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Vila Isabel realiza mais uma etapa da disputa de samba para o Carnaval 2026 nesta sexta-feira

A Unidos de Vila Isabel dá continuidade à disputa de samba-enredo nesta sexta-feira (29). A noite contará com a apresentação dos cinco sambas que seguem concorrendo para embalar o desfile do Carnaval 2026. Além da disputa, o público poderá aproveitar o tradicional show da escola e acompanhar a competição que definirá a nova musa da azul e branca, com nove candidatas disputando o posto.

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Foto: Divulgação/Vila Isabel

Em 2026, a Vila Isabel levará para a Avenida o enredo “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África”, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, com pesquisa de Vinicius Natal. O tema é um tributo à arte, à ancestralidade e ao samba, celebrando a memória de Heitor dos Prazeres, um dos grandes ícones da cultura popular brasileira.

Serviço
• Data: Sexta-feira, 29 de agosto
• Horário: A partir das 21h
• Entrada: Franca até 23h; após, R$ 20
• Local: Quadra da Unidos de Vila Isabel – Boulevard 28 de Setembro, 382 – Vila Isabel, RJ

Renato Lage abre o coração e fala da perda de Márcia Lage e a celebração da liberdade com Rita Lee na Mocidade no Carnaval 2026

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O carnavalesco Renato Lage participou do podcast “Chega Junto” e abriu o coração ao falar sobre a perda da companheira e parceira artística Márcia Lage, além de comentar detalhes sobre o enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel para o Carnaval 2026, que homenageará a obra e irreverência de Rita Lee. O artista prometeu um desfile que celebra a liberdade e a transgressão.

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Foto: Reprodução de internet

Renato não escondeu a emoção ao relembrar os mais de 30 anos de parceria com Márcia, falecida em janeiro deste ano.

“É muito difícil. Foram mais de 30 anos de parceria. Você perde um apoio. Ela é uma parceira que a gente dialogava todos os momentos. Tenho que seguir em frente nessa missão que ficou para mim. Tenho que andar com o espetáculo, que não pode parar. Foi muito confortável o carinho de todos. Me senti muito apoiado e agradeciado pelo amor. Foi muito especial na minha vida”, afirmou.

Rita Lee, inspiração e identidade da Mocidade

O carnavalesco revelou que trazer Rita Lee para a Avenida sempre foi um desejo pessoal.

“Sempre tive o pensamento de fazer o enredo da Rita Lee. Sou fã de carteirinha. Não podia ser em qualquer escola. Por ela ser uma artista moderna, cabia muito bem com a cara da Mocidade, que tem o DNA de fazer irreverente e ser vanguarda. A obra da Rita é fantástica, as pessoas se identificam com as músicas e letras. A obra dela é atemporal”, destacou.

Título e a essência: ‘Santa Rita da Liberdade’

Renato também explicou a escolha do título do enredo e a abordagem que será apresentada na Sapucaí.

“A sacada foi que ela achava brega ser chamada de rainha do rock. Ela gostava de ser a padroeira da liberdade. Isso que vai rolar. A liberdade, sem ter direção, padrão, ordem do dia. O carnaval é transgressão. O enredo não é biográfico. É da trajetória artística, as músicas, a época hippie”, concluiu.

Com o enredo “Santa Rita da Liberdade”, a Mocidade Independente de Padre Miguel promete levar à Marquês de Sapucaí em 2026 um espetáculo que une irreverência, ousadia e emoção, marcas tanto da carreira de Rita Lee quanto da história da escola.

Veja abaixo o programa completo

Mestre Vitinho detalha novo posicionamento da bateria e aprova disputa sem torcida: ‘A gente consegue entender quem realmente é forte’

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Quem chegou à quadra da Portela para a primeira noite de apresentação dos sambas concorrentes notou uma mudança sonora e visual imediata: a Tabajara do Samba, sob o comando de mestre Vitinho, estava posicionada no palco, com seus ritmistas sentados. A alteração, longe de ser um mero capricho, é parte fundamental da nova filosofia da escola para escolher o hino que a levará ao título. Em entrevista ao CARNAVALESCO, Vitinho explicou que a decisão visa, acima de tudo, a qualidade técnica da avaliação dos sambas. O antigo local de apresentação da bateria, segundo ele, comprometia a audição.

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Foto: Divulgação/Portela

“A gente antes tocava num outro local. Há muitos anos, e eu sempre achava que a acústica não ajudava muito pra escolha de um samba. Até porque o músico que não conhece a casa ficava um pouco perdido com a distância que era”, detalhou o mestre.

A solução foi trazer os ritmistas para o centro da ação, em um formato que beneficia todos os segmentos. “Tive a ideia de botar a bateria no palco. Conversando com o Gilsinho, a gente pensou num modo para ser confortável para os cantores que estamos recebendo, para os músicos, cavaco, violão e para a bateria também, que tá ali sentadinha, toca, faz uma apresentação bacana e todo mundo consegue entender o que está sendo cantado”, afirmou.

O mestre, no entanto, esclarece que o formato com a bateria reduzida no palco é específico para esta fase inicial de eliminatórias. Quando a Tabajara vier com seu efetivo completo, a novidade permanecerá, mas com uma adaptação.

“Quando for a bateria inteira, nós vamos tocar na frente do palco. Não vamos mais tocar naquele outro local que era essa distância que sempre não ficava uma acústica legal, a equalização não ficava boa”, decretou.

Disputa sem torcida: a prova de fogo para os sambas

Alinhado com a nova diretoria da escola, mestre Vitinho é um entusiasta do modelo de disputa com portões fechados nas primeiras fases. Para ele, o formato permite uma análise mais pura da qualidade das obras, sem a interferência de torcidas organizadas, que podem criar uma falsa impressão de sucesso.

“É algo legal, porque a diretoria da escola consegue entender quem realmente é forte sem a torcida”, analisou Vitinho, que foi direto ao ponto sobre a influência externa. “Você pega um amigo que é da redondeza, da área, ele consegue botar aqui dentro 300, 400 pessoas na apresentação. Aí fica todo mundo cantando, bola, bandeira e você não sabe se realmente tá mexendo com o termômetro da escola ou da torcida comprada. Não que todo mundo compre torcida, mas a gente sabe como funciona”.

Para o comandante, a metodologia adotada pela Portela é a ideal. “Acho que você pode avaliar todo mundo até as oitavas de final sem torcida e, a partir das oitavas, tá rolando com torcida, porque a gente já consegue entender quem realmente tem força com ou sem torcida”.

Feliz e totalmente integrado à escola, Vitinho celebra a nova fase. “Muito bacana. Estou muito feliz. Dois meses de trabalho aqui na Portela, muito bem aceito pelos ritmistas. Está sendo o trabalho da minha vida. É uma oportunidade que a escola está me dando e eu prometo que vou arcar. Com certeza, 2026 promete muitas coisas boas para a Portela com a bateria da Portela”, concluiu.

‘É a cara da Beija-Flor e do nosso povo’, afirma Almir Reis sobre enredo para o Carnaval 2026

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O presidente Almir Reis, da Beija-Flor de Nilópolis, está muito feliz com o campeonato de 2025, mas, obviamente, já pensa em todo o caminho para a conquista de 2026, quando a escola nilopolitana levará o enredo “Bembé” para a Sapucaí. Ao CARNAVALESCO, o presidente da Deusa da Passarela deu detalhes de como conheceu o Bembé do Mercado e do que espera das vozes que substituirão Neguinho da Beija-Flor na Avenida em 2026.

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Almir falou sobre as expectativas da Beija-Flor em busca do bicampeonato, preferindo encarar a disputa de 2026 como um novo ciclo para a escola. Ele festejou o título de 2025, mas ressaltou a qualidade da competição entre as coirmãs e destacou o quanto o espetáculo tem crescido.

“Ganhamos, estamos felizes, fizemos um carnaval à altura, não desrespeitando nem desfazendo das coirmãs, mas realmente nós fizemos e chegamos o mais próximo possível da perfeição. Agora vamos virar a chave, é um outro ciclo, começa-se um novo. Não vou pensar em 26, em bicampeonato, eu vou pensar no campeonato. Eu vou por esse caminho até para não criar expectativa em ninguém. Uma das coisas que a gente tem visto muito no carnaval é que hoje ele é muito grande, as coirmãs estão cada dia melhores. Acho que o carnaval cresceu muito, temos que pensar em fazer o certo, tentar mais uma vez chegar o mais próximo de tocar a perfeição e disputar o título. Essa é a realidade”, afirmou.

Para Almir, o enredo do Bembé chegou de forma especial para ele e para a escola. O presidente contou que cada integrante da Beija-Flor se identificou com essa manifestação religiosa e cultural, e que a força do tema se mostrou um chamado para a agremiação levá-lo à Sapucaí no próximo carnaval.

“Eu não sabia que o João já tinha visto sobre, porque eu falei para ele: ‘João, tem algum enredo autoral?’ E ele me trouxe três, mas em momento algum o Bembé. Quando acaba o carnaval, vejo o Bembé na internet e, ao mesmo tempo, sou alertado pelo pessoal da comissão de frente, especialmente pelo Saulo, se eu já tinha visto a história do Bembé. Eu falei que era engraçado, porque tinha visto isso na internet ontem, e aquilo me chamou a atenção. Que coisa linda, é a cara da Beija-Flor, é a cara do nosso povo. Fui ao João, e ele falou que estava com isso também embaixo do braço, que ainda não tinha mostrado, mas já estava dormindo e acordando com o Bembé. Ali foi uma convergência entre todos nós e, graças a Deus, foi muito bem aceito. Como eles falam: alafiou. E tem tudo para dar certo. Agora só depende de a gente fazer uma boa obra de samba-enredo. A plástica já está sendo desenvolvida, o barracão está muito bonito, e vamos embora”, contou Almir.

Por fim, o presidente da Beija-Flor comentou sobre a substituição de Neguinho da Beija-Flor. Ele destacou a preocupação com o coração dos vencedores do “A Voz do Carnaval”, concurso que escolheu os substitutos de Neguinho, Nino e Jéssica Martin, e reforçou que os dois precisarão da força da comunidade, lembrada por ele como muito unida, para dar continuidade ao legado do intérprete histórico da escola.

“As pessoas dizem que ninguém é insubstituível, e o Neguinho, realmente, é muito difícil [de substituir]. Vai ser uma responsabilidade muito grande entrar naquela Avenida e cantar no lugar dele. Acho que vão precisar ter muita presença de espírito, muito equilíbrio, porque além da emoção da Avenida, é a emoção de olhar e pensar: ‘Olha o lugar em que eu estou’”, encerrou.

‘Pretendo ficar o resto da minha vida na Viradouro’, diz a musa Carolina Macharethe

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A Unidos do Viradouro, atual quarta colocada do Grupo Especial e líder do ranking da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), se notabilizou, nos últimos anos, por apresentar um grande elenco de musas na Marquês de Sapucaí. Uma delas é a carioca Carolina Macharethe, nascida e criada no morro do Turano, na Tijuca.

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Foto: Arquivo pessoal

Em entrevista ao CARNAVALESCO, Macharethe definiu seu atual posto na Viradouro como “a realização de um sonho”. A sambista relembrou sua trajetória no Carnaval e destacou o orgulho de representar uma das mais tradicionais escolas do Rio de Janeiro.

“Eu sou uma menina que veio de escola mirim, passei por alas de passistas, e foi dentro de uma dessas alas que a Viradouro me viu e me deu esse espaço. Para mim, é a realização de um sonho, porque as meninas da comunidade sempre sonham em conquistar esse lugar”, afirmou.

Carolina começou a desfilar ainda criança, aos cinco anos de idade, pelo Império da Tijuca. Ao longo dos anos, passou por outras escolas como Estácio de Sá, São Clemente, Unidos da Tijuca e Império Serrano, até chegar à Viradouro, onde pretende permanecer. “Hoje estou aqui e pretendo ficar o resto da minha vida”, disse.

Quando perguntada sobre a fama do time de musas da Viradouro ser um dos melhores do Carnaval carioca, Carolina Macharethe destacou o elenco da escola.

“Sou muito fã do meu time, claro. Acho que todo grupo tem sua essência e seu diferencial. Não existe melhor ou pior, mas acredito que a Viradouro está, sim, entre os grandes destaques”, declarou.

A Unidos do Viradouro será a terceira escola a desfilar na segunda-feira de Carnaval em 2026. A escola vai levar para a avenida o enredo “Pra Cima, Ciça!”, desenvolvido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon.

Comitiva de Florianópolis visita o Rio de Janeiro para encontro com lideranças do Carnaval

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Um dos carnavais mais comentados do país vai ganhar melhor estrutura para que escolas de samba possam idealizar e realizar seus projetos de forma a projetar com mais amplitude o evento. Pensando nisso, o atual presidente da Liga Independente de Escola de sambas de Florianópolis, Joel Costa Júnior, esteve no Rio de Janeiro na segunda e terça-feira, para uma visita técnica a instituições diretamente ligadas à organização e realização do maior espetáculo da Terra.

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Foto: Divulgação

Recebida por Pedro H. Silva, a comitiva catarinense formada por Sidnei Machado (Superintendente de Obra Civil da Secretaria de Estado da Infraestrutura, e Marila Filartiga (Arquiteta e Gerente de Projetos de Arquitetura da Secretaria de Estado da Infraestrutura), reuniu-se com Hugo Junior, presidente da Liga RJ, para entender melhor as demandas que a Série Ouro apresenta, especialmente com a construção da Cidade do Samba 2 em andamento.

“Esse intercâmbio é importantíssimo para que a gente possa pensar no planejamento e execução de projetos de carnaval em todo o país. Joel é um gestor fantástico que está sempre buscando as melhores soluções para o carnaval de Florianópolis, que vem ganhando ainda mais destaque nacionalmente”, diz Pedro H. Silva, CEO do Carnaval Lab.

Além do encontro entre os presidentes das Ligas, a comitiva também foi recebida por Bernardo Fellows, presidente da Riotur, e por Flávio Teixeira, diretor de operações da instituição. Na Academia Brasileira de Artes Carnavalescas, o grupo contou com o conhecimento de Célia Domingues sobre a importância do trabalho dos artesãos para o segmento.

“Esses dois dias foram fundamentais para nós porque o Rio de Janeiro é a grande meca do carnaval do mundo, então poder participar, ter a oportunidade de criar um projeto tão importante quanto o que queremos para o carnaval de Florianópolis, contando com a experiência do Rio de Janeiro, de toda a sua história, de todas as conquistas, de todos os avanços, de todos os erros e acertos, é a garantia que a gente vai iniciar um equipamento já da forma correta. Tanto a Cidade do Samba quanto a Sapucaí, a RioTour, a Liga RJ, todo o suporte que recebemos, junto com o nosso corpo técnico da Secretaria de Infraestrutura do Governo dos Estados da Catarina, foi e será fundamental para que esse equipamento seja um case no Brasil por todas as experiências que nós pegamos aqui. A gente está muito feliz e muito realizado dessa visita técnica e principalmente do projeto que será construído com relação a essa experiência”, disse Joel Costa Júnior, presidente da Liesf.

Nesse segundo dia de visitas, Joel Junior e os profissionais voltados para o projeto de construção do complexo de barracões e do novo Sambódromo de Florianópolis, visitaram a Passarela do Samba carioca e o local onde está sendo construída a Cidade do Samba 02.

Unidos da Tijuca classifica cinco sambas para as quartas de final que acontece nesta quinta-feira

Entrando na reta final da disputa, a Unidos da Tijuca realizará nova eliminatória de samba-enredo nesta quinta-feira, 28 de agosto. Cinco sambas se apresentam na terceira eliminatória, que começa a partir das 19 horas com entrada franca até às 21 horas. Quatro sambas se classificam para a semifinal e três obras irão para a grande final, dia 13 de setembro, data em que também será coroada a nova rainha de bateria, Mileide Mihaile.

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Foto: Eduardo Hollanda/Rio Carnaval

A festa começa às 19 horas com apresentação dos segmentos da escola do Borel. A mesa para 4 pessoas custa R$ 50. E os camarotes para 10 pessoas saem por R$ 300, inferiores e R$ 400, superiores. A venda é feita antecipadamente no telefone 21 96451-5719, no Sympla ou na bilheteria, durante o evento.

Confira as parcerias classificadas que se apresentam nesta quinta-feira.

Samba Concorrente 1 – Compositores: Leandro Gaúcho, Anderson Benson, Maia Cordeiro, Clairton Fonseca, Fogaça, Paulo Marrocos , Ailson Picanço e Manoel Netto;
Samba Concorrente 7 – Compositores: Lico Monteiro, Samir Trindade, Leandro Thomaz, Marcelo Adnet, Marcelo Lepiane, Telmo Augusto, Gigi da Estiva e Juca;
Samba Concorrente 8 – Compositores: Gabriel Machado, Julio Pagé, Robson Bastos, Miguel Dibo, Serginho Motta, Orlando Ambrósio, Jeferson Oliveira e Lucas Macedo;Samba Concorrente 13 – Compositores: Totonho, Julio Alves, Dudu, Claudio Russo, Chico Alves, Jorge Arthur, Thiago Meiners e Fadico;Samba Concorrente 16 – Compositores: Arlindinho, Babi Cruz, Diego Nicolau, Adolfo Konder, Felipe Petrini, Luiz Pavarotti, Michel Portugal e Fred Camacho.

A quadra da Unidos da Tijuca fica localizada na Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo. Há estacionamento amplo no local. A amarelo ouro e azul pavão desfilará na Marquês de Sapucaí dia 16 de fevereiro de 2026, segunda-feira de carnaval com o enredo “Carolina Maria de Jesus”. O enredo será desenvolvido pelo carnavalesco Edson Pereira.

Serviço:
Terceira Eliminatória de Samba-Enredo– Carnaval 2026
Data: 28 de agosto de 2025
Horário: 19h
Entrada: Franca até 21 horas, após R$ 50,00
R$ 50,00 (mesa para 4 pessoas) Camarotes, R$ 300,00 inferior e R$ 400,00 superior, para 10 pessoas
Reserva de Mesas – 21 96451-5719
Venda On-Line: https://www.sympla.com.br/evento/gres-unidos-da-tijuca-3-eliminatoria-de-samba-enredo/3085365
Local: Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo
Classificação Livre

Cidade do Samba oferece exames gratuitos para trabalhadoras do carnaval

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Acostumada com o batuque do samba e com a produção de fantasias e alegorias para o Rio Carnaval, a Cidade do Samba receberá nesta quinta e sexta-feira ações voltadas ao cuidado com a saúde das mulheres. Em uma iniciativa inédita da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) com a Tuise, serão oferecidos exames gratuitos de densitometria óssea e mamografia, além de atendimento psicológico com profissionais especializados para as trabalhadoras dos barracões e as colaboradoras da empresa especializada em gestão de saúde. A Cidade do Samba fica na Rua Rivadávia Correa, 60, na Gamboa.

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Foto: Caio Marcelino/Liesa

De acordo com dados preliminares, a expectativa é atender cerca de 150 pessoas, entre 8h e 18h, nos dois dias de evento. No caso dos exames, as trabalhadoras das escolas de samba receberam um formulário prévio e já realizaram os agendamentos. Para a psicologia, as pessoas interessadas poderão ir diretamente ao local.

“A Cidade do Samba é o espaço onde nascem os desfiles das escolas de samba. E grande parte dessa produção é feita pela mente criativa e pelas mãos competentes de mulheres sambistas. Então, nada mais justo do que levar esse cuidado até elas. São apenas alguns minutos de exames que podem trazer o diagnóstico precoce e prevenir problemas mais sérios”, ressaltou o diretor financeiro da Liesa, João Drumond.

Para a diretora operacional da Tuise, Alexandra Esteves Machado, o evento é uma oportunidade para reforçar a atenção com a saúde das sambistas: “A parceria com a Liesa é mais do que uma união de esforços, é um compromisso concreto com a saúde e o bem-estar das mulheres. Juntas, conseguimos ampliar o alcance dessa iniciativa, oferecendo cuidado preventivo, humano e de qualidade”, destacou.

Enredista do Carnaval carioca integra Conselho Artístico de Ciranda no Amazonas

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Do Carnaval do Rio de Janeiro para o Festival de Cirandas de Manacapuru. O museólogo, pesquisador e atual enredista da Unidos do Porto da Pedra, Diego Araújo estreia em terras amazonenses na Flor Matizada, grupo pioneiro de ciranda na cidade, que se apresenta neste final de semana.

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Foto: Divulgação

Diego Araújo recebeu o convite para pesquisar e desenvolver o tema da Flor Matizada em 2024, por meio do vice-presidente Andrinho Demerson, que já acompanhava o seu trabalho no Carnaval do Rio. Desde então, integra o Conselho Artístico na área responsável pela pesquisa e produção textual ao lado de Gaspar Fernandes e Márcio Braz, compondo também direção geral do espetáculo ao lado de outros diretores.

Para desenvolver o tema deste ano, o autor de enredos como “Negra, Pérola Mulher” e “Batuk” (Império da Tijuca); e “Lunário Perpétuo: A profética do saber popular” (Porto da Pedra), mergulhou nas raízes da ciranda para construir uma narrativa sobre a luta pela Amazônia nas suas questões sociais e ambientais: “O tema ‘Amazônia, Sonho e Luta Cirandeira’ se configura como um sonho de Antônio e Benta, conduzidos pelas borboletas de um panapaná amazônico em uma aventura para resgatar a Flor Matizada”, explica.

Pioneira das cirandas, a Flor Matizada foi fundada em 1980 como Ciranda do Nazaré. O Festival de Cirandas de Manacapuru passou a ser organizado em 1997 e hoje é o segundo maior festival folclórico do Amazonas, ficando atrás apenas do Festival de Parintins. A cidade, conhecida como a Princesinha do Solimões, fica a 93 km de Manaus

“O primeiro desafio é entender a dinâmica da apresentação que é bem diferente do carnaval, porém, como conheço o festival desde 2001, foi muito fácil conseguir me integrar a equipe e ao processo de gerência criativa. Entre figuração, cordão de entrada, cordão de cirandeiros, diretores e equipe de trabalho, são aproximadamente 600 pessoas envolvidas”, destaca Diego.

Sobre o Festival de Cirandas de Manacapuru

Os grupos de ciranda nasceram durante as disputas folclóricas que eram realizadas nas escolas municipais da cidade, com outras danças típicas e regionais. Hoje, o Festival de Cirandas se tornou o maior evento de Manacapuru, atraindo pessoas de Manaus e cidades próximas. A preparação dura entre dez a onze meses, começando por volta de outubro do ano anterior e seguindo até agosto, quando ocorre a apresentação oficial.

Nos itens avaliados na competição estão: Apresentador, Cantador ou Cantadores, Tocada ou Tocata, Cirandada, Porta-Cores, Cirandeira Bela, Cordão de Entrada, Cordão de cirandeiros/indumentária, Cordão de cirandeiros/coreografia e sincronismo, Harmonia Geral, Criatividade e originalidade, Alegoria, Tema e Desenvolvimento, e Princesa Cirandeira.

O segundo maior festival cultural do Amazonas acontece no último final de semana de agosto, nos próximos dias 30 e 31, no Parque do Ingá, conhecido como Cirandódromo, com transmissão ao vivo pela TV A Crítica no Youtube.

Instituto Viradouro promove exposição com alunos de oficina de Adereço e Costura

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O Instituto Viradouro realizou uma exposição especial com os alunos da oficina de Adereço e Costura, ministrada no ateliê de Alessandra Reis. O evento foi para os participantes do projeto e integrantes de setores da escola, marcando a finalização do primeiro módulo do curso.

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Fotos: Divulgação/Instituto Viradouro

A atividade, que está em seu terceiro ano, reúne atualmente 100 alunos e já se consolidou como uma importante porta de entrada para o mundo do carnaval. Além das aulas práticas, os participantes vivenciam estágios no barracão da vermelho e branco de Niterói, atuando em diferentes etapas.

“Esse é um espaço de aprendizado, mas também de oportunidade. Muitos dos nossos ex-alunos já estão trabalhando na própria Viradouro, de aderecistas a assistentes de carnavalescos. Neste ano, inclusive, temos alunos atuando também na escultura. É um momento de celebrar a criatividade e o resultado de um trabalho coletivo que transforma vidas pelo carnaval”, destacou Márcio Moura, um dos coordenadores do curso de adereco e costura, junto com Alessandra Reis.

Os estudantes são responsáveis pela confecção de 600 fantasias e pelos elementos alegóricos do núcleo Virando Esperança, escola mirim. Para 2026, a meta é ampliar ainda mais o alcance das oficinas, com a abertura de um novo módulo voltado para pintura.

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O evento teve como destaque a apresentação de maquetes de alegorias desenvolvidas pelos próprios alunos e figurinos confeccionados em jeans. As oficinas do Instituto Viradouro são abertas anualmente em fevereiro.