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Escolas de samba da Série Ouro recebem o Troféu Band Folia 2024

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Pelo segundo ano consecutivo, a Band apresentou com exclusividade os desfiles da Série Ouro da Liga-RJ, que neste ano a festa ganhou um tom ainda mais especial. Durante os desfiles, as 16 escolas de samba da Série Ouro do Rio de Janeiro concorreram ao Troféu Band Folia.

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A audiência deu notas em nove categorias – enredo, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira, intérprete, samba, bateria, ala de passistas, esquenta e melhor escola – por meio de um QR Code disponibilizado na tela durante os desfiles. Um time de jurados e especialistas da Band também nomearam o destaque do ano.

O resultado foi divulgado na segunda-feira, ao vivo no Jornal do Rio. Já a cerimônia de premiação, com entrega do troféu Band Folia, acontecerá presencialmente no Teatro Claro MAIS RJ em Copacabana, nesta terça às 19h.

Nas redes sociais da @bandtvrio e @bandfolia, os seguidores poderão acompanhar a premiação em tempo real.

“O prêmio tem o propósito de reconhecer e valorizar os talentos que são os verdadeiros protagonistas das Escolas de Samba da Série Ouro”, afirma André Marini, diretor Geral da Band Rio.

Melhor enredo: Arranco do Engenho de Dentro – “Nise – Reimaginação Da
Loucura”, De Nicolas Gonçalves
Melhor comissão De frente: União de Maricá
Melhor casal De Mestre-Sala E Porta-Bandeira: Fabríci Pires e Giovana
Justos ( União de Maricá); Thiaguinho Mendonça e Amanda Poblete (União da
Ilha)
Melhor intérprete: Nêgo (União da Ilha)
Melhor samba: Unidos de Padre Miguel
Melhor bateria: Império Serrano
Ala De Passistas: Estácio de Sá
Esquenta: Unidos da Ponte
Destaque De Ouro: Nil De Imanjá – Templo de Africa da União da Ilha,
Desfilando No Chão
Melhor Escola: Unidos de Padre Miguel

Em Cima da Hora anuncia renovação com o carnavalesco Rodrigo Almeida

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A escola de samba Em Cima da Hora inicia os preparativos para o Carnaval de 2025 e anuncia a renovação do carnavalesco Rodrigo Almeida.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

“Renovar meu compromisso com a Em Cima da Hora é uma alegria indescritível. O Carnaval é a essência da nossa cultura, e poder contribuir para essa celebração é uma honra incomparável”, declarou Rodrigo.

Com o enredo “A Nossa Luta Continua”, do carnavalesco Rodrigo Almeida, a Em Cima da Hora foi a segunda agremiação a desfilar no sábado de carnaval. Marcada por um desfile com um ótimo desempenho do carro de som e canto positivo entre os componentes.

Voz da Dragões, Rene Sobral comemora mais um ano na escola e mira 2025

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O Rene Sobral chegou na Dragões da Real para o carnaval de 2017, e com isso, defendeu sambas da agremiação por sete carnavais, já que em 2021 não teve desfile. Em 2023 foi a primeira vez que cantou um tema que é dos seus preferidos, o afro. A escola ficou com o vice-campeonato, empatado em pontos com a Mocidade Alegre, e perdeu o título no critério de desempate.

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Foto: Fábio Martins/CARNAVALESCO

Em entrevista ao site CARNAVALESCO logo após o desfile das campeãs, comemorou ter aberto portas para o enredo afro na Dragões: “Muito bom, a escola abriu as portas para um caminho maravilhoso que são os temas afros, da nossa ancestralidade, isso é muito bom, para a escola é muito bom”.

A agremiação que tem apenas 23 anos de existência, e desde que chegou no Grupo Especial, em 2012, não saiu mais. Pelo contrário, quase todos os anos, disputa o desfile das campeãs. O sonho é buscar o título inédito, já foram três vezes batendo na trave com o vice-campeonato em 2017, 2019 e 2024. Para René Sobral, que esteve nas três ocasiões, o momento está chegando.

“Energia muito boa, renovamos para buscar mais um desafio de buscar o título para Dragões, que vai vir, vai chegar. Fizemos um espetáculo histórico para o carnaval de São Paulo, todo mundo viu, está imortalizado neste Anhembi. E para o ano que vem vamos esperar o que nosso carnavalesco vai aprontar para nós, mas é coisa boa viu”.

A Dragões da Real renovou com o carnavalesco Jorge Freitas, um dos maiores campeões do carnaval paulista, e vai para o terceiro carnaval com a agremiação vermelha, branca e preta. No primeiro ano ficou em quinto lugar e neste ano, o vice-campeonato, busca o título inédito na caçula do Grupo Especial.

Vale ressaltar que a Dragões voltou oito vezes para o desfile das campeãs, nas doze edições que esteve no Grupo Especial. Ou seja, vai cavando seu espaço na elite do carnaval, e quando não esteve nas campeãs, alternou entre sexto ou sétimo lugar.

Vila Kennedy vence o Grupo de Avaliação no Carnaval 2024; veja a classificação completa

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Por Lucas Santos e Rafael Soares

A Unidos de Vila Kennedy venceu o Grupo de Avaliação no Carnaval 2024, na Intendente Magalhães, e vai desfilar na Série Bronze no ano que vem. A Acadêmicos do Recreio ficou em segundo e também garante o acesso.

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“A emoção é a máxima possível. Pegar a escola como peguei e ser campeão não tem preço. Agora é fazer o melhor trabalho para subir e subir. A comunidade abraçou a escola e o foco é mudar a história da Vila Kennedy”, disse o presidente Alessandro Gomes.

“Fundamental para essa nossa conquista foi nossa garra e dedicação. Sem receber nenhuma verba. Vencemos com muita luta. Toda comunidade abraçou a escola. Foi lindo. Só agradecer e comemorar”, afirmou o presidente Alex Dória, da Acadêmicos do Recreio.

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Veja a classificação final

1 – Unidos de Vila Kennedy: 178,3
2 – Acadêmicos do Recreio: 178,3
3 – Unidos de Manguinhos: 178, 2
4 – Novo Império: 178,1
5 – Império da Resistência: 176,1
6 – Coroado de Jacarepaguá: 176,1
7 – Renascer de Nova Iguçu: 175,7
8 – Império do Vale: 175,4
9 – Delírio da Zona Oeste: 175,1
10 – America Samba e Paixão: 174,9
11 – Unidos do Cabral: 174,1
12 – União do Vilar Carioca: 173,9
13 – Acadêmicos da Pedra Branca: 173,7
14 – Acadêmicos do Anil: 133,9
15 – Garras do Tigre (não desfilou)

Unidos de Padre Miguel anuncia renovação com primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira

A Unidos de Padre Miguel está em plenos preparativos para sua estreia no Grupo Especial do Carnaval de 2025 e continua a fortalecer sua equipe. Após anunciar a permanência de figuras-chave como o diretor geral de Harmonia Marcelo Marques, o carnavalesco Lucas Milato, e a chegada do carnavalesco Alexandre Louzada, a escola confirma a renovação do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Vinicius Antunes e Jéssica Ferreira.

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Foto: Nelson Malfacini/CARNAVALESCO

Com a nota máxima alcançada em 2024, Vinicius e Jéssica garantem sua presença pela décima segunda vez consecutiva à frente da condução do pavilhão da UPM, representando as cores e a tradição do Boi Vermelho de Padre Miguel.

“É uma imensa alegria e honra para nós estarmos presentes neste momento histórico da Unidos de Padre Miguel. Estamos ainda mais motivados para levar toda a nossa energia e dedicação, representando nossa comunidade com muito orgulho e paixão, disse Vinicius.

Mocidade mantém Fabíola de Andrade como rainha de bateria e Rogério Andrade encontra novos contratados

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O barracão da Mocidade Independente de Padre Miguel, na Cidade do Samba, ficou agitado nesta segunda-feira. O patrono Rogério Andrade recebeu os novos contratados para o Carnaval 2024.

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Foto: Wagner Rodrigues/Divulgação Mocidade

Estiveram presentes os carnavalescos Renato e Márcia Lage, além do coreógrafo da comissão de frente Marcelo Missailidis. A escola também anunciou que Fabíola de Andrade segue como rainha de bateria.

“O casal Lage tá na casa. Marcelo Misailidis, meu novo coreógrafo da comissão de frente, também já tá na casa. Vamos juntos porque 2025 já começou”, publicou a Mocidade.

Viradouro segue na liderança no ranking da Liesa

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A Liesa divulgou o seu ranking após os resultados do Carnaval 2024. A classificação considera os últimos cinco anos, incluindo 2021, onde não houve desfiles em função da pandemia. A liderança da Viradouro para a Grande Rio é de 14 pontos.

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Foto: Vítor Melo/Divulgação Rio Carnaval

A Imperatriz saltou quatro posições com o vice-campeonato. De 8º lugar com 21 pontos para 4º com 36. A rainha de Ramos está agora no encalço da Beija-Flor, a terceira colocada com 38.

Após os resultados dos últimos anos a Vila Isabel também subiu no ranking. Agora a azul e branca é a quinta colocada com 31 pontos. Salgueiro, Mangueira, Portela e Mocidade vem na sequência.

Como é a pontuação: 1º ganha 20 pontos, 2º 15 pontos, 3º 12 pontos, 4º 10 pontos, 5º 8 pontos, 6º 6 pontos, 7º 4 pontos, 8º 3 pontos, 9º 2 pontos e 10º leva um ponto.

Confira o ranking da Liesa 2020/2024:

1) Viradouro – 67 pontos

2) Grande Rio – 53 pontos

3) Beija-Flor – 38 pontos

4) Imperatriz – 36 pontos

5) Vila Isabel – 31 pontos

6) Salgueiro – 28 pontos

7) Mangueira – 22 pontos

8) Portela – 21 pontos

9) Mocidade – 16 pontos

10) Unidos da Tijuca – 6 pontos

11) Tuiuti – 5 pontos

12) São Clemente – 1 ponto

13) Estácio de Sá, União da Ilha, Império Serrano e Porto da Pedra – 0 ponto

Unidos da Tijuca não concorda com justificativas dos quesitos ‘Enredo’ e ‘Fantasias’ sobre a ala 3 do desfile

Em um comunicado publicado nas redes sociais, na noite desta segunda-feira, a Unidos da Tijuca informa que não concorda com as justificativas dadas para os quesitos “Enredo” e “Fantasias”. Veja abaixo o texto da escola.

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“Aceitamos as justificativas dos jurados como um momento de análise e reflexão. Discordamos de alguns posicionamentos como é normal em qualquer avaliação e julgamento. Mas, veementemente, não concordamos em perdas de pontos nos quesitos “Enredo” e “Fantasias” com a justificativa de que não constava no livro abre-alas a defesa da ala 3 – Nábia, reclamação feita por quatro julgadores. O material completo foi enviado à Liga das Escolas de Samba da cidade do Rio de Janeiro em 21 de dezembro de 2023 e por alguma falha técnica, não constou no livro entregue aos jurados. Sabemos que os décimos perdidos não alteram a colocação da Unidos da Tijuca no carnaval 2024, mas consideramos importante esclarecer os fatos. Dessa maneira, buscando o que é justo, reafirmamos o nosso compromisso em buscar sempre um trabalho de excelência, reconhecendo erros e acertos e, acima de tudo priorizando o respeito e a verdade à nossa comunidade. Vamos utilizar o Carnaval 2024 como uma oportunidade de crescimento e aprendizado, buscando sempre elevar o nível de excelência da Unidos da Tijuca. Vamos escrever uma nova história, que já começou”.

Conheça os vencedores do prêmio Estrela do Carnaval da Série Prata no Carnaval 2024

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Saiu a lista dos vencedores do prêmio “Estrela do Carnaval”, oferecido pelo site CARNAVALESCO, aos melhores da Série Prata, que desfilaram na Intendente Magalhães, no Carnaval 2024. Ainda será definida a data e local da festa de premiação. A categoria máxima, o “Desfile do Ano“, foi para Renascer de Jacarepaguá.

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A Renascer de Jacarepaguá foi a quinta agremiação a desfilar na noite desta sexta-feira, pela Série Prata. A agremiação levou para a avenida o enredo “Ubuntu – do berço ancestral, um ideal para mudar o mundo”, do carnavalesco Rodrigo Pacheco. A apresentação foi marcada pelo alto padrão plástico e pela ótima comissão de frente.

Veja abaixo a lista de premiados

Desfile do ano: Renascer de Jacarepaguá
Samba: Renascer de Jacarepaguá
Comissão de frente: Cubango
Casal: Renascer de Jacarepaguá
Baianas: Botafogo Samba Clube
Intérprete: Ito Melodia (Tubarão de Mesquita)
Alegorias: Renascer de Jacarepaguá
Fantasias: Botafogo Samba Clube
Harmonia: Tradição
Rainha: Cubango
Carnavalesco: Cubango
Enredo: Renascer de Jacarepaguá
Passistas: Botafogo Samba Clube
Bateria: Renascer de Jacarepaguá

Julgadores apontam ‘falta de clareza na roterização do enredo’ da Mocidade

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A Mocidade Independente de Padre Miguel foi a primeira escola a desfilar na segunda, 12 de fevereiro. A escola buscou resgatar a sensualidade do brasileiro com o enredo sobre o caju, a fruta tropical que costuma vir do Ceará e adoça bocas pelo país. Em suas notas e justificativas os julgadores apontaram que  o enredo foi “desenvolvido de forma desproporcional, com falha na roteirização do enredo e pela dificuldade de compreensão do significado de algumas fantasias”.

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O jurado Johnny Soares deu a nota 9,7 com a justificativa: “Concepção: Retira se 1 décimo pelo fato de o enredo ter sido desenvolvido de forma desproporcional, com os primeiros setores explorando mitos indígenas e fatos reais (e curiosos) relativos ao Caju, enquanto os últimos setores tentam promover metáforas – algumas vezes díspares e ‘forçadas’, comprometendo o interesse e o entendimento. A narrativa, dessa forma, sustentada por ganchos sem uma real conexão nos 4° e 5° setores acaba perdendo a força e o seu caráter inusitado. (4,9). Realização: Retira-se 1 décimo devido a uma falha na roteirização do enredo, no subtema ‘Povos Tremembés’ é explorado no setor 3 (Caju-Rei) nas alas 11,12,13 e 14, que exemplificam a lenda do surgimento do Caju-Rei. Contudo, a primeira citação aos ‘Povos Tremembés’ ocorre no setor 2 (Anarcadium Occidentale) na musa 1 e na ala 5. Esse distanciamento de elementos iconográficos que, de certo modo, se debruçam sobre um mesmo universo simbólico, semântico, estético e conceitual (indígenas da etnia Tremembé) causa estranheza e prejudica a coesão e encadeamento da narrativa. Afinal, os dois setores acabam explorando o mesmo universo de signos e significados (simbologia indígena de um mesmo povo), fazendo mais sentido se estivessem juntos no mesmo setor. Retira-se ainda 1 décimo pela dificuldade de materialização na avenida do significado da ala 12 (Guerreiros Mulungu e Muçambê). Embora o livro Abre-Alas defenda que a concepção de tal figurino é baseado ‘no humor, na ironia, na acidez histórico satírica’, a leitura plástico -visual da fantasia – no meio de outras alas (11, 13,14) sem caráter anedótico e ricas em signos indígenas – não ajudou a reconhecer de forma clara tais guerreiros (4,8). Observação: Elogia-se a criatividade e a ousadia da comissão de frente em levar participantes para além do espaço da Avenida, invadindo a arquibancada com uso perfeito da iluminação. Parabéns”.

A jurada Carolina Vieira Thomaz deu a nota 9,8 com a justificativa: “Concepção: Mesmo entendendo a metáfora da árvore com o polvo, a hiperexploraçao da temática marinha e falta de um cajueiro no 3° setor (Caju-Rei) dificulta muito, digo, a compreensão deste. (-0.1). Realização: A leitura de cinema, de circo ou temática circense e de xilogravura passa quase despercebidas nas alas 16 (“cinecajuínaína”), 17 (“circaju”) e 18 (“xilocajugeavura”), respectivamente. Essa falta de representatividades afia ainda
a alegoria 04 (“Bloco…) sendo necessário o uso de letreiros (-0, 1)”.

O jurado Artur Nunes Gomes deu a nota 9,7 com a justificativa: “Concepção: 4,8. Desconta-se 0,1 pela falta de clareza no recorte utilizado para contar o enredo que, no geral, parece homenagear mais o movimento tropicalista que o fruto tema do enredo. A profusão de símbolos tropicalisas ao longo do cortejo, depois de ser bem explorado no 1°. setor, acaba confundindo o entendimento da narrativa, fazendo com que o contexto ganhe mais relevância que o tema apresentado. Desconta-se 0,1 pela dificuldade do entendimento da narrativa no quarto setor, pela exagerada ampliação figurativa do argumento apresentado. Por exemplo, não se consegue apreender, com clareza, as aproximacões feitas entre o fruto protagonista se consegue apreender, com clareza, as aproximações feitas entre o fruto protagonista do enredo e alguns elementos, com o circo
(ala 17), o café (ala 19) e a cafetina (ala 20). Realização: 4.9. Desconta-se 0.1 pela dificuldade de compreensão do significado de algumas fantasias. Na ala 06, os signos
apresentados não permitem identificar com clareza a representação dos invasores portugeses, franceses e holandeses. Na ala 07 revela-se incoerente a representação des “olhos do avó Tamandaré”, que simboliza as entidades protetoras dos povos imaginários, pois a cor apresentada não se distancia da representação do olho claro de invasor externo. Na ala 17, a iconografia apresentada não permite associar o caju ao universo circense que pretendia retratar”.

O jurado Marcelo Figueira deu a nota 9,7 com a justificativa: “Concepção: Penalizou-e a escola em 2 décimos por apresentar desconexão lógica entre os 3 primeiros setores e os setores 4 e 5. Os setores 1, 2 e 3 apresentam coesão que se perde a partir do setor 4, tornando a história pouco crível ao relacionar de forma não convincente o tema central “caju” com outros como cinema, circo, xilogravura , café, biroscas e até cafetinas. A situação se estende no setor 5 quando frases descontextualizadas de letras de músicas como “Cajuína”, de Caetano Veloso, são utilizadas para tentar afirmar a existência de uma brasilidade baseada em significações abstratas do “caju”. Tudo isso faz parecer que o tema
central não foi profícuo pra criação de um argumento fracionado em 5 setores (-0.2). Realização: a escola foi penalizada em 1 décimo por dificuldade de leitura do enredo por meio das iconografias adotadas para a representação das alas 03 e 04 (passaram muito compactadas, dificultando a visualização para diferenciá-las pois eram quase idênticas e de mesma cor); 12,17,19 e 23. (-0,1) Total: (-0.3)”.