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Bateria da Bangu joga com o resgate da história e faz belas parcerias na Sapucaí

Para o Carnaval de 2022, a bateria da Bangu vestiu uma fantasia que remete aos tempos áureos do Bangu Atlético Clube. A fantasia possuía meião branco, calção branco e a tradicional camisa listrada na vertical nas cores vermelho e branco. O time de futebol teve laços estreitos com o homenageado Castor de Andrade. Na época em que o Castor estava a frente do Bangu, havia a cultura da charanga nas arquibancadas do estádio Moça Bonita, um dos pontos de referência do bairro.

Tendo Castor de Andrade como uma agulha de tricô, futebol e samba fazem uma bela costura na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nos conta um pouco dessa relação, o ritmista Rafael, que desfila na Bangu a três anos e se mostra empolgado com a referência ao futebol.

“Eu sou Vasco, mas o estádio de Moça Bonita foi o primeiro estádio em que fui. Por isso eu passei a ter um carinho especial pelo estádio e pelo clube também e por mais que eu more mais para perto de Padre Miguel, acabei criando uma relação com a Bangu, por causa desse contato do futebol”, afirmou Rafael, ritmista da escola no Carnaval de 2022.

Parece que a aposta da Bangu em apresentar Castor, foi um tiro certeiro nas raízes do bairro. Levantando a autoestima da sua comunidade, a Bangu mostra a história da região com o apoio de componentes orgulhosos e emocionados. Caso de Eduardo Ferreira ritmista da escola a quatro carnavais.

“É uma experiência boa, porque traz referência da bandinha do Bangu e de toda cultura ao redor. A gente traz a Mocidade e por um acaso nós também tocamos na escola. Então tem características da Mocidade aqui, tem a bandinha e a alegria do Castor”, contou ao site CARNAVALESCO.

A bateria da Bangu também proporcionou para além do encontro do público com a história do bairro, o encontro entre componentes crias da região e o compartilhamento de suas memórias.

“Esse ano está sendo maravilhoso e ainda estamos realizando um grande feito. Depois de 20 anos, estamos finalmente desfilando uma no lado da outra”, disse Vivian Lessa, que desfila na Bangu desde 2015.

“E o sentimento de resgate é verdadeiro. Nós somos moradoras do bairro, então desfilar nesse enredo é resgatar a infância no bairro”, afirmou Vivian.

“Eu morava no lado do Moça Bonita. Escutava o jogo todo”, completou a colega de bateria, Aline Freitas.

“Estamos curtindo bastante trazer a Mocidade no desfile e quem for Mocidade, consegue identificar elementos dela na nossa bateria”, disse Vivian finalizando a conversa com o site CARNAVALESCO.

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