Por Nelson Malfacini
A atual campeã do Grupo Especial participou da primeira live do CARNAVALESCO, na noite desta quinta-feira, no Camarote do King, no Sambódromo. CLIQUE EM CADA IMAGEM PARA AMPLIAR A FOTO
Por Nelson Malfacini
A atual campeã do Grupo Especial participou da primeira live do CARNAVALESCO, na noite desta quinta-feira, no Camarote do King, no Sambódromo. CLIQUE EM CADA IMAGEM PARA AMPLIAR A FOTO
O site CARNAVALESCO, em parceria com o Camarote do King, realiza nesta quinta-feira, a partir das 19h30, a sua primeira live profissional. Você poderá acompanhar em carnavalesco.com.br ou no canal da Fita Amarela no YouTube. O encontro será com as escolas de samba Viradouro, Grande Rio e União da Ilha. Em prol das três comunidades, vamos receber doações que serão entregues ao projeto Ritmo Solidário, que vem beneficiando cerca de três mil ritmistas nessa época de pandemia. * CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA DOAÇÃO
Cada escola terá uma média de 1h30 de apresentação. A live tem patrocínio da Cachaça Cabaré, Grupo Landim, Guaracamp e Rei do Bacalhau. Além do apoio da Bonevi, Água OH, Frobel, Paraibinha, Grupo Best, Vodka Leonoff e Estação Digital.
A atual campeã do Grupo Especial do Rio de Janeiro, a Viradouro, abre a live com seus sambas inesquecíveis na voz de Zé Paulo Sierra e da bateria de mestre Ciça.

“É muito importante essa live em um site especializado, como é o CARNAVALESCO, uma das maiores mídias de carnaval. A parceria com o Camarote do King é muito bom para o samba. O momento é de reflexão e adequação ao que está acontecendo. As escolas de samba estão com essa consciência que temos um novo caminho e assim termos bons resultados e frutos com esse tipo de parceria. Fico muito feliz de fazer parte deste momento e louvar o gênero samba-enredo. Temos um produto maravilhoso nas mãos e temos que estar inseridos e abrindo novos horizontes no digital para atingirmos novos públicos”, disse o intérprete Zé Paulo.
A segunda escola a se apresentar será a Acadêmicos do Grande Rio. A atual vice-campeã prepara uma exibição especial para a live do CARNAVALESCO.

O recém-eleito presidente do Império Serrano, Sandro Avelar, publicou um texto nas suas redes sociais sobre o futuro do carnaval de 2021 e um possível cancelamento devido ao novo Coronavírus. Leia abaixo:
“O mundo inteiro tem atravessado dias de trevas com a pandemia causada pelo novo coronavírus. As rotinas das pessoas tem sido modificadas, mesmo com as eminentes flexibilizações das medidas de restrições e isolamentos. Eventos públicos como futebol, shows musicais, exposições, teatro e outros estão suspensos desde meados de março, quando foi decretada a pandemia no mundo. Diante disso, muito tem se falado a respeito da realização ou não do Carnaval em fevereiro de 2021.
A quantidade de vidas que já se foram por conta do Coronavírus é imensa e precisamos ter como prioridade a preservação do ser humano, buscando sempre a proteção, respeitando as recomendações da OMS. Mas qual o tamanho da importância e representatividade do Carnaval para as várias famílias que batalham pelo pão de cada dia através da construção do maior espetáculo a céu aberto do mundo? O Carnaval pode e deve ser tratado como uma indústria, pois é exatamente isso que ele é: uma Cadeia Produtiva que gira, produz oportunidades, empregos, renda e, claro, lazer e diversão. Massacrar e marginalizar o carnaval, nessa fase difícil que vive nossa economia, seria como desprezar todos os profissionais envolvidos.

O principal foco é buscar soluções e alternativas para driblar a crise, superar a pandemia e fazer a roda girar, respeitando todas as medidas de proteção, enquanto esperamos a criação e homologação de uma vacina eficaz para combater a Covid-19. Na cadeia produtiva do Carnaval não é diferente e devemos buscar alternativas para os benefícios e sustento de todos os profissionais e segmentos que constroem o Carnaval, como arquitetos, ferreiros, marceneiros, soldadores, aderecistas, artesãos, costureiras, bordadeiras, pintores, agências de turismo, rede hoteleira, centros culturais, bares, comércios ambulantes, taxistas e todos que dependem direta e indiretamente do Carnaval”.
A turma dos Sambistas da Depressão preparou uma enquete com 10 sambas de cada escola que vai participar da nossa live, nesta quinta-feira, a partir das 19h30. Vote aqui: https://forms.gle/4aDEPEDDD76ruB6T8

A enquete vai até 22 horas desta quarta-feira. Vota e divulga pra sua galera. (Os sambas de 2020 não foram incluídos).
O casal de coreógrafos da comissão de frente da Estação Primeira de Mangueira, Priscila Mota e Rodrigo Negri, divulgou um vídeo com um making off revelando os bastidores do trabalho realizado em 2020.
Veja abaixo:
Nesta quinta-feira, às 20h, será publicado um vídeo no canal da Mangueira no YouTube com a apresentação de todo o processo de criação da comissão de frente de 2020.
Os presidentes das escolas de samba do Grupo Especial se reuniram na sede da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), na noite desta terça-feira, para debaterem o futuro dos desfiles no próximo ano, em tempos de pandemia da Covid-19. Foi o primeiro encontro dos dirigentes após o Carnaval de 2020 e teve quase três horas de duração.
O presidente da Liesa, Jorge Castanheira, explicou o que foi debatido na plenária.
“Foi a primeira reunião após o carnaval. Nos reunimos com o distanciamento necessário e ouvimos as demandas das escolas. Cada uma está enfrentando um problema no dia a dia. Nós entendemos que o momento ainda é precipitado. Estamos aguardando os setores de saúde do governo. Não podemos nos antecipar a nada. Estamos aguardando o trabalho dos cientistas. Imaginamos que até o meado de setembro a gente tenha definição. Foi uma reunião de avaliação. Todo mundo entendeu que o projeto do carnaval teve atraso e vamos aguardar os órgãos públicos. Não podemos nos antecipar na frente da ciência, Só imaginamos o desfile em fevereiro com a vacina. O desfile não pode acontecer sem aglomeração dos desfilantes ou de quem está assistindo”, disse Castanheira.

O presidente da Liesa falou que após o mês de setembro, caso não tenha uma resposta sobre a vacina contra a Covid-19, pode ser difícil ter a realização dos desfiles.
“Não sei se seria viável adiar, porque mexe com todo o calendário. Adiar para junho poderia prejudicar o desfile de 2022. A gente acha que isso é o menos provável. Mas temos que pensar no plano A que é ser em fevereiro, o plano B e o plano C. Tem que ver se a partir de setembro se as escolas teriam tempo. Após esse prazo fica comprometido para as escolas realizarem os desfiles. Não sabemos o que vai acontecer com os outros eventos, como o Réveillon. Vamos aguardar os órgãos de governo que possuem a chancela”.
O apresentador da TV Globo dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, Alex Escobar, participou da estreia do programa “Resenha dos Sambistas”, comandado por Junior Escafura, e falou sobre o futuro do carnaval de 2021 e o combate ao novo Coronavírus.
“Sem vacina não da para ter. O carnaval é festa da aglomeração. Só ela pode fazer ter carnaval”, disse Escobar.
Perguntado sobre os preparativos das escolas e o tempo de produção nos barracões, Alex Escobar falou o que vê quando visita os espaços.

“A São Clemente, que é uma escola organizada, começa em maio. Mas, na verdade, a maioria fala para gente que começa os trabalhos nos barracões em novembro e dezembro. Agora, como fica a questão do desfile sem vacina. Vai fazer teste de Covid-19 em três mil componentes de cada escola. Ou faz direito ou não faz. Restringir ala e aí vai passar escola pequena. Como vai ser a bateria desfilar com 300 componentes? Descaracteriza o carnaval, fica sem graça, chato e o carnaval não merece isso. Senão, fica meia boca. É melhor esperar”.
Após lançar o projeto de lei polêmico que queria trocar o nome da Cidade do Samba de Joãosinho Trinta para Luizinho Drumond, o vereador Marcello Siciliano (PHS) informou que sua equipe cometeu um erro e não sabia que o espaço dos barracões das escolas do Grupo Especial já tinha o nome do carnavalesco.
Ao jornal O Globo, ele disse que pensa agora em apresenta projeto de lei para chamar a rua Uranos, próximo da quadra da Imperatriz Leopoldinense, de Luizinho Drumond.
“Eu jamais vou querer desprestigiar o Joãosinho e trocar o nome. Realmente foi falha de pesquisa, acabamos cometendo esse lapso. E além do mais, todo mundo chama a Cidade do Samba apenas de Cidade do Samba. Tenho certeza que muitos, assim como eu e meu assessor, não sabiam que ela tinha o nome do Joãosinho Trinta”, explicou o parlamentar ao jornal O Globo.

A Cidade do Samba, localizada na Gamboa, Centro do Rio, foi inaugurada no dia 4 de fevereiro de 2006, durante a prefeitura de Cesar Maia. Em 2011, na gestão Eduardo Paes, a Cidade do Samba ganhou um novo nome. Passou a se chamar Cidade do Samba Joãosinho Trinta, em homenagem ao carnavalesco que faleceu no mesmo ano.