O ator Samuel de Assis visitou o barracão da Beija-Flor de Nilópolis para conferir de perto o figurino que usará no próximo Carnaval. Pelo segundo ano consecutivo, Samuel foi convidado pelo carnavalesco João Vitor Araújo para integrar o desfile da agremiação. O ator recebeu o croqui de sua nova fantasia, que faz parte do enredo de 2025, diretamente das mãos do carnavalesco.
Em 2024, Samuel brilhou na avenida ao interpretar o carnavalesco alagoano Rás Gonguila, sendo o destaque do último carro da escola. Para o Carnaval de 2025, João Vitor já adiantou que o ator terá um papel de igual relevância, agora dentro do enredo que homenageará Laíla, lendário diretor de carnaval que marcou a trajetória da Beija-Flor.
“Eu não voltei à Beija-Flor, eu sou Beija-Flor. A comunidade me acolheu e me ajudou a trazer o Estandarte de Ouro no desfile deste ano. Estou muito feliz em reafirmar meu coração nilopolitano e não sossego enquanto não formos campeões do carnaval carioca. Estamos apenas começando!”, disse Samuel, demonstrando orgulho e emoção com sua ligação à escola.
O carnavalesco João Vitor também compartilhou sua expectativa para o próximo desfile: “Samuel tem uma energia única na avenida, e trazer ele novamente para o desfile da Beija-Flor é muito especial. No último Carnaval, ele brilhou representando uma figura tão importante para o nosso enredo, e em 2025, ele terá mais uma missão grandiosa. Estamos preparando algo à altura de sua entrega e talento, que vai emocionar e surpreender o público mais uma vez.”
A Beija-Flor será a segunda escola a entrar na Marquês de Sapucaí na segunda-feira, 3 de março de 2025, com o enredo “Laíla de Todos os Sambas, Laíla de Todos os Santos”, celebrando a vida e o legado de Luiz Fernando Ribeiro do Carmo, eternizado como Laíla.
A União de Maricá está se preparando para o Carnaval de 2025 com a promessa de uma grande festa na Marquês de Sapucaí. Na manhã desta terça-feira, no barracão de alegorias no Rio, o carnavalesco Leandro Vieira convidou o ator Stepan Nercessian para interpretar o apresentador Chacrinha no desfile do próximo ano. A escola, que desfilará na Série Ouro, apresentará o enredo “O Cavalo de Santíssimo e a coroa do Seu 7”, exaltando Seu 7 da Lira e a mãe de santo Cacilda de Assis.
Márcio Dellawegah e Stepan Nercessian com o carnavalesco Leandro Vieira. Foto: Emerson Pereira/Divulgação Maricá
Um episódio marcante envolvendo a entidade ocorreu em 1971, quando Chacrinha levou a médium Cacilda de Assis ao seu programa de TV. Durante a transmissão, ela comandou uma gira ao vivo, com as Chacretes incorporando espíritos em pleno horário nobre. O impacto do acontecimento foi tão grande que programas ao vivo passaram a ser proibidos pela censura da Ditadura Militar. No desfile de 2025, Stepan Nercessian será acompanhado pelo artista e coreógrafo Márcio Dellawegah, que representará a figura de Seu 7 da Lira.
Leandro Vieira destacou que o objetivo do desfile é criar uma conexão arrebatadora com o público que estará assistindo na sexta-feira de carnaval.
“Tenho pensado inúmeras maneiras para que o desfile da Maricá se comunique de forma arrebatadora com o público que acompanha os desfiles da Série Ouro. Neste sentido, um enredo que celebra um Exu festivo já é meio caminho andado. Agora, pensando nos atrativos afetivos que o desfile pode proporcionar, ter a figura do Stepan Nercessian de Chacrinha ao lado de um sambista ligado à ancestralidade do carnaval e a dança dos passistas personificando o próprio Sete da Lira é especial demais”, disse Leandro.
Vencedor do Prêmio Grande Otelo de melhor ator por sua atuação no filme “Chacrinha: O Velho Guerreiro” (2018), Stepan Nercessian também já deu vida ao personagem na TV, no teatro e no carnaval. Para ele, o convite da União de Maricá foi extremamente significativo:
“É sempre uma alegria. Eu só voltaria a fazer o Chacrinha se fosse por uma razão especial e a União de Maricá trouxe isso. Neste enredo, a presença dele é importantíssima, junto com Seu 7 da Lira. Estou muito feliz em fazer parte de um projeto tão inovador e bonito. O Leandro é um grande profissional, foi um prazer conhecê-lo e tenho certeza de que teremos um desfile com a cara do carnaval”, afirmou Stepan.
Já Márcio Dellawegah, responsável por encarnar Seu 7 da Lira, comemorou a chance de participar como destaque performático em mais uma proposta de Leandro Vieira. Trabalhando ao lado do carnavalesco como diretor artístico e coreográfico desde o desfile vencedor da Série Ouro pelo Império Serrano, em 2022, o coreógrafo se prepara para mais um grande desafio:
“É uma honra trabalhar novamente com Leandro. A responsabilidade de compor esse quadro ao lado do Stepan, um grande nome da cena artística brasileira, é enorme. Estou me preparando artisticamente e espiritualmente para esse desfile. A União de Maricá é uma escola nova, mas que já contribui muito para nossa cultura”, destacou Dellawegah.
A União de Maricá será a sexta escola a desfilar na sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025, pela Série Ouro em busca do inédito acesso ao Grupo Especial.
Em entrevista ao CARNAVALESCO, o candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro, Rodrigo Amorim (União Brasil), destacou sua visão sobre o papel do carnaval na economia da cidade e como pretende fomentar o evento cultural. Amorim, que já atuou como deputado estadual, defendeu maior transparência no uso de recursos públicos para atrair investimentos privados e comparou o Carnaval ao futebol, sugerindo que a festa pode ser autossustentável financeiramente. “O carnaval do Rio não precisa de recurso público, apenas suporte logístico”, afirmou, ressaltando a importância do compliance claro para fomentar mais recursos, tanto públicos quanto privados. Questionado sobre as demandas de infraestrutura para as escolas de samba, Amorim reconheceu a necessidade de intervenções no Sambódromo e propôs uma parceria entre a Prefeitura e o Estado para realizar as obras. O candidato também apresentou suas críticas à gestão atual do carnaval de rua, defendendo medidas para reduzir o impacto dos megablocos na vida dos cariocas e melhorar a ordem pública durante os desfiles. Confira a entrevista completa com Rodrigo Amorim.
Foto: Divulgação/Alerj
O carnaval é o principal evento da cidade e traz um retorno em impostos que ajuda o Rio o ano todo. Eleito prefeito como você pretende fomentar o maior evento cultural da cidade?
“Como deputado estadual, apresentei projeto de lei que dá mais transparência ao uso de recursos públicos. Acredito que quando temos transparência nas contas de um evento, a iniciativa privada investe mais. Quando os termos do compliance são claros, é possível captar mais investimento. Pessoalmente, nunca achei que o carnaval do Rio precisasse de recurso público, somente de algum suporte logístico. Se compararmos com o futebol, o Campeonato Brasileiro é um campeonato que se paga todo com dinheiro privado, direitos de transmissão e patrocinadores. Mas ao mesmo tempo, entendo que o investimento público já existe há anos e interromper abruptamente não é uma decisão sustentável. Mas dar transparência é possibilitar mais recursos, tanto público quanto privados”.
As obras da Cidade do Samba 2 já começaram. Mas são muitas agremiações em outros grupos que não tem um teto digno para construir seu carnaval. Sua candidatura tem alguma proposta para essas comunidades?
“Nos dois grupos principais eu creio que a estrutura já está suficiente. As escolas precisam ter influência sobre suas comunidades de modo que estas provoquem a prefeitura a trabalharem em suas regiões, a criarem novos locais de desenvolvimento. Só podemos propor algo se tivermos um diagnóstico preciso do problema. Sou contra promessas vazias e especulações”.
O Sambódromo completou 40 anos em 2024. Obras de infraestrutura no local são pedidas há anos. Há previsão de alguma intervenção no equipamento caso você seja o prefeito?
“Eu apresentei projeto de lei transferindo, com toda Justiça, a gestão do Sambódromo para o governo do Estado – que no fim das contas foi quem o construiu – e pretendo bater muito nessa tecla. Mas entendo que a Prefeitura e o Estado precisam dar as mãos para intervir pesado na Passarela do Samba, e espero que em menos de seis meses consigamos iniciar obras. O Sambódromo precisa estar preparado para a partir de 2026 estar todos os fins de semana ocupado, com eventos, shows, concertos, lazer. Não serve mais o modelo atual gerido pela Prefeitura que abandona o espaço por mais de 30 fins de semana”.
A subvenção para as escolas de samba será mantida na sua gestão? Há previsão de aumento? Você pensa em usar as quadras das agremiações para atividades e projetos sociais da prefeitura?
“Como eu disse antes, a subvenção não pode ser abandonada de uma hora para a outra, mas a transparência pode ser um ativo a ser aumentado, possibilitando assim mais investimentos privados. Não tem sustentabilidade uma decisão como essa de cancelar subvenções das escolas, causaria um dano muito grande. Mas podemos ter mais transparência e, pouco a pouco, deixar que a iniciativa privada pague o desfile”.
Quais as suas ideias para o fomento do carnaval de rua e como equilibrar os mega-blocos durante o carnaval com a vida da cidade?
“A Prefeitura atual agiu de forma demagógica promovendo um laissez-faire no carnaval de rua do Rio. Os atuais blocos ressurgiram há menos de duas décadas, e acabaram inflando demais, dificultando a vida dos outros cidadãos – até mesmo a vida de quem quer ir em outro bloco. Quem mora nos locais onde passam os blocos sabe a sujeira e a desordem que ficam, fora os roubos e furtos que se espalham pelas regiões. A pergunta é bem formulada principalmente porque usa um verbo pouco em voga: equilibrar. A Prefeitura resolveu distribuir bondades entre os donos de blocos e distribuiu uma grande maldade com os cariocas: desordem, tumulto, engarrafamentos e terrenos férteis para brigas, roubos e furtos. É preciso fundir alguns blocos e parar imediatamente de autorizar a criação de novas agremiações. E cortar alguns dos megablocos. A cidade precisa de ordem”.
A Acadêmicos de Niterói promoverá a audição para a comissão de frente no próximo dia 05 de outubro. A seleção acontecerá na ABAC, Academia Brasileira de Artes Carnavalescas, às 18h, sob o comando do coreógrafo Fábio Batista. Os interessados devem se inscrever pelo link https://forms.gle/xVPLgdHzN1LzVbVs7.
Requisitos:
– Ter disponibilidade para ensaios noturnos
– Ter alguma prática em qualquer modalidade de Dança
– Não é necessário ser profissional
– Ter facilidade para interpretar
– Não há restrição a gênero e nem raça
– A partir de 15 anos.
A ABAC fica localizada na Travessa do Ouvidor, 09 Centro – Rio de Janeiro. Qualquer dúvida ou mais informações, o contato é o (21) 97653-9020
Tati Barbieri, musa do Acadêmicos do Salgueiro, anunciou que segue com a Acadamia do Samba para o Carnaval 2025. A musa, que já conquistou o carinho da comunidade salgueirense, reafirmou seu compromisso com a escola, destacando a continuidade de sua participação nos projetos sociais, especialmente na Vila Olímpica do Salgueiro. Segundo ela, o trabalho realizado na Vila é fundamental, com atividades esportivas que beneficiam pessoas de todas as idades.
O Carnaval 2025 vai ganhar um gostinho ainda mais especial para Tati. Neste ano, a musa terá a companhia de sua filha, Sthe Dzevielevski, de 19 anos, influenciadora digital, que vai estrear na Avenida, ao seu lado, em um carro alegórico.
Além disso, Tati seguirá atuando de perto em diversos eventos da comunidade, seja na quadra da escola, no Morro do Salgueiro ou em outras iniciativas que visam transformar a vida dos salgueirenses.
“Eu não poderia estar mais feliz em continuar contribuindo com o Carnaval da escola, além dos projetos sociais, especialmente na Vila Olímpica do Salgueiro, onde vou seguir de perto o trabalho incrível realizado, onde temos atividades esportivas para todos os salgueirenses, de todas as idades, e eu estou super empenhada em seguir apoiando e acompanhando cada evento voltado para a nossa comunidade, seja quadra, seja no Morro do Salgueiro, e tantas outras iniciativas que fazem a diferença na vida de muita gente”, afirmou.
Como madrinha da Comissão de Frente, Tati também garantiu que continuará colaborando com o coreógrafo Paulo Pinna e os bailarinos.
“A dedicação e a intensidade do carnaval passado vão se repetir, podem ter certeza”, destacou, reafirmando seu amor pelo Salgueiro e seu compromisso em fazer do Carnaval 2025 ainda mais especial.
Paulo Pinna, coreógrafo da Comissão de Frente comemorou e agradeceu a dedicação da madrinha do segmento: “Quero agradecer por todo apoio, todo carinho e toda dedicação com o nosso elenco, não vejo a hora de vivenciarmos juntos esse momento lindo que o Salgueiro vive hoje”, destacou.
Para o Carnaval 2025, o Salgueiro apresentará o enredo “Salgueiro de Corpo Fechado”, elaborado por Igor Ricardo e desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira. O tema explorará as raízes afro-brasileiras, destacando rituais de proteção espiritual e prestando uma homenagem à umbanda carioca, especialmente à figura de Seu Zé Pilintra e dos Pretos Velhos. A escola será a terceira a se apresentar na segunda-feira de Carnaval, dia 3 de março.
Nesta terça-feira, 24 de setembro, a Grande Rio realiza a semifinal do concurso de samba-enredo. Seis obras seguem na disputa. A apresentação está marcada para às 20h, na quadra da escola (Rua Almirante Barroso, nº 5 – Centro de Caxias). Entrada franca. Esta fase do concurso está composta pelos dois sambas que venceram a seletiva paraense e os quatro cariocas que foram classificados na semana passada. Fernando Guga Gomes, Presidente da Escolas de Samba Associadas (ESA), estará no Rio para acompanhar de perto a semifinal. Ele está feliz em poder contar com dois sambas paraenses nesta etapa da disputa.
“O ambiente está muito feliz, muito favorável, hoje as delegações chegam de Belém, dos dois sambas, os cantores, os músicos, os presidentes das agremiações, então está uma energia muito positiva e o que a gente tem visto aí nas redes sociais é uma expectativa muito grande em relação aos dois sambas do Pará. Posso dizer com segurança, a gente vai fazer apresentações brilhantes amanhã e eu estou muito otimista que os dois sambas vão para a final e, se Deus permitir, a gente vai ter samba paraense vencendo esse festival e levando nossa história para a Avenida na Sapucaí”, acredita o dirigente.
Thiago Monteiro, diretor de carnaval da Grande Rio, aproveita o momento para fazer um balanço da disputa até aqui.
“Quando recebemos as inscrições dos sambas percebemos que a safra tinha sido muito boa. O trabalho está sendo difícil porque estão ficando obras muito boas pelo caminho, inclusive na Seletiva Paraense. Chegamos na semi com seis sambas muito bons. Desejo sorte a todos e como já havia falado antes, vamos escolher o melhor samba para a Grande Rio desfilar”, frisa o diretor.
No ano que vem, a Grande Rio levará para a Avenida o enredo “Pororocas Parawaras: As Águas dos Meus Encantos nas Contas dos Curimbós”, dos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora.
Confira a seguir a ordem de apresentação dos sambas:
1 – Marcio André, Denilson Sodré, Dinho Artigrili, Marco Moreno e Lico Monteiro
2- Bole Bole: Vetinho, Felipe Silva e Danilo Vetinho
3- Derê, Licinho Santos, Robson Moratelli, Rafael Ribeiro e Eduardo Queiroz
4- Elias Bililico, Xande de Pilares, Manfredini Henrique, Edinho Games e Sergio Daniel
5- Deixa Falar: Mestre Damasceno, Ailson Picanço, Davidson Jaime, Tay Coelho e Marcelo Moraes
6 – Diogo Nogueira, Myngal, Inácio Rios, Federal e Igor Leal
A sexta-feira promete em Ramos e toda Zona da Leopoldina. A Imperatriz Leopoldinense, atual vice-campeã do Carnaval carioca, realiza em sua quadra de ensaios, a partir das 20h, sua grande final para a escolha do samba-enredo que irá para a Marquês de Sapucaí no ano que vem. Três parcerias estão na decisão: Guga, Me Leva e Gabriel Coelho. Em 2025, a Imperatriz Leopoldinense será a segunda escola a desfilar no domingo de carnaval com o enredo “ÓMI TÚTU AO OLÚFON – Água fresca para o senhor de Ifón”, que conta a história da saga de Oxalá ao reino de Oyó para visitar Xangô, de autoria do carnavalesco Leandro Vieira. A agremiação busca o seu 10º campeonato.
Em entrevista ao CARNAVALESCO, a cantora Lexa, rainha de bateria da Unidos da Tijuca, falou o que representava para ela ter uma amiga do funk assinando um samba-enredo no carnaval do Rio de Janeiro.
Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO
“Eu fico muito feliz. Vejo que não é porque a gente veio do funk, que fica só rotulada a ele. Ver a Anitta aqui escrevendo para escola do meu coração, uma amiga minha, me deixa muito feliz, emocionada e orgulhosa. O samba está lindo. Eu tenho muito respeito por todos os compositores, por todos os sambas. Ainda agora alguém falou: ‘você está cantando outro samba? Não pode!’ E eu respondi: ‘óbvio que eu amo muito a minha amiga. E eu sou mais para o lado dela. Mas, tenho muito respeito pelos outros sambas também’. É uma delícia vivenciar isso aqui junto com os meus fãs, tem vários fãs meus aqui e fãs dela”, afirmou Lexa.
A Unidos de Vila Isabel realizará na sexta-feira a grande final da disputa de sambas-enredo do Carnaval 2025. Ao todo, três parcerias subirão ao palco na quadra da agremiação, localizada no Boulevard 28 de Setembro. Estão na competição o samba 05 (parceria de Raoni Ventapane e Cia), samba 16 (parceria André Diniz e Cia) e samba 20 (parceria de Júlio Alvez e Cia). Última escola a desfilar na segunda-feira de Carnaval, a Vila Isabel levará para a Sapucaí o enredo “Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece”, desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. Abaixo, você pode ouvir os sambas finalistas, ler a sinopse, ver apresentações na quadra e votar para apontar a parceria favorita. O resultado vamos divulgar na noite de quinta-feira.