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Homenagem à Mata de São João é celebrada por componentes da Tatuapé após desfile no carnaval de 2024

Escola da Zona Leste homenageou cidade turística baiana exaltando características não tão conhecidas do local pelo grande público

Uma homenagem à cidade baiana de Mata de São João passou pelo Sambódromo do Anhembi no desfile dos Acadêmicos do Tatuapé através do enredo “Mata de São João – Uma joia da Bahia símbolo de preservação! Entre cantos e tambores. Viva a Mata de São João!”. A proposta da escola foi mostrar ao público que o município não se restringe apenas ao popular distrito praiano da Costa do Sauipe, exaltando a história, festividades, belezas naturais e a luta pela proteção das tartarugas marinhas, que usam das praias locais como berçários naturais. O desfile foi marcado pela riqueza e criatividade das alegorias, a sempre fantástica atuação do “casal foguinho”, Diego e Jussara, e o canto implacável da comunidade da Zona Leste.

O Site CARNAVALESCO conversou com representantes de diferentes segmentos da Tatuapé para saber suas impressões a respeito do desempenho da Azul e Branco na Avenida.

Patrícia Lafalce, da direção de carnaval, sobre o desempenho da escola no desfile

“Sensação de dever cumprido. Nós fizemos exatamente o que a gente planejou, de cabo a rabo da pista. Uma alegria muito grande, muito grande mesmo. A escola canta muito, é uma escola de comunidade, é uma escola que abraça a Tatuapé, então estava todo mundo muito feliz, você podia olhar na cara de cada componente e você via a alegria de estar aqui. A gente literalmente alcançou nossa proposta e agora é esperar a terça-feira. Tudo que a gente se propôs, a gente fez, e eu espero que o jurado tenha tido as mesmas sensações que a gente.”

Celsinho Mody, intérprete, sobre o desempenho do samba no desfile

“Eu chego com voz para cantar outro desfile. ‘Remexe, mainha, tempere o vatapá’. Estou muito feliz, o trabalho foi executado e de onde eu consegui ouvir foi muito, muito bem executado. As meninas, as mulheres cantando foi um arranjo muito ousado. A gente trouxe uma proposta que não é nova. Era feito lá atrás, nos carnavais antigos, e a gente trouxe porque ninguém está fazendo mais. Esse ano o critério exige um pouco mais da parte musical, então a gente trabalhou isso. Estou muito feliz com o resultado, a escola estava linda e agora é esperar a apuração terça-feira com fé que vai dar certo.”

Jussara de Sousa, porta-bandeira, sobre o desempenho do casal

“A gente cumpriu a nossa missão hoje aqui, e graças a Deus descemos bem. A nossa escola veio linda em mais um desfile, e agora é esperar para ver se o jurado gostou. Terça-feira a gente vai saber qual é a avaliação do nosso trabalho de hoje. Era uma noite com um pouquinho mais de vento, mas não chegou a atrapalhar em nada. A gente tem que fazer um pouquinho mais de força no braço, tentar manter para o pavilhão não enrolar. Eu consegui e está bem.”

Diego do Nascimento, mestre-sala, sobre a expectativa para a apuração

“A gente sempre fica apreensivos. A gente se doa ao máximo, eu e a Ju temos um pacto muito de perfeccionismo e a gente entra na pista para jogar. Eu tenho certeza de que a gente entrou muito bem, mas agora é esperar terça-feira e ver o que aconteceu.”

Leonardo Helmer, coreógrafo, sobre o desempenho da comissão de frente

“Foi tudo exatamente como a gente fez nos nossos ensaios. Exatamente, sem surpresa nenhuma, graças aos Orixás. O trabalho foi entregue, e é isso. A expectativa é pela terceira estrela no pavilhão, nada menos que isso. Com todo respeito às coirmãs que passaram hoje e que vão passar amanhã, mas a gente veio buscar isso aqui.”

Mestre Leó Cupim, da “Qualidade Especial”, sobre o desempenho da bateria

“A emoção é indescritível. Eu que vim da ala das crianças, passei por todos os setores da escola até chegar a diretor de bateria. É um momento especial, queria agradecer toda a diretoria da escola, diretoria de bateria e a todos os ritmistas. Queria que a gente viesse para a pista entregar o que a gente tinha planejado. O ponto alto foram as bossas, e a gente teve uma proposta de andamento que a gente conseguiu botar na pista. Os nossos apagões, a escola canta bastante, então isso ajuda no todo do processo.”

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