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Cordão da Bola Preta faz seu primeiro financiamento coletivo para enfrentar a pandemia de Covid 19

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bola pretaA pandemia de Covid-19 atingiu em cheio o setor cultural, e com o centenário Cordão da Bola Preta não foi diferente. Parados sem trabalhar desde o desfile, no sábado de carnaval, e ainda com a incerteza da próxima festa do Momo, o bloco criou sua primeira campanha de financiamento coletivo, a Vem pro Bola, meu bem! com o intuito de prestar auxílio financeiro aos músicos e arcar com contas básicas do Centro Cultural.

A campanha fica no ar até o dia 7 de dezembro e conta com meta inicial de R$ 40 mil. Caso as doações ultrapassem e atinjam novas metas, de R$ 80 mil e R$ 120 mil, os recursos também vão contemplar a reforma do telhado e do piso danificados pelas chuvas, recuperação da sala de acomodação do acervo e aquisição de armário anti água e fogo, específico para o armazenamento e proteção de documentos.

Para doar é simples e rápido, basta acessar o link www.benfeitoria.com/vemprobolameubem, fazer o login na plataforma, escolher a sua recompensa e clicar em apoiar. Estão disponíveis diversas recompensas para os apoiadores, como agradecimento público nas redes sociais, camisa do desfile, boné personalizado, livro Vem pro Bola, meu bem!, de André Diniz e Diego Cunha, estandarte autografado pelos integrantes da Corte, tamborim personalizado e até show da banda mais famosa do carnaval carioca.

Curta, compartilhe e doe. A família Bola Preta conta com a ajuda de todos! A campanha é uma ação conjunta do Centro Cultural Bola Preta, Barizon Entretenimento Eireli e Moleque Produções Artísticas.

Como serão distribuídos os recursos

O Cordão da Bola Preta tem em sua estrutura músicos, colaboradores e a sede, em seu centro cultural. No ano de 2020, devido à pandemia, seus músicos ficaram sem apresentações, colaboradores sem remuneração e o centro cultural sem condições e arcar com as despesas mensais e manutenção. Com a arrecadação do financiamento coletivo, o Bola Preta poderá realizar algumas ações importantes. São elas:

META 1

– Auxílio financeiro aos músicos e colaboradores e pagamento de contas básicas do Centro Cultural Cordão da Bola Preta, entre abril e setembro de 2020.

META 2

– Auxílio financeiro aos músicos e colaboradores e realização da primeira parte da restauração do telhado do Centro Cultural Cordão da Bola Preta, prejudicado pelas chuvas.

META 3

– Restauração da segunda parte do telhado e do piso, prejudicados pelas chuvas, reparação da sala de acomodação do acervo e aquisição de armário anti água e fogo, específico para armazenamento de documentos, para o Centro Cultural Cordão da Bola Preta.

• Os recursos serão distribuídos para os músicos do bloco e profissionais do centro cultural, e serão apresentados aos doadores e público. O benefício, uma iniciava humanitária e de duração limitada, será na forma de auxílio financeiro a cada contemplado.

• Centro Cultural: A preservação do Centro Cultural Cordão da Bola Preta.

• A administração do Cordão da Bola Preta fará a gerência dos recursos e a prestação de contas apresentando os valores recebidos por cada beneficiado, fazendo com que cheguem rapidamente às mãos das famílias.

Cordão da Bola Preta – 101 anos de história arrastando multidões

O Cordão da Bola Preta foi fundado em 31 de dezembro de 1918, e realizou em fevereiro de 2018 o seu 100º desfile, alcançando assim a marca de bloco mais antigo em atividade no carnaval carioca. Sua biografia está intimamente ligada à história do Rio de Janeiro e do carnaval brasileiro, em especial o carnaval de rua. Durante esses anos resistiu a duas guerras mundiais, mudanças de regime, períodos de censura e agora, vive sua segunda epidemia, mas nenhum desses fatores impediu que o bloco mantivesse viva a tradição do carnaval de rua.

Palco de lançamentos de centenas de marchas e sambas, hoje presentes no cancioneiro nacional, além de cantores e compositores como Pixinguinha, Mario Lago, Emilinha Borba, Jamelão, Ataulfo Alves, Alcione, Neguinho da Beija Flor e muitos outros. Ainda hoje, possui uma banda com associados, músicos militares e freqüentadores do clube, visando ser fiel a tradição.

Arrastando multidões, o desfile do Cordão da Bola Preta, que acontece todo sábado de carnaval, atualmente faz o trajeto que se inicia na Rua Primeiro de Março e segue pela Avenida Presidente Antonio Carlos, ocupando o ruas e praças do Centro da Cidade. No ano 2000, o bloco tinha público médio de 10 mil pessoas. Já a partir de 2011, esse público estimado passa para 2 milhões de foliões. Esse sucesso pode ser atribuído por seu perfil democrático, recebendo cariocas e moradores da cidade, turistas, crianças, portadores de necessidades especiais, idosos e toda a sorte de fantasias. Sempre respeitando o seu lema: Tradição, paz, amor e folia!

Reverenciando a força feminina do Carnaval, o Cordão da Bola Preta homenageou no desfile de 2020 o centenário de duas mulheres, fundamentais para a história do Cordão: a divina Elizeth Cardoso, a eterna madrinha do bloco, e a pioneira Carmen Costa, a primeira a gravar dando voz ao hino oficial do Bola. Ambas completariam 100 anos de vida em julho desse ano.

Dia da Consciência Negra marca reabertura da quadra do Salgueiro para eventos

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SalgueiroO mês de novembro marca a volta dos eventos na quadra dos Acadêmicos do Salgueiro e, para celebrar o Dia da Consciência Negra, nada melhor do que muito samba e feijoada. A tradicional festa dos sambistas, que normalmente acontece no 2º domingo de cada mês, acontecerá, excepcionalmente no dia 20, celebrando o enredo “Resistência”, tema escolhido pela agremiação para a disputa do 10º título no Carnaval carioca.

Com ingressos a partir de R$60 ( individual primeiro lote), a Feijoada da Consciência Negra terá abertura com o grupo Pegada Brasileira e atrações variadas na roda de samba. Grupo Raça, Pretinho da Serrinha, Cassiana Pérola Negra, Flavia Saolli, Alex Ribeiro, Marquinho Sathan e Luciano Bom Cabelo agitam a tarde feita para os bambas que estavam ansiosos por este reencontro.

“O segmento dos eventos foi muito prejudicado pela pandemia e o Salgueiro sentiu muito com tudo isto, não somente analisando pelo lado financeiro, mas por conta também desta carência de movimento na quadra, que sempre funcionou o ano inteiro. Todos estavam sentindo falta, mas agora é hora de retomar gradativamente, lógico, tomando todas as precauções e seguindo todo o protocolo”, diz André Vaz, presidente da agremiação.

Para a retomada dos eventos, a escola vem se adequando a todas as normas estabelecidas pela Vigilância Sanitária e demais órgãos sanitários. Ao protocolo para prevenção de COVID19 e demais regras estabelecidas pela prefeitura , foram agregadas normas para melhor funcionamento dos eventos que podem ser consultadas no site da escola (www.salgueiro.com.br).

A festa, que começa às 13h, vai até as 22h tendo a bateria Furiosa e o elenco show do Salgueiro para celebrar a data emblemática para a negritude como uma forma de luta, resistência e empoderamento.

Os ingressos são limitados e podem ser adquiridos na bilheteria da escola ou através do Bilheteria Digital ( https://www.bilheteriadigital.com/feijoada-do-salgueiro-20-de-novembro). Vendas de mesas e informações de camarotes no telefone (21) 2238 9226 ou no link de venda do evento. A classificação é livre e o uso da máscara obrigatório.

A quadra do Salgueiro fica na Rua Silva Teles, 104, no Andaraí.

Serviço:

Feijoada da Consciência Negra #Resistência

Data: 20 de novembro, sexta-feira

Horário: das 13 às 22h ( feijoada servida até as 17h)

Valor: A partir de R$60 ( primeiro lote); no dia do evento R$70 com direito a feijoada

Vendas: bilheteria da quadra ou https://www.bilheteriadigital.com/feijoada-do-salgueiro-20-de-novembro

Classificação: Livre ( uso da máscara é obrigatório)

Abertura: Pegada Brasileira

Atrações: Grupo Raça, Pretinho da Serrinha, Cassiana Pérola Negra, Flavia Saolli, Alex Ribeiro, Marquinho Sathan e Luciano Bom Cabelo

Encerramento: Bateria Furiosa e elenco show do Salgueiro

Local: Quadra do Salgueiro ( Rua Silva Teles, 104 – Andaraí)

Carnavalescos da Grande Rio preparam enredo sobre Exu para afastar preconceito estrutural sobre religiões de matriz africana

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“Fala, Majeté: Sete Chaves de Exu” é este o enredo que a Acadêmicos do Grande Rio vai apresentar na Avenida, no próximo carnaval, que não tem data confirmada ainda para acontecer. Apesar de já ter aparecido em diversos enredos, é a primeira vez que Exu será o protagonista de um desfile e, justamente por isso, a dupla de carnavalescos da Tricolor de Caxias, pretende apresentar o Orixá de uma forma nunca mostrada antes, para desmistificar e afastar o preconceito estrutural sobre religiões de matriz africana.

carnavalescos grio

“Nossa intenção é continuar nessa linha de enredos que propõem uma observação, principalmente de brasilidade, a partir de outros pontos de vista. A gente quer interpretar toda essa temática buscando uma outra perspectiva, não eurocêntrica, não fincada nesses pilares de um saber branco, eurocentrado, buscando outras miradas, outras possibilidades narrativas que contribuem de saída para essa não demonização. Contra essa visão maniqueísta de mundo que tanto afeta as religiões de matriz africana, que contribui tanto para depredação, perseguição que são manifestações do dito racismo epistémico, racismo sistêmico, estrutural que tanto está sendo debatido se manifesta também nessas manifestações, nessa forma de demonização do outro”, explica Leonardo Bora.

Gabriel Haddad, que desenvolverá o desfile com Leonardo Bora, mais uma vez, contou que a inspiração em falar sobre Exu não é algo novo, na verdade, o Orixá esteve presente em outros desfiles da dupla.

“Na verdade, a ideia já vem brotando dos nossos outros enredos. Se você perceber, Exu vem no Bispo do Rosário, aparece no Igbá, aparece em Tata Londirá… a gente já vinha com essa vontade, mesmo que inconsciente e brota em uma encruzilhada. Comemorando o nosso desfile de 2020, nosso vice-campeonato, todo mundo já falava que Exu tinha que ser o enredo. Nasceu de uma maneira muito espontânea, assim como é a energia de Exu. Ele está em todos os espaços, em cada encruzilhada de Caxias e está junto da gente o tempo todo”, afirma Haddad.

Falando sobre o vice-campeonato, Gabriel Haddad contou sobre a responsabilidade de fazer outro carnaval após ter conquistado uma posição que a Grande Rio não alcançava há muito tempo, o segundo lugar, com gosto de vitória, já que a escola teve a mesma pontuação que a grande campeã, Viradouro, perdendo a taça no desempate, com o quesito Evolução, o qual a escola de Niterói teve melhor pontuação.

“Acredito que seja uma responsabilidade maior. É claro que a gente vai trabalhar da mesma forma, com os pés no chão, como a gente sempre fez. Trabalhar pensando na comunidade, pensando em como a comunidade vai se sentir no desfile, porque acho que isso é que tem feito os nossos desfiles darem certo. A gente pensar em como a comunidade vai pensar e cantar o samba na Avenida e vai entender o enredo. Claro que a responsabilidade de manter um vice-campeonato ou buscar o título, estar ali no desfile das campeãs brigando pelo primeiro lugar é muito maior agora, mas é levar isso de uma maneira muito leve e tranquila como a gente sempre fez”, garante Haddah.

Haddad e Bora já estão ficados no novo trabalho apesar de não saberem exatamente quando será o próximo desfile. A dupla tenta usar a incerteza de forma positiva.

“Estamos aguardando, esperando saber quando vai ser, como vai ser… Então é um processo, seguramente, diferente de todos os outros, não apenas pra gente, mas pra todos os artistas do carnaval, pra todos os profissionais da cultura em geral. Pra quem trabalha com carnaval que tem uma data específica e que tem uma estrutura, é ainda mais delicado. Mas, felizmente, a gente está com um enredo que possibilita essa brincadeira, essa ampla criatividade, essa plasticidade, que Exu é isso, é movimento, também é adaptação. Acredito que a gente vai conseguir dentro dessa conjuntura tão difícil, tão inusual, extrair algo interessante e potencialmente criativo”, avalia Leonardo Bora.

Unidos de Vila Maria lança rádio própria

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Vila MariaNo último dia 07 de novembro, data em que foi comemorado o Dia do Locutor, a Unidos de Vila Maria fez o lançamento de sua web rádio, a Rádio UVM. Com formato de rádio digital transmitida em tempo real, o grande diferencial é que elas funcionam on-line, com programas ao vivo ou gravados, que pode ser acessado por qualquer dispositivo conectado na internet, a qualquer dia ou horário.

Apesar de pertencer a uma escola de samba, a Rádio UVM vem com uma programação bastante variada, englobando vários gêneros musicais, desde sambas-enredo da agremiação, samba, pagode, samba rock, black music, charme, entre outros.

Um dos locutores da rádio e diretor musical da escola, Ailton Alves, destaca a importância do uso de novas tecnologias: “A rádio tradicional possui o conceito de ‘ondas eletromagnéticas’, e quanto mais distante do sinal, pior é a transmissão. Agora basta ter uma conexão de internet, que você pode ouvir de qualquer lugar, mesmo com a tela do seu celular bloqueada. É uma revitalização desse veículo de comunicação.” – disse o locutor, que também é a voz oficial do Carnaval nas apresentações dos desfiles do Anhembi.

O também locutor Odair Antonio Lucas, o Russo, falou sobre a programação da rádio: “Este canal servirá para lançarmos novas obras musicais de grupos menores ou até de artistas já consagrados. Vai ser uma vitrine de grandes sucessos! – aposta Russo. A dupla âncora da rádio já atua há mais de 15 anos neste segmento, inclusive dividindo o mesmo estúdio em rádio FM.

A Rádio UVM contará com o suporte do departamento de Comunicação da escola e será um dos principais meios de comunicação junto à comunidade. “O Streaming cresceu significativamente em 2020 e tende a crescer ainda mais. Certamente vai ser mais uma importante ferramenta para melhor propagação de todo conteúdo, que somado às redes sociais, irá nos ajudar a divulgar toda agenda, principalmente as ações sociais em prol da nossa comunidade!”, diz Fabio Fávero – assessor de Imprensa da agremiação.

A Rádio UVM pode ser acessada através do link: www.radiouvm.com.br/.

Carnavalesco da Vila Isabel recebe compositores na quadra

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Moises Carvalho e Edson Pereira GRESU Vila Isabel 2020Na noite desta 4ª feira o carnavalesco Edson Pereira recebeu alguns compositores para tirar dúvidas referentes à construção do samba enredo para o próximo carnaval, que homenageará o mestre Martinho da Vila. Além do carnavalesco da azul e branco, o diretor de carnaval da agremiação, Moisés Carvalho, também estava presente.

Os encontros foram rápidos, mas relevantes como explicou Edson: “Prefiro não fazer explanação sobre a sinopse. Tenho uma visão de que ao fazer a explanação aos compositores, limito a criação poética. Neste atendimento às parcerias estou para sanar dúvidas, mas também estou com a cabeça aberta para trocas de pensamentos em torno da sinopse. Por vezes, a visão que os compositores me trazem me fazem expandir todo o conceito criado.”

Um novo encontro acontecerá na 2a quinzena de novembro nos mesmos moldes de hoje, com hora marcada com cada parceria e seguindo todos os protocolos da vigilância sanitária devido à pandemia.

Ouça o samba-enredo da Unidos da Ponte para o Carnaval 2022

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Enredo: “Santa Dulce dos Pobres – O Anjo bom da Bahia”
Compositores: Sandra de Sá, Diego Nicolau,Dudu Senna, Deodonio, Richard Valença, Renan Diniz, Márcio de Deus, Telmo Motta

Na cura da alma, um manto azul
A “Ponte” entre o divino e a devoção
A fé, mulher
Fez da bondade, tua peregrinação
E pé ante pé, nos trilhos da paz
Em oração bradou a caridade
Unir tantos elos, a nobre missão
E no olhar, a serenidade
Me cobre em teu manto, Enxuga meu pranto
A bênção, Senhora de São Salvador

Estenda a mão pra acalentar os filhos teus
Tudo é possível aos olhos de Deus
Oh! minha pequena, rogai por nós
E seja voz daqueles que não tem voz

E vai
Percorrer o destino que vai espalhar o bem
Mesmo no desatino quem vai te levar além
É aquela coragem que te fez singular
E onde houver dor traga a cura
No dissabor seja candura
Luz dos herdeiros julgados nas bênçãos da fé
A fé, sempre a tua bandeira
Colo de mãe brasileira
Bem-aventurada
Nessa prece Imaculada

Anjo de amor, luz que me guia
Santa Dulce dos Pobres, Maria!
Em nome do pai, na Cruz do perdão
Nos dê sua proteção

Lives em janeiro e fevereiro de 2021 para escolhas dos sambas-enredo dependem da aprovação da Lei Aldir Blanc

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As escolas de samba do Grupo Especial fizeram as inscrições de seus projetos na Lei Aldir Blanc, criada durante a pandemia da Covid-19, para ajudar profissionais da cultura que passam por dificuldade. Alguns projetos já foram aprovados e outros esbarraram em pendências. A confirmação de todos é fundamental para que sejam realizadas as lives das escolhas dos sambas-enredo em janeiro e fevereiro de 2021.

O presidente da Liesa, Jorge Castanheira, e o deputado estadual Chiquinho da Mangueira participaram de reunião, na tarde de quarta-feira, com a secretária estadual de Cultura, Danielle Barros, que em breve divulgará o resultado final dos projetos aprovados na Lei Aldir Blanc.

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“As lives dependem da aprovação dos projetos da Lei Aldir Blanc. A base de tudo é ter a verba necessária. São R$ 120 mil para cada escola. Ainda precisamos definir se os sambas vão ser utilizados em 2021 ou para 2022. Isso depende do avanço das conversas com o poder público, TV Globo e também da liberação das autoridades sanitárias”, afirmou Castanheira.

Um grupos de pessoas das escolas, entre elas, Gabriel David, da Beija-Flor, articula a realização dessas lives. Além da Lei Aldir Blanc, existe a possibilidade da entrada da Globoplay.

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No formato de live, cada agremiação levaria 10 sambas concorrentes para fase final, que aconteceria em janeiro e fevereiro de 2021, na Cidade do Samba.

Marcos Drumond renuncia ao cargo do presidente da Imperatriz Leopoldinense

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Marcos Drumond, filho de Luizinho Drumond, renunciou ao cargo de presidente da Imperatriz Leopoldinense, na noite desta terça-feira, em carta enviada para Presidente do Conselho Deliberativo da escola, a irmã Simone Drumond. Cátia Regina Drumond Freitas é a vice-presidente Executiva. Segundo informações apuradas pelo site CARNAVALESCO, a vice-presidente e a presidente do Conselho Deliberativo seguem no comando da escola até a eleição que acontecerá em março de 2021.

marcos drumond

No documento, ele explica que “as razões para renuncia são de ordem pessoal e que precisa se dedicar com muito afinco à criança da filha pequena e que presidir a Imperatriz teria conflito com a tarefa paternal”.

drumond

O dirigente foi empossado em julho de 2020. Desde lá vinha fazendo um trabalho de resgate da escola, pintando a quadra, e revelando o enredo “Meninos, eu vivi… Onde canta o Sabiá. Onde cantam Dalva e Lamartine”, que será uma homenagem da carnavalesca Rosa Magalhães para o carnavalesco Arlindo Rodrigues.

Veja abaixo a carta de Marcos Drumond ao Conselho Deliberativo:

carta renuncia

Tuiuti 2021: samba da parceria de Noronha

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Compositores: Noronha, Sereno, Paulo Bispo, Genésio Gegê e Marcelo Rodrigo
Intérprete: Nino do Milênio
Participação Especial: Joãozinho e Luiz Nascimento

Viva o Paraíso!
Esse é o meu lugar
Chega o aviso, é preciso retornar
Santa embarcação, tanto esforço em vão
Chuva de egoísmo ameaça à criação
Chamem a inocência, os olhares infantis
Única esperança é juntar cada petiz
Vamos nós, mãos a obra pra salvar os animais
A ambição do ser humano é ferroz
Só pro capricho, nosso bicho é o mais voraz

O lugar do Rei da Selva não é um picadeiro
É solto na relva com outros leões
Comecem o embarque, parque não é cativeiro
Vamos logo bem ligeiro, abram jaulas e portões

Parem as rinhas!
A molecada avisa sem rodeio
Desarmando armadilhas, touros driblam os toureiros
Chama que invade, fogo covarde
Fera ferida, terra sentida
E no mar, anciãs vão guiar a barca da vida
Vira latas, roedores, todos têm o seu lugar
Rastejantes, predadores e o mais perigoso que há
Ôôôô Ele pega, mata e come
Muito cuidado! É o bicho homem
Todo cuidado com o bicho homem

A criança vem nos libertar
Pro mundo enfim florir
A esperança que raiou quando a fauna embarcou
Na arca do meu Tuiuti