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Guia: Acesso II de São Paulo acontece neste sábado com arquibancadas gratuitas e desfile mirim

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O desfile do Grupo de Acesso II de São Paulo acontece neste sábado, no Sambódromo do Anhembi. Com arquibancadas gratuitas e abertura do projeto “Liga do Amanhã”, o evento já é um marco no calendário da Cidade de São Paulo e reúne milhares de apaixonados pela folia paulistana. A Liga-SP preparou um guia básico para você aproveitar o melhor da festa.

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Foto: Felipe Araújo/Divulgação Liga-SP

Qual a programação do dia 22 de fevereiro?
18h30 – Liga do Amanhã (Desfile Mirim)
20h00 – Raízes do Samba
20h50 – Imperatriz da Paulicéia
21h40 – Unidos do Peruche
22h30 – Torcida Jovem
23h20 – Pérola Negra
00h10 – Morro da Casa Verde
01h00 – Imperador do Ipiranga
01h50 – Primeira da Cidade Líder
02h40 – Brinco da Marquesa
03h30 – Camisa 12

Qual o horário de abertura dos portões?
Os portões abrem às 18h no dia 22 de fevereiro, sábado.

As arquibancadas são gratuitas, eu já sei. Mas preciso retirar meu ingresso em algum lugar?
Não! Você não precisa retirar ou imprimir qualquer tipo de ingresso para acessar o Sambódromo do Anhembi no dia 22 de fevereiro. Basta escolher uma arquibancada de sua preferência e dirigir-se a ela. Simples assim!

Os camarotes estão disponíveis para o Acesso II. Onde posso adquirir?
Caso você prefira assistir aos desfiles dos Camarotes Lounge e Esquenta, adquira seus ingressos pelo site www.clubedoingresso.com/carnavalsp

Qual a idade mínima para assistir aos desfiles do Grupo de Acesso II?
Por força de Portaria expedida pelo Juizado da Infância e da Juventude, a idade mínima para assistir aos desfiles é de 5 anos completos. Lembrando que adolescentes de até 17 anos só podem entrar no Sambódromo acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Posso entrar com comidas e bebidas no Sambódromo do Anhembi?
A entrada de alimentos só é permitida para os seguintes itens: alimentos não perecíveis como salgadinhos, biscoitos, bolachas e snacks em geral, lacrados e dentro da data de validade. A quantidade, por pessoa, não pode exceder 3 unidades. Frutas fatiadas ou cortadas em cubinhos também podem ser levadas em saquinhos transparentes do tipo Ziplock, nas mesmas quantidades mencionadas anteriormente. BEBIDAS NÃO SÃO PERMITIDAS.

Qual a forma mais fácil de chegar ao Anhembi?
A Avenida Olavo Fontoura estará interditada nos dias de desfiles, portanto você pode chegar da seguinte forma:

Táxi – Os táxis podem acessar a Olavo Fontoura;

Transporte por App – Os carros de aplicativos não podem acessar a Av. Olavo Fontoura, então lembre-se que mesmo que eles te deixem nos arredores do Sambódromo, uma caminhada até os portões será necessária;

Ônibus – Linhas especiais saem do Metrô Tietê (179A-10) e do Metrô Barra Funda (879A-10) com destino ao Sambódromo do Anhembi. A tarifa é de R$ 5,00 e o pagamento pode ser em dinheiro ou Bilhete Único. Para embarcar no Metrô Tietê, saia sentido à Av. Cruzeiro do Sul, 1777. Já na Barra Funda, saia em direção à Av. Auro Soares de Moura Andrade (Lado SUL). O retorno às estações é feito no Portão 1 do Anhembi.

Veículo próprio – O estacionamento do Distrito Anhembi, gerido pela GL Events Brasil, estará disponível nos portões 5 e 7 do Anhembi, com acesso pela Marginal Tietê. Valores podem ser consultados em https://distritoanhembi.com.br/estacionamento/#estacionamento

Haverá praça de alimentação e bebidas?
O Sambódromo do Anhembi está preparado para receber um grande público em mais um Desfile do Grupo de Acesso II. Existem vários pontos de alimentação e bebidas espalhados em todos os setores e você pode pagar com cartão de crédito, débito e PIX.

Crianças do Instituto Beija-Flor realizam trabalho sobre Laíla e homenageiam o filho do mestre

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A memória e o legado de Laíla seguem vivos na Beija-Flor de Nilópolis. Na última semana, as crianças do Instituto Beija-Flor desenvolveram um trabalho especial sobre a importância do grande mestre do carnaval, enredo da escola para o desfile de 2025. Sob a coordenação da porta-bandeira Selminha Sorriso, que também atua como diretora cultural da agremiação, a atividade reforçou os pilares de samba, educação e reparação histórica.

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Fotos: Eduardo Hollanda/Divulgação Beija-Flor

A culminância do projeto aconteceu no último sábado, na quadra da Beija-Flor, onde os alunos entregaram o trabalho para o filho de Laíla em um momento de forte emoção e celebração da memória do homenageado. O evento contou com a presença e de familiares do mestre, reforçando o compromisso da escola em manter vivo o legado daquele que foi um dos maiores nomes do carnaval brasileiro.

Mais do que uma simples atividade pedagógica, a ação reafirma a importância do Instituto Beija-Flor na formação de novas gerações, promovendo o ensino da cultura do samba e valorizando figuras essenciais para a história do carnaval.

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Série Barracões SP: Barroca promete surpresas para contar os oruns de Iansã

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Após comemorar o ano do Jubileu de Ouro da agremiação na apresentação do ano passado, o Barroca Zona Sul volta a falar de um tema ligado a grupos minoritários na sociedade. Em 2025, o enredo da verde e rosa será “Os nove oruns de Iansã”, contando um pouco sobre a orixá e se aprofundando nos locais em que as almas descansam. Segunda escola a desfilar na sexta-feira de carnaval (28 de fevereiro), a instituição do Jabaquara promete surpresas na temporada.

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O CARNAVALESCO visitou o barracão barroquense e entrevistou Pedro Alexandre, popularmente conhecido como Magoo, para conhecer detalhes do enredo da verde e rosa e, também, para saber o andamento dos trabalhos na instituição.

Enredo já conhecido

Quando o enredo do Barroca foi revelado (em evento também coberto pelo CARNAVALESCO), muitos já imaginavam o caminho que ele teria. E, de acordo com o profissional, as mudanças do início até o final do projeto foram irrisórias: “A nossa montagem continua a mesma e o desenvolvimento do enredo também. Desde essa época, a gente já começou a desenvolver tudo certinho e não teve mudança nenhuma. Eu fiz o trabalho de pesquisa e, nesse trabalho de pesquisa, já vem a parte da relação de Iansã com os oruns. Eu falei que a gente tem que bater nessa tecla para o desenvolvimento do enredo e o pessoal gostou”, comemorou.

Tal qual uma equipe, a agremiação se aproveitou do conhecimento, também, de um babalorixá: “A gente tem uma orientação espiritual na escola, tudo que é feito aqui que envolva religião a gente procura conversar para ver o que pode e o que não pode. Nós temos o pai Douglas de Oxossi, que é quem faz a parte espiritual do Barroca Zona Sul, e ele falou que seria legal acrescentar mais algumas coisas e tirar o foco de outras – ele acrescentou muito ao projeto, ele tem um conhecimento fora do normal e engrandeceu muito o que faremos”, agradeceu.

História na avenida

Ao ser perguntado sobre o que encontrou de mais interessante nas pesquisas, o carnavalesco destacou que a infinidade de assuntos possíveis de se levar para a avenida o surpreendeu: “O que me chamou atenção mesmo foi a história! Se eu fizesse escrever quatro ou cinco enredos sobre Iansã, dava pra fazer tranquilamente. Tem muita história legal, tem muita história que dá enredo. Tinham pesquisas que eu tive que tirar para não ficar muito longo, eu queria colocar muita coisa e não cabia por fugir um pouco do plano original. O que me surpreendeu é que eu fui esperando uma coisa e eu vi que é uma história grandiosa, é uma história muito envolvente. Tem uma coisa mítica para contar, é muito legal. Dentre tantas coisas legais, eu espero que o pessoal goste da forma que o Barroca vai contar”, comentou.

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Por sinal, ele aproveitou para destacar a cronologia do desfile da agremiação: “Eu curto muito a setorização da história com uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Eu gosto de contar a história de uma maneira mais fluida, por isso que eu fiz essa divisão. Primeiro, dei uma pincelada como uma introdução sobre Iansã. Depois, mostro que ela é uma orixá forte, com vários poderes. Ela chegou e aprendeu um pouquinho com cada orixá, desenvolveu seus poderes e sua espiritualidade, desenvolveu tudo através desse conhecimento. Daí o enredo já entra na parte dos oruns, contando um por um. O último orun, que é o Orun Marê, é a morada final de todos os orixás. Todos os orixás vivem em comunhão com os elementos da natureza. E ele será o fechamento da nossa história. Tem um começo, um desenvolvimento e uma conclusão no final. Eu gosto assim”, detalhou.

Cara da escola

Acostumada a falar de temas ligados a grupos minoritários na sociedade nos últimos anos, a agremiação teve uma rápida (e justa) mudança na rota em 2024. No ano do cinquentenário da agremiação, o Barroca contou a própria trajetória no Anhembi. Antes disso, entretanto, a tribo guaicurus, Zé Pilintra, Tereza de Benguela e Oxóssi foram homenageados. Para Magoo, uma temática identificada com a instituição é importante: “Esse tipo de enredo se confunde com a história com o DNA do Barroca. Falar de lutas, falar de minorias, falar de grupos que passaram por algum tipo de dificuldade, que lutaram, se confunde com a própria história da escola. O Barroca fala de problemas, enfrentou grandes dificuldades, períodos e sempre foi driblando esses problemas, enfrentando esses problemas. O barroquense se identifica com isso. O Barroca é uma escola que, se você chega com um enredo mais abstrato, por exemplo, falando de uma coisa bem diferente dessa linha que a gente está fazendo hoje, a aceitação não vai ser tão boa quanto essa, não vai ter esse envolvimento. É claro que isso pode acontecer no futuro, mas hoje eu acho difícil. O barroquense gosta disso. Gosta de história de luta”, falou.

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Outra característica que tem se tornado corriqueira na verde e rosa é altíssima qualidade dos sambas-enredo da agremiação – elogiados por grande parte da bolha carnavalesca paulistana. Em 2025 não será diferente, de acordo com o carnavalesco: “Foi um samba que eu vi que, desde o começo, quando a comissão de carnaval (que tem o Jonny, a Angélica, o Alex, o João Neguinho, o Cebolinha e outros) começou a ouvir, ele foi adorado. Com as nossas ponderações, o samba foi crescendo e o pessoal do Barroca comprou a ideia. Logo na apresentação do samba-enredo o pessoal já cantou, ele explodiu na quadra. No minidesfile também foi assim, nos ensaios técnicos idem. Essa aceitação é fruto de muito trabalho: tem o pessoal que compõe, o pessoal da caneta, que cria o samba – a capacidade deles é indiscutível. Essa junção de pessoas e de ideias em cima da obra deixa claro que deu certo. A cada apresentação ele dá certo”, observou Magoo.

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Trunfos e surpresas

Ao ser perguntado sobre quais serão as surpresas e pontos fortes da agremiação para 2025, Magoo não titubeou: “Tem dois pontos que eu gosto bastante: a comissão de frente, esse ano, vem com uns efeitos e tem um investimento legal da escola. Está legal para caramba! A gente está fazendo vários testes aqui no barracão e tudo funciona, vai ser uma coisa diferente que a gente vai fazer na avenida nesse quesito. Eu também curti bastante o conjunto alegórico do Barroca. Você vê a história contada, você vê na alegoria com clareza tudo do enredo. No conjunto, sobretudo em relação à parte de esculturas, a gente investiu bastante. Você vai ver o acabamento das esculturas, é uma coisa que o Barroca tomou um cuidado maior ainda nesse ano para entrar no jogo, porque o nível é muito alto. Têm escolas maravilhosas, que disputam; e, hoje, o intuito é falar do Barroca quando as pessoas lembrarem das escolas com as melhores alegorias. A gente quer entrar nesse bolo e a gente está nesse caminho”, afirmou.

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Planejamento

Outro ponto elogiado por Pedro foi o andamento dos trabalhos da escola para o carnaval 2025, com as dinâmicas se iniciando, basicamente, após a apuração do ano anterior: “O Barroca começou cedo os trabalhos nesse ano. Logo que acabou o carnaval a gente já emendou com pesquisas. Começou cedo com carro alegórico, começou cedo com fantasias e foi fazendo. Isso deu uma tranquilidade para a gente melhorar a qualidade de tudo que foi produzido – e eu falo até mesmo de detalhes de rosto, de anatomia, tipo de pintura, tipo de acabamento. Deu para cuidar de cada detalhezinho melhor do que o ano passado – que foi mais corrido, eu estava chegando e não sabia onde eu estava pisando. Hoje eu consegui me adequar à escola. Eu tenho uma linha de criação, eu não gosto muito de carro meio ‘caixote’, quadrado. Eu gosto de carro mais vazado, por exemplo. A gente começou a mudar o formato dos carros, colocar efeitos – algo que o Barroca vai utilizar muito em 2025. Vamos ver na Avenida, tomara que dê certo”, comentou.

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Por fim, o carnavalesco destacou que busca a representatividade individual com o desfile: “Eu vou ficar muito contente se, no final do desfile, a pessoa que veja o desfile do Barroca se identifique com alguma coisa. Que ela saia pensando que algo foi a cara dela ou que a gente tenha mostrado algo que fala dessa pessoa, da história dessa pessoa. Se a pessoa se identificou com alguma coisa, curtiu, saiu assobiando o samba do Barroca, batendo palma, isso aí já vai me deixar feliz. A mensagem foi passada, levamos um pouco de alegria para o povo”, finalizou.

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Ficha técnica
Enredo: “Os nove oruns de Iansã”
Componentes: 2100
Alas: 18
Alegorias: Quatro – e um quadripé
Diretor de Barracão: Wendel Alessandro
Diretor de Ateliê: João Ricardo Alexandre (Jonny)

Série Barracões: Encantaria paraense na Avenida com a Grande Rio

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Gabriel Haddad e Leonardo Bora são as mentes criativas por trás de mais um carnaval da Grande Rio. Na agremiação da Baixada Fluminense desde que estrearam no Grupo Especial em 2020, a dupla chegou trazendo um vice-campeonato para a escola e foi responsável pelo primeiro título do Grupo Especial da Tricolor de Caxias — e também o primeiro título da carreira de ambos — em 2022, com um desfile histórico sobre Exu. Após um terceiro lugar no último Carnaval, a dupla Bora e Haddad mergulhou no Tambor de Mina do Pará para criar o enredo “Pororocas Parawaras – As águas dos meus encantos nas contas dos curimbós”, que narra a saga das três princesas turcas do Tambor de Mina e sua influência no carimbó, ritmo originário da cultura paraense.

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Fotos: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Da oralidade à Avenida: o processo de criação

Em entrevista ao CARNAVALESCO, Leonardo e Gabriel destacaram a importância da oralidade na construção do enredo, além do legado de Dona Onete, ícone do carimbó cuja obra inspirou a narrativa:

“Todo enredo tem um processo único. Para 2025, foi essencial vivenciar os terreiros de Tambor de Mina, conversar com pajés, pesquisadores e artistas. Essa história é transmitida oralmente há gerações e fala das princesas que se encantaram na Amazônia, tornando-se protagonistas do carimbó. Dona Onete foi central nesse processo: sua música Quatro Contas, inspirada nas contas recebidas de suas protetoras durante uma festa na infância, guiou nossa narrativa”, explicou Leonardo.

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Gabriel complementou: “A pesquisa revelou a força desse enredo. Foram mais de 28 entrevistas, com relatos apaixonados sobre as princesas e caboclos como a Jurema. A conexão com a Grande Rio, cujo nome remete ao “Grão-Pará”, não é coincidência. Trouxemos essa potência para a avenida”.

Imersão na encantaria Amazônica

A dupla destacou a experiência única de participar de festas em terreiros como o Dois Irmãos (Belém) e o de Mãe Fátima (Ilha de Marajó). “Convivemos com as entidades, tomamos pomosa na cuia e absorvemos a energia da floresta. Isso diferencia de pesquisas apenas bibliográficas. Até o muiraquitã, símbolo de Santarém, estará no desfile”, contou Gabriel.

Visual grandioso e detalhes manuais

Sobre as alegorias, a dupla promete grandiosidade aliada a técnicas artesanais: “A Grande Rio é conhecida por carros imponentes, mas equilibramos isso com detalhes minuciosos. O abre-alas, iniciado em agosto, ainda está em produção. Usamos materiais diversificados, desde esculturas de animais fotografados na Amazônia até técnicas inspiradas nos bordados dos terreiros”, explicou Leonardo.

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As fantasias também refletem a riqueza cultural: “Incorporamos técnicas de costura dos terreiros e cores vibrantes. As princesas bailam em roupas ritualísticas, e isso se traduzirá em sobreposições de tecidos e elementos simbólicos”, acrescentou Gabriel.

O conjunto como trunfo

Para 2025, a aposta é no conjunto: “O samba, a comunidade empolgada e a narrativa visual coesa são nosso trunfo. O ensaio de quadra mostrou essa sintonia”, afirmou Bora.

Como será o desfile

A Acadêmicos do Grande Rio traz cinco alegorias, três tripés, e 3.200 componentes em cinco setores. Os carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora explicaram ao  CARNAVALESCO setor a setor de como será o desfile da agremiação.

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Setor 1: “Na abertura do desfile, apresentamos o momento do encantamento das princesas, o momento em que elas saem da Turquia e se encantam no meio do mar, no meio do oceano, após uma grande tempestade. O enredo já começa em movimento, com esse processo de encantamento. A gente não vai a solo turco. A abertura é o momento do encantamento delas, quando elas se tornam encantadas”.

Setor 2: “Atravessam o espelho do encante e vai ligando já o segundo setor, que é o momento que elas chegam ao Pará e ao território brasileiro. Aportam nessas praias e vão conhecendo matrizes religiosas muito antigas que existem nesse solo, que é o caso da pajelança, a vida que brota do mangue, esse saber guardado como samba canta, quem é de barro no igapó é caruana”.

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Setor 3: “O terceiro setor é o processo de ajuremamento, o mergulho nas águas dos igarapés e a entrada na floresta amazônica, o encontro com toda essa sabedoria e os demais encantados da floresta. Entendendo essa relação com os povos originários, que já tinham esse conhecimento, já conversavam, se transformavam e buscavam a cura junto aos encantados da floresta. Então, nesse momento, as princesas ali já em processo de ajuremamento se encontram com esses encantados que já viviam aqui. E se transformam em animais de poder: A onça, a arara e a jibóia”.

Setor 4: “O quarto setor é o processo de formação da Mina paraense, que é muito específica, é um complexo religioso único justamente porque é produto dessa fusão de religiões de matrizes africanas com religiões de matrizes indígenas, do alto território da floresta amazônica e demais cultos. Então, a partir muito dos relatos coletados nas entrevistas realizadas, da vivência no terreiro de mina Dois Irmãos, o mais antigo do Pará, a gente conta um pouquinho desse processo da formação do Tambor de Mina”.

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Setor 5: “As princesas são protagonistas desse sistema religioso e se transformam em temas de carimbós, que é justamente o quinto e último setor do desfile, quando a gente apresenta, segundo as narrativas, o destino delas, fazendo um diálogo com o Quatro Contas, a composição de Dona Onete, e o carimbós sendo também esse complexo cultural, essa força, uma síntese cultural paraense exaltando essas entidades encantadas. É como se reunisse no final, o carimbó sendo a voz desses encantados hoje aqui na terra. As músicas de Dona Onete, de outros tantos mestres, mestre Dikinho, mestre Chico Malta, mestre Verequete, cujo nome se confunde com o do Tóia Verequete, que é o patrono da Mina, como a gente ouviu nas entrevistas, se confunde com a espuma do mar e é quem reúne a encantaria, quem recepciona as princesas em solo brasileiro. E até outras compositoras, como a própria Marcela Almeida, Jânia Cerdeira, que participaram e escreveram uma música, um carimbó para o nosso enredo. Então, como tudo foi se transformando e como esses encantados começam a aparecer. A gente em Alter do Chão, antes deles abrirem a roda de carimbó, eles chamaram os encantados para participar também daquele momento. A gente falou, é nosso enredo, acho que está no caminho certo, porque é tudo aquilo que a gente imaginou. É a música servindo de voz para esses encantados e vai desenvolvendo como que eles foram, no caso as três princesas turcas, como que elas foram desenvolvendo a chegada delas, passando pelo processo de encantamento, conhecendo os encantados daqui, se tornando chefes do Tambor de Mina, chefes de linhas, diversas linhas, são muitas, e como que isso tudo se transformou em carimbó. É um enredo que ele tem esse desenvolvimento bastante linear, mas que vai sendo desenhado por outras questões no meio dele. É por isso que a gente fecha com carimbó, a gente abre com o momento do encantamento e fecha com os carimbós”.

Salgueiro segue com entrega de fantasias para o Carnaval 2025

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O Salgueiro deu início na segunda-feira à entrega de fantasias para os componentes da comunidade. A distribuição acontece no barracão da escola, na Cidade do Samba, seguindo um cronograma específico para cada ala.

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A entrega começou com os integrantes das alas 03, 06 e 08, que receberam seus figurinos das mãos dos diretores de harmonia responsáveis por cada uma. Na terça-feira foram as alas 04, 18 e 20 que receberam as fantasias.

Paulinho Evangelista, diretor de harmonia do GRES Acadêmicos do Salgueiro ao lado de Diego Pedrosa e Paulo Dimitri, destaca a importância da entrega antecipada das fantasias e o trabalho adiantado da escola para o Carnaval 2025.

“A entrega das fantasias com antecedência é fundamental para que nossos componentes tenham tempo de ajustar qualquer detalhe e chegarem preparados para o grande dia. Estamos com o trabalho bem adiantado neste carnaval, e isso só é possível graças ao empenho incansável dos funcionários do barracão, da dedicação da nossa diretoria e do apoio essencial do nosso presidente André Vaz e do nosso patrono Adilsinho. Sem contar o empenho máximo das 10 meninas do administrativo da Harmonia, que trabalham no cadastramento da comunidade e organizam a entrega e devolução das nossas fantasias. Esse planejamento garante que todos entrem na avenida com tranquilidade, vestindo com orgulho a fantasia que representa o nosso enredo e a força da nossa comunidade. O Salgueiro está pronto para fazer um grande desfile, e a organização da nossa harmonia começa muito antes da sirene tocar na Sapucaí”.

Para retirar a fantasia, é indispensável que o próprio componente compareça portando identidade e CPF. A entrada será pelo pátio principal da Cidade do Samba, na Rua Rivadávia Corrêa, 60.

Além do figurino, os componentes receberão uma bolsa com um manual de orientações para o desfile, garantindo que todos estejam alinhados com as diretrizes da escola na avenida.

A previsão é que a entrega das fantasias seja concluída até o dia 25 de fevereiro. As datas para as próximas alas serão divulgadas nas redes sociais oficiais do Salgueiro.

Após o desfile, as fantasias deverão ser devolvidas no barracão da escola nos dias 15 e 16 de março.

Vila Isabel anuncia entrega de fantasias para cinco alas nesta quinta-feira

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A Unidos de Vila Isabel anunciou mais uma data para entrega de fantasias para os componentes de cinco alas que desfilarão no Carnaval 2025. A retirada acontecerá nesta quinta-feira no barracão da escola, localizado na Cidade do Samba.

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Componentes das alas 8, 9, 20, 21 e 22 deverão comparecer entre 18h e 22h para a retirada. A apresentação de um documento de identificação com foto é obrigatória para a retirada dos trajes.

Última escola a cruzar a Sapucaí na segunda-feira de Carnaval, a Vila Isabel levará para a avenida o enredo “Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece”, desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros. Com um trem-fantasma desembarcando em um grande baile, a azul e branca promete transformar o medo em festa ao carnavalizar as assombrações do imaginário popular.

Serviço – Entrega de Fantasias
Local: Barracão da Vila Isabel – Cidade do Samba
Data: 20/02 (quinta-feira) – 10h às 14h → Alas 8, 9, 20, 21 e 22

De olho nos quesitos: o tradicionalismo no julgamento dos casais e comissões de frente

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Desde que Laíla introduziu o casal de mestre-sala e porta-bandeira atrás da comissão de frente no desfile das escolas de samba em 2002, ambos quesitos sofreram uma grande transformação seja no aspecto da grandiosidade das apresentações seja no critério de julgamento. A série “De olho nos quesitos” traz as principais justificativas e critérios de julgamento dos primeiros quesitos a passar na avenida em um desfile.

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Foto: Divulgação/Rio Carnaval

Certamente, o quesito que mais sofreu transformações ao longo dos anos foi comissão de frente. Há 40 anos atrás bastavam os baluartes e velhas-guarda para saudar o público e o quesito estava apresentado. Hoje em dia as comissões são verdadeiros miniespetáculos que buscam resumir o enredo da escola, muitas vezes com uso de tecnologia e elaboradas coreografias.

Segundo o manual do julgador, publicado pela Liesa para os desfiles de 2025, o quesito comissão de frente segue subdividido através dos sub quesitos concepção/indumentária e apresentação/realização. A concepção julga a criatividade, mensagem transmitida, impacto e figurino adequado. A apresentação observa sincronismo, criatividade coreográfica, interação com elementos cênicos e cumprimento da função de saudar o público. Os julgadores devem penalizar queda ou perda de partes da indumentária além de danos a figurinos, adereços ou elementos cenográficos.

Em relação às justificativas mais recentes os polêmicos tripés das comissões são campeões de citações pelos julgadores. Muitas vezes as alegorias que deveriam servir para engrandecer a apresentação acabam se tornando obsoletas na apresentação e quando isso acontece os jurados descontam pontos das escolas. Outra situação bastante apontada nas justificativas é quando algum integrante da comissão perde parte da indumentária diante da cabine de julgamento.

Julgadores de casal são mais tradicionalistas

O quesito mestre-sala e porta-bandeira segue parâmetros de julgamento semelhantes a comissão de frente. Nos tempos de hoje praticamente todos os casais contam com coreógrafos tal e qual as comissões. Alguns dos profissionais assinam ambos quesitos ou pelo menos participam da elaboração das coreografias dos casais.

O julgador precisa estar atento obviamente à dança do casal, onde o mestre-sala precisa cortejar e proteger a parceira e a porta-bandeira deve apresentar o pavilhão sempre desfraldado. Além disso, o casal deve se apresentar com entrosamento, graça e leveza na conexão com o samba da escola. A indumentária da dupla também é avaliada. Quedas ou perda de qualquer peça do figurino e tropeços ou falhas nos movimentos devem ser penalizados.

Os julgadores de casal são o grupo mais tradicionalista do júri do Grupo Especial. Não são raros os casos de casais consagrados que acabaram punidos nas notas por arriscarem na apresentação e desagradarem os julgadores. As justificativas mais recorrentes nos últimos carnavais apontam para falhas na execução da dança, como desentrosamento entre a dupla, movimentos bruscos ou excessivamente rápidos. A beleza e elegância do figurino também são pontuadas nas justificativas. Saias muito curtas da porta-bandeira ou figurinos muito simplórios perdem pontos. Além do já citado excesso de ousadia em algumas apresentações. Sempre que algo tira o protagonismo do casal ou desvia a atenção o casal tem sido penalizado.

Aos gritos de ‘fica’, Paolla Oliveira declara amor para Grande Rio: ‘Não vou sair, vivo essa energia, só vou me deslocar’

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Ovacionada pelos componentes da Grande Rio, no ensaio de quadra, em Duque de Caxias, na noite da última terça-feira, Paolla Oliveira fez sua “despedida” do posto de rainha de bateria na cidade da Baixada Fluminense. A atriz ouviu gritos de “fica” e “a melhor rainha do Brasil”.

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Fotos: Rafael Arantes/Divulgação Grande Rio

“Foi lindo. O que posso dizer é que não saio daqui. Não vou nem sair. Vou só me modificar, me deslocar. Sou louca por isso aqui. Vivo essa energia. Paguei mico hoje, não segurei a emoção, é porque vale a pena. Não tinha ideia, quando meu sonho era sair em uma escola de samba, vocês não sabem o que significa isso para uam menina vinda da Penha, e, agora, tem uma comunidade falando fica. Isso não tem preço e nunca vai acabar. Todos os anos foram especiais e esse será também”.

Paolla contou que informou na última quarta-feira para direção da Grande Rio que não seguiria no posto de rainha de bateria para o Carnaval 2026.

“A escola tinha que saber antes. É difícil a gente fazer tudo bem, se entregar em tudo, estou com um problema familiar. É preciso distribuir minha energia, sou uma pessoa só. Isso aqui precisa de uma pessoa inteira. Não tem como ser pela metade. Pressão, não tenho medo. Isso tem na vida. Quem é mulher, sabe”.

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Paolla Oliveira garantiu que não vai indicar nenhuma mulher para o seu lugar. Ela disse que a escola saberá o que fazer na escolha. A atriz confirmou que o marido Diogo Nogueira vai desfilar com ela na Avenida em 2025 e fez uma linda declaração após a notícia que sairá do posto de rainha de bateria.

“A escola sabe o que fazer. Tenho certeza que será uma boa escolha. A mulher que vier vai ocupar o posto e fazer sua história. A Grande Rio merece alguém que seja de corpo e alma por eles”.

Paulo Barros fala sobre carreira no Grupo Especial e desfiles marcantes ao longo dos anos. ‘Cada carnaval que faço me traz alegrias particulares’, afirma

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Paulo Barros chega ao seu terceiro carnaval consecutivo na Vila Isabel e comemora seu vigésimo primeiro desfile como carnavalesco no Grupo Especial. O CARNAVALESCO entrevistou o artista para uma rápida conversa sobre a carreira e os desfiles de Paulo ao longo dessa estrada no mundo do samba.

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Fotos: Divulgação/S1fotografiaecomunicacao

Qual é o seu balanço profissional nesses mais de 20 anos como carnavalesco no Grupo Especial?

“Eu faço um balanço muito positivo, é um balanço de prazer. Cada carnaval que eu faço, ele me traz alegrias muito particulares. Você ver uma obra sua, o que você imaginou, está ali, concreta dentro da Sapucaí, um carro alegórico, uma ala, um acontecimento que você fez, que você imaginou, e você conseguiu concretizar aquilo para o artista, isso é, particularmente para mim, um ponto que eu ganho na minha escala de satisfação, de alegria”.

Qual é o seu desfile inesquecível e por qual motivo?

“Não tenho. Eu posso citar alguns que ficaram marcados por vários motivos. O primeiro, talvez tenha sido em 2004, foi quando eu fui vice-campeão, porque eu estava estreando no Grupo Especial e você estrear no Grupo Especial e ser vice-campeão, isso já é uma coisa que eu considero marca a sua vida. Eu tenho 2010, que foi o primeiro campeonato, um desfile arrebatador, um desfile que foi considerado unânime, sensacional, vamos dizer, e eu tenho desfiles também que não foram consagrados, mas que para mim me trouxeram uma alegria enorme de fazer como da Mocidade que eu fiz baseado na música do Paulinho Moska. Para mim foi um dos grandes desfiles que eu fiz e nem voltou nas campeãs, mas eu considero ele um dos grandes projetos realizados na minha vida. Assim como aqui na Vila Isabel, em 2018, quando eu fiz um enredo que falava sobre o que vem por aí no futuro, também foi um desfile que marcou uma estética de ala, de fantasia, que para mim foi um divisor de águas. Vou repetir, não foi aclamado, não, mas a satisfação pessoal que eu tive já me trouxe essa alegria. Na Portela você ajuda uma escola a conseguir um campeonato depois de trinta e tantos anos, então não tenho desfile preferido, eu tenho desfiles preferidos”.

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E do lado oposto, qual desfile que na sua visão você pensou tudo vai dar certo, tudo vai sair conforme planejado, mas que alguma coisa não funcionou, ou que não deu muito certo e por qual motivo?

“Não tenho nenhum. Todos os meus desfiles deram certo, eu nunca perdi um carro alegórico, no ano da Alemanha eu tive um problema na concentração no setor 1, e depois um problema na dispersão lá no setor 11, que já não fazia parte do julgamento, foi quando o abre-alas teve que ser cortado porque engatou os dois e tiveram que desengatar, só que a mídia e a televisão passaram que isso foi erro, e na verdade dentro da pista não aconteceu erro nenhum. Se eu disser que eu tenho algum desfile meu, que eu tenha projetado alguma coisa aí que não deu errado, não. Não tenho nenhum, para mim todos deram certo”.

O que falta na sua visão, para você, dentro do carnaval?

“O que eu sinto falta hoje no Carnaval é condições de fazer, de acompanhar a tecnologia. Hoje a gente tem muitas possibilidades tecnológicas para agregar ao desfile, só que a gente não tem budget para isso. Falta dinheiro, entendeu? Então você fica amarrado em algumas coisas que você tem aí o quê? Você tem iluminação, você tem a fumaça, você tem a luz, você tem os movimentos que são feitos pelo pessoal de Parintins, até muito legais, mas a gente tenta sim agregar outras coisas, mas que o dinheiro não dá para fazer”.

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Paulo, você é um carnavalesco muito amado por muita gente, mas também tem muita gente que não gosta do seu estilo, tem as críticas e tudo mais. Isso mexe de alguma forma com você? E por que você acha que ainda acontecem essas críticas?

“Eu ficaria triste se eu não tivesse os críticos. Eu torço para que eles continuem criticando, porque é chato para caramba ser unanimidade”.

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Você considera justamente que o seu estilo de desfile é visto e compreendido realmente na pista?

“Qualquer desfile se concretiza ali. Essa história de favoritismo, de que você vai estar fazendo uma previsão, por exemplo, eles chamam de ensaio técnico. Aquilo de técnico não tem coisa nenhuma. Ali é um ensaio de canto e de harmonia para o componente evoluir e cantar como ele deve ser. Mas um ensaio técnico mesmo, para eu fazer isso, eu teria que ter todos os carros, todas as fantasias, assim como acontece no teatro. Então, treino é treino, jogo é jogo, a mágica é no dia e na hora. E vamos torcer para que a escola jogue bem no dia do desfile”.

ibis Styles Barra Funda: hotel estratégico para o Carnaval 2025 com sabores e benefícios exclusivos

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O ibis Styles São Paulo Barra Funda está localizado em um dos principais pontos da cidade de São Paulo. A Avenida Marquês de São Vicente faz uma ligação entre a Zona Norte e a Zona Oeste, e abriga vários centros comerciais e empresariais. O lazer é garantido. Pela rua, há várias praças e restaurantes de renome. O local fica perto do Allianz Parque, principal ponto dos maiores shows da América Latina e, ao lado, localiza-se o requisitado Shopping Bourbon. Um dos principais atrativos é o restaurante QCeviche Barra Funda, localizado dentro do próprio hotel, com foco na culinária peruana. Todo o cardápio foi idealizado e é feito todos os dias pelo chef peruano, Jorge Rojas e sua equipe.

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Olhando para o carnaval, que acontece daqui a duas semanas, o hotel oferece duas ótimas opções de locomoção ao Anhembi. De carro, o folião irá chegar ao Sambódromo em pouco tempo, visto que a distância é de apenas 5km. Se a pessoa optar pelo transporte público, pode pegar o ônibus até o terminal da Barra Funda e, após, usar o transporte gratuito oferecido pela prefeitura de São Paulo, assim como no ano de 2024.

Para o Carnaval 2025, o CARNAVALESCO está realizando uma parceria com o ibis Styles São Paulo Barra Funda. A colaboração visa dar benefícios para o leitor que optar pelo hotel, tendo 15% de desconto clicando no banner do site. O pagamento total será feito no check-in e as opções são cartões de débito, crédito e dinheiro.

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Fotos: Divulgação

“Para nós é muito importante essa parceria, porque a gente está falando do principal evento do país, que é o carnaval, que movimenta milhões com um público nacional e internacional e um parceiro com uma representatividade tão grande dentro desse segmento, que é o CARNAVALESCO. Estamos muito felizes e a nossa expectativa está muito alta também de um retorno positivo para nós”, celebrou a gerente de vendas, Lais Almeida.

Laís conta sobre a localização do ibis. “Essa nossa região está se desenvolvendo muito, tanto para prédios empresariais, quanto para comércios e entretenimento. É uma região bonita e ampla. Eles chamam de ‘Nova Berrini’ (avenida situada na Zona Sul de São Paulo, e que abriga inúmeros locais de importância da cidade – Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini). Quando falamos de carnaval, alguns blocos de rua passam pela região e em relação ao Sambódromo, ficamos a cinco quilômetros de distância. Em um período de carnaval que não tem trânsito no entorno do hotel, você vai levar por volta de 10 minutos para chegar de carro e 20 minutos de transporte público. Próximo ao hotel tem o terminal Barra Funda. É muito perto. O hotel não está na região primária, mas é de fácil acesso para o Anhembi”, disse.

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Visando o carnaval, o hotel tem um ‘mall’ com lojas e restaurantes, além do seu próprio serviço no restaurante QCeviche que oferece drinks variados, cervejas e bebidas típicas da América Latina. “O legal do nosso hotel, falando da estrutura, da localização, é que ele é um hotel recuado da rua principal, ou seja, garante uma segurança maior que os hotéis da concorrência. Os hóspedes e visitantes ficam muito à vontade aqui. Elas ficam no deck do restaurante e fazem esquenta para o Carnaval no nosso bar”, finalizou.

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