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‘Quando o enredo conquista, tende a iluminar o compositor’, diz Claudio Russo, após vencer o Estrela do Carnaval com o samba da Estácio

Compositor assina obra da Estácio de 2024 com Marquinhos Beija-Flor, Telmo Augusto, Bárbara Fonseca, Guilherme Karraz, Dilson Marimba, Tinga, Diego Nicolau, Thiago Daniel, Filipe Medrado, Magrão do Estácio, Julio Alves, Adolpho Konder e Fernando Hackme

Claudio Russo, um dos autores do samba-enredo da Estácio de Sá no Carnaval 2024, festejou a vitória no prêmio Estrela do Carnaval, oferecido pelo site CARNAVALESCO. Ele assina a obra com Marquinhos Beija-Flor, Telmo Augusto, Bárbara Fonseca, Guilherme Karraz, Dilson Marimba, Tinga, Diego Nicolau, Thiago Daniel, Filipe Medrado, Magrão do Estácio, Julio Alves, Adolpho Konder e Fernando Hackme.

Foto: Magaiver Fernandes/CARNAVALESCO

Ao longo de sua carreira, Cláudio conquistou vitórias em importantes disputas de samba-enredo em diversas agremiações, incluindo a Portela, Grande Rio e Beija-Flor. Em entrevista concedida ao site CARNAVALESCO, o compositor compartilhou seu sentimento sobre esse momento.

“O prêmio Estrela do Carnaval hoje é um dos maiores reconhecimentos do carnaval carioca, e receber esse prêmio, eu e meus parceiros nos sentimos muito honrados. Somos da Estácio, que ganhou quase todos os prêmios da Série Ouro, de Melhor Samba, e não poderíamos ficar de fora do Estrela do Carnaval. Nós só temos a agradecer e fazer parte dessa festa linda”.

Quando questionado sobre a diferença entre vencer o prêmio Estrela do Carnaval com a Estácio na Série Ouro em comparação com as outras vezes que venceu com o Grupo Especial, Claudio comentou: “Para mim não há diferença alguma. São disputas fortes, às vezes encomendas, mas a gente faz com o mesmo carinho, com a mesma atenção e respeito. E estamos muito ligados no enredo, quando o enredo nos conquista, quando tem uma história bacana, tende a iluminar o compositor para fazer um grande samba”.

Sobre o samba que marcou sua carreira, Claudio revelou: “Tive muitos sambas marcantes na minha vida. Os sambas da Beija-Flor de 2004 e 2007 foram dois que mudaram minha forma de compor. Em 2004, o primeiro, e depois em 2007, amadurecendo isso. Fui campeão duas vezes com a Beija-Flor, também em 2008, mas esses dois sambas de 2004 e 2007 são muito marcantes. O ‘Papel em Mar’, na Renascer em 2017, é para mim um dos três mais bonitos que já fiz, mas o samba que me projetou mais e que até hoje colho frutos é o do Tuiuti em 2018, que levou uma escola considerada pela crítica e pelo pessoal do samba, no período pré-carnavalesco, condenada a ser rebaixada, levou essa escola ao vice-campeonato, com muitos achando que deveria ter sido campeã pelo desfile que fez, e o samba-enredo ajudou muito. É um grande samba, eu só agradeço a Moacyr Luz e aos meus outros parceiros por estarem comigo nesse projeto com o Paraíso do Tuiuti”.

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