O site CARNAVALESCO divulga a nona e penúltima lista dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial para o Carnaval de 2019. A contagem segue o link de cada samba e começou na data de 14 de novembro, quando foram divulgadas as prévias do CD do Especial. A última lista será divulgada no dia 28 de fevereiro. Veja o ranking final:
Sextou e lá estava a Unidos de Padre Miguel para seu penúltimo ensaio, na Praça Guilherme da Silveira, antes da noite derradeira do desfile oficial, quando a escola se lançará à própria sorte, no desafio de ser, finalmente, campeã da Série A. O sonho do Grupo Especial, sempre vivo na cabeça de todos da escola, tem parecido mera utopia a cada Quarta-Feira de Cinzas, ao abrir dos envelopes que praticamente ultrajam uma escola que desfila feito Grupo Especial, porém com seus pertinentes percalços.
O ensaio desta sexta-feira mostrou o mais do mesmo de uma impressão positiva: ainda que sob chuva que insistia em tentar minguar a garra do componente, o canto e a evolução foram os protagonistas. Alinhados com um desempenho formidável da bateria de mestre Dinho e um Pixulé inspirado, os quesitos da Unidos de Padre Miguel mostraram que irão, como nos últimos anos, garantir boas notas para a escola.
Enquanto a chuva caía, ainda que deixando seus intervalos, os componentes gritavam o samba, a escola balançava e os diretores de alas faziam o possível para sustentar o canto de seus grupos. A evolução não apresentou problemas e a escola ensaiou com a presença da comissão de frente e um bom público nas calçadas.
“O tempo não ajudou, mas a comunidade veio. O que impressionou hoje foi o canto da escola. Acho que esse será o diferencial da Unidos de Padre Miguel: o canto da comunidade. Claro que sempre tem uma coisinha para ajustar até o desfile, porque se estivesse 100% hoje, teria alguma coisa errada”, disse Cícero, diretor de carnaval.
Comissão de Frente
Se algumas questões no desenvolvimento de um ensaio ou desfile são complexas, uma dessas questões, com certeza, foi entender a proposta da Comissão de Frente no ensaio de hoje. Mas, calma, torcedor! Nada do que foi apresentado hoje estará no desfile, conforme garantiu o coreógrafo David Lima.
Enfim, a coreografia mais parecia uma inversão de momentos: durante a evolução, percebia-se uma coreografia bem trabalhada, com passos marcados e interessante de se ver. Mas, nos módulos, os componentes se limitam em formarem filas em V, com posicionamentos aleatórios na horizontal, e baterem palmas. Ainda fazia composição da performance, um andor que nada acrescentava na montagem do ato.
Sobre a coreografia do desfile, o coreógrafo David Lima explicou um pouco do que está preparando e como está montando para o desfile.
“O desafio deste ano é unir a teatralização com a dança. Estamos levando para o lado de juntar os passos sincronizados da dança com o teatro. Mas, esse desafio já foi resolvido. Nós já entramos no contexto e temos um trabalho bem promissor”, explicou David.
Para a montagem, o coreógrafo explicou que o trabalho está baseado em três setores
da escola.
“Estamos unificando três setores da escola em uma passada de samba e com muito estudo. Nós conseguimos montar uma coreografia que englobe tudo isso. O que posso adiantar é que está um trabalho bem diferenciado e bonito. É um trabalho forte que passa uma mensagem muito interessante, contou o coreógrafo, ainda explicando que fará uso de elementos cenográficos no ato”.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Um dos casais mais badalados da Série A, Vinicius Anteunes e Jéssica Ferreira estão cada vez mais a ponto de levitarem enquanto dançam. Com muito da coreografia oficial do desfile, o casal mostrou que terá uma dança bastante caprichada, alinhando passos do samba com o tradicional de um casal.
“A maior parte do que for apresentado hoje, foi oficial. Chega uma época, que a gente
tem que estar testando com a escola, principalmente o cronograma de tempo” explicou
o mestre-sala.
Porém, ainda que tenham feito uma bela exibição, Vinicius e Jéssica precisam ajustar
detalhes de marcação de tempo em alguns trechos do samba, principalmente, no verso “aqui se aprende a amar o samba”, os dois batem no peito em momentos diferentes. Se a ideia for essa, a impressão que deixa é de descompasso.
O casal, que ainda tem tempo para fazer seus ajustes, precisa ainda superar a
pressão de sustentar a nota 40 do último ano.
“É uma pressão, porque a Unidos de Padre Miguel é uma escola grande. A pressão é grande, mas o amor também é grande. A gente faz as coisas ainda com mais vontade e mais garra”, afirmou a porta-bandeira.
Harmonia
Um show da comunidade da Vila Vintém nesta noite. Feliz é o diretor de harmonia, Décio Bastos, que pouco tem a se preocupar com o quesito, se o nível da rua for mantido no desfile. O destaque vai para todo o primeiro setor da escola, em especial para a ala das crianças, que se divertiam, como se não se importassem com a ideia de
que elas também valem pontos para o quesito.
“Como em todos os ensaios, nós estamos avaliando os erros e as falhas porque ainda
dá tempo de consertar. Nós temos a favor uma comunidade que abraça a escola, o
canto da escola é muito forte e a evolução é muito boa”, avaliou o diretor de harmonia.
Evolução
Outro quesito que não comprometeu o ensaio, mas sempre requer muita atenção. Os
componentes brincavam em suas alas, mas sem atropelar as outras. A escola fez uso de tripés para marcar ao posicionamento das alegorias.
“A gente ainda está ensaiando na quadra: de canto e de desfile. Nós estamos preparados para o desfile”, disse Cícero Costa, diretor de Carnaval.
Samba-Enredo
Desempenho excelente do samba sob o comando de Pixulé. É perceptível que a obra caiu nas graças do público e a torcida dá uma ajuda na harmonia do canto.
“O andamento foi perfeito e está pronto para o dia do desfile. É esse o andamento
que a gente vai para o desfile. E se Deus quiser para ser campeão. Eu tenho quase a
certeza de que o 40 está garantido para o samba e para a bateria”, disse Pixulé.
Bateria
A bateria do Mestre Dinho vem evoluindo nos últimos anos, em termos de nota. No ensaio de hoje, o quesito teve resposta total do público que vibrou com as bossas executadas. Nem a chuva atrapalhou a batucada.
“Hoje foi 100% e maravilhoso e o samba ajuda. A gente está ensaiando há 6 meses, então as coisas vai se ajustando e se tornando mais fáceis para a nossa bateria. E o melhor: passando no teste da chuva”, contou o mestre de bateria.
A Unidos de Padre Miguel será a quinta escola a desfilar na Sexta-Feira de Carnaval,
onde vai apresentar o enredo “Qualquer semelhança não terá sido mera coincidência”,
em homenagem ao escritor Dias Gomes. A escola tentará novamente o acesso ao
Grupo Especial, embora nesse ano, a Unidos de Padre Miguel talvez precise passar primeiro pelas estatísticas. Os números mostram que será uma façanha matemática conseguir o
título na sexta-feira. O porquê ninguém ganha na sexta, não se sabe, mas que a Unidos de Padre Miguel está se preparando muito bem para tentar quebrar essa “norma”, isso é inegável.
Finalizando a noite de ensaios técnicos da sexta-feria, a escola de samba Vai-Vai levou para avenida cerca de 2.500 componentes. Coreografia representativa da comissão de frente e simpatia do casal oficial se destacaram na noite.
“A chuva atrapalhou um pouco mas a gente veio bem. A escola evoluiu bem, agora é esperar o dia e vir tecnicamente do mesmo jeito. Eu gostei, estamos analisando algumas coisas que eu não gostei, mas no geral foi satisfatório”, afirmou o presidente Neguitão.
Comissão de frente
Coreografada pelo Chris Brasil, a comissão de frente tem coreografia com alto teor
representativo e interação constante com a plateia, e por isso, o quesito promete ser um
grande ponto de emoção no desfile. Em comparação aos últimos ensaios, todos os integrantes vieram com roupas africanas.
“Foi um ensaio importante. Choveu e a chuva muda tudo, muda a forma eu a gente
pisa no chão, a forma que a roupa funciona no corpo. Deu pra gente vê que a equipe está
preparada, condicionamento físico está em dia, é continuar no foco. O Vai-Vai tem essa energia, parece que quando vem na chuva a escola vem mais forte, a chuva desperta um guerreiro mais forte”, contou Chris Brasil.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O casal oficial, Pingo e Paula, esbanjou simpatia e sincronismo. A dupla optou por ensaiar com a fantasia do desfile de 2018, toda dourada onde a porta-bandeira traz um coração na fantasia e o mestre-sala com uma pomba, simbolizando Paz e Amor. O estilo de dança de
ambos é com passos mais clássicos e com muita alegria.
“Sempre temos que melhorar, mas fizemos um desfile compacto. Se Deus quiser no desfile
vamos superar as nossas dificuldades e trazer o campeonato pra Bela Vista”, comentou o mestre-sala.
“Foi ótimo, a gente passou no tempo esperado, as apresentações das cabines foram perfeitas. Foi melhor do que os últimos que a gente, e na avenida vai ser ainda melhor”, completou a porta-bandeira.
Evolução
A escola conta com muitas bem alas coreografadas, e o efeito quando junta todas é bem
positivo para a entidade da Saracura. A direção de harmonia optou por um andamento mais cadenciado, constante e sem aceleração.
“A escola mais uma vez mostra o seu poder de superação, muita chuva, muita dificuldade para o componente chegar. Mas estou muito contente com o resultado, ainda tem 10 dias para o carnaval e a escola está ficando pronta. O ápice é no dia e a gente está aguardo pro desfile, o melhor está por vir. A escola está no estágio que ela queria. Passamos na avenida no 57 minutos”, frisou Lourival, diretor de carnaval.
Bateria
A bateria Pegada de Macaco, comandada pelos mestres Tadeu e Beto, entra no recuo de uma forma diferenciada. Os ritmistas ficam de frente à torre 04, e se movimentam de costas. A batucada foi mais cautelosa em relação as bossas, realizando poucos apagões e paradinhas.
Samba-Enredo
O samba-enredo do Vai-Vai carrega uma importância para o povo negro, facilmente encontrada ao ver a evolução dos sambistas. O refrão é explosivo e gera um pico no cantar do folião, influenciando também no próprio quesito de harmonia. A intérprete Grazzi Brasil demonstrou bom sincronismo com a ala musical durante o tempo em que ficou no recuo.
Harmonia
Os componente do Vai-Vai mostram boa uniformidade e empolgação durante a passagem da escola. O cantar da agremiação é constante e nivelado, quesito que não aparenta ser uma dificuldade para o desfile.
Outros Destaques
Dentro de um cenário onde as escolas colocam a ala das crianças presas em alegorias, a agremiação alvinegra vai na contramão e reserva um espaço no chão aos jovens sambistas. O número de crianças e a felicidade deles fizeram com que se destacassem no último ensaio técnico.
A forte chuva que atingiu a escola anterior amenizou no ensaio da Tom Maior, porém alguns componentes continuaram sofrendo com a pista molhada. No último técnico, a agremiação ainda mostra que existem erros a serem corrigidos, principalmente no quesito de evolução. Com um andamento seguro e bossas estratégicas, a bateria Tom 30 foi o destaque da noite.
A ala trouxe bailarinos com diversidade de cores. Foi notado, principalmente em frente ao
setor B, falta de sincronismo por parte de alguns integrantes.
Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O casal Jairo Silva e Simone Gomes bailou de forma mais lenta e cautelosa. A porta-bandeira sentiu desconforto com a sandália ainda em frente ao Setor A, optando por dançar descalça. A dupla veio com uma roupa mais leve e de cor branca.
Evolução
Foi notado pontos dentro das alas com falta de organização. Os componentes se distraiam e ocasionavam buracos. Logo em frente a primeira arquibancada, não houve uniformidade ao andar e foi notado o efeito sanfona, principalmente no terceiro e quarto setor.
Bateria
Comandada pelo Mestre Carlão, a bateria soltou paradinhas em lugares estratégicos e valorizou a sustentação do canto da agremiação. Por conta da chuva, a afinação das marcações foi prejudicada, mas logo corrigida pelos diretores.
Harmonia
Ainda nota-se pontos a serem melhorados no quesito. Algumas alas cantam menos que as
outras, e a uniformidade não é vista.
Samba-enredo
O intérprete Bruno Ribas manteve o alto nível em comparação ao desfile de 2018 e os últimos ensaios. A ala musical se mostrou bem entrosada, inclusive nos arranjos do time de cordas.
Outros Destaques
A Tom Maior optou por trazer um tripé logo atrás da comissão de frente. A ala das passistas, assim como no primeiro ensaio técnico, se destacaram pelo número de sambistas, homens e mulheres, e a coreografia durante diversos trechos do samba.
O Império de Casa Verde entrou na avenida pra realizar o seu último ensaio técnico com a chuva em menor intensidade. A escola trouxe um bom número de contingente, demonstrou perfeição em praticamente todos os quesitos e manteve clima de desfile ocasionado no segundo técnico.
A ala mais uma vez se destacou com entrosamento, passos rápidos e com bastante informação. Todos os bailarinos estavam com o rosto pintados de tigre. Com duas
coreografias, cada grupo era diferenciado pela cor da roupa e da maquiagem, separados entre azul e laranja. Todos os integrantes voltaram no final da escola e enceraram juntos.
“Hoje foi praticamente a nossa pré-estreia. Fizemos a coreografia oficial do jeito que ela deve ser, e foi tudo perfeito, tudo deu certo. Eu estou muito feliz com o resultado de hoje e espero fazer uma grande espetáculo”, afirmou o coreógrafo André Almeida.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Elogiado por críticos do quesito, o casal Rodrigo Antonio e Jéssica Gioz, esbanjou simpatia e bom sincronismo, mantendo o alto nível das duas últimas passagens. Assim como outras
mulheres, a porta-bandeira também optou por bailar de tênis. O casal é cercado por
guardiões coreografados.
“Foi um ótimo ensaio, a escola toda veio cantando. Nós fizemos alguns ajustes, temos ainda 15 dias pra ajustar mas até o dia do desfile vai estar nota 10”, disse a porta-bandeira.
Samba-enredo
O intérprete Carlos Júnior, junto à ala musical, parou de cantar em trechos do samba e durante a realização das bossas. Método que usam pra destacar o canto da comunidade. Os arranjos do time de corda também se destacaram.
“O chão da escola está bem ensaiado, a direção da escola ensaiou bem para chegar nesse dia e a gente poder ter uma certeza do que podemos fazer na sexta-feira do desfile. Hoje, o nosso carro teve problemas com o som, parece que a equipe mudou, e aí não conseguimos acertar detalhes”, disse o intérprete Carlos Júnior.
Bateria
Comandada por mestre Zoinho, a bateria Barcelona do Samba tocou de ponta a ponta no mesmo andamento e valorizando a sustentação do canto da comunidade. Zoinho fez questão de deixar mestre Marcão, ex-Salgueiro, a frente da batucada em grande parte da passagem. Notou-se também a nova pele dos instrumentos com imagem do Darth Vader, personagem do filme Star Wars.
“Eu faço uma análise muito boa desse ensaio. Produtivo, a gente vem de uma maneira
crescente, o primeiro tivemos um bom resultado, o segundo demos uma melhorada e nesse terceiro chegou ainda queria. Agora é esperar o desfile, está tudo pronto”, explicou mestre Zoinho.
Evolução
As regras do quesito foram respeitadas rigorosamente pela escola. A uniformidade ao andar foi igual desde a largada. O momento da entrada da bateria no recuo beirou a perfeição na ala
que aguarda. A entidade traz uma proposta mais coreografada, até pelo conteúdo do enredo.
Harmonia
A parte de harmonia não comprometeu. A escola cantou o samba de forma satisfatória e
uniforme. O primeiro setor promete ser bem impactante, principalmente pelos famosos
personagens coreografando no abre-alas.
“Eu venho aqui no final, puxando ala por ala, é difícil falar se foi muito bom. Mas aí que você começa a ver seus componentes chegando cantando, seu time de harmonia dizendo que está tudo bem, eles são os meus olhos, não como dizer outra coisa. Tudo que a gente planejou conseguimos fazer tudo. Nosso ensaio durou 58 minutos”, afirmou Serginho, diretor de harmonia.
Outros Destaques
A primeira ala teve diversos componentes caracterizados com personagens de filme de terror, assim como no gigante abre-alas, com presença de muitos heróis. Outro destaque que chamou atenção foi a ala coreografada do filme “Os Incríveis”.
A escola de samba Gaviões da Fiel entrou na avenida pra realizar o terceiro e último ensaio técnico. A largada contou com uma queima de fogos de praticamente 10 minutos de duração. A agremiação alvinegra sofreu bastante com a forte chuva que atingiu a cidade de São Paulo, principalmente, o casal de mestre-sala e porta-bandeira. Os quesitos que julgam diretamente os componentes, harmonia e evolução, não sofreram tantos prejuízos.
A comissão mostrou bom sincronismo durante a passagem apesar da chuva. De diferença dos últimos ensaios técnicos, os bailarinos trouxeram adereços nos braços que representavam uma espécie de asa. Interação com o tripé é bastante constante na coreografia.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Por conta da forte chuva, a porta-bandeira optou por bailar com tênis. A dupla usou a mesma fantasia dos técnicos, com luzes de LED que contornam a Adriana Mondijan. O mestre-sala, Wagner Lima, sofreu com o piso escorregadio em algumas partes da avenida.
Harmonia
O entrosamento entre arquibancada e componentes enfraqueceu em comparação aos dois últimos técnico, fato ocasionado também pela menor quantidade do público. O apagão da bateria levantou o canto, porém houve descompasso dos componentes com o carro de som.
Bateria
Coordenada pelo Mestre Ciro, a bateria economizou nas bossas e apagões. A chuva afetou a afinação dos surdos de marcação, corrigido pelos diretores da batucada.
Evolução
Por toda adversidade de chuva e trânsito por toda a grande São Paulo, o número de contingente foi bastante satisfatório. A organização dentro das alas e o andar da escola não comprometeu o ensaio, inclusive, foliões de alas traziam balões com cores diferentes e que visualmente proporcionavam um efeito positivo. Sinalizada por integrantes da harmonia, os Gaviões da Fiel desfilam com 24 alas.
Samba-enredo
O intérprete Ernesto Teixeira trouxe uma postura mais segura, com cacos em determinadas
partes do samba. A canção continua funcionando na avenida, proporcionando emoção nos
sambistas.
Outros Destaques
A emoção da Velha-Guarda, ocasionado pela reedição do Carnaval, se destacou na noite. Era visível o sentimento de felicidade ao cantar e desfilar.