A União da Ilha do Governador anunciou Guilherme Estevão como seu carnavalesco para o desfile de 2027. Arquiteto de formação, o profissional retorna à escola onde iniciou sua trajetória no carnaval. Apaixonado pela arte de construir desfiles, Guilherme deu seus primeiros passos justamente na União da Ilha, participando dos processos de criação e execução das apresentações da escola. Desde então, construiu um caminho marcado pela dedicação e pela busca por identidade artística dentro do universo das escolas de samba.
Foto: Divulgação/Ilha
Nos últimos anos, acumulou experiências em diferentes agremiações do carnaval carioca, passando por escolas como Independentes de Olaria, Império da Tijuca, Estação Primeira de Mangueira e União do Parque Acari, onde participou de projetos que ajudaram a consolidar sua experiência no desenvolvimento de enredos e concepções visuais.
Agora, Guilherme retorna à Ilha do Governador com a missão de conduzir o novo ciclo criativo da escola e desenvolver o projeto artístico que será apresentado na Marquês de Sapucaí no Carnaval 2027.
Confira o anúncio da escola na íntegra
“Apresentamos o nosso carnavalesco para o Carnaval 2027: @gui.estevao
Arquiteto de formação e apaixonado pela arte de fazer carnaval, Guilherme iniciou sua trajetória aqui no nosso chão, União da Ilha, onde deu seus primeiros passos na construção de desfiles.
Desde então, vem construindo um caminho marcado por dedicação, criatividade e amor pela cultura do samba.
Ao longo dos últimos anos, passou por escolas como Independentes de Olaria, Império da Tijuca, Estação Primeira de Mangueira e União do Parque Acari, somando experiências e assinando projetos que reforçam sua identidade no carnaval.
Agora, chega para escrever um novo capítulo com a nossa escola.
Seja bem-vindo, Guilherme.
Vamos sonhar e construir juntos o Carnaval 2027!”
A bateria “Não Existe Mais Quente”, da Mocidade Independente de Padre Miguel, mostrou indignação e inquietação após a divulgação das notas na apuração. A escola terminou na 11ª colocação, e sua bateria recebeu as seguintes avaliações: 10, 9,9, 10 e 9,9. Nesta sexta-feira, a escola anunciou a renovação de mestre Dudu para o Carnaval 2027: “Mestre Dudu completará 15 anos à frente da Não Existe Mais Quente e não poderia ficar sem uma homenagem especial. Convoquei todos os diretores de bateria para fazer uma surpresa, bem típica de um debutante! Herdeiro de um legado grandioso, Dudu manterá viva a tradição da Não Existe Mais Quente!”, publicou a agremiação.
Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO
Ainda na quarta-feira, logo após o resultado, e ao longo da quinta-feira, a agremiação se pronunciou publicamente, destacando a justificativa apresentada pelo julgador Hélcio Eduardo da Silva. De acordo com a escola, os textos teriam sido reproduzidos em formato “control C e control V” em comparação com sua coirmã, a bateria do Paraíso do Tuiuti.
A seguir, as justificativas apresentadas pelos julgadores em cada subquesito para Mocidade:
Helcio Eduardo da Silva atribuiu 9,9 e justificou suas avaliações nos três módulos observados.
Subquesito Manutenção de cadência: “Bateria manteve o ritmo, cadência e sustentação em consonância com o samba-enredo durante a apresentação”. PONTUAÇÃO = 4,0
Subquesito conjugação dos instrumentos: “A conjugação dos sons emitidos pelos vários instrumentos não sofreu alteração, sendo mantido o equilíbrio instrumental”. PONTUAÇÃO: 3,0
Subquesito criatividade e versatilidade: “As bossas apresentadas foram versáteis e criativas, sendo bem executadas e com mediano grau de dificuldade”. PONTUAÇÃO: 2,9
Geiza Carvalho atribuiu 10, destacando regularidade e criatividade na construção do arranjo.
Subquesito Manutenção de cadência: “A bateria manteve a cadência em andamento compatível com o samba-enredo. Não houve oscilação que comprometesse a progressão do andamento”. PONTUAÇÃO = 4,0
Subquesito conjugação dos instrumentos: “Observou-se boa integração entre os naipes, com sonoridade equilibrada e adequada conjugação sonora”. PONTUAÇÃO: 3,0
Subquesito criatividade e versatilidade: “O arranjo da bateria transitou com naturalidade entre referências do pop rock e do samba, apresentando várias intervenções rítmicas, demonstrando criatividade e versatilidade na construção do desenho musical. As bossas apresentaram boa estrutura e bom nível de complexidade”. PONTUAÇÃO: 3,0
Nelson Nunes Pestana atribuiu 9,9, apontando ressalvas relacionadas à definição sonora.
Subquesito criatividade e versatilidade: “A massa crítica sonora da bateria perdeu sua manutenção regular. Os naipes de chocalho e caixas ficaram sem uma definição precisa, prejudicando o entendimento rítmico e melódico do conjunto bateria com o samba-enredo (-0,1)”.
Rafael Barros Castro concedeu 10, destacando controle técnico e distribuição das bossas.
Subquesito Manutenção de cadência: “O andamento confortável foi mantido durante a apresentação em frente ao módulo 4, o que favoreceu um bom desfile dos componentes da escola”. PONTUAÇÃO = 4,0
Subquesito conjugação dos instrumentos: “Com bom controle dinâmico e afinações precisas, todos os naipes se apresentaram com êxito no subquesito”. PONTUAÇÃO = 3,0
Subquesito criatividade e versatilidade: “Bossas bem distribuídas ao longo da apresentação (módulo 4), intercalando os instrumentos leves com contrapontos nos graves”. PONTUAÇÃO = 2,9
Após uma apuração disputada voto a voto, a Mocidade Alegre confirmou o favoritismo construído na avenida e conquistou o título do Carnaval de São Paulo 2026. Com 269,8 pontos, a escola do Limão superou Gaviões da Fiel e Dragões da Real por apenas um décimo e colocou a 13ª estrela em seu pavilhão. Com o enredo “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”, desenvolvido por Caio Araújo, a Morada apresentou um desfile de alto nível plástico, comissão de frente impactante, fantasias bem resolvidas e um time musical entrosado. A evolução teve oscilações pontuais, mas o conjunto se manteve firme nos principais quesitos, acumulando notas máximas ao longo da leitura. Foi uma disputa acirrada até o último envelope. E o alívio só veio no fim.
Projeto acreditado e emoção do primeiro título
Para o carnavalesco Caio Araújo, que conquistou seu primeiro campeonato, a sensação foi de realização após um ano de trabalho intenso.
“A gente fica apreensivo o processo inteiro. Só consegue relaxar mesmo quando veio a última nota que deu o título para a gente. Era um projeto em que a gente acreditava muito. A gente torcia muito por esse projeto. Léa Garcia merecia esse carinho. A gente está muito feliz, muito realizado”, afirmou.
Caio destacou ainda o peso da responsabilidade ao contar a trajetória de Léa Garcia, homenageada do enredo.
“No processo de pesquisa, fui me apaixonando um pouquinho mais pela Léa e, ao mesmo tempo, tendo medo da responsabilidade, porque era uma carreira muito extensa, com muita contribuição. Nesse desafio de tentar encontrar a maneira correta de contar essa história, graças a Deus, acho que a gente conseguiu contar da maneira certa”.
Sobre a sensação de ver o desfile pronto na avenida, resumiu: “Quando eu vou lá para frente, olho para trás e vejo a Mocidade montada, alas, tripés, alegorias, tudo no lugar, dá aquele nó na garganta: ‘Meu Deus, conseguimos’. Está entregue”.
Tensão na apuração e liderança feminina
A presidente Solange Cruz acompanhou a leitura das notas com tensão até o último momento e evitou qualquer comemoração antecipada.
“Eu não gosto de comemorar nada antes. Tem que esperar. Eu fui com adrenalina, dor de barriga, aquele sobe e desce, suor. E demoravam para falar as notas, paravam, davam uma pausa… Que nervoso!”, contou.
Fotos: Ana Carla Dias e Letícia Sansão/CARNAVALESCO
Solange também destacou o peso da comunidade no resultado. “É uma comunidade que não tem tempo ruim. Você chama, fala, faz reuniões, eles estão sempre lá, firmes. Isso faz o diferencial”, disse.
Emoção na bateria e 14 anos de reinado
Rainha de bateria há 14 anos, Aline Oliveira descreveu a apuração como um dos momentos mais intensos da trajetória.
“O coração estava na boca, porque eram escolas maravilhosas, enredos fantásticos. Foi até o último do último. Eu não estava entendendo ainda. A galera começou a gritar e eu falei: ‘É sério?’”.
Sobre o trabalho anual, reforçou o peso coletivo da conquista. “É um trabalho de um ano inteiro, não só nosso, mas de todas as agremiações. É uma honra muito grande, uma emoção fora do comum ser campeã do carnaval.”
Direção de carnaval relembra lições do passado
O diretor de carnaval, Junior Dentista, apontou ajustes feitos após o desfile do ano anterior e destacou o foco no objetivo.
“No final do ano a gente falou: vamos brigar pelo título. Continuamente. Muitas vezes a gente quer colocar uma coisa que não precisa. Agora a gente pode alcançar e aumentar a nossa galeria”, comemorou.
A Unidos de Vila Isabel anuncia a abertura de 400 novas vagas para as oficinas gratuitas do Instituto Celeiro de Bamba, projeto que tem como missão capacitar profissionais e fortalecer a cadeia produtiva do Carnaval. A iniciativa oferece formação em áreas técnicas e artísticas essenciais para a construção do espetáculo que ganha vida na Marquês de Sapucaí. As inscrições estarão abertas e deverão ser realizadas exclusivamente pelo site do Instituto Celeiro de Bamba (institutoceleirodebamba.com.br).
As vagas estão distribuídas em oito oficinas: Corte e Costura, Fibra de Vidro, Marcenaria, Adereço, Escultura, Armador de Ferragem, Percussão e Cavaquinho. As formações contemplam desde setores estruturais, como marcenaria e ferragem, até segmentos artísticos e musicais, como percussão e cavaquinho, garantindo uma preparação ampla e qualificada para quem deseja ingressar ou se aperfeiçoar no universo do samba e do carnaval.
A coordenadora do projeto, Giuliana Leopoldina, destaca a importância da iniciativa: “Mais do que um projeto de formação, o Instituto Celeiro de Bamba se consolida como ferramenta de transformação social, promovendo qualificação profissional, geração de renda e valorização da cultura popular. A iniciativa reforça o compromisso da Unidos de Vila Isabel com o desenvolvimento cultural e social do território, investindo na formação de novos talentos e na profissionalização do setor carnavalesco”.
A Porto da Pedra já tem nova dupla de carnavalescos para o próximo desfile na Marquês de Sapucaí. Alex Carvalho e Caio Cidrini chegam ao Tigre de São Gonçalo para comandar o desenvolvimento artístico do Carnaval 2027.
Foto: Divulgação/Porto da Pedra
Alex Carvalho tem 26 anos e é cenógrafo e artista plástico, com experiência em exposições e espetáculos diversos. Já Caio Cidrini, de 32 anos, é publicitário formado pela PUC-Rio e mestrando em História da Arte pela UERJ.
A dupla chega ao Porto da Pedra para iniciar um novo capítulo em sua trajetória no carnaval carioca, assumindo a missão de desenvolver o desfile do Tigre de São Gonçalo para o próximo carnaval.
“A gente ficou muito feliz, porque ter a oportunidade de colaborar com o carnaval de uma escola como a Porto da Pedra é a certeza de um trabalho aguerrido, com uma comunidade de presença e do suporte necessário para darmos esse passo na nossa carreira. Nós chegamos aqui com uma linguagem artística cada vez mais desenvolvida, mais experimentados na Sapucaí e convictos que a escola vai se orgulhar do que estamos preparando para 2027”, destacou a dupla.
A agremiação de São Cristóvão é a primeira do Grupo Especial do Rio a divulgar o enredo para o Carnaval 2027. No próximo ano, a azul e amarelo levará o enredo “Ciata: a mãe preta do samba” para a Marquês de Sapucaí. A escola vai retratar a trajetória de uma das matriarcas do samba: tia Ciata. O tema será desenvolvido pelo carnavalesco Renato Lage e escrito pelo professor Luiz Antônio Simas e pelo compositor Cláudio Russo.
Foto: Divulgação/Casa da Tia Ciata
“Vamos continuar exaltando o povo preto, uma marca que o Tuiuti vem trazendo nos últimos carnavais. A Tia Ciata sempre foi citada em desfiles, mas ainda não teve a sua história contada. E o Renato Lage está muito empolgado em transformar essa linda história em desfile”, afirmou o presidente da escola, Renato Thor.
Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata ou Aciata, nasceu no Recôncavo baiano (Santo Amaro). Com 16 anos, já participava da fundação da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira, outra cidade do Recôncavo baiano. Filha de Oxum, sendo iniciada no santo na casa de Bambochê, da nação Ketu. Aos 22 anos, trazendo consigo uma filha, mudou-se para o Rio de Janeiro, formando nova família ao se casar com João Baptista da Silva, funcionário público com quem teve 14 filhos. Continuou os preceitos do santo na casa de João Alabá, tornando-se Mãe-Pequena. Ela foi uma das responsáveis pela sedimentação do samba-carioca e tornou-se uma espécie de primeira dama das comunidades negras da Pequena África.
A festa de apresentação oficial do enredo e de toda a equipe do Carnaval 2027 acontece no próximo mês.
A Imperatriz Leopoldinense anunciou nesta quinta-feira o coreógrafo, ou melhor, um coletivo de coreógrafos, que será responsável pela comissão de frente da escola no Carnaval 2027. Batizado de “Coletivo Babatunde” – nome de origem iorubá – o grupo, formado por Ana Gregório, Fagner Santos, Márcio Dellawegah e Sabrina Sant’Ana, evoca a ideia de retorno e simboliza a força da ancestralidade que atravessa gerações para se reinscrever no presente por meio do pensamento artístico e das vivências particulares de seus membros.
Fotos: Wagner Rodrigues/Divulgação Imperatriz
Seus integrantes, à frente do projeto que responde pelo quesito, possuem ampla atuação e sólida pesquisa no universo criativo das escolas de samba e estão mergulhados no meio das danças populares brasileiras.
“A assinatura da comissão por um coletivo de coreógrafos negros nasce como gesto artístico, político e ancestral. O Babatunde se apresenta como um território de encontro, onde a experiência de cada um dos integrantes pensa a dança não apenas como movimento, mas também como memória, travessia e futuro possível”, afirma, em uma só voz, as quatro vozes que compõem o coletivo.
Inserido no contexto da arte e da dança contemporânea, o coletivo irá propor um olhar que dialoga com múltiplas linguagens: performance, artes visuais, dança, audiovisual, teatro e pesquisa sonora. Nesse sentido, o Coletivo compreende o pensamento coreográfico destinado à realização de uma comissão de frente como espaço de experimentação, tendo a ancestralidade e soma de seus conhecimentos como eixo estruturante. E ao reunir artistas negros em torno da dança e do corpo para elaborar todo o conjunto de saberes que formam as comissões de frente na atualidade, o grupo de artistas constrói uma plataforma estética, coreográfica e simbólica.
Leandro Vieira, carnavalesco da Imperatriz, celebrou a chegada do coletivo e afirmou que “Seus corpos e saberes, reunidos para pensar uma comissão de frente, atualizam memórias silenciadas enquanto projetam futuros possíveis para o quesito.”
Reunidos, o ‘Babatunde’ pensa que, ao unirem-se em coletivo, o gesto transforme o universo do quesito em território de diálogo, onde diferenças não são apagadas mas potencializadas como força criadora. Juntos, o grupo pontua que o pensamento coreográfico que eles priorizam nasce do encontro, múltiplo, diverso e plural, afirmando que a potência estética se constrói no “nós” e que a tradição, quando atravessada pelo coletivo, torna-se campo fértil de “reinvenção contínua”.
SOBRE ANA GREGÓRIO
Ana Gregório é artista do corpo e da memória. Dançarina, educadora, performer, contadora de histórias e coreógrafa, a artista construiu sua trajetória num terreno onde a arte e a ancestralidade se encontram como linguagem política e poética.
Seu trabalho pessoal investiga o corpo como território político, a dança como pedagogia ancestral, o movimento como narrativa e a cultura popular como patrimônio vivo. A artista encontrou na Dança Afro e na Dança dos Orixás o seu território de pesquisa e expressão corporal crendo que a movimentação do corpo não é apenas técnica. É rito, identidade e afirmação cultural.
SOBRE FAGNER SANTOS
É ator, bailarino e diretor. Sua trajetória artística é construida na encruzilhada entre a dança, o teatro e a potência das narrativas do corpo. Formado em Licenciatura em Dança pelo Centro Universitário da Cidade do Rio de Janeiro (UNIVERCIDADE), desenvolve uma linguagem cênica marcada pela expressividade, pela memória e pelo atravessamento das experiências vividas.
Como criador, assina a concepção e a direção do espetáculo “Coisa de Pele”, obra inspirada na canção de Jorge Aragão, que transforma o palco em espaço de escuta, memória e afirmação. A partir de vivências reais, sua criação convoca o corpo como território político e poético, onde histórias são inscritas, tensionadas e celebradas. Sua obra é atravessada pela urgência de narrar, pelo compromisso com a própria história e pela crença no corpo como instrumento de transformação.
SOBRE MÁRCIO DELLAWEGAH
É formado em dança pela Cia Étnica de Dança e Teatro além de ter experiência em dança contemporânea, jazz, samba no pé e danças populares. Atuando como professor, acumula passagens por mais de quinze países ministrando workshops, shows e assinando coreografias.
Já é Diretor artístico e de passistas da Imperatriz Leopoldinense. Referência na dança ancestral do passista, Márcio é campeão da modalidade samba no pé mundial pelo Brasil Samba World Champions (2018), técnico Brasil Samba World Champions (2019) e professor do maior evento internacional de danças brasileiras que ocorre em Los Angeles (o “Internacional Samba Congress”).
SOBRE SABRINA SANT`ANA
É coreógrafa, dançarina, professora, performer, diretora artística e cantora. Sua trajetória é marcada pela integração entre a música, o corpo e a ancestralidade. Na dança, tem formação pela Escola de Dança Jaime Aroxa, onde também atuou como professora e integrou a companhia, participando de espetáculos e ampliando seu repertório no universo das danças populares brasileiras.
Possui formação em Música com ênfase em Canto pela Escola de Música Villa-Lobos, com complementação por meio de cursos na Escola de Música da UFRJ, aprofundando seus estudos vocais, técnicos e interpretativos.
Atua profissionalmente no Carnaval desde 2009, tendo integrado diversas comissões de frente, o que consolidou sua experiência cênica, performática e coreográfica no maior espetáculo popular do país. Desde 2023, atua criativamente para a construção cênica e coreografica dos desfiles apresentados pela Imperatriz Leopoldinense, ao lado de Dellawegah.
É integrante da Cia Clanm de Dança e idealizadora do projeto Meu Bailado Cantado, iniciativa que articula canto e movimento como linguagem artística e pedagógica. A artista transita entre o palco, a sala de aula e a rua com a mesma intensidade, utilizando a arte como instrumento de expressão, educação e resistência cultural.
A Unidos do Porto da Pedra anunciou que o carnavalesco Mauro Quintaes não seguirá no comando artístico da escola para o próximo carnaval. Ele esteve à frente dos desfiles da agremiação de São Gonçalo durante quatro temporadas, período em que assinou projetos importantes na trajetória recente da escola. Entre os destaques está o título da Série Ouro conquistado em 2023, resultado que marcou o retorno da escola ao Grupo Especial.
Foto: Divulgação/Porto da Pedra
Durante sua passagem, o carnavalesco foi responsável por desenvolver enredos e concepções visuais que ajudaram a consolidar o momento competitivo da vermelho e branco do bairro Porto da Pedra. Em nota divulgada nas redes sociais, a escola agradeceu ao profissional pelo trabalho realizado ao longo dos últimos anos e desejou sucesso em seus novos projetos.
Confira a nota da escola na íntegra:
“O Unidos do Porto da Pedra informa que Mauro Quintaes não seguirá como carnavalesco da agremiação para o próximo Carnaval.
Ao longo de quatro temporadas, Mauro esteve à frente de grandes carnavais, incluindo a conquista do título da Série Ouro em 2023.
A escola agradece por todo o carinho, dedicação e profissionalismo ao longo desses últimos quatro anos e deseja sucesso em sua nova jornada.”
A Unidos do Viradouro realizará, no próximo sábado, a partir das 19h30, uma grande festa na Avenida Amaral Peixoto, no Centro de Niterói, para celebrar o quarto campeonato da agremiação no Grupo Especial do Carnaval carioca. Um dos momentos mais aguardados da noite será a apresentação oficial do casal de mestre-sala e porta-bandeira Phelipe Lemos e Marcella Alves, que dançará pela primeira vez defendendo o pavilhão vermelho e branco da escola.
Foto: Eduardo Hollanda/Divulgação Rio Carnaval
O evento marcará o reencontro da campeã com sua comunidade e reunirá nomes importantes do desfile vitorioso. Entre eles está a atriz Juliana Paes, que retornou neste ano ao posto de rainha de bateria após 17 anos, além do mestre de bateria Mestre Ciça, homenageado pelo enredo “Pra cima, Ciça!”, desenvolvido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon.
A celebração contará ainda com integrantes da premiada comissão de frente, responsável por um dos momentos mais marcantes do desfile na Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Elementos cênicos que impressionaram o público também estarão presentes, como o leão que se montava diante da plateia e os tambores que marcaram a abertura da apresentação idealizada pelos coreógrafos Rodrigo Negri e Priscilla Mota.
Outro destaque da noite será o show do intérprete Wander Pires, que caminha para o seu quarto desfile consecutivo pela Viradouro e promete um novo espetáculo musical para embalar a celebração. A festa também ganha contornos simbólicos por anteceder as comemorações pelos 80 anos de fundação da escola, que serão completados em 2026.
A Acadêmicos de Vigário Geral confirmou a renovação do intérprete Danilo Cezar para o Carnaval 2027. Responsável por dar voz aos sambas da escola, o cantor capixaba seguirá à frente do carro de som e partirá para o seu quarto ano na agremiação.
Foto: S1 fotografia e comunicação
Identificado com a comunidade, Danilo já se tornou uma das vozes marcantes da escola, conduzindo o canto da comunidade durante os desfiles na Marquês de Sapucaí.
Com presença forte, o intérprete continuará conduzindo o carro de som, ajudando a embalar a escola em busca de mais um grande desfile.
A Vigário Geral segue, nas próximas semanas, apresentando os profissionais que formarão a equipe da agremiação para o Carnaval 2027.