No Paraíso do Tuiuti já virou tradição promover passistas em musas, e até em rainha ou princesa de bateria. Para a próxima temporada, o destino não será diferente para Ana Clara Barcelos, de 19 anos. A jovem desfila na azul e amarelo desde os 12 e foi alçada ao posto na última feijoada da escola. Ou seja, na próxima temporada, ela irá se destacar à frente de uma alegoria no desfile.
Foto: Divulgação
“Para nós, passistas, estar aqui no Tuiuti é a certeza de que seremos reconhecidos pela nossa arte e pela nossa dança. Estou muito feliz com essa oportunidade dada pelo nosso presidente Renato Thor. Ele e toda a comunidade podem ter certeza de que iremos caminhar juntos para engrandecer ainda mais o espetáculo”, afirma a nova musa.
Ana Clara é moradora de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, e atua como dançarina e maquiadora.
Em 2024, o Tuiuti vai desfilar com o enredo “Glória ao Almirante Negro!”, que será desenvolvido pelo carnavalesco Jack Vasconcelos, homenageando a vida e história de João Cândido, marinheiro brasileiro que se empenhou na luta contra os maus-tratos, a má alimentação e as chibatas sofridas pelos colegas.
Martelo batido! A Vila Isabel vai reeditar o samba-enredo “Gbala – Viagem ao templo da criação”, desenvolvido em 1993. A obra é de Martinho da Vila. O enredo é de Oswaldo Jardim (faleceu em 2003) e terá uma releitura feita por Paulo Barros.
“Estamos muito felizes em levar novamente ‘Gbalá’ à Sapucaí! Isso é, acima de tudo, um grande presente à comunidade da Vila Isabel, que tem um carinho enorme por esse samba e pelo enredo, que permanece atual, dentro do contexto em que vivemos. Além disso, é uma homenagem aos profissionais que defenderam as cores do nosso pavilhão em 1993 e imortalizaram esse desfile”, destaca o presidente Luizinho Guimarães.
Foto: Reprodução de vídeo
A azul e branco preparou um vídeo especial para apresentar o enredo que será novamente desenvolvido no Carnaval 2024. Martinho da Vila narra detalhes do enredo. As entrevistas foram feitas com Olício Alves dos Santos (presidente em 1993), Cristiano Moratto (assistente de Oswaldo Jardim), Carlinhos Brilhante (mestre-sala do desfile de 1993), Ana Beatriz Genuncio (rainha de bateria em 1993), os filhos de Martinho (Mart´nália, Pinduca e Analimar) e Gera (intérprete principal).
No desfile de 1993, a Vila Isabel enfrentou muita chuva na Avenida. A escola terminou na oitava colocação. O samba-enredo ficou para sempre na memória dos torcedores e sambistas apaixonados por carnaval. Agora, a missão de conduzir a obra está com o intérprete Tinga.
Logo do enredo da Vila Isabel para o Carnaval 2024
Confira a carta aberta da Vila Isabel aos torcedores
Para o ano de 2024, levaremos para a avenida “Gbalá – Viagem ao Templo da Criação”, reeditando o enredo do nosso desfile de 1993, do saudoso carnavalesco Oswaldo Jardim. Partindo de uma narrativa fictícia, criada à época, utilizando a cultura Yorubá como base criativa, não só prestaremos uma homenagem ao artista como também visitaremos nosso baú de memórias, propondo uma reflexão sobre nosso planeta, as mazelas que os humanos fazem à Terra e a possibilidade de nos salvarmos através das crianças e sua candura.
Em nosso enredo, o mundo em que vivemos se encontra corrompido de seus propósitos iniciais, tendo o homem se perdido de sua missão inicial, designada por Oxalá: ajudar a cuidar e manter o planeta Terra em plena harmonia. Tomado pela ganância, a humanidade envenenou o planeta fazendo, assim, com que o seu criador também adoecesse. A única alternativa para salvá-lo seria levar crianças, de todo o mundo, ao Templo da Criação para que, conhecendo o mundo tal qual foi concebido, curassem Oxalá dos males e salvassem a humanidade.
Ao chegarem, conheceram a criação do mundo, as profundezas do mar, o esplendor e colorido da natureza e logo aprenderam como o planeta se estabeleceu. Viram, também, a criação do homem e o corpo humano além de sua materialidade, observando suas diferentes formas, usos e relações culturais. Enxergaram sobre a evolução, aprendendo sobre os avanços que deveriam ser usados para que a vida humana tenha o sentido da bondade, paz e amor. Ao fim, rebatizadas nas sete águas sagradas, aprenderam o mais importante dos valores, aquele que carregavam dentro de si: a esperança! Voltaram da sua jornada carregando a certeza de que nelas reside a possibilidade de salvar nosso mundo e o caminho para um lugar melhor.
O mundo precisa de mudanças e a “criança é esperança de Oxalá” para que a humanidade se salve de sua própria ganância. Gbalá! Resgatar! Salvar! Avante, Vila Isabel!
A quadra da Imperatriz Leopoldinense recebe no dia 7 de maio, a partir das 13h, a feijoada de premiação do Estrela do Carnaval 2023, oferecido pelo site CARNAVALESCO aos melhores do Grupo Especial. Será a 16ª edição. Por isso, abrimos uma votação popular para definirmos os melhores dos 15 anos. * SAIBA AQUI COMO COMPRAR INGRESSO
Está concorrendo quem já foi premiado de 2008 até 2023. O resultado vamos divulgar no dia da festa na Imperatriz. O votação termina no dia 4 de maio. São as seguintes categorias: Desfile dos 15 anos, Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira dos 15 anos, Bateria dos 15 anos, Samba-Enredo dos 15 anos, Comissão de Frente dos 15 anos e Intérpete dos 15 anos. Vote abaixo.
A União de Maricá segue se reforçando para sua estreia na Marquês de Sapucaí. Diretor de carnaval da Mangueira, no Grupo Especial, Junior Cabeça assume o comando da direção de harmonia da escola maricaense visando o desfile da Série Ouro. Ele fecha o ciclo de contratações e renovações da agremiação para 2024.
Foto: Jaylton Pimentel/Divulgação
Com grande experiência no carnaval carioca, Junior Cabeça foi por anos o responsável pela direção de carnaval da Porto da Pedra. O profissional também integrou os Departamentos de Carnaval de escolas como Paraíso do Tuiuti, União da Ilha, Vila Isabel e Viradouro. Animado, ele agradece o convite e espera um grande trabalho na União de Maricá:
“Estou muito feliz com o convite da diretoria da União de Maricá. Estou chegando para somar neste grande projeto. A escola tem nomes consagrados no carnaval e tem tudo para estrear com tudo na Marquês de Sapucaí. Tenho certeza que faremos um desfile inesquecível”, destaca.
Além de Junior Cabeça, a União de Maricá contratou o carnavalesco André Rodrigues, o diretor de carnaval Wilsinho Alves, o coreógrafo Patrick Carvalho, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Fabrício Pires e Giovanna Justo e o intérprete Nino do Milênio, que vai dividir o microfone oficial com Matheus Gaúcho. Entre os renovados, estão o diretor artístico Renato Figueiredo, a coordenadora da ala de passistas Kellyn Rosa e o mestre de bateria Paulinho Steves.
Responsável pela nota máximo nos quesitos que defendeu no carnaval de 2023, o carnavalesco Tarcísio Zanon segue na Viradouro para 2024. Com a missão de desenvolver o enredo “Arroboboi, Dangbé”, Zanon terá a missão de apresentar ao grande público, segundo ele, uma África diferente das que já foram retratadas na Sapucaí.
Carnavalesco Tarcisio Zanon. Foto: Gabriel Gomes/Site CARNAVALESCO
“Esse enredo tem a missão de trazer uma África diferente, que pouco foi retratada na avenida, tratando da religiosidade vodu mais especificamente. O enredo tem essa missão de desdemonizar essa religião, de desdemonizar a figura da serpente, justamente porque a gente sempre quando fala vodu, tem a imagem daqueles bonecos furados, que na verdade não são para o mal e sim para cura. Nós aprendemos lá no terreiro de Bogum, com o primeiro ogã da casa, que a palavra vodun significa ‘tudo de bom para você’. Nós temos essa missão de transformar as pessoas e trazer um novo olhar para essa religião e para essa divindade, que é a serpente adorada por esses povos, assim como em outros povos, outros animais são adorados”, contou.
A ideia do enredo da Viradouro para o carnaval de 2024 surgiu ainda durante a pesquisa da obra de Rosa Maria Egipcíaca, enredo da escola no último carnaval. O carnavalesco Tarcísio Zanon revelou que foi apresentado a história ao pesquisar sobre a religiosidade da homenageada no carnaval de 2023.
“A ideia do enredo nasce intuitiva com uma pesquisa que estava fazendo sobre o acotundá, que era a religiosidade de Rosa no Daomé, com um livro do Aldair Rodrigues e do Moacir Maia (“Sacerdotisas voduns e rainhas do Rosário”), de Minas Gerais, que traz as sacerdotisas voduns e me dá inspiração para pesquisar esse assunto. Nós fomos à Bahia, conhecemos o terreiro de Bogum, um terreiro centenário, trazido por Ludovina e a partir daí, começamos a desenvolver esse enredo”, disse.
Além da história de Dagbé, o enredo da Viradouro também abordará a saga de Ludovina, africana que parte rumo ao Brasil em uma missão espiritual. A história foi apresentada ao carnavalesco da Viradouro, Tarcísio Zanon, durante sua viagem à Bahia.
“A figura da Ludovina, que eu não conhecia, uma mulher para época, conhecida como de partido alto, que veio para cá com uma missão espiritual de abrir três casas e veio como uma rainha também, consegue cumprir parte da sua missão, deixando para suas ancestrais outras partes. Uma mulher que veio com uma missão e conseguiu realizar, dentro de toda dificuldade. A sinopse vai revelar mais, porém é uma parte bem emocionante que descobrimos lá na Bahia”, revela Zanon.
Na tarde desta terça-feira a Estácio de Sá anunciou a contratação da porta-bandeira Thaís Romi. Ela fará par com o mestre-sala Feliciano Junior. Veja abaixo o comunicado da escola.
Foto: Divulgação/Estácio
“Thaís Romi chega ao berço do samba para ser o par de Feliciano Junior, formando o 1° Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira.
Thaís Romi possui uma linda trajetória nas coirmãs Acadêmicos de Vigário Geral, Paraíso do Tuiuti, Porto da Pedra, Acadêmicos do Cubango, Alegria da Zona Sul e Tradição.
Sinta-se em casa, a família Estaciana lhe deseja boas vindas”.
O mestre-sala comemorou a chegada da nova parceira. “Hoje oficialmente começamos um novo ciclo de trabalho, entrega e dedicação. Minha amiga e nova porta bandeira desejo que o Berço do samba te receba com todo carinho que você merece”.
Com sua quadra passando por reformas e melhorias, desde o começo desse mês, a Unidos do Porto da Pedra comemorou o Dia de São Jorge, distribuindo 200 quentinhas para moradores carentes da sua comunidade. As quentinhas foram preparadas e arrumadas na quadra da agremiação. A partir das 13h, componentes da harmonia do tigre saíram para a distribuição. A entrega foi realizada em diversas comunidades de São Gonçalo. Moradores em situação de rua também receberam as quentinhas.
Foto: Ana Victória/Divulgação Porto da Pedra
“Distribuímos cerca de 200 quentinhas de feijoada para alimentar os mais necessitados, e também para as pessoas que vivem nas ruas de São Gonçalo. Estamos desde cedo preparando os alimentos. Entregamos as feijoadas em algumas comunidades e nas ruas do Centro de nosso município”, disse Adiara Pereira, diretora do departamento feminino da Porto da Pedra.
Em breve, a quadra do tigre de São Gonçalo será reinaugurada com festa e apresentação de toda a equipe para o Carnaval 2024.
No próximo carnaval, a Unidos do Porto da Pedra levará para a avenida o enredo “Lunário Perpétuo: A Profética do Saber Popular”, desenvolvido pelo carnavalesco Mauro Quintaes e pelo enredista Diego Araújo.
Foi com a casa cheia e muito samba que a Unidos de Padre Miguel celebrou o seu padroeiro, São Jorge, na tarde do último domingo. Em seu primeiro evento após o vice-campeonato na Marquês de Sapucaí, a escola da Vila Vintém preparou uma linda festa para receber sua comunidade e personalidades do carnaval.
Foto: Diego Mendes/Divulgação UPM
A festa teve início às 13h e uma deliciosa feijoada foi servida ao público que também conferiu o som dos meninos do grupo PegaBlack e da bateria feminina, Batuk das Guerreiras, logo depois, a direção da escola apresentou ao público a equipe para 2024.
Com um discurso acalorado, a mais nova diretora de Carnaval, Lara Mara falou sobre o trabalho que fará em dupla com o pai, Cícero Costa.
“Estou muito feliz e confiante em nosso trabalho. Tem gente aí falando que eu sou muito nova e que não vou dar conta, mas vocês podem esperar o meu melhor e podem contar com o trabalho de uma mulher forte e determinada. Como diz o nosso samba, “Deixar de lutar, jamais”, e, com todo respeito às coirmãs, a Unidos de Padre Miguel vai para a briga em busca desse título. Aguardem a Unidos em 2024”, disse.
Após o discurso, a festa seguiu com um cortejo para o Santo Guerreiro. Logo depois, os segmentos do Boi Vermelho se apresentaram, embalados pela voz marcante do intérprete oficial Bruno Ribas, ao som dos ritmistas da bateria Guerreiros, de Mestre Dinho. Após o show da Unidos, foi a vez do Reizinho de Madureira apresentar todo seu elenco show, seguido da Unidos de Vila Isabel que encerrou a festa.
Além do elenco de peso das duas coirmãs convidadas, a festa contou com a presença de personalidades do mundo do samba, como o presidente da LigaRJ, Wallace Palhares e sua esposa, Amanda Rodrigues, o presidente da São Clemente, Renato Gomes, o Presidente da Unidos de Bangu, Leandro Augusto, o síndico da Sapucaí, Machine, Chiquinho, do Babado da Folia, os intérpretes Marquinhos Art’Samba, da Mangueira e Evandro Malandro, da Grande Rio, Sidclei Santos, do Salgueiro, além de representantes das coirmãs Mocidade, Sereno de Campo Grande, Arranco do Engenho de Dentro, Acadêmicos de Vigário Geral, Unidos da Ponte, entre outras.
O Jockey Clube Brasileiro, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro, abriu sua casa para homenagear o centenário da Portela. Todos os páreos do dia receberam nomes de personalidades, desfiles e alas da Majestade do Samba. O evento contou com a presença da diretoria e dos segmentos da escola. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, o presidente da comissão de corridas do Jockey, Luiz Eduardo Frias, explicou como aconteceu a parceria com a Portela. Segundo ele, essa união é positiva, pois pode trazer um público maior para as corridas de cavalo.
Dylan Machado, campeão dos prêmios “Contos de areia”, “Centenário da Portela” e “Clara Nunes”. Fotos: Augusto Werneck/Site CARNAVALESCO
“A parceria se deu de uma maneira muito simples: Elias Monteiro, um grande proprietário de cavalos, amigo nosso e portelense de raiz, pediu para nós fazermos uma homenagem aos 100 anos da Portela. Isso para nós é uma alegria imensa. O Jockey tem um interesse enorme em ter novos apostadores e frequentadores. Nós entendemos que isso aproxima o Jockey dos cidadãos”, explicou Luiz Eduardo.
Presidente da comissão de corridas do Jockey, Luiz Eduardo Frias
Júnior Escafura, vice-presidente da Portela, também teve um papel decisivo para a realização do evento. Turfista, admirador de corridas de cavalo, desde cedo, o dirigente exaltou a junção das duas instituições.
“O Jockey é um patrimônio do Rio de Janeiro. Têm muitos portelenses aqui no Jockey e turfistas, assim como eu. Desde a minha infância eu frequento o Jockey”, disse Escafura.
Júnior Escafura, vice-presidente da Portela
A noite iniciou com o prêmio “Lendas e Mistérios da Amazônia”, vencido pelo jóquei Matheus Aguiar, que estava montado no cavalo Laredo´s Gold. Logo em seguida, houve os prêmios “Contos de Areia” e “Centenário da Portela”, ambos vencidos por Dylan Machado, porém, com cavalos diferentes: Cape Good Hope e Kiki Especiale.
Matheus Aguiar, campeão do prêmio “Lendas e mistérios da Amazônia”
As corridas seguiram com o prêmio “Velha-Guarda da Portela”, conquistado por Wesley Xavier com a égua Princesa Heloísa. Depois, Dylan Machado voltou a vencer com o cavalo Dolarizado, no prêmio “Clara Nunes”. Por fim, Matheus Aguiar ganhou o prêmio “Paulinho da Viola” com o cavalo Taxlife. Ainda houve os páreos: “Marisa Monte”, “Diogo Nogueira” e “Um Defeito de Cor”.
Wesley Xavier, campeão do prêmio “Velha-guarda da Portela”
Décima colocada no último carnaval, a Portela está a todo vapor se preparando para 2024. A sinopse do enredo “Um Defeito de Cor”, baseado no livro homônimo de Ana Maria Gonçalves, já foi divulgada. Com isso, os compositores estão liberados para fazerem os sambas-enredo.
Segundo Fábio Pavão, presidente, e Júnior Escafura, vice-presidente, o método de disputa não mudou. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, os dirigentes deram detalhes do processo de escolha do samba.
Fábio Pavão, presidente da Portela
“A gente vai seguir o mesmo calendário do ano passado, com as mesmas regras. Qualquer ajuste que possa ser feito, vai depender do número de inscrições”, disse Escafura. “Os compositores já estão fazendo os sambas. Já tivemos a conversa com eles. Na semana que vem vai ter o primeiro ‘tira dúvidas’. Nós vamos dar três meses, que é tempo suficiente para sair bons sambas”, completou Fábio.
As atividades na quadra da Portela estão sempre cheias. Nesse fim de semana, terá a Fliportela, com foco na literatura. A feira terá a presença da própria Ana Maria Gonçalves. Além disso, uma biblioteca será inaugurada no próximo domingo, 30 de abril.
“Teremos mais uma edição da Fliportela, onde vamos discutir o nosso enredo. O departamento de cidadania teve a ideia de fazer a biblioteca, estamos inaugurando agora. Vai ser importante para atender os componentes da escola, a comunidade, as crianças do Filhos da Águia e adultos que queiram ler o livro ‘Defeito de Cor’”, comentou Fábio Pavão.
Luiz Antônio da Silva, membro da velha-guarda
Sempre presente onde a Majestade do Samba estiver, Luiz Antônio da Silva, membro da velha-guarda, exaltou a iniciativa da criação da biblioteca. “É uma iniciativa altamente positiva. Cultura ligada à literatura. Tudo isso é espetacular”, afirmou Luiz.