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Salgueiro encanta delegações do G20 com apresentação no Museu de Arte Moderna

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Na noite da última segunda-feira, o Acadêmicos do Salgueiro foi destaque em um evento especial promovido pela RioTur no Museu de Arte Moderna, no Aterro do Flamengo. A iniciativa fez parte da programação oficial voltada aos representantes das delegações presentes na reunião de cúpula do G20, que reúne as maiores economias do mundo e segue até esta terça-feira. A convite do presidente da RioTur, Patrick Corrêa, a Academia do Samba representou a cultura brasileira em grande estilo, levando ao palco um espetáculo de 30 minutos com o ritmo e energia da vermelho e branco tijucana. A apresentação contou com o casal de mestre-sala e porta-bandeira Sidclei Santos e Marcella Alves, passistas, a potente Bateria Furiosa, comandada pelos mestres Guilherme Oliveira e Gustavo Oliveira, e a voz marcante do intérprete Charles Silva.

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Fotos: Alexandre Macieira/RioTur

O público, composto por autoridades de diversos países, não resistiu e se entregou ao samba. Até o presidente da RioTur, Patrick Corrêa, caiu na dança ao som de “Peguei um Ita no Norte (Explode Coração)”, um dos sambas mais icônicos da história do Salgueiro e do Carnaval carioca.

A participação do Acadêmicos do Salgueiro no evento reforçou a importância do samba como um dos maiores patrimônios culturais do Brasil. Para o mestre Gustavo, a apresentação da Academia do Samba marcou a passagem dos líderes do G20 pelo Rio de Janeiro.

“Pra nós é uma honra ver nosso samba, nosso ritmo sendo valorizado, né? Não podia ser diferente. O G20, que é uma conferência mundial tão importante, está acontecendo no Rio de Janeiro nesse momento, então tinha que acabar em samba, né? É, claro, com o Salgueiro presente. Foi uma sensação incríver ver a Furiosa sendo aplaudida por tantos chefes de Estado, de governo, autoridades de todas as partes do mundo aplaudindo o nosso ritmo, foi uma sensação muito maneira”, celebra.

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Para Sidclei Santos, foi uma grande honra fazer parte da história, apresentando o pavilhão salgueirense para o mundo.

“Eu me sinto totalmente honrado em viver esse momento tão maravilhoso de estar representando o Carnaval nesse congresso mundial, que é o G20 Brasil 2024, ao lado da minha escola do Salgueiro. Estou muito feliz por levar o Carnaval pro mundo, dando boas-vindas às delegações para esse evento. Foi um prazer imenso participar desse congresso”, comemora.

Eugênio Leal sobre o samba da Imperatriz para 2025: ‘O Itan de Oxalá’

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A Imperatriz é mais uma escola a abandonar sua característica cultural para buscar abrigo na temática afro-religiosa. Com o enredo “Ómi Tútú ao Olúfon – Água fresca para o senhor de Ifón“, do carnavalesco Leandro Vieira, vai contar na Sapucaí a história descrita em um dos mais famosos Itans (lendas) que compõem a cultura Iorubá, aquele que revela a história das “águas de Oxalá”.

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Foto: Nelson Malfacini/Imperatriz

Considerado pai de todos os Orixás, Oxalá, conhecido na África por Obatalá, se veste de branco e prima pela limpeza. Nesta história ele sai de seu reino, Ifón, para fazer uma visita a Xangô, Alafin (líder) de Oyó. Antes de partir, faz uma consulta a seu Babalaô (conselheiro) que o orienta a levar três mudas de roupa branca porque ele passará por provações. Oxalá também deveria fazer uma oferenda a Exu, que controla os caminhos, e não deveria negar qualquer pedido que fosse feito a ele.

Mas Oxalá, poderoso, deixa de realizar a oferta a Exu. No caminho o “dono do caminho” apronta com o “pai de todos” e o suja três vezes, obrigando-o a trocar de roupa três vezes. Ele chega a Oyó sujo e maltrapilho, encontra um cavalo perdido, que havia dado de presente a Xangô, e monta nele para devolver ao dono. Mas é confundido com um ladrão e preso pelos guardas. Durante os sete anos que Oxalá fica detido no reino de Xangô a desgraça se abate sobre a população local. Até que Xangô consulta um conselheiro que alerta sobre uma pessoa presa injustamente em seu reino. O orixá da justiça vai até a prisão e encontra Oxalá, sujo e mal cuidado. Ele o leva para o palácio e providencia um banho com as águas mais limpas e cristalinas que houvesse em Oyó, em sinal de respeito e devoção. Daí surge o ritual das águas de Oxalá, realizado no início do ano por muitas casas de Umbanda em todo o Brasil.

Imperatriz 2025: arrancada e ala a ala no ensaio de rua

É essa história que o samba assinado por Me Leva, Thiago Meiners, Miguel da Imperatriz, Jorge Arthur, Daniel Paixão e Wilson Mineiro relata com beleza e poesia. Uma obra que vai mudando sua melodia de acordo com o momento da trama, num casamento muito interessante. Ele já começa a letra de maneira muito incomum nos dias atuais, com uma introdução ao tema. “Vai começar o itan de Oxalá / Segue o cortejo Fun Fun pro senhor de Ifón, Babá”. Importante destacar que “Fun Fun” é como são conhecidos em África todos os orixás ligados à criação e o mais famoso deles é o Oxalá, por isso chamado de “Orixa – Alá”.

A passagem desta introdução para a história é um diferencial do samba, uma continuidade melódica muito bonita e rara nas obras musicais deste gênero, emendando com o início da viagem do rei de Ifon. “Babá…Orixalá, destina seu caminhar / Ao reino do quarto Alafin de Oyó…”. Cabe ressaltar a preocupação dos autores em variarem ao máximo o vocabulário a fim de evitar repetições de palavras. Para referência ao personagem principal da história eles usam, além de “Oxalá”, as expressões “Senhor de Ifon”, “Babá”, “Alá”, “O senhor” e “Pai de todos os Oris”.

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A letra segue aproveitando para destacar as roupas sempre brancas do seu protagonista antes de relatar a consulta ao Ifá, sistema divinatório que tem os babalaôs como sacerdotes e serve como conselheiro. Na linguagem popular carioca ele foi jogar os búzios para saber se deveria fazer a viagem. Mas o “Odú” (destino) lhe reservava problemas. “Alá, majestoso em branco marfim / Consulta o Ifá e assim / No Odú, o presságio cruel / Negando a palavra do Babalaô / Soberano em seu trono, o Senhor / Vê o doce se tornar o fel”. Este último verso é interessante pois uma das peças pegadas por Exu no caminho de Oxalá é feita com melaço. Então, o doce realmente se torna fel. Neste trecho a melodia fica um pouco acelerada podendo trazer alguma dificuldade de canto para quem não estiver bem ensaiado, mas acho que não será problema para a Imperatriz

O rei, entretanto, não segue todas as orientações do seu conselheiro, também citadas na letra do refrão central. “Ofereça pra Exú… um ebó vai proteger / Penitência de Exú, não se deixa arrefecer / Ele rompe o silêncio com a sua gargalhada / É cancela fechada, é o fardo de dever”. A segunda parte do samba segue relatando os problemas da viagem. “Mas o dono do caminho não abranda / Foi vinho de palma, dendê e carvão / Sabão da costa pra lavar demanda / E a montaria o leva à prisão”.

Um corte melódico traz as consequências duras para o povo de Oyó após a prisão injusta. “O povo adoeceu, tristeza perdurou/ Nos sete anos de solidão”. Para logo depois destacar que Xangô aparece para promover a justiça, num outro momento melódico em exaltação ao Alafin (rei) de Oyó. “Justiça maior é de meu pai Xangô / Traz água fresca pra justiça verdadeira / Meu pai Xangô mora no alto da pedreira”.

Imperatriz Leopoldinense 2025: aprenda o samba-enredo

O ritual das águas de Oxalá é descrito num outro módulo melódico, perfeitamente identificado com o momento de cura, resgate e leveza. Aqui os compositores desfilam uma série de itens dos rituais religiosos como Banho de Abô (banho com ervas), Ibá e Quartinha (recipientes usados para colocar água) terminando com comida (Acaçá), oferendas (Ebô) e orações (Ladainha). “Preceito nagô a pra purificar / Desata o nó que ninguém pode amarrar / Transborda Axé no Ibá e na Quartinha / Pra firmar tem Acaçá, Ebô e Ladainha”.

A melodia vem numa crescente até explodir no refrão principal que começa com uma saudação ao “Senhor do tempo”, desejando boa sorte a ele: “Oní sáà wúre! Awure, Awure!” para em seguida falar de sua coroa (Adê) e exaltá-lo como pai de todos os Oris. “Quem governa esse terreiro ostenta seu Adê / Ijexá ao pai de todos os Oris /Rufam atabaques da Imperatriz”.

É um grande samba-enredo. Descreve o Itan com beleza e muita essência. O casamento de letra e melodia, ambos muito ricos, é perfeito na medida em que a música acompanha a dramaticidade de cada momento da letra. Pensando no desempenho técnico, proporciona energia para embalar a evolução dos componentes. Um dos melhores do ano. Samba de escola que briga pelo título e não pode perder pontos. Não deve perder neste quesito.

Clayton Reis comemora retorno para Vila Maria e lembra papel em mudança do dia de ensaio

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A Unidos de Vila Maria fez uma mudança no intérprete oficial para o Grupo de Acesso I em 2025, e conta com o retorno do Clayton Reis, que fez parte da ala musical da agremiação. O intérprete chega para substituir Royce do Cavaco e Nêgo que conduziram o samba-enredo em 2024. Entre 2018 e 2023, a Vila Maria teve como intérprete principal, Wander Pires, uma das grandes vozes do carnaval carioca e que se consolidou no carnaval paulistano. Mas após rebaixamento para o Acesso I, ocorreram mudanças na agremiação da Zona Norte de São Paulo.

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Fotos: Fábio Martins/CARNAVALESCO

Em relação ao retorno para a agremiação, Clayton Reis falou sobre a conversa com o diretor de carnaval Queijo e como foi a negociação para o retorno à agremiação.

“Todo mundo já sabe o sentimento que eu tenho pela Vila Maria, sabe que eu desde a primeira vez que eu pisei aqui em 2016 já senti que teve aquele casamento. Começamos com Clóvis, depois veio o Wander, aí teve épocas que o Wander não estava vindo. Porque daí eu já estava segurando os ensaios, por isso que virou de domingo que era mais de sexta do que de domingo. Aí domingo deu aquela pegada na rapaziada na comunidade. Daí começou vim todo mundo de domingo. Daí mudou, ficou só de domingo, ficou tudo certo daí tá até hoje. Mas é isso, é um sentimento que eu tenho por essa escola aqui, não sei, é diferente e foi um prazer. Quando ele me chamou, ele falou: será? ‘Queijo vai dar certo? Vai dar certo! Tô esperando Queijo…’ Aí demorou, demorou, ligo para ele de novo: ‘Queijo, vai dar certo? Vai dar certo’… Aí na última deu certo, pode vir e vamos assinar”.

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O diretor da agremiação da Zona Norte confidenciou sobre a negociação: “Eu to muito feliz, de verdade, eu ligava para o Clayton e falava ‘Calma, Clayton’ e o presidente comprou a ideia lá do começo, né? Porque o Clayton passou aqui nessa história e nessa parte de domingo. O Clayton mostrou a cara dele para nós. Aí ele foi para a coirmã fazer o trabalho dele e nós aqui, na primeira oportunidade, o que é filho volta, né? Falava, ‘oh Clayton, não fecha com ninguém não, que nós estamos conversando aqui e vai dar bom’ e deu bom. E aí é o casamento que não acaba tão cedo, viu? Já fica aí gravado” Clayton completa: “Se Deus quiser, vamos permanecer aí até quando Deus quiser”.

O diretor de carnaval da escola, Queijo sobre o retorno de Clayton Reis e o papel importante na escolha do novo samba-enredo: “Primeiro estamos muito felizes de ter o Clayton na escola, voltando sendo o intérprete oficial. Eu sou um cara que sou amigo dele particular como o diretor de carnaval era um sonho ter o Clayton cantando conosco aqui de novo como primeiro, pela capacidade, pela voz que o Clayton tem, pela humildade dele e o trabalho. Essa ideia do Cleiton quando ele trouxe para a diretoria foi aceita de primeiro, porque é um projeto diferente”.

E em seguida explicou como funcionou a ideia de escolha do samba de 2025: “É um projeto que nós sentimos o samba nosso da escola, então quando você abre para o público dá diversas opiniões ao contrárias, né? Então você fica meio tenso e nesse formato ficou muito tranquilo e todo mundo dos compositores compraram a ideia. Então os dez sambas para nós escolher, você não tem noção da briga que foi cara. Tinha muito samba bom de verdade assim a gente se reunia aqui e não saia nada definido, mas Deus abençoou. Estamos com samba maneiro bom para caramba. Aí o samba que a gente pretende voltar para o Especial que samba segue campeão, estamos trabalhando muito para isso e acho que para poder ganhar para poder vencer. Tem que trabalhar, esse é o nosso trabalho quietinho e batalhando”.

Clayton e a fase vivida na carreira

“Agora é tudo momento novo. Porque lá na Mooca a gente cantava em dois que era eu e Guilherme e era um jeito diferente, era mais um clima diferente, era uma dupla. Agora é sozinho, eu acho que é um momento novo. É esperar para ver o que vai acontecer. Coisas novas que tinha na minha cabeça e lá eu tinha que dividir, mas agora aqui é sozinha. Tenho que firmar o pé no chão e fazer essa galera levantar que nem a gente fazia lá”.

Papel importante na mudança de data do ensaio

O Clayton Reis revelou que teve papel na mudança do ensaio na Vila Maria, e explicou melhor sobre o caso: “A mudança de dia dos ensaios: “Isso aqui era um ensaio de sexta-feira, um ensaio show e tinha festa, daí começava a tarde para caramba. Começava meia-noite, uma hora da manhã, e acabava só quatro horas de ensaio. Daí eles tiveram a ideia, vamos começar de domingo, vamos fazer o ensaio específico, só que esse ensaio específico virou o ensaio oficial da quadra e a sexta acabou caindo e foi ficando fraca. Daí quando eu saí em 2019, ainda estava de sexta e domingo, aí entre 2020 e 2022, já foi para domingo e parou com essa sexta-feira”.

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E deixou um recado para a comunidade da agremiação: “O recado que eu deixo é para essa comunidade maravilhosa que eu peço só ajuda deles que sigamos juntos com muita alegria, muita emoção e muita energia, se Deus quiser o ano que vem 2025 estaremos no Especial” e sobre a ala musical: “O Tim continua, os da casa continuam, Tim, Igor e Dente. Daí trouxe o Fabiano Melodia, mais a Roberta Oliveira e a Karina Salles que cantava comigo lá na Mooca e vai ser um time bem legal que vai ter umas mudanças e variações de voz, contracantos. Vamos fazer a festa”.

Com o carnavalesco Eduardo Caetano, a Unidos de Vila Maria vai cantar o enredo: ‘O Planeta Terra pede socorro. É tempo de renovar e preservar’, e será a quarta escola a desfilar no domingo, dia 2 de março de 2025.

São Clemente grava faixa para Liga-RJ e Tinguinha diz: ‘o samba é muito animado’

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Semanas após escolher qual será o samba-enredo para o próximo carnaval, a São Clemente gravou a faixa oficial para o disco da Liga-RJ. Com o enredo “A São Clemente dá a voz a quem não tem”, desenvolvido pelo artista Mauro Leite, o intérprete Tinguinha conversou com a equipe de reportagem do CARNAVALESCO no estúdio em Marechal Hermes. Tinguinha estreia no carro de som da preto e amarelo no carnaval de 2025. O cantor, filho do intérprete Tinga, falou sobre como é a preparação dele após o período de disputas de sambas-enredo, no qual participa ativamente.

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“A minha preparação é o descanso. Ainda mais saindo de uma série de disputas de sambas, é complicado, porque ficamos forçando a voz. Então, para gravar a faixa, acredito que o descanso seja necessário. Eu deixo um pouco da emoção para a Avenida e coloco a qualidade técnica no estúdio, quando estou gravando, porque aqui não podemos errar”.

Além disso, Tinguinha exalta o samba-enredo, dos compositores Lucas Thyerry, Gabrielzinho Poeta, Gabriel Ribeiro, Leonardo Bessa, Alexandre Araújo, Henrique Figueira, Rodrigo Telles, Edu da Cuíca, Rodrigo Gauz, João Pedro Figueira, Patrick Soares, Duda SG, Rod Torres, Paulo Beckham. A música traduz o texto sobre a proteção aos animais.

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Fotos: Gabriel de Souza/CARNAVALESCO

“O samba é muito animado. As pessoas, às vezes, estão esperando um enredo mais crítico, mas iremos para outro lado. A São Clemente irá vir muito divertida, como o de costume, pois nós temos o feitio de desfilar com um clima animado. Terá os momentos de crítica, mas será um desfile alegre”.

Mestre de bateria

Mestre Marfim encabeça, pelo segundo ano consecutivo, a bateria da São Clemente. No carnaval passado, a “Fiel Bateria” conseguiu quatro notas dez. Desse modo, ele explicou como foi o trabalho realizado para a melodia da faixa de 2025.

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“A gravação foi ótima. Fizemos alguns arranjos em cima do samba, tanto para valorizar a letra quanto a bateria. Eu costumo fazer esse encaixe da bateria com a melodia. Deu tudo certo. Por enquanto, coloquei duas bossas na gravação, mas deixei uma surpresa para a Avenida. Usamos o andamento 142 BPM (batidas por minuto)”.

Em 2025, a São Clemente irá se apresentar no sábado de carnaval, segundo dia de Desfiles da Série Ouro, sendo a sexta a cruzar a Marquês de Sapucaí.

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Equipe de Taekwondo do Aprendizes do Salgueiro brilha no Troféu Brasil 2024

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No último sábado, a Equipe de Taekwondo do Aprendizes do Salgueiro foi destaque no Troféu Brasil 2024, realizado no Clube Municipal. Os jovens atletas não apenas participaram com excelência, mas conquistaram um total de 22 medalhas individuais, além de dois troféus na competição por equipes. Com uma atuação marcada por garra e determinação, os atletas trouxeram para casa 15 medalhas de ouro, 2 de prata e 5 de bronze. Entre os destaques, estão as performances de Helena de Oliveira Nickel, Miguel da Silva de Oliveira e Maria Matos, que garantiram o lugar mais alto do pódio.

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Foto: Divulgação

Confira os medalhistas:

– Medalha de Ouro: Helena de Oliveira Nickel, Esther Melo, Miguel da Silva de Oliveira, Jonathan Aureliano Carvalho da Silva, Emanuelle Aureliano Carvalho da Silva, Pietra Rocha Mattos da Silva, Maria Luiza Gomes Roberto, João Gabriel Albuquerque, Rafael Albuquerque, Felipe Riche, Henry Galvão, Ana Flor, Maria Matos, Luis Matheus Melo e Ana Luíza Barcellos.

– Medalha de Prata: Lais Melo e Camylle Gomes.

– Medalha de Bronze: Raphael Macedo Rotenstreich, Bruno Angelli, Jadson dos Santos, Pedro Riche e Manuella da Silva Reis.

Além das conquistas individuais, a equipe também brilhou coletivamente, reforçando a força e a união como pilares de seu sucesso.

Para a presidente da agremiação, Mara Rosa, os resultados são motivo de grande orgulho:

“Essa conquista nos permite ver o resultado dos nossos esforços em proporcionar atividades como essa às crianças da nossa comunidade. Serve como motivação para o trabalho contínuo de desenvolvimento dos projetos esportivos em nossa escola. Parabéns a todos os envolvidos! Este é apenas o começo de muitas outras vitórias!”, comemora.

Em parceria com o Grupo Crescer de Artes Marciais, o Aprendizes do Salgueiro oferece aulas gratuitas de Taekwondo desde julho deste ano. As aulas são ministradas na quadra do Acadêmicos do Salgueiro todas as terças e quintas, Às 19h para alunos de 6 a 12 anos e às 20h para alunos acima dos 12 anos.

A quadra do Acadêmicos do Salgueiro fica na rua Silva Teles, 104, Andaraí.

Liga-SP anuncia para sexta-feira a divulgação dos sambas oficiais

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A Liga-SP anunciou que na sexta-feira vão ser divulgados os sambas oficiais para o Carnaval 2025. Vão estar nas plataformas de áudio todas obras para o Grupo de Acesso 1 e o Grupo Especial. Além disso, no dia 30 de novembro, a partir das 14h, na Fábrica do Samba, haverá a festa de lançamento dos sambas-enredos para o Carnaval 2025. A venda de ingressos está aberta (CLIQUE AQUI PARA COMPRAR). O bilhete custa R$ 25 e dá direito ao CD dos sambas oficiais de 2025.

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Liga-SP promete inovação e experiência completa para o público em festa de lançamento dos sambas para 2025

Portela inicia no domingo os ensaios de rua para o Carnaval 2025

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Em busca do 23º título, a maior campeã do carnaval inicia esta semana seus ensaios de rua para o próximo desfile. O primeiro encontro irá acontecer no domingo, e promete aquecer toda comunidade portelense para homenagear o ícone da música brasileira Milton Nascimento. Os componentes e segmentos da Majestade do Samba irão se concentrar na Rua Clara Nunes, esquina com a Estrada do Portela, em Madureira, a partir das 18h. O ensaio tem como objetivo afinar o desempenho dos integrantes no canto e na preparação do desfile, que promete emocionar o público.

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Junior Schall, um dos Diretores de Carnaval da Portela, destaca a importância dos ensaios de rua para o sucesso do desfile.

“Esses ensaios são fundamentais para ajustarmos a escola para o desfile, garantindo que cada componente tenha a força de canto e evolução em sintonia com a potência que Portela possui em suas alas e segmentos”, exalta Schall.

A Portela, que irá encerrar a noite de desfiles do Grupo Especial em 2025, levará para a avenida o enredo “Cantar será buscar o caminho que vai dar no sol – Uma homenagem a Milton Nascimento”, desenvolvido pelos carnavalescos André Rodrigues e Antônio Gonzaga.

Império Serrano inicia ensaios de comunidade nesta terça-feira

O Império Serrano dará início à sua temporada de ensaios para o Carnaval 2025 nesta terça-feira), às 20h30, na quadra, em Madureira. Com o enredo “O que espanta miséria é festa”, o Reizinho de Madureira vai buscar o título da Série Ouro com uma homenagem ao compositor Laudeni Casemiro, o Beto Sem Braço (1940-1993). A escola realizará 13 ensaios preparatórios, divididos entre quadra, rua e a Marquês de Sapucaí, com o objetivo de ajustar os detalhes técnicos e fortalecer o canto da comunidade até o desfile.

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Foto: Rhyan de Meira/CARNAVALESCO

Os dois primeiros ensaios serão na quadra, onde a escola trabalhará o canto e ambientação com o samba-enredo escolhido no último final de semana. Em seguida, a escola partirá para 10 ensaios de rua, com foco na harmonia e evolução, além do ensaio técnico do dia 16 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí.

De acordo com o presidente Flavio França, os ensaios são fundamentais para a preparação do Império Serrano. Ele demonstrou confiança na dedicação da comunidade e no planejamento técnico para garantir um desfile que corresponda às expectativas.

“Os ensaios são uma etapa essencial da preparação da escola. É o momento em que trabalhamos a união dos componentes, o canto coletivo e o alinhamento técnico. Tudo isso garante que possamos apresentar na Avenida aquilo que planejamos com tanto carinho”, destacou Flavio França, presidente do Império Serrano.

O desfile oficial será realizado no dia 1º de março de 2025. O Império Serrano será a última escola a desfilar na Série Ouro, buscando o título e o retorno ao Grupo Especial.

Confira a letra do samba na íntegra:

Iaiá… pintou uma lua lá no terreiro
Para o velho partideiro versar
Um papo que cabe na escala de fá

Ai aiaiai auê ai aiaiai auê
Quem faz a xepa, não dispensa o que comer
Ai aiaiai auê ai aiaiai auê
Paticumbum bota miséria pra correr

Ah! Meu bom juiz…
Quem me dera se houvesse um decreto
Pra levar em cana o infeliz
Que promete e não traz água, luz e concreto
Conhece mas desconhece o dia a dia
De quem rompe a alvorada, pra aturar a burguesia
Conhece mas desconhece o dia a dia
De quem rompe a madrugada
No afã da boemia

Quem me guia é Santo Antônio de Categeró
Quem me guia é Santo Antônio de Categeró
Vem mãe baiana benzer, pra desatar todo nó
Ver teu filho vencer com um braço só

Num mundo musical e suburbano
Passei pela rua Uranos, versei na Tamarineira
Foi quando um sentimento mais sincero
Vindo da Edgard Romero
Me levou pra Madureira
Aquele sorriso meu, um abraço teu
O verde e branco afeto
Prazer, poesia mora aqui
Batizada Laudeni, cognome Beto
Avante imperiano!
Mostrando a patente do teu pavilhão
Do samba sou expoente
Pouca coisa não vai me jogar no chão

Êêê diz aê! Êêá
Pra pisar no Império Serrano
Tem que ser malandro
E saber respeitar!

Viradouro 2025: arrancada e ala a ala no ensaio de rua

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O povo é Caxias em 2025! Grande Rio tem noite mágica ao Baródromo

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A Grande Rio realizou no último domingo uma gira no palco montado na área externa do Baródromo, localizado no entroncamento entre Tijuca e Maracanã. O tradicional bar do carnaval já recebia a apresentação de Igor Vianna com o grupo SER, antes da Tricolor Caxiense subir ao palco, comandada por Evandro Malandro, que cantou diversos sucessos da história da agremiação. O cantor teve a companhia de mestre Fafá, comandando os integrantes da bateria, cantores e apoio da comunidade caxiense e muitos outros reunidos ao lado de fora do bar do carnaval. O intérprete já iniciou cantando o samba da escola de 2025, ‘Pororocas Parawaras – As águas dos meus encantos nas contas do curimbós”, dos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, sendo a segunda escola a desfilar na Sapucaí na terça-feira de carnaval.

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Foto: Rafael Arantes e Ewerton Pereira/Divulgação Grande Rio

O público presente contou com torcedores da escola, sambistas de diversas agremiações prestigiando o evento da Grande Rio, que se apresentou por cerca de uma hora e meia. A noite percorreu com Evandro Malandro, que comandou forte a gira. Em entrevista ao CARNAVALESCO, o cantor falou sobre a sua visão da escola fazer o evento em meio aos sambistas presentes.

“O Baródromo, como todo o entorno, é um ambiente de muita energia, de muita cantoria, muita alegria, de bons sambistas. Aqui, realmente, vem o pessoal que está preparado para cantar qualquer samba de qualquer ano que a Grande Rio cante. E, além disso, tem o grupo que o Igor Vianna comanda. Estou muito feliz, e isso é muito importante. Falando da apresentação da Grande Rio, eu acho muito importante essa participação em mais uma edição, e mais uma com todo mundo aqui cantando tudo. Isso é importante para o samba-enredo na Sapucaí, para a gente ter no começo do ano o termômetro de como é que vai ser na Sapucaí, e para gente saber como é que estamos em relação ao pessoal de fora de Caxias, também é muito importante. Isso é muito legal para a gente ter esse termômetro, ver como é que está indo os trabalhos. E eu acredito que o pessoal gostou muito porque cantaram muito, de se esgoelar e quando se esgoela para cantar é muito bacana”.

O intérprete também comentou sobre o carinho que muitos sambistas possuem com a Grande Rio, e como isso foi consolidado com um outro rumo tomado pela direção atual da escola: “Eu também enxergo com bons olhos, porque eu acho que esse trabalho se deu por uma mentalidade bacana que veio da nova direção da escola, das pessoas que estão nos seus novos segmentos. Eu acho bacana, e todo mundo entendeu essa proposta que a Grande Rio teve, que eu acho muito importante, muito legal. Só tende a crescer mais, cada vez mais”.

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Evandro comentou sobre as conversas ao redor do samba da escola, apontado por diversas pessoas como o samba do ano para o próximo carnaval: “Eu vou começar dizendo que a voz do povo é a voz de Deus. É um clichê que cabe muito bem com a Grande Rio, não só nesse momento deste ano para o samba de 2025. Mas voltando ao que eu já tinha dito, essa posição, essa mentalidade, vamos botar assim que a Grande Rio teve de uns anos para cá, vem rendendo bons frutos, eu vejo que a gente está sim no caminho certo, mais uma vez com a possibilidade de fazer um samba que é muito querido pelo Brasil todo, ser ecoado pela Sapucaí, a plenos pulmões. E eu acho que o caminho é exatamente esse. Quero destacar aqui a nossa, a nossa direção de marketing, comunicação, o pessoal que faz esse trabalho nas mídias sociais, que eu acho que ajuda muito para que a Grande Rio cada vez seja mais vista e, logicamente, com um bom trabalho e só tende a fluir cada vez melhor”.

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Foto: Rafael Arantes e Ewerton Pereira/Divulgação Grande Rio

Thiago Monteiro, diretor de carnaval da Grande Rio, destacou a importância da realização da Gira da escola no Baródromo como um momento de expandir as fronteiras físicas que a escola possui, levando seu samba para além de Caxias.

“É muito bom, porque sempre que a Grande Rio pode ir, ela leva o seu samba, a sua comunidade, porque a gente está com os ônibus aqui também da comunidade que vieram para cá, mas acima de tudo, a gente vê como o nosso samba ganha a rua, como a Grande Rio ganha a rua e ganha o povo independente do lugar. Isso pra gente é muito representativo. A escola está na boca do povo e nas graças do povo. Isso pra gente é muito importante”.

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Thiago Monteiro, diretor de carnaval da Grande Rio. Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Sobre a realização de eventos parecidos com o do último domingo, Thiago comentou que existem possibilidades e tratativas sendo encaminhadas, e como esses eventos ajudam as escolas e ao carnaval: “A gente sempre estuda essas possibilidades. Por enquanto, a gente ainda não tem anunciado nada, porque estamos em tratativas. Mas, repetindo, sempre onde a Grande Rio puder chegar, puder expandir suas fronteiras, é muito bom. Porque não é só a Grande Rio, é o samba e o carnaval”.

O diretor falou também sobre o carinho que o sambista tem com a escola de Caxias e como esse carinho cresceu nos últimos anos. “Para mim, particularmente, é muito positivo ver, inclusive, que eu fiz parte disso tudo. Só que a Grande Rio também sempre foi uma escola de comunidade, sempre foi uma escola que em Caxias sempre foi pulsante. O que aconteceu de uns anos para cá é que nossos enredos, nossas escolhas de samba têm caído no gosto do público fora da escola. A escola começou a dialogar cada vez mais além das suas fronteiras, e isso é maravilhoso, esse processo”.

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Cantor Evandro Malandro. Foto: Rafael Arantes e Ewerton Pereira/Divulgação Grande Rio

Thiago Monteiro comentou sobre a recepção do samba da Grande Rio para 2025, apontado por muitos como o samba do ano. Ele citou detalhes da obra e como ela foi recebida pelos componentes. “Acho que é um sambão, que fica genuinamente paraense, eles fizeram com o coração, falando do lugar deles, de onde eles moram. A gente tinha sambas maravilhosos na disputa do Rio e também do Pará. O escolhido é um samba riquíssimo, com uma melodia linda, que te empurra a cantar. A Grande Rio pode desfilar na minha ótica, durante três horas, que o samba não vai cansar. E ele retrata muito bem a mística e o coração, o cerne desse enredo. Tenho certeza que a gente vai confirmar ainda mais esse samba. Estamos treinando cada vez mais, toda terça, e daqui a pouco toda terça e domingo. Vai se provar ainda melhor na Avenida”.

Mestre Fafá, comandante da bateria, destacou que o evento no Baródromo ajuda a trazer o povo para mais perto da escola: “É do povo para o povo, a gente faz a gira justamente para isso, para trazer o povo para perto da gente, para a gente sentir o nosso samba e eu acho que está mais que provado. Eu sei que o carnaval está começando a engatinhar agora, o pré-carnaval, mas está mais que provado que o nosso samba está na boca do povo. Ele é para o povo e que Jarina, Herondina e Mariana protejam a gente nesse carnaval e nos guiem até o título mais uma vez”.

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Mestre Fafá, comandante da bateria. Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

O mestre também comentou sobre o samba de 2025 da escola vir sendo apontando como o melhor ou entre os melhores: “Eu não me doutrino por enquete de samba-enredo, eu acho que a gente já teve prova na Sapucaí de muito samba muito bom, que entrou campeão, e saiu de lá vice, terceiro, quinto. Temos um samba bom, com melodia incrível, uma letra maravilhosa, mas eu acho que ele precisa ser trabalhado todos os dias, em cada semana, ensaio, e evento que a gente for. Vamos galgar um passo de cada vez”.

Fafá agradecey o carinho que os sambistas estão cada vez mais demonstrando com a escola de Caxias, destacando que isso ocorre por conta dos seus artistas: “O povo começou a entender que a Grande Rio é uma escola do povo. Eu tenho muitos amigos que sempre dizem que quando vão na Grande Rio se sentem muito bem tratados. São três mil e quinhentos artistas que trabalham dia e noite para poder fazer essa escola pulsar, cantar e vibrar. É o pessoal do barracão, da quadra, do marketing, imprensa, é a tia que cozinha. Esses são os verdadeiros artistas da Grande Rio. São as pessoas que choram, que vão sentir, que vão se emocionar. É essa comunidade que, em um domingo desses, largou tudo e veio aqui cantar o nosso samba. Entenderam essa mudança de chave, esse posicionamento da escola de trazer o povo para o povo”.

Daniel Werneck, mestre-sala, também esteve presente na apresentação da escola, e contou o carinho dos sambistas com a Grande Rio: “É uma sensação térmica da gente ver o reconhecimento da galera com o nosso enredo, com o nosso samba. A gente sentiu um pouco do que vai levar para a avenida e ter essa repercussão positiva é gratificante. Acho que a Grande Rio, de uns tempos para cá, ela deu uma repaginada, não só na escola, mas na imagem que tinha perante as pessoas que vinham de fora. A Grande Rio é uma escola 100% comunidade, valoriza as pratas da casa”.

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Daniel Werneck, mestre-sala. Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Deniel falou sobre a repercussão do samba da escola para o próximo carnaval e como a obra lembra muito uma oração: “Eu sou suspeito para falar. Realmente, eu acho que o samba veio de uma forma de oração. Tem certos momentos do samba que realmente a gente sente essa sensação, energia, que realmente é o que o enredo vai transmitir”.

Taciana Couto, porta-bandeira, contou o que sentiu no evento no Baródromo e a aproximação com o público. “É uma grande oportunidade da gente se aproximar mais do público carnavalesco. Principalmente é a oportunidade da Grande Rio colocar o samba dela na boca do povo. Acho que vocês viram aí que a galera super abraçou a escola, foi um evento muito bacana e eu fico feliz por essa iniciativa. As pessoas abraçam muito a Grande Rio. A equipe se sente cada vez mais motivada em continuar fazendo o trabalho crescer”.

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Taciana Couto, porta-bandeira. Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Para encerrar, Taciana comentou sobre o samba de 2025, ressaltando a beleza da composição: “Acho que a safra 2025 é uma safra incrível, tem grandes sambas e é uma honra Grande Rio estar entre elas. Eu acho meio complicado dizer que é o melhor samba do carnaval, mas a gente tem um samba realmente muito bom. Tem tudo pra fazer um desfile incrível. Vamos para cima, a gente está preparando um carnaval muito lindo, o barracão muito lindo. O trabalho de base da escola da equipe também está fluindo muito bem. E ter esse samba muito bom é a coração desse trabalho. Acho que vai ser aquela cerejinha do bolo lá na avenida e a gente vai fazer acontecer”.