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Mocidade lidera ranking dos sambas mais ouvidos do Grupo Especial

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O site CARNAVALESCO divulga a primeira lista dos sambas-enredo mais ouvidos do Grupo Especial para o Carnaval de 2020. A contagem segue o link de cada samba. A próxima lista será divulgada no dia 25 de outubro.

Confira abaixo o ranking:

1 – Mocidade: 47.794 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

2 – Mangueira: 36.349 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

3 – Paraíso do Tuiuti: 34.628 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

4 – Beija-Flor: 30.383 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

5 – Salgueiro: 23.009 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

6 – Portela: 21.679 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

7 – Grande Rio: 20.713 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

8 – Viradouro: 18.588 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

9 – Vila Isabel: 16.251 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

10 – São Clemente: 17.309 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

11 – Unidos da Tijuca: 11.742 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

12 – União da Ilha: 10.243 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

13 – Estácio de Sá: 7.207 audições (CLIQUE AQUI PARA OUVIR O SAMBA)

Imagens das fantasias das alas comerciais do Salgueiro para 2020

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Estudo da sinopse: Paraíso do Tuiuti 2020

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Salve Sebastião! Do trono ao altar, a Tuiuti canta e evoca a esperança

Nome do enredo: O santo e o rei: encantarias de Sebastião
Nome do carnavalesco: João Vitor Araújo

Para o carnaval de 2020, o carnavalesco João Vitor Araújo aposta em um enredo
autoral que tem ligação direta com o Paraíso do Tuiuti. Um dado a ser lembrado
é que o enredo atual não foi cogitado inicialmente: o presidente havia solicitado outro
enredo, mas o próprio João Vitor disse, em entrevista, que pensou nessa proposta desde
a primeira vez que foi ao barracão da escola e se deparou com a imagem de São
Sebastião logo na entrada. Ali percebeu que aquela imagem e que a devoção de toda a
comunidade poderiam ser levadas para a avenida. E eis o resultado: a Paraíso do Tuiuti
nos revelará as encantarias de Sebastião, ao cruzar as histórias de Dom Sebastião (Rei
de Portugal) às de São Sebastião (padroeiro da cidade do Rio de Janeiro e da
agremiação), propondo ligações entre as mazelas do povo de Portugal e as do povo
brasileiro e, principalmente, nos enchendo de muita esperança para acreditar em tempos
melhores em nossa cidade. Afinal, segundo João Vitor, somos todos sebastianistas à
espera do retorno do rei Sebastião!

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A sinopse do enredo é assinada por João Gustavo Melo. Para a escrita do texto,
ele se debruçou sobre diversas bibliografias e buscou inspiração em duas fontes
principais: o poema O Rei que Mora no Mar, de Ferreira Gullar e Almanaque
brasilidades: um inventário do Brasil popular, de Luiz Antônio Simas. O texto se inicia
com a oração sebastianista e em seguida é dividido em seis partes. Cada uma delas nos
traz um panorama vasto de informações sobre a história, a vida e a morte
(desaparecimento) do rei; além de fazer as ligações necessárias com o santo padroeiro.

Ao se debruçar sobre a história de Dom Sebastião, é possível perceber que o rei
não morre, mas desaparece, ou seja, não há uma morte física do corpo. O rei se
transforma em um espírito encantado. Na encantaria, não há semelhança com a
desencarnação, pois muitas vezes não há morte. As pessoas (e até mesmo animais)
vivem, mas não necessariamente morrem. Elas têm a experiência do encantamento e
vão morar em algum lugar no invisível.

A encantaria é uma manifestação espiritual e religiosa afro-ameríndia que,
diferente da Umbanda – na qual as entidades são espíritos que desencarnaram e
trabalham individualmente -, os encantados se transformam em seres invisíveis,
mitológicos ou até mesmo do folclore brasileiro – como por exemplo, sereias, botos e
curupiras. Esses seres vivem em famílias e possuem nome e sobrenome, podendo contar
suas histórias de quando estiveram vivos na terra, antes de se encantarem.

Por não haver corpo para certificar a morte, diversas lendas são criadas ao longo
do tempo para se aproximarem desse fato. É a partir do encantamento do rei Dom
Sebastião que surgem as lendas referentes a ele presentes no texto, para alimentar a
esperança de que ele, um dia, volte.

Apesar de São Sebastião não estar inteiramente explícito ao longo da sinopse, é
possível notá-lo a todo momento presente na vida do rei. Com a Paraíso do Tuiuti não é
diferente: a comunidade que se veste de azul e amarelo, veste-se também de fidelidade
ao samba e ao santo padroeiro da agremiação. Não é necessário que falem sempre de
São Sebastião para que a devoção seja notória. Ao pisar na quadra, é possível sentir a
atmosfera de fé, amor e gratidão ao protetor da escola, pelas bênçãos e pelo cuidado.

Como dito anteriormente, João Vitor teve certeza desse enredo quando viu a
imagem de São Sebastião no barracão da escola, e vale ressaltar que a quadra de ensaios
também possui uma imagem do santo padroeiro, o que demonstra – e confirma – a fiel
devoção dos foliões da agremiação. O carnavalesco disse em entrevistas que esse
enredo segue a linha crítica dos últimos anos da escola, mas pontuou que são críticas
implícitas e que não são necessariamente ao governo, como sempre esperam. Segundo
ele, é preciso uma pitada de crítica, pois as coisas não andam bem para os cariocas, e
que é impossível exaltar São Sebastião – que é padroeiro da cidade – sem falar dos
problemas que vivemos nos últimos anos.

Nesse formato de crítica mais velada e implícita, acredita-se ser possível atingir
o objetivo de propor as indignações da comunidade de forma sutil e harmônica. João
Vitor aposta na narrativa religiosa e não partidária, fazendo com que a fé prevaleça mais
do que a abordagem política. É fato que o sentimento de que as coisas não andam bem
afeta os cariocas em geral e a proposta da agremiação é cativar e chamar a atenção pela
emoção e pelo sentimento próprio de devoção religiosa para uma questão que é comum
aos habitantes da Cidade Maravilhosa.

A narrativa da sinopse se dá em seis partes (pode-se pensar nos seis setores do
desfile). João Gustavo nos faz perceber, aos poucos, a ligação entre Dom Sebastião e
São Sebastião. A primeira parte conta o nascimento do rei Dom Sebastião e é intitulada
de “O rei desejado”, pois seus pais possuíam dificuldades em ter filhos. Dom Sebastião
nasceu no mesmo dia de São Sebastião, 20 de janeiro, e carrega esse nome por conta do
santo.

Na segunda parte, é narrado o momento em que o rei sai para a guerra de
Alcácer Quibir. Com as bênçãos de São Sebastião, acredita ter grande proteção religiosa
devido a sua fiel devoção ao santo. Ainda nesse capítulo, fala-se do desaparecimento do
rei nas areias de Marrocos.

Em Portugal, existe uma lenda que Dom Sebastião teria sumido e estaria no
fundo do mar, em um palácio de cristal, pronto para sair de lá e proteger o país. Outra
lenda narrada é que Dom Sebastião é representado como um touro negro e acreditam
que se alguém acertasse uma flecha na testa desse touro, ele se transformaria na
personificação do rei e retornaria para salvar o povo. Dessa lenda veio a inspiração para
as vestimentas do bumba-meu-boi. A partir da capa real do rei, teceram as vestes do boi,
que dá origem à tradicional dança das regiões Norte e Nordeste. Outra lenda presente
diz que, no dia 20 de janeiro, Estácio de Sá foi flechado em batalha pelos índios e que
São Sebastião lutava ao seu lado.

A sinopse também conta a história do conselheiro Beato Antônio, de Pernambuco, que acreditava que Dom Sebastião voltaria se houvesse uma guerra muito grande e jorrasse sangue das pedras para salvar os flagelados (pessoas que tinham muitos problemas naquela época). Passada a Guerra de Canudos, mesmo que Dom Sebastião não tenha voltado, a fé e o encanto continuaram presentes naquele povo. A narrativa da última parte é esperançosa e diz que mesmo em lutas e dor, o espírito sebastianista continua a guiar o povo para o seu próprio destino. A sinopse finda dizendo que o verdadeiro rei há de voltar e que São Sebastião irá restaurar o trono do rei Dom Sebastião e irá restaurar o seu próprio altar, para trazer a tão aguardada paz para o povo.

Outro aspecto bem presente na sinopse é o movimento sebastianista, cujo início
deu-se logo após o desaparecimento do corpo do rei Dom Sebastião e, ao longo dos
anos, se perpetua em Portugal. Sebastianismo, de forma exemplificada, significa
esperança, ou seja, o povo de Portugal aguarda até hoje o retorno do rei para salvar
Portugal de todos os percalços e de todas as mazelas existentes.

O sebastianismo é mais que um sentimento: é um ato político. Como Dom Sebastião não possuía herdeiros, o trono de Portugal foi assumido pelo rei Felipe II, da Espanha. Os portugueses ficaram insatisfeitos com esse poderio e inconformados com a situação política da época. Com isso, o povo de Portugal alimentou essa esperança da volta do rei e espalhou a crença que Dom Sebastião estava vivo e aguardava o momento certo para retornar ao trono e afastar, então, o rei estrangeiro.

Esse movimento chega ao nordeste do Brasil em formato de crença popular.
Acredita-se na aparição de um novo rei, que seria melhor e tornaria a vida do povo mais
digna e leve. Hoje esse movimento torna-se novamente um ato político para muitos
cariocas, que não estão conformados com a situação política atual e aguardam
incansavelmente a chegada desse rei bom, para assumir o trono e trazer paz para a
cidade do Rio de janeiro.

Conforme nos aprofundamos na sinopse e na história de Dom Sebastião e de
Portugal, notamos as semelhanças e as ligações presentes. De acordo com João Vitor, é
possível enxergar diálogos entre nós cariocas e o povo português, pois nós cariocas
estamos vivendo de forma precária e repletos de esperanças por algo melhor. Segundo o
mesmo, somos sebastianistas também por mantermos essa esperança viva e, enquanto
Portugal alimenta essa esperança em Dom Sebastião, nós cariocas alimentamos nossa
esperança no padroeiro da nossa cidade, São Sebastião. Essa é a ligação que João Vitor
nos traz entre o rei e o santo e entre Portugal e Rio de Janeiro, de forma sutil, mas bem
presente.

Para uma percepção de São Sebastião na sinopse, é necessária certa atenção na
leitura e no entendimento da narrativa. Espera-se que a tradução em fantasias e alegorias
na avenida seja feita de forma evidente e perceptível. É possível imaginar certo luxo nos
setores que trarão a história de Dom Sebastião – por se tratar de um rei – e nos setores
seguintes fica no imaginário, pois pode-se representar as lendas de diversas maneiras, ainda mais se tratando de carnaval. Que João Vitor nos surpreenda com suas belas
encantarias na Sapucaí!

O enredo vem em um momento bem oportuno para a cidade do Rio de Janeiro,
pois de forma implícita ou não, todos vivem um ato político – até mesmo quando dizem
não escolher nenhum lado partidário. Se o sebastianismo de Portugal chegou outrora ao
nordeste do Brasil, hoje se faz presente mais do que nunca em todo o Rio de Janeiro,
onde os cariocas passam dias, meses e mesmo anos no aguardo de dias melhores.

Esperamos que a comunidade do Paraíso do Tuiuti nos envolva com seu belo
desfile e que o canto de esperança ecoe para além da avenida e se faça presente na vida
dos cariocas diariamente, assim como a fé e a devoção em São Sebastião se faz presente
todos os dias na vida da agremiação.

Com as bênçãos e com a proteção do santo e com a esperança na volta do rei,
desejo um ótimo desfile para o GRES Paraíso do Tuiuti em 2020!

Autor: Ronaldo da Silva Junior – [email protected]
Graduando em Teoria da Dança/UFRJ
Membro efetivo do OBCAR/UFRJ
Leitor orientador: Cleiton Almeida
Graduando em Artes Visuais – Escultura – EBA/UFRJ
Instagram: observatoriodecarnaval_ufrj

 

 

Salgueiro Convida está de volta e terá escolas do Grupo de Acesso e também de São Paulo

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O evento que é sempre esperado pelo público que não perde uma noite de samba na quadra do Salgueiro está de volta a partir desta semana. Após o período da disputa que elegeu o hino para o Carnaval 2020, a vermelha e branca retoma os já tradicionais ensaios de quadra levando, a cada edição, uma escola coirmã como convidada e neste rol estão agremiações que integram a Série A carioca e o Grupo Especial de São Paulo.

Para começar a festa de confraternização dos sambistas, a Academia do Samba recebe neste sábado o Império da Tijuca para uma noite onde a garantia de bons sambas é certa.

“Vamos aproveitar este período de fim de temporada de disputa em todas as escolas para celebrar a boa safra de sambas que teremos, tanto no carnaval do Rio como em São Paulo. O sambista, mais do que nunca, precisa estar unido e a gente aqui no Salgueiro fica muito feliz em receber nossas coirmãs. Este ano ampliamos um pouco mais o “Salgueiro Convida” e vamos ver qual é a repercussão. Se for aprovado, quem sabe ano que vem não conseguimos estender ainda mais”, comenta Alexandre Couto, diretor de Carnaval da escola da Tijuca.

Dentro da programação, a escola ainda receberá Porto da Pedra, Renascer de Jacarepaguá, Unidos de Padre Miguel, Império Serrano e Cubango, além de Mocidade Alegre, Mancha Verde e X-9 Paulistana. A agenda completa do mês de outubro já está no site da escola (salgueiro.com.br)

A festa na Silva Teles começa às 20h30 com ingressos a R$ 40. Mesas e camarotes podem ser adquiridos através do telefone (21) 2238 9226. A quadra do Salgueiro fica na Rua Silva Teles, 104 – Andaraí.

Serviço: Salgueiro Convida

Data: 19 de outubro, sábado
Atrações: Bateria Furiosa, elenco show do Salgueiro e Império da Tijuca
Valor: R$ 40 ( vendas www.ingressocerto.com.br ou bilheteria da quadra no dia do evento)
Horário: 20h30
Classificação: 18 anos
Local: quadra do Salgueiro ( rua Silva Teles, 104 – Andaraí)
Informações: (21) 2238 9226

Celsinho Mody e Nino do Milênio repetem dupla de 2018 no Tuiuti

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O intérprete Nino do Milênio voltou para o Paraíso do Tuiuti para o Carnaval 2020 e desta forma reeditará sua parceria com Celsinho Mody, já que eles também cantaram juntos em 2018, ano do vice-campeonato da escola. Nino falou sobre a amizade que construiu com o paulistano desde aquela ocasião.

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“Eu e Celsinho construímos uma amizade muito bacana desde 2018, é um cara que eu admiro bastante. Sobre nossa parceria, desta vez será melhor ainda pois estamos iniciando juntos, o que não ocorreu daquela vez. Celsinho chegou já para a gravação do CD da Liesa. Tenho certeza que será melhor que 2018, com a expectativa de dessa vez sairmos campeões”, disse Nino.

Celsinho brincou sobre a parceria com Nino e avaliou que se for melhor que da última vez, o título virá, uma vez que em 2018 a escola foi vice-campeã. O cantor avaliou o assédio de outras escolas, mas afirmou que permanece feliz no Paraíso do Tuiuti.

“Concordo com o meu amigo Nino. Se ele falou que vai dar mais certo que da última vez, seremos campeões, mas em 2018 fomos vices. É muita felicidade viver esse momento que estou vivendo. Já vou para o meu terceiro carnaval aqui no Rio de Janeiro e eu nunca imaginei que fosse receber essa oportunidade. Enquanto o casamento tiver bom eu vou seguir aqui. A escola está feliz comigo e eu com eles. Quero que o Tuiuti seja campeão comigo cantando. Mais um grande samba da nossa escola, como vocês podem atestar”.

Porto da Pedra: conheça o samba-enredo para o Carnaval 2020

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Compositores: Bira, Claudinho Guimarães, Márcio Rangel, Alexandre Villela, Adelyr, Bruno Soares, Rafael Raçudo, Eric Costa, Cláudio Mattos, Gustavo Soares, Marco Moreno, Oscar Bessa, Fernando Macaco, Jarrão, Pablo Russo, Carlinhos Viradouro, Ricardo Neves, Raphael Richaid, Bebeto Maneiro, Renan Gêmeo, Rodrigo Gêmeo, Ludson Areia e Carlos Soares
Intérprete: Pitty de Menezes

O MAR MAREJOU A SAUDADE
A SUA NOBREZA NO CAIS APORTOU
ESCRAVIZADA, MAS SEM PERDER A IDENTIDADE
PELAS LADEIRAS DA CIDADE DE SALVADOR
TEM QUINDIM, CARURU, VATAPÁ
ACARAJÉ SERVIDO PRO ORIXÁ
COMIDA DE SANTO, SABOR DO DENDÊ
SAGRADA COLINA DE REZA E XIRÊ

E CHEGANDO NO MEU RIO DE JANEIRO
NA CASA DE CIATA, O BATUQUE DE BAMBA
TINHA FESTA, RITUAL MANDINGUEIRO
NO QUINTAL NASCIA O SAMBA

VOU SEGUIR A PROCISSÃO
PEDIR A BÊNÇÃO A NOSSA SENHORA
DE TODOS OS SANTOS, ANDORES, ALTARES
TRAZER SEU AXÉ NA FÉ DOS MILAGRES
TAIEIRA SOLTA A VOZ, O POVO A FESTEJAR
HOJE O SEU CORTEJO VAI PASSAR
É VOCÊ A FORÇA QUE RESISTE A CHIBATA
EM VOCÊ VIVE A ESPERANÇA DE UMA RAÇA
ÓH, MÃE BAIANA, DERRAME ABÔ POR ESSA TERRA
O SEU BRANCO É LUZ
CONDUZ A PORTO DA PEDRA

ÁGUA DE CHEIRO, AMOR, NO TOQUE DO TAMBOR
É PURIFICAÇÃO, MAGIA
ARRUDA E GUINÉ, AGÔ PRA QUEM TEM FÉ
O MEU TIGRE LAVA A ALMA NA AVENIDA

Unidos de Padre Miguel seleciona mulatas e negras para desfilarem com seios à mostra

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A Unidos de Padre Miguel seleciona mulheres negras e mulatas com 18 anos ou mais para desfilar com os seios à mostra no próximo Carnaval.

A seleção não tem nenhum pré-requisito quanto ao porte físico e as inscrições devem ser feitas através do e-mail: [email protected] – no campo assunto, informar – Inscrição desfile UPM. Será necessário encaminhar os dados pessoais – nome, idade, telefone de contato.

A Unidos de Padre Miguel será a sexta agremiação a desfilar no sábado de carnaval, pela Série A, do Rio de Janeiro, em busca do tão sonhado título e o acesso ao Grupo Especial.

Ex-casal da Mocidade ataca diretor de carnaval que ironiza: ‘tenho mais o que fazer’

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0D61944F 0CA6 4AFE A093 4D54AA0585DCA saída do casal Marcinho e Cris Caldas da Mocidade Independente de Padre Miguel ainda rende assunto no mundo do samba. Depois de se posicionarem atacando o diretor de carnaval da escola, Marquinho Marino, como responsável peça saída de ambos, a dupla voltou a criticar dirigente. Eles publicaram nesta quinta-feira imagens de uma suposta conversa entre uma componente da verde e branca e Marino, onde o mesmo teria dito que havia convidado o casal para voltar e a oferta teria sido recusada.

F15DE3AE F019 4A21 8C3A 96F8B5221BB9Em resposta às supostas conversas, Marcinho e Cris elaboraram uma nota conjunta alegando que jamais foram convidados para o retorno.

“Mais uma vez estão inventando coisas pra justificar o injustificável. Como todos sabem, fomos dispensados pelo Diretor de Carnaval sem mais nem menos, de uma hora pra outra, sem nem nos dar os motivos pra tal atitude (Óbvio! Porque eles não existem). Se vocês ficaram sem entender, imaginem a gente. E acho que esse foi o jeito que encontraram pra calar a boca de vocês, independentes, que estão até hoje indignados, assim como nós, pela postura tomada por parte da escola. Mas a gente não vai mais ficar calado”, diz um trecho da nota.

Em outra parte do texto, Marcinho e Cris voltam a negar que a demissão teria se dado por insubordinação de ambos perante a diretoria da Mocidade.

“Então, só gostaríamos de esclarecer. Tudo que inventaram: insubordinação, falta de ensaios, intransigência com relação à indumentária do desfile, nada disso ocorreu. E convenhamos, mesmo que tivesse ocorrido, seria motivo pra uma conversa, não para dispensa e ainda mais da forma que aconteceu”, diz a nota.

Procurado pela reportagem do site CARNAVALESCO para responder o diretor de carnaval Marquinho Marino afirmou que não responderia pois ‘tem mais o que fazer’.

9387DCB6 B1DE 4CC8 BF77 559AAD61437FO ex-vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco, que deixou a escola alegando divergência de opiniões com o presidente Flávio Santos, postou em sua rede social uma foto ao lado do casal com uma mensagem enigmática: “Aquele #tbt de carinho, orgulho e admiração. Meu casal nota 10”, diz a postagem.

Primeira edição da Feira do Samba Enredo acontece neste sábado

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    LOGO FEIRA SAMBA ENREDO

    A primeira edição da Feira acontecerá no dia 19 de outubro de 2019 na Praça de Eventos do Condomínio Tijolinho, no Andaraí, com início às 15h. A animação ficará por conta do Grupo Baú do Bessa, liderado por Leonardo Bessa e com músicos de alta qualidade, que fará o público viajar pelo melhor do samba-enredo ao longo da história.

    E, como é tradicional, acontecerá o Karaokê de samba-enredo, onde o público poderá soltar a voz em clima de total descontração e alegria. Cerveja gelada, boa música, produtos de qualidade. Tudo com entrada franca! Essa é a Feira do Samba Enredo!

    Serviço:
    Feira do Samba Enredo
    Sábado, 19 de outubro, às 15h
    Praça de eventos do Tijolinho – Rua Vega, 16, Andaraí
    Entrada franca

    De olho no desfile, Beija-Flor começa aos ensaios de comunidade

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    Nesta quinta-feira, a Beija-Flor de Nilópolis inicia sua batalha em busca título do Carnaval 2020. Com o samba já definido, a agremiação levará para Avenida o enredo ”Se essa rua fosse minha’, desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Louzada e Cid Carvalho. Através da obra a escola contará a o caminhar da humanidade através de rotas, caminhos, estradas, ruas reais e lúdicas, até chegarmos à rua de todos os sambistas, a Marquês de Sapucaí.

    A bateria dos mestres Plínio e Rodney, junto a sua rainha, Raíssa Oliveira, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Claudinho e Selminha Sorriso, passistas e a velha guarda, bem como o intérprete Neguinho da Beija-Flor, se juntarão a forte comunidade nilopolitana e darão início aos ensaios de comunidade, a partir das 21h. A entrada para o público que deseja assistir o imperdível ensaio da azul e branca é R$ 5. A quadra da Beija-Flor fica na Rua Pracinha Wallace Paes Leme, 1025, em Nilópolis. Mais informações pelo tel. 21 3743-0340. Censura livre.