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‘Tiveram coisas que nos deixaram preocupados’, afirma coreógrafo da Vila Isabel

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Por: Rhyan de Meira e Raphael Lacerda

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

Com o enredo ‘Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece’, a Unidos de Vila Isabel encerrou a segunda noite de desfiles levando assombração e diversão para o público. Com a assinatura do carnavalesco Paulo Barros, a bateria do mestre Macaco Branco, considerada um dos pontos altos do desfile, veio fantasiada de vampiro e arrepio as arquibancadas.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“Foi um desfile para lavar a alma. A Vila Isabel brincou na avenida e mostrou que esse enredo tão alegre pode trazer alegria para o povo do mundo todo e para nossa Sapucaí. Estou em êxtase. Espero poder comemorar o título porque a Vila Isabel brincou na avenida. É mais um trabalho entregue com excelência. Saio leve e feliz com o resultado do trabalho”, afirmou Macaco Branco em entrevista ao CARNAVALESCO. 

A Comissão de Frente da Unidos de Vila Isabel no Carnaval de 2025 foi coreografada por Alex Neoral e Marcio Jahú. A apresentação trouxe o tema “O Homem que Enganou o Diabo… Virou Assombração!”, inspirado na lenda de Jack Lanterna, uma figura popular do Halloween. A coreografia levou o público ao delírio quando um drone em formato de abóbora apareceu sobrevoando os dançarinos, mas em uma total infelicidade, o drone acabou caindo por duas vezes, uma delas em frente a cabine de jurados. O fato deixou os coreógrafos preocupados.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“A avenida sempre nos entrega muitas surpresas, mas é uma energia incrível. Sentimos o público muito vibrante”, contou Alex Neoral.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“Nós vamos descobrindo as coisas quando acontecem na avenida. Passamos muito tempo nossas preparando e, às vezes, ela dá uma sabotada na gente. Tiveram coisas que nos deixaram um pouco preocupados, mas foi um lindo desfile e nos vemos sábado”, afirmou Marcio Jahú.

Além do problema com o drone da comissão de frente, a Vila Isabel também teve problemas nos acabamentos acabamentos de alguns carros, mas que foram resolvidos quando os elementos ainda estavam no setor 1. Esse fato foi citado pelo presidente Luiz Guimarães, que garantiu que ainda assim, a escola fez uma excelente apresentação.

“Dentro da avenida não conseguimos ter noção de tudo, mas de acordo com o que a gente propôs, estava tudo perfeito. Até com as alegorias que tivemos um pequeno problema, a comissão de frente que caiu durante a apresentação o drone, mas pelo que eu vi, foi tudo perfeito. A escola veio cantando muito, com carros diferentes e evolução boa. O sarrafo está lá em cima e vamos esperar ansiosamente a quarta-feira”, disse o presidente.

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos de Vila Isabel  formado por Cristiane Caldas e Marcinho Siqueira, representou a proteção dos passageiros do Trem Fantasma da escola, vestindo uma fantasia inspirada no Olho Grego, um amuleto conhecido por afastar o mau-olhado e atrair boas energias.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

As apresentações alternaram momentos de excelência com outros de preocupação. A dança foi bastante coreografada e executada com muito vigor pela dupla. No entanto, houve imprevistos: na primeira cabine, uma pequena dobra na bandeira chamou a atenção. Já na terceira cabine de julgadores, uma corrente de vento atrapalhou o desempenho de Cris, resultando no enrolamento da bandeira e comprometendo a apresentação. Apesar disso, o casal manteve a elegância e concluiu sua participação com garra e dedicação.

“Passamos por uma corrente de vento na terceira cabine e não sei como vai ser avaliado. Os imprevistos acontecem, mas o que ensaiamos foi feito com muito amor e dedicação”, contou Cristiane Caldas.

“Nosso saldo é positivo. Foi um desfile divertido e gostoso, mesmo com esse leve problema do vento. É um desfile que a precisávamos mostrar para as pessoas que a gente dança e não vivemos de efeito”, completou Marcinho Siqueira.

‘O jogo virou, porr#!’, afirma presidente do Rosas de Ouro, Angelina Basílio

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Em meio a festa de comemoração do oitavo título azul e rosa, a presidente Angelina Basílio conversou de forma exclusiva com o CARNAVALESCO e declarou mais uma vez a frase que fez sucesso durante a temporada de ensaios técnicos.

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“Foi no último quesito, no último jurado. Foi tudo muito acirrado e na leitura da última nota nos consagramos. Isso mostra que nosso carnaval está se tornando cada vez mais disputado e ainda maior. Mas o jogo virou, porra!”, afirmou Angelina.

Ao finalizar, Angelina fez questão de agradecer a diretoria, quesitos e demais integrantes da escola. Garantindo que nos próximos anos todos precisam aguardar o Rosas de Ouro.

“Agradeço a minha diretoria que foi incansável. A comissão de carnaval, diretores, todos. Agora…aguardem o Rosas de Ouro sempre!”, finalizou.

 

 

Diretor de carnaval da Rosas de Ouro, Evandro Souza, celebra campeonato da escola

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Após uma apuração emocionante que consagrou a ‘grande jogada’ da Rosas de Ouro com o campeonato para a escola, o diretor de carnaval da escola Evandro Souza conversou com a equipe do site CARNAVALESCO.

Segundo ele, a volta por cima foi coroada com um grande desfile e consequentemente mais um título para escola da Brasilândia.

“Quando a gente começou este projeto pensamos em como o Rosas de Ouro merecia a volta por cima. A emoção de hoje é a prova de que conquistamos nosso objetivo. Temos que agradecer a todo mundo que acreditou e se doou, agora é comemorar. Só a gente sabe como suamos para chegar até aqui e comemorar o campeonato. Cada nota é a recompensa. Agora a festa é sem hora para acabar”, comemorou Evandro Souza.

ROSAS DE OURO É CAMPEÃ DO GRUPO ESPECIAL DE SÃO PAULO NO CARNAVAL 2025

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A Sociedade Rosas de Ouro é a grande campeã do Grupo Especial de São Paulo no Carnaval 2025. A agremiação apostou todas as fichas no enredo “Rosas de Ouro em Uma Grande Jogada”, desenvolvido pelo carnavalesco Fábio Ricardo. E, se a Roseira deu all-in, ela levou quem não botava fé na agremiação à falência. Equilibrada, com segurança nos quesitos e extremamente vibrante, a instituição da Brasilândia desfilou e encantou por 62 minutos.

Voltam no sábado das campeãs, além do Rosas, claro, o Tatuapé (vice), Gaviões da Fiel (terceiro), Mocidade Alegre (quarto) e Camisa Verde e Branco (quinto). Caem para o Grupo de Acesso 1 a Tucuruvi e a Mancha Verde.

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“Eu sou campeã do carnaval. Quero agradecer minha comunidade”, disse a presidente Angelina Basílio.

“Eu não estava nem preparado para isso. Agradeço toda nossa comunidade, bateria e setos. Saímos de 11ª para primeiro. A gente não tem tempo para retrucar nada, somos trabalho”, comentou mestre Rafa.

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Casal do Rosas

Fantasiados nas cores da escola, Uilian Cesário e Isabel Casagrande cumpriram todas as obrigatoriedades solicitadas pelo regulamento e, como de costume, dançaram bastante para defender o pavilhão azul e rosa – além de executar giros sincronizados e muitíssimo competentes.

Enredo

A ideia de falar da história dos jogos pode soar bastante ampla, e foi exatamente essa a proposta da agremiação no enredo “Rosas de Ouro em uma Grande Jogada”. Deixando felizes os que gostam de desfiles com sequências cronológicas, a escola começou a apresentação com uma introdução ligada ao mundo dos cassinos (com destaque para o abre-alas “O Grande Cassino Brasilândia”), vai para algumas diversões que marcaram a Antiguidade (como o Dominó, o Go chinês, o Ur sumério e o Mancala africano), passa por jogos milenares que até hoje são conhecidos (como o Xadrez e o Gamão) e desemboca em jogos de tabuleiro bastante populares no Brasil (como o War e o Banco Imobiliário). Vale destacar, também, um momento de transição que atravessa cerca de meio milênio em um carro alegórico – já que a terceira alegoria, “O Renascimento dos Jogos”, faz referência ao período histórico em questão e, após o casal de mestre-sala e porta-bandeira, os board games contemporâneos já aparecem.

Alegorias

Com inspiração Neo Vitoriana, o abre-alas, “O Grande Cassino Brasilândia”, retratou muito da própria escola, como se ela se reencontrasse em tal enredo – o que fica explícito na presença da Velha Guarda e da Ala de Compositores da agremiação. O segundo, “Pra Conquistar a Glória – Os Jogos Olímpicos Inspirados nos Deuses” traz outra concepção de jogo: os eventos esportivos. Voltando à visão de diversão da jogatina, o terceiro carro, “O Renascimento dos Jogos”, retratou o período em que tais diversões deixaram de ser exclusividade da nobreza para conquistar aclamação popular. Por fim, o quarto, “O Mundo na Palma da Mão, das alegorias que mais chamaram atenção desde quando chegou à Concentração do Anhembi, exibia jogos digitais – com algumas esculturas da franquia Super Mario que impressionavam pela beleza e pelo bom acabamento.

‘Muito tempo que o Salgueiro não fazia um desfile desse’, afirma presidente André Vaz

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

O Salgueiro entrou na avenida mordido com o quarto lugar no carnaval de 2024 e fez um desfile que o coloca na briga pelo título.  Com o enredo “Salgueiro de Corpo Fechado”, a Academia do Samba teve seu samba cantado por toda arquibancada e deixou o presidente André Vaz esperançoso para comemorar o aniversário da agremiação na quarta-feira com o título.

“Muito tempo que o Salgueiro não fazia um desfile desse. Mostramos a confiança que tivemos nos ensaios técnicos e fizemos um desfile impactante. Tenho certeza que estamos brigando pelo campeonato. A escola evoluiu bem, os carros tranquilos na avenida, a comunidade cantando o samba. Quarta-feira é nosso aniversário, Salgueiro faz 72 anos, e estamos confiantes que vai vir um presente para marcar a história do Salgueiro”, afirmou.

Considerado um dos melhores casais de mestre-sala e porta-bandeira do carnaval, Sidclei Santos e Marcella Alves vestiram a fantasia “De corpo Fechado”. Em um corpo-armadura simbolizam a proteção da alma salgueirense. A dupla representou o poder de imantar e resguardar o Salgueiro. Em entrevista ao CARNAVALESCO, Marcella falou peso de sempre manter os 40 pontos e defender o pavilhão do Salgueiro com maestria.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“Estou feliz e realizada por mais um ano que conseguimos colocar em prática tudo aquilo que planejamos para fazer no desfile oficial. Nós nos divertimos. Não tem nada mais fiel e verdadeiro do que representar uma nação com felicidade. O favoritismo também traz peso. Nossa responsabilidade e compromisso de manter também é tão pesado de quanto estávamos buscando chegar. É muito complicado chegar e manter o 10”, declarou.

Outra novidade foi que o casal passou duas vezes pela avenida. Além de fazerem sua apresentação para abrir o desfile, Sidclei e Marcella representaram Pombagira e Zé Pelintra no último carro.

“Gostei de vir em cima do carro. Achei bem mais fácil. Foi para lavar a alma, mas sem dúvidas, a minha estrela está em defender o pavilhão”, revelou Marcella.

“Foi apoteótico. Todos viram que treinávamos muito o ano todo, mas quando o nosso carnavalesco, que tem toda uma espiritualidade, e nos deu esse presente de fechar o desfile. Já tinha uma equipe na dispersão nos esperando com a roupa e pegamos um moto para voltar a entrar novamente na Sapucaí”, declarou Sidclei.

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Quem também está muito satisfeito com o que foi apresentado é o diretor de carnaval Wilsinho: “nosso desfile foi tecnicamente perfeito. Todas as paradas e marcações funcionaram. Acho que o Salgueiro está na briga. Um projeto ambicioso, difícil, muito investimento e que foi muito bem realizado”, disse.

‘Honramos o mestre Laíla neste carnaval, afirma Selminha Sorriso

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

O casal Claudinho e Selminha Sorriso, referência no carnaval carioca, representou no desfile de 2025 o conceito “Odu do Destino – A Confirmação do Ori Ancestral”. O figurino trouxe o branco como cor predominante, simbolizando luz e serenidade. Selminha representou o tabuleiro Merindilogun, sistema oracular de adivinhação, enquanto Claudinho incorporou a queda dos búzios (kauris), reafirmando a importância da confirmação do destino pela força espiritual. Em entrevista para o CARNAVALESCO,  Selimnha falou da missão de apresentar um enredo sobre Laíla e de toda herança carnavalesca deixada por ele.

“Em homenagem ao nosso mestre Laíla nós ensaiamos muito. Passei por uma corrente de vento quase a avenida inteira, mas deu tudo certo. Esse casal é herdeiro de mestre Laíla e vamos pra guerra pra vencer. É um desafio e uma missão ao mesmo tempo. Missão porque representamos toda a coletividade de passado, presente e futuro. O pavilhão representa muito e é a resistência cultural de tanta gente. Batalha porque o mestre nos ensinou que treino é jogo e jogo é jogo. Dois treinos que foram jogo e um oficial que foi uma jogaço”, disse.

“Parecia um sonho. Ele estava entre nós até pouco tempo, era nosso mentor, nosso mestre, nos dava puxões de orelhas e muitos ensinamentos. Esse canto que essa escola tem, essa força no chão, essa vontade de vencer respeitam os outros , isso é escola de mestre Laíla. O homem que brigou por enredos de temática afrobrasileira, brigou para trazer os enredos de matrizes africanas para o Sambódramo porque é o nosso lugar de falar, nosso quilombo, é onde o povo preto conseguiu respeito e dignidade, onde abrimos portas e vamos abrir muito mais. Honramos o mestre Laíla neste carnaval de 2025”, finalizou Selminha.

‘Rolo compressor voltou’, afirma presidente da Beija-Flor

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Por Juliana Henrik, Rhyan de Meira e Raphael Lacerda

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

A Beija-Flor apresentou o enredo “Laíla de Todos os Santos, Laíla de Todos os Sambas”, e mostrou que não está para brincadeira. A escola de Nilópolis fez um desfile impecável, emocionante e à altura de Laíla, colocando-se como fortíssima candidata ao título. A apresentação seguiu os moldes da era em que Laíla ajudou a construir a identidade da Beija-Flor: a simbiose perfeita entre emoção e técnica. Como afirmou o presidente Almir Reis em entrevista ao CARNAVALESCO, o famoso “rolo compressor nilopolitano” passou pela avenida.

“Nosso desfile foi para nota máxima. A comunidade cantou muito, o público ajudou muito, a evolução e harmonia foram boas. Viemos com pé na porta. O rolo compressor voltou”, afirmou o presidente.

Marco Antônio Marino, diretor de carnaval, estava emocionado e agradeceu por todo ensinamento e carinho de Laíla. O dirigente afirmou que foi um desfile à altura de Laíla e da Beija-Flor. “É difícil termos uma noção ali dentro do campo de jogo, mas a gente sente pela reação do componente. Em termos plástico o João Vitor acertou em cheio. Uma homenagem muito digna, bonita à altura do mestre (Laíla). A Beija-Flor fez um grande desfile. Um desfile que dignifica a história do mestre, a história da escola e nos colocamos na briga pelo título, apesar de achar que título é consequência. ‘Ratos e urubus’ foi o maior desfile da história do carnaval e não foi campeão. Ninguém pode cantar vitória antes do tempo. Aprendi que todas as escolas tem as mesmas chances desde quando entra na pista”, começou.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“Eu não tenho a fé fervorosa que o Laília tinha, mas toda segunda-feira desde que eu entrei na Beija-Flor, vou na igreja do Santo Cristo, na missa das almas acender uma vela para ele, agradeço pela oportunidade de estar na Beija-Flor e todo carinho que ele tinha comigo. Tenho certeza que esse carinho foi fundamental para o presidente me convidar”, finalizou Marino.

Responsável pela plástica impecável e emocionante apresentado pela escola, o carnavalesco João Vitor acredita que dificilmente terá outro desafio tão grande quanto foi fazer esse desfile.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

“Talvez tenha sido o maior desafio da minha carreira. Não sei se voltou ter outro desafio tão grande. É muito responsabilidade falar do Laíla porque todas as escolas se inspiram nele. Ser escolhido para falar de Laíla na Beija-Flor é uma glória divina. Tem muito tempo que eu não via a Sapucaí interagindo como uma escola como interagiu com a Beija-Flor”, afirmou.

A emoção tomou conta de todos os membros da Beija-Flor e não poderia ser diferente com Laísa, filha de Laíla e diretora de tamborim da nilopolitana. “Sensação de dever cumprido. A Beija-Flor que teve a garra que mestre Laíla nos ensinou e tenho certeza que conseguimos passar isso para o público, que a Beija-Flor está de volta, que o rolo compressor da Baixada Fluminense sabe fazer carnaval. Nós cantamos e encantamos a Sapucaí”, declarou.

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