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Império Serrano apresenta enredo e equipe para 2023 em feijoada

O próximo sábado será marcante para o Império Serrano. De volta ao Grupo Especial, o Reizinho de Madureira realiza a Feijoada Vitória, comemorando o título da Série Ouro, apresentando o enredo e os novos contratados para 2023. Os portões da quadra serão abertos às 13h, num dia que terá ainda shows do cantor Arlindinho, da Grande Rio, campeã da elite do carnaval carioca neste ano, e muito mais.

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Foto: Emerson Pereira/Divulgação Império Serrano

O Grupo Senzala abre a Feijoada da Vitória, com participações de Luiz Camilo e Andréa Caffé. Depois, Arlindinho assume o palco até a apresentação oficial dos reforços e o enredo para o próximo carnaval. O Império Serrano e a Grande Rio encerram a festa cantando seus sambas inesquecíveis.

Até as 15h30, pessoas com as camisas do Reizinho de Madureira e da Tricolor de Duque de Caxias entram de graças. Após esse horário, será cobrado ingresso com preço único de R$ 20,00. Reservas para mesas devem ser feitas na secretaria da escola, de segunda a sexta, das 10h às 17h, ou através do WhatsApp (21) 99677-4665.

Serviço
Feijoada Imperial
Data: 18 de junho
Horário de início: 13h
Atrações: Grupo Senzala, Luiz Camilo, Andréa Caffé, Arlindinho, Império Serrano e Grande Rio
Valor do ingresso: R$ 20,00 (sem feijoada incluída)
Mesas: R$ 50,00 (sem feijoada incluída)
Feijoada: R$ 25,00
Entrada gratuita para pessoas com camisas do Império Serrano e da Grande Rio até 15h30
Endereço: Av. Ministro Edgard Romero, nº 114 – Madureira, Rio de Janeiro.

Salgueiro abre o calendário de eventos com shows de Arlindinho e do grupo Galocantô

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O caldeirão salgueirense volta a ferver neste fim de semana com a realização da Feijoada do Salgueiro. O evento será o primeiro da temporada do pré-carnaval 2023, ano em que a escola completa 70 anos.

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Foto: Ewerton Pereira/Divulgação Salgueiro

A partir das 13h, a vermelha e branca recebe o público com muito samba. Abrindo as apresentações da tarde, o grupo Bom Astral embala os sambistas que poderão aproveitar ainda, os shows do cantor Arlindinho e do grupo Galocantô. O encerramento ficará por conta da Bateria Furiosa para matar a saudade do carnaval e dos sambas que marcaram a história vitoriosa da Academia do Samba.

Os ingressos já estão sendo vendidos através do Guicheweb, ou na quadra da escola com valor a partir de R$ 50 (pista), das 10h às 17h . Todas as modalidades de ingresso já incluem o prato da feijoada. Para mais informações sobre o evento, reserva de mesas e camarotes o telefone é (21) 2238 9226 ou (21) 3172 0518. Bem localizada, a quadra do Salgueiro fica na Rua Silva Teles, 104 – Andaraí. A classificação do evento é livre.

Serviço: Feijoada do Salgueiro edição de junho
Data: 19 de junho, domingo
Horário: a partir das 13h
Atrações: Grupo Bom Astral, Arlindinho e Galocantô. Encerramento com Bateria Furiosa e elenco show do Salgueiro
Valores: R$50 (pista); mesa com 04 lugares R$240; jirau R$70; camarote a partir de R$700 (10 lugares). Todas as modalidades já incluem o prato de feijoada
Classificação: livre
Informações: (21) 2238 9226 ou (21) 3172 0518
Vendas: https://www.guicheweb.com.br/feijoada-do-salgueiro_17004 ou diretamente na quadra da escola , das 10h às 17h
Local: quadra do Salgueiro (Rua Silva Teles, 104 – Andaraí)

Duupla de carnavalescos será responsável pelo desfile da Unidos de Padre Miguel

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A Unidos de Padre Miguel acertou a contratação do carnavalesco Wagner Gonçalves. O artista chega para fazer dupla com Edson Pereira na concepção do projeto do Boi Vermelho para 2023.

Artista plástico, cenógrafo e figurinista, o experiente carnavalesco já teve passagens por Estácio de Sá, Mangueira, Renascer de Jacarepaguá, Inocentes de Belford Roxo, Cubango, Porto da Pedra entre outras.

“Estou muito lisonjeado em poder participar do projeto de carnaval da Unidos de Padre Miguel. Recebi o convite da direção da escola através do Edson Pereira e tenho certeza de que faremos um trabalho incrível. Estou muito animado com esse novo desafio. A Unidos é uma escola muito aguardada por todos pelo espetáculo que apresenta e tenham certeza de que o próximo desfile será ainda mais incrível”, afirmou Wagner.

A dupla de carnavalesco do Boi Vermelho já está trabalhando no enredo da agremiação para 2023.

Império Serrano: tradição, torcida e gestão com vontade

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Sinopse do enredo da Mangueira para o Carnaval 2023

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Enredo: “AS ÁFRICAS QUE A BAHIA CANTA”

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Sinopse

Quando o verde se derrama em rosa pela avenida, o céu se agita, o morro mostra seu samba como Ilú a repicar. Os ventos se assanham no girar da mãe, conduzindo os filhos de Mangueira a desfilar. Por nós, Oyá! Por nós, Oyá!

Ela que veio de longe. Ela que veio do vento, guerreando contra todo sofrimento, de quem um dia foi obrigado a traçar um novo destino além-mar. Bantu, Haussá, Gegê, Iorubá…tantas Áfricas que na Bahia vieram a aportar.

​Na alma, carregaram a bagagem de seus ancestrais; no corpo estamparam a riqueza de seus rituais. No ecoar de suas vozes, fizeram-se mais fortes, nos “batuques” e seus toques adornavam outros nortes. Na terra de todos os santos, tantas Áfricas se recriaram pelo encanto de seus cortejos, pelas histórias de seus cantos. Como bandeira de luta, como conquista das ruas, por liberdade em ser, por respeito às suas. Tudo isso através dos dias onde a Bahia é mais Bahia e ser preto é sinônimo de alegria.

​Hoje, mais uma vez, iaiá mandou ir à Bahia, em tempos em que a Lei Áurea tão sonhada não havia sido assinada, mesmo que a liberdade, posteriormente, ainda fosse ilusão. Negros iam as ruas em dia de folia, desafiando toda perseguição, entoando cantares nativos, contando a saga daqueles que, infelizmente, sucumbiram pela escravidão.

Faziam festa para a sua preta rainha em forma de cucumbis, trazendo, a frente, um cortejo de rotins, afugentando todo mal que pudesse estar por ali. O arauto negro anunciava a chegada da procissão, cavalarias faziam guarda e “barbeiros” davam o ritmo com xequerês, caxambus e a marcação. Fogos dos bengalas explodiam no céu, quando, de repente, o filho da rainha morria em meio a exibição. Ela ordena ao um feiticeiro que seu filho reviva. Na sua dança mágica, o menino ganha vida, ela lhe entrega tesouros em missangas para que o cortejo prossiga, o sagrado demonstra seu poder e a corte se unifica.

​O “charme” da liberdade no papel, posteriormente, se garantia, porém a negritude estava longe de alcançar direitos e cidadania. Pelas ruas de Salvador se viam ex-cativos marginalizados, perseguidos até pela forma em que se vestiam. Era proibido “ser” africano na Bahia, mas, em dias de folia, a fantasia era ousada, com muita sabedoria se esquivavam da chibata da polícia que insistia em esquecer em que tempo estava. Seguindo a tradição preta de cortejos, se organizaram em Clubes Negros, a disputar as ruas com a burguesia, em forma de arte, protestavam contra os açoites e a serventia. As “Embaixadas” africanas impressionavam pelo luxo e incomodavam até que um dia foram vetadas…

​Mesmo perseguidos, os préstitos viraram formas de sobrevivência e luta por liberdade. Atraia-se, daquela forma, os olhares da imprensa e da comunidade e, na ótica do opressor, uma ignorante sensação de “civilidade”, ao acharem possível, desta maneira, controlar a força negra da baianidade. Mas nada era mais intenso que a união do gueto, a rua e a fé, andando a pé pela cidade. Do terreiro do Engenho Velho, o céu dos orixás intervia ao unir a arte, a religiosidade e a fantasia, levando os livres toques de ijexá pelas ladeiras e avenidas. Preparava-se o padê para que Exu mensageiro fosse ligeiro abrir os caminhos para passar o Afoxé. Nessa cidade em que todo mundo é d’ Oxum, nas ruas rodam candomblés, conduzidos e protegidos pela Yalotim, onde o santo é representado, esculpido pelo talhar do Iroko. A África, desta vez, se recria pelas mãos do sagrado.

​A dor que pariu Salvador, pariu seu carnaval e promoveu a explosão de grupos pretos que tomaram conta dessas vias de clave e Sol com alegria, pois ela é a revolução. A realidade dura dos guetos virava letra de canções, incorporando e renovando a herança rítmica das negras procissões. Corpos e corpas se tornaram protesto, estampando seu manifesto no vestir e no dançar. Os blocos afros reconstruíram a identidade de um povo, que passa a ter ainda mais orgulho de sair na folia a cantar, de fazer a terra tremer, pois o vulcão da Bahia é tambor de Ilê Aiyê. É pulsação de Muzenza, de Olodum e Badauê. É o Didá e dança de Malê Debalê. São as mais belas das belas deusas do ébano girando e reinando pela avenida, ao toque da batida que vira sinônimo da própria vida. Se adornam no laço afro que amarra o legado de seus ancestrais, dando cor, energia e vigor aos carnavais. Que bloco é esse, negão?

​Salvador se agita no negro toque do agogô, nas quebradas com a pele pintada, nas estampas de faraós, na pipoca do trio, nos tambores do Pelô. Na mistura do Timbalada, dos sambas de roda, reggae e tantos sons que dão o tom à baianidade Nagô. Nas vozes das pérolas negras que conduzem os cortejos sem submissão de raça, sem lágrima, nem dor. O amor do povo que se lava com a força do axé, na fé do Bonfim, nos cantos do candomblé. Axé que canta e amarra em seus fios de conta a importância de ser chão africano. Axé da negrada que passa o astral da avenida todo ano. Axé que mostra que a cor dessa cidade é a mesma de Mangueira, com a força do vento, expressão da liberdade, fazendo o negro respirar felicidade.

 

Texto: Guilherme Estevão e Annik Salmon

Pesquisa: Guilherme Estevão, Annik Salmon e Mauro Cordeiro.

Quadra da Imperatriz é palco da festa de premiação do Estrela do Carnaval do Grupo Especial no dia 3 de julho

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O CARNAVALESCO apresenta no dia 3 de julho, na quadra da Imperatriz Leopoldinense, a partir das 13h, a festa de premiação do Estrela do Carnaval 2022, prêmio oferecido pelo site aos melhores do Grupo Especial do Rio de Janeiro. A premiação da Série Ouro será no dia 16 de julho, no Império Serrano.

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A festa será com a feijoada mensal da agremiação. A abertura será com a roda de samba do mestre Lolo. A anfitriã do evento, a Imperatriz fará um grande show para celebrar o Estrela do Carnaval.

O primeiro lote de ingressos já está sendo vendido, podendo ser adquirido de forma presencial, na quadra da Imperatriz (Rua Professor Lacê, 235, Ramos), de segunda a sexta, das 10h às 18h. A reserva online pode ser feita pelo número (11) 99126-4866. A escola aceita cartões de débito, crédito e pix. No dia da festa será necessário apresentar comprovante de vacinação.

Valores do 1º lote:
> Mesa Antecipada (para até 4 pessoas): R$ 120,00
> Entrada Pista: R$ 25,00
> Camarote esgotados

Feijoada
> Antecipada: R$ 28,00
> No dia: r$ 35,00

Recorde de prêmios para Grande Rio

Entre os premiados do Grupo Especial, a Grande Rio bateu recorde faturando sete categorias: Desfile do Ano, Comissão de Frente, Samba-Enredo, Carnavalescos, Originalidade, Enredo e Conjunto de Alegorias. A melhor bateria ficou com o Paraíso do Tuiuti.

O melhor conjunto da fantasias foi para a Viradouro. A Vila Isabel ganhou em duas categorias: Tinga como melhor intérprete e a ala de baianas. A Portela faturou com Marlon Lamar e Lucinha Nobre, melhor casal de mestre-sala e porta-bandeira.

Wic Tavares ganhou como Revelação de 2022 e a Unidos da Tijuca como melhor harmonia. Tia Nilda, da Mocidade, foi eleita a personalidade dos desfiles. A escola de Padre Miguel ganhou ainda como melhor ala de passistas.

Veja a lista completa de todos os premiados
Desfile do Ano: Grande Rio
Bateria: Paraíso do Tuiuti
Comissão de Frente: Grande Rio
Samba-Enredo: Grande Rio
Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Marlon e Lucinha (Portela)
Intérprete: Tinga (Vila Isabel)
Conjunto de Alegorias: Grande Rio
Conjunto de Fantasias: Viradouro
Baianas: Vila Isabel
Harmonia: Unidos da Tijuca
Enredo: Grande Rio
Ala de Passistas: Mocidade Independente de Padre Miguel
Carnavalesco: Gabriel Haddad e Leonardo Bora (Grande Rio)
Originalidade: Grande Rio
Revelação: Wic Tavares (Unidos da Tijuca)
Personalidade do Carnaval: Tia Nilda (Mocidade)

Chitão Martins é o novo intérprete do Águia de Ouro

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O Águia de Ouro anunciou a contratação do intérprete Chitão Martins, que no desfile de 2022 estava na Colorado do Brás. Confira abaixo a publicação da escola sobre a chegada do cantor.

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Foto: Divulgação/Águia de Ouro

“Edgard Silva Martins, mais conhecido como Chitão Martins, iniciou sua trajetória no carnaval ainda criança, quando em 1995 fez parte de uma ala da Escola de Samba União Imperial de Santos. Mas foi em 2006, após cantar em alguns blocos da cidade que se tornou intérprete oficial da Sangue Jovem.

Em São Paulo, após defender um samba concorrente, foi convidado a fazer parte do carro de som da Águia de Ouro. De lá pra cá, acumulou passagens por agremiações como, Pérola Negra, Barroca Zona Sul e Colorado do Brás. Após 12 anos, para o Carnaval de 2023, Chitão retorna ao Águia de Ouro com sua alegria já característica no carnaval paulista. Prepara o capacete que lá vem pedrada”.

Presidente da Liesa diz que terá reunião com os donos de camarotes e reconhece falha no controle do público na pista

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A principal reclamação do Carnaval 2022 do Grupo Especial do Rio de Janeiro foi o volume do som dos shows nos camarotes, inclusive, com julgador citando o problema, e a invasão da pista dos desfiles por parte do públicos de frisas e camarotes. Ao site CARNAVALESCO, o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), Jorge Perlingeiro, garantiu que isso mudará para 2023, explicou que ainda em junho terá reunião com os “camaroteiros” e que tudo estará no contrato de compra dos espaços.

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Foto: Henrique Matos/Divulgação Liesa

“Nós muito preocupados com isso (invasão do público na pista). Estamos analisando, vamos conversar muito sobre iso. Foi o ponto negativo de 2022. Os desfiles, em termos de conteúdo, foram muito positivos. Porém, faltou a parte de organização, como controle de pista, invasão, e barulho excessivo. Vou ter reunião com os camarotes ainda esse mês para ter isso em contrato”, afirmou Perlingeiro.

Segundo a Liesa, a reserva de camarotes, com pagamento facilitado por um número maior de parcelas, deverá acontecer no mês de julho.

Mais ensaios técnicos

Sobre o próximo carnaval, Jorge Perlingeiro revelou que a Liga pretende fazer mais dias de ensaios técnicos no Sambódromo. “A ideia é aumentar para sete semanas de ensaios. Assim, a gente pode fazer com mais flexibilidade. Esse ano tivemos que apertar, fizemos com três escolas do Especial por dia, muito apertado, queremos fazer com duas escolas, para não terminarmos depois da meia-noite. Mesmo assim, novamente, vou conversar com o Metrô para estender o horário de circulação. Além disso, a Série Ouro não ensaiará aos sábados. Vou conversar com a Liga-RJ para mudarmos. Não funcionou o sábado, porque ficava vazio, houve gasto de dinheiro e a ideia é trazer duas escolas do Acesso de 19h às 21h (no domingo), já que o tempo deles é menor, e depois duas escolas do Especial. O encerramento com teste de som e luz será com a Grande Rio, a atual campeã”, revelou o presidente ao site CARNAVALESCO.

O sorteio para a definição da ordem dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial no Carnaval 2023 será no dia 11 de julho, às 21 horas, na Cidade do Samba. Os desfiles acontecerão nos dias 19 e 20 de fevereiro, no Sambódromo.

Tuiuti 2023: professora Rosa, o talento de João Vitor e quesitos-chave

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Acadêmicos da Rocinha lança enredo para o carnaval de 2023

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A Acadêmicos da Rocinha fará uma referência a seu símbolo com o enredo “As Borboletas Encantadas Da Bela Oyá” para o Carnaval de 2023. A autoria é do carnavalesco Marcus Paulo. A escola, que ficou em segundo lugar na Série Prata do carnaval carioca, divulgará em breve a sinopse.

rocinha2023 logo

A escola divulga um histórico do enredo. “O tema do referido enredo tem a borboleta como palavra chave, uma vez que o citado inseto se faz presente como referências simbólicas da agremiação Acadêmicos da Rocinha e da orixá Oyá (Iansã). Ao simbolizar a agremiação a borboleta se mostra como: encantamento, mudança e renovação. E na simbologia de Oyá/Iansã as várias faces da orixá: a transformação, o renascimento, o símbolo da mulher, da graça, ligeireza, pureza da alma e seres mágicos.

Oyá teve algumas paixões, mas, seu maior amor foi Xangó, ainda assim, cometeu astúcias junto ao seu amado. E nessa ambiência a Acadêmicos da Rocinha vem saudar a bela Oyá ao trazer suas lendas, personalidade aguerrida, suas relações com fenômenos da natureza, fauna, flora, alimentos, artefatos e com o continente africano. Ao elencar tais características que marcam a identidade da Orixá esse enredo se desenvolve citando algumas qualidades de Oyás (Iansãs) cultuadas nos terreiros de Candomblé e Umbanda em solo brasileiro, bem como as cores que concebem seus trajes e mistérios relacionados a ela”.