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Los colocadores de voleibol que marcaron el ritmo del juego moderno

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Cuando Ricardo Garcia dirigía el juego de Brasil entre 2001 y 2007, el equipo ganó 3 Ligas Mundiales consecutivas y el Mundial 2002 con una velocidad media de armado inferior a 1 segundo por pase. Brasil alcanzó porcentajes de ataque superiores al 55% en torneos internacionales durante ese ciclo. La figura del armador dejó de ser distribuidor pasivo y pasó a ser cerebro táctico. El colocador moderno no solo distribuye balones sino que interpreta el bloqueo rival en segundos, y quienes siguen competiciones internacionales pueden utilizar la plataforma de apuestas deportivas para jugadores uruguayos para consultar distintos eventos.

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Foto: Divulgação

Años más tarde, Bruno Rezende elevó ese estándar con la selección brasileña campeona olímpica en Río 2016, torneo de 12 equipos y más de 40 partidos totales. En la FIVB Volleyball Nations League, el ritmo de armado moderno reduce el tiempo entre recepción y remate a menos de 0,8 segundos en ataques rápidos por zona 3. En finales cerradas decididas 3–2, esa diferencia mínima multiplica opciones ofensivas en 5 sets. El colocador moderno gestiona entre 30 y 40 balones por set. Leer la defensa contraria se convirtió en la habilidad central del colocador actual, y mediante la plataforma 1xBet de apuestas deportivas para jugadores uruguayos es posible acceder a mercados deportivos desde móvil o PC.

El tempo como arma competitiva

En un partido al mejor de 5 sets, se pueden disputar más de 180 puntos totales. Una variación de 0,2 segundos en el armado altera la lectura del bloqueo rival. El colocador se convierte en estratega con visión periférica y cálculo instantáneo. Para quienes buscan variedad, la línea de apuestas con múltiples eventos permite elegir entre diferentes competiciones activas.

Factores que explican esta revolución:

  • 3 Ligas Mundiales consecutivas de Brasil entre 2003 y 2005.
  • Mundial ganado en 2002.
  • Juegos Olímpicos de Río 2016 con 12 selecciones.
  • Más de 180 puntos en partidos de 5 sets.
  • Armados por debajo de 1 segundo en juego rápido.

El colocador interviene en más del 60% de las jugadas ofensivas de su equipo. La precisión en 3 o 4 decisiones consecutivas define parciales de 25–23 o 27–25. El ritmo moderno nació de generaciones que entendieron que el tiempo es ventaja táctica. El colocador no siempre lidera en estadísticas visibles como puntos, pero controla la arquitectura ofensiva. La evolución del puesto redefinió la estrategia global del voleibol en las últimas 2 décadas. El ritmo hoy es poder. En jornadas con varios partidos simultáneos, la línea de apuestas 1xBet con múltiples eventos ayuda a visualizar alternativas disponibles. 

Fabrício Pires e Giovanna Justo formam o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos da Ponte

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Foto: Douglas Lied/Divulgação Ponte

A Unidos da Ponte segue reforçando sua equipe para o Carnaval de 2027 e anuncia, nesta quarta-feira (25), a contratação do atual casal campeão da Série Ouro, Fabrício Pires e Giovanna Justo, como seu novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira.

Com nome forte no quesito, Fabrício Pires foi primeiro mestre-sala da Portela de 2002 a 2004. Além da Majestade do Samba, o mestre-sala também teve passagens por escolas como Caprichosos de Pilares, Mocidade Independente de Padre Miguel, Porto da Pedra, São Clemente, Acadêmicos de Niterói e União de Maricá.

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Já Giovanna é cria da Estação Primeira de Mangueira e uma das mais consagradas porta-bandeiras do Carnaval carioca. À frente do primeiro pavilhão da verde e rosa por 15 carnavais, a porta-bandeira conquistou títulos no Grupo Especial e também brilhou defendendo os pavilhões da Unidos da Tijuca, Unidos do Viradouro, Unidos de Vila Isabel, São Clemente, Acadêmicos de Niterói e União de Maricá.

Parceria que atravessa pontes

Dançando juntos desde 2019, Fabrício Pires e Giovanna Justo chegam à Unidos da Ponte com experiência consolidada, incluindo notas máximas conquistadas na atual campeã da Série Ouro, União de Maricá. O casal reforça a aposta da escola em talento técnico e sintonia, com o objetivo de levar o pavilhão da Azul e Branca de São João de Meriti a atingir nota máxima em 2027.

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“É uma grande satisfação receber um casal tão experiente e talentoso como Fabrício e Giovanna. Com certeza, eles elevarão ainda mais o padrão da Unidos da Ponte no próximo desfile”, afirma Gustavo Barros, gestor administrativo da escola.

Deo Pessoa é eleito o novo presidente da Liga RJ; ‘Nosso compromisso é fortalecer a Série Ouro’, diz

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Foto: Divulgação/Liga RJ

Em Assembleia Geral realizada na tarde desta quarta-feira, no Centro do Rio, a Liga RJ elegeu sua nova diretoria. Deo Pessoa, 53 anos, foi escolhido para assumir a presidência da entidade, sucedendo a Hugo Junior. A vice-presidência será ocupada por Bruno Alvez.

Com experiência na administração do carnaval, Deo Pessoa retorna a um posto de liderança após ter presidido a Lierj, entidade responsável pelos desfiles do Grupo de Acesso antes da criação da Liga RJ, entre 2012 e 2018. Ele também esteve à frente da Acadêmicos da Rocinha, de 2010 a 2012.

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À frente da presidência da Liga RJ, Deo afirma que sua gestão terá como prioridade o fortalecimento e a valorização da Série Ouro, com foco no crescimento e na projeção das escolas.

“O nosso compromisso é fortalecer a Série Ouro e ampliar o protagonismo das nossas escolas. Queremos um carnaval cada vez mais estruturado, competitivo e respeitado, à altura da grandeza das agremiações que compõem a Liga RJ”, disse.

O novo presidente também reforçou a importância de avanços estruturais para o futuro do segmento, destacando a Fábrica do Samba como um projeto fundamental.

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“A construção da Fábrica do Samba é um sonho antigo, desde a época em que estive à frente da Lierj. Estamos falando de um espaço que vai garantir mais dignidade, melhores condições de trabalho e mais organização para as escolas. Esse é um passo essencial para o crescimento sustentável da Série Ouro e para o fortalecimento do nosso carnaval como um todo. Que bom que assumo este desafio com as obras em andamento”, completou Deo.

No próximo ano, os desfiles da Série Ouro acontecerão nos dias 5 e 6 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí. Em breve, a Liga RJ divulgará o planejamento de ações para o Carnaval 2027.

Rubens de Castro destaca profissionalismo de Janny Moreno e exalta chegada de Jéssica Gioz à Dragões da Real

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Foto: Will Ferreira/CARNAVALESCO

O pós-Carnaval de 2026 teve um período com ainda mais trocas de quadros nas escolas de samba de São Paulo que a média. Na Dragões da Real, terceira colocada do Grupo Especial, a grande mudança veio no primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. Na agremiação desde 2023, Janny Moreno se transferiu para a coirmã X-9 Paulistana, que desfilará no Grupo de Acesso I em 2027. Rubens de Castro, desde 2010 na instituição, segue e, agora, defenderá o pavilhão ao lado de Jéssica Gioz. Durante a ‘Super Feijoada’ da Dragões da Real, o CARNAVALESCO conversou com Rubens para saber todos os detalhes sobre o ciclo que se encerrou e, também, sobre como se deu a escolha por Jéssica para acompanhá-lo.

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Eternizado

Com a chegada de Janny Moreno em 2023, egressa do Camisa Verde e Branco, um apelido quase que instantâneo surgiu para nomear a nova dupla: Casal Quarenta Mais, por conta da faixa etária de ambos. Para Rubens, os quatro anos ao lado da porta-bandeira foram de extrema felicidade: “Foi uma troca de experiências incrível. Foi uma troca de oportunidades, foi uma troca de tudo. Ciclos se encerram e outros devem ser seguidos, a vida é assim. A amizade ficar para sempre porque a gente foi muito feliz. E vai seguir sendo feliz, cada um no seu caminho. As escolas apresentam propostas e cada um segue a que acha melhor para si enquanto profissional. Eu tenho que, no mínimo, respeitar isso”, destacou.

O mestre-sala aproveitou para exaltar a qualidade e o profissionalismo da antiga companheira: “Ela é uma pessoa que já veio para cá com uma proposta de trabalho, trabalhou e se entregou muito bem. Ela me fez feliz e tudo vai ser incrível tanto para mim, agora com a Jéssica Gioz aqui na Dragões da Real; quanto para a Janny na X-9 Paulistana junto com o Igor Sena”, citou, destacando o novo parceiro e a nova casa da antiga dupla.

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Jéssica Gioz será a quinta porta-bandeira a dançar com Rubens. Antes, ainda, de Janny Moreno, o mestre-sala fez dupla com Evelyn Silva (entre 2017 e 2022), Lyssandra Grooters (entre 2012 e 2016) e Lidiane Geise (em 2010 e 2011).

Escolhida

Para falar sobre a nova parceira para defender o pavilhão da Dragões da Real, Rubens aproveitou para elogiar outras profissionais que, em algum momento, estiveram disponíveis no insano período pós-Carnaval 2026: “É muito delicado o processo de escolher uma porta-bandeira que vai sustentar um pavilhão de uma comunidade inteira. Quando se fala em nomes, todo mundo sonha em dançar com a Adriana Gomes, com a Monalisa Bueno, com a Thais Paraguassu… com outros tantos nomes ótimos que estavam disponíveis no mercado. Mas, de repente, aquela peça, que se encaixava nessa forma de trabalho da Dragões, nesse momento e nessa minha idade, se chama Jéssica Gioz”, vaticinou.

Citando Risovaldo Braz, popularmente conhecido como Vado, diretor de casais da agremiação, Rubens destacou que, apesar dos tantos nomes pensados, a escolhida por eles já estava definida: “Estudamos todos esses nomes e eu e o Vado passamos para a diretoria alguns nomes. Houve um consenso e uma discussão – e ela foi unânime. Jéssica Gioz, sangue novo para o Rubens, de 52 anos”, disse.

Presidente tranquilo

A reportagem também conversou com Renato Remondini, popularmente conhecido como Tomate, sobre a troca no quadro de casais: “Sempre demos liberdade para o Rubens e para o Vado, nosso diretor de casais, para escolherem quem acham melhor. Nunca interferimos nisso, e a escolha foi deles super assertiva, por sinal. A Jéssica é irmã do nosso mestre de bateria e, quando anunciada, foi extremamente aclamada. O Carnaval queria vê-la de volta. Eles já começaram a trabalhar, por sinal”, finalizou.

Apesar dos 30 pontos garantidos no quesito Mestre-Sala e Porta-Bandeira em 2026, o segundo módulo reservou um 9.8 (descartado) para a antiga dupla. Em 2025, foram dois 9.9 com um décimo perdido no cômputo final. Já em 2023 e 2024, Rubens e Janny haviam gabaritado o quesito.

Rayane Dumont segue como rainha de bateria da União de Maricá para estreia no Grupo Especial

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Foto: Renata Xavier/Divulgação Maricá

A União de Maricá anunciou, nesta quarta-feira, que Rayane Dumont seguirá como rainha de bateria para o Carnaval 2027, marcando a estreia da escola no Grupo Especial. A permanência reforça a trajetória vitoriosa da sambista dentro da agremiação e consolida um feito inédito: Rayane será a primeira rainha a desfilar nos três grupos, da Intendente Magalhães à elite, pela mesma escola.

Cria da comunidade, Rayane chegará ao seu sétimo desfile à frente da Maricadência, agora comandada pelos mestres Nilo Sérgio e Paulinho Steves. Sua história na escola começou como passista, até assumir o posto de rainha em 2020, ainda na Intendente Magalhães. Desde então, esteve à frente da bateria nos acessos à Série Ouro, em 2023, e ao Grupo Especial, em 2026.

“Estou muito feliz em seguir representando a minha escola. A União de Maricá faz parte da minha vida e da minha história. Poder viver esse momento, agora no Grupo Especial, é a realização de um sonho que construí junto com a comunidade. Vou seguir me dedicando ao máximo para honrar essa responsabilidade”, destacou a rainha.

O presidente Matheus Santos ressaltou a importância da continuidade de Rayane como símbolo da filosofia da escola em valorizar seus talentos internos.

“A permanência da Rayane é um marco. Ela representa a essência da União de Maricá, uma menina que era passista, veio da Intendente Magalhães e cresceu junto com a escola, conquistando cada degrau até o Grupo Especial. Em muitas agremiações, esse é um cargo com perfil mais comercial, mas aqui temos o compromisso de valorizar quem é da casa, quem constrói essa história no dia a dia. Não havia outro nome possível”, afirmou o dirigente.

Em 2026, a União de Maricá foi a grande campeã da Série Ouro com o enredo “Berenguendéns e Balagandãs”. A escola agora se prepara para estrear no Grupo Especial.

Arranco anuncia dupla de carnavalescos e mira desfile competitivo em 2027

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Foto: Divulgação/Arranco

O Arranco anunciou, por meio de suas redes sociais, a contratação dos carnavalescos André Tabuquine e Driko Rodrigues para o desfile no Carnaval 2027. A escola aposta na experiência e na criatividade da dupla para buscar um desfile competitivo na próxima temporada. No comunicado oficial, a agremiação destacou o fortalecimento de seu projeto com a chegada dos novos profissionais.

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“O Arranco se fortalece com talento, história e paixão pelo Carnaval”, publicou a escola, celebrando a união de dois nomes com trajetórias consolidadas no segmento.

Com mais de 20 anos de atuação, Driko Rodrigues acumula passagens por importantes escolas de samba, além de experiência como chefe de ateliê. O artista também possui um título como carnavalesco e contribuições relevantes dentro e fora dos barracões, sendo reconhecido por sua versatilidade no desenvolvimento de projetos.

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Já André Tabuquine iniciou sua trajetória em 1998 e construiu uma carreira marcada por trabalhos autorais e desfiles de destaque. Ao longo dos anos, assinou projetos com forte identidade estética, conduzindo escolas com propostas criativas e bem definidas.

A escola demonstrou confiança na parceria e projetou um ciclo de conquistas. “Que venha uma jornada de grandes conquistas e um espetáculo inesquecível na avenida”, escreveu o Arranco, dando as boas-vindas aos novos carnavalescos.

É tempo de Oyá! Mangueira anuncia enredo potente para o Carnaval 2027

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Foto: Divulgação/Mangueira

A Estação Primeira de Mangueira já tem seu enredo definido para o Carnaval 2027. Com o título “Oyá Por Nós”, a Verde e Rosa levará para a Avenida uma homenagem à orixá Oyá, uma das mais conhecidas divindades do Candomblé, associada aos ventos, às tempestades e às poderosas energias de transformação.

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Figura central da narrativa mangueirense, Oyá será a condutora do desfile, representando movimento, reinvenção e liberdade. Capaz de assumir múltiplas formas, a orixá se manifesta tanto na força de sua dimensão guerreira quanto na intensidade de seus afetos, simbolizando a potência feminina em suas diversas expressões. Reconhecida também como Iansã, mãe de nove mundos, é guardiã dos caminhos entre o Orun e o Aiyê, representando o comando e a continuidade da vida.

O enredo será desenvolvido pelo carnavalesco Sidnei França, em seu terceiro carnaval na Mangueira, em parceria com os enredistas Felipe Tinoco e Sthefanye Paz.

“Celebrar Oyá no próximo cortejo mangueirense é a oportunidade de fazer história em verde e rosa na Sapucaí, enaltecendo a identidade negra que o samba herdou do matriarcado nos terreiros de axé. Evocar esta energia feminina, quente e avassaladora, é propor um Brasil tal qual se experimenta no Morro da Mangueira: diverso, potente e transformador!”, enfatiza Sidnei França.

O projeto também destaca a herança dos povos africanos e a forma como Oyá é cultuada no Brasil, especialmente dentro das tradições do Candomblé. Dona de múltiplos oris, a divindade governa e protege milhares de filhos e filhas, incluindo a própria nação mangueirense, que a reverencia como força ancestral e guia espiritual.

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O título “Oyá Por Nós” surge como uma saudação carregada de afeto e devoção, ecoando a proteção da orixá e reafirmando sua presença no cotidiano da comunidade.

“É um enredo que nasce da nossa fé, aliás é mais que um enredo, é um clamor do mangueirense, é sobre o respeito às nossas raízes e da valorização da cultura afro-brasileira. Oyá representa movimento, coragem e transformação, valores que também fazem parte da história da Mangueira e que busco honrar sempre. Vamos levar para a Avenida um desfile potente, emocionante e profundamente conectado com a nossa comunidade”, destaca a presidenta da escola, Guanayra Firmino.

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Pela primeira vez em sua história, a Mangueira apresentará um enredo integralmente dedicado a um orixá, com uma abordagem centrada nas narrativas orais, nos itans, nos orikis e nas vivências do Candomblé. A proposta reforça o compromisso da escola com a valorização das matrizes africanas e com a celebração da cultura afro-brasileira na Marquês de Sapucaí.

Caso sejam aprovadas 15 escolas, Gabriel David defende critério do resultado de 2026 para definir escolas convidadas

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Foto: Reprodução de internet

A definição das três escolas de samba que ascenderão ao Grupo Especial do Rio de Janeiro, caso seja aprovada a amplicação de 12 para 15 agremiações, está debate entre a Liesa e a Prefeitura do Rio. Enquanto a gestão municipal manifestou o desejo de que as agremiações convidadas sejam Estácio de Sá, Império Serrano e União da Ilha, o presidente da Liesa, Gabriel David, defendeu em entrevista para Mais Carnaval, que o critério de seleção deve respeitar o desempenho técnico do Carnaval 2026. Caso a sugestão dele prevaleça e o ranking de 2026 da Série Ouro seja seguido, a configuração das convidadas sofreria uma alteração significativa em relação ao plano do poder público municipal. Nesse cenário, seriam contemplados o Império Serrano (vice-campeão), a Unidos de Padre Miguel (terceira colocada) e a União da Ilha (quarta colocada). A Estácio de Sá, que ficou na sexta colocação, acabaria ficando de fora da elite do carnaval sob este critério de mérito na pista.

Em declaração sobre o tema, Gabriel David destacou a importância de valorizar o resultado dos desfiles. “Eu acredito que a pista tem que ser respeitada. Essa é uma máxima que a gente sempre tem aqui na casa e ao meu ver é a posição pessoal do presidente, que a pista precisa ser respeitada”, afirmou o dirigente.

Embora o presidente da Liesa tenha reconhecido o debate intenso nas redes sociais, ele reiterou que a ordem de classificação oficial é, até o momento, a sua referência principal. “Até o presente momento que eu entendo é o que está ali no resultado da Série Ouro no Carnaval 2026”, concluiu David, indicando que a discussão sobre o preenchimento das vagas, se por convite ou ranking, ainda passará por definições internas na entidade.

Conheça todas trincas! Sorteio definirá a ordem dos desfiles do Rio Carnaval 2027

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Foto: Eduardo Hollanda/Rio Carnaval

O Rio Carnaval já tem data marcada para conhecer o dia e a posição que cada escola de samba entrará na Marquês de Sapucaí em 2026. A Liesa definiu, em conjunto com as agremiações, que o sorteio da ordem de desfiles acontecerá no dia 16 de abril, na Cidade do Samba. Assim como no último ano, o evento terá a participação popular, que poderá prestigiar de forma gratuita, apenas levando a doação de 1 kg de alimento não perecível.

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Ainda sem a definição sobre 15 agremiações desfilando no ano que vem as trincas foram divididas em: Maricá, Portela e Mocidade, Beija-Flor, Mangueira e Salgueiro; Viradouro, Vila Isabel e Imperatriz; Tijuca, Tuiuti e Grande Rio. Caso sejam mantidas 12 escolas, Maricá abre o domingo.

O Rio Carnaval 2027 acontecerá nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar no Sábado das Campeãs, dia 13.

https://carnavalesco.com.br/plenaria-da-liesa-termina-sem-decisao-sobre-15-escolas-no-especial-e-questao-depende-de-desafios-com-o-poder-poder-publico/

Plenária da Liesa termina sem decisão sobre 15 escolas no Especial e questão depende de ‘desafios com o poder público’

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Foto: Reprodução de internet

Em reunião plenária realizada nesta segunda-feira, na sede da Liesa, no Centro, o presidente Gabriel David deu o pontapé inicial nos trabalhos para o próximo carnaval. O principal ponto da pauta, que dominou as conversas entre os dirigentes, foi a viabilidade de ampliação do Grupo Especial para 15 agremiações no Carnaval 2027, uma proposta que partiu de um pedido direto do prefeito Eduardo Cavaliere (PSD).

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“Houve um pedido para termos 15 escolas no Grupo Especial em 2027. O prefeito Cavaliere me ligou fazendo um pedido. Não é a primeira vez que a gente fala sobre isso. As escolas fizeram todas as moderações de tudo que elas entendem que é fundamental para que isso possa vir a acontecer. Não é uma questão tão fácil e tão simples quanto a gente fala. Tem questões que são maiores até do que só dinheiro, tem uma questão física, estrutural. Não adianta vir em três escolas, por melhor que seria a nossa vontade, mas que não tem a capacidade de competir. Passa por vários quesitos, não só financeiros, mas também físicos como os barracões”, disse o presidente da Liesa.

Entre outro pontos cruciais estão questões financeiras e operacionais, incluindo a necessidade de obras urgentes no Sambódromo e na Cidade do Samba, visando adequações às normas do Corpo de Bombeiros.

“Não é só uma questão das 15 escolas, acho que tem questões aí muito maiores (…) desde obras no Sambódromo que precisam acontecer, como a gente já sabe, obras na Cidade do Samba. A gente também precisa estar atento para poder fazer todas as obras que precisam acontecer na Cidade do Samba para que realmente esteja de acordo com todas as novas regras do Corpo de Bombeiros. Isso já vem sendo adiado há alguns anos”, frisou.

Para que a expansão ocorra, o rito institucional exige alterações profundas. “Precisa ter uma modificação total do regulamento para incluir essa possibilidade de mais três escolas”, disse Gabriel David, confirmando que, se houver acordo com a prefeitura, uma assembleia extraordinária poderá ser convocada para oficializar a mudança.