
Em reunião plenária realizada nesta segunda-feira, na sede da Liesa, no Centro, o presidente Gabriel David deu o pontapé inicial nos trabalhos para o próximo carnaval. O principal ponto da pauta, que dominou as conversas entre os dirigentes, foi a viabilidade de ampliação do Grupo Especial para 15 agremiações no Carnaval 2027, uma proposta que partiu de um pedido direto do prefeito Eduardo Cavaliere (PSD).
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“Houve um pedido para termos 15 escolas no Grupo Especial em 2027. O prefeito Cavaliere me ligou fazendo um pedido. Não é a primeira vez que a gente fala sobre isso. As escolas fizeram todas as moderações de tudo que elas entendem que é fundamental para que isso possa vir a acontecer. Não é uma questão tão fácil e tão simples quanto a gente fala. Tem questões que são maiores até do que só dinheiro, tem uma questão física, estrutural. Não adianta vir em três escolas, por melhor que seria a nossa vontade, mas que não tem a capacidade de competir. Passa por vários quesitos, não só financeiros, mas também físicos como os barracões”, disse o presidente da Liesa.
Entre outro pontos cruciais estão questões financeiras e operacionais, incluindo a necessidade de obras urgentes no Sambódromo e na Cidade do Samba, visando adequações às normas do Corpo de Bombeiros.
“Não é só uma questão das 15 escolas, acho que tem questões aí muito maiores (…) desde obras no Sambódromo que precisam acontecer, como a gente já sabe, obras na Cidade do Samba. A gente também precisa estar atento para poder fazer todas as obras que precisam acontecer na Cidade do Samba para que realmente esteja de acordo com todas as novas regras do Corpo de Bombeiros. Isso já vem sendo adiado há alguns anos”, frisou.
Para que a expansão ocorra, o rito institucional exige alterações profundas. “Precisa ter uma modificação total do regulamento para incluir essa possibilidade de mais três escolas”, disse Gabriel David, confirmando que, se houver acordo com a prefeitura, uma assembleia extraordinária poderá ser convocada para oficializar a mudança.










