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Confira sinopse e logo do enredo da Imperatriz para o Carnaval 2020

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A Imperatriz Leopoldinense divulgou o logo (feita pelo designer gráfico Thiago Santos) e a sinopse de “Só dá Lala”, enredo da verde, branco e dourado de Ramos para o Carnaval 2020. A proposta é uma releitura do clássico desfile de 1981 que alçou a agremiação ao seu primeiro bicampeonato.

Atualizado pelo carnavalesco Leandro Vieira, a nova proposta prioriza a obra do artista homenageado tendo como direcionamento a realização de um mergulho na festiva e diversificada obra musical do compositor Lamartine Babo (1904-1963).

A Imperatriz Leopoldinense será a quinta escola de samba a desfilar no sábado de carnaval pela série A.

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SINOPSE DO ENREDO “SÓ DÁ LALÁ” – GRES IMPERATRIZ LEOPOLDINENSE – CARNAVAL 2020

Por Leandro Vieira

Alguns artistas dão à obra que edificam uma áurea mítica. Eles conseguem dar àquilo que executam um contorno intangível – muitas vezes, de difícil definição – que só aqueles que merecem o adjetivo “genial” parecem alcançar tal êxito. Lamartine Babo, o artista que apresentamos como enredo no carnaval de 2020, parece ter dado à sua obra musical a referida dimensão.

Como explicar o estado de plena alegria que toma os sentidos daqueles que cantam e dançam? Como definir com palavras o caráter festivo de um ambiente junino? O perfume de uma fogueira queimando em brasa e o colorido do balão de papel que sobe aos céus?

Como dar voz ao grito daquele que torce pelo time que entra em campo? Como expressar com palavras o desespero daquele que vê seu clube na iminência da derrota? Como escolher a melhor palavra para arrancar da garganta do torcedor a glória do time que vence?

Qual a melhor palavra para estar na boca de foliões em estado de desvario? Como, com uma ou duas linhas, expressar o frenesi de MORENAS, PALHAÇOS, PIRATAS, PIERRÔS, BATE-BOLAS, DOMINÓS e COLOMBINAS em meio ao ENLACE DE SERPENTINAS?

Para qualquer um de nós, a tradução disso seria árdua tarefa. Para Lamartine Babo não. Lamartine deu à sua obra esse contorno popular sublime. Compôs como quem decifrava – ao tempo em que estimulava – um estado de PLENA ALEGRIA. Para Lamartine – e sua obra festiva – TODO DIA, ERA DIA DE SER FELIZ.

“Era” para falar de Lamartine, cai mal. Cinquenta e sete anos após a sua morte, a obra de Lamartine segue viva. Ele “É”. Compositor PRESENTE e IMORTAL. Em junho – quando a celebração de São Pedro, Santo Antônio e São João ganha o calendário – ainda cantamos clássicos como “Chegou a hora da fogueira”, “Noites de Junho” e “Isto é lá com Santo Antônio”. Nos dias de jogos, cariocas seguem externando a extensão de sua paixão pelos principais clubes de futebol do Rio cantando os hinos que LALÁ – o apelido carinhoso dado à Lamartine – compôs já nos distantes anos quarenta do século passado.

NO CARNAVAL, QUANDO O POVO SE AGIGANTA – e sua verve, ou seja, onde ele parece ser ainda mais inspirado – “lindas morenas”, “palhaços”, “galos”, “rainhas da cabeça aos pés”, “mulatas”, “andorinhas”, e tantas outras imagens, seguem sendo cantadas por foliões que desfilam em delírio junto aos blocos e as bandas que ganham as ruas nos festejos de Momo.

Optar por apresentar a obra de Lamartine como o tema do carnaval proposto é desejar que a vida siga em um estado de alegria SEM FIM. É deixar que a música nos convide a uma viagem – quem sabe, NO TREM DE ALEGRIA – para SONHAR, SORRIR e CANTAR, desejando que este estado tão caro – de alegria plena, sonhos, sorrisos e canto – NUNCA MAIS TENHA FIM.

Leandro Vieira, novembro de 2019.

Repórter do CARNAVALESCO participa de papo sobre os sambas do Grupo Especial de São Paulo

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Portela aposta em criatividade para fazer enredo sem patrocínio, mas abraçado por comunidade

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A Portela esperou até os últimos minutos foi uma das últimas escolas do Grupo Especial a definir seu enredo. Aguardava a possibilidade de receber verba para desenvolver um tema patrocinado na Sapucaí. Com as dificuldades e as incertezas que ainda pairam sobre o Carnaval 2020, em relação à postura do prefeito e a possibilidade que vem se costurando para a ajuda do Governo do Estado, a Águia teve que ter paciência na hora de escolher seus movimentos para o carnaval do ano que vem.

O presidente Luis Carlos Magalhães justificou a postura da escola pela crise enfrentada por todo o mundo do carnaval, mas se mostrou confiante pela escola ter escolhido um enredo que foi adorado pela comunidade de Oswaldo Cruz e Madureira.

“Na verdade, primeiramente com orçamento apertado nós buscamos um enredo patrocinado. Por conta das dificuldades, esperamos até o último minuto a reposta das empresas, mas não conseguimos pelo mercado apertado. Aí, o Renato surgiu com essa ideia, e, ainda que seja um enredo que não contou com patrocínio, foi o enredo que a princípio encantou a toda a diretoria e depois encantou toda a parte técnica da escola, depois encantou a quadra e depois encantou o mundo do samba. Então, nós estamos felicíssimos”.

Com o enredo “Guajupiá, Terra sem Males” a escola vai retratar a história dos índios que habitavam a cidade do Rio de Janeiro bem antes da chegada dos portugueses. O tema é de autoria dos carnavalescos Renato e Márcia Lage. O presidente Luis Carlos Magalhães se mostrou tranquilo em relação à falta de patrocínio acreditando na capacidade dos dois artistas que vão comandar o carnaval da Portela para encontrar boas soluções.

“Conversamos muito com eles (carnavalescos Renato e Márcia Lage) e vamos adaptar fazer um carnaval possível. Mas, ainda que apertado, nós estamos com um belo orçamento”.

A Portela vai encerrar a noite de domingo do Carnaval do ano que vem, sendo a sétima escola e desfilando já com o raiar do dia.

Prévia das notas para os sambas de 2020 do Grupo Especial

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    O site CARNAVALESCO divulga a primeira prévia das notas do público para os sambas-enredo do Grupo Especial de 2020. A segunda prévia será divulgada no dia 9 de dezembro e o resultado sai dia 16.

    Veja como está a avaliação até agora:

    Nota 10: Portela, Grande Rio, Mocidade, Mangueira e Beija-Flor

    Nota 9.9: Paraíso do Tuiuti, Viradouro, Unidos da Tijuca e Salgueiro

    Nota 9.8: Vila Isabel, São Clemente e União da Ilha

    Nota 9.7: Estácio de Sá

    Enredos para 2020 – parte 3: os enredos tradicionais ainda têm espaço?

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      enredos

      Por Leonardo Antan

      E a viagem pelos enredos chega na sua última parada! Depois de falar das propostas mais críticas e engajadas, passeamos agora pelos temas mais abrangentes e difíceis do carnaval para 2020. Em meios aos temas políticos ganhando força, ainda há espaço para as narrativas mais tradicionais? Claro que sim! Afinal, o principal é uma boa história para contar. E quanto mais variedade melhor.

      Das ruas às arquiteturas, esses enredos falam das pedras que formam casas, que formam ruas, que formam nações. Cada um a seu modo reinterpreta narrativas já vistas antes e acaba pecando ali ou aqui. Seja na falta de um bom fio condutor ou na junção de tantas ideias num tema complexo demais para ser desenvolvido na linguagem atual do carnaval. A torcida é que esses temas consigam ser recriados em boas fantasias e alegorias, dando sentido a uma narrativa mais bem resolvida.

      Vila Isabel: Brasil Gigante

      Depois de cantar Petrópolis, a azul e branco de Noel segue explorando o atlas brasileiro e saí da cidade da corte imperial para o maior símbolo modernista da república brasileira. Um dos poucos com promessa de patrocínio do grupo, o enredo “Gigante Pela Própria Natureza: Jaçanã e um Índio Chamado Brasil” tenta se apropriar do tom da “brasilidade” que tomou outras narrativas do grupo especial. Assim, tenta recriar a história de Brasília sem uma narrativa clássica, como fez a Beija-Flor em 2010, optando por uma fábula poética que transforma o Brasil num menino indígena que ouve a profecia onde irá ganhar uma irmã mais nova. Apesar de interessante, a proposta se perde entre contar essa fábula e virar uma exaltação ao Brasil como um todo, como propôs o samba escolhido numa espécie de “Aquarela Brasileira”. E aí, acabou não virando uma coisa nem outra, se perdendo no meio do caminho.

      Beija-Flor: O povo é o dono da rua! 

      A Beija-Flor tem uma sina milenar, uma mania de grandeza incomparável. Não à toa é uma das maiores escolas do carnaval das últimas décadas. Da invenção secular do futebol ao ato de se banhar, passando pela comunicação num astro iluminado, a azul e branco já retomou diversas vezes até o início da humanidade para recontar a história com diversos pontos de vista. Retomando essa tradição (e nada melhor um reencontro para a azul e branco depois de 2019) a escola aposta no enredo “Se essa rua fosse minha” sobre os caminhos, as rotas, as trajetórias e estradas. E nele, o desejo de primórdio não é escondido, o enredo começa exatamente quando o homem se coloca de pé. Daí abrem-se caminhos entre mitologias, civilizações, rotas, navegações, chega ao Brasil volta para o mundo. Ufa! Pela proposta megalomaníaca, o tema já nasce para lá de abrangente, o que abre prós e contras que a Deusa conhece bem na hora de narrar.

      Tijuca: Entrou por um lado, e saiu pelo outro?

      Falando em enredo que pretende percorrer a história da humanidade, desembarcamos na Tijuca. Diferente do recorte brasileiro que propôs a Viradouro em 2006 em “Arquitetando folias”, a azul e amarelo passeia desde a Antiguidade para contar a arquitetura em “Onde Moram os Sonhos”. Com os mesmos perigos da narrativa da Beija-Flor, o tema acaba propondo um olhar abrangente e totalizante sobre o tema, passando por civilizações, povos, reinos e toda sorte de clichês. Não menos óbvia, a narrativa ainda surfa na onda crítica e aborda a poluição e a destruição humana contra a natureza, terminando com uma ainda mais previsível homenagem ao Rio de Janeiro. Deixando faltar um traço mais inspirada nas curvas do enredo.

      Estácio: Uma pedra no meio do caminho

      Outro assunto tão abrangente e milenar dá nome ao enredo da Estácio de Sá: “Pedra”. Acostumada a dar verdadeiros olés quando o assunto é enredo patrocinada, Rosa Magalhães tentou tirar leite do enredo da vermelho e branco. Com a intensa pesquisa que é tradicional do seu trabalho, a artista tentou reinventar o tema com promessa de patrocínio proposto pela agremiação. Apesar de fragmentando e amplo, o tema propõe uma desencadeamento de idéias coerente, passando da mineração brasileira até o artesanato ribeirinho, entrelaçando literatura brasileira e mitologia indígena. Uma mistura bem característica da professora.

      Ilha: Vários caminhos, alguma direção?

      Com uma proposta ousada, a União da Ilha abriu mão de lançar uma sinopse que apresenta o enredo para os compositores, dando aos músicos a chance de criar uma narrativa própria a partir apenas de uma pequena conversa com a equipe criativa da escola e o título “Nas Encruzilhadas da Vida, Entre Becos, Ruas e Vielas, a Sorte Está Lançada: Salve-se Quem Puder!”. Se quanto o título surgiu, as comparações ao tema da Beija-Flor sobre ruas e caminhadas era inevitável, o samba-enredo campeão da disputa reinventou o enredo trazendo um aspecto mais social e crítico dentro da onda do momento. Tecendo várias críticas que desencadeiam sem um fio condutor mais amarrado, a tricolor insulana tem uma das narrativas mais frágeis. Resta ao talento da equipe da Comissão de Carnaval reinventar o tema mais uma vez, num desfile valente como precisa a tricolor insulana.

      E assim, chegamos ao fim! Se são treze escolas de samba no Especial, que tenhamos treze narrativas diversas e provocadoras, cada uma com sua característica. Sejam tradicionais ou inovadores, quanto maior a oferta de temas interessantes e bem abordados melhor, tenham tom mais engajado ou não. Contar uma boa história é parte da vocação das agremiações como símbolo civilizatório brasileiro. E ao que desenhar para 2020 temos a certeza de excelentes enredos para colocar o Brasil no divã nacional que é a Sapucaí. Batuquemos!

      Regina Celi é a nova Presidente de Honra da Unidos de Padre Miguel

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      Regina CeliA Unidos de Padre Miguel que montou um grande time para o carnaval de 2020, terá mais um reforço de peso em sua equipe no ano em que buscará o tão sonhado título e o acesso ao Grupo Especial do Carnaval carioca. A escola da Vila Vintém contará com a força, a experiência administrativa e a garra de Regina Celi, que chega na agremiação e assume o posto de Presidente de Honra da UPM.

      Com vasta experiência no carnaval carioca, Regina presidiou até 2018 a coirmã Acadêmicos do Salgueiro. Empolgada com o convite, a nova Presidente de honra promete quão medirá esforços para ajudar a Unidos a conquistar seu maior objetivo – o título de campeã da série A.

      – Estou radiante de felicidade e muito honrada com o convite para ser presidente de honra da UPM. Meu coração pulsa de alegria e não é segredo para ninguém que respiro o carnaval, que o universo do samba é a minha fonte de energia. Meus agradecimentos a essa comunidade maravilhosa que me encanta, a direção da escola e todos os segmentos que me receberam de braços abertos. Serei mais um braço para fazermos um belo carnaval com a grandeza da Unidos e tenham certeza de que não medirei esforços pra colocar a UPM no lugar que ela merece, no Grupo Especial – afirmou Regina.

      A Unidos de Padre Miguel contará a história da Capoeira através do enredo “Ginga”, de autoria do carnavalesco Fábio Ricardo. O boi vermelho de Padre Miguel será a sexta agremiação a desfilar no sábado de carnaval, pela Série A, do Rio de Janeiro, em busca do tão sonhado título e o acesso ao Grupo Especial.

      Lívia Andrade é a nova rainha de bateria do Tuiuti

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      O Paraíso do Tuiuti anunciou a sua nova rainha de bateria para o Carnaval 2020. Lívia Andrade é a escolhida. Veja abaixo o post da escola na redes sociais.

      Ela chegou de mansinho e conquistou nossa comunidade. Para o #Carnaval2020, a posto de rainha da bateria da SuperSom será da nossa querida Lívia Andrade. Muito sucesso e sinta-se abraçada e acolhida por toda nossa Família Tuiuti! Vem que esse reinado vai ser BA-BA-DO!

      Talento de Serginho do Porto é o destaque da gravação do samba da Estácio no CD do Grupo Especial

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      O berço do samba realizou a gravação de seu hino oficial de 2020 para o CD da Liesa focado no imenso desafio de abrir o Grupo Especial no próximo carnaval. O samba composto por Edson Marinho, Jorge Xavier, Júlio Alves, Jaílton Russo, Ivan Ribeiro e Dudu Miller será o primeiro a ser apresentado na Sapucaí pela elite do carnaval carioca.

      Para o intérprete Serginho do Porto, a Estácio de Sá trabalha inicialmente para se manter entre as principais escolas de samba cariocas e o samba-enredo tem um papel fundamental para alcançar este objetivo.

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      “A volta da Estácio ao Grupo Especial é uma responsabilidade muito grande. A Estácio abre o carnaval de 2020 no domingo como a primeira escola e você sabe que é muito complicado. A primeira escola nunca é vista com bons olhos. Assim, tem sido por anos a fora. A nossa ideia e o nosso momento é transformar isso. A Estácio entrar na Avenida com alegria, com um samba que é leve, um samba gostoso. O campeonato da Estácio para esse ano é permanecer no Especial para que em 2021 possamos tomar um outro rumo”.

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      Serginho também explicou como se dá o processo de trabalho com o samba, desde a gravação do CD até a apresentação na Avenida.

      “O samba-enredo acaba por ter três fases né. A primeira são os concursos, a segunda a gravação do CD e a terceira são os ensaios nas quadras se preparando para ir à Avenida. São três momentos em que a tendência é que o terceiro possa impulsionar a escola. Foi o que aconteceu em 2019, em que chegamos na Avenida com a comunidade cantando bastante”.

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      Responsável pelos arranjos também da Estácio, o maestro Jorge Cardoso destaca a escola vinda da Série A como uma faixa que vai gerar muito admiração pelo público também pela grandeza da instituição que está de volta. Jorge também aproveitou para elogiar o trabalho do intérprete Serginho do Porto.

      “A Estácio como é uma escola que vem do Acesso, ela não deixa de ser uma novidade em relação as outras. A Estácio tem muita tradição, e tem escolas que quando entram na Avenida é uma coisa diferente e a Estácio é uma delas. Musicalmente, ela traz o Serginho do Porto que ficou muito tempo dividindo microfone no Salgueiro, e ele vem agora sozinho e vai ser uma das grandes vozes da Avenida por ter um jeito bem seu de interpretar o samba. E o samba da Estácio tem umas nuances melódicas bem diferentes pelo menos em relação às escolas que eu estou fazendo. A Estácio será uma faixa que vai chamar muita atenção”.

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      Mestre Chuvisco, voltando a preparar a bateria para gravar para o Especial, destacou a importância de acompanhar os sambas desde o início das disputas.

      “A gente tem acompanhado as obras desde as eliminatórias, é lógico né. E, a gente já até gravou esse samba para a disputa. Então, é um samba que a gente já conhece muito bem e acho que não teve dificuldade nenhuma para preparar o que viemos colocar na gravação. Vamos aproveitar algumas coisas que a gente usou nessa gravação para a principal e vai ficar bem bacana”.

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      O diretor Marcão Selva durante a gravação conversou com a reportagem do CARNAVALESCO e revelou que o entrosamento com o mestre Chuvisco lhe deixou mais tranquilo para o sucesso do trabalho, principalmente por ter sido em período tão curto entre a escolha da obra e a gravação.

      “A Estácio sempre teve preocupação de fazer um bom trabalho. Estamos preparados, com o mestre Chuvisco que para gravar com ele, sair com ele, e fazer qualquer coisa com ele é tranquilidade porque a gente se entende muito bem. Trouxemos o melhor para essa gravação”.

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      A Estácio de Sá abre o desfile do Grupo Especial sendo a primeira escola a desfilar na noite de domingo de carnaval.

      Grande Rio seleciona componentes para carro abre-alas

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      Para quem sempre sonhou em desfilar numa escola de samba em um carro alegórico, esta é uma oportunidade mais do que especial. O Acadêmicos do Grande Rio está selecionando pessoas do sexo feminino de qualquer perfil para saírem no carro abre-alas do seu desfile para o Carnaval 2020. As interessadas devem comparecer no dia 3 de dezembro, às 19 horas, na Cidade do Samba, em frente ao barracão da agremiação. Para participar, é preciso ter disponibilidade para comparecer aos ensaios, já que a alegoria contará com coreografia e encenação. Os encontros começarão a partir de janeiro, às quartas-feiras, também na Cidade do Samba, que fica na Rua Rivadávia Correia, 60. A taxa de inscrição é de R$ 150 reais.

      Além disso, a escola ainda tem vagas disponíveis para suas alas coreografadas. Para mais detalhes, basta entrar em contato com os responsáveis por cada grupo de acordo com as seguintes informações:
      Ala Bira Dance: precisa de homens e mulheres negros. Telefone: (21) 98217-6223
      Ala Carla Meirelles: precisa de homens com mais de 1,80m de altura. Telefone: (21) 99444-4279
      Ala Ananda: sem perfil específico. Telefone: 99850-6399
      Ala Caroline Mota: sem perfil específico. Telefone: 99212-2851
      A Grande Rio será a quinta escola a desfilar no domingo de Carnaval, dia 23 de fevereiro, com o enredo Tata Londirá: o Canto do Caboclo no Quilombo de Caxias, que conta a trajetória do pai de santo Joãozinho da Gomeia.