Por Fiel Matola
A comunidade foi a protagonista do ensaio técnico de rua da Porto da Pedra, neste domingo, em São Gonçalo, mostrando que o Tigre é sim uma das favoritas ao título da Série A. O relógio marcava 21h43 quando Luizinho Andanças iniciou o ensaio cantando sambas antigos da escola. Com duração de mais de uma hora, 1h15 para ser mais exato, e com o calor na cidade, os componentes no final não demonstraram cansaço, pelo contrário, cada ala que chegava ao cordão indicador do fim do ensaio, cantava mais do que nunca. O samba que caiu no gosto da comunidade. Bateria, casal, carro de som e uma evolução correta, somado ao canto, ajudaram a corroborar que a Vermelha e Branca não está para brincadeira.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Rodrigo França e Cintya Santos lutam para continuar com seus 40 pontos conquistados em 2018. O ensaio mostrou que estão preparados para mais um espetáculo: misturando o bailado conservador com o moderno, utilizaram algumas coreografias em partes do samba. Porém, os movimentos do mestre-sala e a graciosidade da porta-bandeira são de impressionar, principalmente, no momento em que eles apresentam a escola, um bonito gesto, mostrando que o casal não perdeu a essência da dança. O ponto de atenção para dupla é o encontro das mãos, quando terminam o giro anti-horário, está parecendo forçado, mas, nada que não possa ser corrigido até o carnaval.
“Se Deus quiser, a gente vai manter os 40 pontos. A gente está muito feliz, muito grato por essa comunidade que receptiva, então, não podemos fazer menos, temos que dá a nota máxima para eles”, pontuou Rodrigo.
Cintya comentou o segredo para manter todas notas dez e adiantou como será a apresentação no carnaval: ”Na nossa dança, nós não queremos perder nossa essência. Estamos fazendo ela com muito carinho. Vamos vir com uma novidade, arriscar um pouco. É pedido que tenhamos a tradição, mas que também haja inovação. Será um pouquinho de cada, para lutarmos e preservarmos os 40 pontos”.
Harmonia e Samba
O canto forte do Tigre foi um ponto alto do ensaio. Porém, a comunidade tem que ficar de olho em alguns erros que podem ser consertados até o carnaval, como por exemplo, em algumas alas é cantado “no quilombo novo” ao invés de “no cinema novo”. O canto caiu um pouco nas estrofes que vem após o refrão central. Fora isso, a cidade de São Gonçalo ouviu o rugido do Tigre. Exemplo de um belo canto foi o da primeira ala, e a ala após a bateria. O samba que foi abraçado pela escola, na voz de Luizinho Andanças, acompanhado pelo seu carro de som, mostrou que ele só tende a crescer até o dia do desfile.
“Os ensaios estão sendo muito bons, a bateria está show de bola e minha galera aqui está correspondendo muito bem. Graças a Deus está dando tudo certo e tomara que sejamos a favorita mesmo”, disse Luizinho.
Evolução
O tempo grande do ensaio poderia demonstrar problemas na empolgação do componente. Mas, não foi o que se viu. Uma comunidade alegre e aproveitando o momento, tudo com tranquilidade, fluidez e alas sem buracos. Junior Cabeça, diretor de carnaval da escola, fez o balanço do ensaio.
“Nossa comunidade está bem, cantando, o samba pegou, o ensaio de hoje está bem organizado, o carro de som bem entendido com a bateria. Nosso presidente está feliz. Estamos fazendo de tudo para colocar um carnaval na rua, nós estamos muito felizes. Agora é dar prosseguimento até o carnaval, acertar as arestas e partir para essa briga. E se Deus quiser dará tudo certo”.
Bateria
Com bossas arrojadas e dentro do samba, mestre Pablo ousou em sua bateria. Pode-se notar uma pausa da Ritmo Feroz em uma passa inteira do samba, ouvindo somente o canto do componente. Essa ousadia não será vista na Sapucaí, só foi um momento no ensaio para verificar como está o canto do componente. Ponto alto para a parte do samba “subo a ladeira do Pêlo, a batucada começou, tem capoeira”, com uma batida afro, relembrando a batucada baiana. Pablo disse que sua bateria está 99% do que ele espera para o dia do carnaval.
“Cada ensaio que passa, a bateria se supera, hoje podemos dizer que nossa bateria está 99% do que eu espero para o desfile, e se Deus quiser a nota máxima irá vir”.
Outros destaques
Os passistas deram um show à parte, com coreografias, o que não é bem visto por alguns conservadores. O grito no refrão do meio do samba, deixa qualquer um arrepiado. E os conservadores não terão tempo de reclamar muito, já que ao chegar no refrão principal, o samba no pé rola solto.
A rainha de bateria Kamila Reis também mostrou que tem samba no pé e simpatia. Em vários momentos, ela puxava membros da comunidade para sambar com ela, principalmente, as crianças, demonstrando preocupação com a continuidade do samba para futuros componentes.
A ala “O Pagador de Promessas”, comandada pelo Muso Fábio Alves, foi ao ensaio com cruzes na mão e roupas representando sangue, deitando no chão, ajoelhando e com uma coreografia forte, que promete chamar atenção no desfile oficial.
O casal segundo casal, Alana Couto e Johny Matos, esbanjou simpatia, com um bailado leve e sempre com um sorriso no rosto.
O presidente da Porto da Pedra, Fábio Montibelo, que acompanhou o ensaio de perto, disse que a escola sempre foi favorita e que este ano ela tem de tudo para ganhar o título.
“Sempre a Porto da Pedra é favorita, também, com uma comunidade dessa. Esse ano pode ter certeza que nós entraremos na briga. Carnaval está bonito, o samba pegou, a comunidade fechou, a prefeitura está ajudando, temos tudo para ganharmos esse título”.
A Porto da Pedra com o enredo: “Antônio Pitanga, um negro em movimento”, do carnavalesco Jaime Cezário, e será a quarta escola a desfilar no sábado de carnaval pela Série A.


Considerado o hotel oficial do carnaval paulistano, por sua proximidade com o Sambódromo do Anhembi, o Holiday Inn Parque Anhembi prepara preços exclusivos e vantagens diferenciadas para os hóspedes que irão curtir tanto os ensaios técnicos, que já estão acontecendo, quanto os desfiles oficiais na sexta e sábado de carnaval. Débora Pereira, analista de marketing do hotel, revela à reportagem do CARNAVALESCO, as novidades para os sambistas que passarem pelas dependências do hotel.
A distância entre Rio de Janeiro e São Paulo não tem sido empecilho para Juliene Dias. A atriz carioca fará sua estreia no carnaval como musa dos compositores na Tom Maior, escola de samba paulistana que encerrará o primeiro dia de desfiles no Grupo Especial, no dia 1° de março. Na noite de domingo, a beldade, de 20 anos, esteve no ensaio de rua da Tom, no Bom Retiro. Com o samba na ponta da língua e muita animação, Juliene esbanjou simpatia e interagiu com a comunidade.
Em entrevista ao portal G1, o diretor de carnaval, Hugo Júnior, disse que a proposta da escola é defender o carnaval e lamentou que a imagem tenha vazado nas redes sociais.
A Central de Vendas da Liesa realizou no sábado a venda por telefone da carga de ingressos para os desfiles do Grupo Especial no Carnaval 2019. Segundo Heron Schneider, coordenador da Central de Vendas, as cadeiras individuais do setor 12 se esgotaram em 11 minutos para domingo e segunda.
A Beija-Flor voltou às ruas de Nilópolis neste domingo. Na tradicional Mirandela, no centro do município, uma verdadeira multidão foi acompanhar o treino da Deusa da Passarela. E quem saiu de sua casa em pleno domingo não se arrependeu. Viu um ensaio com o padrão que a Beija-Flor se acostumou a exibir. Mérito total para a comunidade nilopolitana, que demonstra seguir sendo uma das mais fortes do carnaval, impulsionando a apresentação da azul e branco por quase duas horas na rua. (Fotos: Eduardo Hollanda)
“O ensaio de rua é importante para podermos testar o andamento da escola em um percurso próximo ao que teremos na avenida. Podemos fazer simulações da apresentação de casal em pontos do percurso que representarão os módulos de jurados, a bateria pode simular saída e entrada de recuo e também temos mais uma prova dinâmica de manutenção do canto e evolução da escola como um todo. Nesse sentido foi bastante proveitoso nosso treino, com muita gente podendo acompanhar. a Mirandela estava lotada. Consegui realizar tudo que foi planejado nesse primeiro treino. Estou bastante satisfeito com o resultado. O nosso povo está cantando o samba, as alas que têm feito treinos específicos demonstram um bom resultado, acho que vem dando certo essa forma de ensaio segmentado”, disse Válber Frutuoso, diretor de carnaval.
A comunidade demonstrou sua força no canto durante todo o ensaio. Desde a arrancada as alas cantavam bastante a obra. Nossa reportagem passou por todas as alas e permaneceu um bom tempo no final da escola, e mesmo afastada do carro de som e da bateria, as alas finais cantaram com a mesma intensidade dos componentes do início da escola.
A Beija-Flor levou para o ensaio muitas alas, incluindo algumas coreografadas. O treino atravessou todo o início da noite em Nilópolis e chegou a quase duas horas de duração. Para simular corretamente o desfile, a agremiação usou duas ruas para realizar recuo de bateria. A técnica de ensaio esteve perfeito com um andamento sem aceleramento ou lentidão. As alas estiverem bastante espontâneas e brincantes, com bastante movimentação. As alas coreografadas demonstraram bastante correção e sincronia de movimentos, sem deixar de cantar o samba.
O samba esteve com belo rendimento no ensaio de rua. Embora sem a referência de Neguinho da Beija-Flor, a condução do carro de som foi bem feita pelo jovem Bakaninha, que passou muita empolgação à comunidade. Os cantores demonstraram entrosamento total com a bateria e a escola. Pode-se afirmar que o samba é funcional à necessidade da Beija-Flor.
Um ótimo treino da bateria. Com sua característica de priorizar o ritmo e o andamento, os ritmistas dos mestres Rodney e Plínio deram a sustentação necessária ao canto e à dança da comunidade da Beija-Flor ao longo de todo o ensaio. Raíssa, completando 16 anos à frente da bateria, foi muito tietada ao longo de todo o percurso do ensaio.
Claudinho e Selminha Sorriso participaram de metade do ensaio técnico. A porta-bandeira chegou a treinar inicialmente com o segundo mestre-sala, Zé Roberto. A partir da chegada de Claudinho, seu eterno parceiro, a dupla passou a brindar o público com a característica dança deles, bastante clássica. Claudinho e Selminha fizeram questão de oferecer o pavilhão ao público que acompanhava o treino nas laterais da Mirandela. No final ainda bailaram à frente da bateria antes que ela saísse do recuo.
O desejo e anseio de todo portelense de levar Clara Nunes para Avenida foi atendido pela Portela e o componente mostrou neste domingo na Intendente Magalhães, no ensaio de rua, estar realizado e mais do que preparado para a homenagem tão aguardada. Cerca de 1.600 componentes, de acordo com direção de carnaval da escola, cantaram, sambaram e evoluíram sob as bênçãos de Clara Nunes durante 62 minutos de treino.
A concentração estava marcada para às 17 horas, porém a escola só iniciou seu ensaio às 21h com o tradicional esquenta para delírio do público que lotou as ruas do Campinho. Para abrir o treino, o coreógrafo Carlinhos de Jesus foi homenageado pelo seu aniversário. Nilce Fran discursou sobre a importância de se ter duas de suas passistas na Corte do Carnaval Carioca: a primeira princesa Deisiane Jesus, oriunda da escola de Madureira e Viviane Silveira, segunda princesa. Viviane, inclusive, ganhou papel de destaque no treino e ensaiou à frente da ala de passistas, que estavam trajadas de Clara Nunes.
Voltando ao comando de uma comissão de frente em 2019 e, dessa vez, estreando na Portela, Carlinhos de Jesus mostrou-se completamente “em casa”. O coreógrafo recebeu homenagem no início do ensaio pela comemoração de seu aniversário e revelou a equipe do site CARNAVALESCO que nada de oficial foi executado no ensaio de rua. O treino contou com bailarinos homens e mulheres com canto forte, porém não foi possível identificar o que poderiam representar na execução da coreografia.
Marlon e Lucinha Nobre, casal de mestre-sala e porta-bandeira da Portela são um destaque à parte no ensaio. A porta-bandeira, que dispensa apresentações, mostra a todo instante segurança e leveza em seu bailado. Lucinha, que tem uma maneira particular de conduzir a sua bandeira realizou com seu mestre-sala Marlon Lamar simulações de apresentações para as cabines de julgadores e terminou o treino sem demostrar qualquer sinal de cansaço físico. Lamar, apesar de ainda estrelar o seu segundo desfile no Grupo Especial carioca, não fica atrás da excelente exibição da porta-bandeira. O casal promete ser um dos melhores da Avenida.
Para o intérprete Gilsinho, o Carnaval de 2019 ficará marcado em sua vida por cantar Clara Nunes na Avenida e a obra portelense na voz do intérprete e da sua equipe do carro de som ganhou ainda mais força. Com uma bela melodia e dois refrões que evocam a emoção do portelense, a obra da azul e branca de Oswaldo Cruz e Madureira tem tudo para, além de conduzir um bom desfile, garantir notas máximas e prêmios. Os portelenses cantaram apaixonados o samba durante todo do percurso da Estrada do Campinho e sempre estimulados pelo intérprete e pelo ritmo da Tabajara do Samba.
A rainha Bianca Monteiro como sempre marcou presença, sambou muito e esbanjou simpatia. Foi uma atração à parte para o público que lotou a Intendente Magalhães para acompanhar o treino da azul e branca de Oswaldo Cruz e Madureira.
Muitas notícias rondam a Mocidade Independente de Padre Miguel no que se refere ao Carnaval 2019. Mas, quando o assunto é ensaio de rua, toda a escola, incluindo os torcedores, pode ficar tranquila. Se o que fazem agora na rua, for totalmente executado na Avenida, dificilmente a verde e branca da Vintém terá problemas com harmonia e evolução.
No ensaio deste domingo, os independentes mostraram entrosamento entre todos os setores e o ensaio fluiu, como se fossem um grupo de pessoas que não precisa de
O casal optou por fazer uma coreografia solta e sem compromisso com o que será mostrado no desfile. No que foi apresentado, Marcinho Siqueira e Cris Caldas mostraram o entrosamento e a sintonia que lhes renderam a nota máxima em 2018.
A obra da Mocidade para 2019 dispensa apresentação e é como se melhorasse a cada dia. Muito bem conduzido por Wander Pires e seu carro de som, o samba-enredo cresce pelos setores da escola e sua audição é agradável durante todo o tempo dos ensaios.
“Estou muito feliz com o desempenho de hoje. O carnaval se aproxima e o mais difícil é manter o alto nível e os prêmios que ganhamos. Estou com planos para fazer as bossas, mas nada mirabolante. O andamento de hoje foi perfeito e um respaldo excelente do nosso trabalho. Estamos ensaiando na rua e aqui na favela, para fazer a bateria andar um pouco e executar as bossas”, disse Mestre Dudu.
Outro destaque do ensaio da Mocidade referente a bateria é a tradicional queima de fogos em uma passarela, onde a escola marca o terceiro módulo de jurados e a torcida pendura faixas. Esse contato com o público, sempre se torna um dos pontos altos do ensaio.
A escola usou tripés com o logotipo do enredo para demarcar a localização das 6 alegorias e a bateria entrou e saiu do recuo sem qualquer problema. O componente estava solto e não foram percebidos momentos nos quais os componentes tenham ficado totalmente parados.
Antes do ensaio, Marquinho Marino fez questão de esclarecer os assuntos que envolveram a Mocidade recentemente e que ele chamou de boatos. O diretor de carnaval garantiu que a escola vai brigar no topo e que os erros passados já estão sendo trabalhados para não se repetirem. Ao dizer “fiquem tranquilos, pois a Mocidade está com 70% do seu carnaval pronto”, Marino pediu para que o Independente confiasse no trabalho da escola e não desse importância para boatos.
Sobre as notícias de que o trabalho da escola está atrasado tal como os salários de funcionários, Marino foi enfático, afirmou que a Mocidade tem condições de superar os problemas e que todas as escolas estão com o cronograma atrasado, devido o impasse da prefeitura no repasse de verbas.
A escola de samba Águia de ouro apresentou neste domingo a nova corte que estará à frente da bateria no desfile de 2019. A coroação foi realizada durante o ensaio da agremiação e contou com a quadra praticamente lotada. No momento da divulgação, os componentes vibraram e aplaudiram a decisão da diretoria.
A escola optou por não designar cargos. As quatro mulheres compõe juntas a linha de frente da bateria Batucada da Pompéia, comandada por mestre Juca Guerra. São elas: Domênica Anastácio, Karoline Morais, Marina Franco e Vanessa Alves.
Única desfilante do Grupo Especial, na noite deste sábado, no Anhembi, a escola de samba Gaviões da Fiel entrou na pista para realizar o seu primeiro ensaio técnico. A agremiação alvinegra levantou o Sambódromo, que presenciou uma arrancada emocionante, tanto para a comunidade, quanto para os sambistas em geral. O presidente Rodrigo Gonzales fez questão de homenagear Wilsinho, diretor de bateria, que faleceu recentemente durante a realização de um ensaio para o carnaval de 2019. Pontos de destaques foram a organização em relação ao posicionamento das alas, uma ótima harmonia e participação em peso da arquibancada.
“Dentro da pista o ensaio foi super proveitoso. Nós conseguimos atingir todos os objetivos programados para esse ensaio. Nós temos um comissão de harmonia grande, trabalhando forte, e a gente está conseguindo fazer esse trabalho, Está em andamento, mas vai ficar melhor”, garantiu Regina Dercoli, diretora de harmonia.
O primeiro casal, Wagner Lima e Adriana Mondijan, sofreu um susto após o técnico, isso porque a porta-bandeira passou mal e recebeu ajuda de alguns integrantes da diretoria. Porém, dentro da pista, a dupla mostrou boa sintonia. Ambos dançaram com
É visível a experiência que o carro de som dos Gaviões traz para a pista. Liderado pelo intérprete Ernesto Teixeira, a ala musical teve um bom desempenho. O esquenta foi bem longo, cantando vários sambas históricos, e que serviu de aquecimento para cada cantor de apoio. A ala também traz uma proposta de apagão, junto com a bateria, para destacar a força que o samba tem, dentro e fora da avenida.
“O rendimento foi bom. Como estamos no clima da festa ainda não temos uma dimensão. Serviu para tentar o tempo de arrancada, desfile e andamento da bateria. Acho que foi muito satisfatório. Agora iremos analisar onde podemos melhorar para o próximo”, comentou o intérprete Ernesto Teixeira, que não se considera um astro do carnaval paulistano.
A bateria Ritimão sofreu recentemente com o falecimento de um dos seus diretores de
Coreografada por Edgar Júnior, a comissão de frente trouxe um desempenho de alto nível. Com coreografia de desfile oficial, os bailarinos pareciam estar num palco de teatro. Reações em determinadas partes do samba, interações com o público e a encenação da crucificação fizeram do quesito um dos mais representativos até o momento. Um ponto a ser observado é o tamanho do tripé em que os componentes interagem.
A distribuição da escola foi um destaque positivo. Cada ala (24 no total) estava diferenciada por placas que indicavam o nome e por balões, onde cada uma tinha cores e formatos diferentes. Algumas regiões dentro das alas ficavam desorganizadas conforme andavam, mas era rapidamente corrigidas pelos integrantes da harmonia que acompanhavam a evolução de perto. A entrada no recuo beirou a perfeição e teve