A estreia de Mestre Átila na Lins Imperial foi regular. Alguns marcadores acabaram confundindo firmeza com excesso de força, principalmente nos surdos de segunda. O que ocasionou alguns desencontros e emboladas ao longo da Avenida. O problema se agravou próximo a entrada da bateria da Lins no segundo recuo, onde a bateria acabou atravessando o ritmo. Da pista de desfile foi possível perceber certos momentos de inconstância no som, até sendo notado um certo atraso.

O acompanhamento de peças leves auxiliou no preenchimento da musicalidade. Tamborins com bom volume e chocalhos corretos. Uma ala de cuícas dando valor sonoro a cabeça da bateria. A paradinha de destaque foi a do refrão do meio, quando os ritmistas viraram de frente para os jurados. O ritmo executado remetia à bateria da Mangueira, no enredo sobre o trapalhão mangueirense Mussum, cria da comunidade da escola do bairro do Lins de Vasconcelos.

A apresentação no primeiro módulo estava sendo realizada corretamente, quando a harmonia precisou puxar a escola para andar, prejudicando o final da apresentação. A melhor apresentação para os jurados ocorreu no último módulo, de cabine dupla. A nota negativa que merece ressalva é relativa ao excesso de pessoas com blusa escrito “bateria” na lateral da pista, que prejudicou a cobertura dos profissionais envolvidos, além de atrapalhar a própria galera do ritmo.

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