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Imperatriz 2022: samba da parceria de Meio Dia

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COMPOSITORES: Meio Dia, Hélio Porto, Alfredo Júnior, Marcolla, DVD Cestas
INTÉRPRETE: Evandro Malandro

Destino, na catimba da canção
Que ousou em ler a mão
Pra que o poeta decantasse a raiz
Só quero agradecer ter nascido imperatriz
Nas voltas que o mundo dá
A poesia faz capela pro talento
Que surge no municipal
Um bom aluno aprimora o ensinamento…

Nossa arte nunca foi
Parte vil da nossa história
É Chica, é Zumbi, um novo porvir
O negro debutando a glória

Carnaval na sua essência
É docência na Escola
Vera Cruz se descobriu
Nosso mestre conduziu
Um cortejo quilombola

Sabiá… Liberdade é um poema em teu cantar
Lalala… no erudito a sinfonia popular
Ê Bahia… reluzente como a luz do dia
Vou me embora, vou no trem da alegria
Encontrar a estrela Dalva, a vedete principal
Oh saudade, oi
Hoje você é carnaval

No meu pavilhão nossas estrelas vão brilhar pra eternidade
Minha gratidão, eu canto Arlindo pra matar essa saudade
Quem não sabe o que é amor
E as lições de seu Luiz
Não sabe o que é Imperatriz

Imperatriz 2022: samba da parceria de Jorge Xavier

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COMPOSITORES: JORGE XAVIER, EDSON MARINHO, HUGO BRUNO, MANINHO DO PONTO E DUDU MILER
INTÉRPRETE: TINGA

AH! UM NOBRE “AR” VENTOU PRA CÁ
E TROUXE A BRISA NA VARANDA
OH! IMPERATRIZ! ABRE A JANELA
QUE A EMOÇÃO DESEJA ENTRAR
FOI O REI DE RAMOS QUEM LHE DEU
LUXO E RIQUEZA, AURA DE PRINCESA
COM COROA E GALARDÃO
E CHAMOU O ARTISTA PRA FAZE-LÁ INSPIRAÇÃO
MENINOS EU VI E VIVI PRA CONTAR
LÁ LÁ LAUÊ PRIMAZIA EM CADA ATO
LÁ LÁ LÁ LÁ LAUÊ FEZ DA PISTA SEU TEATRO
ENTRE CONFETES, SERPENTINAS E PAMPLONA
TODA ARTE QUE APRENDEU…. REVOLUCIONA

ZUM ZUM ZUM ZUM ZUM ZUM SEUS TAMBORES TEM MAGIA
CAPOEIRA MATA UM SALVE OS DEUSES DA BAHIA
NÊGA XICA, DE ESCRAVA À SINHÁ
ÁGUA DE CHEIRO PRA IOIÔ, PEGA NO GANZÁ

DESCOBRE O BRASIL POR OLHOS AZUIS
MISTURA ALMA INDIA, PELE NEGRA: VERA CRUZ
ME FAZ VIAJAR POR ONDE CANTA O SABIÁ
EU PUDE VER NESSE PALCO ILUMINADO
O ARTISTA INSPIRADO NA ESTRELA DA CANÇÃO
SEJA LOUVADO O MESTRE DE JOÃO
VOLTEI MEU POVO VIM NO TREM DA ALEGRIA
NA BAGAGEM FANTASIA PRA REGAR MINHA RAIZ
SOU EU SEMENTE DE UM JARDIM INFINDO
CULTIVADO POR ARLINDO
A PREFERIDA ROSA DE LUIZ

IMPERATRIZ RAINHA DIVINA
DA LEOPOLDINA A MINHA METADE
A DEUS EM ORAÇÃO EU PEÇO
LEVA MEUS VERSOS E A MINHA SAUDADE

Thiago Brito não é mais intérprete da Cubango

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Em reunião no final da noite desta terça-feira, a presidente do Acadêmicos do Cubango, Patrícia Cunha e o intérprete oficial da escola, Thiago Brito chegaram a um acordo para a não manutenção do mesmo para o Carnaval 2021.

Confira a carta de despedida do cantor

“A nação Cubanguese. Em reunião no final da noite, eu e a Presidente do Cubango, Patrícia Cunha, decidimos pela minha saída do comando do carro de som da escola.

Saio com a sensação do dever cumprido e com uma gratidão que não cabe dentro de mim. Com muita humildade e pés no chão, fizemos o maior carnaval da agremiação em 2019, conquistando todos os prêmios do carnaval.

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Ao ex-presidente Rogério Belizário e a sua diretoria o meu muito obrigado pela oportunidade e confiança no meu trabalho. A nova direção, desejo toda a sorte do mundo.

Por fim, gostaria de me dirigir a comunidade e a todos os seguimentos da escola, dizendo que vocês são a alma desta nação e que se está instituição chegou onde chegou, e dedicação e garra de todos vocês!

Pra ser Cubango não se conta a três!!

Canta Forte, Cubango!

Gratidão,

Thiago Brito”

Podcast ‘Eu estava lá’: Zé Paulo lembra do Alabê de Jerusalém

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O segundo episódio do podcast “Eu estava lá” é com o intérprete Zé Paulo Sierra, da Viradouro. Ele relembrou o marcante “Alabê de Jerusalém”. Ouça abaixo ou vá direto no Spotify. * AQUI VOCÊ OUVE O PRIMEIRO COM MESTRE CASAGRANDE

 

Desfiles da década: inesquecível Angola de Rosa Magalhães, com o requinte do samba de André Diniz, Arlindo Cruz e parceiros

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O enredo da Vila Isabel no ano de 2012 trouxe um punhado de brasilidade com forte elo em Angola. Mostrando na avenida o mito de origem do que hoje conhecemos como samba e batuque, resgatou tempos imemoriais da nossa ligação cultural com o país africano. Apostando na campeoníssima professora Rosa Magalhães, a Vila Isabel faz referência ao Semba e ao tradicional Kuduro, um batuque angolano que faz uma viagem ao Brasil através dos navios negreiros e encontra aqui uma terra fértil para semear os frutos que hoje chamamos de samba e suas particularidades.

Com um enredo forte, resgatando as tradições da escola, o samba-enredo mostra componentes de impacto na avenida e marca a estreia de Arlindo Cruz como compositor da escola, ao lado de nomes já consagrados como Evandro Bocão, Arhur das Ferragens, André Diniz e Leonel. Escolhida para fechar o primeiro dia dos desfiles, logo após a passagem da Beija-Flor, a campeã de 2011, a Vila Isabel começa os primeiros setores focados em Angola com tons mais foscos.

Conforme o desfile vai acontecendo, entre a noite e o amanhecer, os últimos setores retratam, com mais brilho e colorido, a representação das festas populares. Conforme o dia vai amanhecendo, conferimos uma verdadeira aula de composição de desfile da Rosa Magalhães.

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“O canto livre de Angola é uma ideia do Martinho, que há muitos anos vem fazendo intercâmbio musical entre a Angola e o Brasil, levando músico de um lado para o outro. E o samba veio da Angola, onde se chama Semba. Por aqui, ele se desenvolveu e criou particularidades, então é a música que vai levar esse enredo durante o tempo todo do desfile”, destacou na época a carnavalesca Rosa Magalhães.

Com uma disputa que depois se tornou acirrada na segunda-feira de Carnaval, a Vila Isabel veio preparada para impactar. Como dizia a letra do samba “Incorpora outra vez Kizomba”, esse parecia o desfile escolhido para realizar aquela catarse de 1988. Com 3.500 componentes, 31 alas e 7 carros alegóricos, a escola se apresentou buscando a imponência de campeã.

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Logo de cara, trouxe uma comissão de frente, que representava uma savana africana muito lúdica e com elementos fortes de dança e rituais, que até hoje é lembrada na escola. Um rinoceronte, símbolo da força africana, se desintegrava no meio da alegoria e se transformava em um matagal por onde bichinhos brincavam de esconde-esconde. A Comissão de frente assinada por Marcelo Misailidis fez esse trabalho bonito de integração com o público e deixou sua marca na escola conseguindo os 40 pontos. A introdução de bailarinos interagindo com o tripé e formando uma dança Kuduro na exibição para os jurados mostrou a força da experiente equipe de Misailidis.

“A ideia era muito complexa porque se tratava de um carro baixo e o desenvolvimento sobre a parte arquitetônica do carro foi complicado porque ele teve muita dificuldade para chegar na avenida. Às vezes, encalhava em qualquer pequena elevação. Por isso tinha que ser um projeto muito leve e, ao mesmo tempo, muito grande para conseguir compor uma cenografia que ajudasse a trazer todo esse mistério. Toda essa dificuldade era para tentar criar essa magia que tinha alguns aspectos até infantis, na luta pela vida, do leão
que caçava os outros bichinhos e nesse meio até a própria tribo africana em que tudo dialogava e trabalhava junto”, conta o coreógrafo da comissão de frente Marcelo Misailidis.

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O desfile da Vila Isabel que veio com garra de campeã acabou impactando um pouco a euforia em alguns acabamentos em alegoria, o que não rendeu nenhuma nota 10 nos quesitos. Foram quatro 9.9 e um 9.7 que acabou sendo descartado no critério. Apesar de estarem plasticamente de acordo com a harmonia do enredo o volume nem tão grandioso dos carros, características da professora, não parece ter agradado os jurados. Um pequeno problema na saída de uma alegoria na dispersão fez a escola dar uma pequena travada na evolução, mas isso não fez a escola despontuar no quesito, provando a já tradicional garra dos componentes da Vila Isabel.

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A bateria que contava com o supercampeão mestre Paulinho e o lendário mestre Mug parece não ter passado na cadência perfeita. Com paradinhas muito bem elaboradas o excesso pode ter prejudicado em algum aspecto o rendimento rítmico da escola. Com apenas uma nota 10, a escola viu no quesito o campeonato escapar pelas mãos.

A Vila Isabel terminou na terceira colocação, atrás do Salgueiro com seu Cordel Branco e Encantado e da campeã Unidos da Tijuca que trouxe o centenário do Rei do Baião Luiz Gonzaga. Muitos torcedores da Vila Isabel têm esse carnaval atravessado na garganta. O samba, o enredo, o desfile, o ressurgimento da consagrada carnavalesca Rosa Magalhães: tudo parecia perfeito para o triunfo, mas ele só veio no ano seguinte.

Aclamada presidente do Cubango, Patricia Cunha define casal e fala do mandato: ‘Será a voz da comunidade’

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Aclamada nova presidente do Cubango, na noite de segunda-feira, após a saída de Rogério Belisário, Patricia Cunha conversou com o site CARNAVALESCO sobre o desafio e já revelou seu casal de mestre-sala e porta-bandeira. Aliás, a nova presidente ocupava o posto até o desfile de 2020.

“O maior desafio será organizar a casa. Questões internas. Teremos muita organização na escola. Esse mandato será a voz da comunidade. Eu serei uma representante de todos do Cubango. Diego Falcão será o mestre-sala e Aline Flores vai retornar para casa como primeira porta-bandeira. Ela foi cria da escola. É uma excelente porta-bandeira”, garantiu.

Patricia Cunha terá como vice-presidente Graciene Helena, que é cria da comunidade do Abacaxi, que fica no bairro do Cubango, em Niterói.

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“Comecei com sete anos na ala de mestre-sala e porta-bandeira mirim. Passei por muitas coisas dentro da escola, aprendi bastante e hoje sou aclamada pela comunidade do Cubango. É uma honra imensa. A vice-presidente é a Graciene Helena, também mulher e cria da comunidade. Junção maravilhosa. Estou muito feliz. Serei uma gestora que sempre vai ouvir a comunidade”.

Ao site CARNAVALESCO, a presidente disse que irá se reunir com sua diretoria para definir toda equipe para o próximo desfile pela Série Ouro, antiga Série A.

“Vou sentar com a minha diretoria na semana que vem para resolver a equipe. Agora, a parte é mais burocrática. Haverá mudanças, mas sempre para o bem da escola. Não desmerecendo o trabalho de ninguém. Em uma nova diretoria é preciso ter mudanças. Posso adiantar que 90% do quadro do Cubango daqui para frente será sempre comunidade”.

Passarela do Samba: ‘Acerto de contas’

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Jovelina Pérola Negra estava fazendo uma temporada no Teatro João Caetano. Uma noite, convidou um casal amigo para assistir ao show.

– E os convites? – perguntou o porteiro do teatro, questionando o casal.

– Ela não nos deu nada – respondeu o convidado, explicando: – A Jovelina apenas pediu que a gente viesse.

O porteiro:

– Ela convidou só de boca?

O convidado:

– Sim, se o senhor duvidar, pode perguntar a ela.

– Como?! – reagiu o porteiro:- A Jovelina já vai entrar no palco.

O porteiro acabou agindo com bom senso. Deixou que o casal entrasse e, depois do espetáculo, acertaria com a pagodeira.

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E assim fez. Terminado o show, o porteiro foi a Jovelina falar sobre o casal. Explicou que os dois estavam sem convites, mas mesmo assim deixou que entrassem.

Jovelina agradeceu. Mas o porteiro prosseguiu, insinuante:

– Sim, mas eu vou ter que botar no seu borderô.

A pagodeira virou-se, ofendida, a ponto de virar a mão no sujeito:

– Ora, vá botar no borderô da tua mãe!

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Em chapa única, Ney Filardi será novamente presidente da União da Ilha

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Na noite desta segunda-feira encerrou-se o prazo para inscrição das chapas para as eleições da diretoria da União da Ilha para o próximo triênio.

Como apenas uma chapa foi inscrita (única) que terá como candidato o ex-presidente Ney Filardi, a eleição em abril será realizada por aclamação. Ney Filardi terá como seu vice, Sávio Neves, empresário que sempre foi ligado à escola, com grande experiência e relacionamento, fato que deverá fortalecer a nova gestão.

Djalma Falcão será o presidente de honra, numa administração que terá como desafio principal a volta ao Grupo Especial.

Ministério Público obtém decisão determinando a interdição da Cidade do Samba

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Cidadania da Capital, obteve na Justiça decisão determinando a interdição da Cidade do Samba até que as instalações sejam reestruturadas de forma a minimizar os riscos de incêndio.

A decisão em recurso proferida pelo Juízo da Terceira Câmara Cível ocorre no âmbito de ação civil pública ajuizada pela 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Cidadania da Capital contra o Município do Rio, a Riotur, a Empresa Municipal de Urbanização (RioUrbe) e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). A ação ressalta que vistorias realizadas pelo Corpo de Bombeiros em diferentes anos identificaram não só irregularidades no estado das instalações, como também a ausência de plano de controle e prevenção contra incêndios.

“Infere-se, portanto, que estão presentes os requisitos autorizadores do deferimento da tutela recursal, tendo em vista que a farta documentação anexada aos autos demonstra o descumprimento das determinações para implementação de plano de prevenção e controle de incêndios na Cidade do Samba. Além disso, eventual demora no julgamento do feito prolongará a situação de risco a que estão expostos não só os trabalhadores, como todas as pessoas que frequentam o local”, afirma o Juízo na decisão.

Diante disso, foi determinada a interdição da Cidade do Samba até que suas instalações sejam reestruturadas de forma a minimizar os riscos de incêndio, adequando-se às normas de prevenção e controle de fogo descritas no Decreto Estadual nº 897/76 – sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil reais.

Projeto videoaulas: Passistas em Camarotes com Dhu Costa – Capítulo 1

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O site CARNAVALESCO abre espaço para os passistas. Dhu Costa, em um projeto de videoaulas, fala sobre a relação profissional entre passistas e os camarotes. Veja abaixo o primeiro capítulo.