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Voz e cavaquinho: o samba da Renascer de Jacarepaguá para o Carnaval 2019

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AMANHECEU, É FEVEREIRO NA BAHIA
Ê CAPOEIRA, É VATAPÁ, É MARESIA
OS NEGROS E MUCAMAS DE OUTRO MAR
ACENDEM VELAS PRA LOUVAR IEMANJÁ
JANGADAS, MOLHANDO OS PÉS DO PESCADOR
CAYMMI, NO ABAETÉ ME BATIZOU
SÁ JANAÍNA SERENOU OUVINDO O CANTO DA SEREIA
ERA O ESPELHO REFLETINDO A LUA CHEIA
LÁ VEM GABRIELA, VESTIDA DE CONCHAS
MOLHADA DAS ONDAS, VEM DA LAVAGEM DO BONFIM
PARECE UM POEMA NUM CHÃO DE ALFAZEMA
COCADA MORENA QUERENDO UM QUINDIM

*A BAHIA TEM ACARAJÉ, FILHOS DE FÉ, TIMBAU NA LADEIRA*
*A BAHIA TEM SÃO SALVADOR, TEM O PELÔ E DIAS DE FEIRA*

Ô IAIÁ, ENTRA NA RODA
QUERO VER VOCÊ QUEBRAR
QUE AS ESTRELAS DÃO O BRILHO E O VENTO FAZ O PAR
IÊ, ROSAS BRANCAS SÃO PRA ELA
A DONA MAIS BELA
NA IGREJA E NO GONGÁ

*IEMANJÁ*
*OH SENHORA DAS CANDEIAS*
*O MEU POVO NAS AREIAS*
*CANTA PRA TE HOMENAGEAR*
*(RENASCER DE JACAREPAGUÁ)*

*SOU EU, SOU EU MARINHEIRO SÓ*
*SOU EU, SOU EU M AMÃE, O SEU XODÓ*
*UM RIO VERMELHO NA ESPUMA DO MAR*
*ODOYÁ*!

Sem previsão de patrocínio, ensaios técnicos no Sambódromo para o Carnaval 2019 estão ameaçados

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    sambodromoOs sambas-enredo já estão escolhidos, as escolas de samba estão terminando o CD oficial, mas a realização dos ensaios técnicos no Sambódromo para o Carnaval 2019 segue sem definição. A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) depende da entrada de patrocínio para realização do evento, porém, até agora, ainda não houve acerto com a UBER, que seria a parceira. Em 2018, a Liesa teve que cancelar os ensaios na Avenida.

    O site CARNAVALESCO apurou que a Liesa já possui um calendário de ensaios técnicos, mas que é muito difícil que aconteçam os treinos no Sambódromo. Além da dificuldade com o patrocínio, as escolas de samba convivem com a incerteza sobre o pagamento da subvenção por parte da Prefeitura do Rio. Apenas a verba de televisionamento da TV Globo caiu nas contas das agremiações.

    A previsão é que a Prefeitura pague uma parte da subvenção ainda em outubro ou início de novembro e o restante apenas em fevereiro de 2019. Vale lembrar que os desfiles ano que vem serão em março. Cada agremiação receberá no total R$ 1 milhão. Os outros R$ 500 que vieram da UBER em 2018, ainda não estão garantidos para 2019.

    Sambistas se despedem de mestre Jorjão em velório na Mocidade

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    jorjao velorio 5A antiga quadra da Mocidade Independente de Padre Miguel, na Vila Vintém, recebeu nesta segunda-feira o velório de mestre Jorjão, que faleceu no sábado, aos 66 anos de idade. Torcedor da escola de Padre Miguel, Jorjão também era apaixonado pela Viradouro.

    Muitos sambistas e integrantes da Mocidade participaram do velório de Jorjão. Um dos mais emocionados era o intérprete Paulinho Mocidade.

    jorjao velorio 6“Não há controle sobre os desígnios de Deus. O momento da partida é sempre muito difícil para quem fica, mas o Jorjão cumpriu bem o seu papel como sambista. É um dos grandes nomes da história do carnaval. Orgulho ter podido fazer uma dobradinha com ele na avenida no melhor momento da história da escola”, disse o cantor.

    Também diretor de bateria e irmão de Jorjão, mestre Jonas elogiou e ressaltou sua elegância na Avenida.

    jorjao velorio 7“Meu irmão revolucionou a forma de apresentar uma bateria, era um cara muito elegante. Uma referência na minha vida. Estou triste pela sua partida, mas muito feliz por essa homenagem da Mocidade para ele. O lugar que ele gostaria de estar certamente era aqui nessa quadra”.

    Mestre Dudu, comandante da bateria da Mocidade, falou sobre Jorjão.

    “Jorjão foi uma das maiores referências da Mocidade, que é uma escola muito associada à bateria, por conta do legado do mestre André. Estou até um pouco abalado ainda, pois acho que a ficha ainda não caiu. Nós vamos sempre lembrar do Jorjão pela postura à frente da bateria”.

    O compositor Tiãozinho Mocidade preferiu falar da amizade que tinha com mestre Jorjão.

    “Perdi um grande amigo e um dos mais representativos baluartes da nossa Mocidade. Mestre André certamente o está aguardando para comandar uma batucada lá em cima. Daqui a pouco a gente vai estar junto de novo”.

    Diretor de carnaval da Mocidade, Marquinho Marino falou da contribuição de Jorjão para o carnaval.

    jorjao velorio 8“É um momento de muita tristeza pois eu cresci dentro da Mocidade com o Jorjão na bateria. Desfilei com ele nos anos 90 na bateria. Saí tocando tamborim quando o Jonas era o mestre. Que ele nos ilumine na avenida e possamos dedicar a ele o título”.

    O amigo Zé Bolinho, da velha-guarda da bateria, contou uma história curiosa com Jorjão.

    “Eu tenho duas histórias maravilhosas com meu amigo Jorjão. Uma delas foi quando ele estava indo para São Paulo e a dentadura voou pela janela. Ele fez o ônibus parar para pegar. Jorjão era uma pessoa muito respeitada. Estava um pouco deprimido no fim da vida. Ele era um irmão. Ele tinha um coração grande demais”.

    Botequim Carnavalesco faz feijoada e 10 horas de Samba-Enredo no feriado

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      Banda ImperialO feriado do Dia de Finados, na sexta-feira, será de muito samba-enredo no Botequim Carnavalesco (Rua Souza Franco, 364, em Vila Isabel). A casa abre às 13h, com a melhor feijoada do país (apenas R$ 25 o prato), preparada pelo chef Thiago Castro, e terá show de samba-enredo da Banda Imperial com muita festa até 23h. O intérprete Quinho e outros cantores serão os convidados da Banda.

      Além da feijoada, a casa terá seu cardápio tradicional e o chopp mais gelado do Rio de Janeiro. Aniversariante que levar mais de 20 pessoas ganha um balde com 4 cervejas. Reservas de mesas (sem custo) e promoção do aniversariante podem ser feitas pelo e-mail [email protected] informando o nome e o número de lugares.

      SERVIÇO

      Samba-Enredo e Karaokê no Botequim – Convidado Quinho
      Dia: 02 de novembro
      Horário: De 13h às 23h
      Local: Botequim Carnavalesco
      Endereço: Rua Souza Franco, 364, em Vila Isabel
      Reserva de mesa e promoção do aniversariante podem ser feitas pelo e-mail [email protected]

      Presidente da Viradouro sobre mestre Jorjão: ‘Foi fundamental no título da escola em 1997’

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      jorjao3O site CARNAVALESCO ouviu o presidente da Viradouro, Marcelinho Calil, sobre o falecimento de mestre Jorjão, comandante da bateria da escola em 1997, ano do primeiro e único título no Grupo Especial da escola de Niterói.

      “É uma notícia triste para o mundo do carnaval. Um cara que é um início. Desde que assumimos fizemos um prêmio e reconhecimento para ele dos 20 anos do título da Viradouro. Marcou a história da escola. Ele teve participação fundamental com algo completamente novo, a paradinha funk, um marco na história das baterias. Meus sinceros pêsames para família e estou entrando em contato com eles para prestar a devida homenagem e honraria”, disse o dirigente.

      Marcelinho Calil frisou que o nome de mestre Jorjão está marcado na história do carnaval e esteve no ápice da Viradouro no título de 97.

      “A vida é assim e nos prega esses obstáculos. Muita oração para que ele descanse em paz e no que seja possível a família consiga receber o carinho de todos e possa reagir com muita saudade, mas com o sentimento que ele foi um cara importante e que contribuiu muito ao carnaval. Como presidente da Viradouro agradeço tudo que ele fez pela escola e pela sua honrosa e marcante passagem”.

      Vice-presidente da Mocidade sobre Jorjão: ‘mudou o conceito de comando de bateria’

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      mocidade final2019 161O site CARNAVALESCO ouviu o vice-presidente da Mocidade Independente de Padre Miguel, Rodrigo Pacheco, sobre o falecimento de mestre Jorjão. O sambista fez história na escola de Padre Miguel.

      “Perda não apenas para a nossa escola, mas acredito que para o carnaval. Jorjão mudou o conceito de comando de bateria e a Mocidade está profundamente consternada com essa perda. Embora saibamos que ele vinha enfrentado uma árdua batalha pela vida, lamentamos a perda de um sambista ainda tão jovem. Já contactamos a família e a nossa quadra está disponível para realizarmos uma despedida com as honras que o Jorjão merece”, disse o dirigente.

      Ciça sobre Jorjão: ‘Ele me levou para Viradouro’

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      viradouro finalsamba2019 17A equipe do site CARNAVALESCO ouviu mestre Ciça, atual comandante da bateria da Viradouro, sobre o falecimento de mestre Jorjão, que morreu no início da noite deste sábado, vítima de um AVCI (acidente vascular cerebral isquêmico).

      “O Jorjão foi quem me levou para Viradouro. Após o Carnaval 1998 ele estava voltando para a Mocidade e ele me indicou ao Monassa para substituí-lo. E eu fiquei 10 anos na escola. É uma perda muito grande para o carnaval. Eu acho que era o mestre que melhor se apresentava na Sapucaí. Elegante, educado, com grande conhecimento”, afirmou.

      Comandante da bateria da Unidos da Tijuca, mestre Casagrande também elogiou Jorjão.

      “Eu chamava o Jorjão de Urubu Rei. É uma perda muito grande para o universo das baterias. Na minha opinião foi o segundo grande mestre da história da Mocidade, só ficando atrás do grande mestre André. A postura e elegância dele à frente de uma bateria era algo impressionante. Estou profundamente entristecido”.

      Carnaval perde mestre Jorjão. O homem da paradinha funk e de dois amores: Mocidade e Viradouro

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        jorjao1O carnaval perdeu um dos seus maiores ícones, no início da noite deste sábado, faleceu Jorge de Oliveira, o mestre Jorjão, que fez história no comandas das baterias da Mocidade Independente de Padre Miguel e da Viradouro. Ele também foi diretor na Santa Cruz e na Imperatriz Leopoldinense. No meio de setembro, Jorjão foi internado após sofrer um AVCI (acidente vascular cerebral isquêmico).

        Veja abaixo vídeo de mestre Jorjão na Mocidade

        A Mocidade Independente de Padre Miguel, escola de coração de Jorjão, divulgou nota de pesar. “A Mocidade Independente de Padre Miguel lamenta profundamente o falecimento de Jorge de Oliveira, o lendário Mestre Jorjão. A agremiação declara luta pelo baluarte que comandou a bateria ‘’Não Existe Mais Quente’’ entre 1989 e 1994, além de 1999. Recentemente, Jorjão havia retornado ao convívio da verde e branca da Zona Oeste. Sua contribuição para a Mocidade e para o mundo do samba é imensurável”.

        jorjao3A Viradouro, segunda escola de coração de Jorjão (como ele mesmo falava) também soltou nota do presidente Marcelinho Calil de pesar sobre o falecimento do sambista. “Foi com grande pesar que recebemos na noite deste sábado, 27, a notícia da morte de mestre Jorjão. Ele, que comandou a bateria da Viradouro de 1996 a 1998, foi um dos protagonistas do desfile que nos deu o único campeonato do Grupo Especial, em 1997, com a inédita batida funk e suas “paradinhas”. Em fevereiro de 2017, por ocasião da comemoração dos 20 anos do título, Jorjão foi recebido com festa em nossa quadra, quando recebeu uma homenagem por sua contribuição à história de nossa agremiação. Que os anjos o recebam de braços abertos e que Deus conforte sua família. Obrigado por tudo, Mestre”.

        Veja no vídeo abaixo Jorjão e a paradinha funk da Viradouro

        Acadêmicos do Cubango divulga fantasias para o Carnaval 2019

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        A Acadêmicos do Cubango divulgou fotos de algumas fantasias que apresentará no carnaval de 2019, quando cantará, na Marquês de Sapucaí, o enredo “Igbá Cubango – a alma das coisas e a arte dos milagres”, desenvolvido pela dupla de carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora. Segundo os artistas, as fotos selecionadas expressam o conceito da narrativa do tema, que é complementado com fragmentos literários e trechos de canções:

        “Seguindo a linha do ano passado, apostamos em um trabalho que dialoga com a experimentação. O enredo não é apenas “mais um enredo religioso”, mas uma visão poética do poder dos objetos, coisas materiais que possibilitam conexões com aquilo que julgamos sagrado. Por isso misturamos elementos “reais” a soluções mais comuns do universo carnavalesco. A farofa da ala dos ebós é feita com farinha de verdade, por exemplo. Também usaremos pipoca, cabaças, fitas do Bonfim compradas e benzidas no próprio Bonfim, na Bahia, serragem, argila, entre outros elementos”, explica Haddad.

        Bora apresentou alguns detalhes do processo criativo:

        “Escolhemos para essa divulgação quatro roupas de cada um dos setores, com exceção do primeiro (a abertura). Nas roupas do segundo setor, que trata dos objetos de pedir proteção, como carrancas, balangandãs e relíquias, predominam o verde e o branco da escola, tudo pontuado de ouro, prata e palha. No terceiro setor, que mostra objetos de pagar promessas, cada fantasia expressa um ponto de peregrinação mapeado pelo projeto “Ex-Votos do Brasil”. Inserimos Guararapes porque em Jaboatão, na Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, foi pintado aquele que para alguns pesquisadores é o primeiro ex-voto do nosso país, um painel em agradecimento pela expulsão dos holandeses. Nessa parte do enredo, quando predominam os tons terrosos, mostraremos a diversidade dos tipos de ex-votos, como casas, barcos, cabeças, membros humanos em geral, cartas, fotografias”, explicou ele, concluindo ainda sobre o quarto setor.

        “Por fim propomos uma reflexão crítica sobre a comercialização a preços abusivos de objetos que não necessariamente operam milagres, um retrato bastante irônico (daí o diálogo com “O Rei da Vela”) do avanço neopentecostal que politicamente estamos vivendo. O “voto sagrado” inclusive se “converte” em voto eleitoral, uma troca que, via de regra, gera lucros para poucos, mantendo muitos na miséria – justamente o que vemos na peça de Oswald de Andrade, mais do que atual. O colorido foi extraído das criações de Hélio Eichbauer. Encerramos o desfile com a ideia de que, na contracorrente, como afirma o livro “Fogo no Mato”, a religiosidade popular sobrevive e ‘’re-existe’’ nas frestas e nas festas, nas folhas sagradas cultivadas nos quintais, nos pequenos amuletos que carregamos no dia a dia e nas velas que acendemos de coração aberto, na esperança de dias melhores – e não para garantir uma “vaga no céu”, semeando preconceitos”

        A Cubango será a sexta e última escola a desfilar no sábado de carnaval de 2019, pela Série A. Os protótipos das fantasias foram confeccionados pela equipe comandada por Alessandra Reis. A pesquisa do enredo também é assinada por Vinícius Natal, antropólogo da UFRJ e gestor do Museu da Escravidão e da Liberdade.

        Entrevistão com Marcelinho Calil, presidente da Viradouro: ‘Somos uma escola de força e chão’

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        viradouro finalsamba2019 65Responsável pelo comando da Viradouro e campeã da Série A, o presidente Marcelinho Calil conversou com a equipe do site CARNAVALESCO na série “Entrevistão”. O papo abordou a volta da escola ao Especial, o retorno de mestre Ciça e o processo de gestão da agremiação de Niterói, que vem cada vez mais fortalecendo sua base para construção sólida nos próximos anos.

        Qual o tamanho da responsabilidade na recondução da Viradouro no Grupo Especial?

        viradouro finalsamba2019 23“A responsabilidade é enorme e vamos descobrindo seu tamanho com o passar do tempo. Assumimos com o objetivo de resgatar a instituição. As pessoas voltarem a frequentar a Viradouro. Feito isso, partimos para a preocupação com a competição em si. Em 2017 fomos segundo lugar e nesse ano veio o título. A Viradouro volta a ter aquela pegada, mas com os pés totalmente no chão. A escola oscilou bastante na última década, mas isso não tira o nosso entusiasmo. Temos uma gestão diferente, moderna e vemos materializada essa mudança no tratamento das pessoas. Vivemos um período de rediscussão no mundo do samba e nesse contexto se propor a fazer esse resgate exige muito empenho. Mas temos como fazer”.

        Permanecer é o objetivo principal?

        viradouro finalsamba2019 76“Não acho uma meta tão ousada permanecer. Não posso entrar para não cair. Desde 2010 também não vimos também uma transformação tão grande em uma escola que vem do Acesso. Se você não se mexer, não buscar profissionais com bagagem, dificilmente você materializa em notas os seus objetivos. Foi isso que fizemos ao trazer Paulo Barros e Ciça. Manter Zé Paulo, Rute e Julinho. O Neoral na comissão. É uma espinha dorsal que dá a medida de nossos objetivos. Somos uma escola de força e chão. Mostramos ao mundo samba essa intenção. A proposta da Viradouro não é só ficar no Especial, com pé no chão sempre. Desejamos ficar entre as seis”.

        Por que repatriar o Ciça?

        “A vinda do Ciça agrega muito mais que a parte técnica. Eu não fiz uma mera substituição. É um cara com cancha, com representatividade dentro da Viradouro. Demos as condições aos profissionais, respeitamos a comunidade e confiamos naquilo que fazemos”.

        O que foi feito em termos de obras na quadra e no barracão?

        viradouro finalsamba2019 112“Quando chegamos na quadra, por exemplo, a pia não tinha cuba. Fiz um show aqui com o Sorriso Maroto e várias goteiras apareceram. A primeira medida foi um SOS, obras no banheiro, nos camarotes, acessibilidade, pintura. A nível estrutural modernizamos a quadra. O barracão que ocupamos tinha outra funcionalidade. Nesse sentido tivemos de acordar ainda mais cedo, para acelerar o processo. Preenchemos cada requisito do Ministério do Trabalho e deixamos ele apto para darmos início aos trabalhos. Foi bom porque acabamos acelerando o resto. Escola que sobe tem que ralar o triplo”.

        Fala-se muito no orçamento da Viradouro para o ano que vem. Quanto custará o desfile?

        “Estamos fazendo tudo de forma bastante sadia. Não tenho quantificado quanto vai custar o nosso desfile. Depende muito pois os valores se alteram de acordo com a proximidade do evento. O carnaval vive um momento de incertezas. Tenho um alento aqui que é a prefeitura de Niterói, que ajuda bastante a Viradouro”.