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‘Vamos relembrar 2013 e fechar os desfiles com chave de ouro’, promete presidente da Vila Isabel

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A Unidos de Vila Isabel terá a missão de fechar os desfiles do Grupo Especial em julho de 2021, caso eles sejam autorizados pelo poder público e autoridades sanitárias. A direção saiu do sorteio em estado de graça. O presidente Fernando Fernandes estava com a mão quente e conseguiu vencer o Salgueiro, pegar a segunda-feira, e depois tirar a sexta bolinha, para ter a honra de encerrar 2021.

São várias apostas da azul e branco. O trabalho impecável do carnavalesco Edson Pereira, a chegada do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Marcinho e Cris, a bateria premiada de mestre Macaco Branco, o talento de Tinga, seus demais quesitos e segmentos, e, principalmente, o enredo sobre Martinho da Vila, a personalidade mais importante da história da escola de samba Unidos de Vila Isabel.

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Ao falar com o site CARNAVALESCO, sobre o sorteio da ordem dos desfiles para 2021, o presidente Fernando Fernandes relembrou o ano de 2013, quando a Vila Isabel fechou o carnaval e saiu aclamada com o título no inesquecível “A Vila Canta o Brasil, Celeiro do Mundo”, popularmente conhecido como “Festa no arraiá”.

“Foi um dia muito feliz. A Vila Isabel conseguiu o que queria ser a sexta escola a desfilar na segunda-feira. Foi uma vitória. Com certeza, vamos repetir o feito de 2013. Segura a Vila que eu quero ver”, disse o dirigente.

Presidente da Mangueira fala do enredo, dificuldade financeira na pandemia e da interdição da quadra

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O presidente da Estação Primeira de Mangueira conversou com o site CARNAVALESCO, na segunda-feira, na sede da Liesa, antes do sorteio da ordem dos desfiles do Grupo Especial. Elias Riche falou sobre a interdição na quadra e revelou que o enredo da Verde e Rosa será divulgado nos próximos dias.

“Não adiantava apresentar enredo sem uma definição sobre a Lei Aldir Blanc para escolha dos sambas e o sorteio da ordem dos desfiles. Desde o início, a gente teve muita cautela. Vamos divulgar o enredo nos próximos dias. O carnavalesco já está preparado para isso”, revelou o dirigente.

Sobre a interdição na quadra, Elias explicou que a escola já encaminhou ao Corpo de Bombeiros os documentos necessários para liberação do Palácio do Samba.

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“A situação foi realmente lamentável. Como ficamos afastados, a escola parou suas atividades, mas agora já entregamos os documentos para liberação dos Bombeiros. Está tudo bem encaminhado. Estava tendo evento, não relacionado ao carnaval, mas o motivo não foi o evento, mas a falta de documentação para liberação da quadra. Claro que sabemos que conter a aglomeração é sempre muito preocupante. Todas escolas estão loucas para fazerem eventos, sofrendo muito com a pandemia, estamos vendo o Centro do Rio com diversas lojas fechadas, mas não acredito que tenha segmento da economia que esteja sofrendo mais que escola de samba. Não temos nem opção de como arrumar recurso”.

Elias falou também sobre a dura situação dos funcionários e colaboradores da indústria do carnaval.

“A Mangueira não tem receita financeira. Estamos no fim do ano e sem perspectiva de receita. Conseguimos algum dinheiro emprestado e estamos tentando algo mais para conseguirmos dar algo para o pessoal pelo menos até o final de 2020. A situação é muito crítica, mas temos que ter fé que vamos superar. Estou há mais de 50 anos na Mangueira e estava escrito que tinha que ser comigo esse período de dificuldade e não adianta fugir dos problemas, tem que enfrentar”.

Ecos do sorteio da ordem dos desfiles do Grupo Especial do Rio

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A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) reuniu representantes do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o sorteio da ordem dos desfiles, previstos para 11 e 12 de julho de 2021, caso o Brasil já tenha aplicado a vacina contra a Covid-19 na população. O site CARNAVALESCO, como sempre, traz bastidores do encontro. * VEJA AQUI A ORDEM DOS DESFILES

O primeiro ponto é que nenhum dirigente tem certeza que os desfiles vão acontecer em julho de 2021. Não apenas pela falta de cronograma da vacinação, mas por alguns receios do mundo carnavalesco, como, o alto custo e a ausência dos materiais para confecção de fantasias e alegorias. O tempo limite para que o martelo seja batido oficialmente sobre a data, incluindo, a autorização das autoridades sanitárias, levando em consideração o número de vacinados (caberá ao poder público estipular a porcentagem), também preocupa, além do volume de recursos que será revertido para todas escolas realizarem os desfiles e quando esses valores vão chegar nas contas bancárias. * ASSISTA AO DEBATE COM A EQUIPE DO CARNAVALESCO

Sobre o lado financeiro, o presidente da Liesa, Jorge Castanheira, confirmou a decisão do governador em exercício do Rio, Cláudio Castro, em apoiar os desfiles, utilizando leis de incentivo fiscal, e citou também o interesse do prefeito eleito Eduardo Paes em estar junto. Ainda falou que a TV Globo fará a transmissão dos desfiles, caso aconteçam em julho de 2021, inclusive, a primeira parcela da verba contratual deve ser feita no mês de janeiro. A Liga também aguardar que seja aprovada na Câmara dos Deputados, em Brasília, o feriado nacional para o carnaval pelo Brasil, utilizado as datas de 9 a 13 de julho de 2021, facilitando a logística de São Paulo, Salvador e Belo Horizonte, que estão no mesmo barco sobre a realização da folia fora de época.

Os representantes ouvidos pelo site CARNAVALESCO falaram também que as escolhas dos sambas estão previstas para os meses de janeiro e fevereiro. A ideia é começar depois da segunda quinzena de janeiro, afinal, existe um temor na sociedade do aumento do número de casos de Covid-19, após o período de festas do Natal e Ano Novo. Esses processos eliminatórios e a fase final, prevista para ser feita no streaming do Globoplay, não vão ter torcidas e nem abertura para o público. Pela segurança sanitária, devem participar das atividades, apenas os compositores, equipe da harmonia, poucos integrantes da direção e um número limitado da imprensa.

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É inegável que todas escolas querem que os desfiles aconteçam, mas é importante frisar que os presidentes estão preocupados com a nova onda da Covid-19. A decisão é só fazer os desfiles com segurança sanitária, que será dada pelo poder público e pela ciência, o prazo limite gira pelos meses de março e abril, podendo esticar a corda ao máximo até maio de 2021. Neste momento, o planejamento faz parte do pensamento para que tudo aconteça em julho de 2021.

Muitos que pediram para não serem citados, confessaram que estavam angustiados com a indecisão sobre o ano que vem, mas ressaltaram que vão trabalhar para realização das lives das escolhas dos sambas-enredo, através da verba da Lei Aldir Blanc, e pediram urgência no pagamento da primeira parcela da TV Globo. Assim, segundo eles, será possível planejar os trabalhos nos barracões, sempre obedecendo todos os protocolos sanitários. Alguns lembraram, inclusive, que os galpões na Cidade do Samba funcionam como fábricas e as indústrias estão autorizadas pelo poder público para funcionarem. É provável que janeiro ou fevereiro seja dado o pontapé inicial na produção de alegorias e fantasias para os desfiles.

Antes de entrarmos nos bastidores do sorteio, ouvimos muitos burburinhos sobre a eleição presidencial na Liesa. Nomes cogitados, como Fernando Horta e Renato Thor, novamente citados, e surgiram outros, um desses é Jorge Perlingeiro, e “sumiu” o de Chiquinho da Mangueira. Os dirigentes esperam que o presidente Jorge Castanheira faça sua prestação de contas e convoque a assembleia que está inicialmente programada para maio. Muitos querem que seja antecipada para janeiro ou fevereiro, outros defendem que o atual dirigente ainda comande os desfiles de julho, já que podem acontecer em tempo recorde, e sua competência na gestão operacional é reconhecida. Porém, Jorginho prefere não se pronunciar, adota cautela. O certo é que existe uma corrente fiel que deseja que o dirigente seja homenageado, caso sua saída seja confirmada, afinal, são muitos anos de serviços prestados para Liesa e o mundo do carnaval.

A hora do sorteio

Chegamos ao sorteio. A turma da Grande Rio saiu radiante da sede da Liesa. Realmente, a escola vive um momento de glória, tudo dando certo, e avançando diversas casas na busca pelo sonhado título. Parecia festa por um golaço a comemoração pela posição de quinta a desfilar na segunda-feira. Também pudera faz tempo que o domingo persegue a tricolor de Duque de Caxias.

A Viradouro não ficou atrás. Engana-se quem pensa em falta de sorte para Niterói. A vermelho e branco desfilou em 2019 e 2020 como segunda de domingo, agora, é a quinta. A diretoria garante que o trabalho será ainda mais forte e que o bicampeonato é muito possível. Quem pode duvidar disso?

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Uma situação curiosa envolveu quatro escolas: São Clemente, Beija-Flor, Salgueiro e Mangueira. Apenas os dirigentes da escola de Nilópolis estavam sentados do outro lado do plenário. No tempo permitido para trocas, foram gritos e mais gritos. “Renatinho (presidente da São Clemente), vamos trocar?”, bradou um. A preto e amarelo caiu como a sexta e última de domingo. Todos queriam a cobiçada posição de fechar o dia. O primeiro a conversar foi Moacyr Barreto, da Mangueira, mas nada feito. Depois Almir Reis (vice-presidente da Beija-Flor) e o conselheiro Gabriel David sentaram com o representante clementiano. O papo foi rápido, quase de família. Troca Nilópolis-Zona Sul.

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Aí, entrou o Salgueiro no papo com a Mangueira. Os presidentes André Vaz e Elias Riche também foram velozes e fizeram a troca. A Verde e Rosa prefere fazer sua concentração do lado do prédio Balança mas não cai por já ter uma logística organizada de longos carnavais. A Academia do Samba, que fez em 2019 um desfile em tempo recorde e voltou nas campeãs, não teme ser a terceira de domingo. É consenso que os salgueirenses possuem muitos quesitos para brigarem na prateleira de cima do Grupo Especial.

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Para os torcedores independentes, o bastidor do sorteio é animador. O clima entre os dirigentes foi de comemoração após a Mocidade ficar como a terceira de segunda-feira. Houve uma troca com a Unidos da Tijuca, mas sem grande alarde. O contagiante é a vontade dos dirigentes da verde e branco. Estão felizes com o enredo, confiam em um bom samba-enredo e acreditam demais nos quesitos e na comunidade. Ah… lembraram que o título de 2017, dividido com a Portela, veio com o desfile na segunda-feira e como terceira escola. São essas coincidências carnavalescas que fazem diferença na empolgação dos componentes e no incentivo dos dirigentes. Já o presidente Fernando Horta manteve o jeito calado e misterioso. O certo é que o trabalho do carnavalesco Jack Vasconcelos, aliado aos quesitos fortes, como bateria, harmonia e casal, podem devolver ao time do Borel o patamar alcançado no período de 2004 até 2014. Muitos acreditam no resgate tijucano.

Se pelas redes sociais, os torcedores da Portela não gostaram da ordem de desfile, quem estava na Liesa, não reclamou. Devido ser do grupo de risco, o presidente Luis Carlos Magalhães não compareceu. Fábio Pavão, vice-presidente, foi o responsável portelense pelo sorteio. O tom da fala foi de confiança. A escola queria desfilar na segunda-feira, como todas, mas acima de tudo, porque desfilou no domingo em 2020, fez uma bela apresentação e ficou injustamente fora das campeãs. Em um ano com diversos enredos importantes, o portelense aposta no seu conteúdo, no trabalho dos carnavalescos Márcia e Renato Lage, além da segurança dos seus quesitos tops, como a bateria e o casal de mestre-sala e porta-bandeira.

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E o povo do samba? Vai fechar o carnaval. A direção da Vila Isabel saiu do sorteio em estado de graça. O presidente Fernando Fernandes estava com a mão quente e conseguiu vencer o Salgueiro, pegar a segunda-feira, e depois tirar a sexta bolinha, para ter a honra de encerrar 2021. Ah… e o negro rei Martinho é o enredo. Ainda existe o sentimento de tristeza pelo injusto oitavo lugar em 2020. Porém, a direção acredita muito no trabalho do competente carnavalesco Edson Pereira. Ainda saiu a pergunta: “Imagina a catarse que será fechar os desfiles com o Martinho da Vila?”. É… segura a Vila que eu quero ver.

Imperatriz e Tuiuti assistiram de camarote o sorteio. A primeira, campeã da Série A em 2020, abre o domingo e a outra, 11ª colocada esse ano, faz a abertura de segunda. Os presidentes Cátia Drumond e Renato Thor, respectivamente, estavam bem tranquilos na plenária. Ela sabe a missão que será fazer o desfile, sem a referência que era o pai Luizinho Drumond, apesar de não demonstrar tensão em nenhum momento. Ele acredita na competência do carnavalesco Paulo Barros para levar a agremiação de São Cristóvão ao topo da folia.

Todas escolas já conhecem suas posições para os desfiles. Porém, em tempos de VAR, como no futebol, o juiz que vai apitar o jogo terá que chegar com a campanha de vacinação contra a Covid-19. Senão, o campeonato terá uma lacuna em 2021 e ficará apenas para 2022.

Agora, o recado é ainda mais claro e importante. Quem é do samba, se cuida, use a máscara, não aglomera e torce para que a virada de 2020 para 2021 simbolize nossa redenção carnavalesca, com a vacina contra a Covid-19, sem o bispo na Prefeitura do Rio e com muita festa no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, o nosso templo sagrado.

Veja foi como o debate sobre o sorteio do Grupo Especial

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Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial para julho de 2021

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Ordem 2021Ainda sem nenhuma definição sobre a campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) fez na tarde desta segunda-feira o sorteio da ordem dos desfiles do Grupo Especial para o mês de julho de 2021. Caso seja possível pelas autoridades sanitárias, a data está marcada para os dias 11 e 12 de julho.

Confira abaixo como ficou a ordem dos desfiles:

Domingo

1 – Imperatriz Leopoldinense
2 – Mangueira
3 – Salgueiro
4 – São Clemente
5 – Viradouro
6 – Beija-Flor

Segunda

1 – Paraíso do Tuiuti
2 – Portela
3 – Mocidade
4 – Unidos da Tijuca
5 – Grande Rio
6 – Vila Isabel

Antes do sorteio, a direção da Liesa apresentou a formação dos pares para manter o equilíbrio de forças nos dois dias de desfiles. As escolas que vão desfilar na posição ímpar vão ter a concentração no lado dos Correios e a posição par será no prédio do Balança.

Acompanhe todas informações sobre o sorteio do Grupo Especial do Rio

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Escolas do Grupo Especial fazem sorteio nesta segunda-feira

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Em reunião apenas para os presidentes das Escolas de Samba do Grupo Especial, a Liesa realizará, na tarde desta segunda-feira, a partir das 16h, o sorteio para definir a ordem dos desfiles previstos para 11 (domingo) e 12 (segunda-feira) de julho de 2021, caso, até lá, já tenhamos condições sanitárias para que o evento aconteça. O site CARNAVALESCO informará todos os detalhes, inclusive, pelas suas redes sociais. Nos acompanhem no Twitter (https://twitter.com/scarnavalesco) e Facebook (https://www.facebook.com/CARNAVALESCO2007)

Antes do sorteio, a direção da Liesa apresentará a formação dos pares para manter o equilíbrio de forças nos dois dias de desfiles. Par a par, os representantes sortearão em que dia a sua Escola desfilará, se no domingo, 11 de julho, ou na segunda, 12 de julho.

Posteriormente, as Escolas do bloco de Domingo sortearão em que ordem se apresentarão; o mesmo acontecendo, posteriormente, com as de Segunda-feira. Como determina o regulamento, as agremiações terão dez minutos para efetuar troca de posição de desfile, dentro do dia previamente sorteado.

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Marquês de Sapucaí. Foto: Riotur

Duas agremiações já têm posições estabelecidas pelo regulamento: a Imperatriz Leopoldinense, campeã do Grupo de Acesso Série A em 2020, abrirá o espetáculo de Domingo; e a Paraíso do Tuiuti, 11ª colocada do Grupo Especial em 2020, abrirá os desfiles de Segunda-Feira.

Leia a sinopse do enredo da Viradouro para o desfile de 2021

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SINOPSE DO ENREDO: “NÃO HÁ TRISTEZA QUE POSSA SUPORTAR TANTA ALEGRIA.”

´´DEPOIS DA ENERGIA ELÉTRICA, DA ENERGIA ATÔMICA,
SÓ UMA TERCEIRA ENERGIA CHAMADA ALEGRIA
PODERIA REALIZAR GRANDES EVENTOS. “
(A GENIALIDADE PROFÉTICA DE JOÃO JORGE TRINTA).

CORAÇÕES À ESPERA:
– QUE SERÁ DO CARNAVAL?
QUESTIONAM OS SAMBISTAS NA FESTA DA PENHA, NO OITO DE DEZEMBRO DE 1918, SÉC. XX.

DAVID BUTTER, JORNALISTA E PESQUISADOR DO CARNAVAL, DESCREVE:

´´À ÉPOCA, A FESTA DA PENHA ERA UM TERRENO DE TESTE PARA CANÇÕES, ONDE SE ESBARRAVAM FIGURAS DAS SOCIEDADES, DOS RANCHOS, DOS BLOCOS E DA INCIPIENTE MÚSICA POPULAR BRASILEIRA. PARA LÁ, MUDAVA-SE POR ALGUNS DIAS, A PEQUENA ÁFRICA, COM AS TIAS BAIANAS E SUAS BARRACAS“.

O MATINAL O PAIZ, EM 03 DE MARÇO DE 1919, DESCREVE:

´´O CARNAVAL NÃO MORREU. VINGOU-SE GLORIOSAMENTE DAS RESTRIÇÕES QUE O PASSADO LHE IMPÔS NA GUERRA E PRESTOU UM ÓTIMO SERVIÇO DE FAZER ESCURECER A VISITA MACABRA DA ´ESPANHOLA`. “

EXTINTA A DOR DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL. ASFIXIADA A GRIPE ESPANHOLA. FINDO O ANO DE 1918.

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SINOPSE
1919.

´´ E o Mundo não se acabou. “
(O carnaval de 1919 foi uma das inspirações para o compositor Assis Valente – música eternizada na voz inesquecível de Carmem Miranda).

Os cronistas dos principais jornais da cidade assinam como PIERROT as notícias matinais que prenunciam a Chegada do Carnaval. No jornal O Malho, a charge do cartunista Hélios Seelinger revela em nanquim traços de saudosos foliões esquecidos do imaginário popular. Momo deixa de ser tratado como Rei, é elevado aos céus para ser glorificado como Deus, no dia 1º de março de 1919.

Confino a tristeza, me despeço das trevas. Rompo o isolamento de uma infinda solidão. Calçadas testemunham passos contidos, janelas se entreabrem. Inebrio-me com os ares do Marca-meu-Coração. A Casa das Fazendas Pretas retira os fardos de um luto elegante, que vestiu a dor dos últimos tempos – em seu lugar o lume dos brocados, das rendas e cetins. Entrelaço o olhar nas fitas métricas da Boutique Le France, recebendo os primeiros foliões. Céu desenhado por varais de ventarolas da Casa Buis, na Rua do Ouvidor. A nova dama do cabaré se faz presente nas esquinas da Avenida Mem de Sá, seguindo o legado da cafetina Alice Cavalo de Pau, dizimada pela gripe. Sou um PIERROT em recesso das redações de jornais. Faço parte da nata da sociedade que se prepara para o último baile pré-carnavalesco do Clube dos Democráticos. Evoco a vingança da vida!

´´…Assim é que é, viva a folia!
Viva Momo, viva a troça!
Não há tristeza que possa
suportar tanta alegria. “
(Canção de baile do pré-carnaval dos Democráticos, Autor Desconhecido, 1919).

O carioca instaura a desforra da peste na primeira manhã de um carnaval. Ensaio um canto a contemplar a concentração dos préstitos das Grandes Sociedades: a Barca da Vitória, do Clube dos Democráticos; a Hespanhola, do Tenentes do Diabo e o icônico Chá da MeiaNoite, dos Fenianos. Parto no Bonde da Vingança para a Praça da República, conduzido pelo popular Jamanta – desvairado folião a retomar a nossa delirante fantasia de viver, levada por espíritos revoltosos. Esbarro nas Cocotas Emplumadas e me embriago num ardente xarope de Calibrina. Desfaço a melancolia de uma face mal-ajambrada, que revela o sorriso envolto à alegria do bloco Carões mascarados.

Nas ondas da Avenida Beira-Mar, dou cor à angústia em folhas de papel crepom. Contemplo corsos engarrafados de flertes e melindrosas. Autos que figuram deusas ávidas, despertando o olhar sensual do jovem Nelson Rodrigues. Bandas marciais fanfarram por coretos e boulevards ao denotarem o traço Art Decò de J.Carlos. Numa das esquinas da Rio Branco, de um bar, exclama um folião: – Chegou o Caveirinha! Mestre que driblou a morte a desfraldar seu pavilhão, no primeiro desfile do Cordão da Bola Preta. Peço exílio a milhares de corações aglomerados no Bloco do Eu Sozinho – cortejo que rendeu ao folião Júlio Silva, 53 memoráveis carnavais. Nas matinês, o moleque mestiço com chapéu de jornal Tico-Tico, em que retrato o Rio em palavras e desenhos. O beijo na serpentina declara um amor que se desdobra nas batalhas de flores da Avenida Central.

Reside em mim a eterna fantasia de um palco reanimado. Pernaltas vibram cornetas, que prenunciam os bilhetes dos grandes bailes de clubes e theatros. Escadarias conferem um refinado bailado, sacadas preenchem vivências que revelam a fúria de uma metrópole em festa.

Orquestras animam valsas, dando um baile em qualquer tristeza. Bombons adoçam sentimentos. Na luz da ribalta, o equilíbrio dos artistas do Circo American-France. Figuras macabras de um salão (diabinhos, morcegos, bruxas) curvam-se à sombra de aplausos aos heróis da Cruz Vermelha. Descortino lembranças heroicas de vestes bordadas por sagradas
mãos do caldeirão da Praça Onze.

O carnaval é do corpo e o samba é de alma preta. Na Pequena África, reverencio as tias curandeiras que extirparam o mal da gripe de centenas de baianos e mestiços. Borboletas Negras clamam a transformação para uma sociedade igualitária. Guerreiros Paladinos empunham lanças tribais pela legitimidade do samba – que se faz o principal gênero musical do carnaval. O folclórico Grupo Caxangá, de João Pernambuco, germina a criação dos Oito Batutas. Entraram Donga, China e Pixinguinha – a primeira linhagem de sambistas. O lenço negro caído dos sobrados dá lugar ao colorido de estandartes dos ranchos. Evoco o Senhor da Cura! Cubra-nos com suas palhas! Que teu xaxará afaste de vez todas as mazelas que vierem tocar os sambistas.

O único contágio possível? A alegria.

´´A alegria estava entre nós,
era dentro de nós que estava a alegria.
A profunda e silenciosa alegria. “
(´´Sonhos de uma terça-feira gorda“, de Manuel Bandeira).

Ar libertário na manhã de um último dia de carnaval. Um Rio em transe, de almas cantantes, em uma catarse de alegria. ´´Desmascaro“ um Rio que o próprio Rio não conhecia – esperança para os dias atuais. Volto aos dias calorosos, dos abraços afetuosos como todo carioca preza. Corpos que se transpassam, mãos que se unem nos reencontros familiares–Folião-Original a exorcizar toda saudade. Figuram tribos ébrias, corações perambulantes em estado de graça. Euforia que não derrubou a sabedoria dos foliões mais antigos a procurar, na Quarta de Cinzas, os seus. Pulsa no epicentro da capital, o Destemidos do Conselheiro, que clama revanche a se ouvir do outro lado da Baía de Guanabara.

Aportam na enseada os revanchistas da Cidade Sorriso, lançados dos corredores da Barca XIX, Nictheroy-Rio. Alguns ensaiam um funambulesco banho de mar. Outros desembarcam sonhos de uma apoteótica travessia de balão. Sob um sol estridente, esvaíam-se cantoria adentro, embalados pelas composições do poeta barretense Zé de Matos. O Rio de Janeiro, memorável, desperta com a emoção que formaria, mais tarde, o chão da Unidos do Viradouro.

Adormeço em meio aos últimos foliões resignados: eram trapeiros que carregavam palmos de confetes e serpentinas de uma troça sem fim. Quarenta toneladas de uma folia que teve papel histórico. Retomar a vida pela alegria no maior carnaval de todos os séculos.

´´Na Quarta-feira de Cinzas,
o Rio despertou convicto
de que vivera
o maior Carnaval de sua história. “
(´´ Metrópole à Beira-mar, o Rio moderno dos anos 20“, de Ruy Castro).

Estou me guardando para quando o carnaval chegar.
(Autoria Enredo, Texto) Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon – Carnavalescos

* Tributo à Marie Louise Nery (Nossa eterna Eneida). História do Carnaval Carioca:

Barca da Vitória – Alegoria ao fim da 1ª Guerra Mundial; Borboletas Negras – Bloco feminino que desfilou na Praça Onze em 19; Calibrina – Famosa cachaça; Carões – Foliões humildes, mascarados improvisados; Casa Buis – Armazém de artigos carnavalescos; Casa das Fazendas Pretas – Loja de tecidos; Caveirinha (Álvaro Gomes de Oliveira) – Fundador do Cordão da Bola Preta; Caxangá – Grupo carnavalesco de inspiração afronordestina, de João Pernambuco; Chá da Meia-Noite – Alegoria da lenda urbana de um chá mortal oferecido na Santa Casa de Misericórdia; Cocotas Emplumadas – Bloco de homens travestidos de Galinhas (revanchistas à dita curativa canja de galinha); Destemidos dos Conselheiro – Grupo de Zé-Pereira da Saúde/Gamboa; Folião-Original – O folião eleito o mais animado; Funambulesco – adj. excêntrico, brincalhão; Guerreiros Paladinos – Bloco de homens pretos da Cidade Nova; Hespanhola – Carro alegórico de leque espanhol; Jamanta (Zé Cordeiro) – Condutor ferroviário do antecessor Bonde da Morte; Marcameu-coração – Famoso lança-perfume; Préstitos – Apresentação, desfile; Trapeiros – Catadores de papel; Xaxará – Cajado de Omulu (orixá da cura); Zé de Matos – Compositor de Carnaval do Largo do Barreto.

(Pesquisa) Marcus Ferreira, Tarcísio Zanon e Igor Ricardo
(Revisão textual) Henrique Pessoa

(Agradecimentos especiais)
Aos nossos atuais PIERROTS.
David Butter, Ruy Castro.

CASTRO, Ruy. Metrópole à Beira-mar, o Rio Moderno dos anos 20, Capítulo: O carnaval da guerra e da gripe. Companhia das letras, 2019
BUTTER, David. O carnaval de 1919. – Em lançamento
SILVEIRA, Leandro. VIUG, Matheus. DELMAR, Winnie. Antigamente é que era bom: A Folia Niteroiense entre 1900-1986
ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado. Música Popular Brasileira. Paracatu Ed. Rio de Janeiro Ano 2006
BASTOS, Rafael José de Menezes. “Les Batutas, 1922: uma antropologia da noite parisiense”, in Revista Brasileira de Ciência Sociais, V. 20, nº 58, São Paulo, Junho 2005
RIO, João do. A alma encantadora das ruas, Companhia das Letras, 1997.
CONY, Carlos Heitor. “O carnaval da gripe”, in Folha de S. Paulo, 25/02/2001
BRITO, Nara de Azevedo. “La dansarina: a gripe espanhola e o cotidiano na cidade do Rio de Janeiro”, In Hist. cienc. saúde-Manguinhos [online], 1997, V. 4, n.1 (p.11–30)
DOS SANTOS, Ricardo Augusto. “O Carnaval, a peste e a ‘espanhola”, in História, Ciências, Saúde — Manguinhos, V. 13 (1) jan.-mar. Ano 2006 (p. 129–158)
SCHATZMAYR, Herman G. e CABRAL, Maulori Curié. “A virologia no Estado do Rio de Janeiro: Uma visão global”, FIOCRUZ, Ano 2012 (p. 57–62)
ARAÚJO, Hiram. Carnaval, Seis Milênios de História. Rio de Janeiro, GRYPHUS, Ano 2002
CAVALCANTI, Luciano Marcos Dias. O Carnaval na poética de Manuel Bandeira, in Darandina, Revista eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Letras/UFJF, V. 2, (1), 2010 “Pixinguinha/Sinhô: Dados artísticos”, in Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
GONÇALVES, Renata de Sá. Os Ranchos pedem passagem — O carnaval no Rio de Janeiro do começo do século XX, Dissertação submetida ao corpo docente do Programa de PósGraduação em Sociologia e Antropologia — PPGSA da Universidade Federal do Rio de Janeiro (p. 81–98)
VELLOSO, Mônica Pimenta. As tias baianas tomam conta do pedaço: Espaço e identidade cultural no Rio de Janeiro, in Estudos Históricos, Rio de Janeiro, V. 3, n. 6, 1990
DA SILVA, Thiago Rocha Ferreira. Eu quero é botar meu bloco na rua: a construção de uma cidadania da festa no carnaval de rua do Rio de Janeiro”, Tese de Doutorado em Geografia — UFRJ/IGEO/PPGG, 2013
Segundo o Jornal dos Sports (descrição sobre a música de Assis Valente): https://jornaldossportsusa.com/bd-news/1920-apesar-de-todos-os-sinais-o-mundo-nao-seacabou/

Ao vivo: lançamento da sinopse do enredo da Viradouro para o desfile de 2021

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Liesa e escolas de samba prestam homenagem para Farid Abrão David

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O ex-presidente da Beija-Flor e prefeito de Nilópolis, Farid Abrão David, faleceu na sexta-feira e recebeu homenagens da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) e das agremiações do Grupo Especial. Confira abaixo os textos das escolas para o ex-dirigente nilopolitano.

Liesa
“Consternada, a Diretoria da LIESA comunica, com profundo pesar, o falecimento de seu Sócio-Fundador e Benemérito Farid Abrão David. Farid, como era carinhosamente conhecido e respeitado, presidiu a Beija-Flor de Nilópolis, sagrando-se campeão inúmeras vezes pela Agremiação. A LIESA se junta à Família David, ao povo nilopolitano e à Nação Beija-Flor para que, em nossas preces, possamos elevar o pensamento pela alma do nosso estimado Farid”.

Grande Rio
“Em meio a tantas dores, aquela tão pungente: a da perda de um verdadeiro amigo. O Acadêmicos do Grande Rio, em nome do seu presidente Milton Perácio e dos seus Presidentes de Honra Jayder Soares, Leandro Soares e Helinho de Oliveira, expressa seu profundo pesar pelo falecimento, no dia de hoje, de Farid Abraão David. Mais do que um companheiro de jornada do mundo do samba, choramos pela saudade que deixará uma pessoa próxima de nossos corações. Pelo padrinho da nossa Ala das Baianas, rogamos a Deus que o receba em seus braços. À família Abraão David e a todo o povo nilopolitano, nos somamos humildemente ao enorme luto e tristeza, desejando que Ele nos conforte o coração”.

Imperatriz Leopoldinense
“A Imperatriz Leopoldinense, através da Presidente Catia Drumond e toda diretoria executiva, lamenta o falecimento, devido a complicações em decorrência da COVID-19, de Farid Abrão David. Farid, que tinha 76 anos, era prefeito de Nilópolis e foi presidente do G.R.E.S. Beija-Flor de Nilópolis, além de vice-presidente administrativo, vice-presidente jurídico da agremiação, fundador e sócio benemérito da LIESA. Ao longo de sua trajetória, foram muitas as contribuições para o Carnaval. Manifestamos nosso profundo respeito e desejamos força à toda família e à Escola, além de agradecermos o legado deixado”.

Estação Primeira de Mangueira
“A Estação Primeira de Mangueira vem manifestar à coirmã Beija Flor de Nilópolis, à Família Abraão David, à LIESA e à Família Nilopolitana seu profundo pesar pelo falecimento de Farid Abrão David, mais uma vítima da COVID 19 que infelizmente já ceifou uma enorme quantidade de vidas, entre elas, muitos amigos e amigas do mundo do samba.
Desejamos que seus familiares e amigos encontrem forças e sejam envolvidos por energias positivas, muita luz, paz e que lá do andar de cima Farid continue olhando por todos.
Pedimos que cada um, em sua crença e Fé, continue somando esforços para que logo os cientistas consigam encontrar a cura para esse mal”.

São Clemente
“Um amigo, um padrinho! A família clementiana lamenta profundamente o falecimento do querido Farid Abrão David. Nossos mais sinceros sentimentos aos amigos e familiares.
Descanse em paz”.

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Mocidade
“A Mocidade Independente de Padre Miguel lamenta profundamente o falecimento do eterno presidente da nossa madrinha e coirmã Beija-Flor de Nilópolis, o Sr. Farid Abraão David. Desejamos condolências aos amigos e familiares”.

Paraíso do Tuiuti
“Consternada, a diretoria do Paraíso do Tuiuti vem prestar toda solidariedade e apoio à família Abraão David neste momento de dor e tristeza. Em nome do presidente Renato Thor, o Tuiuti presta condolências aos familiares de Farid Abraão David, ex-presidente da coirmã Beija-Flor de Nilópolis, que nos deixou nesta sexta-feira (11). Deixamos aqui nossa homenagem e sinceros pesar por esta inestimável perda”.

Vila Isabel
“O presidente Fernando Fernandes, em nome da Unidos de Vila Isabel, lamenta o falecimento de Farid Abrão, prefeito de Nilópolis. Farid Abrão foi presidente da Beija Flor de Nilópolis por 18 anos. Desejamos conforto a familiares e amigos nesse momento de tamanha dor”.

Unidos da Tijuca
“A Unidos da Tijuca lamenta profundamente a partida de Farid Abrão, prefeito de Nilópolis e ex presidente da Beija-Flor de Nilópolis por complicações da Covid-19. Nossas condolências aos familiares, amigos e toda nação nilopolitana”.

Portela lamenta morte de Farid Abrão David
“O presidente Luis Carlos Magalhães, o vice-presidente Fábio Pavão e toda a diretoria do Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela lamentam profundamente o falecimento de Farid Abrão David, de 76 anos, prefeito da cidade de Nilópolis e ex-presidente da coirmã Beija-Flor. Nossos mais sinceros sentimentos aos familiares e amigos de Farid. Expressamos nossas condolências, também, a todos os membros da diretoria da Beija-Flor e componentes da agremiação. Farid, que estava internado desde o dia 30 de novembro no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, com Covid-19, teve morte cerebral confirmada nesta sexta-feira (11). Ele deixa esposa, três filhos e sete netos”.

Salgueiro
“O GRES ACADÊMICOS DO SALGUEIRO se solidariza com toda a família nilopolitana neste momento em que a tristeza toma conta de.todos por conta da perda irreparável de Farid Abrão, ex-presidente do GRES BEIJA FLOR DE NILÓPOLIS e prefeito da cidade. Em um dia de grandes perdas, reiteramos nosso pedidos de que todos se.preservem ao máximo e se unam em orações para que possamos, juntos, passar por mais este momento difícil”.