Início Site Página 1445

Vote: qual é o melhor enredo do Grupo Especial para os desfiles de 2021?

0

Todas 12 escolas de samba do Grupo Especial já definiram seus enredos e lançaram suas sinopses para os desfiles programados para julho de 2021, caso tenham autorização do poder público e das autoridades sanitárias para realização. O site CARNAVALESCO quer saber sua opinião: qual é o melhor enredo do Grupo Especial para os desfiles de 2021? e no Twitter use a #hastag #sitecarnavalesco para comentar sua escolha. A votação vai até 4 de janeiro. Vamos divulgar o resultado no dia 08 de janeiro.

VEJA ABAIXO OS ENREDOS E SINOPSES

pesquisa enredos

Viradouro: “Não há tristeza que possa suportar tanta Alegria” – Carnavalescos: Marcus Pereira e Tarcísio Zanon – LEIA AQUI A SINOPSE

Grande Rio: “Fala, Majeté! Sete Chaves de Exu” – Carnavalescos: Gabriel Haddad e Leonardo Bora – LEIA AQUI A SINOPSE

Mocidade: “Batuque ao Caçador” – Carnavalesco: Fábio Ricardo – LEIA AQUI A SINOPSE

Beija-Flor de Nilópolis: “Empretecer o pensamento é ouvir a voz da Beija-Flor” – Carnavalesco: Alexandre Louzada – LEIA AQUI A SINOPSE

Salgueiro: “Resistência” – Carnavalesco: Alex de Souza – LEIA AQUI A SINOPSE

Mangueira: “Angenor, José & Laurindo” – Carnavalesco: Leandro Vieira – LEIA AQUI A SINOPSE

Portela: “Igi Osè Baobá” – Carnavalescos: Renato Lage e Márcia Lage – LEIA AQUI A SINOPSE

Vila Isabel: “Canta, canta, minha gente! A Vila é de Martinho” – Carnavalesco: Edson Pereira – LEIA AQUI A SINOPSE

Unidos da Tijuca: “Waranã, a Reexistência Vermelha” – Carnavalesco: Jack Vasconcelos – LEIA AQUI A SINOPSE

São Clemente: “Ubuntu” – Carnavalesco: Tiago Martins – LEIA AQUI A SINOPSE

Paraíso do Tuiuti: “Soltando os bichos” – Carnavalesco: Paulo Barros – LEIA AQUI A SINOPSE

Imperatriz Leopoldinense: “Meninos eu vivi… Onde canta o sabiá, Onde cantam Dalva & Lamartine” – Carnavalesca: Rosa Magalhães – LEIA AQUI A SINOPSE

Tijuca faz Feijoada do Pavão para lançar enredo e apresentar equipe de 2021

A Unidos da Tijuca faz neste domingo, a partir das 13h, a Feijoada do Pavão para apresentar oficialmente a equipe e o enredo que desfilará em 2021. No próximo carnaval a agremiação terá Fernando Costa na direção de carnaval e harmonia, Wantuir Oliveira como intérprete oficial, Mestre Casagrande no comando da bateria Pura Cadência e Lexa como rainha. Para reforçar o time, a escola contará ainda com os estreantes Phelipe Lemos e Denadir Garcia como primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Sérgio Lobato como coreógrafo da comissão de frente e Jack Vasconcelos como carnavalesco.

A atração musical ficará por conta do grupo Galocantô. Quem estiver presente poderá saborear a Feijoada Nota 10 por apenas R$ 30,00. A apresentação da escola com a participação das baianas, passistas e casais de mestre-sala e porta-bandeira, embalados pelo Carro de Som do Pavão no ritmo da bateria Pura Cadência completam o show.

A entrada custa R$ 20,00 e os ingressos deverão ser adquiridos na bilheteria no dia do evento. Quem optar por uma mesa vip, deverá fazer a reserva através do whatsaap 21 99441-2080. A mesa com 4 convites inclusos e buffet de feijoada liberado até 17 horas, sai por R$ 200. Os camarotes estão esgotados.

tijuca21

A quadra da azul e amarela do Morro do Borel fica localizada na Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo.

Serviço:

Feijoada do Pavão – Lançamento do Enredo e Apresentação da Equipe – Carnaval 2021
Data: 20/12/2020 (domingo)
Horário: A partir das 13 horas
Entrada: R$ 20,00
Feijoada: R$ 30,00
Mesa Vip c/4 lugares e buffet de feijoada liberado até 17h – R$ 200,00
Reserva de Mesas – 21 99441-2080
Local: Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo
Classificação Livre

Conheça a sinopse do enredo da Mangueira para o Carnaval 2022

5

ANGENOR
JOSÉ &
LAURINDO.

A poesia que habita a Mangueira foi inventada por um pedreiro de pele preta batizado ANGENOR. Por usar um chapéu maltrapilho, por ironia, os amigos apelidaram Angenor com o título que ainda o acompanha na eternidade: CARTOLA. O príncipe do princípio. O poeta que escolheu as cores da Mangueira. O que cantou as alegrias e as dores do morro. Aquele que ergueu – como quem bate laje, mistura o cimento ou empilha tijolos – duradouro e permanente estado de poesia.

Se a Mangueira chora, ela é uma canção do Cartola que lamenta o peito vazio, o amor que finda e a sentença que o mundo é tal qual um moinho. Se a Mangueira se enche de esperança, ela é um samba do Cartola a anunciar que um dia melhor está por vir. Um convite para correr e ver o céu e o sol de uma nova manhã. Alvorada colorida de beleza. Sem choro, tristeza e dissabor. A lembrança diária de que, ao findar a tempestade, o Sol Nascerá.

Quem lá habita descende desse amálgama de poesia enraizada feito uma roseira. Sim, há roseiras nas favelas. Há jardins e há rosas. Rosas que insistem em nascer. Rosas que brotam dos escombros. Jardim solitário onde, dizem os antigos, ainda está viva a rosa que Cartola cantou, sentenciando quase como queixa que, insistindo em não falar, exala apenas – e ainda hoje – o perfume de sua última enamorada.

LOGO HORIZONTAL

Se a poesia de quem guardava e lavava carros ocupa o riso e o pranto de quem mora lá, a voz de outro preto – este, batizado JOSÉ – reside na localidade, habitando-a sem pedir licença. Afirmo, sem medo de errar, que essa voz que paira no ar habita tanto o silêncio das manhãs quanto o burburinho das travessuras dos moleques que brincam quando a tarde cai. Essa voz é a voz de José Bispo Clementino dos Santos. Para a Primeira Estação, o JAMELÃO.

Voz potente como convém aos reis. Reis pretos. Reis, com voz de trovão. Voz de criança que foi engraxate e gritou alto para vender jornais. Voz retinta. De bamba curtido no sereno das batucadas. Voz de pele azeviche. Voz que guarda o visgo saboroso de um jamelão colhido fresco.

Não há como remediar: todo mangueirense que nasce, cresce, sobe e desce aquele morro é acompanhado por essa voz. Essa voz é a voz da própria Mangueira. Ela é uma voz que paira no ar. No claro da manhã e no breu da noite. Uma voz à espreita. Voz quase reza. Voz que ralha e benze os seus.

Não à toa, quando a Mangueira chora, ela é a voz do Jamelão num samba “dor de cotovelo” com letra de Ary e Lupicínio. Triste, ela é o Jamelão em “Folha Morta”. Jamelão em “Ela disse-me assim”. Quando a Mangueira é faceira, ela é a voz do Jamelão em ritmo de gafieira. Solo de piston. Batuta de Severino Araújo. Jamelão, cabaré e Orquestra Tabajara. Quando se enfeita para descer o morro, ser mais bonita e reinar majestosa enquanto desfila, ela é a voz do Jamelão para um samba do Nelson Sargento, Pelado, Jurandir, Darcy e Hélio Turco.

Sinto saudade da POESIA e da VOZ que habita minha escola como todos os que agora estão distantes do convívio com ela. Fechando os olhos para imaginar revê-la, querendo-a pertinho de mim, ouço a voz do JAMELÃO e a poesia do CARTOLA romperem o silêncio que já se estende em demasia. Agora, gostaria de vê-la dançando diante de mim. Reis e rainhas que dançam. Corpos pretos que dançam. Gente que flutua ao dançar. Gente que parece exibir-se para testemunhar que são a descendência e a extensão de uma realeza.

Imaginando-a dançando e coroada, impossível não crer que todo corpo que habita a Mangueira não herda a dinastia de seu mais famoso bailarino. Bailarino preto. Príncipe da Ralé. Um Obá da favela bordado de paetês. O herdeiro da coroa de Marcelino. Mestre dos que querem ser mestre. O samba que risca o chão. Aquele que, já estando velho, dançava como o menino que atendia pelo nome de LAURINDO.

Impossível não crer que toda uma legião que defende a bandeira que ostenta o verde e o rosa da Primeira Estação não guarda a gana e a sede com a qual o mestre-sala DELEGADO defendeu o pavilhão que cortejou por décadas. Décadas de excelência e notas máximas. Difícil não crer que ele não esteja ao menos em uma gota de sangue de toda criança, menino ou menina, que nasceu ou nascerá naquele morro.

Engana-se quem pensa que os habitantes do Morro de Mangueira morrem sem ter o que deixar como herança, assim como estão enganados aqueles que pensam que, os que lá nascem, estão desprovidos de bens. Quando fizeram a partilha da herança deixada por ANGENOR, JOSÉ & LAURINDO, saibam todos que nenhum morador daquele morro ficou de fora. Eles herdaram um bem preciso e precioso. Lá, nascem ricos daquilo que o dinheiro não compra, e nós, quando privados da arte que brota a granel nos corpos da favela, ficamos mais pobres.

Leandro Vieira
Rio de Janeiro, dezembro de 2020.

DESENVOLVIMENTO, PESQUISA E TEXTO: LEANDRO VIEIRA.

 

Missa de Ubirany terá transmissão pela página do Cacique de Ramos

0

A cerimônia em homenagem póstuma à Ubirany Félix do Nascimento, pelos sete dias de sua partida, acontecerá nesta sexta-feira, 18 de dezembro de 2020, às 18h, na Igreja Matriz de São Geraldo, apenas para família, mas terá transmissão pela página do Cacique de Ramos no Facebook (https://www.facebook.com/caciquederamosoficial).

Ubirany 7 dias

Luto no carnaval! Morre Tia Celuta, sambista apaixonada pela Portela

0

Celuta Carvalho da Silva, a popular Tia Celuta, aos 89 anos, sócia benemérita e considerada uma das torcedoras-símbolo da Portela, faleceu nesta sexta-feira. Ela enfrentava sequelas de duas tromboses e faleceu em casa, dormindo. A causa do falecimento não foi divulgada. Ela deixa dois filhos e uma neta. O presidente Luis Carlos Magalhães, o vice-presidente Fábio Pavão e toda a diretoria da Portela lamentam profundamente a morte de Tia Celuta e se solidarizam com seus familiares e amigos neste momento de luto.

celuta2

Apaixonada pela Portela e pelo carnaval, Tia Celuta era muito querida no mundo do samba. Dona de um sorriso acolhedor, contagiava a todos com sua alegria e energia. A maior paixão de sua vida era estar no Sambódromo. “Essa é a minha casa”, dizia a sambista aos amigos sempre que passava pela Avenida Presidente Vargas. Orgulhava-se, por exemplo, de ter visto os desfiles das escolas em 1984, ano da inauguração da Passarela do Samba.

No final da década de 1980, passou a integrar um grupo de apaixonados por carnaval que fez história na Sapucaí: a AMA-11 (Associação dos Amigos do Setor 11). Munida de bolsas com sanduíches e salgadinhos, a turma se reunia todos os anos para ver os desfiles sempre no lado direito da arquibancada do 11, local que tem vista privilegiada para o segundo recuo de bateria. Celuta e os amigos chegavam muitas horas antes da abertura dos portões para garantir os melhores lugares. Eles também pernoitavam na fila para comprar ingressos.

Num carnaval da década de 1990, na gestão do ex-prefeito Cesar Maia, Celuta e os demais membros da AMA-11, protagonizaram um episódio inusitado. Após uma mudança na Riotur, cariocas foram impedidos de comprar entradas para o setor 11. Estas passaram a ser destinadas a turistas naquele ano. Inconformados com a decisão, o grupo mandou uma carta para Cesar Maria, denunciando a injustiça. A pressão surtiu efeito e eles puderam comprar os ingressos, mas levaram uma faixa de protesto para a Avenida com a inscrição: “Aqui tem carioca, apesar da Riotur.” No dia seguinte a imprensa deu destaque ao ato.

Considerada a mais animada do grupo, Celuta, naquela época já na casa dos 60 anos, ia a todos os desfiles. Na saída do Sambódromo, ainda tinha disposição para curtir a folia dos blocos, no Centro.

No início dos anos 2000, ela sofreu uma trombose, o que a impedia de subir muitas escadas. Da arquibancada, ela passou então a “fixar residência” nas frisas, de onde não saiu mais.

Portelense desde sempre, adorava marcar presença nas feijoadas da escola, sempre portando uma faixa com a frase: “Sou Portela”. O inseparável adereço tornou Tia Celuta ainda mais famosa. Era, ainda, integrante da torcida organizada portelense Guerreiros da Águia.

Outra paixão da sambista era o cantor Diogo Nogueira, de quem se autoproclamava fã número 1. Acompanhava o cantor em quase todos os shows pela cidade, sendo figura cativa na plateia das gravações do programa “Samba na Gamboa”, que o artista apresentava na TV Brasil. Antes de Diogo fazer sucesso, porém, seu coração tinha outro dono: Elymar Santos. Ela sacava o binóculo da bolsa para ver o cantor durante a passagem da Imperatriz.

Os ensaios técnicos também eram programas perfeitos para Tia Celuta. Gostava de ir a todos. Na Cidade do Samba, fazia questão, também, de acompanhar gravações e links ao vivo feitos pela equipe de carnaval da TV Globo. A sambista fazia parte, ainda, do Grupo da Abolição, que promovia bingos e outros animados eventos aos domingos.

Batalhadora, Tia Celuta vendeu quentinhas, trabalhou com transporte escolar e chegou a atuar como oficial de Justiça no TJ-RJ.

Nos últimos anos, sua saúde ficou fragilizada por conta de complicações decorrentes de duas tromboses. Por conta disso, pela primeira vez em muitos anos, ela não pôde ir à Sapucaí no último carnaval. Recentemente, ela havia sido internada com insuficiência renal.

Presidente da Lierj fala do contrato com a TV Globo, novo nome do grupo, verbas para agremiações e a questão da Tradição

0

O presidente da Lierj, Wallace Palhares, recebeu o site CARNAVALESCO, após o sorteio da ordem dos desfiles de julho de 2021, e respondeu sobre diversos assuntos. O dirigente explicou a mudança do nome da Série A para Série Ouro e ainda falou sobre a renovação do contrato de transmissão com a TV Globo. Confira abaixo o papo na íntegra.

wallace
Rodrigo Pacheco, diretor de carnaval, com o presidente da Lierj, Wallace Palhares. Foto: Danilo Freitas

Entrega dos sambas para 2021
“Estamos respeitando as condições de cada escola. É um momento muito complicado. Elas não tiveram ajuda nenhuma do poder público. Prorrogamos até o dia 10 de janeiro. Só falta uma escola (Porto da Pedra). Queremos apresentar um material de qualidade. Estamos estudando fazer o lançamento de forma virtual, mas com o pé no chão, já que não temos verba”.

Mudança da Série A para Série Ouro
“Já nos incomodava muito quem falava Grupo de Acesso e Série A. Confundia. A Série Ouro, na verdade, vem para ter legitimidade maior do grupo”.

O que esperar do prefeito eleito Eduardo Paes
“Já tivemos uma conversa muito bacana com o prefeito Eduardo Paes e com o governador Cláudio Castro. Estamos cumprindo o cronograma da Liga. O sorteio repentino foi desejo dos presidentes para começarmos a fase de conversas mais efetivas. Caso dê para fazer o Carnaval 2021, vamos estar preparados, se não for possível, vamos seguir para 2022”.

Incentivo através da lei estadual
“Estamos conversando com quatro empresas para captarmos pela Lei do ICMS (governo estadual). Precisamos delas como parceiras. Reforçamos nosso quadro de captação de recursos dentro da Liga. Estamos cada vez mais empenhados nessa questão”.

Contrato para transmissão da TV Globo
“Um dos motivos do sorteio é o contrato com a TV Globo. Existe o interesse das duas partes. Vamos renovar e somos grandes parceiros. A gente precisava correr um pouco com a ordem dos desfiles para podermos renovar”.

Questão da Tradição na Série Ouro
“Vou ser bem sincero. O que eu conheço da Série Ouro foi o que tivemos no sorteio. Falo em legitimidade e escolas que possuem os direitos legais. Já vi grandes carnavais dela (Tradição), mas não faz parte da Série Ouro, até porque também nunca fui notificado por eles”.

O que esperar caso aconteçam os desfiles em 2021
“Sempre apresentamos desfiles com muita garra e surpreendentes. Esse ano de 2020, sem verba, todo mundo esperava que as escolas desfilassem com madeira e ferro à mostra, mas demos um banho de organização e surpresa dentro da Avenida. Temos cautela sobre a realização dos desfiles em julho, precisamos da vacinação, mas temos que dar o start, mostrando organização para empresas e TV Globo”.

Conheça o enredo da Mangueira para o desfile de julho de 2021

0

“Angenor, José e Laurindo” é o título do enredo da Estação Primeira de Mangueira, de autoria do carnavalesco Leandro Vieira, para o desfile de julho de 2021, caso seja autorizado pelo poder público e autoridades sanitárias.

O ano que marca o centenário do Mestre Delegado, será de tripla homenagem e exaltação a esses nomes fundamentais da cultura brasileira. Cartola o poeta; Jamelão, sua voz mais famosa; e Delegado, o bailarino que foi mestre-sala.

Leandro

Segundo Leandro Vieira, através do centenário do Mestre Delegado, que acontece em 2021, a Mangueira fará uma reparação importante em sua história, quando deixou de homenagear outros dois grandes nomes que passaram em branco em seus centenários: Cartola, seu fundador e Jamelão, que através de sua voz eternizou sambas antológicos que ganharam o mundo.

Conheça a ordem dos desfiles da Série Ouro, antiga Série A, para os desfiles de 2021

0

A Lierj, entidade que organiza os desfiles da Série A, que acontecem sexta e sábado, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, realizou na tarde desta quinta-feira o sorteio da ordem dos desfiles marcados para julho de 2021 (09/07 e 10/07), que só vão acontecer caso tenha autorização do poder público e das autoridades sanitárias.

A Em Cima da Hora abre o carnaval na sexta-feira e a Lins Imperial começa no sábado. A Unidos de Padre teve o direito de escolher sua ordem, por ter sido vice-campeã em 2020.

lierj

Veja como ficou a ordem oficial:

SEXTA-FEIRA

1 – Em Cima da Hora
2 – Cubango
3 – Unidos da Ponte
4 – Porto da Pedra
5 – União da Ilha
6 – Unidos de Bangu
7 – Sossego

SÁBADO

1 – Lins Imperial
2 – Inocentes de Belford Roxo
3 – Estácio de Sá
4 – Santa Cruz
5 – Unidos de Padre Miguel
6 – Vigário Geral
7 – Império da Tijuca
8 – Império Serrano

Projeto Ritmo Solidário faz leilão para Natal dos ritmistas

0

Em prol dos ritmistas das agremiações que desfilam no Sambódromo do Rio de Janeiro, o projeto Ritmo Solidário promove um leilão virtual das peles usadas em instrumentos das baterias da Série A e Grupo Especial, assinadas por seus respectivos mestres, e o valor arrecado será para produção de cestas para os ritmistas no período do Natal.

WhatsApp Image 2020 12 16 at 17.55.43

“Tivemos um ano muito difícil, mas com a força de vontade de todos os mestres começamos o projeto e conseguimos ajudar todos os ritmistas das escolas de samba até agora, sendo um total de mais de 20 toneladas de cestas básicas. Mas chegou o Natal e pandemia não acabou, muitos deles ainda não conseguiram retomar suas atividades e precisamos ajudá-los. Por isso que este leilão virtual é importante, pois iremos comprar os alimentos da entrega no próximo domingo com esse valor arrecadado”, disse China do Estácio, idealizador do Ritmo Solidário.

O leilão beneficente se encerra nesta quinta-feira e os lances são feitos através do direct no Instagram do projeto: @ritmosolidario

‘A Viradouro vai nos redimir da Covid’, diz Ruy Castro

0

A Viradouro será a quinta escola a desfilar no domingo, caso aconteçam os desfiles do Grupo Especial, em julho de 2021. O jornalista, biógrafo e escritor Ruy Castro, que fez o livro “Metrópole à beira-mar – o Rio moderno dos anos 20”, que tem um capítulo dedicado ao carnaval carioca de 1919, enredo da agremiação de Niterói, disse estar orgulhoso em participar do carnaval.

“Depois de uma pandemia, só um grande carnaval pode nos redimir. Isso aconteceu em 1919, logo depois da gripe espanhola. Tenho muito orgulho de saber que a Viradouro tá se inspirando no meu livro pra fazer o enredo do seu próximo carnaval. A Viradouro vai nos redimir da Covid”, aposta Ruy Castro.

O espetáculo que será mostrado na Avenida pela Viradouro em busca do bicampeonato vai abordar a folia de 101 anos atrás, após a devastadora gripe espanhola, festa que ficou conhecida como o Carnaval da Revanche e foi considerado o maior de todos os tempos.

foto ruy castro 01

O capítulo da obra, intitulado “O carnaval da guerra e da gripe”, foi uma das fontes de inspiração para que os carnavalescos dessem a partida no processo criativo para o enredo “Não há tristeza que possa suportar tanta alegria”. O espetáculo que será mostrado na Avenida pela Viradouro em busca do bicampeonato vai abordar a folia de 101 anos atrás, após a devastadora gripe espanhola, festa que ficou conhecida como o Carnaval da Revanche e foi considerado o maior de todos os tempos.

A leitura do livro evidenciou, nas palavras do carnavalesco Marcus Ferreira, a relevância do tema.

“Não é exagero dizer que a narrativa do Ruy Castro no livro foi fundamental para que a gente se convencesse da força do enredo, antes mesmo de apresentar nossa ideia à direção da Viradouro”, conta Marcus Ferreira.

Tarcísio Zanon também destaca o texto do jornalista.

“Foi impressionante como o relato dele foi capaz de, com tanta riqueza de detalhes, nos transportar ao clima que os cariocas viveram na época, quando conseguiram se livrar do sofrimento e das limitações impostos pela pandemia da gripe espanhola”.