As rainhas de bateria são símbolo de exuberância, elegância e, claro, muito samba no pé. Na programação de verão do GNT em 2025, a atriz, apresentadora e rainha de bateria da Unidos do Viradouro, Erika Januza, comanda encontros com as principais rainhas de bateria do Grupo Especial. Em “Rainhas Além da Avenida”, as conversas giram em torno de sonhos, vida real, dificuldades, sofrimentos e vitórias a partir de um ponto vista que o público desconhece.
As divas também vão compartilhar os preparativos, as curiosidades e as revelações dos bastidores para o grande dia do desfile. A atração promete mostrar em quatro episódios todo amor, riqueza e diversidade do carnaval. Entre as participantes confirmadas estão: Viviane Araujo, Paolla Oliveira, Maria Mariá, Evelyn Bastos, Lorena Raissa, Lexa, Andressa Marinho e Mayara Lima.
O público vai conhecer as histórias de pessoas que se tornaram ícones da festa popular e que encantam ao ritmo da bateria das comunidades em que foram criadas ou que foram escolhidas e coroadas.
“As Rainhas brilham na avenida, em suas agremiações, mas são mulheres reais. Com medos, sonhos, dores, elas passam perrengue, se entregam e têm muito em comum umas com as outras, e até mesmo com quem está em casa assistindo”, afirma Erika Januza.
A previsão de estreia é fevereiro de 2025. Realizada pela AfroReggae Audiovisual, a série criada por Erika Januza e Vitor Carper, terá direção de Jorge Espírito Santo e produção de José Junior.
O Arranco anunciou a dupla de coreógrafos, Lipe Rodrigues e Márcio Dellawegah, para o comando da comissão de frente para o Carnaval 2025. Para o Carnaval 2025, o Arranco apresentará “Mães que alimentam o sagrado”, um enredo com muita sensibilidade, sobre as questões que atravessam a maternidade, desde a ancestralidade e as dificuldades que as mulheres enfrentam no seu dia a dia.
Lipe Rodrigues é dançarino, professor e coreógrafo de danças brasileiras e tem mais de 15 anos de carreira. Lipe iniciou sua trajetória no mundo da arte no morro do Borel, onde nasceu e cresceu. Estudou nas escolas Jimmy de Oliveira e escola de Dança Petite Danse. Foi coreógrafo e dançarino de grandes artistas do Rio de Janeiro como, Naldo Benny, Nego do borel, Mc Maneirinho, Mc Romântico entre outros. Ele também ministrou cursos em workshops nacionais e internacionais. No Carnaval tem participação em vários processos de criação coreográfica e dançou em alas e comissões de frente como: Lins Imperial 2020, ala Maculelê do Acadêmicos do Salgueiro em 2022 (assistência na parte criativa coreográfica), Acadêmicos do Cubango em 2022 (representando Exu) e Comissão de Frente da Flamanguaça em 2022. Em 2023, estreou como coreógrafo de ala e alegoria do Arranco e desde então defende as cores da escola. Em 2024, assumiu como diretor artístico da azul e branca do Engenho de Dentro sendo responsável por além de tudo criar e dirigir os shows da escola bem como apresentações de elenco show.
Márcio Dellawegah, conhecido como Rei do giro é professor de dança afro, samba , Danças populares brasileiras. Diretor artístico e de passistas da Imperatriz Leopoldinense, Coreógrafo e jornalista. Campeão de samba no pé Brasil Samba Word Champions 2018, com currículo internacional de aproximadamente 13 países. Em 2024 foi Rei do Carnaval internacional de Lausanne, Suíça. Iniciou sua história no samba no Salgueiro onde viveu 19 anos e ao longo dos anos desfilou em comissões de frente com Fábio Batista , Carlinhos de Jesus e Patrick Carvalho. Teve também uma passagem pelo Império Serrano em 2022 como Coreógrafo de alas.
O Salgueiro reunirá sua comunidade nesta quinta-feira, a partir das 20h, para o último ensaio de rua do ano, na Rua Maxwell, altura do Tijolinho. A Academia do Samba promete muita alegria, emoção e animação em mais um aquecimento rumo ao Carnaval 2025.
Convocando seus “macumbeiros mandingueiros”, o Salgueiro levará à rua todos os seus segmentos para um ensaio que vai treinar canto e evolução, transformando a Maxwell em um verdadeiro palco salgueirense, para mostrar a força da malandragem da Academia do Samba em mais uma noite de celebração.
Quem deseja acompanhar o ensaio deve chegar cedo para garantir um bom lugar e não perder nenhum detalhe da passagem da escola.
Enredo de 2025: Salgueiro de Corpo Fechado
O Acadêmicos do Salgueiro apresentará no próximo Carnaval o enredo “Salgueiro de Corpo Fechado”, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira e o enredista Igor Ricardo. A proposta mergulha em tradições místicas e espiritualistas que protegem o corpo contra males físicos e espirituais, conectando raízes africanas, europeias e indígenas da cultura brasileira.
A escola será a terceira a desfilar na Marquês de Sapucaí na segunda-feira de Carnaval, dia 3 de março de 2025.
O carnaval 2025 será um ano de homenagens. A Portela exaltará Milton Nascimento em seu Samba Oficial e o Camarote Portela, um dos espaços mais concorridos do Carnaval carioca, levará grandes nomes para seu palco. Com a melhor localização na Sapucaí, o local – que oferece open bar e food -, acaba de anunciar Teresa Cristina na terça-feira de Carnaval, mesmo dia que a Portela desfila na Avenida. Portelense, Teresa fará parte de todas as homenagens à Escola, apresentando seus maiores sucessos, seguida da Velha Guarda da Portela.
O Camarote Portela já anunciou também Criolo na “Sexta-Abre Alas”, junto a Samba da Volta, Bateria da Portela, os DJs Tropicals e Mango DJ Set. No sábado, o palco receberá a diva da MPB Roberta Sá, a Velha Guarda da Portela, a Bateria da Portela e DJ residente.
O ingresso do Camarote Portela dá direito a serviços de open bar e buffet liberado do início ao fim do evento; além de shows de grandes nomes do samba realizados nos intervalos dos desfiles. Também está incluso transporte de ida e volta, saindo do meeting point localizado no Hotel JW Marriott Copacabana, onde também é possível retirar seu ingresso e customizar seu abadá. Com curadoria musical Mango, os ingressos já estão disponíveis.
O fim de ano traz consigo um clima de renovação e esperança, e o Cacique de Ramos, berço de tantas histórias e emoções, convida a todos para um momento especial no próximo dia 28 de dezembro. O pré-réveillon deste Templo Sagrado do Samba reunirá, a partir das 14h, dois nomes que traduzem a essência do gênero: Fundo de Quintal e Quintal da Magia.
Abrindo a tarde, DJ tocando o melhor da black music e clássicos do samba darão as boas-vindas ao público, enquanto o quintal caciqueano se transforma em espaço festivo para a despedida do ano de 2024.
De um lado, o Fundo de Quintal, com uma trajetória que transformou o samba que é símbolo maior da cultura popular brasileira. De outro, o Quintal da Magia, trazendo a energia de uma nova geração que respeita e ressignifica as tradições. Juntos, eles criam um elo entre o passado e o presente, embalando sonhos e histórias de inúmeros artistas.
O pré-réveillon do Cacique será uma festa para que todos possam compartilhar a alegria e a despedida de um ano que, como o samba, foi feito de altos e baixos, mas sempre carregado de emoção. E para a renovação de promessas e esperanças para o ano que chega.
Com a força de seu elenco-show, o Cacique de Ramos vai aproveitar para pôr o bloco na rua, antecipando a folia, com sua poderosa Bateria Tamarindo de Ouro e sua Corte carnavalesca e a presença das Alas Reunidas.
Os ingressos estão à venda https://www.sympla.com.br/pre-reveillon-fundo-com-magia__2743528
Serviço
Data: 28 de dezembro, sábado
Horário: A partir das 14h
Local: Cacique de Ramos
Endereço: Rua Uranos, 1326, Olaria, Rio de Janeiro
Atrações: DJ, Fundo de Quintal, Quintal da Magia e Bateria Tamarindo de Ouro
Ingressos à venda https://www.sympla.com.br/pre-reveillon-fundo-com-magia__2743528
Em seu último ensaio de rua de 2024, na noite da última segunda-feira, o Paraíso do Tuiuti teve o retorno do primeiro casal Raphael e Dandara dançando novamente com o pavilhão da escola, cerca de quatro meses após o acidente dele, em que rompeu o tendão de aquiles. Aclamados pela escola de São Cristóvão, o casal realizou esse primeiro passo público para o pleno retorno em vista do próximo carnaval. A escola que levará para a avenida o enredo “Quem tem medo de Xica Manicongo”, do carnavalesco Jack Vasconcelos, sendo a segunda a desfilar no inédito terceiro dia de desfiles do Grupo Especial, teve uma apresentação tranquila, demonstrando muita segurança e confiança no que espera apresentar na Sapucaí.
O mestre-sala se emocionou com o carinho da comunidade com ele neste retorno a dança e a proteção do pavilhão do “Quilombo do Samba”.
“Me surpreendi com tanto de pessoas que estavam torcendo por mim, e ver essa comunidade dizendo ‘que bom que você voltou, eu estava sentindo a sua falta, é muito bom te ver aqui de novo’, é muito gratificante. Ver essa comunidade me ovacionando, torcendo por mim, pessoas chorando junto comigo, foi maravilhoso. E o que eu posso fazer é dar o meu máximo, a comunidade do Tuiuti tem a certeza que eu não vou dar só 100%, eu vou dar 200% da minha capacidade para defender essa escola”.
Rodrigo Soares, um dos diretores de carnaval do Tuiuti, deu seu parecer sobre o último ensaio da escola, que retorna a rua somente em 6 de janeiro.
“Foi um ensaio bom, porque a gente pôde ver que realmente a escola começa a crescer, os componentes começam a chegar, todo mundo já está mais com o som afiado. Já se consegue ver um pouquinho de melhora de evolução, de harmonia, o entrosamento do carro de som com a bateria ficando cada vez melhor. Eu acho que para encerrar esse ano foi um bom ensaio”.
Comissão de Frente
Comandada por Cláudia Mota e Edifranc Alves, a comissão do “Quilombo do Samba” apresentou a coreografia já mostrada na “Noite dos Enredos” e no desfile do Dia Nacional do Samba, sendo bem executada nas ruas de São Cristóvão. A apresentação contou com os inquisidores e com as travestis sendo acusadas e mandadas para a fogueira, porém resistindo a perseguição, com os componentes fantasiados e vindo com os elementos representando as fogueiras.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O esperado retorno do casal Raphael e Dandara foi muito emocionante, com mais um passo para a superação da lesão do mestre-sala. Ambos dançaram de forma suave com uma coreografia apresentando um bailado mais tradicional durante o ensaio, com alguns movimentos acompanhando a letra do samba, como uma forma de ver também o desempenho e a evolução de Raphael. Um dos diretores de carnaval da agremiação, Rodrigo Soares, ressaltou a importância do ensaio para este retorno.
“Foi o ensaio que a gente pôde testar principalmente o Rafael de volta, ver como ele está se sentindo com a dança, ver o tão confortável que ele está fisicamente, mentalmente, que é o mais importante”.
“A gente veio pra brindar esse momento, um momento que é preciso ter muito cuidado, muita união, muita fé, e finalizar o último ensaio tendo a certeza de que a gente vai para a avenida, tendo a certeza de tudo que a gente vem batalhando internamente, é muito bom. Foi emoção e conexão para fortalecer ainda mais esse caminho que estamos percorrendo para 2025”, comentou Dandara ao fim do ensaio da escola.
“Dia 18, fazem quatro meses de todo o ocorrido. Estar voltando hoje foi mais um teste, e estavam o meu preparador do meu lado, o meu fisioterapeuta, a Cátia, nossa coreógrafa, porque estamos trabalhando em conjunto. A gente sabia desde o início que ia ser uma missão difícil, que não ia ser fácil. Mas é o que falou meu preparador Rafael Japa, me perguntando: ‘Raphael, você tem fé?’. Eu falei que tenho, e ele: ‘se tem fé é o que vai’”, disse Raphael após o ensaio da agremiação.
Harmonia
A comunidade do Tuiuti cantou bem o samba durante o ensaio, com grande parte dos componentes cantando o hino da escola para o próximo carnaval com muita força, a última ala entretanto demorou um pouco a estar com uma boa parte dos seus componentes cantando o samba, o que já tinha se resolvido na parte final do ensaio. O carro de som trabalhou muito bem dando segurança ao canto dos componentes, com Pixulé conduzindo muito bem.
Fotos: Matheus Morais/CARNAVALESCO
“Se o desfile for amanhã, a escola está prontinha, a comunidade cantando um samba aguerrido e maravilhoso que está na boca não só da escola, mas na boca de todo mundo do carnaval”.
Evolução
A escola evoluiu bem tranquila e coesa, com componentes soltos em muitas alas, e bem animados, indo em um ritmo bem marcado durante o ensaio, com algumas alas com coreografia durante todo o samba ou somente em partes, também conseguindo evoluir bem ao longo da apresentação por São Cristóvão.
Samba-Enredo
O samba rendeu bem, mais uma vez, na voz de Pixulé, demonstrando muito da força da mensagem da composição, com trechos como a cabeça do samba “Só não venha me julgar / pela boca que eu beijo / pela cor da minha blusa / e a fé que eu professar”, a subida “eu, travesti / estou no cruzo da esquina / para enfrentar a chacina / assim se faça” e os refrões sendo bem cantados pelos componentes da Azul e Amarelo.
Outros destaques
A bateria “Super Som” e sua rainha Mayara Lima brilharam mais uma vez, em uma grande apresentação do mestre Marcão e seus comandados. Mayara sambou plenamente e recebeu o carinho dos espectadores.
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Combinações de mãos no vídeo poker
No vídeo poker, as combinações de mãos seguem as regras tradicionais do poker. Abaixo, listamos as principais combinações, da mais forte à mais fraca:
Combinação
Descrição
Royal flush
Ás, Rei, Dama, Valete e 10, todos do mesmo naipe. A mão mais valiosa do poker.
Straight flush
Cinco cartas consecutivas do mesmo naipe (exemplo: 6, 7, 8, 9, 10 de ouros).
Four of a kind (poker)
Quatro cartas do mesmo valor, como quatro Damas.
Full house
Três cartas de um valor e duas de outro (exemplo: três Reis e dois Valetes).
Conjunto de cinco cartas iguais no símbolo do naipe.
Um conjunto de cinco cartas de naipe idêntico, porém sem ordem consecutiva.
Straight
Cinco cartas consecutivas de naipes diferentes.
Three of a kind
Três cartas do mesmo valor, como três Valetes.
Two pair
Duas cartas de um valor e duas de outro valor (exemplo: dois Ases e dois 7).
One pair (jacks or better)
Um par de Valetes ou superior.
Tipos de vídeo poker disponíveis no 1win
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Jacks or Better: a versão mais popular e básica do vídeo poker, onde o jogador precisa de um par de Valetes ou melhor para ganhar.
Deuces Wild: nesta modalidade, os “Deuces” (cartas de valor 2) são considerados coringas, aumentando as chances de formar combinações vencedoras.
Joker Poker: um baralho de 53 cartas é usado, incluindo um Coringa que pode substituir qualquer carta.
Bonus Poker: pagamentos maiores para combinações raras, como Four of a Kind, em comparação com as versões tradicionais.
Double Bonus Poker: similar ao Bonus Poker, mas com bônus ainda mais altos para mãos específicas.
Tens or Better: um formato mais acessível, em que o jogador precisa de um par de Dez ou superior para vencer.
Triple Play: permite jogar três mãos simultaneamente, aumentando as chances de vitória.
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Tudo sobre o jackpot progressivo e as diferenças no vídeo poker do 1win
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Como funciona o jackpot progressivo no vídeo poker
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Ganhos milionários: esse tipo de jackpot pode atingir valores extremamente altos, dependendo do número de participantes e do tempo sem que o prêmio principal seja conquistado.
Condição para vencer: normalmente, o jackpot progressivo no vídeo poker exige uma combinação específica de cartas, como o Royal Flush, para ser conquistado. No entanto, é essencial jogar com a aposta máxima para ter a chance de ganhar o prêmio.
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O Museu de Arte Contemporânea de Niterói vai receber, a partir desta quarta-feira e até 9 de março de 2025, a exposição “Arroboboi, Dangbé”. Além de 200 fotografias do desfile que arrebatou público e jurados na Sapucaí este ano, a mostra vai reunir ainda 20 fantasias, entre elas três de destaques, criadas pelo carnavalesco Tarcísio Zanon para ilustrar o enredo que deu o terceiro campeonato do Grupo Especial à escola de Niterói. Outro ponto que promete encantar os visitantes é a serpente de 9 metros de comprimento que abriu o desfile da vermelho e branco levando o público da Sapucaí ao delírio.
A curadoria da exposição é da consagrada fotógrafa Renata Xavier e os textos são do jornalista e doutor em artes João Gustavo Melo, enredista da Viradouro. As fotos que serão expostas têm crédito de Renata Xavier, Leandro Lucas, Keila Ribeiro, Leandro Joras e Rodrigo Palma.
Um dos pontos de grande impacto no desfile também terá destaque na mostra, como explica Renata Xavier:
“No desfile deste ano, uma das novidades foi o uso criativo da iluminação cênica e a Viradouro surpreendeu e encantou o Brasil com um arco-íris de luz que clareou o céu do Sambódromo. As fantasias que brilham no escuro estarão na exposição que revive esta experiência através da ambientação e da montagem circular que evoca a serpente que engole a própria cauda, simbolizando o eterno recomeço”, afirma a fotógrafa, que é diretora do Centro Carioca de Fotografia.
A exposição imersiva “Arroboboi, Dangbé” promete uma viagem de cores, sons e ancestralidade que marcaram a Sapucaí. Será uma grande celebração do tricampeonato da escola de samba de Niterói e, ao mesmo tempo, um chamado para o próximo Carnaval. O carnavalesco Tarcísio Zanon comemora a presença da Viradouro num dos principais cartões postais de Niterói.
“É emocionante ver a Viradouro ocupando um espaço tão importante para a cultura nacional e niteroiense que é o MAC. A nossa presença terá fantasias e partes de alegorias que fizeram parte de um desfile campeão que significou pra Niterói um motivo de grande orgulho”.
No dia 18, a abertura da exposição será às 17h, com show da Viradouro. A visitação será de terça a domingo, das 10 às 18h. A entrada custa R$ 16 (inteira), R$ 8 (meia); morador de Niterói tem entrada franca e toda quarta-feira a entrada é gratuita para o público em geral.
Este projeto é uma realização da Prefeitura de Niterói, Secretaria Municipal das Culturas, Governo Federal e Ministério da Cultura, através da Lei Paulo Gustavo.
Serviço:
Exposição “Arroboboi, Dangbé”
Data: 18 de dezembro de 2024 a 9 de março de 2025
Local: Museu de Arte Contemporânea de Niterói
Horário: Terça a domingo, das 10h às 18h.
Entrada: Inteira R$ 16,00 | Meia R$ 8,00 | Entrada Gratuita ás Quartas e para moradores da cidade de Niterói.
A Beija-Flor de Nilópolis convocou a comunidade no último domingo para um evento especial no Baródromo, local tradicional do carnaval localizado entre a Tijuca e o Maracanã. O palco, montado na área externa, foi o cenário perfeito para o encontro, que começou com a apresentação do grupo Samba Enredo Raiz. A azul e branca da Baixada entrou comandada por Nino do Milênio, que embalou o público com clássicos da história nilopolitana. Leozinho Nunes e os demais integrantes do carro participaram da festa criada pela agremiação. A apresentação contou com a energia contagiante do mestre de bateria Rodney, o mestre-sala e a porta-bandeira, Claudinho e Selminha Sorriso, ritmistas e diversos componentes da agremiação, além de muitos torcedores vestidos de azul e branco. O enredo da Beija-Flor para 2025 presta uma emocionante homenagem a Laíla, ícone do samba e peça central em 13 dos 14 títulos da escola. Conhecido por sua disciplina e visão artística, Laíla dedicou mais de sete décadas ao carnaval.
“Ah, eu já toco (no Baródromo) há muito tempo, é sempre bom estar perto da galera. Aqui é sempre ‘lotadão’, sempre dá um prazer mostrar o samba, cantar o samba da Beija”, destacou mestre Rodney.
Para Andressa Abreu, de 42 anos, o amor pela Beija-Flor é uma herança de família. “Eu sou de Copacabana. Minha mãe é nordestina e, quando chegou no Rio, viu o Neguinho da Beija-Flor na televisão. Ela se apaixonou por ele e virou Beija-Flor. Desde então, nossa família inteira, eu, minha irmã e minha mãe, passamos a vida assistindo aos desfiles da Beija-Flor na televisão. O que aconteceu depois? Eu casei com um nilopolitano. Meu marido é Beija-Flor, mas sempre deixo claro: eu já era Beija-Flor por causa da minha mãe. Hoje, estar aqui no Baródromo, um pouco longe de Nilópolis, e ver tanta gente de azul e branco foi muito emocionante para mim”.
Para Andressa Abreu, de 42 anos, o amor pela Beija-Flor é uma herança de família. Foto: Rhyan de Meira/CARNAVALESCO
O evento foi uma oportunidade de conectar ainda mais a escola com o público fora de Nilópolis. Alan Albuquerque, soldador e componente há 25 anos, ficou impressionado com a recepção.
“Achei muito legal aqui. Eu nunca tinha vindo antes, já tinha ouvido falar, mas nunca vim. Como a Beija-Flor convocou todos os componentes, eu não podia ficar de fora. Hoje aqui foi surreal. O pessoal gritando, cantando muito. Quando a bateria parou, todo mundo foi à loucura, pulando. Foi emocionante”, contou Alan.
Marquinho Marino, diretor de carnaval, ressaltou a relevância do Baródromo como um ponto de encontro que transcende barreiras geográficas. “Aonde o povo está, onde o samba está, a gente tem que estar, né? Esse é o espírito do carnaval, e o Baródromo é mágico por isso. É um lugar que não tem uma escola só; aqui as pessoas celebram o samba como um todo. Foi muito especial ver o público cantando sambas antigos e abraçando o enredo de 2025”.
“Eu acho que a comunidade abraçou muito esse enredo, pelo impacto e significado que o Laíla teve para a gente. Tive a honra de participar de vários carnavais que ele coordenou para nós”, afirmou Alan, destacando a importância de homenagear o mestre.
Para Claudinho, mestre-sala da Beija-Flor, o evento serviu como um indicativo do que está por vir na Sapucaí. “O Baródromo já é carnaval o ano todo. Hoje a gente sentiu essa atmosfera incrível, e dá para perceber que o samba em homenagem ao Laíla será muito bem recebido na avenida. Esse samba é maravilhoso, e os compositores estão de parabéns”.
O mestre Rodney também expressou sua empolgação ao conduzir os ritmistas durante o evento. “Sempre é bom estar perto da galera e ver o samba pegar de vez. Volúpia, alvoroço… pode ter certeza que o samba já deu bom”, comentou, destacando a conexão com o público e o potencial do samba-enredo de 2025.
A porta-bandeira da escola, Selminha Sorriso, falou sobre o significado de sua performance no evento. “Estar aqui mostrando a minha dança para a comunidade e para o povo do carnaval carioca é uma troca de energia incrível. É um aquecimento importante para o grande desfile que está por vir”.
A figura de Laíla foi exaltada por todos os presentes. Claudinho também destacou o legado deixado pelo mestre. “Laíla foi um pioneiro. Ele nos ensinou muita coisa, e é emocionante ver a comunidade abraçando esse samba”.
O diretor de carnaval deixou claro a importância de levar o samba para além dos limites de Nilópolis, mostrando como Beija-Flor tem se tronado cada vez mais “uma escola que dialoga com todos”. “Esse tipo de evento ajuda a expandir fronteiras e reforça a conexão com o público”.
Apaixonado pela escola, Alan comentou também sobre a paixão do público pela escola. “É isso que nos move. O amor que a gente sente aqui é o que faz a Beija-Flor ser tão forte. Quando a gente sente a comunidade vibrando assim, é impossível não se emocionar”.
Alan Albuquerque, soldador e componente há 25 anos, ficou impressionado com a recepção. Foto: Rhyan de Meira/CARNAVALESCO
Selminha também reforçou o papel dos eventos como parte da preparação para o desfile. “Cada momento como este nos ajuda a afinar os detalhes e a nos conectarmos com o público. Estamos prontos para levar um grande espetáculo à avenida”.
Marino resumiu a energia da noite: “A recepção foi incrível, e isso só aumenta nossa confiança para o desfile. A Beija-Flor está pronta para fazer história novamente”.
Atual campeã do Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro, a Unidos do Viradouro realizou, na noite do último domingo, o quinto ensaio de rua rumo ao carnaval de 2025, na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, no Centro de Niterói. O ensaio mostrou, mais uma vez, a força dos quesitos da Vermelha e Branca, que luta pelo bicampeonato consecutivo. A bateria “Furacão Vermelho e Branco”, de mestre Ciça, e o experiente casal de mestre-sala e porta-bandeira, Julinho Nascimento e Rute Alves, tiveram grande destaque. A escola será a terceira a desfilar no domingo de carnaval, com o enredo “Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos”, que será desenvolvido pelo carnavalesco Tarcísio Zanon.
Antes do ensaio, no esquenta, a Viradouro exaltou os seus casais de mestre-sala e porta-bandeira, o primeiro (Julinho e Rute) e o segundo (Amanda Poblete e Thiaguinho Mendonça). Os casais dançaram na frente da escola embalados pelos sambas de 2007 e de 2020. A se mencionar, também, a introdução do samba-enredo de 2025 executada pelo carro de som da Vermelha e Branca, com pontos de Malunguinho e da Jurema Sagrada.
“Perfeito! O melhor ensaio do ano, foi um ensaio feliz, tudo aconteceu de forma redonda, impecável. Foi um grande ensaio, um grande ensaio mesmo. A escola está em processo de carnaval, construindo, mais uma vez, um desfile que a gente espera que seja tão potente ou mais do que os últimos carnavais. Temos enredo para isso, temos samba para isso e temos um trabalho consolidado para isso. Agora, é duas vezes mais trabalho e duas vezes mais humildade para trazer esse bicampeonato para Niterói, que, a cada semana que passa, eu tenho mais convicção de que a gente está firme na briga por esse título”, analisou o diretor-executivo da Viradouro, Marcelinho Calil.
Mestre-Sala e Porta-Bandeira
O casal de mestre-sala e porta-bandeira da Viradouro, os experientes Julinho Nascimento e Rute Alves, deram, mais uma vez, um show à parte no ensaio de rua da Vermelha e Branca. A dupla, que vestia uma bela roupa vermelha, apresentou uma coreografia muito bem entrosada e com movimentos fortes, com os potentes giros da porta-bandeira. A coreografia apresentada misturava elementos da dança tradicional com algumas referências ao samba da escola, como no trecho “Eu sou caboclo da mata do Catucá”.
Fotos: Gabriel Gomes/CARNAVALESCO
Harmonia
A comunidade da Unidos do Viradouro mostrou, mais uma vez, toda sua força e credenciais no quesito Harmonia. O samba-enredo da escola, que já é muito potente, teve sua força elevada pelo canto dos componentes da Vermelha e Branca de Niterói. O quesito foi impulsionado ainda pelo excelente desempenho do intérprete Wander Pires e da bateria “Furacão Vermelho e Branco”, que estão cada vez mais entrosados. A se destacar, a linearidade do canto da Viradouro, desde as primeiras até as últimas alas da escola, sem deixar a força e a intensidade caírem.
Evolução
A evolução da Viradouro foi, em mais um ensaio, muito fluida, coesa e compactada, com a organização que já é marca da escola. Alguns elementos foram utilizados para demarcar o espaço das alegorias no desfile oficial. Nenhum problema foi observado. Os componentes, presentes em grande número, desfilaram de maneira leve e coesa ao longo da Avenida Ernani do Amaral Peixoto.
Samba-enredo
Composto por Paulo César Feital, Inácio Rios, Márcio André Filho, Vaguinho, Chanel, Igor Federal e Vitor Lajas, o samba-enredo da Unidos do Viradouro tem mostrado, a cada ensaio, muita força e funcionalidade. A obra, com interpretação espetacular do intérprete Wander Pires, foi um dos grandes destaques do ensaio da escola. O bis anterior ao refrão, “O rei da mata que mata quem mata o Brasil” e o refrão, “A chave do cativeiro// Virado no exu trunqueiro// Viradouro é catimbó// Viradouro é catimbó// Eu tenho corpo fechado//Fechado tenho meu corpo//Porque nunca ando só”, foram os trechos mais cantados pela comunidade.
Outros Destaques
A bateria “Furacão Vermelho e Branco”, comandada por mestre Ciça, deu um show à parte na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, conduzindo com maestria o ritmo do ensaio de rua da Viradouro. As bossas apresentadas ao longo do ensaio foram muito bem executadas e contribuíram muito para o astral e o clima dos componentes da escola. A rainha de bateria Érika Januza, com uma bela roupa prateada, marcou presença, com uma roupa mais uma vez, e foi muito tietada pelo público presente.
Os integrantes da Comissão de Frente da Viradouro não estiveram presentes, mas foram representados pelos coreógrafos Priscilla Mota e Rodrigo Negri, que simulam o tempo das apresentações em todas as cabines de jurados.