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Mangueira tem quadra liberada pelo Corpo de Bombeiros e confirma programação de 98 anos

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Foto: JM Arruda/Divulgação Mangueira

A quadra da Estação Primeira de Mangueira está oficialmente liberada para a realização de eventos. A autorização foi concedida pelo Corpo de Bombeiros Militar após vistoria técnica realizada na última quinta-feira, conforme informou a agremiação em nota oficial.

De acordo com o comunicado, todas as exigências feitas pelo órgão foram atendidas integralmente pela escola. Com isso, o espaço, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro, está apto a receber atividades e voltar a acolher a comunidade mangueirense com segurança.

A liberação ocorre após um período de adequações estruturais enfrentado pela Verde e Rosa, uma situação que vinha sendo tratada como prioridade pela atual gestão. Segundo a escola, o cumprimento das normas representa um avanço importante para a retomada plena das atividades na quadra.

Com o aval do Corpo de Bombeiros já formalizado em documento, a programação especial em celebração aos 98 anos de fundação da Mangueira está confirmada. A diretoria reforçou que os eventos acontecerão dentro dos padrões exigidos, garantindo segurança e organização ao público.

Presidente da escola, Guanayra Firmino destacou o compromisso da gestão com a integridade dos frequentadores. Segundo ela, a segurança seguirá como prioridade absoluta, e as intervenções realizadas refletem o cuidado com o bem-estar da comunidade.

“A quadra é um espaço de cultura, resistência e pertencimento. Nosso objetivo é assegurar que todos possam vivenciar a Mangueira com tranquilidade e confiança, dentro de um ambiente estruturado e seguro”, afirmou a dirigente.

XRP e Bitcoin continuam no centro da atenção do mercado em 2026, enquanto um bônus de boas-vindas de US$108 torna a participação cripto via nuvem mais fácil de explorar

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À medida que os ativos digitais continuam ganhando atenção em escala global, mais usuários estão buscando maneiras práticas de explorar oportunidades em criptomoedas sem o alto custo e a dificuldade técnica da mineração tradicional. Em vez de comprar equipamentos, gerenciar instalações e lidar com manutenção de longo prazo, muitos agora estão recorrendo a modelos de participação baseados em nuvem, que oferecem uma forma mais acessível de começar.

Essa mudança está ajudando a BM Blockchain a ganhar visibilidade como uma plataforma criada para tornar a participação em criptomoedas mais simples e mais acessível. Novos usuários podem receber um bônus de boas-vindas de US$108, o que oferece um motivo extra para explorar oportunidades em ativos digitais por meio de uma estrutura baseada em nuvem, construída em torno de conveniência e menor barreira de entrada.

Um caminho mais simples para participar do mercado cripto

Para muitos usuários, o desafio nunca foi falta de interesse em ativos digitais. O verdadeiro obstáculo muitas vezes tem sido a complexidade da mineração tradicional. Custos de hardware, consumo de energia, sistemas de resfriamento, trabalho de instalação e manutenção contínua podem tornar a participação direta difícil para muitos usuários comuns.

As plataformas baseadas em nuvem estão ajudando a mudar essa experiência. Ao oferecer acesso a recursos de computação remota por meio de um processo online mais simplificado, elas reduzem grande parte do peso associado a operar equipamentos de mineração de forma independente. Isso torna a participação mais fácil de entender e mais fácil de iniciar.

Para muitos usuários, esse modelo é atraente porque oferece:
• um ponto de partida mais conveniente
• menos pressão técnica
• sem necessidade de possuir hardware diretamente
• acesso mais fácil a oportunidades relacionadas a criptomoedas
• mais flexibilidade entre diferentes temas de ativos digitais

Por que XRP e Bitcoin continuam liderando o interesse dos usuários

Diferentes ativos digitais atraem atenção por motivos diferentes, mas em 2026 tanto o XRP quanto o Bitcoin continuam sendo especialmente importantes nas conversas do mercado.

O Bitcoin continua no centro do mercado cripto e permanece como o nome mais ligado à mineração. Sua longa história, forte visibilidade e relevância contínua no setor de ativos digitais ajudam a mantê-lo na linha de frente da atenção dos usuários. Para muitas pessoas, o Bitcoin ainda representa a narrativa principal da participação em criptomoedas.

O XRP continua sendo um dos nomes mais reconhecidos do mercado devido à sua familiaridade, alta visibilidade e presença constante nas discussões sobre ativos digitais. Para muitos usuários, o XRP parece mais fácil de acompanhar do que histórias blockchain mais técnicas, o que ajuda a explicar por que ele continua atraindo ampla atenção.

Juntos, Bitcoin e XRP mostram como os usuários costumam enxergar o mercado por dois caminhos diferentes: um ligado à tradição da mineração e ao reconhecimento de longo prazo, e outro ligado à familiaridade, visibilidade e acessibilidade.

Por que Dogecoin, Ethereum e Solana também continuam relevantes

Mesmo com XRP e Bitcoin permanecendo no centro, os usuários continuam comparando esses ativos com outros temas importantes do mercado digital.

O Dogecoin continua atraindo interesse do público varejista devido à sua forte visibilidade e imagem acessível.

O Ethereum permanece altamente relevante por sua ligação com utilidade blockchain, contratos inteligentes e desenvolvimento mais amplo do ecossistema.

A Solana continua ganhando atenção de usuários interessados em redes blockchain de crescimento acelerado e no avanço de infraestrutura.

Essa variedade de narrativas de ativos digitais ajuda a explicar por que os usuários estão buscando modelos de participação mais flexíveis e mais fáceis de acessar.

Como a BM Blockchain facilita a participação

Um dos principais motivos pelos quais a BM Blockchain está atraindo atenção é seu foco em acessibilidade. Em vez de exigir que os usuários comprem, instalem e gerenciem equipamentos por conta própria, a plataforma oferece um modelo baseado em nuvem com o objetivo de tornar a participação mais simples desde o início.

Isso pode ser especialmente atrativo para usuários que desejam exposição a temas importantes como XRP, Bitcoin, Dogecoin, Ethereum e Solana, sem assumir o peso técnico tradicionalmente associado à mineração. Ao reduzir a complexidade e apresentar uma estrutura mais amigável, a BM Blockchain se posiciona como uma opção mais prática para quem está entrando no mercado de ativos digitais.

O bônus de US$108 aumenta o atrativo para novos usuários

Para muitos usuários iniciantes, uma recompensa de boas-vindas pode fazer uma diferença significativa. O bônus de US$108 da BM Blockchain oferece um motivo direto para o usuário se registrar e explorar como funciona a participação baseada em nuvem.

Esse tipo de benefício inicial pode reduzir a hesitação, fazer com que o primeiro passo pareça mais recompensador e aumentar o apelo da plataforma em um mercado competitivo. Para usuários que estão comparando diferentes formas de entrar no mundo cripto, uma recompensa de cadastro pode ser uma vantagem importante.

Conclusão

O mercado de ativos digitais está se tornando mais acessível para um público mais amplo. A participação não está mais limitada apenas a pessoas que podem pagar por hardware caro ou administrar sistemas tecnicamente complexos. Cada vez mais usuários estão buscando formas mais fáceis e flexíveis de explorar oportunidades em criptomoedas.

Com XRP e Bitcoin permanecendo no centro da atenção do mercado em 2026, modelos de participação baseados em nuvem estão se tornando mais relevantes para usuários que desejam um caminho mais simples para entrar no mercado. Com sua estrutura em nuvem e bônus de boas-vindas de US$108 para novos usuários, a BM Blockchain está se posicionando como uma opção prática para pessoas que desejam explorar oportunidades em ativos digitais de maneira mais conveniente.

Ciça revive emoção do título da Viradouro e projeta futuro na escola: ‘Vou me aposentar aqui’

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Fotos: Matheus Morais/CARNAVALESCO

O enredo voltou ao local do resultado que sacramentou seu campeonato. Pisando na Cidade do Samba para o sorteio da ordem dos desfiles, Mestre Ciça também participou da inauguração do apito, símbolo da comissão de frente da escola neste último carnaval. Além disso, ao CARNAVALESCO, o mestre falou sobre os frutos do enredo, a repercussão e o futuro com a Vermelho e Branco de Niterói.

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Ciça relembrou o último ano, desde a apresentação do enredo na quadra até a consagração na Sapucaí e o resultado na Quarta-feira de Cinzas. Ainda impactado com tudo, o mestre não encontra palavras para descrever o que viveu ao longo do ciclo de 2026, incluindo a emoção do título, e destacou que não houve quem questionasse esse campeonato da agremiação.

“Um ano atrás, a gente estava fazendo sorteio aqui, não tinha o enredo ainda, que veio logo depois do sorteio, e é uma honra. Passa um filme na nossa cabeça de tudo que a gente viveu no carnaval e no samba. Valeu a pena tudo aquilo que eu fiz, ser homenageado, e que homenagem linda, e não só eu, mas a própria Viradouro também, com os profissionais: Priscila, Tarcísio, Alex, a harmonia. Isso é muito legal e muito gratificante estar vivendo esse momento. Até brinquei: vamos virar essa chave aí, gente, vamos virar. Mas é impossível virar a chave agora. Sei que, quando começarem os sambas-enredo, vai dar uma virada de chave, mas eu estou gostando”.

Em relação ao pré e ao pós-carnaval, o mestre falou sobre os momentos mais marcantes para ele, destacando especialmente o período após o campeonato, sem desmerecer nada do pré-carnaval, mas ressaltando vivências em Uruguaiana e no Maracanã.

“No pós-carnaval, tive cada momento sensacional. É até difícil enumerar um ou dois sem cometer injustiça comigo mesmo, porque é surreal isso aqui. No jogo do Vasco contra o Fluminense foi surreal aquilo. A torcida me carregava dentro de uma van, todo mundo em pé, me aplaudindo, dando parabéns. Foi espetacular. Também no carnaval de Uruguaiana, eu passeando na pista e o povo se levantando, batendo palmas. Na quadra da Viradouro, no dia depois da apuração, quando eu cheguei, foi um momento marcante. Vivi vários momentos que eu vou guardar para sempre na minha mente”, comentou.

Ao falar sobre a emoção de trazer novamente a “Furacão Vermelho e Branco” em cima de uma alegoria, tal qual em 2007, Ciça elogiou a ideia, que partiu de Tarcísio Zanon, e, apesar de não querer realizar novamente, o mestre compreendeu que seria o melhor para a agremiação como um todo.

“O Tarcísio teve uma sacada muito grande, e eu vou elogiar o Tarcísio, que fez um carnaval sensacional. Ele falou: ‘Ciça, vamos botar a bateria no carro’. Eu não queria, porque já tinha dado uma entrevista dizendo que nunca mais gostaria de fazer isso. Mas entendi a minha escola, entendi ele, e foi muito bacana e sensacional. Reviver aquele momento de 2007, que foi muito bonito também, mas este ano teve um significado diferente. A gente era enredo, ajudou também na progressão do enredo, entre outras coisas”, refletiu.

De contrato renovado, com mais um ano à frente da bateria da escola do Barreto, Ciça já declarou que não sai mais da Viradouro. Sobre o futuro, quando se aposentar do cargo de mestre de bateria, o sambista foi perguntado, encerrando a entrevista, sobre a possibilidade de exercer alguma outra função na escola.

“Estamos conversando, mas eu vou me aposentar na Viradouro, é fato. Continuar na escola, em outra função, com o reconhecimento deles por mim, também acho que tenho que ter esse reconhecimento e agradecer a eles de coração por esse momento. E o nosso patrão já falou, como estamos conversando sobre esses detalhes, que vai ser legal”.

Após título com mestre Ciça, Tarcísio Zanon já planeja o Carnaval de 2027 da Viradouro

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

Tarcísio Zanon levantou mais uma taça do carnaval carioca pela Viradouro, sendo “Pra cima, Ciça!” o seu terceiro enredo campeão pela escola de Niterói. O artista conversou, durante a noite do sorteio, com o CARNAVALESCO sobre essa emoção e os caminhos para ele e a escola em 2027, afirmando estar com quatro enredos na mesa para decidir.

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Emocionado ao pisar na Cidade do Samba para o sorteio da ordem dos desfiles, quando a Viradouro foi definida como a segunda escola de terça-feira, Tarcísio comentou sobre a instalação do apito-apoteose da comissão de frente na praça e como esse símbolo do desfile estar ali é, para ele, emocionante, por ser o espaço de trabalho, quintal e casa de todos os profissionais do samba, e agora ter mais uma vez um símbolo de homenagem a um sambista.

“Chegar aqui e poder ver um pouco do nosso desfile, que é tão emocionante e histórico para a gente, com a importância que esse desfile teve nessa virada de chave na valorização do sambista, daquele que trabalha pela festa. Estamos muito felizes de poder reviver um pouquinho desse momento aqui na Cidade do Samba”, comentou.

O carnavalesco falou sobre a repercussão do desfile, analisando o ciclo de 2026 como um ano de muitas vitórias para além do campeonato, ressaltando a importância de avaliar o desfile como um todo de maneira técnica também, já em busca de identificar o que melhorar para 2027 e realizar um trabalho ainda melhor para a festa.

“Sempre avaliamos com muito carinho o ano. Não é porque foi campeã que a gente acha que foi perfeito; temos um olhar muito criterioso para o carnaval e para o cuidado que temos com a comunidade e com os nossos quesitos, o que é a nossa responsabilidade”

Ao se aprofundar nos caminhos que a agremiação de Niterói possui para o próximo carnaval, Zanon descreveu que existem quatro possibilidades de enredo na mesa da escola, à espera de que o martelo seja batido, visando a busca pelo bicampeonato.

“Posso garantir que o enredo que vingar, que for a decisão da direção e da presidência, vai estar junto comigo. Vai ser um enredo para a gente lutar e trabalhar muito para conquistar o bicampeonato”, afirmou.

Por fim, o artista declarou que, entre seus dois últimos campeonatos, “Dangbé”, de 2024, e a homenagem ao mestre Ciça, o do Caveira é o que mais aquece seu coração, pela alegria e oportunidade de retratar a vida do sambista na Sapucaí.

“O Ciça é nosso. É muito gostoso ver o brilho no olho dele, o quanto ele está feliz com tudo que está acontecendo com ele, e não tem preço isso. A gente se sente representado”, encerrou.

Intérprete da X-9 Paulistana, Royce do Cavaco sofre AVC isquêmico e inicia recuperação

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Foto: CARNAVALESCO

A X-9 Paulistana informou que o intérprete Royce do Cavaco sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) do tipo isquêmico. De acordo com a agremiação, o artista já apresenta quadro de recuperação e segue sob acompanhamento médico, cumprindo todas as orientações necessárias para seu restabelecimento.

Segundo a nota oficial divulgada pela escola, Royce está tomando os devidos cuidados com foco em um retorno seguro às atividades. Em mensagem direcionada aos componentes e torcedores, o intérprete demonstrou otimismo e confiança na recuperação:

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“Alô, família X-9 Paulistana! Já estou em recuperação e tomando todos os cuidados para que em breve esteja com todos vocês, realizando um lindo Carnaval. Obrigado por tudo e saibam que eu sou retrato da minha escola: SUPERAÇÃO”.

A X-9 Paulistana também reforçou o apoio ao cantor neste momento delicado, destacando a união da comunidade e a corrente de boas energias em prol da sua recuperação.

“Seguimos unidos, emanando energias positivas para o nosso querido intérprete. Vai dar tudo certo! Estamos em oração, Royce!”, declarou a escola.

O caso mobilizou integrantes e admiradores da agremiação, que acompanham com expectativa a evolução do quadro de saúde do intérprete, peça fundamental na preparação para o próximo carnaval.

Mestre Zoinho celebra conquista do Estrela do Carnaval e projeta Império de Casa Verde brigando entre as campeãs em 2027

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Foto: Magaiver Fernandes/CARNAVALESCO

A bateria “Barcelona do Samba”, comandada pelo mestre Zoinho, sem dúvida, se consolidou como uma grande referência para mestres em atividade e para as novas gerações que estão surgindo no carnaval. À frente da batucada do Império desde 2004, quando iniciou o ciclo para o carnaval de 2005, o diretor caminha para completar 22 anos de dedicação à agremiação. Ao longo desse período, construiu uma trajetória marcada por constante reinvenção, sempre valorizando um ritmo envolvente, capaz de empolgar tanto o público do Anhembi quanto a comunidade. Em 2026, não foi diferente: O comandante da “Barcelona do Samba” conquistou mais um prêmio Estrela do Carnaval de melhor bateria do Grupo Especial. Mestre Zoinho conversou com o CARNAVALESCO e destacou a emoção da conquista e fez questão de dividir o mérito com seus ritmistas. O líder também projetou suas expectativas para o Carnaval 2027.

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Emoção de vencer o ‘principal prêmio do carnaval’

De maneira emocionada, o mestre comemorou o fato de ter vencido mais um prêmio Estrela do Carnaval. Com a conquista de 2026, Zoinho vence pela quarta vez e se torna o maior campeão da categoria ‘Melhor Bateria’. “Para mim, representa muito ser premiado pela quarta vez por esse site que cobre o carnaval e vai premiando os melhores. Isso é muito importante para quem é sambista. É um prêmio muito grande. Hoje, é o maior prêmio do carnaval de São Paulo, com certeza. A gente fica muito feliz por isso. Não é fácil ganhar, mas eu tenho o privilégio de ganhar pela quarta vez. Estou muito feliz pela minha bateria, pela comunidade e pelo Império, que me dá a oportunidade. Eu fico até emocionado de falar porque o CARNAVALESCO acaba fazendo parte da nossa história e da nossa carreira. O prêmio Estrela do Carnaval, para mim, é muito significante e eu agradeço muito à galera do CARNAVALESCO por essas lembranças e por estar dando essa premiação para a galera. Só tenho que agradecer, não só pelo Império, mas como por todo o samba de São Paulo”, celebrou.

Importância de um samba de qualidade

De acordo com Zoinho, o samba-enredo do último carnaval ajudou bastante para uma boa performance da bateria, diferente de 2025, em que a “Barcelona do Samba” enfrentou algumas dificuldades, apesar das notas conquistadas. “O samba é meio caminho andado. Infelizmente, em 2025, a gente conversou bastante com a equipe do CARNAVALESCO, onde a galera do carnaval tinha muita dificuldade de entender o enredo. Não foi um ano muito legal para o Império em termos de enredo e até de samba mesmo. A gente fez o que podia fazer. Mas, em 2026, vem ali a redenção e a gente, com um grande samba, uma grande obra dos compositores, conseguiu um bom desempenho como bateria e o setor musical. A parte musical da escola se deu muito bem”, disse.

Reformulação da escola: Papel fundamental

É sabido que o Império de Casa Verde está reformulando todos os seus segmentos. Com exceção do coreógrafo Sérgio Cardoso, intérprete Tinga e o próprio mestre Zoinho, todos os profissionais foram trocados. O mestre, que tem 22 anos de casa, falou sobre a responsabilidade de participar dessa reformulação da escola.

“É muito trabalho, é uma responsabilidade muito grande porque eu, juntamente com o Tinga, sou um dos únicos que ficaram. Eu estou há 22 anos, então a minha responsabilidade aumenta. Tenho a missão de levar a escola, com os outros segmentos que chegaram agora, a tirar o Império desse lugar em que está. A gente pegou a nona colocação. O Império visa a possibilidade de alcançar lugares maiores nessa colocação de desfile. É muito importante que a gente faça um trabalho legal de voltar a escola ao lugar que ela merece, que é entre as campeãs do carnaval. É esse o trabalho que a gente vai fazer. Vamos trabalhar e lutar muito para isso, respeitando todas as coirmãs”, declarou.

Vídeo: Ito Melodia grava homenagem da Grande Rio para São Jorge

https://www.youtube.com/watch?v=veo7N3PN59o

Wantuir Oliveira renova com o Porto da Pedra para o Carnaval 2027

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

A Unidos do Porto da Pedra confirmou a renovação de Wantuir Oliveira como intérprete oficial para o Carnaval 2027. Referência no carro de som, o cantor permanece à frente do samba-enredo, reforçando a aposta do Tigre na experiência e na qualidade musical.

Com trajetória consolidada na escola, Wantuir mantém forte conexão com a comunidade e sintonia com a bateria Ritmo Feroz, fatores essenciais para o desempenho no quesito harmonia.

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“É uma honra seguir defendendo esse pavilhão. Vamos trabalhar para um grande desfile e buscar as melhores notas”, afirmou o intérprete.

Liga RJ define pares para o sorteio da ordem dos desfiles da Série Ouro no Carnaval 2027

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Foto: Diego Mendes/Liga RJ

Em plenária realizada na tarde desta quarta-feira, em sua sede, no Centro do Rio, a Liga RJ definiu os pares do sorteio que irá estabelecer a ordem dos desfiles da Série Ouro 2027. Com isso, as escolas já conhecem suas respectivas chaves para o evento que acontece na próxima segunda-feira. No próximo ano, a Série Ouro contará com 17 agremiações. Oito escolas desfilarão na sexta-feira de Ccarnaval (5/2) e nove no sábado (6/2), com início previsto para 20h50, na Marquês de Sapucaí.

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Confira os pares:
Arranco x Unidos de Bangu
Unidos da Ponte x União do Parque Acari
Botafogo Samba Clube x Vigário Geral
Porto da Pedra x Estácio de Sá
Em Cima da Hora x Acadêmicos de Niterói
União da Ilha x Unidos de Padre Miguel x Império Serrano

Definições prévias
São Clemente, vice-campeã da Série Prata, será a primeira escola a desfilar na sexta-feira de Carnaval.
Unidos do Jacarezinho será a segunda escola a desfilar na sexta-feira de Carnaval.
Acadêmicos de Santa Cruz, campeã da Série Prata, será a primeira escola a desfilar no sábado de Carnaval.
Inocentes de Belford Roxo será a segunda escola a desfilar no sábado de Carnaval.
Império Serrano, vice-campeã da Série Ouro, poderá escolher a posição de desfile no dia definido.

O sorteio que definirá a ordem dos desfiles da Série Ouro 2027 será realizado na próxima segunda-feira, a partir das 20h, em evento fechado ao público, numa churrascaria na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Inocentes de Belford Roxo anuncia retorno do carnavalesco Wagner Gonçalves

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Foto: Divulgação/Inocentes de Belford Roxo

A Inocentes de Belford Roxo anunciou o retorno do carnavalesco Wagner Gonçalves para o desenvolvimento do projeto artístico do Carnaval 2027. Campeão pela agremiação em 2012, no então Grupo de Acesso, o artista reassume o comando criativo após decisão da diretoria, liderada pelo presidente Reginaldo Gomes, em conjunto com o presidente de honra Rodrigo Gomes.

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Responsável por um dos momentos mais marcantes da história da escola, o título com o enredo “Corumbá – Ópera Tupi Guaikuru”, que garantiu o acesso ao Grupo Especial, Wagner celebrou o reencontro com a tricolor da Baixada.

“Voltar para Inocentes é como voltar para minha casa. Aqui realizei grandes trabalhos, que renderam prêmios, campeonato, ascensão de grupo e boas classificações. Lógico que nada seria possível sem toda a estrutura que Reginaldo Gomes sempre buscou para que o projeto saia completo. Sem medir esforços de levar a cultura da cidade, através da Inocentes para o mundo. Volto para realizar mais um trabalho grandioso e vitorioso”, afirmou o carnavalesco.

Figura conhecida na comunidade de Belford Roxo, Wagner construiu uma trajetória sólida na escola, com trabalhos que marcaram época. Em 2007, conquistou o vice-campeonato do Grupo B com um enredo em homenagem a Assis Chateaubriand. Já em 2013, na elite do carnaval carioca, desenvolveu um desfile sobre os 100 anos da imigração coreana no Brasil, amplamente elogiado. No ano seguinte, assinou o enredo sobre a cantora lírica Joaquina Lapinha. Também esteve à frente de projetos como “Os Vilões”, em 2017, e “Mojú Magé Mojubà”, em 2018.

O carnavalesco iniciou sua carreira como aderecista na Unidos do Viradouro, em 1994, sob a liderança de Joãozinho Trinta. Sua estreia como carnavalesco solo aconteceu em 2003, na Renascer de Jacarepaguá. Ao longo da carreira, também passou por agremiações como Acadêmicos do Cubango, Unidos do Porto da Pedra e Estação Primeira de Mangueira, onde conquistou o terceiro lugar em 2011, em parceria com Mauro Quintais. Em 2025, foi vice-campeão pela Unidos de Padre Miguel.

Além dos desfiles, Wagner Gonçalves acumula experiências em projetos culturais de destaque, como a curadoria da exposição “70 Anos – Beija-Flor de sambas, enredos, memórias e comunidade”, dedicada à Beija-Flor de Nilópolis. O artista também atuou na direção de arte da “Semana Intercultural de Köln”, na Alemanha, e assinou a criação do enredo “Basquiat 60 Anos – Todo Menino é Um Rei”, apresentado em uma parada em Nova York em homenagem ao artista Jean-Michel Basquiat.

De volta à Inocentes, Wagner já trabalha na pesquisa do enredo para 2027, que será apresentado em breve à diretoria da escola, marcando o início de um novo ciclo artístico na agremiação de Belford Roxo.