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Porta-bandeira da Mocidade conta o que faz para passar o tempo durante a quarentena

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O site CARNAVALESCO ouviu algumas personalidades do carnaval do Rio de Janeiro sobre o momento da quarentena no combate ao novo Coronavírus. A primeira é a porta-bandeira da Mocidade Independente de Padre Miguel, Bruna Santos, que venceu o Estrela do Carnaval 2020, na categoria Revelação.

Ela disse que antes de qualquer coisa agradece pela vida e espera esse momento difícil passar para voltar com sua rotina e vida normal.

“Primeiramente agradecer a Deus por estar viva e estar junto a minha família com todos bem. Depois voltar a minha rotina, faculdade, ensaios e poder passear. Para passar o tempo, o que tenho mais feito é assistir filmes e desfiles com minha família e meu noivo. De dia faço meus exercícios em casa pra me manter em forma”, afirmou Bruna.

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Os sambistas ainda deixaram um recado de esperança para o mundo. Todos esperam que esse momento passe logo mas para isso é necessário respeitar a quarentena e todos seguirem em seus lares.

“Peço a todos que mantenham a calma e que tomem os devidos cuidados para evitar a contaminação e se Deus quiser tudo isso tudo vai passar. Aproveite esse momento para ficar com sua família e ter gratidão por cada momento”, comentou Bruna.

Alô, Silvio! Mostra o que é a Tradição

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Fonte Site LIESA

“Olha que glória, que beleza de destino para esse menino Deus reservou”. Há gloria maior que ser homenageado em enredo por uma escola de samba? Em 2001, após o monotemático carnaval de 2000 sobre os 500 anos do descobrimento do Brasil, algumas escolas apostaram em enredos biográficos. A Unidos da Tijuca cantou Nelson Rodrigues, a Grande Rio buscou inspiração no profeta Gentileza e a Tradição apostou no mais popular comunicador da televisão brasileira, Senor Abravanel, ou, como é mais conhecido, Silvio Santos. E a aposta da escola do Campinho rendeu, se não a melhor colocação – até hoje o 6º lugar de Passarinho, passarola, quero ver voar, em 1994 –, o mais famoso desfile de sua história.

E o destino traçou um elo entre Silvio e a escola. Em 1978, no LP Vida boêmia, João Nogueira gravou Moda de barriga. Ludicamente, um trecho da música exaltava apresentador: “O dia que barriga virar moda realmente vai ser fogo pra poder me aturar. Ninguém vai resistir aos meus encantos e a TV do Silvio Santos vai querer me contratar”. Em 1984, João deixou sua querida Portela para acompanhar outros bambas da azul e branco de Oswaldo Cruz que fundaram a Tradição. Na nova agremiação, o sambista se tornou referência, compondo, em parceria com Paulo Cesar Pinheiro os primeiros cinco sambas enredo da escola, entre os carnavais de 1985 e 1989. Contudo, quis o destino que João Nogueira partisse meses antes de a história de Silvio Santos
tomar a avenida nos braços de sua Tradição.

Hoje é domingo, é alegria. Vamos sorrir e cantar! é o título do enredo sobre a vida do homem do baú, desenvolvido pelo carnavalesco Orlando Júnior. A Tradição, segunda escola a desfilar no domingo de carnaval, faria um dos desfiles mais aguardados. Toda a expectativa era fruto, além da popularidade do apresentador, da grande rivalidade existente entre as duas principais redes de televisão do país na época: o SBT, a TV do Silvio Santos que João Nogueira cantou, e a Globo, dona dos direitos de transmissão dos desfiles. Diante dos comentários sobre a possibilidade de não transmitir a homenagem ao concorrente, a Globo precisou lançar nota alegando que “as agremiações têm liberdade de escolha de seus enredos e a emissora não vai prestigiar ou discriminar nenhuma escola por causa de um tema específico”. E assim ocorreu. Na noite de 25 de fevereiro de 2001, Silvio Santos era cantado na Globo.

As arquibancadas da Marquês de Sapucaí cantaram em uníssono “Silvio Santos, cadê você? Eu vim aqui só para te ver” enquanto o abre-alas prateado manobrou para entrar na passarela, trazendo o apresentador à frente do condor, símbolo da Tradição. A cabeça da escola e todo o primeiro setor vieram em branco e prata, remetendo às origens gregas da família Abravanel. A comissão de frente representou Midas, conhecido na mitologia grega como um camponês que se tornou rei da Frígia e ganhou de Baco o poder de transformar tudo o que tocasse em ouro. Ignorando que o poder não era um dom, mas uma maldição, uma alegoria da ganância humana, a referência a Midas no desfile é um elogio à capacidade empreendedora de Silvio. A sinopse do enredo conta que desde a infância humilde na Lapa e pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro, o menino tinha um olhar visionário para ganhar dinheiro.

Sem grandes preocupações com o rigor cronológico dos acontecimentos, a narrativa do desfile mostrou os nascimentos das diferentes facetas de Silvio Santos. O camelô, o locutor, o animador de plateias, o homem de negócios. O branco e o prata do início deram lugar, então, a outras cores, sobretudo aos tons de azul do pavilhão da Tradição. Para contar essa história tão conhecida e de forte ligação afetiva com o público, Orlando Júnior concebeu fantasias e alegorias a partir de elementos muito conhecidos, facilitando a leitura e a comunicação com as arquibancadas. Assim, a barca da Cantareira, o circo, o peão do Baú e o Troféu Imprensa, tomaram a avenida. Várias personalidades do SBT, como Gugu Liberato, Ronald Golias, Ratinho e Hebe Camargo também ajudaram com sua popularidade a levantar os foliões.

O samba foi alvo de críticas em todo o pré-Carnaval. De letra simples e melodia pouco inventiva, não caiu nas graças dos sambistas mais tradicionais, que o chamavam de marcha. Contudo, foi promovido em clipe nos intervalos dos programas do SBT e se transformou em um fenômeno popular nas ruas do Rio de Janeiro, especialmente entre as crianças. No desfile, a boa participação das arquibancadas e o bom desempenho do intérprete Celino Dias garantiram boas notas.

Sorte. A trajetória de Silvio Santos é atravessada pela sorte em toda a narrativa. A sorte de não ter sido levado ao juizado de menores e sim à Rádio Guanabara quando foi detido; a sorte de ter arranjado emprego como locutor em Niterói que lhe permitiu observar uma oportunidade de negócio na barca; a sorte que o levou a São Paulo quando a barca ficou fora de operação; a sorte lançada na Telesena; a sorte que o livrou da presidência da república. E que sorte levou Silvio Santos a ser enredo na Tradição? Após anos lutando contra o rebaixamento, a escola de João Nogueira conquistou um 8º lugar que por uma colocação não a levou ao desfile das campeãs, mas imortalizou o homem do baú nas páginas da história do carnaval das escolas de samba do Rio de
Janeiro.

Autor: Renan Basilio – Jornalismo ECO/UFRJ, coordenador de qualidade
acadêmica/OBCAR, membro do OBCAR/UFRJ.
Leitor orientador: Vinícius Natal – Doutor em Antropologia e Sociologia/UFRJ,
Pesquisador OBCAR/UFRJ.
Instagram: @obcar_ufrj

Liga-SP divulga justificativas das notas do Grupo Especial de 2020

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A Liga-SP divulgou na manhã desta quinta-feira as justificativas das notas do Grupo Especial de São Paulo no Carnaval 2020. Para acessar as notas dos nove quesitos julgados no carnaval paulistano basta clicar na escola desejada.

O Carnaval SP 2020 consagrou a Águia de Ouro como campeã, um título inédito. Vai-Vai ficou em primeiro lugar no grupo de Acesso e Morro da Casa Verde conquistou a taça no grupo de Acesso II. Os desfiles aconteceram nos dias 21, 22, 23 e 24 de fevereiro, no sambódromo do Anhembi.

Justificativas das notas por escola, em ordem alfabética:

Unidos da Tijuca participa de live com estrelas do carnaval em prol de famílias afetadas por Covid-19

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Wantuir Oliveira

Transmitida ao vivo no YouTube no sábado, a partir das 18 horas, a Beija-Flor prepara uma live beneficiente em prol das famílias afetadas por Covid-19 apresentada por Milton Cunha. Neguinho da Beija-Flor recebe Wantuir Oliveira e Mestre Casagrande, estrelas do elenco tijucano, entre as atrações que contará ainda com a presença de outras cinco agremiações do Grupo Especial.

Estão escalados para cantar ao lado de Neguinho, em esquema de rodízio, além de Wantuir, Marquinho Art’Samba (Mangueira), Gilsinho (Portela), Tinga (Vila Isabel), Zé Paulo Sierra (Viradouro) e Carlos Junior e Celsinho Mody (Paraíso do Tuiuti). A percussão será feita pelos respectivos mestres de bateria das escolas participantes e mestre Casagrande está confirmado.

A Live do Samba será transmitida ao vivo pelo canal da coirmã no YouTube (TVBeijaFlor) e vai relembrar sambas-enredo que marcaram época no carnaval. O evento, que acontece no barracão da Beija-Flor de Nilópolis na Cidade do Samba vai respeitar todas as recomendações sanitárias do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Tijuca Social

A Unidos da Tijuca realiza algumas ações sociais para abranger os moradores do Morro do Borel, Pinto e Providência, localizados nas regiões onde ficam as duas quadras da escola que encontram-se sem situação de vulnerabilidade. Já foram distribuídas além de cestas básicas, doadas através do Club de Regatas Vasco da Gama e do supermercado Prix, cerca de duas mil máscaras de proteção confeccionadas no barracão com apoio da Liesa. A agremiação também distribuiu 1,1 tonelada de frango e linguiça através da parceria com a GET Distribuidora e 1.000 garrafas de água mineral e álcool em gel.

Vamos relembrar: desfile de 2018 do Tuiuti

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‘Duelo dos Desfiles’: Viradouro 1998 x Viradouro 2020

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A série “Duelo dos Desfiles” chega na Viradouro. A escolha dos desfiles é até surpreendente. O confronto não envolve dois desfiles campeões, apenas um foi o vencedor, exatamente, o apresentado em 2020. Do outro lado, está o inesquecível “Orfeu”, de 1998, produzido um ano após o título da escola de Niterói. Sempre muito falado entre os torcedores da vermelho e branco, o desfile de 1998 feito por Joãosinho Trinta é considerado campeão pelos componentes, mas terminou na quinta colocação. A obra de 2020 ficou famosa pelo “ensaboa” no samba-enredo e por todo o conjunto exibido pelos carnavalescos Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon. Você pode ver a opinião dos nossos debatedores e depois deixar seu voto. O resultado será divulgado no sábado.

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O enredo “Orfeu, o Negro do Carnaval”, apresentado em 1998, traz a marca de Joãosinho Trinta. Um trecho da sinopse diz: “A Escola do Morro é vencedora. E no desfile das campeãs, ela retorna com todo a vibração da bateria, a beleza do samba, a poesia das baianas e a empolgação de toda a Escola. Cantando e dançando a Vitória, fazem da alegria a louvação e glorificação de ORFEU – O NEGRO DO CARNAVAL”. O enredo “Viradouro de alma lavada” coloca a dupla de carnavalescos Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon no mais alto patamar do carnaval do Rio de Janeiro, o que reserva espaço apenas para os campeões do Grupo Especial. Um trecho da sinopse diz: “Histórias que se cruzam à beira da Baía e refletem no espelho d’água o futuro, sem se esquecer da luta de um passado recente. De mãos dadas, ganzás embalam chocalhos, atabaques versam caixas, pandeiros cadenciam o choro das cuícas. Lágrimas que se revigoram no sagrado altar do samba sob as bênçãos de Xangô e São João Batista – protetores da minha Viradouro. Viradouro que, de alma lavada, abraça as Ganhadeiras de Itapuã, espelho da mulher brasileira”.

Viradouro 1998 (Por Fiel Matola): “Depois do campeonato de 1997, a Unidos do Viradouro apresentava uma “tragédia grega brasileira” para o carnaval de 1998. O carnavalesco Joãosinho Trinta apresentava mais um de seus delírios, “Orfeu Negro do Carnaval” era o enredo, dizia o mito que Orfeu Negro vivia no morro, um deus da música, ele arrasava corações das mulheres só com sua música tocada em seu violão. Apesar de tantas damas aos seus pés, o seu único amor era Eurídice, mas no dia do desfile em que sua escola de samba iria o homenagear, ela morre com um tiro. Não participa do desfile, como ele desprezou as outras mulheres, elas por vingança jogam ele do alto do morro para morte. A escola de samba vence o carnaval e Orfeu é aclamado! Na época, o samba já explodia nas rádios antes mesmo do carnaval, com um refrão empolgante onde dizia: “Hoje o amor está no ar//Vai conquistar seu coração//Tristeza não tem fim//Felicidade sim//Sou Viradouro, sou paixão”. No dia, Dominguinhos conduziu com maestria, mestre Jorjão também apresentou bossas em sua bateria. Joãosinho Trinta que trouxe no ano anterior a cor preta, mais uma vez, optou por cores mais escuras, no final do desfile. Na aclamação de Orfeu usou outras cores, com outros tons, mostrando seu talento nato. O público acompanhou a escola cantando muito no final o grito de “bicampeã”. Até hoje, os componentes da Viradouro falam desse desfile com emoção. Mas, como toda tragédia grega, no final a escola amargou a quinta colocação, muitos dizem que injustamente. Minha escolha se dá para exaltar o enredo sensacional da cabeça de João e o samba que eternizou, o verso: “Sou Viradouro, sou paixão!” é dito até hoje pelos componentes com orgulho. Quando tocado na quadra ou em qualquer festa é cantado como se fosse o samba do ano”.

Viradouro 2020 (Por Dandara Carmo): “O desfile da Viradouro 2020 foi certamente um desfiles mais inesquecíveis da escola por conta de um conjunto de acertos do início ao fim. A escolha de um enredo que valoriza a cultura nacional foi, sem dúvida, o primeiro e um dos maiores acertos da escola. A surpresa da comissão de frente com Oxum surgindo das águas foi magnífico. O samba era bem fácil de cantar e pegou na boca dos componentes e do povo que estava na arquibancada, graças também a incrível interação de Zé Paulo e mestre Ciça. Foi um desfile belíssimo de assistir, de agradar aos olhos com tanta beleza, sensibilidade e bom gosto nas alegorias e fantasias. Esse com certeza foi o meu desfile inesquecível da Viradouro”.

O Brasil vai parar! Zeca Pagodinho faz live no Dia das Mães

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    Zeca Pagodinho se rendeu aos pedidos de milhares de fãs e fará sua primeira live, às 13h, do próximo domingo, Dia das Mães. Em isolamento social, desde do dia 13 de março, quando teve duas apresentações canceladas no Vivo Rio, o sambista além de atender seu público, irá matar a saudade dos palcos em uma apresentação de 1 hora e 15 minutos, que será transmitida pelo canal oficial do artista no Youtube.

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    Ele vai contar com cinco músicos que manterão o distanciamento recomendado. No repertório, os grandes sucessos da carreira do artista como ” Verdade”, “Deixa A Vida me Levar”, “Coração em Desalinho”, “Isolado do Mundo”, “Patota de Cosme”, “Brincadeira Tem Hora”, entre outros, e músicas do mais novo CD “Mais Feliz”, dentre elas, “Sexta- Feira”, “Permanência”, “Mais Feliz” e “O Sol Nascerá”.

    Live ‘Debate Quesitos’: Bateria

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      Liga-SP anuncia novo modelo de gestão e presidente do Águia de Ouro coordena transição

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      A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo informa que optará por um novo modelo de gestão de agora em diante. A decisão foi tomada em assembleia geral extraordinária, realizada na noite desta segunda-feira. Pelos próximos 90 dias, uma diretoria provisória, liderada pelo presidente Sidnei Carriuolo, coordena a transição, com a participação de Luciana Silva (Administrativo), Jamil Elselam (Financeiro) e Darly Silva (Carnaval).

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      Durante este período, um comitê gestor trabalhará junto com a diretoria para encontrar o nome de um gestor profissional, sem ligação com a diretoria das agremiações filiadas, para colocar em prática um novo modelo de administração.

      Vale ressaltar que esta mudança visa única e exclusivamente modernizar e se adaptar aos novos moldes de gestão, sempre pensando no crescimento do Carnaval de São Paulo, uma das principais marcas da administração do presidente Paulo Sergio Ferreira (Serginho), a quem o Carnaval paulistano e as escolas de samba agradecem e reconhecem por todos esses anos de dedicação e empenho.

      Diretores de Harmonia cautelosos em relação a preparação para o Carnaval 2021

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        O site CARNAVALESCO abriu a série “Quesitos”, que acontece em uma live toda terça-feira, falando de Harmonia. Participaram os diretores Junior Escafura (Portela), Mauro Amorim (Viradouro) e Marcelinho Emoção (Vila Isabel). Eles contaram como estão vivendo durante a quarentena e responderam sobre o futuro da preparação para os desfiles de 2021.

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        Junior Escafura revelou que está utilizando o isolamento social para atividades pessoais, como a leitura e produção de um livro.

        “É um momento muito difícil para todos. Estou aproveitando para ler, ver os desfiles antigos e escrevendo um livro sobre harmonia, que é um projeto antigo e vai ser muito bacana para contar a história e causos do quesito. Sobre o futuro, eu acho que primeiro temos que ver como ficará essa pandemia. Não temos noção do que vai acontecer. Só o tempo vai dizer. O caminho é longo e todas escolas estão monitorando”, comentou o portelense.

        Marcelinho Emoção frisou que a Vila Isabel trabalha na conversa com seus diretores.

        “Estou me cuidando. Caminhando na minha vila e rezando para isso acabar. Temos um grupo com as alas que desfilaram na Vila. Ele não parou. Após o carnaval ficaram 80% das pessoas e estamos conversando. Acredito que tenha carnaval, mas a gente tem que aguardar o que vai vir pela frente”.

        Campeão do Grupo Especial em 2020 com a Viradouro, Mauro Amorim explicou que qualquer ação só deve ser tomada seguindo as diretrizes das autoridades sanitárias.

        “Estou trabalhando. Sou servidor municipal e estou envolvido nos projetos. Entregamos cestas básicas para os taxistas. É um momento de ajuda e união. Ainda é prematuro falar sobre o Carnaval 2021. Estamos lidando com a realidade de hoje e tudo é muito precoce até fevereiro. Vamos depender das orientações dos órgãos de saúde e qualquer medida terá que ser feita com o que eles determinarem”.