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Grande Rio avança em disputa de samba com duas parcerias se destacando rumo ao Carnaval 2026

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Mais uma etapa da disputa de samba da Grande Rio aconteceu nesta terça-feira, 9 de setembro, na quadra da agremiação em Duque de Caxias. A tricolor caxiense levará para a Sapucaí, em 2026, o enredo “A Nação do Mangue”, de autoria do carnavalesco Antonio Gonzaga, que assina seu primeiro carnaval solo no Grupo Especial. A escola será a terceira a desfilar na terça-feira de carnaval, 17 de fevereiro. Os sambas eliminados nesta fase serão conhecidos na próxima quinta-feira, por meio de anúncio nas redes sociais da escola.

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Foto: Rafael Arantes/Divulgação Grande Rio

Parceria de Marcelinho Santos: Abrindo a noite de apresentações, Ito Melodia, com Tem-Tem Jr., Thiago Brito, Victor Cunha e Lissandra Oliveira como apoios, comandou a obra de Marcelinho Santos, Henrique Bililico, Xande de Pilares, Ricco Ayrão e Sérgio Daniel. O samba é potente, com destaque para o refrão do meio — “Salubaê Nanã salubaê / Vem socorrer o bicho-homem que te chama / Pro manguezal com sua força florescer / Nanã burukê, senhora da lama” — que apresenta grande força e melodia bem combinada com os versos. A subida para o refrão principal, a partir de “Chico é poesia, luz da consciência”, também tem ótimo ritmo, empolgando até o desfecho em “Maré que vai, maré que vem”.

Parceria de Ailson Picanço: Segunda a subir ao palco, a parceria de Ailson Picanço, Marquinho Paloma, Davison Wendel, Xande Pieroni e Marcelo Moraes apresentou-se com Dodô Ananias no comando e apoio da torcida. A segunda parte do samba tem melodia interessante, com versos de destaque como “Gramacho encontrou Capibaribe” e “Freire ensine um país analfabeto / Que não entendeu o manifesto / Da consciência social”. Na primeira parte, trechos como “Eu também sou caranguejo na beira do igarapé / Igapó trabalha cedo, cata o lixo da maré”, na subida para o refrão do meio, chamaram a atenção. A força da obra se confirma nos refrões, com a apresentação sendo um dos grandes destaques da noite.

Parceria de Samir Trindade: Com um samba poético, a parceria de Samir Trindade, Mateus Pranto, Laura Romero, Binho Teixeira e Leandro Custódio se apresentou sob o comando de Wantuir. A obra mostrou força nos versos e melodia, que se combinam de forma cadenciada. Trechos como “É cipó, é folha, é folha é cipó / É o sangue, o mangue, a luta e o suor” chamaram atenção, assim como a subida “Dois mundos, o mesmo clamor / Manguebeat, um país, meu lugar! / Um dia, um novo Brasil nascerá do mangue / Um sonho, uma nova chance / Essa utopia florescerá!”. O refrão principal cumpre bem o seu papel, assim como o refrão do meio, destacando-se na noite caxiense.

Parceria de Derê: Bruno Ribas e Leozinho Nunes comandaram com leveza a apresentação do samba de Derê, Licinho Jr. Moratelli, Julio Alves e Fabio Gomes. O refrão principal se destaca pelo clamor transmitido, assim como a primeira parte, com versos como “É tempo de revolução / O mangue vai se libertar / Convoco a minha nação, pra emergir deste chão / Reocupar o meu lugar”. O final, com a subida para o refrão do meio em “Beberibe, Beberibe, meu destino caranguejo”, também chamou atenção. Na segunda parte, o trecho “Maré, maré… que toda periferia / Seja Duque de Caxias / Que devora homens maus” reforçou a força da obra.

Parceria de Dinho Artigrili: Com Danilo Cezar à frente, a parceria de Dinho Artigrili, Alex Primo, Ricardo Construção, Viny Melodia e Hugo da Grande Rio apresentou um samba correto, cujo destaque foi o refrão principal: “Grande Rio arretada, irmanada à nação do mangue / Ninguém solta a mão de ninguém, oxente, sou cria também / Trago essa luta no meu sangue”, especialmente em “Ninguém solta a mão de ninguém”. A primeira parte também apresentou bons momentos, como em “Daruê malungo, manguebeat é resistência / Aos olhos tortos da sociedade / Sou a invisibilidade, quem enxerga não me vê”, muito bem cantado pela torcida.

Parceria de Myngal: A parceria de Myngal, Denilson Sodré, João Diniz, Miguel Dibo e Hélio Porto contou com os cantores Charles Silva e Rafael Tinguinha e se destacou pelo refrão vibrante. A primeira parte animou o público com versos como “Maré subiu, foi quando a lua alumiou / Nasceram raízes no mangue / Onde o caranguejo é rei e doutor”. Na segunda parte, os versos “O povo antenado na periferia / Num beat aperreado pro baque virar / O nosso mangue é Duque de Caxias / Me organizei pra desorganizar” prepararam o terreno para o refrão principal, bastante animado e em sintonia com a referência ao movimento Manguebeat.

Parceria de Mariano Araújo: O samba de Mariano Araújo, Moisés Santiago, Dionísio, Aldir Senna e Wolkester Rolleigh foi defendido por Tuninho Jr. e chamou a atenção principalmente na segunda parte, com versos como “No som da voz, o manifesto em aliança / Transformação / A esperança renasceu do caos”. O refrão do meio, simples, teve boa força no palco, enquanto na primeira parte se destacaram os versos desde “Sou de Nanâ aê, sou de Nanã êa” até “Abre os caminhos pra Grande Rio passar”.

Parceria de Neguinha da Grande Rio: Com Nêgo, Celsinho Mody, Igor Pitta e Bico Doce no comando, a obra de Neguinha da Grande Rio, Rubens Gordinho e André Ricardo mostrou bom ritmo e estrutura consistente. Destaque para o refrão “É darué, daruê malungo / Nação Zumbi, casa real / É o Rei Chico no cortejo / O caranguejo genial” e para o trecho “Saluba Nanã e o povo de lá / Valei-me Deus, quem vive à margem vive a opressão”, que apresentou melodia interessante.

Parceria de Igor Leall: Zé Paulo conduziu com serenidade a apresentação da obra de Igor Leall, Arlindinho Cruz, Paulo Cesar Feital, Romeu D’Malandro e Gustavo Clarão. O falso refrão do meio, iniciado com “Maré encheu, maré vazou”, chamou atenção pela referência à cultura pernambucana. Já na primeira parte, versos como “Ouçam… / O silêncio que vem lá do manguezal / Da lama nasce a força que nos resta / Não mais uma fresta, pro seu carnaval” tiveram boa pegada. O refrão “Saluba Nanã! Nanã Buruquê! / Agô pra entrar, pra pisar no seu Ilê / Respeite quem é de fato direito / Nação Zumbi, Grande Rio no peito” foi explosivo e muito cantado pela torcida.

Ney Matogrosso revela expectativa para estreia na Sapucaí com a Imperatriz: ‘Leandro manda fotos das roupas e cada uma mais linda do que a outra’

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Ícone da música brasileira e uma das vozes mais marcantes da MPB, Ney Matogrosso será o grande homenageado do desfile da Imperatriz Leopoldinense no Carnaval 2026. Durante participação no programa “Só se For Agora Podcast”, apresentado por Jorge Perlingeiro, o artista falou sobre a emoção da sua estreia oficial na Marquês de Sapucaí.

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“Ainda não caiu a ficha. Já assisti o carnaval várias vezes. Desfilei como convidado. Imagino que a emoção seja forte”, afirmou Ney, que reforçou a ansiedade para viver essa experiência inédita na Avenida.

Encantamento com o barracão da Imperatriz

O cantor revelou que visitou o barracão da escola, na Cidade do Samba, e ficou impressionado com o trabalho desenvolvido pela equipe de Leandro Vieira.

“Quando fui lá a primeira vez vi os escombros de 2025 e agora já vi muitas coisas. O Leandro Vieira manda fotos das roupas e cada uma mais linda do que a outra. As roupas são lindas. Tenho ouvido falar só muito bem da Imperatriz”, destacou.

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Foto: Reprodução de internet

O artista ressaltou que a expectativa cresce a cada visita, principalmente ao testemunhar a evolução do barracão, que se prepara para o enredo de 2026.

Convites desde os anos 1970

Ney contou ainda que o convite para desfilar no Carnaval não é novidade. Desde a década de 1970, escolas tentam levá-lo para ser enredo no Sambódromo, mas o cantor sempre recusou.

“Desde os anos 1970 me convidavam e eu dizia não. Fernando Pinto me disse que queria me botar em cima de um abacaxi e que levantaria e sairia um monte de pessoas nuas”, relembrou, aos risos.

‘A maior festa do Brasil’

Para Ney Matogrosso, a oportunidade de se apresentar na Sapucaí vai muito além do desfile: é uma celebração cultural única no mundo.

“É a maior festa do Brasil”, concluiu, reafirmando sua admiração pelo espetáculo e o orgulho de estar na Imperatriz Leopoldinense em 2026.

Marcelinho Calil revela em podcast que ‘um dia pode ser presidente da Liesa’ e cita Ciça como o ‘maior enredo do Carnaval 2026’

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O diretor executivo, Marcelinho Calil, participou da estreia do podcast “Deixa Falar”, do canal “Tupi Carnaval Total”, e detalhou a filosofia de gestão que transformou a escola e os planos ambiciosos para o futuro, incluindo o ineditismo de um enredo sobre o mestre Ciça em 2026. Questionado sobre a Liesa e uma possível presidência futura, ele, que hoje é presidente do Conselho Fiscal da Liga, considerou a alternância de poder “extremamente saudável”. O dirigente disse ter um relacionamento “ótimo” com o atual presidente Gabriel David e se diz “à disposição” da casa, caso seja considerado preparado para tal função um dia.

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“Meu relacionamento com o Gabriel é ótimo. Ele é meu amigo. Não somo opostos. O que pode haver é algumas pessoas terem mais afinidade com modelo de gestão, mas rivalidaed e oposição de forma nenhuma. Estou à disposição e às ordens da casa. Todos nós que temos o objetivo comum de ver a Liga cada vez mais fortalecida. Não quer dizer que eu concorde com tudo, inclusive, discordar é saudável. A alternativa de poder é extremamente saudável. Sou uma pessoa que tem uma vivência no carnaval, e, se um dia acharem que estou preparado, quero sim. Se qualquer pessoa que a gente internamente entenda que é pessoa que temos que direcionar energia, vamos ajudar. Não oposição a nada do Gabriel e o que ele precisar de mim, vai contar sempre”, garantiu.

A Viradouro celebrará seus 80 anos em 2026, e o grande destaque será o enredo sobre mestre Ciça, uma ideia do próprio Marcelinho Calil. Será uma “grande homenagem”, marcando Ciça como o primeiro mestre de bateria a ser enredo em vida, atuando em seu próprio quesito. Além disso, com 55 carnavais, o comandante da “Furação Vermelho e Branco” se tornará o sambista mais antigo em atividade na avenida após a aposentadoria de Neguinho da Beija-Flor. Calil o descreve como um “operário de carnaval”, “gente da gente”, e o “maior enredo do carnaval”.

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Foto: Reprodução de internet

“A ideia do enredo foi minha. Sou muito fã do João Gustavo Melo (enredista). Ele é um gênio da arte de fazer enredo. Sou muito fã do Tarcísio (Zanon, carnavalesco). A gente tinha três ideias incríveis, que estão guardadas, e vimos com muita convicção que existem 100 enredos sobre o Ciça, grandes e potentes. Meu primeiro critério é enredo bom. Foi interessante a gente mudar a tônica do enredo e gerou algo positivo para escola. Gosto de grandes histórias e que mereçam ser contadas. O Ciça está indo para o 55ª carnaval, entendam o tamanho que estou falando, tenho o ineditismo do enredo que está passando no seu próprio quesito, o Ciça toca para o Ciça. Para mim, é o maior enredo do carnaval”.

Marcelinho Calil defendeu o patrocínio da Prefeitura de Niterói à Viradouro, classificando as críticas como “desculpa esfarrapada” de quem não aceita perder ou não quer trabalhar. Ele argumenta que o apoio, que existe há décadas, permite liberdade artística na escolha dos enredos e que a Viradouro não foi a escola que mais recebeu dinheiro público nos últimos anos. Para ele, o carnaval é cultura e um “cartão de visitas” para Niterói.

“Acho justo o aporte. Pelo menos nos últimos três ou quatro anos a Viradouro não foi a escola que mais teve dinheiro público. Para mim, isso é desculpa esfarrada de quem não quer trabalhar ou não sabe perder. Eu acho que temos que incentivar o poder público que enxergue o carnaval como cultura. O valor é destinado ao carnaval. A Prefeitura de Niterói ajuda a Viradouro há bastante tempo. O prefeito vê o carnaval como grande polo social e cultural da cidade. Vejo com muito tranquilidade e justiça”.

Veja abaixo o programa completo

Carnaval 2026: escolas analisam impacto do novo formato de julgamento com 54 jurados

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A ampliação para 54 jurados no julgamento das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro no Carnaval 2026 é vista por dirigentes e profissionais como uma experiência de renovação. A decisão, aprovada em plenária da Liesa, prevê que apenas 36 notas serão lidas, com a menor descartada. A mudança também traz a presença de dois jurados por quesito nas cabines 3 e 10. Em entrevista ao CARNAVALESCO, representantes do Grupo Especial repercutiram a novidade.

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Para Thiago Monteiro, da Grande Rio, a ampliação tem saldo positivo. “Avalio muito positivamente. Quanto mais avaliadores para essa festa que já é macro por natureza, melhor. Você tem mais cabeças, mais olhares diferentes, multidisciplinares, entendendo melhor essa festa que é multifacetada”, declarou o diretor de carnaval da agremiação de Caxias.

O entendimento de que o novo formato deve ser encarado como um teste se repete entre dirigentes. Cátia Drummond, presidente da Imperatriz, resumiu: “É uma experiência. Caso não dê certo, voltamos aos 36. Isso não é problema nenhum”.

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Foto: Fernando Maia/Riotur

Já Escafura, dirigente da Portela, defende que a flexibilidade faz parte do carnaval: “Se der certo, continua; se não der, muda de novo. Acho que a mudança sempre é bem-vinda.”

A presença de dois avaliadores por quesito nas cabines 3 e 10 é recebida como uma alteração que exige ajustes das escolas, mas que não muda a essência da disputa. Para Escafura, cada agremiação saberá criar sua estratégia: “Cada escola tem seu jeito de desfilar e sabe o contingente que vem, a quantidade de alegorias. É uma questão da harmonia com a direção de carnaval, que sabe o que cada escola precisa fazer”.

Tarcisio Zanon, carnavalesco da Viradouro, reforça que o objetivo maior não deve mudar: “Independentemente do jurado, a gente tem que fazer para o público, e o jurado é um público especializado”.

O sorteio que define quais 36 notas serão lidas gera opiniões distintas. Thiago Monteiro valoriza o sistema por dar mais peso a falhas recorrentes e não a erros isolados: “Isso é bom porque você não é punido por um erro pontual. Se você tira uma nota, perde duas, você realmente acaba penalizando aquela que efetivamente errou, aquela que merece a punição, porque o erro perdurou em mais de uma cabine, em mais de um momento do desfile”.

Já Tarcisio aponta para a imprevisibilidade: “O fator sorte acaba sendo até mais valorizado nesse ponto, porque às vezes você tem um jurado que gostou e, se não for sorteado, a gente acaba perdendo pontos”.

Ele também manifesta curiosidade sobre a ausência de divulgação das notas não lidas:
“Se fosse mostrado, ia ser um fuzuê”.

Escafura lembra que já houve carnavais com envelopes de jurados não lidos: “Isso faz parte. Estamos preocupados em fazer um grande trabalho, um grande carnaval, para que todos deem a melhor nota possível”.

Apesar das diferenças de enfoque, todos convergem no desejo de que o resultado final reflita os desfiles da Sapucaí. Tarcisio sintetiza essa expectativa: “O que eu espero é que termine o Carnaval e a gente realmente tenha a sensação de que a campeã foi a campeã, que as colocações foram boas e que o descenso seja justo também”.

Cátia Drumond garante: ‘Imperatriz vai entregar o maior projeto da nossa história com Ney Matogrosso’

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Em entrevista ao programa “Só se For Agora Podcast”, comandado por Jorge Perlingeiro, a presidente da Imperatriz Leopoldinense, Cátia Drumond, falou com entusiasmo sobre o enredo que a escola levará para a Marquês de Sapucaí no Carnaval 2026, em homenagem a Ney Matogrosso. Segundo a dirigente, a parceria com o carnavalesco Leandro Vieira tem sido fundamental para a consolidação de uma trajetória vitoriosa da agremiação nos últimos anos.

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“Estou no meu quinto ano de gestão. Desde que temos o Leandro, tem dado certo. Falei para ele: tudo que você propôs à Imperatriz foi feito da maneira que combinamos”, destacou.

Cátia ressaltou ainda que Leandro já apresentou o projeto praticamente pronto, reforçando a confiança no trabalho do carnavalesco. “Quando ele veio com a ideia do Ney, perguntei da musicalidade, porque ele é carnavalesco. Permite vários personagens. O projeto é o maior que a gente fez até agora. Tenho certeza que a Imperatriz vai entregar o melhor do que ela pode entregar”.

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Foto: Reprodução de internet

A presidente também destacou que a escola se prepara para um desfile de alto impacto, independente da ordem de apresentação no Grupo Especial. “A gente faz desfile para qualquer dia e horário. O projeto é lindo. Vamos ter um samba que vai representar e trazer a energia do Ney. Vamos entregar um samba com a alegria do Ney. Vamos botar o bloco na rua”, afirmou.

Com um enredo que promete unir emoção, inovação e irreverência, a Imperatriz aposta na força artística e na representatividade de Ney Matogrosso para buscar mais um grande resultado na Sapucaí.

Documentário sobre Rosa Magalhães estreia no Canal Brasil

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No dia 11 de setembro, às 19h30, o Canal Brasil estreia o documentário “Rosa – A Narradora de Outros Brasis”, dirigido por Valmir Moratelli e Libário Nogueira. O documentário acompanha a trajetória de Rosa Magalhães que, aos 76 anos, é a carnavalesca mais vitoriosa da história do carnaval carioca. Ela também ganhou o Emmy pela abertura dos Jogos Pan-Americanos de 2007. O filme intercala uma entrevista com Rosa com depoimentos de quem conviveu com ela, além de imagens exclusivas de desfiles, até sua despedida, no carnaval de 2023. Carnavalesca, figurinista, cenógrafa e professora, Rosa rompe barreiras ao abrir discussão sobre o papel da mulher na sociedade.

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Foto: Divulgação

Rainha de bateria da Portela, Bianca Monteiro recebe Medalha Pedro Ernesto em evento cultural no Rio

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A rainha de bateria da Portela, Bianca Monteiro, será uma das grandes homenageadas na sessão solene promovida pela vereadora Maíra do MST, vice-presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O evento acontece nesta quarta-feira, às 18h, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, no Centro do Rio. Bianca, que também atua como produtora cultural, receberá a Medalha Pedro Ernesto, maior honraria concedida pelo legislativo municipal. O reconhecimento valoriza personalidades que se destacam pela contribuição à cultura e à sociedade carioca.

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Foto: Allan Duffes/CARNAVALESCO

Além de sua presença marcante à frente da bateria Tabajara do Samba, da Portela, Bianca vem construindo uma trajetória sólida como produtora cultural, engajada em fortalecer a representatividade feminina no carnaval e no cenário artístico. A premiação simboliza não apenas o brilho que a sambista leva para a Marquês de Sapucaí, mas também seu papel como agente transformadora na cultura popular.

A vereadora Maíra do MST destacou a importância do evento como um espaço de valorização dos fazedores de cultura:

“Queremos reconhecer e valorizar quem hoje está protagonizando as diversas vertentes culturais que vêm conquistando espaço e se consagrando no país. A ideia é criar um canal de diálogo e manter uma ponte permanente com esses profissionais, para que possamos avançar na construção de políticas públicas na área cultural”, afirmou a parlamentar.

Na mesma cerimônia, o rapper BK’ também será condecorado com a Medalha Pedro Ernesto, enquanto a MC e rapper N.I.N.A receberá a Medalha Chiquinha Gonzaga. Outros 65 artistas, produtores, diretores culturais, instituições e coletivos também serão lembrados com moções honrosas.

Após a solenidade, o público poderá acompanhar uma roda de samba com o grupo Balaio Bom, além de apresentações artísticas e performances.

Serviço
Evento: Entrega das medalhas Pedro Ernesto e Chiquinha Gonzaga e homenagens a fazedores de cultura
Data: Quarta-feira, 10/09, às 18h
Local: Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Centro do Rio

Grande Rio realiza nesta terça-feira segunda eliminatória do concurso de samba-enredo para o Carnaval 2026

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Nesta terça-feira, a Grande Rio realiza mais uma eliminatória do concurso de samba-enredo para o Carnaval 2026. Nove obras seguem na disputa. As apresentações começam às 20h, na quadra da escola (Rua Almirante Barroso, 5 – Centro de Caxias). A entrada é gratuita.

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Foto: Rafael Arantes/Divulgação Grande Rio

Confira a ordem de apresentação:
1º SAMBA: MARCELINHO SANTOS E CIA.
2° SAMBA: AILSON PICANÇO E CIA.
3 ° SAMBA: SAMIR TRINDADE E CIA.
4° SAMBA: DERÊ E CIA.
5° SAMBA: DINHO ARTIGRILI E CIA.
6° SAMBA: MYNGAL E CIA.
7° SAMBA: MARIANO ARAÚJO E CIA.
8° SAMBA: NEGUINHA DA G. RIO E CIA.
9° SAMBA: IGOR LEAL E CIA.

Parceria do Rio Grande do Sul carimba passaporte para a reta final da disputa de samba da Portela e é convidada para integrar ala dos compositores

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A disputa de samba-enredo da Portela para o Carnaval 2026 ganhou sotaque gaúcho. A parceria de Daiane Molet, formada por compositores das cidades de Pelotas e São Lourenço do Sul, venceu a etapa regional, realizada no Rio Grande do Sul, e garantiu presença na etapa de chave única da disputa da Majestade do Samba no próximo domingo, quando se juntam as parcerias classificadas das chaves Azul e Branca.

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Foto: Laura Tedesco Bressan/Divulgação

A parceria vencedora é composta por Daiane Molet, Anderson Xilico, Chico Professor, Fagner Presidente, Fred Feijó, Maninho Veiga e Marcéle Sàlles, que assinam juntos o samba gaúcho para o enredo “Os Encantos do Príncipe do Bará – A oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande”, assinado pelo carnavalesco André Rodrigues, tema que a Portela levará para a Marquês de Sapucaí no próximo desfile.

Para os compositores, a classificação representa a oportunidade de levar a força da criação do sul do país a uma das mais tradicionais disputas de samba do Rio de Janeiro. “É um prazer participar desse concurso e poder mostrar a força negra existente no Rio Grande do Sul para o restante do país. Esse enredo da Portela nos dá essa oportunidade e será uma honra estarmos na quadra da escola representando nosso estado e cantando o povo preto do Rio Grande do Sul, promovendo esse intercâmbio cultural”, destacou a compositora Marcèle Sàlles.

Além da vaga na disputa carioca, a parceria recebeu um gesto de reconhecimento da escola. O presidente da Portela, Júnior Scafura, por meio do diretor de Carnaval, Júnior Schall, convidou os compositores do samba campeão da etapa gaúcha a integrar a tradicional Ala de Compositores da agremiação. “O convite para integrar a Ala de Compositores da Portela foi uma surpresa que não esperávamos, estamos felizes e gratos à escola por esse presente”, afirmou Marcéle.

No próximo domingo, a parceria inicia sua trajetória na quadra da Portela, no Rio de Janeiro, após vencer a etapa gaúcha. A disputa segue até a escolha oficial do hino da escola, marcada para o dia 26 de setembro.

Pegou fogo! Fala Galera analisa safra de sambas do Grupo Especial do Rio para o Carnaval 2026

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O canal Fala Galera promoveu uma live especial para analisar todas as safras de sambas das escolas do Grupo Especial do Rio de Janeiro para o Carnaval 2026. Durante a transmissão, os comentaristas Guilherme Campagnuci e Freddy Ferreira destrincharam os pontos fortes e as fragilidades de cada disputa, destacando favoritos, surpresas e tendências que podem influenciar diretamente nos desfiles da Marquês de Sapucaí. Apenas Niterói, que ainda vai apresentar a obra, e Tuiuti que fez encomenda só vão ser analisados futuramente.

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Imperatriz Leopoldinense: Um duelo técnico e emocional

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A Imperatriz Leopoldinense, que nos últimos anos acertou em cheio na escolha de seus sambas, gerava grande expectativa para sua safra de 2026. A disputa se encaminha para a final com os sambas 5 (Hélio Porto), 10 (Jefferson Lima) e 13 (Gabriel Coelho). O principal embate, na opinião dos apresentadores, está entre os sambas 5 e 13. Samba 5: Guilherme Campagnuci o vê como tecnicamente superior, elogiando a forma como as melodias de Ney Matogrosso foram inseridas sem atrapalhar a harmonia, além da inclusão da parte “Equador”. Freddy Ferreira também reconhece um “alinhamento musical muito acima da média” e uma “musicalidade bem trabalhada”. Samba 13: Ganhou destaque pela forte adesão da comunidade e pelas excelentes apresentações na quadra desde o início, com refrão marcante e uma ótima “subida pro refrão”. Freddy Ferreira o considera “mais poderoso, mais impactante, mais potente para desfile”, conectando-o às recentes “pancadas” da Imperatriz e à bateria Swing da Leopoldina.

Apesar de Guilherme Campagnuci ter predileção pelo samba 5, ele reconhece a força do 13 na quadra. Freddy Ferreira, por sua vez, se inclina para o samba 13 pela “pancada”. Ambos concordam que a Imperatriz, com sua equipe musical gabaritada, saberá ajustar o samba vencedor para que ele renda bastante na Avenida.

Portela: Uma safra rica e uma disputa aberta

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Foto: Eduardo Hollanda/Rio Carnaval

A disputa da Portela foi classificada como uma das mais difíceis do Carnaval 2026, incluindo composições de fora do Rio, uma tendência crescente. Favoritos iniciais de Guilherme Campagnuci: O samba de Toninho Gerais o emocionou pela beleza e pelo forte refrão. O samba de Samir também o conquistou pela poesia e gingado. Destaques da quadra: Valtinho Botafogo surpreendeu, mostrando melodia fluida, letra excelente e “pegada”, tornando-se forte candidato. Freddy Ferreira, que inicialmente não deu tanta atenção ao samba de Valtinho, reconheceu nele uma “cara de avenida”. Outras obras que impressionaram foram o samba de Mariene de Castro, com chances de final, e o de Cecília Cruz, que se destacou pela letra e melodia diferenciadas, sendo a segunda melhor apresentação na última quadra.

Freddy Ferreira, que no início se encantou mais com o samba de Samir, ressalta que o nível musical da disputa está “muito elevado”. Para ele e Guilherme Campagnuci, a Portela possui um leque de opções que tocam a sentimentalidade, a potência musical e o conteúdo, tornando a disputa totalmente em aberto.

Estação Primeira de Mangueira: O renascimento de uma safra

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Foto: Divulgação/Mangueira

Após críticas aos seus sambas nos dois últimos anos, a Mangueira promete um grande samba para 2026, com uma safra considerada “maravilhosa” e “excelente”. Verônica, do Amapá: Destacou-se pela representatividade do enredo (Amapá), melodia rica e boa letra. Freddy Ferreira ressaltou o “vínculo territorial” e a bagagem cultural única que o samba carrega, sendo “muito diferenciado” e “autêntico”. Beto Savana: Possui a “pegada de Mangueira”, arrebentando nas apresentações de quadra, com partes que viram “chiclete” e refrões muito fortes. Freddy Ferreira o considera o “samba mais contemporâneo” de todas as disputas, com “muita genialidade musical” e uma pulsação que “vai sacudir a Avenida”. Pedro Terra: Um samba “muito bonito”, rico melodicamente e poético, com uma “pegada totalmente diferente”. Para Freddy Ferreira, remete a uma “Mangueira na década de 70”, imponente e elegante.

A Mangueira terá o desafio de escolher entre sambas de qualidades distintas: um que remete ao enredo, outro com a “cara da Mangueira” e um mais poético. Tanto Guilherme Campagnuci quanto Freddy Ferreira exaltaram a qualidade geral da safra.

Mocidade Independente de Padre Miguel: Um favorito disparado

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Foto: Luiz Gustavo/CARNAVALESCO

A Mocidade, potência que Guilherme Campagnuci deseja ver disputando novamente, parece ter um favorito claro. Jefinho e parceiros: É o “melhor samba da disputa disparado”, segundo Guilherme Campagnuci e Freddy Ferreira, desde o início. Ambos elogiam como a obra trabalhou bem a essência de Rita Lee, com refrões que a comunidade adora cantar, sendo um “samba pronto para a Mocidade desfilar”. Freddy Ferreira descreveu-o como “psicografado”, nascido para ser campeão e proporcionar um grande desfile musical. Outros sambas: Obras de Sandra Sá, Feital e Santana também se apresentam bem, mas o de Jefinho se mantém à frente.

Apesar de Guilherme Campagnuci considerar que a safra geral da Mocidade “não foi boa”, o samba do Jefinho se destaca. Ele acredita que ajustes na melodia podem ser necessários, mas Freddy Ferreira prevê que a obra crescerá muito ao longo do carnaval, impulsionada pela bateria e pela identidade “sensual” da escola.

Beija-Flor de Nilópolis: Um sacode na quadra

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Fotos: Marielli Patrocínio/CARNAVALESCO

A Beija-Flor enfrenta uma decisão muito difícil, com embate entre dois sambas fortes. Freddy Ferreira descreveu a safra como “excelente”, com o enredo bem assimilado e conectado à matriz africana da escola. Samba 39: Guilherme Campagnuci elogiou a construção melódica e a letra forte. Freddy Ferreira o definiu como “muito lindo”, “denso” e de “fluidez musical”. Samba 1: Forte e com versos para a comunidade nilopolitana cantar. Na quadra, gerou um verdadeiro “sacode”. Freddy Ferreira foi conquistado desde o início, vendo nele “força para embalar o desfile” e “potência para brigar por bicampeonato”. Outros: O samba 23 apresentou proposta diferente, mas eficaz. O samba 2 (Júnior PQD) também foi citado como bom.

A disputa é considerada uma “grata dúvida”, com sambas de muita qualidade e refrões fortes ligados ao enredo de herança ancestral e religiosa.

Unidos da Viradouro: A emoção de uma homenagem

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Foto: Renata Xavier/Divulgação Viradouro

A Viradouro tem um favorito claro, com homenagem que toca o coração. Cláudio Mattos e parceiros: Conquistou Guilherme Campagnuci de imediato e continua como seu favorito. O samba se destaca pela simplicidade poética, inteligência artificial como conceito, emoção e melodia bem conduzida. Freddy Ferreira o considera “sinceramente muito diferenciado” por sua “profunda sensibilidade” e “carga emocional muito grande”, conectando com a história de mestre Ciça. Outros sambas: O samba de Mocotó teve a melhor primeira parte da disputa; Deco é “muito bem interpretado”; Lucas Macedo também tem chances de chegar à final.

O favoritismo de Cláudio Mattos é amplamente reconhecido, e a homenagem a Mestre Ciça, com a participação da voz de Dominguinhos e consentimento da família, adiciona um “baita de um plus” à obra.

Unidos da Tijuca: A busca por uma nova história

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Foto: Guibsom Romão/CARNAVALESCO

A Tijuca definiu seus três finalistas: Lico Monteiro, Arlindinho e Gabriel Machado. Lico Monteiro: Guilherme Campagnuci o apontou como favorito por capturar a proposta do enredo (o lamento de Carolina de Jesus), poesia e refrão forte “muda essa história Tijuca”. Freddy Ferreira considera a proposta “mais adequada” ao enredo, destacando a “carga sentimental” de luta e resistência. Arlindinho: Boa adesão na escola, mais leve e animado, com bom “balanço” no refrão de meio. Gabriel Machado: Considerado “regular”, bom tecnicamente, com letra e melodia de qualidade.

Ambos os analistas elogiaram o intérprete Charles Silva. Guilherme Campagnuci acredita que será surpresa se Lico Monteiro não vencer, e Freddy Ferreira concorda.

Unidos de Vila Isabel: O samba que ganhará a cidade

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Foto: Divulgação/Vila Isabel

A Vila Isabel vive um momento de renascimento musical. André Diniz e Evandro Bocão: Guilherme Campagnuci classificou como espetacular e futuro hino da escola. Freddy Ferreira considera a obra “bola no ângulo”, “profundamente diferenciada” e inspirada. Outros sambas: Obras de Feital e Ricardo Mendonça também se destacaram, mas Diniz e Bocão se sobressaem.

O enredo, assinado por Vinicius Natal, Leonardo Bora e Gabriel Hadadd, gerou um “grande samba” que contribui para o orgulho e esperança da comunidade.

Acadêmicos do Grande Rio: Um enredo desafiador e disputa equilibrada

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A Grande Rio, agora sob direção de Antonio Gonzaga, enfrenta um tema desafiador: cultura pernambucana e Manguebeat. Ailson Picanço: Favorito de Guilherme Campagnuci, considerado “mais denso” e que “costura melhor o enredo”. Freddy Ferreira concorda. Outros sambas: Derê e Samir apresentaram obras inspiradas, funcionais e sentimentais.

* VEJA AQUI ANÁLISES FEITAS PELO CARNAVALESCO

A disputa é equilibrada e em aberto, com tempo e quadra decisivos para o resultado.

Acadêmicos do Salgueiro: A rosa de uma disputa aberta

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O Salgueiro homenageia Rosa Magalhães, com disputa intensa e em aberto. Favorito inicial de Guilherme Campagnuci: Samba de Marcelo Mota, inicialmente conquistou por melodia “maravilhosa”. Freddy Ferreira também estava apegado, mas o panorama mudou. Destaques da quadra de Guilherme Campagnuci: Rafa Hecht cresceu com apresentações consistentes, mantendo a “pegada” e referenciando a década de 1990 da Imperatriz. Destaques de Freddy Ferreira: Moisés Santiago e Adnet mostraram regularidade; Rafa Hecht lidera, mas a disputa é incerta.

A possibilidade de junção entre sambas não é descartada, dada a equipe musical de excelência do Salgueiro.

Veja abaixo o programa completo