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Beija-Flor lança enredo no dia 09 de junho

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Foto: Eduardo Hollanda

Foto BeijaA Beija-Flor de Nilópolis realiza no próximo dia 09 de junho, a partir das 14h, a festa de lançamento de seu enredo para o Carnaval 2020. O evento acontecerá na quadra da escola e contará com uma grande participação dos segmentos da agremiação. Todos os componentes estão convocados. Os carnavalescos Alexandre Louzada e Cid Carvalho farão a explanação do tema e apresentação a logo oficial. No dia seguinte, 10 de junho, às 20h, também na quadra, a sinopse do enredo será entregue aos compositores. A entrada é franca e a quadra da Beija-Flor fica na rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025, em Nilópolis.

Porto da Pedra divulga datas de inscrição e apresentação dos sambas concorrente

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logo portodapedra2020A ala dos compositores do G.R.E.S. Unidos do Porto da Pedra, por meio do seu presidente Fernando Macaco, anunciou as datas para a retirada de dúvidas, entrega dos sambas concorrentes e calendário da disputa para o Carnaval 2020.
Confira o calendário:
27 de maio e 10 de junho – tira-dúvidas.
Nestes dias haverá uma explanação geral para os compositores na quadra.
1 de julho – Inscrição dos sambas concorrentes
(Cada parceria deverá levar 50 cópias da letra – 07 CDs – Taxa de 100,00, em espécie – Cada parceria pode ter 01 e no máximo 12 compositores).
8 de julho – sorteio para a apresentação.
20 de julho – Apresentação dos sambas concorrentes.
22 de julho – Eliminatórias de samba-enredo.
26 de julho – Semifinal de samba-enredo.
02 de agosto – Final de samba-enredo.
O enredo do Tigre de São Gonçalo será “O que é que a baiana tem? Do Bonfim à Sapucaí”, de autoria do historiador Alex Varela.

Confira a sinopse do enredo da Sossego para o Carnaval 2020

SossegoO Acadêmicos do Sossego divulgou a sinopse do seu enredo para o carnaval 2020. “Os Tambores de Olokun” será desenvolvido pelo carnavalesco Marco Antônio Falleiros.  A Azul e Branca do Largo da Batalha abrirá os desfiles do sábado de folia pela Série A.

Justificativa

O G.R.E.S. Acadêmicos do Sossego, orgulhosamente, atravessa a baía da Guanabara rumo à capital, onde desembarca o seu povo trazendo no rosto o sorriso de Niterói e a força da Batalha em sua raiz para mais uma vez fazer Carnaval.

Saudamos as águas, saudamos o mar.

Pedimos licença.

Essas mesmas águas que nos separam da África, nesta noite, nos ligarão de novo a nossa ancestralidade. Celebramos “Os Tambores de Olokun”, grupo percussivo e de dança carioca que homenageia o sagrado orixá da nação Nagô Egbá.

Olokun é pai e mãe de Yemanjá. É a divindade guardiã das profundezas do mar e uma das mais poderosas da religião Osha-Ifá. O sincretismo de religiões africanas que deu origem ao Candomblé frutifica na forma de manifestações culturais e artísticas brasileiras. Em Pernambuco este fato deu origem ao Maracatu e seu cortejo real, que há mais de um século coroa a negritude brasileira.

Por tanta admiração a todos os elementos sagrados e profanos que envolvem o folguedo, no ano de 2012 nasce um grupo que realiza oficinas de percussão e dança, respeitando e contribuindo para divulgar tradições musicais, históricas e religiosas da nossa identidade afro-brasileira, transformando a vida de inúmeras pessoas através da sua arte singular, trazendo ao Rio de Janeiro um pedacinho de Pernambuco.

Viva Olokun!

Viva o Maracatu!

Viva os tambores que jamais irão se calar e as saias que jamais irão parar de rodar!

Prelúdio das Águas

“Eu saúdo o Senhor dos Oceanos.

Cuja grandiosidade não me cabe entender.

Olokun, minha fé é tão grande quanto a quantidade de água existente nos mares.

Da mesma forma permita que haja paz em meus caminhos!

Olokun, espírito imutável a quem reverencio com muito respeito!

Axé, axé, axé!”

Antes de tudo vieram as águas. Águas que caíram do alto e formaram os domínios marinhos. A terra é um infinito azul banhado de vida pelos oceanos que separam e unem histórias que se contam pelos quatro cantos do mundo. Tudo o que se vê no azul-marinho é domínio de Olokun. Ora azul-sossego no cristalino espelho d’água, ora azul-mistério em profundezas intocáveis.

O senhor dos mares habita a infinitude dos abissais, onde ergueu o seu reino de encante com seu séquito de tritões e ninfas do mar. Sua presença é evocada pelo ressoar de grandes conchas que ecoam triunfantes por todos os mares.

Olokun é senhor de tambores sagrados. Tambores de misticismo. Tambores da paz e da guerra. Entregues aos homens, sagrou-se a ritualística: Ilú dos oceanos, Ilú do estrondar das ondas. Ilú-Olokun, os tambores do mar.

Enlaces Culturais em Pernambuco

Este mesmo oceano que banha a terra-mãe da nossa ancestralidade se arrebenta nos arrecifes de um pedaço da nossa história brasileira. Desta vez, sem separação, o mar é o laço de união.

Esta terra era a “paranãpuka” dos Tupi. O mar furado, abundante de peixes, provedor da fartura aos povos de pele morena, sentinelas primeiras que ostentavam altivos seus diademas de pena.

Este mesmo mar trouxe estranhos de um velho mundo. Desembarcaram lusitanos, franceses e holandeses em “Fernambouc”, deitando seus olhos de cobiça sobre o rincão onde aprendeu-se a liberdade: entre flechas e tacapes, facas, fuzis e canhões.

Acorrentaram povos de África durante a diáspora da negra pele. As mãos calejadas no suor da labuta e no girar das moendas ergueram a prosperidade da capitania sob o sol inclemente do nordeste brasileiro.

Daí, formaram-se laços múltiplos, brasilidade. As palavras se misturaram, a arte entrelaçou a história e o tempo esculpiu Pernambuco adornada de suas belezas naturais. As ruas tão belas, ladeiras de pedra e o contraste da tua gente alicerçada com fé na justiça. Essa gente forte, leão do norte.

Eu sou mameluco, eu sou de Casa Forte

Sou de Pernambuco, eu sou o Leão do Norte

A Corte da Senhora do Rosário

Em meio a tantas idas e vindas, os tambores do senhor dos mares se transformaram em tambores culturais do povo negro. Se ergueu o estandarte para anunciar o reinado do povo de pele preta na cidade: É o Maracatu! É folguedo que ecoa na poesia do cantador: Nosso rei que veio de África. Rainha se coroou. Nagô,nagô, rainha se coroou

O cortejo toma forma com os seus personagens fascinantes. Damas do Paço portam a Calunga. Os caboclos de pena saúdam Arreamar. Chegam também os lanceiros reais. Príncipes e princesas completam a corte, para enfim, anunciar os soberanos reais. Os tambores tocam, a corte dança e desfila, o sorriso está no rosto, o maracatu na rua!

Os homens pretos e as mulheres pretas uníssonos em loas de afirmação da sua identidade cultural. Os homens pretos e as mulheres pretas, estrelas brilhantes de uma noite que se faz silenciosa por gratidão a Senhora do Rosário.

Depois as alfaias, gonguês, agbés e atabaques tocam em liberdade para Dona Santa e Mestre Luís de França. Madalena, Firmina Gomes, Eudes Chagas e Badia. Por todos os predecessores que lutaram para dar vez e voz ao folguedo da negritude.

Os Tambores de Olokum

Lá no morro venta forte e se escuta as pancadas do mar

A lua clareou o reino de Olokun

E do Orum

Despencou as estrelas pro mar

As águas continuaram a ir e vir beijando as areias, levando o tempo e trazendo de volta a vontade de despertar as consciências para os valores culturais afro-brasileiros que pulsam em nossa história.

Os tambores do senhor dos mares ressurgem na cidade do Rio de Janeiro sob a forma de um grupo de percussão e dança, erguendo então, o estandarte davalorização das raízes históricas do Maracatu.Tradições seculares que permanecem vivas através das Nações de Pernambuco, e no Rio de Janeiro, pelo trabalho de grupos que reúnem centenas de pessoas durante o ano e outras tantas durante o carnaval carioca.

O Tambores de Olokun é um desses grupos e seu cortejo também acontece nas ruas, o palco do povo. A arte é do povo, o canto é do povo. O povo liberto de preconceitos e das amarguras do dia a dia.  

Tocam os tambores, o chão estremece. Rodam as saias, gira o mundo. Os Tambores de Olokun pedem passagem irmanados ao azul-sossego de nosso pavilhão em seu jubileu de ouro. É o congraçamento, celebração. É o povo que não esmorece, e feliz, carrega consigo o orgulho de sua história repleta de glórias.  

Que ressoem os tambores da consagração!

Os tambores do largo da batalha!

Os tambores de Olokun!

“Os Tambores de Olokun”

Carnavalesco: Marco Antônio Falleiros

Pesquisa e Texto: Diego Araújo

Contribuição: Alexandre Garnizé, Juliana Sotero e Tatiana Paz / Tambores de Olokun

Referências Bibliográficas

IPHAN. INRC do Maracatu Nação. Inventário Nacional de Referências Culturais. 2011-2012.

ALMEIDA, L. S. de; ARAUJO, Z.; CABRAL, O. (Orgs.). O Negro e a construção do carnaval no Nordeste. Maceió: EDUFAL, 1996.

CUNHA, M. W. C. da. O Som dos Tambores Silenciosos: Performance e Diáspora Africana nos Maracatus Nação de Pernambuco. 2009. Tese (Doutorado em Antropologia). Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2009.

Citações Musicais

CARNAVAL 2020

Largo da Batalha – Niterói – Rio de Janeiro

Emoção e nova cara dão o tom do enredo da Mocidade Alegre para 2020

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A Mocidade Alegre anunciou que “Do Canto das Yabás, Renasce uma Nova Morada” é o título do enredo para o Carnaval 2020. Antes do encenação do enredo, a presidente Solange Cruz deu um discurso carregado de sinceridade. Segundo ela, foi “a primeira vez que torceu para não cair”. Ao falar com o site CARNAVALESCO, a dirigente ressaltou a força de mais um tema afro.

“Todo ano é um novo concurso, proposta e busca. A gente acerta e erra. A escola é movida a emoção. O tema afro a escola sempre pede. A comunidade queria muito. Faz tanto tempo que tínhamos esse enredo na gaveta e esse ano vai”, disse a presidente ao site CARNAVALESCO.

Solange falou do segredo da força da comunidade da Morada do Samba.

“O carnaval hoje é reciclável. As pessoas vem e vão em todo momento. Trabalho muito com palestras e motivacional e gosto de ter as pessoas perto de mim. Sou nascida e criada nesse meio. Estou presidente e não sou presidente para o resto da vida”.

A Mocidade Alegre ainda não anunciou o nome do novo mestre-sala. A agremiação pretende dar oportunidade para um novo integrante que seja casa. “Estamos fazendo um estudo para dar oportunidade para quem é da casa”, frisou Solange.

Edson Pereira chega para dar nova cara

Carnavalesco da Mocidade Alegre para 2020, Edson Pereira afirmou que o enredo terá emoção para o componente.

logo morada2020“Vamos falar não só do momento de transição da Mocidade, que é uma nova Morada, e o enredo tem muita relação afetivamente com a escola. Fui pego pelo coração. Vamos trabalhar com muita emoção. Minha vida sempre foi feita de muitos desafios e acredito que aqui não será diferente. Serei um carnavalesco atuante e presente para que tudo que seja planejado aconteça”, disse o artista.

Sobre a forma de conciliar o trabalho do Rio de Janeiro (com a Vila Isabel) e São Paulo o artista explicou que a equipe está preparada.

“Montei uma equipe e quando eu não estiver presente ela estará. Estou contratado há um mês, o barracão já está funcionando, a gente já está fazendo projeto em pleno andamento. O que faz o carnaval campeão é foco e muito trabalho”.

Ballet Nacional da China se encanta com beleza do carnaval no barracão da Mocidade

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Fotos: Eduardo Hollanda

Mocidade China004O encontro do erudito com o popular é uma das maiores belezas da arte. Na manhã desta sexta no barracão da Mocidade Independente de Padre Miguel, o corpo do Ballet Nacional da China, um dos mais conceituados do mundo, mudou de lado. Deixou de ser artista e virou plateia. É que o grupo foi recebido pela escola para um pocket-show com bateria, passistas e o casal Marcinho e Cris Caldas. O encantamento também mudou de lado com o olhar de deslumbre por parte do grupo que conheceu os bastidores da construção do maior espetáculo da terra.

A ideia se deu a partir de um dos coreógrafos da escola, Jorge Teixeira, que recebeu os cerca de 80 bailarinos ao lado do diretor de carnaval da escola Marquinho Marino e mostrou cada etapa da construção de um desfile. Encantados, os bailarinos registraram tudo em fotografias. Jorge conta como foi a ideia do intercâmbio.

Mocidade China003“O Ballet Nacional da China está em turnê pelo Brasil e a produtora que trouxe pra cá entrou em contato comigo dizendo que havia grande vontade de conhecer uma escola de samba por parte deles. Organizamos tudo essa semana para realizar um show bacana para que eles pudessem conhecer a Mocidade”, contou.

Como parte do inyercâmbio, a Mocidade visitou o ”ambiente erudito”. Integrantes da escola, a convite do Ballet Chinês, fizeram uma visita ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

“Eles trouxeram um grupo de trabalhos da dança popular. É uma das escolas de ballet mais reconhecidas do mundo. Acho essa troca entre o popular e o erudito muito saudável para o carnaval. Alguns deles arriscaram passou de samba. Isso valoriza muito a nossa arte também”, disse Jorge Teixeira.

Mocidade China002Com a perícia de uma dança extremamente técnica, os bailarinos tentaram arriscar passos de samba, gênero genuinamente brasileiro de popular. Jorge explica que, embora seja uma dança de mais pé no chão, a técnica do samba é bastante difícil dr ser ensinada até para quem é profissional da área.

“Muito difícil ensinar pois faz parte de nossa cultura. Os chineses possuem um corpo esguio, linear. A mulher brasileira tem curvas, eles ficaram impressionados com os passos difíceis que o samba exige mesmo sem um corpo tão magro. Geralmente o bailarino é muito magro”, conclui Jorge.

Situação política resolvida e Lierj tem nova direção

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    76185675 7F45 4A5E A78F 4484BF777DB1Na noite desta quinta-feira, 23, aconteceu na sede da Lierj (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), situada à Rua Beneditinos, 10, centro do Rio de Janeiro, uma Assembléia Geral Extraordinária que concedeu posse à nova Diretoria Executiva da entidade que gere o Carnaval da Série A da Capital Fluminense.
    Autorizada pelo Exmo Senhor Doutor Juiz de Direito, Sandro Lúcio Barbosa Pitássi, da 37ª Vara Cível da Capital, as escolas presentes aprovaram por unanimidade as contas da gestão 2012-2019 e ratificaram a ata da Assembléia do dia 22/3/2019. A AGE teve a presença do Senhor ex-Presidente Renato Marins, que procedeu com a transição de forma pacífica e harmoniosa para a nova diretoria executiva, que assumiu imediatamente.


    NOVA DIRETORIA EXECUTIVA DA LIERJ:
    PRESIDENTE EXECUTIVO
    – Wallace Palhares
    VICE-PRESIDENTE EXECUTIVO – Fábio Montibelo
    DIRETOR DE CARNAVAL – Cícero Costa

    Mocidade Unida da Mooca lança enredo para 2020 com time de estrelas

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    9A9967CB 0829 417F 85E9 B8961E0BECF3Penúltima escola a confirmar seu enredo no Grupo de Acesso para 2020, a MUM (como é carinhosamente conhecida) divulgou seu enredo para o ano que vem em suas redes sociais. A escola contará “A Ópera negra de Abdias Nascimento”. Com Zezé Motta, Milton Cunha, Isabel Filardis, Dani Ornellas, Ruth de Sousa, Maíra Azevedo, Leci Brandão, Hilton Cobra e outros, em sua divulgação, a agremiação da Zona Leste promete mais um grande enredo. Criado e desenvolvido pelo carnavalesco André Rodrigues, ele explica um pouco sobre o que vem por aí.

    “Este enredo é extremamente necessário para o momento que vivemos, na verdade, ele sempre foi necessário e precisa estar vivo em nossos discursos. Nossa história precisa de referências reais, precisamos exalta-las, e a escola de samba tem papel fundamental nessa construção, somos redutos de resistência da memória do Brasil real.”

    Quinta colocada no último carnaval, a Mocidade Unida da Mooca busca ascensão inédita para o grupo Especial.

    Portela e agência Saravah comemoram prêmio para projeto de branding

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    E36AF5E3 0C2F 4769 B745 2A43BABF4F5CPioneiro no universo do carnaval carioca, o projeto de estratégia de marca da Portela desenvolvido pela Saravah Branding, Comunicação e Design recebeu, na última terça-feira (21), o Prêmio Colunistas 2018 na categoria Case de Branding ou Design Corporativo (Rio de Janeiro).

    A festa de entrega aconteceu no Blue Note, na Lagoa, e contou com a presença do presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, dos assessores de Marketing da agremiação, Paulo Renato Vaz e Vinícius Ximenes, além de diretores da agência Saravah.

    “A Portela precisava reforçar e profissionalizar a gestão de sua marca, por isso encomendamos o projeto de branding. Estamos pensando no futuro. Nosso objetivo é tornar a Portela uma escola autossuficiente e rentável. O prêmio é um importante reconhecimento para todos os envolvidos no projeto, que foi muito bem desenvolvido pela Saravah”, destacou o presidente Luis Carlos Magalhães.

    Cristiano Mansur, diretor executivo da Saravah, também comemorou. “Estamos todos muito felizes! É uma grande alegria ter o reconhecimento de um prêmio tão tradicional, com mais de 50 anos de existência e principal referência no segmento. O prêmio reconhecer o pioneirismo, a coragem e a ousadia da Portela em realizar projeto de branding é, para nós, motivo de muito orgulho. É uma marca, uma estratégia e um posicionamento para que a escola esteja cada vez mais preparada para voar ainda mais alto.”

    0334BAC8 D7EC 4B7E 80B6 00985A10D01EPara Vinícius Ximenes, o prêmio reafirma a posição de vanguarda da escola. “A conquista do Colunistas mostra o posicionamento de vanguarda que a Portela sempre teve. Ser a primeira escola de samba a ter um projeto de branding e conquistar um prêmio desta grandeza, confirma a nossa força de instituição amada e visionária, valorizando e profissionalizando ainda mais a gestão íntegra de uma marca tão importante, capaz de engajar cada vez mais apaixonados durante um ano inteiro.”

    Paulo Renato Vaz, também da equipe de Marketing da agremiação, faz coro: “É emocionante ver que o trabalho da Portela ultrapassa a barreira da Avenida. A Portela está se conectando ao mercado em todos os sentidos e esse projeto, com a Saravah, é um dos mais bem-sucedidos. O Prêmio Colunistas é um dos mais importantes da publicidade e a Portela ganha muito fazendo parte disso.”

    Após mais de um ano de pesquisas, o projeto de branding da Portela foi lançado em setembro de 2018 durante cerimônia no barracão da escola, na Cidade do Samba.

    Crivella diz que espera não dar dinheiro para o carnaval em 2020

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      crivella

      O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, participou do programa Ponto a Ponto, da BandNews TV, e foi perguntado sobre a falta de incentivo dele para as escolas de samba. O político afirmou que pretende não dar dinheiro para os desfiles de 2020.

      “O carnaval custa para o município coisa de R$ 70 milhões e quem fatura é a Liesa, que arcada R$ 80 milhões com a venda de ingressos, e a TV Globo que vende 6 cotas no total de R$ 39 milhões (cada) que da R$ 240 milhões. Eu pago a festa para a Liesa vender ingresso e Globo o patrocínio. É justo isso? Sei que o antigo prefeito (Eduardo Paes) desfilava na Avenida e gostava, eu acho até bonito, mas tem que botar o dinheiro dele e não da prefeitura”, disse.

      Crivella ao ser questionado se deixar de incentivar o carnaval não seria errado, já que o carnaval traz recursos em impostos ao município, o prefeito negou e falou de 2020.

      “O carnaval traz muitos turistas para o Rio. Agora, a prefeitura vive do IPTU e ISS. Quem fatura é a Liesa, Globo, donos de hotéis e vendedores de cerveja. O que vem para nós de ISS, segundo estudo da secretaria de Fazenda, é pouco mais de R$ 4 milhões, e gastamos R$ 70 milhões. Não posso bancar o carnaval todo ano sendo que outros faturam. Tenho tirado o recurso público e colocado o privado. A UBER desistiu porque alguns carnavalescos foram presos. Espero não colocar nenhum nenhum centavo para 2020 e tenho certeza que o carnaval será bonito como sempre foi. Quem precisa pagar o carnaval é quem fatura com ele. O carnaval é aquele bebê parrudo que tem que ser desmamado, andar sozinho, não pode ficar no peito da mãe a vida inteira”.

      Podcast do Alexandre Araujo: Homenagem para Beth Carvalho

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