A Acadêmicos de Vigário Geral acertou a renovação do mestre Luygui para o carnaval de 2025. Ele, que no último carnaval conquistou os 40 pontos, vai para o seu 6º ano à frente bateria “Swing Puro”.

A Acadêmicos de Vigário Geral acertou a renovação do mestre Luygui para o carnaval de 2025. Ele, que no último carnaval conquistou os 40 pontos, vai para o seu 6º ano à frente bateria “Swing Puro”.

A Mocidade Independente de Padre Miguel garantiu a alegria da comunidade nessa Páscoa. A verde e branca abriu a quadra no último sábado para distribuir chocolates a moradores da Vila Vintém, na Zona Oeste do Rio.

A ação reafirmou o compromisso social da agremiação ao proporcionar momentos de felicidade para diversas famílias, que foram cadastradas previamente e puderam participar do evento, que já é uma tradição em Padre Miguel.
A entrega dos chocolates ficou por conta do famoso mascote da escola, o Castorzinho, que garantiu muita diversão às crianças presentes, em conjunto com a harmonia e a equipe social da escola.
Ao todo, foram distribuídas mais de 400 caixas de chocolate.
A Unidos de Vila Isabel está pronta para comemorar 78 anos de fundação. Como já é tradição na agremiação, a escola promoverá uma missa na quadra, aberta para todos os segmentos. Já no fim de semana, uma feijoada completará os festejos.

Para iniciar a celebração, a agremiação convida todos os componentes e moradores do bairro para a missa nesta quinta-feira. A cerimônia acontecerá a partir das 20h.
Quem também retorna em grande estilo neste sábado, a partir das 13h, é a Feijoada da Vila. Além das apresentações dos principais segmentos, como o intérprete Tinga e a bateria Swingueira de Noel, e da Velha Guarda Musical da escola, já estão confirmadas as presenças das coirmãs Unidos do Viradouro e Imperatriz Leopoldinense. Também haverá shows dos cantores Mosquito, Baby e Inácio Rios.
Os ingressos já estão sendo vendidos na secretaria da quadra. A pista custa R$ 15, com o combo do prato de feijoada saindo a R$ 40 e a mesa para quatro pessoas a R$ 200.
A Vila Isabel fica no Boulevard 28 de Setembro, 382, em Vila Isabel.
Paulinho Mocidade, um dos principais intérpretes da história da Marquês de Sapucaí, guarda na memória grandes desfiles que fez no Sambódromo. Em entrevista ao site CARNAVALESCO, durante a gravação do programa especial sobre os 40 anos da Sapucaí, o cantor falou da relação com a Avenida. A partir de hoje abrimos uma série ouvindo sambistas sobre esse aniversário do solo sagrado da Marquês de Sapucaí.

O que a Sapucaí representa na sua vida essa avenida?
Paulinho Mocidade: “Representa muito. Eu estou na Mocidade desde garoto, desfilo praticamente todos os anos. Alguns não porque estive em outras escolas e no período também que eu fui fazer shows fora do país exatamente no dia de carnaval, mas fora isso representa muito. Além do mais, em 1990, quando o Ney Vianna faleceu em outubro de 1989, ele faleceu em plena quadra e teve um ataque fulminante do miocárdio. Infelizmente, perdemos uma das maiores vozes de todos os tempos do samba de enredo e do carnaval. Na primeira noite de samba de enredo de sábado para domingo, domingo foi o velório e o enterro e segunda-feira foi a final, a manhã de terça deu o resultado e quarta já era a gravação e o doutor Castor depois do enterro, falou o Chiquinho, grande Chiquinho Pastel, que era o nosso diretor de carnaval: ‘pega o Paulinho, só se ele não quiser’. Me fizeram a proposta para ser o novo cantor oficial da escola. Entrar, substituir um Ney Vianna não é mole não e a gente se sagrou campeão. Quando chegamos ali no Setor 7, o 11 e o 13 já com a mão no alto, a galera dizendo: ‘é campeão! É campeão!’. E no ano seguinte a mesma coisa, bicampeão. E na outra década seguinte com a Imperatriz. 2000 o bicampeonato, 2001 o tricampeonato, a primeira escola tri. Eu tenho esses quatro títulos que tem um significado gigantesco para mim. Uma coisa assim que não tem mais explicação. Só agradecimento a Deus e ao meu trabalho junto com todas as equipes por onde eu passei nas duas escolas”.
Qual foi o seu maior desfile nesses quarenta anos da Sapucaí?
Paulinho Mocidade: “Tiveram muitos, esses quatro que eu citei na pergunta anterior foram desfiles fantásticos. O ‘Vira virou’, ‘Chuê, Chuá…’ foram uma coisa assim… a Mocidade era a escola da moda. Todo mundo queria desfilar na Mocidade, todo mundo. Ainda teve o épico ‘Sonhar Não Custa Nada’, que a gente não se sagrou tricampeã, mas o samba até hoje é sucesso. É um dos sambas mais executados, ficou eternizado. E é considerado por vocês da imprensa como um dos maiores sambas de todos os tempos. Também foi um desfile marcante. E os dois da Imperatriz que eu citei. Não tem palavras, não tem palavras, as imagens estão aí. O público sempre manda para a gente. É uma coisa de você sentar e ficar analisando: ‘caramba, como é que é isso aí?’.
E qual desses sambas que você falou acha que é o samba que marca esses quarenta anos?
Paulinho Mocidade: “Todos eles, mas embora não tenha sido tricampeã, mas o ‘Sonhar não custa nada’ é uma coisa assim… Olha, são 32 anos e aonde eu chego para fazer show no Brasil todo, eu não subo no palco a galera já mete: ‘sonhar!’, ou então um trechinho do samba ‘estrela de luz…’. É um samba marcante. Aliás, com um detalhe a Mocidade 1992 e o Salgueiro 1993 com ‘Explode Coração’ foram as duas grandes vendagens dos discos dos sambas que estão até hoje na boca do povo”.
A Em Cima da Hora apresenta o enredo para o Carnaval 2025: “Ópera dos Terreiros – O Canto do Encanto da Alma Brasileira”. Enredo desenvolvido pelo carnavalesco Rodrigo Almeida e escrito pelo historiador e professor Anderclebio Macedo.
A ópera dos terreiros é uma celebração da riqueza cultural e espiritual do Brasil, mergulhando nos rituais, mitos e tradições dos terreiros. Através de uma jornada fascinante, o enredo explora a música, dança e canto que emanam desses espaços sagrados, revelando o encanto da alma brasileira. É uma homenagem à diversidade e à espiritualidade que permeiam a identidade nacional, promovendo uma experiência envolvente e emocionante para todos os amantes do Carnaval.

Em publicação nas redes sociais, Vânia Reis, informou que não é mais coreógrafa do carnaval de mestre-sala e porta-bandeira da Mocidade Independente de Padre Miguel, Diogo e Bruna, além de não estar mais na comissão de carnaval. Agora, a escola conta com Mauro Amorim, que estava na Imperatriz Leopoldinense no desfile deste ano, para ser o diretor de carnaval.

“Por mais que fosse uma coreógrafa experiente, era o pavilhão, era um quesito! Um casal desacreditado, que foi muito criticado, vaiado na apresentação, mas que com muito trabalho, amor, dedicação e garra, conseguimos três notas dez logo no primeiro ano, calando a boca dos que criticavam, transformando-os em fãs. De vilões viraram os queridinhos da escola. Em 2023, carnaval que nem gostamos de comentar, as três notas 10 salvaram a escola de um rebaixamento e não falo isso com orgulho, pois é um lugar que jamais quero voltar a te ver minha Mocidade! E chegamos ao carnaval de 2024 e novamente um grande desafio! Além de coreografar os três casais, ser diretora artística da escola, recebi a confiança em fazer parte de uma comissão de carnaval. Que presente! Que desafio! Que aprendizado! Uma pena que não se estendeu dentro da nossa própria escola, onde deveeria ter sido abraçada e motivada por eles. É claro que tive o carinho e respeito de muitos, mas infelizmente, muitos que se dizem ‘Mocidade’ torciam para que a comissão de carnaval desse errado. Não deu! Entregamos o nosso carnaval! Então, na certeza do dever cumprido e sabendo que tudo nesa vida passa e que a cada período nos renovamos, mas que esse mundo gira, me despeço deste pavilhão amado. Até qualquer dia! Na certeza de que existe uma grande diferença entre ‘estar e ser! Hoje não ‘estou’ mais fazendo parte de nenhum cargo, mas ‘sou’ e sempre serei Mocidade! Mastambém sou uma profissional da arte, da cultura, da dança e do carnaval”, disse Vânia Reis.
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Após o quarto lugar com o Salgueiro no desfile de 2024, o carnavalesco Edson Pereira acertou transferência para Unidos da Tijuca. Ele terá a missão de mudar os rumos tijucanos. A Azul e Amarelo terminou este ano na 11ª colocação do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Para isso, o artista prepara o enredo sobre Logunedé. Sobre a chegada na Tijuca, Edson enaltece o perfil de renovação, segundo ele, típico da agremiação.

“A Tijuca se renova todo tempo. Trouxe grandes momentos de renovação. A minha chegada é um momento de desafio também pra mim. Me vejo em um momento de receptividade como profissional. Me sinto muito acolhido. A receptividade foi muito bacana. Fiz um estudo muito grande desse enredo e de alguns outros para o presidente. Ele apostou na minha inicial. Fazer enredo com autonomia para o artista é muito melhor. Estou tendo todo o apoio de pessoas estudiosas do culto afro. Estou muito feliz com esse ponto de partida”, afirmou Edson Pereira, em entrevista ao podcast “Samba Leal”, do jornalista Eugênio Leal.
Segundo Edson Pereira, a ideia do tema do enredo veio para atender pedidos da comunidade e fazer a diferença no Grupo Especial nos desfiles do ano que vem.
“Cada enredo tem o momento certo. Há mais de 20 anos que a escola não fala de enredo afro. A inspiração surgiu do princípio de fazer diferença e mudar com a minha chegada. Na conversa para minha contratação a proposta já era levar um enredo afro para escola. Aproximar cada vez mais a comunidade. Comecei a ouvir da comunidade e os desejos deles. Isso foi o mais relevante para escolha do enredo”.
Logunedé é o enredo da Unidos da Tijuca para o carnaval de 2025
Perguntado sobre o caminho da pesquisa, Edson Pereira citou: “Ainda estamos no processo de desenvolvimento do enredo, mas já sabemos o caminho que vamos seguir que é ijexá. Já estamos com autoridades de conhecimento na Bahia e de outros estudiosos. Ainda é embrionário. É hora de estudo para atingirmos realmente o que queremos falar. Estamos escolhedo um caminho para contar a história”.
A notícia é maravilhosa! Durante show na Barra da Tijuca, um dos integrantes do grupo “Molejo”, Claumirzinho Gomes, passou informações sobre o estado de saúde do cantor Anderson Leonardo, que está internado em tratamento contra um câncer.

“Esse é um momento especial. Vamos mandar energia positiva para o Anderson. Ele está aqui perto, na Barra. Tá la descansando. Ele já está legal, acordado, comendo e bebendo. Está legal à beça. O milagre já está acontecendo”, afirmou Claumirzinho.
O sambista falou como encontrou Anderson durante visita ao amigo no hospital. “Entrei no quarto e ele estendeu a mão, pegou minha mão, conversou comigo um pouquinho. (Estou) com a força renovada. Vamos continuar aí com nossas orações, correntes positivas para o Anderson e vamos caminhando devagar. Vamos lá, gente. Não parem não!”.
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O intérprete Emerson Dias vai estrear no carnaval de São Paulo em 2025. Ele será um dos cantores (ao lado de Gui Cruz) da escola de samba Mocidade Unida da Mooca (MUM), que desfila no domingo de carnaval, pelo Acesso 1, no Anhembi. A estreia oficial acontece no dia 20 de abril. O evento, a Feijoada de São Jorge, terá também pela primeira vez em São Paulo, o Grupo S.E.R – Samba Enredo de Raiz diretamente do Rio de Janeiro, para sacudir a todos com os mais belos sambas-enredo do país.

Em entrevista ao podcast Samba Leal, do jornalista Eugênio Leal, ele festejou a chegada aos desfiles paulistanos.
“Cantar na Mocidade Unida da Mooca é uma estreia como escola do carnaval pauslitano. Me sinto muito honrado de poder desbravar novos horizontes. Não tinha como conciliar antigamente, porque o Salgueiro consumia muito meu tempo. Não dava para me dedicar como eu gosto. O papo para o acerto foi muito tranquilo. Fui acolhido de braços abertos por todos, inclusive, pelo Gui Cruz, que também é cantor lá. É chegar e fazer um grande trabalho”, disse.
Emerson Dias contou ainda pode estar também em alguma escola da Série Ouro em 2025, mas fez mistério.
“Acertei com o presidente da MUM que posso estar no Rio, em alguns momentos, caso eu feche com alguma escola da Série Ouro”, comentou o intérprete.
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Emerson já teve passagens por escolas do carnaval carioca como Grande Rio e Salgueiro, onde atuou nos últimos seis anos como voz principal. Também já cantou em desfiles nos Carnavais de Uuruguaiana, Porto Alegre, Guaíba e Guarainguetá.
O Roteiro dos desfiles, que é distribuído gratuitamente na Sapucaí, recebeu o título de reconhecimento de Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial da Cidade do Rio de Janeiro, através da Lei 8.231/2023.

Ao longo dos seus 15 anos de circulação no Sambódromo, o guia conquistou uma vasta legião de admiradores, tornando-se imprescindível para os apaixonadospor carnaval, para os profissionais da imprensa especializada e, sobretudo, para o grande público da Sapucaí.
Entre muito elogios e notas de apoio à continuidade deste trabalho, a leitora e professora Jaqueline Archer parabeniza a equipe do roteiro:
“Essa revista é incrível! E como o carnaval é a espinha dorsal de tudo que faço profissionalmente, tanto noâmbito educacional ou artisticamente,o roteiro se tornou uma potência de informação às minhas atividades em sala de aula e de estudo para formação de esquetes temáticas ligadas à Carnaval. Parabéns a todos os realizadores, conclui Jaqueline”.
Nesse sentido,é unânime afirmar que o Libreto Roteiro dos Desfiles é a mais importante publicação que circula naSapucaí valorizando os sambistas e a tradição das escolas de samba. O guiafaz a ponte entre o aspecto plástico e musical da festacom o conceito que a move. Logo, mais do que melhorar o entendimentodos que assistem aos desfiles, o RD é veículo de cultura considerado um bem público essencial para quem acompanhaas Escolas de Samba.
O Roteiro dos Desfiles que foi criado pelo historiador Marcos Roza, atualmente é coordenado por uma equipe especializada credenciada pela produtora Luciana Lima e o professor João Gonzales.
Desejamos muitos carnavais ao Libreto Roteiro dos Desfiles.