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Presidente da Portela assume problemas, revela incômodo com posição e promete ajustes

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Por Diogo Sampaio

A Portela terminou na décima colocação do carnaval em 2023, somando 267,7 e o presidente Fábio Pavão assumiu que a escola teve uma série de problemas, fez então uma análise geral em conversa com o site CARNAVALESCO logo após a apuração.

portela desfile 2023 12

“Claro que não foi a colocação que queríamos. A gente queria disputar o campeonato lá em cima, tivemos uma série de problemas e agora é erguer a cabeça, reformular o que tiver que reformular, para o ano que vem voltar a fazer carnavais competitivos. Vínhamos tendo bons desempenhos nos últimos anos, nos últimos nove carnavais voltamos para as campeãs em sete e não desaprendemos a fazer carnaval. Vamos corrigir o que tem que ser corrigido, consertar o que tem que ser consertado, reformular o que tem de ser reformulado, para estar aqui subindo neste pódio no ano que vem novamente”.

Reforçando sobre o resultado ter incomodado pela tradição portelense, o presidente foi direto ao assumir que a disputa em 2023 não foi agradável.

“Claro, sempre, a Portela tem que sempre disputar o campeonato. É muito incômodo para a gente, estar aqui disputando a décima colocação, brigando para ficar em décimo, oitavo, a Portela tem que olhar sempre para frente como olhamos nos anos anteriores”.

Diogo Jesus e Bruna Santos ‘salvam’ a Mocidade do rebaixamento

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Por Diogo Sampaio

Penúltima colocada do carnaval carioca, a Mocidade Independente de Padre Miguel passou grande sufoco na apuração. Em determinado momento da leitura das notas, a comunidade da Vila Vintém se viu na última colocação da tabela e quase foi rebaixada. Porém, chegou no quesito mestre-sala e porta-bandeira e se deu um respiro. A escola se aproveitou das altas deduções da Império Serrano e o casal Diogo e Bruna conseguiu os almejados 30 pontos. Sendo assim, abriu grande vantagem e a permanência na elite do carnaval foi sacramentada. O casal conversou com o CARNAVALESCO e falou sobre o trabalho feito em 2023, além da situação ocorrida.

“Coração tranquilo, dever cumprido, eu e meu mestre-sala trabalhamos muito. Todo mundo que acompanha o nosso trabalho vê o quanto a gente se dedica à escola e graças a Deus a gente conseguiu trazer a nota porque a escola estava precisando naquele momento. Eu e meu mestre-sala fizemos o nosso melhor e as notas vieram. O 9.8 vamos olhar as justificativas e melhorar para o próximo ano”, avaliou a porta-bandeira.

casal mocidade

“Foi um frio na barriga até o nosso quesito. A escola estava mal até chegar mestre-sala e porta-bandeira, sendo empatados com a Império, mas em último. Eu e minha porta-bandeira conseguimos colocar a escola em uma boa posição. Recolocar no Grupo Especial. Foi um trabalho árduo, estou muito feliz. É bom a gente ressaltar que a gente tem uma equipe que trabalha com a gente. A nossa coreógrafa Vânia, o Rafael que é o nosso personal, nosso fisio Arnaldo e a Cátia que é a nossa nutricionista. A gente não pode deixá-los de fora dessa conquista. Para nós é uma conquista muito boa. Gabaritamos, porque uma descarta e conseguimos deixar a escola no Grupo Especial”, declarou o mestre-sala

Bruna, que é revelada pela agremiação, prometeu trabalho no próximo ano. “Para o ano que vem vamos em busca da perfeição. É só trabalhar mais, ver os pontos em que erramos e o resultado só vem trabalhando”, disse.

Diogo passou uma mensagem e pediu para a comunidade da Mocidade não desistir. “Eu como um Independente, porque já me vejo parte dessa família, já estou há três anos trabalhando incansavelmente por esse pavilhão, fora os outros anos em que eu entrei. Quero deixar uma mensagem de carinho para a torcida não abandonar e continuar elevando o nome da escola positivamente e a gente não deixar nada de ruim entrar, porque o pavilhão da escola é forte”, completou.

Sandro Avelar fala do rebaixamento do Império Serrano e diz que não será candidato para reeleição

O presidente do Império Serrano, Sandro Avelar, falou sobre o rebaixamento da escola no Grupo Especial no Carnaval 2023 e revelou que não será candidato para reeleição.

imperio serrano desfile 2023 03

“Família Imperiana, mais um ciclo carnavalesco chegou ao fim. A apuração, infelizmente, não trouxe o resultado que gostaríamos. Mas não iremos abaixar a cabeça! O nosso desfile mostrou que hoje há um novo Império Serrano, que orgulha os seus componentes e torcedores.

Todo o trabalho realizado foi para fazer uma escola forte, valente e vibrando. Somos vencedores por termos colocando na Avenida um grande carnaval, exaltando o mestre Arlindo Cruz. Foi um desfile para deixar todos orgulhosos!

Apesar de qualquer erro que possamos ter cometido, o nosso objetivo sempre foi acertar o máximo possível. Estamos tristes com o resultado, mas sabemos que resgatamos a autoestima e a dignidade do Reizinho de Madureira.

Dentro de poucos meses, estarei encerrando o meu mandato à frente da presidência da escola. Lancei-me candidato após o desfile de 2020 à pedido do meu pai, realizando também um sonho de criança. Fiz o que pude e o que não pude para que pudéssemos brilhar na Sapucaí.

Fiz 2 carnavais que tenho muito orgulho, mesmo com toda dificuldade. Assumi uma agremiação endividada e com vários outros problemas.

Tenho certeza que o próximo Presidente assumirá um Império Serrano renovado, vivendo uma nova fase e que orgulha os seus torcedores.

Gratidão, família Imperiana! É hora de levantar a cabeça, sacudir a poeira e dar a volta por cima”

Mestre Ciça sobre avaliação da bateria: ‘Nós não merecíamos essas notas’

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Por Diogo Sampaio

Em mais uma apuração acirradíssima, que consagrou o belo desfile da Imperatriz como campeão, a Unidos do Viradouro novamente se mostrou como potência do carnaval carioca. E por pouco, o terceiro campeonato para escola de Niterói não veio. A diferença entre campeã e vice foi de apenas 0,1.

cica

Um dos décimos deixados para trás pela vermelho e branco foi no quesito bateria. Com o descarte, a escola ficou com 29,9 enquanto a adversária Imperatriz gabaritou. Mestre Ciça, a frente da Furacão Vermelho e Branco desde 2019, conversou com nossa equipe ao fim da apuração e avaliou como negativa algumas notas dadas aos seus ritmistas.

“Tem que ver as justificativas pra gente poder falar alguma coisa. É isso que posso dizer. Nós não merecíamos essa nota de bateria na minha opinião, mas precisa ver o que houve. Harmonia também merecia uma nota melhor. Na minha opinião a Viradouro era pra ser a campeã do carnaval”, desabafou o mestre.

Sobre futuro e renovação, Ciça acrescentou que ele e a diretoria vão esperar passar o sábado das campeãs para sentar e conversar.

“Não conversamos ainda sobre 2024, deixa passar as campeãs e vamos ver como que fica. A vontade é sempre continuar nessa grande escola”, finalizou.

A Unidos do Viradouro foi a última escola a passar pela Sapucaí no carnaval 2023, com o enredo “Rosa Maria Egipcíaca”, assinado pelo carnavalesco Tarcísio Zanon.

Acompanhe direto do Sambódromo a apuração da Série Ouro do Carnaval 2023

Classificação final do Grupo Especial do Rio no Carnaval 2023

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A Imperatriz Leopoldinense conquistou o título do Grupo Especial do Rio de Janeiro no Carnaval 2023. O último título da escola tinha sido em 2001. É a nona conquista da Rainha de Ramos. Voltam no sábado das campeãs, além da Imperatriz, Viradouro, Vila Isabel, Beija-Flor, Mangueira e Grande Rio. O Império Serrano ficou em último e foi rebaixado para Série Ouro. Veja abaixo a classificação final.

classificacao especial2023

 

APÓS 22 ANOS, IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE CONQUISTA TÍTULO DO GRUPO ESPECIAL NO CARNAVAL 2023

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A Imperatriz Leopoldinense conquistou o título do Grupo Especial do Rio de Janeiro no Carnaval 2023. O último título da escola tinha sido em 2001. É a nona conquista da Rainha de Ramos. Voltam no sábado das campeãs, além da Imperatriz, Viradouro, Vila Isabel, Beija-Flor, Mangueira e Grande Rio. O Império Serrano ficou em último e foi rebaixado para Série Ouro. * VEJA AQUI FOTOS DO DESFILE

campea imperatriz

No retorno de Leandro Vieira à Imperatriz, a Rainha de Ramos levou para Sapucaí um desfile primoroso na questão estética, com fácil e divertida leitura do enredo e com o samba funcionando muito bem em um excelente estreia também do intérprete Pitty de Menezes. No mais foi bonito ver o resgate que vem acontecendo por esta diretoria com a comunidade que respondeu na Avenida cantando com muita garra e se divertindo no trajeto até a Praça da Apoteose. A comissão de frente retratou o enredo de forma divertida e delirante e o samba também teve uma boa resposta do público. Quarta escola a desfilar na segunda noite do Grupo Especial com o enredo “O aperreio do cabra que o excomungado tratou com má-querença e o santíssimo não deu guarida”.

A comunidade leopoldinense teve um alto rendimento no canto do samba, mantendo a regularidade e intensidade de canto em todos os módulos, de forma homogênea entre as alas, com alegria e em alguns momentos transbordando garra. Importante destacar o trabalho dos diretores de harmonia da escola que a todo momento incentivavam seus componentes, assim como os diretores de ala. Nem o fato de algumas fantasias serem um pouco mais pesadas atrapalhou o canto da escola.

imperatriz desfile 2023 17era

O enredo se baseou na literatura de cordel para mesclar fatos históricos com uma pesquisa iconográfica baseada na estética regional sertaneja. A partir do conteúdo lúdico presente nos cordéis que vislumbravam o destino pós-morte de Lampião, o desfile mergulhou nas múltiplas possibilidades narrativas e visuais características da cultura nordestina e brasilidade. O carnaval da Imperatriz se debruçou sobre a poesia épica para contar esta história mesclando fatos históricos com eventos imaginários e fantásticos. Durante o desfile, a aparição de Lampião acontece o tempo todo.

TV Globo celebra números da audiência do Carnaval 2023 no Rio de Janeiro e em São Paulo

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A Globo, com os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo 2023, cresceu 33% em audiência no 1º dia (8 pontos e 35% share) e 14% no 2º dia (8 pontos e 33% share) na praça paulista em relação às 4 semanas anteriores. Na sexta, o desfile elevou a faixa da madrugada (7 pontos 34% share), registrando a maior audiência e share da faixa às sextas-feiras desde 07/10/2022. No sábado, foi a maior audiência e share da faixa da madrugada aos sábados (7 pontos 34% share) desde 31/12/2022. Desconsiderando o ano novo, a faixa foi a maior audiência desde o dia 17/09/2022. A apuração que aconteceu entre às 15h56 e 18h07 da terça-feira, dia 21, e que consagrou a Mocidade Alegre como Campeã do Carnaval de SP, registrou 17 pontos e 33% share, um crescimento de 13% no comparativo com a média da faixa das 4 terças-feiras anteriores.

sambodromo 2022
Foto: Fernando Maia/Divulgação Riotur

Com os desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro 2023, a Globo cresceu 67% em audiência no 1º dia (15 pontos e 53% share) e 89% de audiência no 2º dia (17 pontos e 59% share) na praça do Rio de Janeiro em relação às 4 semanas anteriores. No domingo, foi a maior audiência e share da faixa da madrugada aos domingos (13 pontos 56% share) desde o último desfile de carnaval nesse dia da semana, 23/02/2020. Na segunda, foi a maior audiência e share da faixa da madrugada aos domingos (15 pontos 63% share) desde o último desfile de carnaval nesse dia da semana 24/02/2020.

Ao vivo: acompanhe a apuração da Série Ouro do Rio no Carnaval 2023

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Cabine a cabine: como cada escola passou em frente aos módulos de jurados na segunda do Grupo Especial do Rio

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Por Fiel Matola, Renato Palhano e Walter Farias

Tuiuti

Comissão de Frente

Cabine 1: Com o tema “Um conto pra lá do Marajó” a comissão de frente liderado por Lucas Maciel e Karina Dias chegou nessa cabine com 3 minutos de desfile. Com uma coreografia bem executada e com uma indumentária que em certo momento parecia uma onda do mar, a Tuiuti fez uma comissão correta. O elemento cenográfico se transformou para a coroação do boi, este momento foi ovacionado pela plateia.

Cabine 2: Comissão de frente com uma coreografia bem sincronizada no conjunto da dança. Interagindo com o tripé, tem seu auge na coroação do búfalo. Passou competente, mas sem emocionar.

Cabine 3: Coreógrafos Lucas Maciel e Karina Dias trouxeram uma comissão bem coreografada. Com ajuda de um elemento cênico que contribuiu para que pudessem contar a história do enredo, a apresentação deixou claro pro público uma sinopse do enredo que se desenrolou nas alas.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane reapresentando “Flor de Lótus”, com uma fantasia muito requintada, o bailado foi correto, porém, com um não sincronismo com o mestre-sala, teve um momento da pegada da bandeira que foi brusca.

Cabine 2: O casal Raphael e Dandara apresentou uma dança marcada e pouco ousada. O casal parecia ter receio de se mostrar mais na dança. Foi um pouco fria.

Cabine 3: Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane trazem o significado da Flor de Lotus. Assim, o casal usou belas roupas em tom dourado e com detalhes azuis. A apresentação teve boa utilização do espaço reservado para eles e leveza nos movimentos, porém, Dandara teve dificuldades em manter o pavilhão bem evidenciado.

Harmonia

Cabine 1: A Harmonia da Tuiuti oscilou, as primeiras alas estavam cantando muito bem, o que não seguiu para as alas finais, o carro de som fez seu papel, porém, nota-se excesso de “cacos” por parte do intérprete.

Cabine 2:  Harmonia da escola mostrou que sabe o terreno que pisa. Tudo dentro do combinado.

Cabine 3: Wander Pires mostrou que não tem o seu nome na história do Carnaval À toa. Fez uma bela interpretação do samba e ajudou o mesmo a crescer na avenida. O carro de som esteve em sintonia com a bateria e o chão da escola cantou bem.

Enredo

Cabine 1: Um enredo simples e bem contado. O senão se dá um excesso de setores da Índia que não era muito citado no samba.

Cabine 2: Enredo foi bem representado na avenida. Mas tiveram momentos um pouco confusos na parte final, mas de maneira em geral foi bem desenvolvido.

Cabine 3: Mogangueiro da cara preta. A Escola traz a história dos búfalos da Ilha de Marajó. Com belo conjunto de Alegorias e fantasias, além de bom samba, a Tuiuti apresentou o enredo de forma clara para o público.

Evolução

Cabine 1: A evolução seguiu correta e com a comunidade movimentando-se muito bem. O problema foi na entrada da última alegoria, está que teve dificuldades para entrar e fez um clarão na frente deste setor.

Cabine 2: Evolução da escola oscilou um pouco na metade do desfile. Ouve uma pequena parada na evolução, mas o ritmo foi retomado.

Cabine 3: A escola não demonstrou buracos e nem correrias. Manteve ritmo constante e evoluiu sem grandes problemas.

Samba

Cabine 1: Com uma letra dentro do enredo e melodia boa para o cortejo o samba rendeu um bom desfile.

Cabine 2: O belo samba da Paraíso do Tuiuti mostrou musculatura na avenida e segurou bem o canto da escola. Wander em grande forma, segurou até nos momentos que o samba deu uma caída .

Cabine 3: O samba esteve dentro do enredo e ajudou na compreensão do mesmo. Com bom trabalho do carro de som e bateria, ganhou o público logo no início, mas a partir dos 48minutos de apresentação começou a perder força e só retomou na apresentação da bateria. Assim, pode-se dizer que funcionou em partes.

Fantasias

Cabine 1: Com fantasias bem acabadas e dentro do enredo, os carnavalescos tiveram capricho e esmero. A utilização das cores e dos materiais foi ponto ápice.

Cabine 2: Fantasias da professora Rosa Magalhães é a coisa que mais fica evidente na escola. A professora deu uma aula de bom gosto.

Cabine 3: As fantasias não estavam luxuosas, mas estavam com bons acabamentos e beleza. Além disso, ajudou a contar o enredo de forma clara.

Alegorias

Cabine 1: Bom acabamento, porém via-se diferenças grandes entre alegorias, a alegoria 3 por exemplo, teve um acabamento melhor que as demais. A utilização de pouca finalização nos carros também era notada.

Cabine 2: Alegorias grandes para o padrão da Rosa, mas nem por isso ela saiu de sua
característica. Um acabamento caprichado.

Cabine 3: As alegorias estavam belas, mas com alguns pequenos problemas de acabamento. No entanto, Destaque para o terceiro carro “o mogangueiro correu para o igarapé”, que levantou o público no setor 10.

Portela

Comissão de Frente

Cabine 1: “Como tudo Começou” era o que representou a comissão de frente, Léo Senna e Kelly Siqueira coreografaram os integrantes que apresentava de forma poética os momentos de inspiração de Paulo, Caetano e Rufino à criação da Portela. Um olhar moderno é muito feliz na apresentação, passos bem sincronizados e utilização do elemento cenográfico de forma perfeita. Ápice quando Paulo sobe na “mesa” e ela transforma em Águia.

Cabine 2: Comissão de frente veio representado uma romantização da fundação entra Paulo, Caetano e Rufino. Elementos virem com uma roupa tradicional de comissão de frente, antes de teatralização do quesito e o momento de ápice é o nascimento da água em êxtase. Pouco morna.

Cabine 3: Senna e Kelly Siqueira. Simbolizam os momentos de inspiração de Paulo e os fundadores da escola. Com dança-teatro precisa, a comissão apresentou com maestria seu objetivo. Além disso, a comissão arrancou aplausos do público ao revelar o voo da águia.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Trajando “A nobreza que desfila” Marlon Lamar e Lucinha Nobre, com uma indumentária e bailado perfeito. Em sua apresentação os rodopios foram bem executados, ponto muito belo para o momento da girafa 360 da bandeira.

Cabine 2: O casal Marlon e Lucinha Nobre apresentaram bastante dificuldades na apresentação. A porta bandeira se dividiu em dançar e segurar seu adereço da cabeça.

Cabine 3: Marlon Lamar e Lucinha Nobre. Representam a Portela enquanto a Majestade do Samba. O experiente casal fez uma apresentação segura e utilizou bem todo o espaço destinado para eles. Fora isso, tiveram boas trocas de olhares e movimentos sincronizados. Todavia, Lucinha chegou na cabine 3 sem a parte da cabeça de sua roupa.

Harmonia

Cabine 1: A Harmonia da Portela foi positiva ao longo do desfile, porém, como ficou um clarão na frente à harmonia ficou prejudicada. As alas finais também não executaram o bom canto como as iniciais.

Cabine 2: Harmonia teve momentos bons, até acontecer um problema no terceiro carro
da escola.

Cabine 3: Gilsinho liderou o carro de som da Azul e Branca muito bem, no entanto, ao longo do desfile o canto da escola caiu. Talvez, reflexo da preocupação do público com os problemas apresentados na evolução.

Enredo

Cabine 1:. O enredo se torna de difícil entendimento sem linha cronológica ou qualquer forma de visão. Não tem claro um fio condutor para apresentar o centenário da Portela.

Cabine 2: Um enredo de fácil assimilação. O conjunto proposto passou o recado.

Cabine 3: “O azul que vem do infinito”. Traz a trajetória centenária da Portela. Trazer 100 anos de samba para avenida não é tarefa fácil, porém, a escola conseguiu apresentar o enredo de forma clara.

Evolução

Cabine 1: Evolução problemática, com um clarão se mais de um setor na frente da segunda alegoria. Problemas também de clarão, mas bem menor na penúltima alegoria.

Cabine 2: Evolução prejudicada por um acidente na pista. Com intuito de segurar a escola, os componentes apreensivos já não cantavam mais, e pararam sua evolução.

Cabine 3: A Portela demonstrou problemas no quesito. Não mostrou buraco na cabine 3, mas passou muita lentidão.

Samba

Cabine 1: O samba rendeu bem, porém com uma letra não inspirada.

Cabine 2: o samba passou melhor do que se imaginava no pré-carnaval, mas não empolgou o pessoal além dos primeiros minutos.

Cabine 3: O samba esteve no Enredo e ajudou a conta-lo. No entanto, começou a cair cerca do minuto 41.

Fantasias

Cabine 1: Fantasias bem acabadas, porém com alguns problemas ao passar na avenida.

Cabine 2: Boas fantasias do casal Lage. O conjunto fez um belo impacto visual.

Cabine 3: As fantasias ajudaram a contar o enredo de forma bem esclarecida, todavia, algumas apresentaram problemas de acabamento, como por exemplo, a ala das Baianas.

Alegorias

Cabine 1: Alegorias simples, com problema de acabamento no abre-alas e no tripé “Lendas e Mistérios da Amazônia! ”. Problema também na iluminação da quarta alegoria. Ressalto também a volumetria das alegorias, não estavam coesas, olá última alegoria por exemplo, estava limpa, mas com uma estrutura diferente das demais.

Cabine 2: Alegorias com composições esteticamente e visualmente melhores que dos últimos anos. O problema da terceira alegoria “Carnaval da Guerra” empacou na frisa
do setor 3 e foi preciso muito esforço para andar. Os tripés foram o ponto baixo.

Cabine 3: As alegorias foram belas e também ajudaram no entendimento do samba. Porém, apresentaram alguns problemas.

Vila Isabel

Comissão de Frente: Cabine 1: Alex Neoral e Márcio Jahú trouxeram para o sambódromo uma comissão de frente representando o êxtase, com uma dança muito sincronizada e fantasias perfeita a comissão apresentou o enredo, saldou a Sapucaí e ainda fez um belo espetáculo.

Cabine 2: Comissão de frente representou o Deus Baco e elementos de ninfas representando o nascimento da festa. Muito espetáculo em efeitos especiais, até o ápice
do rei momo nascendo no tripé. Boa apresentação.

Cabine 3: Montada por Alex Neoral e Márcio Jahú. A comissão trouxe uma apresentação com roupas lindíssimas e bem acabadas. Fez uma boa síntese do enredo.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas em sua fantasia que representava o “Reinado do Desgoverno”, com uma troca de roupa sincronizada, o casal ainda conseguiu dar um show de sincronia e rodopios, o mestre-sala parecia inspirado e flutuando na avenida, a garra, cumplicidade e emoção do casal foi transferida para o público. O pavilhão estava a todo momento desfraldado com uma excelente atuação dos dois.

Cabine 2: O casal Marcinho e Cristiane teve uma apresentação insegura. Talvez por ter que participar da teatralização da troca de roupas.

Cabine 3: Marcinho Siqueira e Cristiane Caldas. Apresentação bela e arriscada. O casal esteve o tempo inteiro mantendo bom contato visual e aproveitou bastante o espaço destinado ao bailado. Além disso, Cristiane teve dificuldades em defender o pavilhão do vento.

Harmonia: Cabine 1: Harmonia impecável. Canto perfeito com um carro de som também perfeito, condução do intérprete foi genial.

Cabine 2: Harmonia forte da escola passou de uma maneira tranquila pelo módulo.

Cabine 3: intérprete Tinga interpretou bem um samba dentro só enredo e que funcionou na avenida.

Enredo

Cabine 1: Contado com maestria e de forma simples, era possível notar o significado de cada ala e alegoria que passava.

Cabine 2: Fazendo do desfile uma celebração, a Vila começou seu enredo ficando nas festas da era antiga do deus dionisíaco até as festas populares do Brasil e do mundo. Até a morte foi uma celebração.

Cabine 3: intérprete Tinga interpretou bem um samba dentro só enredo e que funcionou na avenida.

Evolução

Cabine 1: Sem nenhum problema de componente parado, pelo contrário, o componente vibrou e brincou como nunca. O único “se” na evolução foi da última alegoria que nesse módulo deixou um clarão na frente dela por estar mais devagar que o cortejo.

Cabine 2: Evolução da escola é uma característica do povo de Noel. Mesmo não tendo o samba com o forte, a escola cantou na avenida.

Cabine 3: A Vila evoluiu sem problemas e terminou o desfile em 1:10:01.

Samba:

Cabine 1: Dentro do enredo, com letra objetiva e clara! Já a melodia para cima proporcionou um alegre desfile.

Cabine 2: O samba, que não era muito bem visto no pré-carnaval, cumpriu seu papel dentro da proposta. Funcionou para o desfile.

Cabine 3: O samba esteve dentro do enredo, ajudou no entendimento do mesmo e
pegou na arquibancada.

Fantasias

Cabine 1: Com fantasias dentro do enredo e de excelente qualidade, luxo e bom gosto.

Cabine 2: Conjunto de fantasias muito bem elaborado. Escola estava toda de acordo com o enredo.

Cabine 3: Fantasias caprichadas, com muito colorido e bom acabamento.

Alegorias

Cabine 1: A escola um conjunto impecável de alegorias que interagiu com público a todo momento, além de ser de fácil leitura para o público presente.

Cabine 2: Alegorias estavam muito bonitas e fugiram um pouco de apenas ser figuras humanas, característica do Paulo Barros. Destaque para o carro de São Jorge que parecia vivo na avenida.

Cabine 3: As alegorias estavam lindíssimas, luxuosas e auxiliaram muito bem na compreensão do enredo.

Imperatriz

Comissão de Frente: Cabine 1: Cenas da vida de lampião e seu bando, Marcelo Misailidis trouxe seus componentes contando a história que era o próprio enredo, utilizando bastante o elemento cenográfico, cada ato uma parte do enredo.

Cabine 2: A comissão de frente fez uma apresentação de todo o enredo no quesito. Do lampião lúdico que com seus capangas vai do céu ao inferno e tem lá seu até de celebração. Não teve nenhum ápice, foi protocolar.

Cabine 3: Comandada por Marcelo Misalidis fez uma belíssima apresentação. Com ajuda de um elemento cênico que enriqueceu o espetáculo, a comissão de frente mostrou cenas da vida de Lampião e seu grupo. Foi interessante de ver o trabalho apresentando cenas lúdicos também.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Phelipe Lemos e Rafaela Theodoro vieram de Lampião e Maria Bonita com uma indumentária bem acabada e de bom gosto. Fizeram uma dança firme e bem feita, com rodopios bem executados.

Cabine 2: O casal Phelipe e Rafaela deve problemas no passo da dança e no vento que não colaborou, mais uma vez, os casais que passaram pelo módulo. Houve um momento que o mestre-sala foi enganado pelo vento ao pegar a bandeira.

Cabine 3: Phelipe Lemos e Raphaela Theodoro tiveram dificuldades com o vento que fazia na cabine 3 em sua apresentação. Porém, estavam bem conectados e vestidos lindamente.

Harmonia

Cabine 1: A escola cantou bem o samba sem deixar cair o andamento.

Cabine 2: Harmonia da escola foi competente, como sempre.

Cabine 3: O carro de som se mostrou entrosado com a bateria e chão da escola.

Enredo

Cabine 1: Enredo claro, contado através do cortejo que passava.

Cabine 2: Enredo muito acessível e bem distribuído na avenida. Foi um conjunto de fácil assimilação.

Cabine 3: A Imperatriz levou o universo dos cordéis e mostrou o conto sobre a chegada de Virgulino ao céu e inferno. Com fantasias, Alegorias e alas bem caprichadas, a Escola apresentou um enredo de boa compreensão.

Evolução

Cabine 1: Evolução sem erros, tranquila e sem clarões. Escola dançando alegre e bem.

Cabine 2: A evolução poderia ser um pouco mais lenta, brincar mais na avenida. A escola pareceu mais rápida que o normal, mas nada que comprometesse.

Cabine 3: A verde e branca evoluiu bem e não teve grandes questões além de um problema com o abre alas que parou após o último módulo, mas rapidamente a equipe de puxadores chegou ao local e fez o carro andar. Dessa forma, a evolução seguiu bem.

Samba

Cabine 1: O samba enredo contou claramente o enredo em sua letra e impulsionou o componente a fazer um desfile correto.

Cabine 2: O samba poderia ter um desempenho melhor. Pitty Meneses teve sua estreia na escola em grande estilo, mas o samba derrubou um pouco seu desempenho.

Cabine 3: O Samba tem letra dentro do enredo e ajuda no entendimento do mesmo, porém, não funcionou tão bem na venda. Após começo de desfile forte, ele foi caindo até as arquibancadas se calarem.

Fantasias

Cabine 1: Com uma estética de cores variadas e bem utilizadas, fantasias de bom gosto e com um excelente acabamento.

Cabine 2: Fantasias muito bem elaboradas pelo carnavalesco Leandro Vieira. Desenhos do barroco ao sertão nordestino. O conjunto agradou.

Cabine 3: As fantasias da escola estavam belas, com bom acabamento e dentro só enredo.

Alegorias

Cabine 1: Alegoria com excelentes acabamentos e uma volumetria interessante, além de utilizar tons que ficou prazeroso de se ver.

Cabine 2: Alegorias muito bem acabadas e caprichadas, como é de costume. O ponto negativo foi o abre-alas, que merecia um pouco mais de capricho.

Cabine 3: As alegorias ajudaram a contar o enredo da escola

Beija-Flor

Comissão de Frente

Cabine 1: Jorge Teixeira e Saulo Finelon coreografaram a comissão que encenava a trajetória do povo que fez história e a escola não contou. Com uma apresentação excelente, com jogo de luzes, passos bem-feitos e um final excelente. Porém, ficou-se muito tempo na execução dos passos da “indecência que a escola contou” é muito pouco tempo da “independência do enredo”, sendo rápido e só na surpresa final.

Cabine 2: Comissão encena à revolução do povo brasileiro em guerras por soberania popular. O conjunto coreográfico estava bem marcado e com uma composição cênica forte no tripé com imagens reproduzidas no topo do carro. Faltou um toque de explosão na cena final.

Cabine 3: Jorge Texeira e Saulo montaram uma comissão de frente bem coreografada e que contou com o suporte de um elemento cênico que ajudou a contar a história. Na verdade, o elemento cênico foi destaque da apresentação. Com o apagar das luzes da Sapucaí o elemento ganhava uma projeção com mensagens de protesto contra a morte de pessoas não brancas no Brasil e frases de protesto a liberdade de expressão.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Selminha Sorriso e Claudinho vieram de Encantamento Caboclo, com uma fantasia de muito requinte. Porém, a dança não teve grandes rodopios, ficando com muito jogo de braços e coreografia. Também, em um determinado momento, faltou sincronia do casal.

Cabine 2: O experiente casal Claudinho e Selminha Sorriso mostraram competência na evolução. O vento, mais uma vez, dificultou a evolução, mas o casal soube segurar o rojão da dança.

Cabine 3: Segundo o roteiro do desfile, Claudinho e Selminha Sorriso deveriam personificar caboclos, no entanto, não ficou fácil a compreensão disso para o público. As roupas eram eslumbrantes, entretanto, o bailado não pareceu ter inspiração indígena.

Harmonia

Cabine 1: O canto da escola estava perfeito, cantando aguerrido. O excesso de “caco” pode ter tornado menos harmônico o desfile.

Cabine 2: Harmonia da Beija-Flor da aula de como passar na avenida. Mais uma vez a comunidade passou pela avenida com sua peculiar força de chão.

Cabine 3: O carro de som começou bem e entrosado com a bateria e chão da escola. No entanto, com muitos cacos colocados pelo carro, a escola viu o samba cair.

Enredo

Cabine 1: O enredo estava claro e bem contado.

Cabine 2: O enredo que já virou tradição na escola, a beija-flor trouxe para seu desfile uma composição bem compreendida nos quesitos.

Cabine 3: O carro de som começou bem e entrosado com a bateria e chão da escola. No entanto, com muitos cacos colocados pelo carro, a escola viu o samba cair.

Evolução

Cabine 1: A evolução da Beija-Flor foi correta, com os componentes desfilando soltos e sem nenhum clarão na frente desta cabine.

Cabine 2: Considerada uma máquina de desfilar, a comunidade de Nilópolis não faltou a escola. Bela apresentação.

Cabine 3: Mesmo com problemas em alegorias antes do desfile, a escola não teve grandes problemas com a evolução e fechou o desfile em confortável tempo de 1:07.

Samba

Cabine 1: O samba com letra dentro do enredo e melodia que fez um bom desfile.

Cabine 2: Um samba aclamado no pré-carnaval, a escola parece não ter conseguido transmitir isso para o público. Mas para a própria escola, funcionou entre seus componentes.

Cabine 3: a letra do samba estava dentro do enredo, no entanto, depois de começo forte, caiu de rendimento na arquibancada.

Fantasias

Cabine 1: Fantasias bem acabadas e dentro do enredo. Porém, as fantasias dos últimos setores ficaram aquém. Uma mistura de cores, uma poluição visual.

Cabine 2: Com um começo forte e vigoroso no quesito, a escola deixou a desejar nas fantasias para o final do seu desfile.

Cabine 3: Fantasias belas e ajudando a contar o enredo.

Alegorias

Cabine 1: Problemas na alegoria número 2, na parte do destaque central estava aparecendo ferragem e focos de cinzas, assim como um destaque sem “chapéu”. Na segunda alegoria o telão mostrava as pessoas brincando na Sapucaí, não ficou muito claro a proposta por estar em uma alegoria denominada “Chumbo da Autocracia”, nessa mesma alegoria é possível ver problemas de acabamento no “corpo do dragão”.

Cabine 2: Com alegorias fortes e imponentes, a escola sofreu com acabamento de algumas delas durante o desfile. O segundo carro tinha ferros aparentes no queijo e um destaque sem chapéu.

Cabine 3: Alegorias ajudaram a contar o enredo, mas apresentaram problemas de acabamento e o segundo chassi do abre alas pegou fogo ainda antes do desfile. Desse modo, passou na cabine 3 apagado e com defeitos de acabamento.

Viradouro

Comissão de frente

Cabine 1: “Eis a Flor do seu altar”, a comissão da Viradouro que tem como coreógrafos Rodrigo Neri e Priscilla Mota trouxeram a visão profética da menina Rosa Courá, com ajuda de um elemento cenográfico o elenco fez uma dança sincronizada e contando todo o enredo de forma clara.

Cabine 2: Comissão da Viradouro mostrou uma evolução da menina Rosa Courá e passeou por diversas fazer da vida da homenageada do enredo. Com como encenação no tripé da Rosa Maria, com ventania de rosas foi o ponto alto.

Cabine 3: O casal segredo fez mágica com a comissão de frente da Viradouro e apresentou excelente síntese do enredo apresentado pela escola.

Mestre-Sala e Porta-Bandeira

Cabine 1: Julinho Nascimento e Rute Alves vieram de “O Reino Místico das Lagos de Uidá!” com uma fantasia de bom gosto e bem acabada. Ponto positivo para o bailado do casal, muito sincronizado e com passos.

Cabine 2: O casal Julinho e Rute fez uma apresentação impecável no módulo. Sem nenhum erro de passo ou receio. Fez uma dança bem valente.

Cabine 3: Com muita troca de olhares e sintonia, se mostraram seguros e com movimentos bem sincronizados. Estavam vestidos com roupas luxuosas e de excelente acabamento. Fora isso, defenderam bem o pavilhão mesmo precisando lidar com vento.

Harmonia

Cabine 1: A escola cantou muito bem, com um excelente carro de som.

Cabine 2: Harmonia da escola passeou na avenida, sem tirar nem por. Belíssimo.

Cabine 3: Carro de som e bateria mostraram belo entrosamento e contagiaram o chão
da escola.

Enredo

Cabine 1: Enredo muito bem desenvolvido em suas alas e alegorias, bem contado de forma clara e objetiva para o público.

Cabine 2: Um enredo que poderia parecer pesado, não foi o que aconteceu. A escola deu seu recado e não deixou nada a desejar no que um desfile propõe. Foi um entendimento perfeito na avenida.

Cabine 3: Rosa Maria Egipíaca. A escola apresentou a história da primeira autora preta do Brasil. Com Alegorias, fantasias e samba Impecáveis, a escola fez excelente trabalho mostrando o enredo de forma clara.

Evolução

Cabine 1: Perfeita, com os componentes soltos sem fazer nenhum clarão na pista.

Cabine 2: A comunidade de Niterói foi perfeita na passagem da escola. Com um canto forte e vibrante, a Viradouro passou muito bem no quesito.

Cabine 3: Uma aula de evolução. Sem erros, a escola desfilou em ritmo constante e tranquilo do começo ao fim. Os componentes passaram pela cabine 3 se divertindo bastante. Não obstante, a escola fechou o desfile no confortável tempo de 1:07:05.

Samba

Cabine 1: Contando o enredo e de melodia agradável o samba fez bem seu papel.

Cabine 2: Um samba que gerou desconfiança no pré-carnaval, o carro de som comandado por Zé Paulo passou de uma maneira muito agradável e em nenhum momento o andamento caiu.

Cabine 3: O samba se mostrou dentro do enredo e ajudou a contar sua história. Com
bom trabalho do carro de som, ele cresceu e funcionou bem na avenida.

Fantasias

Cabine 1: Requinte e esmero, dando bom efeito visual e com perfeição de detalhes, contando de forma clara o seu significado.

Cabine 2: Fantasias de muito bom gosto e transformou um conjunto estético na avenida
muito eficaz.

Cabine 3: Fantasias luxuosas, de excelente acabamento e bom gosto. Além disso, ajudaram no enredo ficando bem fáceis de entendimento.

Alegorias

Cabine 1: As alegorias estavam com acabamentos perfeitos, muito luxuosas e de bom gosto, utilizou de subterfúgios novos como ilusão de ótica.

Cabine 2: Alegorias de muito bom gosto, na medida. Com bastante brilho e com
acabamentos bem resolvidos, a escola fez muito bonito no quesito.

Cabine 3: As alegorias da escola foram impecáveis também. Lindas, com excelentes
acabamentos e beleza, tinha boa volumetria e auxiliaram no enredo