Tem novidade no carro de som do Paraíso do Tuiuti. A escola de São Cristóvão anunciou a renovação com o intérprete Celsinho Mody, que vai para o quarto carnaval no Rio de Janeiro, ele também é cantor do Tatuapé, em São Paulo. É mais um reforço para o ano em que a agremiação terá o carnavalesco Paulo Barros no comando do seu desfile.
A surpresa ficou por conta da chegada de Carlos Jr, que também é de São Paulo e canta no Império de Casa Verde. O intérprete está no hall dos melhores do carnaval paulistano e já tinha confessado ao site CARNAVALESCO a vontade de cantar no Rio de Janeiro. Ele fará jornada dupla e seguirá no Império de Casa Verde.
Veja abaixo Carlos Jr na largada do Império de Casa Verde em 2020:
Finalista da edição do Big Brother Brasil 20, da TV Globo, a paulistana Thelma faz parte da Mocidade Alegre e sempre exalta sua agremiação dentro do programa. Na última semana, quando estava no jardim da casa com Manu e Babu, ela aproveitou o momento para ensinar a amiga da desfilar no carnaval.
“Faz carão”, disse Thelma para Manu.
As duas sambaram ao som de “Bum Bum Paticumbum Prugurundum”, do Império Serrano, em 1982. Babu aproveitou para falar do samba e sua levada.
Finalista do Big Brother Brasil 20, da TV Globo, a influencer Rafa Kalimann segue convidada pela presidente do Rosas de Ouro, Angelina Basílio, para desfilar na agremiação paulistana no próximo carnaval.
A sister participou de dois ensaios para o Carnaval 2020 e desfilaria na escola, mas recebeu o convite para entrar no Big Brother Brasil 20 e teve que adiar o convite.
“Estamos torcendo pela vitória da Rafa no programa e esperamos por ela no próximo carnaval”, disse Angelina Basílio.
A Mocidade Independente de Padre Miguel informou na noite deste sábado o falecimento do componente Adilson Santos. É a terceira vítima da escola que morre vítima de Covid-19.
Veja abaixo o comunicado da escola:
“A Mocidade Independente de Padre Miguel mais uma vez lamenta o falecimento de um importante componente vitimado com Covid-19. Adilson Santos é mais um independente que nos deixa! Desejamos condolências aos amigos e familiares!Mais do que nunca, fiquem em casa!”
O sambista Mumuzinho, de 36 anos, revelou nesta sexta-feira que está com Covid-19 após passar por exame no no Hospital Vitoria, no Rio de Janeiro. O artista vinha com um quadro de amigdalite e febre.
Além disso, Mumuzinho foi diagnosticado com pneumonia de grau intermediário. Ele está internado e em observação.
“O artista permanece no hospital, em observação, já que foi detectado uma pneumonia de grau intermediário. O cantor conta com o apoio e vibrações positivas dos fãs e, em breve, diante da melhora clínica”, diz o comunicado da assessoria do sambista.
Faleceu nesta terça-feira Nilzo Medeiros, o intérprete Rico Medeiros. O cantor fez história no Salgueiro e na Viradouro. A suspeita é que o sambista tenha sido vítima de Covid-19, mas que ainda não foi confirmada. Não há informações ainda sobre o enterro do intérprete.
Rico foi um dos mais emblemáticos intérpretes do carnaval carioca com passagens em agremiações gigantes e atuações memoráveis na avenida.
Rico Medeiros marcou época como intérprete do Salgueiro, e foram na sua voz desfiles históricos da academia do samba entre o fim dos anos 70 e o início dos 90. Destaque para o desfile de 1978. Recentemente Rico foi homenageado pela escola na quadra e entoou o lendário samba, para a emoção dos presentes. Veja abaixo o vídeo de Rico Medeiros, em junho de 2014, cantando o samba de 1978 na quadra do Salgueiro.
Após a saída do Salgueiro passou por diversas agremiações e voltou a brilhar como intérprete na Unidos do Viradouro. Em 1993 como apoio e em 1994 e 1995 já como intérprete oficial da vermelha e branca do Barreto.
Os cacos e o grito de guerra de Rico viveram no imaginário dos sambistas. O mais marcante era o seu “aí bateria” que conferia um enorme swing às gravações que participava. Nos últimos anos participava do carnaval gravando sambas concorrentes.
O Salgueiro lamentou a morte de Rico Medeiros. “Faleceu, na tarde desta sexta-feira, Rico Medeiros que emprestou voz inconfundível ao carro de som da nossa escola por duas décadas. Não podemos afirmar que tenha sido esse vírus fatal mas isto também não importa já que o samba perde mais um de seus grandes baluartes. Nos solidarizamos com todos os familiares e amigos do intérprete e pedimos a vocês, orações de conforto a todos”.
O perfil “Ala Musical SP” juntou intérpretes e músicos para cantar diversos sambas relevantes da história do carnaval. O primeiro divulgado foi o da Unidos de Vila Maria de 2002, ano em que a agremiação trouxe o enredo “Intolerância não! Viva e deixe viver!”, um carnaval crítico sobre assuntos de tolerância e preconceito.
Mesmo distante por causa das medidas de segurança em meio à pandemia, os intérpretes cantaram diferentes trechos e juntaram no mesmo vídeo. Participaram da gravação: Marcos Bubba e Edson Ferreira (cordas), Dom Júnior, Renan Biier, Thiago Lima, Rafaela Trigo, Tim Cardoso, Rodrigo Atração, Tuca Maia, Adauto Jr., Douglas Chocolate, Rodney Claudino, William Lima, Tiago Nascimento, Fabio Silva, Digão Lima, Dida Mattos e Fabinho Pires.
De acordo com a postagem, os idealizadores citaram: “Nesse momento difícil, juntamos alguns integrantes de carros de som do carnaval de São Paulo para cantar esse samba enredo sensacional, um basta à intolerância e uma mensagem de paz e esperança”.
Uma releitura do carnaval carioca de 1919, conhecido como o maior do século passado, será o tema do próximo desfile da Unidos do Viradouro. Intitulado “Não há tristeza que possa suportar tanta alegria”, o enredo de Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon vai destacar o sentimento dos cariocas que foram às ruas naquele ano para celebrar o fim da pandemia da gripe espanhola.
A inspiração dos carnavalescos surgiu a partir da leitura do livro “O carnaval da guerra e da gripe”, do escritor e jornalista Ruy Castro. O título do enredo é um verso de uma marchinha cantada em 19 pelo Democráticos, uma das grandes instituições carnavalescas da época.
O presidente Marcelinho Calil ressalta a importância cultural do tema escolhido.
“A escolha do tema se deu principalmente pelo conteúdo cultural, que é muito forte, com muito embasamento. E é exatamente o que estávamos buscando: aliar história à cultura. Aposto que teremos mais um desfile marcado pela emoção como o do último carnaval.
Após renovar o contrato dos casais de mestre-sala e porta-bandeira, Weslen Santos e Manoela Cardoso, e Paulo Roza e Manu Brasil para o carnaval 2021, a Lins Imperial contratou a preparadora e coreógrafa Fernanda Costa para coreografar os duplas para o próximo carnaval, quando a agremiação voltará a desfilar na Marquês de Sapucaí pela Série A após 9 anos desfilando na Intendente Magalhães.
Fernanda iniciou sua carreira no carnaval coreografando alas na Mocidade Independente de Padre Miguel e Unidos da Tijuca. Na escola do Borel se aproximou do então casal Julinho Nascimento e Rute Alves e passou a fazer escola com a dupla. Em 2019 coreografou o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira da Portela e primeiro da Unidos da Ponte, Yuri Souza e Camila Nascimento e em 2020 coreografou o primeiro casal do Acadêmicos da Rocinha, Vinicius Jesus e Viviane Oliveira.
“A Lins é uma escola extremamente organizada e estruturada, o que facilitará o trabalho. Particularmente já gosto demais da dança dos casais. Acho que já passamos da fase da dança muito coreografada, vamos fazer um trabalho mais clássico. Nesse momento de pandemia em que não podemos ter contato físico, já iniciamos uma análise à distância. Já identificamos os pontos fortes e fracos de cada um através de vídeos. A mudança de movimentos de mãos, pés de finalização, além de estudo de justificativas”, explica a contratada.
Além da contratação da coreógrafa, a escola já prepara, pós pandemia, a parceria com um estúdio de dança na Lapa para realizar os ensaios, bem como treinamento funcional para os bailarinos.