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Vila Isabel leva disputa de samba à Pedra do Sal e celebra raízes do samba antes da grande final

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A Unidos de Vila Isabel volta às origens do samba neste sábado para um encontro especial na histórica Pedra do Sal, coração da Pequena África, no Rio de Janeiro. O evento gratuito marca a apresentação dos três sambas finalistas da disputa que escolherá o hino oficial do Carnaval 2026 da azul e branca. A disputa teve início em 15 de agosto e, após semanas de intensa competição, entra agora em sua reta final. A semifinal acontece na sexta-feira (5), na quadra da escola. Já no sábado, os finalistas levarão suas obras ao palco simbólico da cultura afro-carioca, a partir das 15h, em uma grande celebração que contará com um show especial da escola seguido pela apresentação dos sambas concorrentes. A grande final está marcada para o dia 12, também na quadra da Unidos de Vila Isabel.

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Foto: Divulgação/Vila Isabel

Este ano, a escola homenageia Heitor dos Prazeres com o enredo “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África”. Pintor, compositor e sambista, Heitor teve uma relação íntima com a região da Pedra do Sal, espaço que foi berço do samba carioca e ponto de encontro de grandes nomes da música, da cultura e da religiosidade afro-brasileira. Levar a disputa para este local reforça o compromisso da Vila Isabel em celebrar a ancestralidade e as raízes do samba.

“Levar nossa disputa para a Pedra do Sal é um gesto de respeito e reconhecimento às raízes do samba e à história da Pequena África. É um momento de celebrar a ancestralidade e aproximar a comunidade dessa etapa tão importante para o nosso desfile”, destaca Moisés Carvalho, diretor de Carnaval da Unidos de Vila Isabel.

O festejo na Pedra do Sal promete unir tradição e festa popular, abrindo caminho para a grande final que definirá o samba-enredo oficial da agremiação para o próximo Carnaval.

Carnaval de Rua 2026: Inscrições para blocos se encerram no dia 15 de setembro

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A Prefeitura do Rio, por meio da Riotur, ressalta que o período de inscrições para os blocos de rua, interessados em desfilar no Carnaval 2026, se encerra no dia 15 de setembro. O cadastramento deve ser realizado exclusivamente pelo site: riotur.prefeitura.rio

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Foto: Fernando Maia/Riotur

O registro é a primeira etapa oficial para a autorização dos desfiles. A inscrição permite que a Riotur e os demais órgãos públicos envolvidos possam planejar com antecedência toda a logística, segurança e infraestrutura para receber os cortejos por toda a cidade. Em 2025, foram mais de 400 desfiles autorizados. Para 2026, o carnaval de rua está previsto para começar em 17 de janeiro.

“O carnaval de rua do Rio é um patrimônio cultural e popular que projeta a cidade para o mundo e impulsiona a economia criativa em diversas frentes. A inscrição é o primeiro passo de um processo que exige planejamento integrado e diálogo permanente com os blocos e os órgãos públicos. Nosso compromisso é realizar, em 2026, uma festa cada vez mais organizada, democrática e segura para todos”, afirma Bernardo Fellows, presidente da Riotur.

CALENDÁRIO – CARNAVAL DE RUA 2026
15/08 – 15/09: inscrições dos blocos;
16/09 – 16/10: análise dos órgãos municipais;
17/10 – 27/10: Liberação do Documento de Cadastro Preliminar ou Documento de Cadastro Não Efetivado, no site para download. E período de solicitação de revisão de parecer;
28/10 – 03/11: Respostas aos pedidos de revisão de parecer e liberação do documento de cadastro preliminar ou documento de cadastro não efetivado;
04/11 – 12/01: Blocos x Órgãos. Período em que o representante legal do bloco deverá dirigir-se aos Órgãos Públicos competentes abaixo listados, para a obtenção da documentação complementar obrigatória: PMERJ, PCERJ e CBMERJ;
13/01 – 15/01: Período para a realização do Upload no site dos documentos complementares obrigatórios e liberação após conferência dos documentos de cadastro efetivado;
16/01: Término do envio do documento de cadastro efetivado e finalização do processo.

Renascer de Jacarepaguá abre oficinas de percussão e passistas para a comunidade

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A Renascer de Jacarepaguá abre suas portas para quem deseja viver a experiência do Carnaval de perto. A escola lança, neste mês de setembro, oficinas de percussão e de passistas, abertas a todas as idades, com foco em aprendizado, integração e celebração da tradição do samba.

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Foto: Divulgação/Renascer de Jacarepaguá

Oficina de Percussão

A oficina de percussão terá início no dia 9 de setembro, com aulas sempre às terças-feiras, às 19h30. O valor mensal é de R$ 80 para novos alunos, R$ 70 para veteranos e R$ 60 para integrantes de escolas coirmãs. As inscrições são gratuitas.
📞 Informações: (21) 99207-6906.

Oficina de Passistas

Já a oficina de passistas começa em 11 de setembro, sempre às quintas-feiras, às 19h. O projeto é voltado tanto para iniciantes quanto para quem já tem experiência no samba.

“Para você que quer aprender a sambar, nossa oficina é para todas as idades. Vamos começar com o projeto para iniciantes e, posteriormente, teremos nível intermediário. Nossas passistas estarão integradas ao projeto e durante as aulas também teremos convidados ilustres. Vem sambar com a gente e fazer parte da nossa família!”, destacou Maanu Louise, diretora de passistas da escola.

A taxa de inscrição é de R$ 15, e as aulas são gratuitas.
📞 Informações e inscrições: (21) 97433-4835.

Serviço
Renascer de Jacarepaguá – Oficinas de Percussão e Passistas
📍 Local: Quadra da Renascer de Jacarepaguá – Avenida Nelson Cardoso, 82, Tanque, Jacarepaguá, RJ (em frente à estação BRT Tanque).
Percussão: a partir de 9 de setembro, às terças-feiras, 19h30.
Passistas: a partir de 11 de setembro, às quintas-feiras, 19h.

Vila Isabel abre audições para a comissão de frente do Carnaval 2026

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A Unidos de Vila Isabel realizará, na segunda-feira, 8 de setembro, as audições para compor a comissão de frente do Carnaval 2026. O processo seletivo acontecerá na Focus – Espaço de Criação (Praça Tiradentes, 87 – 3º andar, Centro – RJ) e será conduzido pelos coreógrafos Alex Neoral e Marcio Jahú.

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Foto: Divulgação/Vila Isabel

As audições são voltadas exclusivamente para homens e mulheres negros(as) com mais de 18 anos. As inscrições devem ser realizadas antecipadamente por meio do perfil oficial da comissão no Instagram: @comissaodefrente_neoral.jahu, onde o link para cadastro já está disponível.

“Nosso objetivo é montar uma comissão de frente que una talento, presença cênica e conexão com a mensagem que a Vila levará para a Avenida. Queremos artistas que tragam verdade para a nossa história e que sejam parte viva desse enredo tão potente”, afirma o coreógrafo Marcio Jahú.

Em 2026, a Vila Isabel apresentará o enredo “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África”, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, com pesquisa de Vinicius Natal. O desfile celebrará a arte, a ancestralidade e o samba, em diálogo com o legado de Heitor dos Prazeres, um dos grandes nomes da cultura popular brasileira.

Serviço
• Data: Segunda-feira, 8 de setembro de 2025
• Local: Focus – Espaço de Criação (Praça Tiradentes, 87 – 3º andar, Centro – RJ)
• Requisitos: Homens e mulheres negros(as), maiores de 18 anos
• Inscrições: Exclusivamente via Instagram @comissaodefrente_neoral.jahu

Acadêmicos do Engenho da Rainha homenageará Tomás Santa Rosa no Carnaval 2026

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O Acadêmicos do Engenho da Rainha anunciou o enredo que levará para a avenida no Carnaval 2026: “Santa Rosa – Negro, moderno, plural”, uma homenagem a Tomás Santa Rosa, conhecido como o “pai do livro moderno”. A vermelho e branco do Engenho da Rainha apresentará a trajetória e o legado do multiartista paraibano, que atuou como pintor, ilustrador, designer, cenógrafo, professor, decorador e figurinista. O enredo pretende destacar a importância de Santa Rosa para a arte e a cultura brasileiras.

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Nascido em João Pessoa (PB), em 1909, Tomás Santa Rosa demonstrou talento artístico ainda na infância. Aos nove anos, participou de sua primeira exposição com a pintura de um docel de São Francisco de Assis, inspirada em sua religiosidade. Na capital paraibana, formou-se em Ciências e Letras.

Aos 23 anos, deixou o emprego em repartições públicas e mudou-se para o Rio de Janeiro, onde aprofundou seu contato com a pintura, a ilustração, a diagramação, a cenografia e o figurino, além de se dedicar ao ensino das artes. Inovador no campo gráfico, destacou-se pelo planejamento visual de livros e pelas ilustrações que produzia, conquistando reconhecimento e estabilidade financeira.

Santa Rosa também foi um crítico contundente do teatro comercial, que, segundo ele, priorizava o entretenimento em detrimento da estética e do conteúdo. Além de artista, exerceu papel ativo na militância cultural em cargos públicos.

Em 1956, representou o Brasil na Conferência Internacional de Teatro, em Bombaim, na Índia. Durante a viagem, adoeceu, foi hospitalizado e faleceu em 27 de novembro do mesmo ano, em Nova Déli.

O presidente da escola, PH, destacou a relevância do enredo: “Falar de Santa Rosa é um desafio, pois estamos falando de um homem negro, um gênio das artes que nunca desistiu do seu sonho. Mesmo diante de tantas barreiras, conquistou o seu lugar. Vamos pra cima!”.

O carnavalesco Leo Jesus também celebrou a escolha: “Exaltar a história desse gênio das artes é uma honra. Santa Rosa nos deixou um legado de força, criatividade e ensinamento. Espero que, como ele, nós também consigamos conquistar o nosso espaço”.

Fátima Fogão é a nova coordenadora da ala de baianas da Em Cima da Hora

Maria Fátima, mais conhecida como Fátima Fogão, iniciou sua carreira no mundo do samba aos 15 anos, na Estação Primeira de Mangueira, onde desfilou como passista. Desde então desempenhou diversos cargos em algumas agremiações.

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Desfila como baiana há mais de 15 anos e tem passagens por escolas como União da Ilha, Grande Rio, Portela e Imperatriz Leopoldinense. Ela leva a história, a garra e a devoção das baianas por onde passa e agora assume a coordenação da ala das baianas da Em Cima da Hora.

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Foto: Divulgação/Em Cima da Hora

Unidos do Cabuçu promove apresentação dos sambas concorrentes para o Carnaval 2026 neste domingo

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A Unidos do Cabuçu realiza neste domingo, a apresentação oficial dos sambas concorrentes que disputam o hino da escola para o Carnaval 2026. O evento começa às 16h, tem entrada gratuita e acontece na quadra da agremiação, localizada na Rua Araújo Leitão, 925, Engenho Novo. Ao todo, seis obras estão na disputa pelo título.

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A programação será aberta com um show especial da cantora Gabby Moura, que sobe ao palco acompanhada de sua banda, prometendo muita animação ao público. Na sequência, duas escolas convidadas reforçam o clima de integração entre comunidades do samba: a tradicional Estácio de Sá, o “Berço do Samba”, e a Acadêmicos de Araçatiba, vinda diretamente de Maricá para abrilhantar a festa.

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Encerrando a noite, a Unidos do Cabuçu apresentará oficialmente os seis sambas concorrentes:
Samba 1 – Iba Nunes e Cia.
Samba 2 – Wallace Flabuçu e Cia.
Samba 3 – Eduardo Henrique e Cia.
Samba 4 – Carlos Júnior e Cia.
Samba 5 – Edson Pelé e Cia.
Samba 6 – Gabriel Leal e Cia.

Primeira campeã do Grupo de Acesso da Passarela em 1984, a Unidos do Cabuçu abre as portas de sua quadra para mais uma grande festa, reunindo compositores, sambistas e apaixonados pelo carnaval em uma tarde de celebração cultural.

A entrada é gratuita, mas quem desejar mais conforto pode reservar mesas antecipadamente pelo telefone (21) 99655-6488. A escola também convida o público a acompanhar todas as novidades através do Instagram oficial @SeresUnidosDoCabucuOficial.

Serviço
Data e hora: Domingo, 7 de setembro, a partir das 16h
Local: Quadra da Unidos do Cabuçu – Rua Araújo Leitão, 925, Engenho Novo
Atrações: Show de Gabby Moura e banda, participação das escolas Estácio de Sá e Acadêmicos de Araçatiba, e apresentação dos seis sambas concorrentes
Entrada: Gratuita
Mesas antecipadas e informações: (21) 99655-6488

Império de Nova Iguaçu terá o terreiro ‘Kupapa Unsaba’ como enredo do Carnaval 2026

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Em busca do título da Série Prata em 2026, o Império de Nova Iguaçu levará para a Intendente Magalhães o legado do terreiro de candomblé “Kupapa Unsaba”, localizado no Rio de Janeiro. O espaço é uma ramificação do Terreiro Bate Folha, de Salvador. O enredo “Kupapa Unsaba – Morada Ancestral” será desenvolvido pelos carnavalescos Larissa Pereira e Marco Antonio Falleiros, junto com o enredista John Bahiense.

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A azul e branca da Baixada contará uma diáspora de além-mar! Uma semente africana que recebeu todo o axé na Bahia, criou raízes profundas na Baixada Fluminense, floresceu e refloresce pelas zelosas mãos de Floripes, o coração dessa dinastia. Desde 1972, o terreiro está sob a liderança de Mam’etu Mabeji (Floripes Correia da Silva Gomes), sobrinha de Lessengue. Iniciada em 1947, liderou com requinte e assegurou a continuidade da tradição Congo-Angola. Ao lado do esposo, Tata Nguzu José Milagre, manteve viva essa herança até sua morte, em 1999.

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O título “Kupapa Unsaba – Morada Ancestral” sugere uma celebração das raízes africanas, evocando ancestralidade, memória e pertencimento. A expressão Kupapa Unsaba (mantida no idioma original) transmite intensidade e espiritualidade, reforçada pelo complemento “Morada Ancestral”, que convida a uma viagem às origens e à cultura de matriz africana.

A escola desfilará como a 6ª agremiação da Série Prata (Superliga), no domingo, 15 de fevereiro de 2026, na Estrada Intendente Magalhães. Os interessados em adquirir a camisa do enredo podem entrar em contato pelo telefone (21) 96471-1035.

Unidos de Bangu aposta em parceria de peso para embalar samba em homenagem para Leci Brandão

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A Unidos de Bangu já tem data marcada para um dos momentos mais aguardados do seu Carnaval: o lançamento oficial do samba-enredo para 2026 acontece no dia 3 de outubro, na tradicional Ceres de Bangu. Com o enredo “As coisas que mamãe me ensinou”, a escola da Zona Oeste presta uma poderosa homenagem à cantora, compositora e deputada estadual Leci Brandão, ícone da cultura popular brasileira e referência na luta por justiça social, igualdade e resistência. O samba que embalará a homenagem tem assinatura de peso: Dudu Nobre, Junior Fionda e o grupo Vou Pro Sereno são os responsáveis pela obra, que será apresentada ao público em uma grande festa aberta à comunidade e aos amantes do carnaval.

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Foto: Divulgação/Unidos de Bangu

“Estamos muito felizes com esse enredo e com o samba que nasceu dele. Tivemos a honra de apresentar a proposta pessoalmente à Leci, que ficou emocionada e muito grata. Esse momento do lançamento é especial, quando a nossa história começa a ganhar voz e ritmo. Vamos fazer uma grande festa para celebrar essa mulher tão importante para o Brasil”, declarou Marcelo do Rap, diretor de carnaval da agremiação.

Com um desfile que promete unir conteúdo social e musicalidade, a Unidos de Bangu reforça sua identidade cultural. A escola será a quarta a desfilar na sexta-feira de carnaval, pela Série Ouro.

Mestre Fafá mantém base de trabalho da bateria da Grande Rio para o Carnaval 2026 e espera recuperar a nota máxima

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Em sua primeira década como mestre de bateria, Fafá se consolidou como um dos pilares da Grande Rio, realizando um trabalho de excelência e conduzindo uma bateria cuja cadência e educação musical são marcas reconhecidas. Mesmo após a perda de um décimo na apuração de 2025, a confiança em seu trabalho permanece ampla, e a base será mantida, tanto em características quanto em relação aos ritmistas.

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“Mantivemos praticamente a mesma base, a galera do ano passado continuou. A cada ano, a Grande Rio vem frisando a importância de ter mais ritmistas da casa. Um naipe ou outro acaba rolando de o cara querer desfilar na escola do coração, que vai desfilar colada com a nossa, a gente entende. Mas a maioria continua, e estamos trabalhando firme para recuperar nossos pontos perdidos”, garante o mestre.

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Foto: Ewerton Pereira/Divulgação Grande Rio

A escola de Duque de Caxias levará para a avenida o enredo “A Nação do Mangue”, uma homenagem ao movimento Manguebeat, que mais uma vez permite acrescentar elementos de uma cultura regional à bateria. “O Manguebeat é um enredo extremamente musical. Acabei de vir de Recife, conheci mais sobre a história do movimento, não conhecia muito, para ser sincero, mas tenho me aprofundado bastante. Agora é esperar a escolha do samba para, com o samba definido, começarmos a fazer inserções, ver o que podemos colocar da musicalidade de Chico Science dentro da bateria, da parte de cordas, junto com o Evandro Malandro também”, declarou Fafá.

O mestre também comentou sobre a mudança no sistema de som da Sapucaí, que não contará mais com o carro de som percorrendo a pista durante o desfile. Ele disse que ainda não recebeu informações mais detalhadas, mas espera uma melhora na qualidade, uma reclamação antiga de intérpretes e mestres de bateria.

“Eu não tive contato nenhum com esse novo som. Ficamos sabendo pela internet e estamos esperando para ver como vai ficar. Se for uma mudança boa para o carnaval, vamos abraçar. Eu espero que ajude muito o espetáculo, pois o som é um problema que vem de muito tempo. Ano passado, o Gabriel David nos ouviu e tentou ajudar de alguma forma. Acredito que, mais para frente, devem realizar outros testes, chamar mestres de bateria, intérpretes… a gente precisa ver para poder opinar, para que seja o melhor som possível e, assim, desempenharmos muito bem o nosso trabalho”, ressaltou.

É na manutenção de uma base bastante azeitada e na pitada de musicalidade do maracatu pop eletrônico do Manguebeat que a Grande Rio aposta em mais um excelente desempenho da bateria de mestre Fafá.