Início Site Página 1393

Marquinho deixa direção de carnaval da Imperatriz e Junior Schall ocupará o cargo

Schall Imperatriz

A Imperatriz anunciou na noite desta quinta-feira que o diretor de carnaval Marquinho Fernandes não permanecerá na agremiação para o próximo carnaval pra se dedicar a outros projetos. Pra o seu lugar foi contratado Júnior Schall.

Marquinho fez parte da equipe montada pela escola para lutar pela volta o Grupo Especial no Carnaval 2020. A escola foi campeã com nota máxima em todos os quesitos. Junior Schall já trabalhou com a carnavalesca Rosa Magalhães na Portela e na Vila Isabel.

Confira o comunicado oficial da Imperatriz

“A Imperatriz Leopoldinense, através da presidente Cátia Drumond, vem a público informar que, em comum acordo entre as partes, o Diretor de Carnaval Marco Aurélio Fernandes – O Marquinho, se afastará da função exercida no último carnaval para se dedicar a outros projetos.

Agradecemos imensamente ao profissional pelo empenho e pelo trabalho vitorioso apresentado no Carnaval 2020, resultado do esforço coletivo de todos os membros de nossa equipe e da cooperação entre os mais diversos setores da escola; e deixamos, desde já, as portas abertas e o carinho de sempre ao querido amigo.

Por aqui, seguiremos focados na preparação de um grande desfile em 2022, buscando a excelência que sempre caracterizou nossas apresentações, objetivando um grande resultado para nossa comunidade. E para que isso aconteça, o processo de idealização do próximo carnaval não pode parar.

Então, visando a continuidade de nosso projeto e a potencialização de nossos quesitos em todos os pontos de balizamento para obtenção das notas máximas, anunciamos a chegada de Junior Schall para o posto de Diretor de Carnaval.

Com passagens por diversas Escolas de Samba do Carnaval Carioca, o profissional chega para reforçar o time da Rainha de Ramos e reencontrar uma grande parceira de trabalho: a carnavalesca Rosa Magalhães, com quem Junior trabalhou na Portela e na passagem vitoriosa pela Unidos de Vila Isabel.

Seja bem-vindo à nossa família, Junior Schall!

Avante, Nação Leopoldinense!!!

Cátia Drumond
Presidente Executiva”

Jorge Perlingeiro agradece a Castanheira por transição e define metas emergenciais na Liesa

0

Liesa 18.03.21 04O novo presidente da Liesa, Jorge Perlingeiro, deu as primeiras declarações como novo presidente da entidade. Assim que seu nome foi referendado pelos presidentes do Grupo Especial, o novo comandante falou à imprensa sobre o período de transição com Jorge Castanheira e já traçou as metas emergenciais para os primeiros dias do novo mandato.

“Vamos deixar uma estrada bem pavimentada para que possamos passar por ela. Nossa diretoria é muito coesa, já temos reuniões na semana que vem. O Jorginho fez comigo uma transição muito legal. Temos alguns problemas: o contrato com a prefeitura, com a Globo, a questão da Cidade do Samba. Eu acho que o prefeito ao ser eleito deveria firmar um contrato de três anos com a Liesa, isso nos daria uma segurança maior”, opinou.

Liesa 18.03.21 01O presidente também comentou sobre o imbróglio envolvendo a Cidade do Samba. Perlingeiro declarou que um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) deve ser firmado entre a Prefeitura, o Corpo de Bombeiros e o Ministério Público pra que o equipamento seja liberado para as escolas.

“Vai ser assinado um TAC com a prefeitura e o Corpo de Bombeiros para que a Cidade do Samba volte a funcionar. Precisamos mexer ali, temos que voltar a fazer eventos quando for possível. Eu tenho algum know-how nessa área. Temos de falar de carnaval o ano inteiro e não só faltando um mês”, disse.

Liesa 18.03.21 05Perlingeiro declarou estar confiante na realização do carnaval em 2022, demonstrou confiança na campanha de vacinação e prevê 80 milhões de vacinados até o meio do ano no país. Ele defendeu ainda a lisura da Liesa enquanto entidade organizadora do carnaval.

“A Liga é uma entidade séria. As contas do Jorginho foram aprovadas com louvor. Estamos passando por um momento difícil. Precisamos estabelecer um contrato para o próximo carnaval o mais rápido possível. Não existe previsão de quando isso irá acabar. Chegou muita vacina. Até julho eu acredito entre 70 e 80 milhões de vacinados. Carnaval 2022 será um sucesso tremendo. Na hora que colocarmos venda de ingressos será uma loucura, o brasileiro não aguenta dois anos sem carnaval”, finalizou.

Só se for agora! Jorge Perlingeiro é eleito presidente da Liesa

0

O locutor e apresentador Jorge Perlingeiro, de 76 anos, foi eleito presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), nesta quinta-feira, para o triênio 2021-2024. Ele assume o lugar de Jorge Castanheira, que comandava desde 2007 os desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro.

A equipe inicial do novo presidente terá Júlio Guimarães como coordenador de jurados e Elmo José dos Santos permanece na direção de carnaval assim como Luis Carlos Magalhães está mantido como diretor cultural.

perlingeiro

Perlingeiro está na Liesa desde sua fundação em 1985. Ele ocupava o cargo de diretor social da Liga e apresenta a leitura das notas na quarta-feira de cinzas. Aliás, ele prometeu seguir na função.

Confira a configuração da nova diretoria da Liesa, eleita nesta quinta:

Presidente: Jorge Perlingeiro

Vice-Presidente: Hélio Motta

Tesoureiro: Pedro Macedo

Secretário: Moacyr Barreto

Diretor Jurídico: Fernando Leite

Diretor de Carnaval: Elmo José dos Santos

Diretor Comercial: Hélio Motta

Diretor de Marketing: Gabriel David

Diretor Cultural: Luis Carlos Magalhães

Coordenador de Jurados: Júlio Guimarães

Acompanhe agora: Liesa escolhe nova diretoria e projeta futuro do carnaval

0

São Clemente vai homenagear Milton Cunha com título de benemérito

O presidente da São Clemente, Renato Almeida Gomes, anunciou que no dia 25 de outubro, data que marca os 60 anos da escola, algumas personalidades clementianas serão homenageadas com o título de benemérito, entre elas, o carnavalesco Milton Cunha e os jornalistas Eugênio Leal e Alexandre Araujo.

milton
Milton Cunha assinou três carnavais da escola de Botafogo. Foto: Rafael Arantes

“Numa data tão marcante para a São Clemente, a ideia é homenagear pessoas que contribuíram para o crescimento da escola. Não é todo mundo que merece ser benemérito. É um reconhecimento em vida pelos serviços prestados à escola, que será lembrado para sempre”, disse o presidente.

Milton ficou emocionado e falou de seu envolvimento com a escola.

“A São Clemente é um pedaço da minha família. A gente passava o Natal lá com a Dona Marina. Sou muito amigo do Renato, do Roberto, da Regina e de toda família Almeida Gomes. Eu criei laços de afeto, temos histórias juntos. Lembro da entrada no terreno onde hoje é a quadra. Eu estava com eles, pulei o muro na invasão e caí num matagal! Muito me honra ser benemérito de uma escola que tem essa pegada zona sul: carioca, jocosa e animada”.

Milton também relembrou do enredo de 2004, um marco na sua carreira de carnavalesco.

“Depois de ter feito enredos sérios e culturais, eu queria me aventurar na coisa mais crítica e brincalhona. Eu achava que o enredo sobre o boi voador era a cara da São Clemente. O samba é um clássico. Seu Anísio pediu e o Renatinho me contratou. Eram tempos muito difíceis de dinheiro. Foi uma luta, um lindo desfile, mas acabamos descendo injustamente. Mais uma das muitas vezes em que a escola foi prejudicada”.

Renato também explicou como escolheu as personalidades.

“São pessoas que sempre divulgaram o nome da São Clemente na imprensa, se posicionaram a favor da escola e nunca se esconderam. Eles são apaixonados por essa agremiação”.

O presidente sonha com uma grande festa, mas fará um evento seguindo os protocolos de segurança.

“É claro que eu queria a quadra cheia para celebrar a data, mas só iremos realizar o evento com nossa gente vacinada. Se tudo der certo, faremos uma festa bonita, com orquestra e tudo”.

Liesa escolhe hoje novo presidente e termina o mandato de Jorge Castanheira

0

A noite desta quarta-feira será histórica na Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), no Centro do Rio de Janeiro. Os representantes das escolas do Grupo Especial, além de fundadores da Liga e grandes beneméritos vão escolher a diretoria para o próximo triênio. A eleição marca o fim do comando de Jorge Castanheira. O site CARNAVALESCO fará a cobertura pelo Twitter (https://twitter.com/scarnavalesco) a partir das 17h30.

A Liesa foi fundada em 1985 para modernizar o desfile das escolas de samba. Apesar de Castor de Andrade (in memorian), Luiz Pacheco Drumond (in memorian), Anísio Abrahão David, Capitão Guimarães, dentre outros terem perpetuado a influência nos bastidores da Liga, nenhum deles presidiu a instituição por um tempo maior que Jorge Luiz Castanheira.

Ele assumiu o seu primeiro mandato no ano de 1995 e permaneceu até 1997, quando deu lugar a Djalma Arruda. No triênio seguinte fez parte da chapa de Capitão Guimarães como vice e permaneceu neste posto até 2007. Querido por Guimarães, ele foi se perpetuando na presidência a partir de 2007, sempre com o apoio das escolas. Foram 18 anos ocupando o posto de presidente da Liesa.

Perfil de Jorge Castanheira: Conciliador e centralizador

Jorge Castanheira conferiu à Liesa algo que nenhum presidente anterior a ele havia conseguido: credibilidade perante a opinião pública. Os presidentes e patronos perderam muito apoio popular e da mídia após a prisão da cúpula em 1993. Para negociar contratos, atender a imprensa e definir os rumos do carnaval era preciso de uma figura competente e séria. O escolhido foi Jorge Castanheira. Ele transitava com desenvoltura no mundo empresarial e político, além de construir uma sólida relação com o Grupo Globo, o maior parceiro comercial da história do carnaval.

Mas, ao mesmo tempo em que conferia credibilidade de dentro para fora da Liesa, os presidentes se queixavam de sua personalidade centralizadora. Castanheira fazia questão de definir desde a definição do regulamento às mais simples tarefas administrativas dentro da Liesa.

castanheira liesa

A partir de sua gestão os resultados do carnaval se tornaram mais respeitados, embora sempre houvesse as tradicionais reclamações após as apurações. Mas sob sua batuta os títulos da Mocidade (1996) e Viradouro (1997) se deram sem maiores discussões quanto à credibilidade do resultado. Castanheira também começou a costurar uma sólida relação com a Globo. Em 1997 foi a penúltima vez que a TV Manchete transmitiu o carnaval e no ano seguinte, já sem Castanheira, a emissora carioca abriu falência depois do carnaval.

Boa relação com Maia e Paes

Jorge Castanheira foi reconduzido à presidência da Liesa em 2007. Respaldado pelos dirigentes foi reeleito três vezes, completando quatro mandatos seguidos. Nos primeiros anos desta segunda gestão, Castanheira fortaleceu os laços da Liesa com o poder público municipal. A Cidade do Samba já estava de pé e o dirigente demonstrou grande entrosamento com os prefeitos Cesar Maia e Eduardo Paes. Além disso, mantinha uma mútua relação de confiança com a Globo e se beneficiou do bom momento econômico do país conseguindo apoio financeiro de grandes empresas, como a Petrobras e também do Governo do Estado.

A relação entretanto começou a sofrer os primeiros desgastes na segunda metade da década de 2010. O carnaval não ficou imune à crise política e institucional que se abateu sobre o Brasil. A gestão de Marcelo Crivella com sua perseguição implacável ao carnaval afetou todas escolas de samba. Castanheira viu o apoio do poder público às escolas praticamente minguar.

Um grande racha na cúpula da entidade começou a dar seus primeiros sinais depois do desfile de 2014. A Beija-Flor de Nilópolis amargou um 7º lugar, pior colocação da escola desde 1992. A reação nos bastidores foi imediata: mudança radical no corpo de julgadores, uma clara demonstração da força de Anísio nos corredores da Liga.

Em 2016 nova polêmica que aumentaria as rachaduras internas. Um julgador de bateria não compareceu para os desfiles, alegando problemas pessoas. Após o resultado do carnaval, veio à tona que o julgador tinha a intenção de prejudicar algumas agremiações. Laíla (na época na Beija-Flor) e Fernando Horta (presidente da Unidos da Tijuca) trocaram farpas publicamente e a história foi parar nos tribunais.

Plenárias fervem, mesas viram e novos líderes políticos surgem

Em 2017, caótico para o carnaval, cheio de acidentes na pista (um deles que custou a vida da jornalista Liza Carioca), Castanheira não queria e defendeu a manutenção do resultado, mas não teve força para impedir que as escolas decidissem que não haveria rebaixamento naquele ano. Como se não bastasse tudo isso, a Liesa se viu em uma sinuca de bico causada por ela própria. Após a Portela romper o jejum de títulos de 33 anos, com a Mocidade alcançando o vice-campeonato (sua melhor colocação desde 1996), uma bomba viria à tona: um julgador de enredo deu um 9,9 para a Mocidade, alegando ausência de uma destaque que constava no roteiro de desfile. O provável 10 que a escola receberia consagraria ela campeã e não a Portela. A Estrela Guia conseguiu provar que havia entregue uma errata dentro do prazo estipulado em regulamento e entrou com recurso para também ser consagrada campeã. Embora o parecer jurídico da Liga impedisse a divisão de títulos, a “plenária soberana” decidiu dar à Mocidade sua sexta conquista. Castanheira sairia enfraquecido da disputa.

No ano seguinte, novamente uma escola com influência política dentro da Liesa usou seu poder para mudar o que estava estipulado em regulamento. Como não houve rebaixamento em 2017, para que voltassem a 12 escolas em 2019, duas cairiam em 2018. Graças a erros cometidos pela Grande Rio, a escola estourou o tempo máximo estipulado em regulamento e desfilou sem uma alegoria. Na apuração foi rebaixada junto com o Império Serrano. Mas os presidentes conseguiram virar a mesa, mantendo a própria tricolor caxiense e o Império Serrano na elite.

O estopim viria no ano seguinte. Desta vez foi a Imperatriz, de Luizinho Drumond, que seria rebaixada após um desastroso desfile. Com a “jurisprudência” de 2017 e 2018, uma nova plenária salvou novamente o Império Serrano e a Imperatriz e em 2020 seriam 15 escolas a desfilar. Mas dessa vez, usando o Ministério Público como aliado, Jorge Castanheira conseguiu reverter a decisão em nova plenária. Embora tenha sido uma vitória política sua, ele já sofria intensa pressão para se afastar da presidência.

A condução dos trabalhos de Castanheira dentro da Liesa já sofria muitas críticas e desde 2017 uma importante voz opositora começou a ganhar destaque dentro da entidade: Gabriel David, filho de Anísio. Inteligente, bem articulado e cheio de argumentos, Gabriel deu inúmeras declarações contra a gestão de Castanheira, principalmente, no que tange ao marketing da Liga, inexistente segundo o emergente dirigente da Beija-Flor. A gestão de Castanheira na pandemia, aumentou a insatisfação dos dirigentes. Por opção dele e com o aval do Conselho Superior da Liesa, Castanheira decidiu não disputar mais uma eleição. Após quase 25 anos dentro da entidade, Jorge Castanheira finalmente deixa a cena para o seu sucessor, Jorge Perlingeiro, que comanda há quase 30 anos a apuração dos desfiles das escolas de sambas.

Raphael e Dandara são o novo primeiro casal do Paraíso do Tuiuti

0

O Paraíso do Tuiuti acertou a contratação do novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola: Raphael Rodrigues e Dandara Ventapane. Os experientes e consagrados profissionais vão defender pela primeira vez o pavilhão azul e amarelo da agremiação de São Cristóvão – será também a estreia da dupla juntos.

“Esse encontro com a Dandara era esperado há muito tempo. Muita gente já falava comigo sobre a possibilidade de dançar com ela. Nossos estilos de dança são parecidos, casando vigor com a dança clássica de um casal de mestre-sala e porta-bandeira. Então, estamos muito felizes por dançar juntos e agora no Tuiuti. Vamos honrar a história desse pavilhão”, declarou o mestre-sala.

Raphael Rodrigues é um dos mais consagrados dançarinos do Carnaval. Com passagens por escolas como Vila Isabel, Viradouro, Mocidade e Mangueira, ele é detentor de inúmeras premiações: Estandarte de Ouro, Tamborim de Ouro, Estrelas do Carnaval, Tupi Carnaval Total, entre outros.

Já Dandara Ventapane atua como porta-bandeira há nove anos, sendo seis como primeira porta-bandeira. A bailarina passou pela Vila Isabel e União da Ilha do Governador. Desde que estreou no cargo, Dandara vem colecionando anualmente renomados prêmios, como SRZD, Samba-net e Estrelas do Carnaval.

“Aceitamos esse convite do Tuiuti por também ser uma escola oriunda de comunidade, do Morro do Tuiuti. Vamos dar nosso sangue pela escola. Começamos a ensaiar seguindo todos os protocolos contra o coronavírus e o público pode esperar um casal muito bem entrosado”, garantiu Dandara.

Os dois serão apresentados em breve para a comunidade.

Dandara não é mais porta-bandeira da União da Ilha

0

Após o mestre-sala Raphael Rodrigues anunciar sua saída da União da Ilha foi a vez da porta-bandeira Dandara Ventapane seguir o mesmo caminho. Aliás, o rumo da dupla deve ser o Paraíso do Tuiuti, que dispensou Marlon e Danielle nesta semana.

dandara ilha

Veja o texto de despedida de Dandara:

“Hoje encerro um lindo ciclo. Foram quatro (4) carnavais de troca, entrega, momentos difíceis mas principalmente de momentos lindos. A @uniaodailha apostou numa porta-bandeira em início de carreira e fez com que me torna-se uma insulana apaixonada. Nada apagará tudo que vivi juntamente com a escola e que faço questão de exalta-la como a grande agremiação que és. Agradeço demais todo o carinho que recebi da comunidade, de cada seguimento e diretoria. Sei que criamos uma história e por onde for levarei a União em meu coração. Mas o momento é de partida, para alçar novos vôos e novamente sair do ninho. Obrigada União da Ilha por todos os momentos e tenha certeza que “Azul, vermelho e branco São as cores da minha escola querida.”

http://site.carnavalesco.com.br/mestre-sala-raphael-nao-esta-mais-na-uniao-da-ilha/

Mestre-sala Raphael não está mais na União da Ilha

0

Contratado pela União da Ilha para o próximo carnaval, o mestre-sala Raphael Rodrigues anunciou na manhã desta quarta-feira que não segue na agremiação. Veja o post feito por ele sobre a saída:

raphael

“Ilha, durou pouco a nossa história. O momento de exceção que o mundo vive me impediu de sentir o calor da tua gente me impulsionando ao riscado mais célebre que essa bandeira merece, mas não tirou a honra imensa de poder fazer parte da tua história, mesmo que por um curto período. Adélia Prado deixou uma frase que exprime e resume bem o sentimento: “o que a memória ama, fica eterno”. Nosso encontro já é eterno. E eu amei. Muito obrigado, União da Ilha!!!! OBRIGADO POR CARIMBAR ESSE BRASÃO EM MEU PEITO…”.

Cláudio Vieira: ‘Presidente manda quebrar o carro’

0

A chuva que caía na abertura do espetáculo não trouxe problemas apenas para o primeiro casal da Unidos da Ponte, no Carnaval de 1993. Provocou também a quebra de uma alegoria a caminho do Sambódromo e outras duas já na concentração da Presidente Vargas.

A apresentação do enredo “A Face do Disfarce”, que contava a história das máscaras através dos tempos, ficou bastante prejudicada. Para não sofrer penalidade extra por desfilar com número de alegorias inferior ao exigido pelo regulamento, o presidente Tessier tomou uma atitude inusitada logo nos primeiros metros da pista.

16mar ponte2

Pediu que os empurradores dividissem um carro ao meio bem em frente ao primeiro módulo de julgamento. Em seguida, mostrava aos julgadores que, agora, ali havia duas alegorias e não apenas uma, como dava a entender e constava do livro Abre-Alas.

Quem não entendeu nada foram os empurradores, ao verem o presidente mandar quebrar as únicas alegorias que sobraram do aguaceiro.

– O cara pirou…