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Unidos da Tijuca renova com mestre Casagrande

A Unidos da Tijuca anunciou a renovação com mestre Casagrande para o desfile do ano que vem. Ele segue no comando da bateria “Pura Cadência”. Veja abaixo o comunicado da escola.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“Mestre Casagrande está confirmado a frente da bateria Pura Cadência para o Carnaval 2025. Luiz Calixto Monteiro iniciou a carreira no Carnaval como ritmista, em 1979. Na década de 1980, foi promovido a diretor de bateria da Unidos da Tijuca, tocando ao lado do lendário Mestre Marçal. Após anos atuando como diretor, Mestre Casagrande assumiu, em 2008, a regência da bateria “Pura Cadência” da Unidos da Tijuca. À frente da bateria tijucana ganhou diversos prêmios, como o Estandarte de Ouro de Melhor Bateria, em 2015. Casagrande é considerado um dos melhores mestres da atualidade, por seu desempenho primoroso na escola do Borel. No último Carnaval, a bateria conseguiu todas as notas máximas dos jurados”.

Nícolas Gonçalves acerta com Tucuruvi para fazer parceria com dupla de artistas da escola

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Além da renovação de Dione Leite e Yago Duarte, o Tucuruvi anunciou a chegada do carnavalesco Nícolas Gonçalves que estará na parceria com a dupla para o desfile de 2025. Veja abaixo o comunicado da escola.

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“Além dos nossos artistas renovados, hoje é dia de dar as boas vindas a Nicolas Gonçalves, que chega para reforçar o time de carnavalescos da nossa escola para 2025.

Nicolas estreou como carnavalesco na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, neste carnaval com a escola Arranco do Engenho de Dentro,e arrematou diversos prêmios de melhor enredo, além de novamente conquistar o Estandarte de Ouro na categoria Fernando Pamplona. Considerado a grande revelação do ano, conquistou também prêmios por tal feito pelo Sambanet, Estrela do Carnaval, Fala Galera/Carna Insta entre outros.

Também foi carnavalesco da escola Embaixada do Morro, a grande campeã da cidade de Guaratinguetá, conquistando 06 estandartes de ouro, além de ter sido desde 2022 assistente do carnavalesco na Unidos do Viradouro, a grande campeã neste carnaval do grupo especial carioca. Porém o jovem possui passagem como assistente dos carnavalescos durante o período de 2020 a 2022 na Vila Isabel e Unidos de Padre Miguel e foi também cenógrafo da Grande Rio e da Paraíso do Tuiuti. Seja bem vindo a Família do Zaca”.

Tucuruvi anuncia renovação de carnavalescos para o desfile de 2025

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O Tucuruvi anunciou nesta segunda-feira a renovação da dupla de carnavalescos, Dione Leite e Yago Duarte, para o desfile do ano que vem. Confira abaixo o comunicado da escola.

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“Dando sequência nas renovações do Time da Acadêmicos do Tucuruvi para 2025. Dione Leite e Yago Duarte – Carnavalescos. O gaúcho Dione Leite, já assina o carnaval da escola desde 2019, e o amazonense Yago Duarte, projetista desde 2019, se tornando carnavalesco da agremiação em 2023. A dupla continua firme e forte na escola da Cantareira em mais um grandioso carnaval que virá pela frente. Estamos juntos meninos”.

Elogiado e recomendado no passado por Laíla, Marquinho Marino fala da chegada na Beija-Flor: ‘sei do tamanho e magnitude’

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Considerado um dos melhores diretores de carnaval do Rio de Janeiro, Marquinho Marino chegou na Beija-Flor. Em entrevista especial para o site CARNAVALESCO, ele fala dos elogios e conselhos que recebeu no passado por Laíla, além de projetar o trabalho na escola de Nilópolis.

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Foto: Guilherme Campagnuci/CARNAVALESCO

Como foi esse convite da Beija-Flor?

“Foi uma honra. Decidi não manter o trabalho na Tijuca, praticamente meia hora depois, recebi a ligação do presidente Almir Reis fazendo o convite. Minha alegria foi tão grande que aceitei imeditamente. Tenho consciência o que significa a Beija-Flor. Não tinha como recusar e nem parar para pensar. Minha ficha ainda não caiu. Estou muito feliz”.

O que você sentiu quando disse sim para Beija-Flor?

“São tantas sensações. O primeiro é o tamanho e magnitude da Beija-Flor. Por si só é uma alegria e de grandeza imensurável. Ser a escola do Laíla só completa o amor que tenho pelo carnaval. Conheci o Laíla doce, muito diferente do que as pessoas conhecem, cada palavra que ele dava e conselho, me engradeceram muito. Estar na escola do mestre Laíla é chegar e tentar fazer pelo menos 1% do que ele fez. Ele é insubstituível. Se conseguir fazer 10% estarei realizado”.

Uma vez o Laila disse para nossa equipe ficar de olho em você que seria um dos melhores. Como isso mexe em você?

“O mestre Laíla me surpreendeu muitas vezes. Na apuração de 2018, a Mocidade estava liderando, palmo a palmo com a Beija-Flor, a escola em ‘Fantasias’ caiu para sexta colocação. Antes de subir no palco para pegar o troféu ele falou tanta coisa bonita para mim. Ele profetizou. Parece que foi ele que me conduziu para cá sabendo que ele seria o enredo. É uma energia que mexe muito comigo. Me pego chorando, emocionado, pensativo, aconteceu de ser convidado pela Beija-Flor, depois de tudo que ele fez e falou de mim, acho que ele deve estar feliz. Me ensinou tanto. Vamos ver se consigo fazer juz de tudo que falava de mim e me elogiava. Só o orgulho de estar aqui já me torna um vitorioso”.

O que esperar do processo de disputa de samba na Beija-Flor?

“O processo de disputa de samba ainda será conversado. A escola tem o modelo dela. Eu não tenho a pretensão de chegar e dizer que vou mudar. Não é assim que funciona. O processo pode ser trabalhado e estudado por todos. A opinião final é da presidência. Sendo em prol da escola qualquer processo vai dar certo e valer a pena”.

Como é trabalhar na escola preta, com comunidade tão forte e que tem símbolos pretos como presidente, cantor, casal e carnavalesco?

“Todos pretos. É um orgulho. A Beija-Flor tem áurea toda especial. Envolve as pessoas. É escola raiz, povão. Tenho total dimensão que a Beija-Flor pensa muito grande. Vim com esse espírito. Conheço a Beija-For, desfilei aqui. A escola não pensa em nada diferente que não seja título. Agora, o trabalho tem que ser feito com pé no chão. Para ganhar tem que fazer por merecer”.

Como aperfeiçoar o rolo compressor nilopolitano?

“É muita pretensão falar que vou aperfeiçoar o rolo compressor. É um trabalho que tem que dar muito carinho para comunidade e também cobrar. O aperfeiçoamento vem com os ensaios, a comunhão dos diretores de harmonia com os componentes, escolha de samba correta, a tendência é que a escola com esse chão e a educação na evolução e canto, é mais do que natural. O time de harmonia é de excelência. Os componentes sabem o que é desfilar pela Beija-Flor. Minha presença é contribuir. O trabalho é para multiplicar. Sem vaidade, vai refletir no componente e no dia do desfile”.

Mexe com você fazer escola que só pensa no título?

“A Beija-Flor nunca vai desfilar sem pensar no título. Tenho total clareza. Vou trabalhar em conjunto para escola ter condições. Diretor de carnaval não ganha sozinho o carnaval, mas ele perde sozinho. Se tiver soberba e não reconhecer suas limitações, ele vai sucumbir. A escola campeã tem um conjunto de pessoas fazendo bom trabalho. O bom resultado vem com o processo sendo bem feito. Ninguém ganha só com o nome. É fazer um bom trabalho, os componentes no mesmo caminho da diretoria, muita troca de experiência e união. Ninguém ganha ou perde de véspera. Tenho certeza que vamos brigar por título no próximo carnaval. Temos que ter muita sabedoria e pé no chão”.

O que prometer para o torcedor nilopolitano?

“Não gosto de trabalhar com promesssa. O que prometo é trabalhar muito. Ser parceiro dos companheiros. Fazer o máximo possível para poder todo mundo se entender e a engrenagem funcionar. Prometo carinho e ouvir bastante todos. Atender no que for possível ter condição. A promessa maior é lutar pela Beija-Flor. A entrega é automática”.

Podemos esperar mais ensaios da escola na Mirandela e também o ‘Encontro de Quilombos’?

“Os ensaios na Mirandela e ‘Encontro de Quilombos’ vão ser como a presidência determinar e conduzir. Sei que o torcedor e componente nilopolitano gosta. A tendência é sempre atender o pedido da comunidade. Quando for decidido estarei lá para fazer o melhor possível”.

Qual recado você falaria agora para o Laíla?

“Mestre, o que posso falar é que tudo que ensinou, ajudou e falou bem de mim, pode ter certeza que vou me doar 200%. Quando faltar conhecimento ou sabedoria, vou buscar em tudo que me falou. Trabalho pé no chão, humildade e bem homogêneo”.

Após sexto lugar, componentes da Vila Isabel estão de cabeça erguida, cientes dos décimos perdidos no casal e prometendo disputar o título em 2025

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A Vila Isabel terminou o Carnaval de 2024 em sexto lugar. A escola apostou na rredição de “Gbalá – Viagem ao templo da criação”. A Azul e Branco do bairro de Noel chegou a disputar o primeiro lugar no início da leitura das notas, porém com o passar dos quesitos ficou oscilando na tabela até o fim. o site CARNAVALESCO ouviu torcedores da escola sobre o desfile e o resultado.

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Breno Medeiros, de 20 anos, é harmonia da escola, e sentiu que o o resultado foi uma questão de superação para a escola em relação a 1993: “Porque na primeira apresentação de ‘Gbalá’, a escola foi muito prejudicada pela chuva, tivemos problemas com carros alegóricos e assim, eu acho que para toda a comunidade de Vila Isabel é um dever cumprido, porque foi o reencontro da escola consigo mesmo, sabe? Foi a união de gerações, na minha família, por exemplo, eu tive todas as pessoas desfilar no Gbalá original, desfilando conosco esse ano, e assim, é um sentimento maravilhoso, a gente espera conseguir transmitir isso novamente, com mais garra no sábado das campeãs”.

Ele continuou comentandon sobre as notas recebidas pela escola: “Para a gente agora é revisar, estudar as notas, estudar as justificativas e tentar melhorar. Mas eu tenho certeza que a Vila Isabel está se consolidando com a sua equipe, sabe? É uma equipe forte, uma equipe estruturada. Tanto que uma semana antes da apuração, a escola renovou com todos os seus quesitos. Isso mostra que a Vila Isabel está buscando se estruturar para quem sabe ano que vem ganhar o título de campeão”.

Nicolas Salema, de 30 anos, e integrante da bateria há sete, falou sobre a questão do casal de mestre-sala e porta-bandeira, um dos quesitos mais depontuados pelos jurados, além do retorno da Vila ao sábado das campeãs: “A gente sabe que a gente deu uma falta muito grande no mestre-sala e porta-bandeira. A gente tem que conquistar e preencher esse espaço. Não saímos derrotados, saímos em sexto, saímos entre as campeãs. Conseguimos o nosso espaço, com muita luta, com muito suor, independente de quem trabalha aqui, quem vem desfilando em qualquer área, sabe como que a gente lutou muito para conseguir. A gente trouxe um samba de Martinho da Vila, que é um samba de 1993, e que não seria fácil”.

Ele continuou falando sobre algumas das falhas que ocorreram com a fantasia do casal, mas mantendo a esperança para um campeonato no Carnaval de 2025: “Tivemos nossas falhas, tivemos, mas estamos aqui firme e forte. E ano que vem, vamos preencher esse espaço que deixamos, que no caso foi mestre-sala e porta-bandeira. Trouxemos um bom desfile, as crianças, que serão, sempre o futuro, sempre, aqui em qualquer lugar. E ano que vem, se trouxermos as crianças de novo, a gente vai ganhar. Mas a gente sabe que a Viradouro mereceu ganhar. Quem estava na Sapucaí viu o desfile lindo que fizeram, independente de qualquer coisa. Mas a gente, ano que vem, vai ser tudo nosso”.

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Por fim, ele falou novamemte sobre a questão das notas em quesitos depontuados, como harmonia: “É muito difícil. A gente conseguir trazer uma harmonia firme. A gente cobra isso, qualquer escola de samba cobra isso, a gente traz uma harmonia firme, a comunidade tal, mas chega na hora não é a mesma coisa. A harmonia é muito difícil. E quem trabalha na harmonia sabe muito bem disso, independente da escola”, finalizou.

Paloma Salles fez sua estreia como passista da Vila Isabel, e sentiu a montaha-russa que foi a apuração deste ano com a escola: “Primeiro que a Vila Isabel fez um desfile incrível. Eu como passista, meu primeiro ano com a Vila, foi incrível estar lá e realmente foi muita emoção. No começo a gente estava ali brigando pelo segundo, terceiro lugar, até pelo primeiro ali nos primeiros quesitos, depois desceu ali, a gente ficou triste e realmente foi muito emoção. A gente conseguiu esse sexto lugar, e foi muito emocionante, nós sabemos o trabalho que fizemos, viremos melhorando. Esses quesitos que não fomos tão bem para o próximo ano, mas assim só de voltar no sábado, voltar a desfilar, voltar a mostrar a alegria de Vila Isabel para todo mundo já vai ser maravilhoso”.

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Sobre as notas dos jurados, Paloma acredita que a escola foi bem em quesitos com pontos perdidos, lembrando a diferença entre a visão da comunidade e a visão do júri: “Eu acho que a Vila Isabel foi bem. A minha visão que a gente foi muito bem, e é isso né, às vezes a visão do jurado não é a visão da comunidade, não é a visão da escola, mas estamos aí para aprender, e cada ano é um ano diferente”.

União da Ilha anuncia saída do intérprete Nêgo

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A União da Ilha anunciou nesta segunda-feira a saída do intérprete Nêgo. O cantor chegou na escola para o Carnaval 2024. Ele vinha de dois títulos na Série Ouro, primeiro no Império Serrano, e, depois na Porto da Pedra em 2023. A agremiação vem informando diversas saídas, afinal, passará por um pleito presidencial no dia 14 de abril. Veja abaixo o comunicado da escola.

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“A União da Ilha do Governador agradece ao intérprete Nego pela temporada em nossa agremiação. Tivemos a oportunidade de contar com uma das grandes personalidades do carnaval carioca no desfile de 2024, quando a Marquês de Sapucaí completou 40 anos de fundação. Desejamos muito boa sorte e sucesso sempre. Valeu, Nego”.

Mestre Ciça define título de 2024 como o mais importante da carreira

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Na Viradouro desde 2019 nesta passagem, mas também comandando a Furacão Vermelha e Branca no período de 1999 a 2009, mestre Ciça trata com muito carinho essa nova conquista no Grupo Especial. Campeão também em 1992 com a Estácio e 2020 com a própria Viradouro, em entrevista ao site CARNAVALESCO, o experiente mestre de bateria revelou que a conquista desse ano foi a mais importante para ele porque também atingiu sua vida pessoal.

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“Representa muita coisa na minha vida profissional e pessoal, porque ano passado nós fomos penalizados no décimo, e a harmonia foi penalizada mais do que eu, mas eu estava dentro do contexto, todo mundo teve um erro, se houve erro, e perdemos o Carnaval que tava na nossa mão ano passado. Trabalhamos muito esse ano. Um trabalho árduo, trabalhar na Viradouro não é fácil, é uma escola que te dá toda condição de trabalho, então você tem que fazer por onde. O significado desse título para mim, em relação a todos que eu já ganhei no Carnaval, foi o mais importante da minha vida pelo tempo de carnaval que eu tenho, vou fazer cinquenta e quatro anos de pista”, enfatiza o diretor de bateria.

Aos 67 anos e ainda com todo o vigor de um dos maiores mestres de bateria que já passou pela Marquês de Sapucaí, Ciça sabe da responsabilidade com a Viradouro e entende também o quanto os ritmistas e a escola em geral contam e confiam no seu trabalho.

“Eu chegar nessa idade, ganhar um título, e com um patamar lá em cima de bateria, que a minha bateria me deu, puxando minha bateria entre as melhores do Carnaval. Isso aí não tem preço. É uma emoção muito grande. Esse título vai ficar na história, porque foi uma briga dura, não de pontuação pelas escolas, que ficamos bem e tal, nós vencemos com sete décimos da segunda. As pessoas acham que foi fácil, não foi fácil. Mas o significado pra mim é importantíssimo. Não encontro nem palavras para falar da importância desse título para mim. A gente poder colaborar com a escola É uma coisa que eu me pergunto, a comunidade de Niterói é maravilhosa eles me amam de paixão, então é uma coisa que me emociona para caramba. O forte da escola é a escola não é uma pessoa individual. Nós temos Rute e Julinho, Wander, Tarcísio, Priscila e Rodrigo. Eu sou muito equilibrado nisso também. Mas, é bacana demais. Você ser reconhecido, ter o respeito também que a gente teve e que as pessoas tem por mim, os mestres tem por mim, da nova geração, torcendo por mim, isso é muito bacana, os novatos aí é com respeito comigo porque eu respeito todo mundo eu não sou de falar mal de ninguém eu não critico bateria de ninguém sempre fui correto com ritmista”, destaca Ciça.

O mestre ainda complementa falando sobre a sua relação com os ritmistas da “Furacão Vermelho e Branco”, e, como gosta de estar no ambiente do carnaval, viver os detalhes, frequentar a concentração e acompanhar se as coisas estão acontecendo como devem.

“Eu respeito o próprio ritmista. Eu fui apresentado e tinham quinhentos ritmistas na Viradouro. Isso é muito bacana. Enquanto Deus me der saúde, eu continuo. Até o dia que eu não puder produzir mais. O dia que eu não sentir adrenalina aqui nessa entrada da Sapucaí , aí eu vou parar. Mas enquanto tiver vontade, eu não trabalho sozinho, ninguém é forte sozinho, tem uma equipe que trabalha e colabora muito comigo. E eles me respeitam muito. Isso que importa pra mim. Eu recebi muitas críticas no ano passado, mas a gente dá a volta por cima. Deus é bom para caramba comigo. Eu costumo dizer para minha família. Eu sou um abençoado por Deus, eu faço parte da história da Sapucaí. Vou fazer quase quarenta anos como mestre de bateria. Então esse respeito, existe. As pessoas me respeitam. Ando dez metros e tiro foto. É uma coisa que eu acho sensacional”, define o mestre de bateria da Viradouro.

Flagrado jogando um carteado antes do desfile da Viradouro, a imagem viralizou e virou até meme com muita gente sugerindo de brincadeira que a foto fosse a capa do CD do ano que vem, como homenagem ao trabalho de Ciça, ídolo de ritmistas e da comunidade. O artista revelou que gostou da brincadeira, confirmou a simpatia pelo jogo de baralho, encarando como oportunidade para relaxar antes do momento mais importante que é o desfile.

“Ali foi na segunda-feira aqui para relaxar também, desenvolver uma carta aqui, chegamos cedo, fizemos um churrasquinho. Eu sou um mestre de bateria que poderia estar muito bem lá dentro da Avenida, confinado em algum lugar, mas eu trabalho assim o tempo todo na minha vida, estávamos todos aqui desde duas horas da tarde, mas estou participando aqui observando eu fui cuidando do ritmista, eu gosto desse ambiente aqui, hoje jogamos de novo. Jogamos sueca. Eu gosto de jogar também ‘cuca'”, revela Ciça feliz com a vida.

Império Serrano anuncia que Darlin não é mais rainha de bateria da escola

O Império Serrano anunciou nesta sexta-feira que Darlin Ferrattry não segue cono rainha de bateria para o Carnaval 2025. Veja o comunicado da escola.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“A família imperiana hoje agradece e se despede da rainha de bateria Darlin Ferrattry, que desde 2020 esteve à frente da Sinfônica do Samba e foi uma grande parceira da escola durante todo esse tempo.

A família imperiana hoje agradece e se despede da rainha de bateria Darlin Ferrattry, que desde 2020 esteve à frente da Sinfônica do Samba e foi uma grande parceira da escola durante todo esse tempo.

Por isso, desejamos todo sucesso do mundo e agradecemos pelo período em que esteve à frente da bateria do Reizinho de Madureira”. Obrigado, Darlin

Carnavalescos da Grande Rio promovem visita mediada em exposição neste sábado

Neste sábado, 02 de março, às 14h, acontecerá uma visita mediada pela exposição “Laroyê, Grande Rio!”, em exibição no Museu de Arte do Rio, que apresenta fantasias, esculturas e bastidores do desfile “Fala, Majeté! Sete Chaves de Exu” do Acadêmicos do Grande Rio, campeão do Carnaval de 2022. Os carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora compartilharão com o público que estiver presente detalhes do projeto vitorioso que levou a tricolor caxiense ao campeonato e falarão da experiência de promover o diálogo entre o Carnaval e um museu de arte. A visita contará, ainda, com a presença de vários artistas que têm suas obras expostas na mostra.

Fotos: Ewerton Pereira/Divulgação

Com curadoria de Leonardo Antan, Luise Campos e Thomas Reis, a exposição traz peças que foram para a Avenida, como fantasias, esculturas e elementos cenográficos e alegóricos, além de contar com a obra de artistas convidados que serviram de inspiração para o trabalho dos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora. São nomes como Mulambo, Cety Soledade, Guilherme Kid e Ju Angelino, que comporão também o time de artistas que mostram a atualidade e a ressonância do cortejo na sociedade contemporânea.
A entrada para o museu custa 20 reais e aceita meia-entrada. O ingresso dá direito a conhecer as outras exposições em cartaz no MAR.

*O projeto conta com fomento da Secretaria de Cultura municipal do Rio de Janeiro por meio do FOCA e é realizado pelo coletivo Carnavalize. Veja abaixo mais imagens.

União da Ilha anuncia saída do casal de mestre-sala e porta-bandeira

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A União da Ilha anunciou nesta sexta-feira a saída do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Thiaguinho e Amanda. A dupla recebeu o prêmio “Estrela do Carnaval”, oferecido pelo site CARNAVALESCO, como melhor casal da Série Ouro. Veja abaixo o comunicado da escola.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“A União da Ilha do Governador agradece ao primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira Thiaguinho Mendonça e Amanda Poblete, que nos dois últimos anos defenderam com muita honra, dedicação e imenso carinho o nosso pavilhão. Desejamos muito sucesso aos dois grandes profissionais em suas novas jornadas no carnaval”.