A disputa pelo Carnaval 2027 já começou também fora da Marquês de Sapucaí. O CARNAVALESCO abriu nesta sexta-feira a votação para o público escolher qual é o melhor enredo do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o próximo carnaval. A enquete ficará disponível até 28 de agosto. O resultado será divulgado no dia 31 de agosto. O público poderá escolher entre os seguintes enredos:

União de Maricá — “Utopia Brasil: Darcy Ribeiro”
Beija-Flor de Nilópolis — “Zeneida – O Sopro do Pé de Louro”
Paraíso do Tuiuti — “Ciata – A Mãe Preta do Samba”
Unidos de Vila Isabel — “Torto Arado – Sobre a terra há de viver sempre o mais forte”
Mocidade Independente de Padre Miguel — “Latinamente Independente – Nosso norte é o Sul em Remanifesto”
Unidos da Tijuca — “A Cabeça do Santo”
Acadêmicos do Salgueiro — “Laroyê Xica da Silva – A história por trás da história”
Imperatriz Leopoldinense — “A Memória do Rei e o Sumiço de Dona Júlia”
Portela — “Ao Mestre, com Carinho”
Unidos do Viradouro — “Griôs”
Acadêmicos do Grande Rio — “Sankofa Tabon – Os Retornados da Costa do Ouro e a Estrela Negra da Liberdade”
Estação Primeira de Mangueira — “Oyá Por Nós”

Os temas apresentam propostas bastante diferentes para a Sapucaí. A União de Maricá fará sua estreia no Grupo Especial com uma homenagem a Darcy Ribeiro, enquanto a Beija-Flor contará a trajetória de Zeneida Lima e sua relação com a cultura marajoara. O Tuiuti terá Tia Ciata como personagem central, e a Vila Isabel levará para a avenida uma narrativa inspirada no romance Torto Arado, de Itamar Vieira Junior.

Na segunda-feira de carnaval, a Mocidade apresentará uma reflexão sobre a América Latina, a Unidos da Tijuca apostará na literatura de Socorro Acioli, o Salgueiro revisitará a história de Xica da Silva e a Imperatriz contará a história de Dona Júlia, boneca sagrada do maracatu que desapareceu durante décadas.

Na terça-feira, a Portela homenageará Monarco, a Viradouro contará a história dos griôs, a Grande Rio abordará os africanos escravizados que retornaram ao continente africano após conquistarem a liberdade, enquanto a Mangueira levará Oyá, também conhecida como Iansã, para o centro de sua narrativa.