A Unidos da Tijuca recebeu inicialmente 11 obras inscritas em seu concurso de sambas-enredo. Hoje, sobraram apenas três que irão disputar a grande final: “Totonho”, “Leandro Gaúcho” e “Julio Alves. O site CARNAVALESCO conversou com um representante de cada parceria para ouvir um pouco da expectativa e saber como anda a ansiedade para o resultado final.

Divulgação / Unidos da Tijuca

A parceria de Totonho conta também com os compositores Dudu Nobre, Kadu Gomes, Dino Coutinho e Fadico. O poeta Totonho falou um pouco sobre como a parceria tem encarado essa disputa.

“Sempre é uma expectativa muito grande. A Tijuca tem uma grande ala de compositores. Sempre tem grandes sambas na disputa. Já estou aqui há mais de 15 anos, mas sempre tem aquele frio na espinha. Para a gente ver se está agradando não só aos desfilantes da Tijuca, mas à diretoria de um modo geral. Sempre há uma preocupação em relação a isso. A gente sempre busca produzir um samba que esteja à altura da Unidos da Tijuca. O que mais acho que vai impressionar o povo é o nosso refrão final que vira para a cabeça do samba. Aquela parte é muito bonita”, entende Totonho.

Outra parceria na disputa é a de Júlio Alves que também conta com os poetas Cláudio Russo e Tinga. Claudio falou um pouco sobre a experiência de fazer samba para a Unidos da Tijuca.

“O enredo ajudou, estou muito feliz, foi um convite do meu irmão Júlio Alves para a gente assinar junto. Eu estou chegando na Tijuca agora, assinando com ele e o Tinga. E nós estamos vivendo todo esse período de preparação com muita alegria, quintas e depois aos sábados, sabendo que a escola tem uma tarefa árdua que é escolher o samba, mas nós estamos na disputa”, acredita Cláudio.

Por fim, também na grande final, a parceria de Leandro Gaúcho que conta com os compositores Luciano Fogaça, Marcus Lopes, Hélio W Rocco e Porkinho e a participação especial de Gustavinho Oliveira. Gustavinho explicou um pouco sobre as características do samba-enredo.

“Nosso samba é muito valente, é muito alegre, traz a cara da escola. Eu venho buscar meu tricampeonato, já ganhei dois. A gente tem muita valentia. É um samba resgatando uma cara da Tijuca, porque o enredo é muito bom. E o refrão do meio ‘Brisa leve a maresia’, é a parte que acho que vai emocionar o público”, promete o compositor.

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