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Rainha de bateria da Em Cima da Hora recebe vacina contra a Covid-19

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Na contagem regressiva para sua estreia à frente da bateria Sintonia de Cavalcante, Tania Daley tem mais motivos para aumentar a ansiedade. A professora de dança e campeã internacional de salsa, está imunizada contra a Covid-19, após tomar a vacina em Louisianna, nos Estados Unidos, onde mora e dá aulas.

“Estava esperando este momento desde que começaram os testes da vacina e sequer tenho como mensurar a sensação que estou tendo. Desde o início do ano vinha contando os dias para que este dia chegasse, pois todos passamos momentos muito difíceis. Fiquei com meu estúdio fechado muito tempo, vi muitos negócios fechando, mas sempre acreditei que tudo isto passaria. Agora, o que mais quero é que todos tenham logo acesso à vacina”, diz a rainha de bateria da Em Cima da Hora.

Acompanhando as notícias do Brasil, Tania está otimista e torce para que a vacinação ocorra cada vez mais rápido no país.

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“Eu leio as notícias e fico aqui torcendo muito para que, até o meio do ano , a gente já comece a ter perspectivas de abertura dos negócios e que a rotina vá se normalizando e, não somente o carnaval, mas todos os setores de eventos e entretenimento voltem a funcionar. Na verdade, eu acredito que tudo irá servir para que o carnaval brasileiro seja ainda mais valorizado com seus profissionais”, diz a majestade.

Cláudio Vieira: ‘O Olimpo é Verde e Rosa’

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Foi uma tarde gostosa, a daquele sábado em que o Politheama, time de futebol soçaite do Chico Buarque, foi à Vila Olímpica da Estação Primeira enfrentar os veteranos da Verde e Rosa.

Enquanto a bola rolava, com o time da casa justificando o seu amplo favoritismo, o papo também rolava do lado de fora. E, para variar, o assunto era samba.

Dois amigos discutiam a colocação da Mangueira no último Carnaval (1997), quando apresentou “O Olimpo é verde e rosa”, enredo de Oswaldo Jardim, ficando em terceiro lugar.

– A verdade, compadre, é que fizemos um grande desfile. Merecíamos uma colocação melhor.

O outro parecia não estar disposto a chorar o leite derramado:

– Será? – não podia ser mais lacônico.

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Mas o torcedor apaixonado estava convicto nas suas opiniões:

– Meu compadre, só duas palavras explicam a nossa colocação.

E o outro, curioso:

– Quais?

O torcedor apaixonado foi enfático:

– A-zar!

Tucuruvi realiza Páscoa Solidária e faz a alegria de 500 crianças em três ONGs

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Todos os anos a escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, do Grupo Especial do carnaval de São Paulo, realiza a Festa da Páscoa Solidária, onde recebe em sua quadra social, crianças da comunidade, as quais passam uma tarde de muito lazer, com várias recreações e ainda todas ganham um ovo de páscoa.

Porém este ano, devido a pandemia e tomando as devidas precauções contra o Covid-19, o evento teve que ser diferenciado e ao invés das crianças virem até a quadra, as responsáveis pelo Departamento Social da agremiação, realizaram a alegria de cerca de 500 crianças, onde elas foram pessoalmente realizar as doações de kits de Páscoa em três Instituições diferentes, situadas na Zona Norte da capital paulistana, sendo elas: PIVI – Projeto Incentivo a Vida, Abrigo Sol e Vida e na Associação Sempre Zaki Narchi.

A ação contou com a parceria da RHC Multimarcas, Chocolates Itália, Scout Experts e os Harmonias do Zaca.

Abrigo Sol e Vida

“Foi muito prazeroso poder contar com a sinergia e alegria de todos, onde mais um ano, mesmo com todas as dificuldades pelas quais estamos passando, foi possível cumprirmos o nosso dever social. A Páscoa é dizer sim ao amor e à vida; é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor, é vivenciar a solidariedade, é ser Tucuruvi!”, afirmou Daniella Marques, diretora do Departamento Social da Tucuruvi.

Elmo José dos Santos segue na direção de carnaval da Liesa e diz: ‘A juventude na Liga traz garotos cheios de ideias e o marketing’

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A Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) passou por mudanças em março. Terminou a gestão de Jorge Castanheira e começou o comando de Jorge Perlingeiro. Uma pessoa, fundamental na relação com todas escolas de samba, seguiu na nova diretoria. Elmo José dos Santos, ex-presidente da Estação Primeira de Mangueira, continua como diretor de carnaval da Liesa. Ao site CARNAVALESCO, ele abordou o momento da Liga, o que vem pela frente no carnaval e falou também sobre o processo para escolha dos sambas-enredo de um carnaval que está previsto para fevereiro de 2022, mas que depende do avanço da vacinação no país. Veja abaixo o papo na íntegra.

Troca na direção da Liesa

“É um momento de transição, mas de forma tranquila. O Jorginho (Castanheira) recebeu uma das maiores homenagens que o Capitão Guimarães fez em uma plenária. Foram mais de 37 anos de serviços prestados. Os presidentes aplaudiram de pé. Ele deu um até logo. Eu trabalho com o Perlingeiro na coordenação do carnaval há mais de 20 anos e nos falamos pelo olhar. Agora, a gente terá a experiência com a juventude. Vamos olhar para floresta para florescer. Acredito que com essa junção vamos fazer o maior espetáculo de todos os tempos. O Perlingeiro tem várias ideias para Liga”.

Transição

“Tivemos várias reuniões e o Jorginho passou todos os detalhes do funcionamento da Liga. É um cara muito organizado. Ele vai estar sempre balizando, como grande benemérito da Liga, não deixando nunca a gente na mão. Isso só vai nos fortalecer”.

Entrada dos jovens na Liesa

“A juventude na Liga traz garotos cheios de ideias e o marketing. Isso é importante. Precisamos disso para o carnaval crescer cada vez mais. Sempre com o balizamento do Conselho Superior da Liga. A gente não tinha o marketing na Liga e agora vamos ter. A gente tem a experiência e o jovem tem a força. Estamos juntando a fome com a vontade de comer”.

Legado

“Tenho a sensação de felicidade ao saber que o trabalho deu continuidade. Alguém plantou e durante essa plantação, após a árvore florescer, tem horas que as pernas não ajudam mais. Aí vem a mudança natural. A juventude chega e a mudança é natural. Quando em uma escola de samba você chega ao posto de baluarte é como ser um general de cinco estrelas. Tenho um orgulho muito grande em contar para os meus netos que um dia eu participei e ajudei a semear o maior espetáculo da terra”.

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Lives para escolhas dos sambas

“Na verdade, nós demos entrada na secretaria estadual de Cultura, pela Lei Aldir Blanc, mas só quatro escolas foram contempladas (Viradouro, Mocidade, Grande Rio e Beija-Flor). Através do deputado Chiquinho da Mangueira conversamos com a secretária Danielle Barros e com o governador Cláudio Castro. Conseguimos completar todas escolas que estavam faltando com o Fundo Estadual de Cultura. O edital deve sair no próximos dias para o dinheiro cair na conta ainda em abril. Já estamos pensando em como vamos fazer essas lives para escolhermos os sambas-enredo, que é contrapartida desse dinheiro carimbado pelo governo. A transmissão pelo Globoplay não está descartada. O presidente Perlingeiro está em contato com a Globo para reacender isso e depois da transição conversamos mais. A TV Globo sempre foi nossa grande parceira. Se juntarmos todas as forças é melhor para o samba. É nesse momento que os parceiros precisam estar de braços dados, lado a lado, ombro a ombro”.

Desinterdição da Cidade do Samba

“Já tivemos uma reunião com o prefeito Eduardo Paes, a secretaria de Infraestrutura, e o comandante do Corpo de Bombeiros. Vamos fazer um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para sanar esse problema, estar dentro da legislação e desinterditarmos a Cidade do Samba”.

Escolha os 10 desfiles da década do Carnaval de São Paulo

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A equipe do site CARNAVALESCO listou desfiles históricos do carnaval de São Paulo na última década (2011-2020). Apenas desfiles exibidos no Grupo Especial paulistano entraram na disputa. Agora, o voto é seu. Escolha o seu preferido e nos ajude a formar a lista dos 10 melhores. A votação vai até o dia 11 de abril.

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No dia 12 de abril, vamos divulgar a lista dos dez escolhidos. A partir daí, a equipe do site e convidados vão assistir os selecionados e sairá um ranking final.

A Mancha Verde (2012, 2018, 2019 e 2020) e a Mocidade Alegre (2012, 2014, 2016 e 2020) receberam quatro indicações. Vai-Vai (2011, 2015, 2017), Águia de Ouro (2013, 2014, 2020), Tatuapé (2014, 2017 e 2018), Dragões da Real (2017, 2018 e 2019) ficaram com três indicações. Rosas de Ouro (2013 e 2014) teve dois desfiles. X-9 Paulistana (2019), Tucuruvi (2011), Pérola Negra (2011), Tom Maior (2018), Gaviões da Fiel (2019), Vila Maria (2017), Colorado do Brás (2019) e Império de Casa Verde (2016) receberam uma indicação. Vote abaixo.

Cláudio Vieira: ‘Elefantes enfurecidos’

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Num desfile de Sábado das Campeãs, dois rapazes que desfilavam sobre gigantescos elefantes, que decoravam a traseira de uma alegoria da Imperatriz Leopoldinense, exageraram na cerveja. E foi justamente no meio do desfile que um deles teve vontade de ir ao banheiro. Sentiu a bexiga apertar, apertar, apertar… Mas, em vez de descer para ir ao
banheiro, decidiu se aliviar ali mesmo. Virou para trás e urinou… em cima dos empurradores!

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A turma da força acusou o golpe, mas continuou empurrando o carro. Já na Apoteose, porém, deu-se a vingança: um dos empurradores retirou o pino que prendia os elefantes. E os dois sujeitos acabaram entrando para os anais da Avenida, como os primeiros a terem que pular do alto de elefantes sem freios!

Pareciam os que Alexandre e Aníbal, na Antiguidade, enchiam de vinho para massacrarem os inimigos.

O amor está no ar! Viradouro 1998 vence o 1º Campeonato dos Desfiles Campeões da Memória do site CARNAVALESCO

O amor está no ar e conquistou nossos corações. O desfile da Unidos do Viradouro de 1998 venceu o 1º Campeonato dos Desfiles Campeões da Memória, em final realizada na noite deste domingo, ao bater por 4 votos a 3 o desfile da Estação Primeira de Mangueira de 2003.

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A escola de Niterói recebeu votos de Samir Trindade, Leonardo Bessa e venceu pelo Instagram e Twitter. A Verde e Rosa levou votos de Eduardo Fonseca, Guilherme Ayupp e pelos votos do público no site CARNAVALESCO.

Como surgiu a ideia do campeonato:

Com o avanço da pandemia em todo o país e com as medidas restritivas das prefeituras do Rio de Janeiro e de Niterói, criamos uma opção de entretenimento para o período. O público votou e escolhemos 16 desfiles. Só puderam entrar na votação os desfiles do período do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, ou seja, de 1984 até 2020. Um por escola do Grupo Especial e mais quatro desfiles que passaram pelo Acesso A na Sapucaí (excluindo quem está competindo pelo Especial).

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Para chegar na final, o desfile da Mangueira 2003 superou o Salgueiro 2012 (nas oitavas), Vila Isabel 1987 (nas quartas) e Unidos da Tijuca 2005 (na semifinal). A Viradouro 1998 fez a seguinte caminhada: Grande Rio 2010 (nas oitavas), depois passou pela Beija-Flor 1999 (nas quartas) e o Cubango 2019 (na semifinal). Na fase de oitavas de final foram julgados os quesitos samba-enredo, desenvolvimento do enredo, comissão de frente e conjunto harmônico. Notas de 9 a 10 (fraccionadas no décimo). Participaram do júri: Alberto João, Cláudio Vieira, Eduardo Fonseca, Leonardo Antan, Leonardo Bessa, Gustavinho Oliveira, Thiago Monteiro, Guilherme Ayupp, Samir Trindade e Junior Escafura.

Dream Team da Viradouro em 1998

Em 1998, a Viradouro pisou na Avenida para tentar o bicampeonato consecutivo. Joãosinho Trinta apostou no enredo “Orfeu, o Negro do Carnaval”. A escola foi a quarta a desfilar. Terminou no quinto lugar com 262 pontos.

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Além de João 30, participaram do desfile histórico o intérprete Dominguinhos do Estácio, mestre Jorjão, Guilherme Nóbrega (direção de harmonia), Jussara Padua (coreógrafa da comissão de frente) e Andrezinho e Patrícia (casal de mestre-sala e porta-bandeira). O samba-enredo foi assinado por Gilberto Gomes, Mocotó, Gustavo, P.C. Portugal, Dadinho.

Leia abaixo a defesa feita por Joãosinho Trinta para o enredo da Viradouro:

“No alto do morro, pertinho do céu e das estrelas, ORFEU – O NEGRO DO CARNAVAL, era o Deus da Música. Fazia o sol aparecer com os acordes maravilhosos de seu violão. A natureza emudecia quando cantava seus sambas. Todas as mulheres amavam Orfeu. Todos os homens admiravam seu talento. Mas seu único amor e musa inspiradora era a bela e meiga Eurídice. Orfeu foi o vencedor do samba enredo da Escola de Samba do Morro. O tema era a ‘História do Carnaval”. Origem. Entrudo, Ranchos, Grandes Sociedades, Bailes, Blocos, Corsos e as Escolas de Samba, todos com temas mitológicos. A Escola estava uma beleza. Mas no dia do desfile, acontece uma tragédia. Uma bala perdida atinge Eurídice que desaparece no abismo. Orfeu desesperado procura sua amada. Desce a encosta do morro. Ao Olhar para trás, perde o equilíbrio e não encontra a sua Eurídice. Parecia que estava nos infernos. Enquanto isso a Escola é aplaudida pela multidão na Avenida e volta triunfante para o morro. O Bloco das Bacantes encontra Orfeu, que tendo perdido Eurídice, despreza todas as outras mulheres. Revoltadas, as Bacantes empurram Orfeu do alto do morro. Seu corpo se despedaça. Sua cabeça e seu violão são levados pelo Rio de Janeiro. Sai o resultado. A Escola do Morro é vencedora. E no desfile das campeãs, ela retorna com todo a vibração da bateria, a beleza do samba, a poesia das baianas e a empolgação de toda a Escola. Cantando e dançando a Vitória, fazem da alegria a louvação e glorificação de ORFEU – O NEGRO DO CARNAVAL”.

Mangueira 2003 x Viradouro 1998 decidem agora o 1º Campeonato dos Desfiles Campeões da Memória

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Vote para ganhar: Mangueira 2003 ou Viradouro 1998?

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Chegou o dia da grande final! Neste domingo, a partir das 19h, na página do CARNAVALESCO no Facebook (curta aqui nossa página) e no nosso canal no YouTube (se inscreva aqui em nosso canal) acontece a decisão do 1º campeonato Desfiles Campeões da Memória entre Mangueira 2003 e Viradouro 1998. Você pode votar abaixo e também em nosso storie no Instagram e no nosso Twitter.

Os desfiles desfiles finalistas vão ser exibidos na noite deste domingo. A partir de agora, o público já poderá votar em nossa página no Instagram, no Twitter e pelo site. Quem vencer em cada uma das plataformas leva um ponto. Além disso, os julgadores convidados pelo site vão avaliar os vencedores e cada voto será computado. O resultado será dado ainda na noite do domingo de Páscoa.

Para chegar na final, o desfile da Mangueira 2003 superou o Salgueiro 2012 (nas oitavas), Vila Isabel 1987 (nas quartas) e Unidos da Tijuca 2005 (na semifinal). A Viradouro 1998 fez a seguinte caminhada: Grande Rio 2010 (nas oitavas), depois passou pela Beija-Flor 1999 (nas quartas) e o Cubango 2019 (na semifinal).

Na fase de oitavas de final foram julgados os quesitos samba-enredo, desenvolvimento do enredo, comissão de frente e conjunto harmônico. Notas de 9 a 10 (fraccionadas no décimo). Participaram do júri: Alberto João, Cláudio Vieira, Eduardo Fonseca, Leonardo Bessa, Gustavinho Oliveira, Thiago Monteiro, Guilherme Ayupp, Samir Trindade e Junior Escafura.

O público escolheu pelo site, Facebook e Instagram os desfiles classificados nas quartas de final. As duas vagas para decisão foram decididas pelo Instagram.

Como surgiu a ideia do campeonato:

Com o avanço da pandemia em todo o país e com as medidas restritivas das prefeituras do Rio de Janeiro e de Niterói, criamos uma opção de entretenimento para o período. O público votou e escolhemos 16 desfiles. Só puderam entrar na votação os desfiles do período do Sambódromo da Marquês de Sapucaí, ou seja, de 1984 até 2020. Um por escola do Grupo Especial e mais quatro desfiles que passaram pelo Acesso A na Sapucaí (excluindo quem está competindo pelo Especial).

Microbiologista diz que Brasil não terá Carnaval em 2022 se continuar com vacinação lenta e sem isolamento social

O microbiologista Atila Iamarino, uma das principais referências da ciência no país, defende o isolamento social, inclusive, com lockdown em situações sérias, o uso de máscara e a ampliação rápida da vacinação no Brasil. Segundo ele, sem essas ações, a pandemia pode durar anos por aqui. Ao falar sobre o Carnaval de 2022, ele fez um alerta para todos.

“Sem essas medidas, sem o distanciamento, sem essas outras coisas, se prepara porque isso não vai passar. Não tem Carnaval de 2022. E não sou que estou falando, estou constatando o que está acontecendo. A gente está com o braço quebrado e se a gente não parar para deixar esse braço regenerar, ele vai continuar doendo, você vai continuar sem poder usar esse braço e vai continuar com ele machucado. A gente tem que colocar o gesso, deixar aquilo parado, deixar cicatrizar, curar e depois voltar a usar bem. O Brasil não está deixando a ferida da Covid-19 cicatrizar”, afirmou.

Atila Iamarino, na live ‘Ainda vai demorar’, defendeu que os negócios que dependem de aglomeração busquem novos ambientes e readequação do serviço oferecido.

“Se você tem comércio, se você depende de aglomeração de pessoas, se você precisa de um ambiente que as pessoas precisam se juntar para trabalhar, se prepara para uma longa jornada. Pense em readequar o seu espaço, pense em fazer mesa de alimentação em área externa, pense em abrir janelas no seu ambiente para deixar o ar circular, porque esse vírus não vai embora. E o Brasil está garantindo isso aqui. Saiba que esse é um problema longo e vai demandar uma ação longa, inclusive por falta de ação de agora”.

Veja abaixo o vídeo: