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Arranco 2026: alegorias na área de concentração
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Estácio 2026: alegorias na área de concentração
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‘Vim para tocar samba e não fazer papagaiada’, declara mestre da Bangu
Com o enredo “As coisas que mamãe me ensinou”, a Unidos de Bangu levou para Sapucaí uma homenagem para Leci Brandão mostrando sua história na música, na política, na Mangueira e no ativismo.

De autoria dos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus do Val, a escola transformou a avenida em extensão do quintal e da militância da artista, costurando ensinamentos maternos, consciência social e samba como ferramenta de transformação.
Para dar ritmo para escola, a bateria “Caldeirão da Zona Oeste” (CZO) contou com o experiente mestre Dinho, que fez sua estreia na agremiação e foi direto e reto para falar sobre o trabalho apresentado.

“O melhor da noite foi poder homenagear a Lecy Brandão. Fizemos tudo o que planejamos até porque eu sou da época dela. Eu vim aqui para fazer samba, tocar samba. Não vim aqui para fazer papagaiada. Tenho 45 anos de Sapucaí e estou fazendo 20 de mestre. Estou muito feliz”, declarou ao CARNAVALESCO.
A emoção também tomou conta do casal de mestre-sala e porta-bandeira, Leonardo Moreira e Bárbara Moura, que estavam vestidos de “Ancestralidade Familiar”, com as cores dourada e vermelha. A porta-bandeira se emocionou ao falar sobre o desfile e tudo o que representou passar pela avenida defendendo o pavilhão da Bangu.
“Eu estou emocionada. Ano passado a gente não deu nota. Então, esse ano é a realização de um sonho nosso de provar para todo mundo que nós somos capazes. Para todo mundo que duvidou da Bárbara e do Léo está aí o nosso trabalho. Todas as cabines foram impecáveis. Estamos realizados”, declarou Bárbara ao CARNAVALESCO.

Trabalhamos o ano todo em dobro porque ano passado nossa estreia teve uma fatalidade, mas a Bangu deu mais uma chance para gente, nossa diretoria apostou no nosso trabalho e é muito gratificante porque é a conclusão de um trabalho de muito tempo. É a realização de um mostrar que somos capazes e merecemos estar nesse lugar”, complementou Leandro.
Xande de Pilares abre o Carnaval 2026 no Camarote Rio Praia com roda de samba na Sapucaí
O Carnaval 2026 do Rio de Janeiro começou oficialmente na sexta-feira com Xande de Pilares no palco do Camarote Rio Praia, um dos espaços mais disputados da Marquês de Sapucaí. A apresentação abriu a programação do camarote durante os desfiles das escolas de samba e transformou a noite em uma grande roda no coração da avenida.

Com sucessos como “Tá Escrito”, “Clareou”, “Deixa Acontecer” e “Gratidão”, Xande levou o público ao coro coletivo e reforçou o protagonismo do samba no Carnaval do Rio. O show uniu tradição e contemporaneidade, conectando gerações na Sapucaí.
Seguindo a programação, o Quintal da Lapa convidou o Grupo Confraria Carioca para comandar as rodas de samba do Camarote Rio Praia, mantendo o público aquecido entre um desfile e outro.
Na área VIP do Camarote Rio Praia, circularam Juliane Araujo, Maíra Charken e Aline Borges, além de empresários e influenciadores que escolheram o espaço para iniciar a maratona do Carnaval 2026.

Sobre o Camarote Rio Praia
Localizado entre os setores 8 e 10 da Marquês de Sapucaí, de frente para o segundo recuo da bateria, o Camarote Rio Praia se consolida como um dos espaços mais disputados da avenida. Com open bar premium, buffet variado, ambiente climatizado, transfer exclusivo, área beauty, espaço de customização e lounge corporativo, o camarote combina conforto, vista estratégica e uma curadoria musical que mantém o samba no centro da experiência. No Rio Praia, tradição e espetáculo dividem o mesmo palco.

Serviço:
Camarote Rio Praia – Carnaval 2026
Localização: Setores 8 e 10 da Sapucaí (2º recuo da bateria)
Ingressos: ingresso.camaroteriopraia.com.br
Central: (21) 99994-3632
Instagram: @camaroteriopraia
Jorge Freitas detalha desfile grandioso da Dragões da Real no Carnaval 2026
Na madrugada deste 14 de fevereiro de 2026, a Dragões da Real cruzou a pista do Sambódromo do Anhembi com um desfile marcado por impacto visual, leitura clara e potência cênica. À frente do projeto, o carnavalesco Jorge Freitas apresentou uma obra que combinou grandiosidade estética, movimento constante e um discurso alinhado ao empoderamento feminino, eixo central do enredo da escola neste Carnaval.
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A concepção do desfile, segundo o próprio carnavalesco, não surgiu de forma imediata.
“Eu já tinha esse projeto guardado, a sete chaves. Estava esperando um momento onde a gente pudesse transformar o Anhembi em um grande palco de força, com um empoderamento feminino tão forte. Era o momento de soltar essas guerreiras”, afirmou.

CONCEPÇÃO ARTÍSTICA E IDENTIDADE COLETIVA
Um dos pilares do trabalho de Jorge Freitas foi a construção do desfile a partir de uma lógica familiar e colaborativa. Para ele, esse formato fortalece não apenas o processo criativo, mas também a identidade da escola.
“Esse projeto eu sempre faço em família. O enredista é meu afilhado, meu filho cuida de toda a parte de movimento e iluminação, minha neta da parte arquitetônica e minha filha das partes coreográficas. A Dragões é uma escola-família”, destacou o carnavalesco, ressaltando a sintonia entre criação e execução.
Segundo Jorge, essa união se refletiu diretamente no resultado apresentado na avenida. “Jorge Freitas e Dragões casaram muito bem, e o resultado está aí”, completou.

ABRE-ALAS E IMPACTO VISUAL
O abre-alas foi um dos momentos de maior impacto do desfile. Totalmente articulado, o carro trouxe o dragão, símbolo maior da agremiação, em escala monumental, ocupando a pista com imponência e movimento constante.
A intenção era clara desde a largada. “Um carro todo articulado, onde o símbolo da agremiação já se faz uma coisa muito gigante e muito forte, que é o dragão. Acho que o Anhembi presenciou um grande espetáculo da Dragões”, avaliou Jorge Freitas.

SAMBA, EVOLUÇÃO E LEITURA DE PISTA
Com um samba que sustentou bem o enredo, a Dragões da Real apresentou uma evolução segura, com bom aproveitamento de pista e leitura clara das alas e alegorias. O canto dos componentes e a fluidez do desfile refletiram o trabalho desenvolvido ao longo da temporada.
Ao analisar a apresentação na pista, Jorge foi direto. “Foi um desfile excelente dentro do que nós havíamos preparado. Fizemos dois ensaios técnicos maravilhosos e conseguimos concretizar tudo aqui com esse belo desfile”, afirmou.

A ÚLTIMA ALEGORIA E O RECADO FINAL
Entre todas as alegorias, o carnavalesco revelou um olhar especial para o último carro do desfile, justamente pelo teor simbólico e crítico que ele carrega.
“Eu gosto de todos, mas, pela causa, eu gosto muito do último carro. É botar o dedo na ferida e dizer que, se nós não fizermos a nossa parte, vai acabar igualzinho à nossa última alegoria”, declarou.

Mesmo mantendo os pés no chão em relação ao resultado, Jorge demonstrou confiança no trabalho apresentado. “O importante pra gente era fazer um belo desfile. Depois a gente começa a pensar no resultado. Antes disso, não dá pra antecipar as coisas, mas temos confiança de que podemos brigar pelo título”, concluiu.
A Dragões da Real encerrou sua passagem pelo Anhembi com um desfile coeso, visualmente forte e alinhado com o que se propôs a contar. Sob a condução de Jorge Freitas, a escola reafirmou sua identidade e sua capacidade de transformar conceito em espetáculo na avenida.
Da arte ao funk: segunda noite da Série Ouro exibe diversidade e ousadia na Avenida
O espetáculo continua! A segunda noite de desfiles da Série Ouro de 2026 promete fortes emoções na Marquês de Sapucaí neste sábado, 14 de fevereiro, com a apresentação de oito escolas de samba. Definida em sorteio, a ordem dos desfiles será: Botafogo Samba Clube, Em Cima da Hora, Arranco do Engenho de Dentro, Império Serrano, Estácio de Sá, União de Maricá, Porto da Pedra e Unidos da Ponte, encerrando a temporada. Vocês podem acompanhar a cobertura jornalística com vídeos e matérias em tempo real diretamente do Sambódromo, no site e nas redes sociais X (Twitter) e Instagram do CARNAVALESCO.
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De acordo com o regulamento da LIGA RJ, os desfiles terão início às 21h. Cada escola deverá cumprir o tempo mínimo de 45 minutos e máximo de 55 minutos na Avenida. As agremiações também precisam levar ao menos 900 integrantes, incluindo, obrigatoriamente, 35 baianas, sendo vetada a participação de homens na ala, salvo justificativa. Já a bateria deve contar com, no mínimo, 130 ritmistas, todos uniformizados.
21h – Botafogo Samba Clube
Desfilando pela segunda vez na Sapucaí, após fazer sua estreia na Série Ouro em 2025 e permanecer no grupo, a Botafogo Samba Clube abre a segunda noite de desfiles do carnaval carioca. A escola traz o enredo “O Brasil que floresce em arte”, que homenageia o paisagista e artista visual Roberto Burle Marx, que revolucionou o paisagismo moderno ao adicionar plantas nativas do Brasil e criou ícones como o calçadão de Copacabana. O tema foi desenvolvido pelos carnavalescos Alexandre Rangel e Raphael Torres. O desfile contará com alegorias, fantasias e apresentações que reverenciam os trabalhos do artista. A comissão de frente é do coreógrafo João Pedro Santos, seguida pelo primeiro casal Diogo Moreira e Beatriz Paula. A apresentação será conduzida pelo intérprete Negô e pelo som da bateria comandada pelo Mestre Marfim, que tem como rainha a cantora e influenciadora Wenny.
21h45 – Em Cima da Hora
Entre 21h45 e 22h40, o Sambódromo será tomado pela força feminina, pois a Em Cima da Hora chega para desfilar com o enredo “Salve Todas as Marias – Laroyê, Pombagiras”, que foca no empoderamento feminino para combater a intolerância religiosa por meio de entidades espirituais. O tema foi desenvolvido pelo carnavalesco Rodrigo Almeida e destaca a figura das Pombagiras como guardiãs que representam mulheres fortes, que não se curvam. O samba-enredo será cantado pelo intérprete Carlos Jr., e a bateria será comandada pelo Mestre Léo Capoeira, com a rainha Maryanne Hipólito. Com a coreografia de Márcio Moura, a comissão de frente promete vir potente, sendo seguida pelo primeiro casal Marlon Fôres e Winnie Lopes, muito queridos pela comunidade.
22h30 – Arranco do Engenho de Dentro
Com o enredo “A Gargalhada é o Xamego da Vida”, mais um ano desenvolvido pela carnavalesca Annik Salmon, o Arranco do Engenho de Dentro entra na Avenida por volta das 22h30, sendo a terceira escola a desfilar, homenageando Maria Eliza Alves dos Reis, a Palhaça Xamego, primeira palhaça negra do Brasil, que brilhou no Circo Teatro Guarany. A comissão de frente é comandada pela dupla de coreógrafos Lipe Rodrigues e Márcio Dellawegah, e o pavilhão da Azul e Branca da Zona Norte é defendido pelo primeiro casal Diego Falcão e Denadir Garcia. A agremiação tem histórico de exaltar mulheres e, neste ano, além de ser a única a trazer uma carnavalesca mulher, também terá uma mestra de bateria, Laísa Lima, filha do lendário Laíla, que será acompanhada pela rainha Giselle Farias (Gisa Cobel). Além disso, a voz feminina da intérprete Pâmela Falcão conduzirá o desfile, junto à do intérprete Rodrigo Tinoco.
23h15 – Império Serrano
O Reizinho de Madureira, Império Serrano, entrará na Sapucaí por volta das 23h15, com um desfile que promete emoção ao homenagear a escritora brasileira Conceição Evaristo, que estará presente, vendo sua história ser contada no enredo “Ponciá Evaristo, Flor do Mulungu”, desenvolvido pelo carnavalesco Renato Esteves. A comissão de frente será assinada pelo coreógrafo Marlon Cruz. Quem defende o pavilhão da Verde e Branca é o casal Matheus Machado e Maura Luiza. Com a voz potente do intérprete Vitor Cunha, o Império atravessa a passarela ao som da bateria comandada por Felipe Santos, acompanhada pela rainha Quitéria Chagas, veterana e muito querida no posto.
00h – Estácio de Sá
Abrindo a madrugada, entre 0h e 0h55, o Leão do Estácio chega à Avenida celebrando a ancestralidade e a força das religiões afro-brasileiras por meio de Tata Tancredo, líder da Umbanda Omolokô. O enredo “Tata Tancredo – O Papa Negro no Terreiro do Estácio”, desenvolvido pelo carnavalesco Marcus Paulo, veterano na escola, exalta o terreiro como berço do samba e da resistência negra. Defendendo o pavilhão da Vermelha e Branca estão Feliciano Júnior e Raphaela Caboclo. A rainha Vivi Winkler vem à frente da bateria comandada pelo Mestre Chuvisco, em uma apresentação cheia de fé e ancestralidade, guiada pela potente voz do intérprete Tiganá Souza.
00h45 – União de Maricá
A Sapucaí vai se enfeitar de “Berenguendéns e Balangandãs”. O enredo da União de Maricá, desenvolvido pelo carnavalesco Leandro Vieira, que brilha neste ano também na Imperatriz Leopoldinense, contará a história da joalheria produzida por negros no Brasil. O público saberá de onde vieram certos termos utilizados no vocabulário popular atual, como o próprio “balangandã”, usado para se referir a joias e adereços que, no período colonial, eram peças produzidas e usadas por mulheres negras. A comissão de frente começará a ilustrar essa narrativa, com coreografia de Patrick Carvalho. Logo em seguida, teremos o primeiro casal Fabrício Pires e Giovanna Justo balançando os balangandãs. O carismático intérprete Zé Paulo Sierra vem puxando o samba-enredo, enquanto a rainha Rayane Dumont dá seu show à frente da bateria “Maricadência”, do Mestre Paulinho Steves.
01h30 – Porto da Pedra
A ousadia toma conta da Avenida com o desfile da Porto da Pedra, penúltima escola a desfilar, entre 1h30 e 2h25 da manhã. Com o enredo “Das mais antigas da vida, o doce e amargo beijo da noite”, desenvolvido pelo carnavalesco Mauro Quintaes, o Tigre de São Gonçalo vai narrar a história das profissionais do sexo, em uma homenagem que trará nomes de destaque no Brasil, como Andressa Urach e Bruna Surfistinha. A comissão de frente fica por conta da coreógrafa Aline Kelly, premiada nacional e internacionalmente. O primeiro casal Rodrigo França e Joyce Santos vem defendendo o pavilhão da Vermelha e Branca. O intérprete Wantuir Oliveira canta o samba-enredo, enquanto a rainha de bateria Andrea de Andrade vem à frente da bateria Ritmo Feroz, comandada pelo Mestre Pablo.
02h15 – Unidos da Ponte
Nada melhor do que uma festa para encerrar um espetáculo. A Sapucaí vai virar baile com o desfile da Unidos da Ponte, previsto para começar entre 2h15 e 3h10 da madrugada. Trazendo o enredo “Tamborzão – O Rio é Baile! O Poder é Black”, desenvolvido pelo carnavalesco Nicolas Gonçalves, a escola de São João de Meriti vai homenagear o funk e promete agitar a Avenida com uma apresentação repleta de referências a um dos ritmos mais amados e populares do Brasil. Das fantasias e alegorias às coreografias com passinhos, e ao samba-enredo na voz dos intérpretes Thiago Brito e Matheus Gaúcho. A começar pela comissão de frente da coreógrafa Juliana Frathane, que já apresentará uma introdução fiel ao ritmo. Defendendo o pavilhão, temos Thiaguinho Mendonça e Jéssica Ferreira. À frente da bateria, comandada pelos mestres Alex Vieira e Juninho, vem a estreante rainha Thalita Zampirolli, com muito samba no pé e rebolado. Dessa forma, a Unidos da Ponte encerra os desfiles da Série Ouro em 2026.
Sob as estrelas da noite, Ana Beatriz Godói conduz bateria da Rosas de Ouro com emoção e eixo
À frente da bateria da Rosas de Ouro, Ana Beatriz Godói viveu uma noite de entrega profunda ao samba e à escola que ela define como parte da própria vida. Em meio ao brilho da avenida, a rainha mostrou que seu papel vai além da estética, é presença, sentimento e conexão com o coração da comunidade.
“A Rosas faz parte da minha vida. Estar à frente dessa bateria é sentir o coração bater no mesmo ritmo da escola”, afirmou.
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No Carnaval de 2026, a escola levou para a avenida o enredo Escrito nas Estrelas, uma viagem pelo universo do cosmos e pela relação do ser humano com os astros. A proposta conduziu o desfile por caminhos que unem criação, espiritualidade e destino, explorando como estrelas e planetas atravessam a história, os sonhos e a forma de enxergar o mundo.
“Esse enredo fala muito sobre acreditar, sobre destino e sobre se reconhecer no brilho que existe em cada um”, destacou a rainha.
Representando a deusa da noite, Ana Beatriz surgiu com imponência e delicadeza. A fantasia dialogava diretamente com o enredo e com a proposta da bateria, inspirada na estética egípcia. O visual traduziu o mistério e o brilho do céu estrelado, como se a rainha fosse uma joia lapidada para refletir a luz das estrelas no coração da avenida.

“Quis trazer esse mistério do céu, algo que fosse forte e ao mesmo tempo sensível. Me senti parte desse universo que a escola contou”, contou.
Mesmo diante de um início de desfile já marcado pela perda de alguns décimos, a postura da escola foi de foco e entrega. A escolha foi seguir adiante sem permitir que isso interferisse na apresentação. A Rosas veio para fazer o que estava preparado, com concentração, alegria e verdade, e essa energia se refletiu na atuação da rainha, que manteve o eixo e a firmeza durante todo o percurso.
“A gente não pode deixar nada abalar. O desfile é maior que qualquer situação. É seguir com verdade e respeito ao nosso trabalho”, afirmou Ana Beatriz.
A plástica da escola emocionou. Ao longo do desfile, a rainha se deixou tocar pelo conjunto apresentado, vivendo cada momento intensamente, com o olhar atento e o corpo entregue ao ritmo da bateria, que conduziu o samba com força e cadência envolventes.
“Quando a bateria começa, tudo se encaixa. É ali que eu me encontro de verdade”, revelou.
Ser rainha de bateria, para ela, é o papel exercido com mais amor. É onde se sente completa, conectada e verdadeira dentro do Carnaval.
“Reinar é sentir o samba pulsar junto com a escola. É entrega, é amor, é pertencimento”, concluiu.
Na avenida, Ana Beatriz Godói reafirmou que reinar é, antes de tudo, sentir o samba pulsar junto com a escola, sob o céu estrelado que inspirou o desfile.

























































