a comunidade de Caxias.

O diretor de carnaval, Thiago Monteiro, acredita que a força da escola está na leveza, o enredo sobre Zeca Pagodinho pede isso, a escola está alegre e incorporou o espírito do homenageado. Thiago compara esse ano com os últimos carnavais da tricolor, em 2020 o foco era respeitar a religião, em 2022 desmitificar a entidade Exu, para o próximo ano a escola quer celebrar o campeonato e embarcar no modo de viver de Zeca.

“Ser bi é mais difícil que ser campeão, a gente tem plena consciência disso e eu acho que a nossa força está na nossa leveza, na nossa simplicidade, alegria, no nosso celebrar. Eu acho que a nossa força tá aí esse ano, não tem essa pressão do primeiro título, mas tem as nossas pressões internas de manter isso e essa pressão interna é mais difícil que a externa. Então, a gente trabalha firme, trabalha forte, concentrado, mas dentro do nosso modo se o modo Tatalondirá era respeitar a religião, o modo do Exu era você desmistificar uma entidade, esse ano é celebrar um campeonato com o maior ídolo da música popular brasileira”, diz o diretor.

Ao ser perguntado se é uma vantagem para a escola ter mantido todo o time vencedor do último carnaval, Thiago acredita que foi muito importante e faz uma analogia com o futebol, para ele é como se fosse um time de futebol que joga junto há anos, toda a equipe já sabe onde vai jogar, todos se conhecem e o entrosamento é fundamental.

“Muito importante, claro. Aquele time que já sabe onde vai jogar, todo mundo já onde vai tocar a bola, onde a bola tá matada, aqui é um ponta esquerdo, aqui é um goleiro, todo mundo já sabe quem é o para-raio, quem é todo mundo, já tá tudo certo. Isso é uma grande vantagem, sim, da Grande Rio é manter o time”, pontua Thiago.

O primeiro título da Grande Rio também foi o primeiro de Thiago no Grupo Especial, perguntado sobre o que mudou em sua vida, ele diz que foi uma realização profissional e um sonho antigo, ele já havia sido campeão do acesso, mas que agora foi a concretização do sonho, ele ainda agradece a Grande Rio por ter proporcionado isso a ele.

“Eu tava perseguindo, né? Porque eu fui vice com a Tuiuti em 2018, fui vice com a Grande Rio em 2020, e graças a Deus chegou em 2022. Mudou que eu acho que é uma realização profissional, é um sonho que eu tinha antigo, tinha sido campeão na Império da Tijuca em 2013 no acesso, mas acho assim é aquela sensação, caramba, chegamos ali a gente lutou tanto, só que a gente gostou e quer manter, mas pra mim pessoalmente é uma realização profissional e pessoal muito grande, eu tenho muito a agradecer a Grande Rio por ter proporcionado isso”, conta Thiago.

Mestre Fafá, comandante da bateria invocada de Caxias, acredita que não existe pressão dentro da escola para o bicampeonato, o que aconteceu em 2022 foi algo único, mas ele acredita que se a escola conseguir repetir pode se credenciar para o bi. Fafá diz que o segredo é trabalhar bastante e correr atrás dos pontos necessários para o campeonato.

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“Eu acho que não existe isso (pressão) porque em 2022 a gente fez um grande desfile. A gente sabe que se repetirmos o que a gente fez na pista eu acho que a gente se credencia ao bicampeonato. Mas cada ano é ano, cada desfile é desfile. Esse ano é uma nova temática, um novo pensamento, desenvolvendo Zeca Pagodinho. Então, acho que é a gente buscar tentar repetir o que a gente fez, que a gente sabe que é difícil e complicado, mas sabemos também do que a gente não pode deixar de fazer, os pontos que a gente conseguiu ter dentro da escola pra gente conseguir esse título. Quem sabe a gente não consegue esse bicampeonato, tem anos que isso não ocorre, vou ficar muito feliz se Grande Rio conseguir, é o que eu digo todos os dias, voltamos a trabalhar do zero e
sabedoria pra conseguir esse campeonato”, conta Fafá.

Assim como Thiago Monteiro, o título da Grande Rio também foi o primeiro de Fafá, ele diz que é extremamente grato ao carnaval por tudo o que conquistou e que o título possibilitou que muitas portas se abrissem para ele, como viagens a trabalho para dar aulas e outras tantas oportunidades.

“Mudou muito, primeiro você entra pra história da escola, a escola que eu fui nascido e criado, aonde eu devo tudo que hoje sou no carnaval e na música, fico muito feliz, mudou muita coisa, me abriu muitas portas, eu fiz muitas viagens, muitos conhecidos, dei muitas aulas em muitos lugares, eu já dava aula, mas me abriu muito mais leques de oportunidade. Então, fiquei muito feliz, muito feliz mesmo, estou muito agradecido”, finaliza o mestre.

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Evandro Malandro, intérprete oficial da escola, diz que a homenagem ao Zeca surgiu no momento ideal, afinal, a escola está celebrando seu campeonato e a alegria do Zeca vem para somar, ele diz que o campeonato de 2022 foi fruto de muito trabalho e consequência dos belos trabalhos apresentados. Para Malandro, o carinho da comunidade somado ao espírito alegre do homenageado e a união da equipe levarão a Grande Rio ao bicampeonato.

“Eu acho que não tinha momento melhor para uma grande homenagem logo depois de um excelente campeonato. A gente etá muito feliz, focado, preparando um grande desfile e a motivação com certeza veio do campeonato, mas veio também dos belos desfiles que a gente vem fazendo. O carinho da comunidade só ajuda. Muito feliz de poder presentear eles, o carnaval de uma maneira geral colocando o Zeca Pagodinho como o nosso anfitrião e se Deus quiser é o cara que vai nos trazer o bicampeonato. Graças a Deus conseguimos montar um núcleo muito coeso, forte, unido, essa sementinha que deu frutos, o nosso presidente não quer deixar ninguém desgarrar. Acho que é justamente por aí. É a união que a gente teve e a gente levou isso a todas as nossas apresentações. O nosso diferencial está aí. Essa união que a gente fez, esse bom trabalho que é montado e executado, a gente vai levando isso pra tudo quanto é lugar e os frutos são o carinho virtual, o carinho presencial que a gente recebe”, diz o intérprete.

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Evandro conta que morava em Friburgo e vinha para o Rio cerca de três vezes por semana para ensaiar com a Grande Rio, hoje, ele diz que a maior mudança que o campeonato provocou foi ele ter se mudado, junto com sua família, para o Rio a serviço da escola. Ele agradece a Grande Rio pela vida que tem hoje e diz ser muito grato por tudo.

“Na minha vida mudou tudo, para todo mundo que me conhece, o Malandro teve uma trajetória árdua, todo mundo tem, mas o fato de morar muito longe, morar em Friburgo e vou e volto três vezes por semana, às vezes quatro, vim pro Rio e voltar pra Caxias no mesmo dia e agora graças a Deus eu já estou morando no Rio a serviço da Grande Rio eu acho que a mudança foi gigantesca na minha vida. Agradeço muito a Grande Rio pela vida que eu tenho hoje em dia e vida da minha família”, finaliza o cantor.

‘O amor está em cada um de nós!’ Samba finalista de 2006 é a grande aposta para o sucesso do enredo da Rosas de Ouro

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A Sociedade Rosas de Ouro optou por fazer um projeto diferente e ousado para o carnaval 2023. Não é sempre que sambas-enredo derrotados em finais de eliminatórias são resgatados para fazer parte do desfile de uma escola. Porém é o que vai acontecer na Roseira para o próximo ano. Com o enredo “Kindala”, cujo o contexto é o combate ao racismo e a luta do negro desde a escravidão até os dias de hoje, a agremiação optou por recuperar a obra que participou da acirrada final de 2006. Naquela oportunidade, o tema da Rosas de Ouro era “Diáspora Africana. Um Crime Contra a Raça Humana”. Foi um grande desfile que deu à escola a quinta colocação e o desfile das campeãs.
Os compositores da obra que irá ser cantada no desfile de 2023 são: Arlindo Cruz, Fabiano Sorriso, Pedrinho Sem Braço, Paulinho Sampagode e Osmar Costa. * OUÇA AQUI O SAMBA-ENREDO OFICIAL PARA O CARNAVAL 2023

Segundo a presidente Angelina Basílio, o namoro já era antigo e uma hora esse resgate iria acontecer. “Eu acho que esse samba não perdeu em 2006, porque nada é por acaso. A gente reviveu ele. Eu me lembro que foi uma disputa acirrada e não podia juntar os sambas naquela época porque as melodias eram totalmente diferentes, mas teve muitas modificações, inclusive o andamento está um pouco diferente e é o que a gente está vivendo. É uma letra muito forte. Essas questões raciais a gente fala todo dia e em 2006 não era assim. Em 2022 todos os dias tem uma história torta e uma patifaria em relação ao racismo. A comunidade abraçou e o nosso enredo se chama ‘Kindala’. É agora que devemos tomar providência”, contou.

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Fotos: Magaiver Fernandes/Site CARNAVALESCO

O diretor de carnaval da agremiação, Evandro Souza, confirmou a história e disse que pegar o samba eliminado de 2006, era um sonho antigo da comunidade da Brasilândia. “Esse samba desde que ele perdeu, a gente tinha vontade de ver na avenida. Isso foi um sonho de muitos anos de muitas pessoas e ele veio. Estava virando lenda já. A gente idealizou muito isso e do nada depois do carnaval, com um tempo mais curto de preparação, a gente pensou por que não arriscar agora. Vencer algumas etapas que a gente teria que passar, como eliminatórias. Batemos o martelo e decidimos levar esse samba para a avenida e demos uma pequena atualizada em alguns contextos e algumas palavras e agora é ver como ele vai render na avenida 17 anos depois”, declarou.

O carnavalesco Paulo Menezes foi uma das cabeças pensantes para tirar essa ideia do papel, pois misturou o enredo que ele propôs à escola junto ao samba-enredo que foi falado para ele. De acordo com o artista, ao ouvir a obra, ele procurou a diretoria para falar da similaridade que tem com o enredo. “Uma vez eu estava aqui na quadra, esse samba tocou e eu já tinha essa ideia de enredo há um bom tempo. Eu senti que o samba se aproximava muito daquilo que eu estava me propondo a fazer. Então eu procurei me informar sobre o samba e me informaram que era um samba que havia participado da final, mas que não tinha sido campeão. Aí passando o carnaval, eu procuro a escola com o enredo e a ideia de trazer esse samba. A escola topou e estamos aí”, afirmou.

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O intérprete Royce do Cavaco, que será responsável por cantar a obra no Anhembi em 2023, falou que para a obra dar certo, é preciso a comunidade abraçá-lo. “É um samba com um estilo mais autêntico. Não adianta bateria e puxadores. As alas têm que formar e a comunidade cantar com afinco e com garra. Eu acredito nesse samba, tem força e é preciso de um grande trabalho até o carnaval”, comentou.

O cantor ainda falou do trabalho junto ao mestre Rafa dentro da obra. “Em alguns ensaios técnicos na avenida a bateria vai dar uma cadenciada. Esse samba não pede correria, é mais autêntico. Ao estilo anos 80 e 90. Ele vai aplicar um estilo mais cadenciado e eu acho que nem pode correr, porque senão vai perder beleza melódica”, completou.

O diretor de bateria da escola, mestre Rafa, afirmou que vai fazer de tudo para o samba crescer e tornar um dos melhores do carnaval paulistano. “O samba não é nem céu e nem terra. Como é mais antigo e com uma pegada mais para trás, nós colocamos ele um pouco mais pra frente e com a velha ousadia que a ‘Bateria com Identidade’ traz. Bossas e breques mais do que nunca. A cada ano que passa a gente vai colocando mais coisas e esse ano não vai ser diferente. Creio que a gente já deu uma identidade pro samba crescer. Eu acredito que com o trabalho da ala musical e bateria, vamos fazer esse samba crescer muito e modéstia à parte, com todo respeito às coirmãs, vai ser um dos melhores do carnaval de São Paulo”, disse.

mestre rafa rosas

A ‘Bateria com Identidade’ é uma das mais completas do carnaval paulistano. Faz tudo o que se pede para atingir a nota máxima, como abusar da criatividade. Mesmo com uma obra antiga, mestre Rafa prometeu ainda aprimorar essa ‘ousadia’ que a batucada tem. “São quatro bossas e dois arranjos. A gente nunca veio com quatro bossas. A gente tem uma convenção diferente no meio do samba. O povo do carnaval vai poder conferir. A gente deu uma transformada no samba. Eu não sei se é pro bem ou pro mal. A gente só vai saber quando abrir as notas, mas tenho certeza que pelo menos para as pessoas ouvirem é legal, porque o público gosta disso. A ‘Bateria com Identidade’ criou essa característica com o público e a cada dia que passa é mais esperado por conta da ousadia. Com certeza a gente vai dar um show lá. Para você ter ideia a bossa é o samba todo. Vai da cabeça até o fim. Já temos mais de 200 compassos de bossas”, contou.

‘Marrom, o musical’, cria ação especial para segmentos e componentes das escolas de samba

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Com texto e direção de Miguel Falabella e idealização de Jô Santana, a super produção “Marrom, O Musical”, que está em cartaz na Cidade das Artes Bibi Ferreira, criou uma promoção exclusiva para integrantes das escolas de samba do Rio de Janeiro. De 6 de janeiro a 5 de fevereiro de 2023, data de encerramento da temporada carioca, os sambistas pagarão apenas R$ 20 por ingresso para a plateia ou frisa, que são os mais nobres lugares do teatro. Os preços normais da entrada para esses setores são, respectivamente, R$ 120 e R$ 100. As sessões acontecem sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h.

Cena de Marrom O Musical Divulgacao
Foto: Divulgação

Para ter direito à promoção, o sambista deve apresentar na bilheteria a carteirinha de identificação da escola de samba, comprovando que ele faz parte de um dos segmentos – baiana, bateria, velha guarda, passista, ala da comunidade, comissão de frente, departamento feminino, entre outros – ou é componente de ala que desfilará no Carnaval de 2023. Componentes vestidos com a camisa da agremiação também terão direito à promoção. Cada sambista poderá comprar até dois ingressos.

“Marrom, O Musical” foi visto por mais de 25.000 mil pessoas em sua estreia nacional na capital Paulista. Agora chegou a vez da Cidade Maravilhosa receber esta super produção, a partir do dia 26 de novembro na Cidade das Artes Bibi Ferreira em curta temporada, em 2023 o espetáculo segue para as seguintes capitais: São Luís, Belém do Pará, Salvador, Recife, Aracaju, Belo Horizonte e Vitoria e no segundo semestre atravessa o atlântico e se apresentam no Porto e Lisboa.

Com quantas histórias se faz a vida de uma artista com 50 anos de carreira? Um simples ser humano pode contá-las ou seria preciso convocar uma entidade ao mesmo tempo sagrada e profana – quiçá um bando inteiro delas?

Como falar de Alcione sem falar do Maranhão? Impossível! Por isso, o que se verá no palco, é uma história triste que acaba em festa, a história do Boi revisitada, entremeada com a história dessa maranhense ilustre, que lá atrás foi apenas uma menina no meio de nove irmãos, filha de Filipa e João Carlos.

Alcione pode ser muitas: menina, mulher, uma loba, filha amorosa, musicista apaixonada, perseguidora de sonhos. De onde ela veio, qualquer criança sabe, desde sempre, a história do Boi. Aliás, ela e o Boi são ambos filhos do Maranhão – terra tão amada e muito cantada pela Marrom. E de lá vieram quatro artistas para integrar ao elenco e boa parte dos mais de 300 figurinos também foram bordadas em São Luís, na Cooperativa Cuxá, numa parceria sócio-cultural promovida pelo Instituto Humanitas360.

Marrom, o Musical traz 23 atores e atrizes em cena, texto e direção de Miguel Falabella e como uma grande produção acaba movimentando não só a cena mas também a economia da cidade. São mais de 250 empregos diretos e indiretos gerados neste período desde a concepção até o fim da temporada que se inicia no dia 26 de novembro até 05 de fevereiro, na Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca.

Segundo Miguel Falabella “Quando Jô Santana me convidou para, a principio, dirigir o espetáculo que encerraria sua trilogia do samba, sobre Alcione, uma das maiores intérpretes da música brasileira, não só aceitei encantado, como percebi que, para encenar um espetáculo que me satisfizesse plenamente como realizador, eu precisaria também assumir a dramaturgia. As minhas expectativas são altas e tenho razões para que sejam: Alcione é minha amiga, uma mulher de atitudes e coragem memoráveis e contar sua vida é mergulhar nas raízes de uma das mais ricas culturas populares do Brasil, a maranhense.

O espetáculo pretende reafirmar o teatro como um ato de comunhão. Que vai fazer rir, chorar, cantar junto, se espantar, se emocionar, ser criança de novo, encontrar o desconhecido. “Vive bem quem sempre espera um gracejo”. Quem vier de olhos e braços abertos, vai certamente sair da plateia, depois das quase duas horas – pouco para contar e cantar tanto – como Alcione é com relação à vida e à arte: agradecida!

O ator e produtor Jô Santana, diretor da Fato Produções, é o idealizador da “TRILOGIA DO SAMBA”, começando em 2016 com o musical “Cartola-O Mundo é um Moinho”, em 2018 com “Dona Ivone Lara-Um Sorriso Negro”, e encerrando em 2022 com “Marrom, o Musical.”

SERVIÇO

“Marrom, o Musical” – Um espetáculo de Miguel Falabella
Idealização: Jô Santana
Temporada: 26 de novembro de 2022 a 05 de fevereiro de 2023.
Sessões: De sexta a domingo (sexta, sábado às – 20:00, domingo – 18:00)
Local: Teatro Cidade das Artes Bibi Ferreira
Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ, 22793-080
Valores:

PROMOÇÃO EXCLUSIVA PARA SAMBISTAS: R$ 20,00
Plateia: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia)
Frisa Lateral: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)
Camarote 3º Andar: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Camarote 4º Andar e Galerias – R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Ingressos à venda: Plataforma Sympla
Telefone: (21) 3325-0102
Classificação: Livre

Opinião do CARNAVALESCO: volta do Ministério da Cultura com a ministra Margareth Menezes

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Salgueiro começa o ano com agenda intensa de shows e ensaios

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Um novo ano começou e, com ele, a contagem regressiva para a maior festa popular do planeta. Em busca de seu décimo campeonato, os Acadêmicos do Salgueiro começam 2023 com força total já nessa quinta-feira, 05 de janeiro, convocando toda a sua comunidade para o ensaio de rua que acontecerá na rua Maxwell. Segundo Julinho Fonseca, diretor de carnaval da vermelha e branca, os treinos são importantes, especialmente para afinar o canto e a evolução da escola que este ano defenderá o enredo “Delírios de Um Paraíso Vermelho”, um importante chamamento em prol da liberdade de expressão e de um mundo onde todos possam conviver com respeito mútuo e sem preconceito.

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Foto: Allan Duffes/Site CARNAVALESCO

“Estamos trabalhando muito intensamente desde a escola do samba e me impressiona ver o tamanho da paixão desta comunidade pela nossa escola. Os ensaios na Maxwell são importantes para que a gente possa trabalhar a evolução da escola de forma consistente. Paralelo a isto, estamos realizando de forma individual, ensaios com cada uma das alas, uma forma de reforçar o canto”, comenta o diretor que tem em Fagnei Lins um importante braço no comando da Harmonia.

Além da agenda cada vez mais intensa de ensaios rumo à preparação do desfile, o Salgueiro também começa 2023 repleto de atividades que convidam o folião a entrar no clima de carnaval. Neste sábado, 07, a escola recebe os sambistas e turistas que ainda estão na cidade, para mais uma noite de Ensaio Show com todo o elenco da escola. A partir das 20h30, o samba começa com o grupo Pegada Brasileira para, em seguida, dar lugar à apresentação da Bateria Furiosa e do carro de som Quinho do Salgueiro embalando o público com sambas que marcaram a história da Academia do Samba. Mestres Guilherme e Gustavo, Emerson Dias e o time de estrelas salgueirenses ditam o ritmo para que os apaixonados por samba aproveitem até o raiar do dia. Os ingressos são vendidos no dia do evento, diretamente na bilheteria da quadra e custam a partir de R$50 (pista). Informações sobre camarotes e reservas de mesa pelo telefone (21) 2238 9226.

Xande de Pilares agita a primeira feijoada do ano

Já no domingo, o Salgueiro realiza a primeira feijoada do ano. O evento que já é tradicional na escola inclusive tendo sido premiado pelo concurso Rio Gastronomia, reúne o que há de melhor para o sambista: feijoada gostosa, cerveja gelada e muito samba com atrações do mais alto gabarito e, para celebrar a chegada do novo ano, nada melhor do que levar ao palco principal da Academia, um salgueirense apaixonado, Xande de Pillares.

Preparada pelo cheff Thiago Castro e servida com o tempero do sorriso e alegria das tias baianas do Salgueiro, a Feijoada do Salgueiro começa às 13h com a apresentação dos grupos Entre Elas e Grupo Identidade. A Bateria Furiosa e todo o elenco show do Salgueiro encerram a festa. Os ingressos (somente pista e jirau), podem ser adquiridos no site Guicheweb com valor a partir de R$70. Em todas as modalidades, o prato de feijoada já está incluído.

Para mais informações o telefone é (21) 2238 9226. A agenda completa de janeiro está disponível no site da escola www.salgueiro.com.br. A quadra do Salgueiro fica na Rua Silva Teles 104- Andaraí.

Estrela do Carnaval: Carnavalesco e diretor de alegoria do Império de Casa Verde celebram prêmio de melhor conjunto alegórico

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Todos sabem o poderio que o ‘Tigre Guerreiro’ coloca em suas alegorias. É um marco da escola e todos os anos sempre há um grande investimento nisso. O carnaval paulistano sempre aguarda o tão ‘colossal’ formato do tigre nas alegorias. Ficam sempre se perguntando qual cor ele virá, qual formato e tamanho. É um dos maiores mistérios e fatos aguardados dos desfiles da folia de São Paulo.

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Fotos: Fábio Martins e Gustavo Lima

Dessa vez a grandiosidade não foi diferente. Foram quatro alegorias imponentes e luxuosas, como gosta e se orgulha a comunidade imperiana. A equipe do site CARNAVALESCO votou e elegeu o Império de Casa Verde como o melhor conjunto alegórico do Grupo Especial do carnaval de São Paulo. Na festa de bateria da Barcelona do Samba, o prêmio foi entregue nas mãos do carnavalesco Leandro Barboza e do diretor de alegoria, Du Nascimento.

Leandro desenvolveu o carnaval de 2022 ao lado de Mauro Quintaes. Foi a primeira vez que assinou enredo como carnavalesco oficial, apesar de trabalhar no barracão da escola desde 2016. O artista celebrou a conquista. “Isso aqui para mim é de grande reconhecimento, porque é um site de grande importância para o carnaval de São Paulo e do Rio. Estou muito feliz e isso aqui é muito gratificante para mim. A gente trabalhar muito e ter esse reconhecimento de vocês é muito bom. Foi um trabalho muito cansativo pela pandemia, mas a gente conseguiu colocar tudo dentro da avenida”, declarou.

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O carnavalesco prometeu um Império melhor e disse que vai em busca do prêmio novamente. “A preparação está a todo vapor. A gente está bem adiantado com as alegorias na fase de 70%. Estamos nos acabamentos finais e vem um grande carnaval. Pretendo ganhar de novo esse prêmio e eu acho que está mais perto. Honestamente eu acho que vamos chegar com um conjunto alegórico melhor. É uma grande oportunidade do Império com esse enredo, queremos mostrar uma nova visão de uma África diferente, luxuosa e mostrar o grande valor que o Império tem”, completou.

Du Nascimento, diretor da alegoria, ressaltou a importância de vencer o Estrela do Carnaval. “Foi um trabalho árduo durante o ano todo e esse reconhecimento que o CARNAVALESCO faz nas premiações é muito importante. Mostra pra gente que vale trabalhar o ano inteiro. Tenho muito que agradecer a equipe do barracão, de Parintins que faz tudo isso durante o carnaval”, declarou.

O diretor também mostrou confiança para o carnaval 2023. “Se Deus quiser vamos ganhar mais uma vez. Para nós é um orgulho. Os carros estão bonitos, luxuosos, como sempre a gente faz. Por ser um enredo inovador pro Império, por sair da nossa zona de conforto, a comunidade e o mundo do samba abraçaram. Isso está ajudando bastante”, finalizou.

Império da Tijuca faz no domingo primeiro ensaio de rua para o Carnaval 2023

Se preparando para o desfile de 2023 e embalado pelo enredo “Cores do Axé”, o Império da Tijuca já tem data marcada para o ensaio de rua rumo ao carnaval do ano que vem. Será no o próximo domingo, dia 8 de janeiro, com concentração às 18h. O treino que acontecerá ao ar livre na principal rua do bairro da Tijuca (Conde de Bonfim), serve para intensificar o canto e harmonia que os integrantes da comunidade do morro da Formiga.

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Presidida por  Tê, e com direção de carnaval de Luan Teles, a agremiação verde e branca tijucana terá o seu enredo com base nas obras de artes do pintor baiano Carybé, com desenvolvimento dos carnavalescos Jr. Pernambucano e Ricardo Hessez, a agremiação será a sétima escola a desfilar no dia 18 de fevereiro (sábado) pela Série Ouro.

Unidos da Tijuca inicia ensaios de rua na quarta-feira

Restando pouco menos de cinquenta dias para a Unidos da Tijuca pisar na Marquês de Sapucaí, a agremiação passa a intensificar ainda mais os seus ensaios de comunidade buscando o retorno do desempenho alcançado nos últimos desfiles nos quesitos Harmonia e Evolução. A agremiação ensaiará na rua todas as quartas-feiras até o carnaval. A concentração acontece às 20 horas na quadra da escola localizada na Avenida Francisco Bicalho nº 47, próximo a Rodoviária Novo Rio, no Santo Cristo.

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Foto: Allan Duffes/Site CARNAVALESCO

Focada em adquirir excelentes resultados, os trabalhos não cessam na Unidos da Tijuca, que até o final do ano focou seus treinos no canto da escola dentro da quadra e agora passa a trabalhar com intensidade os quesitos de chão visando aprimorar a questão de técnica de desfile, canto e dança.

“Elaboramos um planejamento que foi iniciado em outubro e vem preparando todos os componentes da escola para cantar com imponência nosso samba-enredo e mostrar a garra e a emoção dos nossos segmentos”, explica o diretor de carnaval e harmonia Fernando Costa.

O ensaio acontece atrás da quadra da agremiação na rua Via D1 – Santo Cristo. A agremiação conseguiu liberação da rua mais cedo com a CET-Rio, um antigo pedido dos componentes, para que todos possam retornar mais cedo para o lar. Sendo assim, os treinos iniciarão impreterivelmente às 21 horas.

A Unidos da Tijuca será a quarta escola a desfilar no domingo de carnaval, dia 19 de fevereiro, pelo Grupo Especial com o enredo ” “É onda que vai… É onda que vem… Serei a Baía de Todos os Santos a se mirar no samba da minha terra” de desenvolvimento do carnavalesco Jack Vasconcelos.