<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" >

<channel>
	<title>Ilustre Bamba &#8211; Carnavalesco</title>
	<atom:link href="https://carnavalesco.com.br/tag/ilustre-bamba/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://carnavalesco.com.br</link>
	<description>Carnaval do Rio de Janeiro, escolas de samba, sambas-enredo, fantasias e vídeos</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Jan 2022 22:12:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2024/01/cropped-profile-image-ig-page-sitecarnavalesco-32x32.jpg</url>
	<title>Ilustre Bamba &#8211; Carnavalesco</title>
	<link>https://carnavalesco.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Ilustre Bamba: &#8216;No fio da navalha, histórias a contrapelo de um historiador das macumbas e brasilidades&#8217;</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-no-fio-da-navalha-historias-a-contrapelo-de-um-historiador-das-macumbas-e-brasilidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 22:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=76039</guid>

					<description><![CDATA[<p>O aceno feito pelo talentoso amigo, criador desta série de imagens que ilustra bambas do carnaval, me alcança oferecendo sensações distintas: sinto-me honrado e, ao mesmo tempo, experimento o peso da responsabilidade ao ser convidado para escrever sobre alguém que tem como uma de suas virtudes a escrita. Como escrever sobre quem escreve tão bem? [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-no-fio-da-navalha-historias-a-contrapelo-de-um-historiador-das-macumbas-e-brasilidades/">Ilustre Bamba: &#8216;No fio da navalha, histórias a contrapelo de um historiador das macumbas e brasilidades&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aceno feito pelo talentoso amigo, criador desta série de imagens que ilustra bambas do carnaval, me alcança oferecendo sensações distintas: sinto-me honrado e, ao mesmo tempo, experimento o peso da responsabilidade ao ser convidado para escrever sobre alguém que tem como uma de suas virtudes a escrita. Como escrever sobre quem escreve tão bem? Como apresentar uma pessoa que é lida, conhecida e referência para tantas outras?</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-76041" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/simas_bamba.jpeg" alt="simas bamba" width="695" height="1015" title="Ilustre Bamba: &#039;No fio da navalha, histórias a contrapelo de um historiador das macumbas e brasilidades&#039; 2"></p>
<p>Sem saber por onde começar busco inspiração em uma de suas paixões: o carnaval. E nos enredos que o levaram a escrever um livro sobre esses temas que as escolas de samba, mobilizadoras de seus afetos, desfilam na Sapucaí. Também me valho dos escritos do próprio autor para escapar dos rigores e me permitir começar o texto a partir de histórias de pessoas ordinárias e comuns.</p>
<p>Uma delas, minha mãe. A outra, eu mesmo. Minha mãe, durante quatro décadas, foi cliente assídua do seu Zair. O cabelereiro, pai de Luiz, foi o responsável por cortar meus cabelos pela primeira vez. E assim, através de tesouras, pentes e navalhas, algumas histórias foram sendo enredadas&#8230;<br />
—<br />
Luiz, agora conhecido pelos demais nomes que compõem a sonoridade da tríade, Antônio Simas, não seguiu o ofício do pai. Mas parece ter herdado seu talento de fazer a cabeça das pessoas. Lava documentos da história oficial para revelar muito do que foi apagado, recorta temas que permaneciam invisibilizados, escova a história a contrapelo e raspa a superfície para acessar a raiz de fios que contam outras histórias. Simas é uma das vozes e mentes mais profícuas nos estudos das culturas populares e das brasilidades.</p>
<p>Imprevisibilidades e caminhos alternativos constituem os modos de ser e produzir do boêmio que acorda às 4h da manhã pra ler, estudar e escrever. E se apresentam como fragmentos de um mosaico multifacetado, composto por pedrinhas miudinhas, que compõem Luiz Antônio Simas. Vivenciando, se inspirando e difundindo as culturas de rua, Simas tece tramas e historietas que evidenciam ruas, vielas, esquinas e encruzilhadas cariocas como espaços pujantes de sociabilidades. Atuando na fresta entre defensor e promotor das ricas miudezas do cotidinao, ginga entre a função de guarda-copos e atacante de petiscos, enquanto experimenta e promove a potente dinâmica de botequins, estádios de futebol, e outros redutos da boemia, formulando exusíacas maneiras de interpretar as ruas, as gentes e os brasis.</p>
<p>Quando investe na pequenez dos relatos, revela crônicas desfiadas a partir da notação e reflexão sobre o cotidiano de nossa cidade e sociedade. Assim, alumeia nossas potências, valências, tensões e contradições. Como bom botafoguense e imperiano, encarna as (im)possibilidades e mandingas que fazem do Rio uma cidade mais que maravilhosa&#8230;</p>
<p>Simas conta, canta e encanta a cidade dos seus sonhos. Imagina, e desse modo cria, realidades fantásticas e fantasias reais sobre o que fomos e vivemos. Sobre aquilo que achamos ser e viver. E, através de seus livros, posts, palestras, composições, músicas e aulas, descortina horizontes de poesia popular onde podemos habitar para escapar da realidade que tantas vezes nos assombra.</p>
<p>Assombração.<br />
Deslumbramento.</p>
<p>Simas mergulha, raspa o fundo do tacho, e retorna à superfície do nosso convívio para levar adiante seu propósito de mostrar a riqueza, a beleza e a natureza do conjunto de Brasilidades que existem no Brasil. E que vão além de seus limites territoriais, das efemérides contadas a seu respeito e da história oficial que nos é ensinada. Dadivosos e diligentes, seus volteios ao passado, enxergando-o não como dado imutável, mas como um campo (aberto e incessantemente tensionado) de possibilidades e de lutas, se oferecem como a dança de um mestre-sala na Avenida.</p>
<p>Algumas dessas refregas envolvem a reconstrução do passado que efetivamente se realizou. Outras, com um passado que (se) esqueceu – ou foi impedido – de acontecer. Suas obras, porém, nos engancham às suas narrativas pela sensibilidade de unir o que aconteceu com o que poderia ter acontecido, tornando-nos, a todos, protagonistas do Brasil que nele mora.</p>
<p>Simas, a cada arrazoado, vai reivindicando seu lugar como imortal encantado na ABL: Ajuntamento de Brasilidades Libertadoras. Brasilidades as quais, uma vez (re)conhecidas, nos oferecem oportunidades – e diversos convites – para escaparmos dessa forma binária, limitadora, desencantada e desinteressante de ver e viver o mundo. Ao escovar a história a contrapelo descobriu, não apenas, um modo de ressignificar a profissão do pai, como celebrar aquele que homenageou ao batizar seu filho, Benjamim: encontrou uma maneira de realizar a empreitada de modo exusíaco, ou seja, sinuoso, oblíquo, imprevisível, como um drible dado por pernas tortas e dançantes carregando um místico 7 às costas.</p>
<p>O retorno ao passado com olhar de estrangeiro, desconfiado, ainda que encantado com o imprevisível e com o quê, de tão pequeno, sequer é notado, permite ao autor identificar fragmentos de memórias, vestígios de acontecimentos e mosaicos cujas peças apresentam dores, delícias e toda sorte de lutas e aventuras de indivíduos e sociedades que foram negligenciados, esquecidos, silenciados, invisibilizados ou retirados da história.</p>
<p>Ao escapar das armadilhas da ciência racionalizante; iluminista, positivista, hegemônica, que a tudo e a todos lança seu infinito facho de luz, Simas se deixa guiar pelo fulgor de pedras miúdas. E é pela luz (e pelas sombras que deixam naquilo que o farol-sol da ciência cega, oblitera e agride) que ele vai (re)conhecendo e (en)cantando o mundo que insiste em nos apresentar.</p>
<p>Desarrumando as pedras do caminho, desalojando-as da formalidade e rigidez dos conceitos nos quais campeiam empistemes caravélicas e colonizadoras, o historiador das macumbas rearranja cada uma delas, alumiando as pequeninas, para que estas revelem a imensidão da alma, dos desejos e das potências dos pequenos: dos excluídos, dos boêmios, dos marginalizados, periféricos, invisibilizados, perseguidos, ignorados ou subestimados. Todas e todos que aqui, nessa encruzilhada chamada Brasil, vieram habitar.</p>
<p>Esse caminho tortuoso, construído na ginga de suas músicas, no drible de palavras que desorientam a marcação do cânone ocidental, na dança emergente pela sonoridade de seus poemas, permite que ele nos ofereça a ampliação dos horizontes futuros para a (re)construção de nossas existências enquanto cidade e sociedade. Agindo no presente, nos deixa de presente a oportunidade de assistir e participar da edificação de seu legado, que é nosso: Simas é um corpo encantado na/da cidade do Rio de Janeiro, vagando por suas praças, bares, botecos, escolas (de samba) e terreiros.</p>
<p>Diferentes linguagens encruzadas para revelar um professor de chão de sala de aula. Amante das ruas, do futebol, do carnaval, dos rituais e do samba. Alguém que pratica, vive, conta e encanta a sua cidade como terreiro em cada post, em cada composição, em cada conto, relato e livro. Um sujeito bom de copo e de papo, há anos integrante de um estandarte de ouro que reluz o que há de mais original e popular em nosso país. Um apaixonado pela vida que vibra e pulsa, alvinegra e alviverde, como suas paixões.</p>
<p>Vibremos juntos&#8230;<br />
Salve, Simas!</p>
<p><strong>Cássio Novo</strong>: <em>Geógrafo, Doutor em Geografia, Cultura e Natureza, Mestre em Geografia Humana e Especialista em Análise Ambiental e Gestão do Território</em></p>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-no-fio-da-navalha-historias-a-contrapelo-de-um-historiador-das-macumbas-e-brasilidades/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-no-fio-da-navalha-historias-a-contrapelo-de-um-historiador-das-macumbas-e-brasilidades/">Ilustre Bamba: &#8216;No fio da navalha, histórias a contrapelo de um historiador das macumbas e brasilidades&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilustre Bamba: Quem é Suzy Brasil?</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-quem-e-suzy-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 21:25:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=74590</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não é possível que você ainda não saiba. Uns dias atrás, eu também não sabia quem era Suzy Brasil. Por volta de 2004, tive essa dúvida que foi respondida por ela mesma quando a vi pela primeira vez nas boates da Zona Norte do Rio, nas redondezas de Madureira. Do nada, uma trilha sonora estranha, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-quem-e-suzy-brasil/">Ilustre Bamba: Quem é Suzy Brasil?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é possível que você ainda não saiba. Uns dias atrás, eu também não sabia quem era Suzy Brasil. Por volta de 2004, tive essa dúvida que foi respondida por ela mesma quando a vi pela primeira vez nas boates da Zona Norte do Rio, nas redondezas de Madureira. Do nada, uma trilha sonora estranha, com uma música do Bozo, interrompeu o “tuntitun” no meio da balada dizendo – “Alô criançada, o Bozo chegou&#8230;” –, seguida da sua própria auto presentação: “Quem voz fala é a Deusa da beleza e do sexo, e, da Penha Circular. Essa merda que sou eu mesma: SUZY BRASIL”.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-74591" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-01-at-18.15.40.jpeg" alt="WhatsApp Image 2021 12 01 at 18.15.40" width="695" height="999" title="Ilustre Bamba: Quem é Suzy Brasil? 4"></p>
<p>Daquele ano por diante, vi dezenas de vezes a Suzy parando as noitadas por volta das 3h da madrugada para apresentar seus stand ups de comédia nas boates. Havia pessoas que diziam ir apenas para ver o seu show, que nos dias mais animados poderia durar mais de 1 hora de improvisos, sátiras, esquetes com outras tantas drags. Era o ponto de referência do rolé: “Vou chegar na hora da Suzy”, “Vou embora depois da Suzy”, “Vou ficar só por causa da Suzy” e por aí vai&#8230;</p>
<p>Vale um dado interessante, nessa época, elas não se consideravam Drags, se consideravam Caricatas, humoristas da noite. Claro, com o passar do tempo, a ideia sobre o que é uma Drag Queen foi ficando mais larga, entendo que pode ter muitos gêneros de personas dentro desse termo. O que chama a atenção para Suzy, em especial, é que o nome dela também é Brasil, e isso por si só diz muita coisa. Suzy, segundo palavras da própria, é também nome de cachorra, porque ela é uma bagunça mesmo &#8211; tipo o Brasil.</p>
<p>Suzy é a bicha que anda de Kombi, frequenta as ruas da Lama, os inferninhos. Suzy é a charge viva do que acontece em Madureira. Suzy é o avesso do glamour, da pompa e do luxo. Ela é o avesso do que vemos em Rupaul. Se ela tivesse a chance de participar do programa estadunidense, seria a última a desfilar e zombaria de todo mundo. Suzy é uma sátira do chique, mas usa brilho e é radiante. Dramatiza o cotidiano da bicha do subúrbio, fazendo com que a suburbana que a vê ria com ela da falta de “acué” (dinheiro), do boy gostoso, do perrengue voltando da boate, da pinta que damos no nosso dia a dia, da religiosidade profana das ruas, porque ela é uma Pombagira Remix, uma entidade e o Marcelo Souza, seu intérprete, é o “cavalo”.</p>
<p>Uma das vítimas da Covid-19 no Brasil, o saudoso Paulo Gustavo disse por inúmeras vezes que sua principal inspiração era a Suzy Brasil. Tanto disse que hoje a temos na TV como comediante e como roteirista das Organizações Globo.</p>
<p>Em 2011, ano em que a Unidos da Tijuca perguntou – “tá com medo de quê?” –, a Suzy aparece em um tripé na Marquês de Sapucaí sendo queimada como uma bruxa na fogueira da inquisição. Suzy saiu “em cartaz” na Tijuca, e, que simbólico, justo ela aparecer naquela performance, porque é reduzindo os estigmas de classe das bichas do subúrbio a fogo e a gargalhadas estridentes que ela nos arranca risos. Quem sabe rir com a Suzy, sabe também de onde veio e é pra você que ela faz questão de fazer esse humor babadeiro. Um viva para a Suzy e para tod@s que reconhecem um lugar para rir junto com ela Brasil afora.</p>
<ul>
<li><strong>Rodolfo Viana</strong>: Mestre em Artes da Cena pela UFRJ. Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF. Pesquisa raça, homossexualidade, periferia e tecnologias. Ig: rodolfovianaclicks Twiiter: RodolfoSemPh</li>
</ul>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-quem-e-suzy-brasil/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-quem-e-suzy-brasil/">Ilustre Bamba: Quem é Suzy Brasil?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilustre Bamba: &#8216;Vivi Martins, um porto-seguro para o balé do carnaval&#8217;</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vivi-martins-um-porto-seguro-para-o-bale-do-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 15:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=73630</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando o sentimento de vislumbre toma toda a arquibancada ao se acompanhar a apresentação de um casal de mestre-sala e porta-bandeira, o tempo do mundo parece ficar suspenso e passa a ser orientado apenas pelos movimentos leves dessa dupla, seus sorrisos irradiantes e pelo desfraldar do manto sagrado da escola de samba em desfile. Feitos [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vivi-martins-um-porto-seguro-para-o-bale-do-carnaval/">Ilustre Bamba: &#8216;Vivi Martins, um porto-seguro para o balé do carnaval&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o sentimento de vislumbre toma toda a arquibancada ao se acompanhar a apresentação de um casal de mestre-sala e porta-bandeira, o tempo do mundo parece ficar suspenso e passa a ser orientado apenas pelos movimentos leves dessa dupla, seus sorrisos irradiantes e pelo desfraldar do manto sagrado da escola de samba em desfile. Feitos flor e beija-flor, o par altivo exalta o pavilhão com graciosidade e com zelo imenso, pois sabe que carregam, representados naquele símbolo, uma vasta rede de pessoas, memórias, sacrifícios, suor e alegrias. E, se tal espetáculo é possível pelos doces rodeios da porta-bandeira e pelos incríveis jogos de perna do mestre-sala, é ainda mais assegurado pelo trabalho atento de guardiãs e guardiões que os apoiam desde muito antes da apoteose e os apresentam, entusiasmados, ao público. Viviane Martins Ramos, ou a nossa querida apresentadora de casais Vivi Martins, é um desses exemplos de que, por trás de uma inesquecível passagem na avenida, há um imenso caminho trilhado que requer estudo, esforço, dedicação e, claro, muito amor à arte do bailado.</p>
<figure id="attachment_73632" aria-describedby="caption-attachment-73632" style="width: 502px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-73632" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/apresentadora2.jpg" alt="apresentadora2" width="502" height="737" title="Ilustre Bamba: &#039;Vivi Martins, um porto-seguro para o balé do carnaval&#039; 5" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/apresentadora2.jpg 502w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/apresentadora2-204x300.jpg 204w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/apresentadora2-286x420.jpg 286w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" /><figcaption id="caption-attachment-73632" class="wp-caption-text">Imagem: Antonio Vieira</figcaption></figure>
<p>Filha de pai músico e de mãe que a levava a bailes de fantasia e a acompanhava, maravilhada, as transmissões dos desfiles pela televisão, Vivi morou ao lado da quadra da Boêmios de Inhaúma, no Engenho da Rainha, zona norte do Rio de Janeiro. A arte e o carnaval já faziam parte de seu cotidiano.</p>
<p>Mas foi apenas aos 23 anos, com o ingresso na Companhia Folclórica do Rio, ligada à Universidade Federal (UFRJ), que conheceu o Projeto do lorde Manoel Dionísio, verdadeiro celeiro de bambas, onde acabou se encantando com a dança. Aprendeu as técnicas e todo o significado mágico do pavilhão “na fonte” com baluartes como Mestre Delegado, Tia Soninha, Tia Titia, Carlinhos Brilhante, Tia Irene, Mestre Adilson, Mestre Jamelão, entre outros eternos.</p>
<p>E, como conversa de sambista é samba, Vivi Martins vem realizando muitos trabalhos práticos dentro do universo dos casais, colocando a mão na massa pra valer. Como apresentadora de casais, que é a função de dar assistência aos dançantes e os anunciar ao público, Vivi tem um currículo estrelado. Unidos de Padre Miguel (2017), São Clemente, Renascer, Rocinha e Novo Império, de Vitória/ES (2018), Cubango, Renascer de Jacarepaguá (2019) e Portela (2020) são agremiações que tiveram o privilégio de contar com seu precioso olhar. Sim, não se engane, esta lista pode e deve estar incompleta, já que Vivi é uma máquina de produzir grandes espetáculos. Ô sorte dos casais que a têm por perto!</p>
<p>A alta procura por todo esse profissionalismo e por toda dedicação ao bailado fez com que Vivi Martins precisasse pensar uma forma de atender a cada pessoa interessada. Foi assim, então, que surgiu o Projeto Minueto do Samba, iniciativa que chega ao seu sexto ano de atividade em 2021. Ao lado do mestre Carlinhos Brilhante, Vivi recebe, no Méier, zona norte da capital, crianças, adolescentes e adultos iniciantes na dança. É um acompanhamento muito atento a cada “história corporal” que está sendo escrita, que requer um acolhimento tão carinhoso que se assemelha a uma família.</p>
<p>Vivi Martins, assim, vai deixando sua marca durante todo o processo que envolve a arte do “balé das avenidas”. Associa-se a pensadoras e pensadores do carnaval para escrever riquíssimos trabalhos, estuda, planeja e executa planos de ensino e aprendizagem para o aperfeiçoamento dos dançantes e dá auxílio primoroso na preparação dos casais oficiais, os envolvendo em seus braços de cuidado e ternura.</p>
<p><em>Texto: Felipe Gabriel Oliveira, antropólogo e mestre-sala da Unidos do Parque Aeroporto, de Taubaté-SP</em></p>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vivi-martins-um-porto-seguro-para-o-bale-do-carnaval/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vivi-martins-um-porto-seguro-para-o-bale-do-carnaval/">Ilustre Bamba: &#8216;Vivi Martins, um porto-seguro para o balé do carnaval&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilustre Bamba: &#8216;Extra! Extra! A mídia que não é manchete hoje é a notícia!&#8217;</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-extra-extra-a-midia-que-nao-e-manchete-hoje-e-a-noticia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 00:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=72920</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quarta-feira de cinzas. &#8211; Parem as máquinas! Escola de samba agora só&#8230; no carnaval. Que besteira é essa de ficar esticando festa aqui? Agora vem Copa, São João, eleição, o aniversário do patrão, do supermercado popular, dia dos pais, das mães, do amigo, Natal, Ano Novo&#8230; Parem de falar de carnaval. Apenas parem! Não é [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-extra-extra-a-midia-que-nao-e-manchete-hoje-e-a-noticia/">Ilustre Bamba: &#8216;Extra! Extra! A mídia que não é manchete hoje é a notícia!&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quarta-feira de cinzas.</p>
<p>&#8211; Parem as máquinas! Escola de samba agora só&#8230; no carnaval. Que besteira é essa de ficar esticando festa aqui? Agora vem Copa, São João, eleição, o aniversário do patrão, do supermercado popular, dia dos pais, das mães, do amigo, Natal, Ano Novo&#8230; Parem de falar de carnaval. Apenas parem!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-72922" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-26-at-12.10.24.jpeg" alt="WhatsApp Image 2021 09 26 at 12.10.24" width="695" height="1015" title="Ilustre Bamba: &#039;Extra! Extra! A mídia que não é manchete hoje é a notícia!&#039; 7" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-26-at-12.10.24.jpeg 695w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-26-at-12.10.24-205x300.jpeg 205w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-26-at-12.10.24-288x420.jpeg 288w" sizes="auto, (max-width: 695px) 100vw, 695px" /></p>
<p>Não é difícil de imaginar a cabeça de um editor gritando esses comandos na redação. Afinal, a chamada mídia comercial trabalha segundo o calendário de fatos a serem selecionados para você consumir assuntos que, ritualizados, repetidos ano a ano, convergem para a criação de um imaginário que é bastante lucrativo.</p>
<p>Celebritudos e celebritudas são notícia sempre. Da Páscoa ao reinado de Momo, esses seres que chegaram ao Olimpo da fama estão sempre lá, estampando as páginas e telas disputadíssimas. O mercado massivo de caça-cliques jamais vai pensar em trazer a você a definição do enredo da sua escola, dos favoritos nas disputas de sambas de enredo, muito menos debater os rumos da direção da festa. Sabe quem fomenta essa demanda? Sim, ela! A imprensa alternativa.</p>
<p>Com a segmentação expandida a partir dos anos de 1990, por meio do desenvolvimento de tecnologias de informação e comunicação, passou a ser possível discutir carnaval fora do período da folia. Enquanto o Brasil toma quentão e pula fogueira, as agremiações não param e um novo ciclo carnavalesco nasce sob o olhar atento de veículos que sambam para sobreviver ao mercado selvagem da comunicação.</p>
<p>Há dez anos, um desses veículos surgiu, feito de samba, suor e sonho. A Rádio Arquibancada, que toca samba de enredo o ano inteiro, transformou-se ao longo do tempo em ágora indispensável para o debate carnavalesco. Em tempos pandêmicos, em que o isolamento tomou o lugar do abraço, foi essa mídia abnegada de produção essencial que nos manteve conectados com as escolas de samba.</p>
<p>Por meio de financiamento coletivo, cliques, participação e colaboração, está sendo possível manter mídia carnavalesca de pé. Não é fácil. Atravessar a tormenta e avistar o brilho da purpurina e o som da batucada vindo ao nosso socorro consome energia e tempo, e exige dedicação, estratégia e paixão.</p>
<p>Por isso, ao abraçar a Rádio Arquibancada e toda a imprensa alternativa que cobre as escolas de samba, o site <strong>CARNAVALESCO</strong> afaga a si mesmo e também os amantes do Carnaval carioca. É do trabalho desses profissionais que as agremiações viram notícia o ano todo. E hoje, pelo menos aqui, invertem a lógica e passam a ser a manchete principal. Viva a imprensa carnavalesca alternativa!</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto de João Gustavo Melo</strong></p>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-extra-extra-a-midia-que-nao-e-manchete-hoje-e-a-noticia/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-extra-extra-a-midia-que-nao-e-manchete-hoje-e-a-noticia/">Ilustre Bamba: &#8216;Extra! Extra! A mídia que não é manchete hoje é a notícia!&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilustre Bamba: &#8216;A ritmista&#8217;</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-a-ritmista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Sep 2021 05:06:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=72370</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem frequenta as quadras das escolas de samba cariocas, principalmente os ensaios de bateria, sabe que, quando o assunto é tamborim, ela é quase uma entidade. Ela é a única capaz de fazer o carreteiro disparar, limpo e chapado. Ela é a única capaz de transformar aquela ala que soa como um caminhão de panelas [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-a-ritmista/">Ilustre Bamba: &#8216;A ritmista&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem frequenta as quadras das escolas de samba cariocas, principalmente os ensaios de bateria, sabe que, quando o assunto é tamborim, ela é quase uma entidade. Ela é a única capaz de fazer o carreteiro disparar, limpo e chapado. Ela é a única capaz de transformar aquela ala que soa como um caminhão de panelas capotando e fazê-la soar como se apenas um tamborim estivesse tocando em alto e bom som. Ela é a professora de todo mundo. Ela é cria da vermelha e branca de Niterói, diretora da ala de tamborins da Swingueira de Noel, Flamenguista, e um amô.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-72371" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ilustre_ritmista.jpg" alt="ilustre ritmista" width="683" height="968" title="Ilustre Bamba: &#039;A ritmista&#039; 9" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ilustre_ritmista.jpg 683w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ilustre_ritmista-212x300.jpg 212w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/09/ilustre_ritmista-296x420.jpg 296w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></p>
<p>Nossa Ilustre Bamba de hoje é a super Thalita Santos. E de tanto salvar ritmistas à beira de um ataque de nervos às vésperas do desfile, e ouvir tanto carreteiro descoordenado, ela ressurge por aqui canonizada como Santa Thalita do Tá Cati Catá. E se você ainda não conseguiu aquele carreteiro limpo e chapado, é só bradar, em plenos pulmões, a oração abaixo, para Santa Thalita atender aos seus desejos.</p>
<p>“Oração para a Santa Thalita do Tá Cati Catá”.<br />
Santa Thalita do Tá Cati Catá,<br />
santificado seja o vosso toque,<br />
que venha a nós o carreteiro limpo,<br />
e que seja feito chapado<br />
assim nos ensaios como na Marquês.<br />
O doce nosso de cada dia não nos dai hoje,<br />
perdoai-nos pelos nossos papacos<br />
assim como nós perdoamos<br />
a quem erra o desenho,<br />
e não nos deixeis cair diante do júri,<br />
benditas sejamos nós entre as baterias<br />
e bendito será o fruto dos nossos ensaios.<br />
Santa Thalita do Tá cati Catá,<br />
rogai por nós ritmistas,<br />
agora e na hora da apuração.<br />
Em nome da caixa<br />
Do surdo<br />
e do repique.<br />
Amém!</p>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-a-ritmista/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-a-ritmista/">Ilustre Bamba: &#8216;A ritmista&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilustre Bamba: &#8216;O enredista&#8217;</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-enredista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 00:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=71848</guid>

					<description><![CDATA[<p>“A arte de narrar está em vias de extinção” (WALTER BENJAMIN, 1996. P.197). Ao ser honrosamente convidado para navegar pela obra do enredista João Gustavo Melo, me propus o desafio de tratar a empreitada como o desenvolvimento de um enredo. Porém, para dar samba, precisava mais do que informações: faltava ao texto ondas de afeto, [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-enredista/">Ilustre Bamba: &#8216;O enredista&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A arte de narrar está em vias de extinção” (WALTER BENJAMIN, 1996. P.197).</p>
<figure id="attachment_71849" aria-describedby="caption-attachment-71849" style="width: 695px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-71849" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/enredista2.jpg" alt="enredista2" width="695" height="1015" title="Ilustre Bamba: &#039;O enredista&#039; 10" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/enredista2.jpg 695w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/enredista2-205x300.jpg 205w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/enredista2-288x420.jpg 288w" sizes="auto, (max-width: 695px) 100vw, 695px" /><figcaption id="caption-attachment-71849" class="wp-caption-text">Arte de Antonio Vieira</figcaption></figure>
<p>Ao ser honrosamente convidado para navegar pela obra do enredista João Gustavo Melo, me propus o desafio de tratar a empreitada como o desenvolvimento de um enredo. Porém, para dar samba, precisava mais do que informações: faltava ao texto ondas de afeto, de lúdico, de magia e de sedução. Elementos tão presentes na obra de João. Assim, recolhi minha âncora e me lancei nas águas quentes de minha memória recente.</p>
<p>Bons ventos sopraram as velas de meu destino, me guiando ao encontro de João durante as águas turbulentas de um mestrado. João é um habilidoso “contador de causos”, daqueles que a gente ouve por horas a fio, e te proporcionam a sensação de calmaria, do qual o vasto repertório de histórias e memórias envolventes transita naturalmente entre as culturas. É um grande narrador do Brasil para o próprio Brasil. Jornalista, enredista, pesquisador, cearense e neto de uma cordelista (talvez venha daí sua vocação). Grande apaixonado pelo carnaval carioca, que como tantos outros brasileiros, foi seduzido pelo canto de sereia dos narradores que o antecederam, e que, assim como ele, aproximam este país continental por meio das águas da carnavalização.</p>
<p>“Além de um profissional competente ao extremo, e pessoa íntegra, respeitosa e sensível, ele ainda tem a capacidade de ter um papo incrível, e ser bonito! Aí já é sambar muito na nossa cara! Tô pra ver sujeito mais apaixonado pelo nosso povo, nossa cultura, alma&#8230; Eu acho que Guga nem mora no Brasil, o Brasil é que mora dentro dele!” &#8211; Jack Vasconcelos</p>
<p>Sua vasta produção de mais de quarenta enredos, geraria uma epopeia, com direito a dramas, paixões, humor e grandes momentos de superação. Conhecido sobretudo por sua atuação no Salgueiro, onde ficou ancorado por de cerca de quinze anos, e trouxe à tona tesouros como “Candaces” (2007) e “Cordel branco e encarnado” (2012), recentemente zarpou em busca de novos parceiros de aventuras como o carnavalescos João Vitor Araújo, união da qual gerou a jóia “Qualquer semelhança não terá sido mera coincidência”, sinopse da Unidos de Padre Miguel de 2019.</p>
<p>“João Gustavo canta quando escreve.<br />
João Gustavo canta quando pensa.<br />
João Gustavo canta quando apresenta o seu opulento trabalho.<br />
João Gustavo é o grande intérprete da arte da pesquisa e da escrita!<br />
Viva , João Gustavo!” &#8211; João Vítor Araújo.</p>
<p>Como um grande aventureiro da palavra, ele se joga de cabeça nos livros, nas narrativas orais, nas memórias das coisas, sem se perder no academicismo, na frieza de um texto pedagógico, linear e informativo ou datado, pois leva consigo a bússola da atualidade e a isca do afeto. Não teme mergulhar em águas profundas, pois tem o fôlego necessário para resgatar os tesouros dos signos e memórias nacionais, geralmente submersos nos mares do esquecimento e do obscurantismo de um país que naufraga sua melhor frota, a cultura popular.</p>
<ul>
<li><em>O Enredista. Por André Wonder</em></li>
</ul>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-enredista/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-enredista/">Ilustre Bamba: &#8216;O enredista&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ilustre Bamba: &#8216;Vida longa aos provocadores carnavalescos&#8217;</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vida-longa-aos-provocadores-carnavalescos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 20:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=71551</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente vampirão. O Jesus negro. O Cristo Redentor caboclo e os macramês que entretecem narrativas. Jack Vasconcelos, Leandro Vieira, Gabriel Haddad e Leonardo Bora, são alguns dos artistas que sintetizam um Brasil profundo, colagem de tantos retalhos de sonhos, credos e desigualdades, capazes de nos encantar e nos despertar reflexões. Ao olhar para a [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vida-longa-aos-provocadores-carnavalescos/">Ilustre Bamba: &#8216;Vida longa aos provocadores carnavalescos&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente vampirão. O Jesus negro. O Cristo Redentor caboclo e os macramês que entretecem narrativas. Jack Vasconcelos, Leandro Vieira, Gabriel Haddad e Leonardo Bora, são alguns dos artistas que sintetizam um Brasil profundo, colagem de tantos retalhos de sonhos, credos e desigualdades, capazes de nos encantar e nos despertar reflexões. Ao olhar para a imagem como um suporte de ideias frutos de seu tempo, é inegável não pensar no impacto que esses carnavalescos causam nas estruturas das escolas de samba ao serem alçados ao papel de protagonistas por boa parte da imprensa, críticos de arte e admiradores da folia.</p>
<figure id="attachment_71552" aria-describedby="caption-attachment-71552" style="width: 1023px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-71552 size-full" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17.jpeg" alt="WhatsApp Image 2021 08 02 at 16.52.17" width="1023" height="755" title="Ilustre Bamba: &#039;Vida longa aos provocadores carnavalescos&#039; 11" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17.jpeg 1023w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17-300x221.jpeg 300w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17-768x567.jpeg 768w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17-80x60.jpeg 80w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17-696x514.jpeg 696w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-02-at-16.52.17-569x420.jpeg 569w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><figcaption id="caption-attachment-71552" class="wp-caption-text">Arte: Antonio Vieira</figcaption></figure>
<p>O lugar do artista visual carnavalesco na cidade nos remete – sem uma pretensa busca de origens e anos limites – à colonização brasileira por Portugal. Procissões religiosas já eram realizadas ainda no século XVII e, pouco a pouco, essa prática foi sendo difundida e o período carnavalesco passou a ser um importante momento de expressão artística na cidade do Rio de Janeiro. Mais adiante, nas favelas e subúrbios cariocas, uma série de artistas negros usavam de criatividade e improviso para tecerem suas plásticas e colocarem suas escolas de samba “na rua” entre os anos 1930 e 1950, construindo conceitos particulares de arte. A partir da entrada de Pamplona e sua turma nas escolas de samba, esse modelo visual orgânico foi sendo deixado de lado em favorecimento de um fazer visual ligado à escola de belas artes, valorizando artistas com essa formação. Pouco sabemos seus nomes e trajetórias, mas sua contribuição são tão importantes quanto as demais.</p>
<p>Ao que pese o racismo estrutural e o preconceito na sociedade, o lugar social do artista carnavalesco foi se consolidando como fundamental na cenografia brasileira. Certamente, olhar para tais figuras, aqui caricaturadas, nos trazem reflexões infinitas a respeito do lugar que as escolas de samba, hoje, protagonizam na cena das artes visuais do Brasil.</p>
<p>Os carnavalescos carregam, na nomenclatura, uma categoria profissional artística que, há mais de um século, faz parte do cotidiano carioca e nos brinda com beleza.</p>
<p>Os desfiles, além de espetáculos, também nos geram reflexões sobre as possiblidades e os novos caminhos que as escolas de samba enquanto produtora de sentidos artísticos próprios podem seguir.</p>
<p>Vida longa aos provocadores carnavalescos!</p>
<p>* Texto de <em>Vinicius Natal &#8211; Historiador e antropólogo</em></p>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vida-longa-aos-provocadores-carnavalescos/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-vida-longa-aos-provocadores-carnavalescos/">Ilustre Bamba: &#8216;Vida longa aos provocadores carnavalescos&#8217;</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>‘Ilustre Bamba’: Mauro Quintaes, o louco</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-mauro-quintaes-o-louco/</link>
					<comments>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-mauro-quintaes-o-louco/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 20:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=71091</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se a Porto da Pedra fosse uma cidade, ou mesmo um Reino de Loucura, um estrangeiro que teria sua cidadania garantida seria Mauro Quintaes. Chegado às cercanias do bairro alguns anos antes, quando se tornou aprendiz do mestre Joãozinho 30, na Viradouro, Mauro recebeu um convite despretensioso, em 1994, para trabalhar em uma renascida escola [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-mauro-quintaes-o-louco/">‘Ilustre Bamba’: Mauro Quintaes, o louco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se a Porto da Pedra fosse uma cidade, ou mesmo um Reino de Loucura, um estrangeiro que teria sua cidadania garantida seria Mauro Quintaes. Chegado às cercanias do bairro alguns anos antes, quando se tornou aprendiz do mestre Joãozinho 30, na Viradouro, Mauro recebeu um convite despretensioso, em 1994, para trabalhar em uma renascida escola de samba de São Gonçalo, que, ao primeiro olhar, era acanhada e pequena, mas que tinha sonhos &#8211; e investimentos &#8211; em grandes escalas. Seu nome: GRES Unidos do Porto da Pedra e sua missão era alcançar o Grupo Especial.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-71092" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ilustracao_louco1.jpg" alt="ilustracao louco1" width="484" height="667" title="‘Ilustre Bamba’: Mauro Quintaes, o louco 13" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ilustracao_louco1.jpg 484w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ilustracao_louco1-218x300.jpg 218w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/07/ilustracao_louco1-305x420.jpg 305w" sizes="auto, (max-width: 484px) 100vw, 484px" /></p>
<p>Com ideias revolucionárias e modos promissores de demonstrá-las, não se fez de rogado. “Era uma oportunidade de ouro. Eu era jovem, com muita criatividade, vontade de marcar meu nome no carnaval e com patronos que me deixavam criar e produzir do jeito que eu quisesse”.</p>
<p>Pronto, ingredientes perfeitos, mas e o tempero? Muita empatia e o carinho que se criou entre comunidade e carnavalesco, que a usava em suas criações e por quem se deixava contagiar.</p>
<p>De acordo com o jornalista João Gustavo Melo, “a obra de Mauro Quintaes reflete a alma de um artista alegre, jovial, aberto sempre a novidades e experimentações. Devoto das grandes referências carnavalescas e de todas as artes, Mauro sabe como poucos extrair alegria e frescor das cores e das formas. Como um eterno garoto chapliniano, representa as coisas da vida com a admiração de quem enxerga o mundo pela primeira vez”.</p>
<p>Quintaes pode não ter feito nascer uma escola, mas muito a ajudou, sendo o real parteiro de que a agremiação precisava. Ele não criou o sentimento, mas se apaixonou por ele e o fez crescer através de seus traços, cores e construções.</p>
<p>Trazendo um olhar de quem pesquisou e escreveu sobre a escola e sobre o carnavalesco, digo sem medo de errar e sem querer criar falsa polêmica: Sem Mauro Quintaes, naquele momento, com aquela experiência e com somente aqueles desejos, a Porto da Pedra não existiria da maneira que existe e nem muito menos conseguiria fazer feliz seu povo em fins da década de 1990.</p>
<p>Ao mestre, com carinho.</p>
<ul>
<li><em>Texto de Bruno Cesar Santos de Souza &#8211; Mestre em História pela UERJ e biógrafo da Porto da Pedra</em>.</li>
</ul>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-mauro-quintaes-o-louco/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-mauro-quintaes-o-louco/">‘Ilustre Bamba’: Mauro Quintaes, o louco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-mauro-quintaes-o-louco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1056</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Ilustre Bamba&#8217;: o mago Renato Lage</title>
		<link>https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-mago-renato-lage/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 00:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Grupo Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustre Bamba]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.carnavalesco.com.br/?p=70724</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante a década de 1990, quando a Marquês de Sapucaí foi agraciada com carnavais antológicos e inesquecíveis, Renato Lage criou e desenvolveu enredos para a Mocidade Independente que deram para escola de Padre Miguel uma aparência que chegou mesmo a se confundir com sua estrela de Luz: cores cítricas, design e personagens modernos, criando para [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-mago-renato-lage/">&#8216;Ilustre Bamba&#8217;: o mago Renato Lage</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a década de 1990, quando a Marquês de Sapucaí foi agraciada com carnavais antológicos e inesquecíveis, Renato Lage criou e desenvolveu enredos para a Mocidade Independente que deram para escola de Padre Miguel uma aparência que chegou mesmo a se confundir com sua estrela de Luz: cores cítricas, design e personagens modernos, criando para a agremiação da Vila Vintém a imagem de uma escola moderna, apelidada como a Hi-tec do carnaval.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-70726" src="https://www.carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-15-at-17.00.10.jpeg" alt="WhatsApp Image 2021 06 15 at 17.00.10" width="523" height="708" title="&#039;Ilustre Bamba&#039;: o mago Renato Lage 15" srcset="https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-15-at-17.00.10.jpeg 523w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-15-at-17.00.10-222x300.jpeg 222w, https://carnavalesco.com.br/wp-content/uploads/2021/06/WhatsApp-Image-2021-06-15-at-17.00.10-310x420.jpeg 310w" sizes="auto, (max-width: 523px) 100vw, 523px" /></p>
<p>A modernidade de Renato, de certa forma, serviu de contraponto ao classicismo de Rosa Magalhães, e esse glorioso embate rendeu seis títulos: três para Ramos e três para Padre Miguel. Para além desse inesquecível duelo, Renato representa pra mim o mago da Avenida.</p>
<p>Desde criança, o vejo como aquele ser iluminado de cuja cartola emana personagens e ícones inimagináveis por mim até então; como um artista capaz de levar a ilusão carnavalesca às últimas consequências, nos persuadindo de que “Sonhar não custa nada”. Essa ilustração tenta representar a possibilidade de se invadir a Cartola do mestre: sonho espetacular de se visitar o Criador e suas Criaturas.</p>
<blockquote><p><span style="color: #00ff00;">“Trabalhar com Renato Lage ampliou minha percepção e sensibilidade em criar e produzir. Focar e realizar com satisfação. Meu professor!”, Guto Carrilho, Ex-assistente do carnavalesco Renato Lage</span></p></blockquote>
<p>“Um desfile muito classudo garantiu no finzinho da década de 1970 o primeiro título da escola. Em seguida, muita cor, irreverência e deboche passaram a ser vistos como a identidade da agremiação que ganhara pela segunda vez a competição. A genial criatividade que então trazia essa marca foi interrompida tragicamente. E embora Elis tenha recebido uma belíssima homenagem, o toque das caixas de Padre Miguel não deu as mãos àquele estilo. Nesse intervalo Renato e Lilian chegaram e viraram o jogo. Pediram passagem contando aquela história que começou no futebol. Mais um título da escola. No ano seguinte, rolou o bi dos então novos carnavalescos.</p>
<p>O terceiro Carnaval deles não foi campeão, mas o samba que cantamos vaga nos sonhos de todos os sambistas do planeta. Foram então nove desfiles solo mais o último em nova parceria e Renato fez da estética da Mocidade Independente a sua criatura a ponto de lavar a alma dos amantes do Carnaval. Em lugar dos que dizem ter sido desfiles &#8216;futuristas&#8217;, ele deu aula de brasilidade e nos inspirou a cruzar a Avenida Brasil para ostentar até de forma circense o nosso verde e branco de Padre Miguel no Centro da Cidade. Treze anos, três títulos com suas criações e uma nova forma criativa e original, detalhista e cheia de luzes (afinal, nosso símbolo é uma estrela) de mostrarmos que somos cariocas da gema, nascidos em berço de bamba”, Vicente Magno, Departamento Cultural da Mocidade Independente de Padre Miguel.</p>
<div class="fb-background-color">
			  <div 
			  	class = "fb-comments" 
			  	data-href = "https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-mago-renato-lage/"
			  	data-numposts = "10"
			  	data-lazy = "true"
				data-colorscheme = "light"
				data-order-by = "social"
				data-mobile=true>
			  </div></div>
		  <style>
		    .fb-background-color {
				background: #ffffff !important;
			}
			.fb_iframe_widget_fluid_desktop iframe {
			    width: 1000px !important;
			}
		  </style>
		  <p>O post <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br/ilustre-bamba-o-mago-renato-lage/">&#8216;Ilustre Bamba&#8217;: o mago Renato Lage</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://carnavalesco.com.br">Carnavalesco</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
