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Independentes de Olaria apresenta novo 2º casal de mestre-sala e porta-bandeira para 2026

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A Independentes de Olaria apresentou os novos defensores do segundo pavilhão para o carnaval de 2026. Ricardinho Martins e Maitte Menezes formam o segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira da agremiação para o próximo desfile. Já com experiência na folia, a dupla chega para reforçar a equipe do lobo da Leopoldina. Ricardinho tem passagens pelas escolas Engenho da Rainha, Sereno de Campo Grande, Unidos da Vila Kennedy, Leão Nova Iguaçu, União do Parque Curicica e União de Jacarepaguá. Em Vitória – ES passou pela escola de samba Imperatriz do Forte e em Cabo Frio pela escola Unidos dos Bairros.

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Foto: Divulgação/Olaria

“É uma satisfação imensa fazer parte do quadro de casais de uma escola de Samba como a Independentes de Olaria em que se encontra em grande ascensão. Tenho certeza que faremos um grande carnaval com resultados máximos e assim conquistaremos nosso objetivo que é o título de Campeã do Carnaval 2026”, revela Ricardinho

Maitte passou pelas escolas União do Parque Curicica, Difícil é o Nome, Favo de Acari e atualmente defende o pavilhão da Unidos de Cosmos e irá ao 5º ano como 2ª porta-bandeira da Alegria da Zona Norte, no carnaval de Niterói

“Meu amor pela olaria começou a alguns anos, sempre acompanhei a escola de perto, fiquei muito feliz pelo convite feito pelo nosso presidente Brenno Araújo, sinto que estou realizando um sonho. É uma satisfação enorme conduzir o pavilhão do Lobo de Olaria”, finaliza Maitte

O lobo da Leopoldina será a 10ª a desfilar pela Série Prata, no domingo de carnaval, com o enredo “O balanço do cabra que embolou o som e no compasso da mistura fez um Brasil pandeiro”.

Jubileu de Prata! Sambistas relembram momentos marcantes com a Dragões da Real

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Mesmo sendo uma das escolas mais novas em todo o carnaval de São Paulo, a Dragões da Real já coleciona momentos memoráveis na história. Com 25 anos completados em 2025, a agremiação da Vila Anastácio possui uma série de momentos impactantes de nomes importantes da instituição e a reportagem do CARNAVALESCO fez questão de ouvir tais personalidades. Um spoiler: um desfile, em especial, foi o campeão de citações.

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Primórdios

O Lugar de Gente Feliz tem uma capacidade imensa de manter componentes e pessoas na comunidade. É claro, porém, que alguns nomes importantes participaram da criação da escola de samba. Elias Vieira, atualmente diretor-geral da agremiação e um dos fundadores da instituição, fez questão de relembrar o primeiro desfile na avenida como instante impactante: “Para mim, o momento mais marcante foi o primeiro desfile, que foi o momento em que você colocou a sua ideia, o seu sonho de construir e fazer uma escola e fazê-la desfilar na avenida. Ver hoje o que se tornou aquele sonho que você teve lá atrás, aquela loucura para quem começou esse sonho (éramos quatro ou cinco apaixonados pelo São Paulo e pela Dragões), que quiseram fazer uma escola de samba e ver o que virou hoje, uma referência no carnaval da cidade com grandes eventos, ver como a instituição está hoje, a casa cheia, um monte de gente feliz e todos prestigiando, a felicidade que é de todos, o nosso sorriso de estar nesse grande evento… isso é muito marcante”, comentou.

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Elias Vieira, atualmente diretor-geral da agremiação e um dos fundadores da instituição

A lembrança traz alguns detalhes importantes. O primeiro desfile em questão, intitulado “Circo Criança, Uma Grande Esperança”, foi campeão do Grupo de Espera da União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP), então sexta divisão do carnaval paulistano. Com 100 pontos, a apresentação teve nota máxima em todos os quesitos.

A fala de Elias, que também tem participação na inauguração do Memorial da Caverna e na da agremeiação, também relembra o fato da Dragões da Real ser uma escola desportiva, oriunda de uma torcida organizada do São Paulo Futebol Clube. Hoje, entretanto, a agremiação reúne torcedores de todos os clubes e é muito mais identificada com o Extremo Oeste paulistano, além de englobar residentes de outros municípios – sobretudo de Osasco, local que faz fronteira com a Vila Anastácio, último bairro da capital paulista em direção a tal cidade.

Também há tempos

Outro personagem que relembrou um momento mais antigo da Dragões da Real para citar um momento tocante foi Rogério Félix. Diretor de Harmonia da Dragões desde 2010, ele foi para o primeiro desfile com a agremiação em 2011. E, antes da apresentação… ele mesmo conta o que aconteceu: “Tem vários, vários momentos… eu vou pedir liberdade para destacar dois. O primeiro foi logo no meu primeiro ano, não conhecia ainda o comando da Dragões, não sabia como a comunidade ia realmente me atender e se a comunidade ia entender o projeto. Durante o ano inteiro foi fantástico, aliás. Chegamos no dia, tivemos algumas coisas de alegoria, mas conseguimos fazer tudo. Chegou na hora da montagem, tudo pronto, nós éramos a última escola do Grupo de Acesso I. Terminada a montagem, quando passou o fosso do Palácio de Convenções do Anhembi, eu escutei um estrondo no céu. Olhei para cima, eu vi o céu fechando. Não tinha chovido para ninguém. E não foi uma chuva: foi um dilúvio. Se você pegar fotos e vídeos daquele desfile, você vai ver umas fotos das nossas baianas encharcadas. Quando caiu o dilúvio, eu estava bem no fosso. Olhei para trás e a escola inteira saiu correndo, desmontou. Eu estava com a minha esposa, a Jussara, do lado. Com aquele pé d’água do caramba e eu sendo o comandante, não iria sair da chuva. Começou a subir água pela canela e a gente no meio da água. Deu a hora da gente andar e eu simplesmente apitei e comecei a marchar. Nem olhei para trás. Aí eu perguntei para a Jussara olhar para trás para ver se a escola estava vindo – e ela respondeu que sim. Nós fomos campeões ali. Ali eu senti que a energia tinha virado. E era uma coisa que, para mim era novidade. Eu estava junto com a escola, e, do nada, quando caiu a chuva, ela desmontou. Mas ela montou quando eu apitei. Esse foi um momento mágico para mim. Nós entramos com uma chuva destruindo tudo, e a escola passou, deu um sacode enorme. Tem uma imagem que é linda, das nossas baianas dançando naquela chuva e a chuva fazendo quase um véu com elas dançando. Isso foi fantástico. Ali acho que foi um marco”, destacou.

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Rogério Félix, diretor de Harmonia da Dragões desde 2010

O desfile em questão, intitulado “A Felicidade se Conta em Contos”, foi campeão do Grupo de Acesso I e colocou, pela primeira vez, a instituição no Grupo Especial. O segundo momento marcante dele será contado mais para frente.

Resultado marcante

Como melhores colocações no Grupo Especial, a Dragões da Real tem três vice-campeonatos. O último deles no ano de 2024 – com o desfile do enredo “África – Uma Constelação de Reis e Rainhas”, citado por dois personagens que chegaram nos últimos anos na agremiação. Um deles foi Klemen Gioz, mestre da “Ritmo Que Incendeia”, bateria da instituição, que está na agremiação desde o desfile de 2023: “É difícil dizer isso estando numa escola que tem a melhor feijoada de São Paulo, com o presidente e com a diretoria dando carta branca para a gente trabalhar. Mas o momento mais marcante, claro, foi em 2024: a gente atingiu o segundo lugar, faltando pouco para ser campeão do carnaval”, comentou.

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Klemen Gioz, mestre da Ritmo Que Incendeia

Emoção a flor da pele

Dos grandes carnavalescos da história do carnaval paulistano, Jorge Freitas também está na instituição desde 2023. Ele, entretanto, preferiu destacar o desfile de 2025, intitulado “A vida é um sonho pintado em aquarela!” e idealizado por ele próprio, como o mais impactante: “O desfile que nós fizemos em 2025 foi um momento marcante. Todo evento que a Dragões faz é um momento marcante, na realidade. Mas esse desfile que passou foi algo extraordinário. Acho que a nossa proposta enquanto projeto nós entregamos na avenida e tenho certeza que o público, todo ele, fez parte desse projeto. Foi um congraçamento entre público e escola. A Dragões está de parabéns”. É importante relembrar que, para Jorge Freitas, o desfile de 2025 marcava, também, uma grande homenagem ao neto.

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Carnavalesco Jorge Freitas

Motivos pessoais

É claro que não são apenas desfiles que marcam em uma escola de samba que se tornou uma potência do carnaval paulistano. Eventos com o calor da comunidade, por exemplo, também foram lembrados.

Rubens de Castro, mestre-sala da instituição, destacou as edições da já citada Superfeijoada, evento que se tornou tradicional na Dragões: “Ver essa feijoada, que na primeira ocasião em que foi feita teve 50 convites vendidos e hoje está tão forte, sendo a maior do Brasil. Esse é o maior momento que a gente pode escrever além da avenida”, destacou.

A corte da “Ritmo Que Incendeia” também relembrou momentos marcantes. Yohana Obyara, princesa da bateria, destacou o instante no qual passou a ter ainda mais destaque à frente dos ritmistas: “Depois de 14 anos, essa pergunta é muito difícil. Mas eu vou escolher a minha coroação, que foi há quatro anos atrás. Foi um momento marcante na minha vida, na minha trajetória aqui na Dragões, e também foi a consagração de um sonho. Foi um momento muito marcante para mim”, relembrou.

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Karine Grum, rainha da Ritmo Que Incendeia, e Yohana Obyara, princesa da bateria

Miscelânea

O momento relembrado por Karine Grum, rainha da Ritmo Que Incendeia, se refere ao desfile de 2023. Naquele ano, a apresentação de “Paraíso Paraibano – João Pessoa, A Porta do Sol das Américas” também foi marcado pela estreia dela como destaque à frente dos ritmistas: “São 21 anos e 20 carnavais. Eu batalhei por muita coisa, muita coisa mesmo… mas tem uma cena que eu não esqueço. Eu até revisitei esse instante novamente: eu chegando na concentração do meu primeiro desfile, sete horas da manhã, tudo já claro, e eu passando no carro abre-alas. Olha… não tem como descrever. O primeiro desfile como rainha, que era o meu sonho desde criança. Realmente eu acho que foi a cereja do bolo”, finalizou.

Na “Ritmo Que Incendeia”, Karine foi a sucessora de uma das mais famosas rainhas de bateria da história do carnaval paulistano. Simone Sampaio também relembrou alguns desfiles especiais e momentos marcantes na Dragões: “São muitos os momentos marcantes e bastante pontuais. O primeiro ano, quando eu desfilei no enredo sobre as mães com a minha filha, na frente da bateria comigo. O desfile de 2017, que foi um ano extraordinário. E o ano passado – quando nós, enfim, representamos um enredo tão importante, que falava de reis e rainhas africanas e negras, da nossa descendência. Isso foi uma grande conquista. A Dragões veio para um divisor de águas. Nesse ano, eu completo os meus 30 anos de carnaval e encerro meu ciclo aqui na Dragões como madrinha, mas sigo em prol do carnaval, da arte, da nossa cultura. Posso dizer que o melhor momento foi quando eu adentrei a quadra e as crianças me pegaram, ocuparam meu coração. Foi um relacionamento de muito amor”, disse.

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Simone Sampaio

O desfile de 2012, “Mãe, ventre da vida e essência do amor”, foi o primeiro da escola no Grupo Especial e também foi citado por Márcio Santana, diretor de carnaval da agremiação: “São vários momentos marcantes por aqui. Mas, sem dúvida nenhuma, eu acredito que dois dos mais marcantes para mim foi o enredo sobre as mães – e, posteriormente, um enredo que não foi para a avenida em decorrência da pandemia. No primeiro, consegui homenagear minha mãe em vida; no segundo, a homenagem foi póstuma. Esses dois pensando em algo que vai além da competição. Agora, se a gente for falar de paixão e de tudo que envolve técnica de carnaval, aí não tem como fugir de Asa Branca”, comentou, aproveitando para destacar o enredo que estava escolhido para o carnaval de 2021 – ano em que os desfiles não aconteceram por conta da pandemia. Em 2022, a instituição alterou o enredo para “Adoniran”.

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Márcio Santana, diretor de carnaval da agremiação

Mais lembrado

O leitor mais atencioso já prestou atenção que alguns nomes citaram um desfile em especial. Em 2017, a escola apresentou “Dragões canta Asa Branca”, um clássico instantâneo do carnaval paulistano fazendo uma releitura da igualmente clássica música de Luiz Gonzaga. Impactando pelo abre-alas com o esqueleto do tradicional dragão em alusão à seca nordestina, a exibição teve uma série de detalhes esmiuçados por Rogério Félix: “E um outro marco é 2017. Sou um dos autores do enredo. Ele nasceu na minha sala, junto com o Jorge Silveira. Quando eu dei a ideia, quando a gente sentou para conversar, eu ia falar sobre o livro ‘Os Sertões’. Quando eu peguei uns dois dias para reler o livro rapidamente, eu lembrei que é muita coisa que estaria triste para gente representar. Nisso, eu lembrei da música ‘Asa Branca’ e levei a ideia. Sentei com o Jorge e a gente começou a fazer tudo. Desenhamos na minha sala todas essas coisas. E, aí, nasceu aquele abre-alas de caveira, um dragão fantástico, era bem na época de Game of Thrones, tinha uma cena que tinha umas carcaças de dragões na praia. A gente pegou e fez aquilo. Foi uma briga para a escola entender que a gente não estava desmontando o dragão, que é o nosso símbolo, mas homenageando ele de uma outra forma. Naquele ano, também, eu fazia parte da comissão de carnaval: era eu, o Jorge Silveira, o Márcio Gonçalves e o Dione Leite. Nós éramos uma equipe fazendo um trabalho. As baianas também foram um desenho fantástico daquele ano. O carro que florescia foi uma coisa que o Tomate quase matou a gente, porque era um carro sem nada aqui no barracão. Ele disse que esse carro não iria funcionar. E, quando passou na avenida, com o mandacaru abrindo, foi aquele grande choque. Acho que 2017 foi um marco, foi uma virada. A escola vestiu um enredo: nós mudamos a alimentação na escola para comida nordestina, tocamos músicas nordestinas… desde aquele momento, a gente veste o enredo. Toda vez que chega o enredo, a gente veste-o. Esses momentos são os que marcaram a minha trajetória. Mas, mais do que nunca, sou muito feliz com uma comunidade que aceita qualquer loucura. Já fizemos evoluções na avenida em que cada ala ia para um lado, cada fileira dançava para um lado. As alas faziam evoluções diferentes. Sou muito feliz, de verdade, com a comunidade que construímos hoje”, disse.

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Renato Remondini, o Tomate, presidente da instituição

Renato Remondini, o Tomate, presidente da instituição, também destacou o desfile: “São vários e vários os momentos em que a Dragões foi marcante na minha vida. O grande momento, entretanto, foi quando eu senti que a escola, de fato, encantou a todos: ver a arquibancada vibrando com o nosso desfile em 2017 foi inesquecível”, rememorou.

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Jorginho Soares, integrante do carro de som da Dragões

Por fim, Jorginho Soares, integrante do carro de som da Dragões, passou a mesma impressão: “Posso dizer que foram vários momentos, tivemos momentos marcantes em disputas de samba, em desfiles e em feijoadas como hoje – ainda mais nessa Superfeijoada, comemorando 25 anos da escola. É uma honra para mim poder fazer parte dessa festa e dividir um pouco da nossa alegria com toda a nossa comunidade. Na minha modesta visão, pelo menos no meu coração, o momento mais marcante foi o ano de 2017, que até hoje está engasgado com aquele vice-campeonato. Com todo o respeito à Tatuapé, que foi a campeã, nós terminamos com a mesma pontuação. Para nós, também fomos campeões naquele Carnaval de 2017. Eu acho que é o momento mais marcante da nossa escola – e, no meu coração, é esse”, finalizou.

Liesa dá mais autonomia para escolas na produção do álbum de sambas-enredo do Carnaval 2026

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O álbum com os sambas-enredo das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro, um dos produtos mais aguardados pelo público carnavalesco, passará por uma transformação significativa para o ciclo de 2026. Em uma mudança de filosofia, a Liesa aposta em dar mais autonomia e liberdade criativa às agremiações, que agora serão responsáveis pela produção de suas próprias faixas. A novidade foi detalhada em entrevista ao CARNAVALESCO, pelo presidente da gravadora, Hélio Motta, revelando uma estratégia que busca refletir com mais fidelidade a identidade de cada escola. O projeto, que já é um sucesso consolidado no ambiente digital, chega a este novo momento com números expressivos.

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Foto: Divulgação/Liesa

“A gente já ultrapassou 165 milhões de streaming. Só ano passado, fizemos 25 milhões de streaming com o álbum de estúdio, mais cinco do ao vivo”, revelou o diretor responsável pelo projeto. O canal oficial no YouTube também já ultrapassou a marca de 100 mil inscritos, indicando um crescimento “bem acima do que o mercado vem entregando como resultado”, disse Hélio Motta, responsável pela gravadora.

Fim da tutela: Escolas no comando

A principal revolução para o próximo álbum é o novo modelo de produção. Se antes a Liga era a responsável pela concepção de todos os arranjos e pela produção centralizada das 12 faixas, agora o cenário é outro. A Liesa atuará como uma coordenadora, garantindo a unidade e a harmonia sonora do álbum como um todo, mantendo a produção geral sob o comando de Alceu Maia para assegurar a qualidade técnica.

“É como tendência nossa, cada vez menos nós, eh, a gente tem tutelado menos as escolas de samba e dando sempre mais oportunidade pra eles mostrarem os seus próprios trabalhos”, explicou o Hélio Motta.

Na prática, isso significa que cada agremiação terá o controle total sobre sua música. “Hoje cada escola de samba tem seu diretor musical, tem seu arranjador. Na primeira passada, na segunda passada, elas que estão definindo o que que eles querem”, detalhou.

Liberdade criativa e estratégia digital

Além da autonomia na produção, as escolas terão mais liberdade para inovar. Instrumentos que não fazem parte do regulamento do desfile, como guitarras, efeitos especiais e equipamentos de cordas e sopro mais elaborados, foram liberados para as gravações. A ideia é não “cercear a capacidade criativa dos arranjadores nem das escolas de samba”, permitindo que o produto musical seja ainda mais rico.

A estratégia de lançamento também foi modernizada. O álbum completo será precedido pelo lançamento de 12 singles, um para cada escola. A gravação ocorrerá de 5 a 10 dias após a final de samba-enredo de cada agremiação, com a expectativa de que a faixa esteja disponível nas plataformas digitais cerca de 30 dias após a escolha.

“Quando lançar o último single, a gente incorpora num álbum completo”, afirma o diretor. Essa antecipação, um pedido do presidente Gabriel David, visa dar mais tempo para o público absorver os sambas e para que as obras “sejam mais ouvidas e cheguem no carnaval” com mais força.

Videoclipes como ferramenta de ‘defesa de quesito’

O projeto audiovisual ganhará ainda mais relevância. Além dos 12 clipes em formato “making of” produzidos pela Liga para seu canal oficial, as escolas estão liberadas para criar seus próprios clipes oficiais usando o áudio master da gravação. Segundo o diretor, essa é uma ferramenta estratégica fundamental.

“Nós entendemos também que o clipe, ele funciona também como defesa de quesito. A escola de samba, ela pode explicar melhor o samba-enredo, ela pode explicar melhor o enredo que ela tá contando”.

Com um coro também definido por cada escola, que poderá explorar dobras, terças e oitavas conforme seu arranjo, o álbum do Carnaval 2026 promete ser o mais diverso e representativo dos últimos anos, refletindo a alma de cada pavilhão diretamente dos estúdios para os ouvidos do sambista.

Vídeo: veja o debate completo do ‘Encontro Carnavalesco’ com a imprensa sobre a cobertura do carnaval

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João Drumond projeta expansão do Instituto Imperatriz e celebra avanços na gestão da Liesa

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João Felipe Drumond, diretor financeiro da Liesa e vice-presidente da Imperatriz Leopoldinense, conversou com o CARNAVALESCO durante a Noite dos Enredos, no último dia 8 de agosto. Ele falou sobre a gestão financeira da Liga, o reconhecimento do carnaval carioca como manifestação cultural nacional, a experiência de presenciar a sanção da lei em Brasília e os planos para o futuro do Instituto Imperatriz.

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Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO

O dirigente iniciou fazendo um balanço do primeiro ano à frente do departamento financeiro da Liesa. Ele avaliou de forma positiva as relações com as escolas e o avanço na remuneração dos profissionais do carnaval, prioridade que, segundo ele, seguirá sendo o foco da gestão.

“Vamos trabalhar este ano para dar ainda mais condições para que as escolas de samba possam remunerar cada vez melhor seus artistas, oferecer condições de trabalho dignas e garantir que o espetáculo mantenha um nível cada vez mais equilibrado, com igualdade de chances e oportunidades para todas as escolas”.

As agremiações têm elogiado a gestão de João no setor financeiro, apontando melhorias significativas na administração. Para ele, o mérito é coletivo, fruto do trabalho da Liga sob a presidência de Gabriel David. Ele também destacou a chegada de novos parceiros comerciais para o Rio Carnaval como um dos próximos avanços.

“Somos liderados pelo gabinete do Gabriel David, com muito mérito para todos os setores da Liga, comercial, marketing, comunicação, financeiro. Não tenho dúvida de que a tendência é melhorar ainda mais. Temos uma nova marca chegando para se juntar à Liga, estamos dando as boas-vindas ao Mercado Pago, e tenho certeza de que, ainda este ano, teremos mais marcas conosco”, afirmou.

Recentemente, João também representou a Liesa em Brasília, durante a sanção da lei que reconhece o Carnaval do Rio como manifestação cultural nacional. Ele ressaltou a importância desse marco, que valoriza o samba, o sambista e todos os profissionais que constroem o espetáculo.

“É um marco para a Liesa ser recebida pelo Presidente da República, dentro do gabinete presidencial, e ver a valorização não só do espetáculo, mas principalmente de cada pessoa que o faz acontecer. Quando o Carnaval é declarado patrimônio imaterial da cultura nacional, também se reconhece como patrimônio o artesão, o ferreiro, o serralheiro, a costureira e o sambista de forma geral. Para mim, pessoalmente, ter representado a Liesa nesse momento histórico é algo que levarei para o resto da vida. Tenho muito orgulho de ter estado lá, junto ao Presidente, ao Governo Federal e aos deputados, comemorando esse dia tão importante para a nossa cultura”, destacou.

Por fim, o vice-presidente da Rainha de Ramos falou sobre o futuro do Instituto Imperatriz, que pretende auxiliar moradores da Zona da Leopoldina e comunidades próximas, em busca de uma sede definitiva e da expansão com núcleos avançados.

“Temos muitos projetos em fase de planejamento, com muito cuidado e zelo, para que possamos atender cada vez melhor e mais pessoas em nossa comunidade. A nossa expectativa é que, até o final do ano, já estejamos na nossa sede. Tenho certeza de que vamos trazer muitas conquistas para a Leopoldina, e essa sede será apenas o início de uma nova era. Pretendemos avançar com núcleos do Instituto Imperatriz dentro das comunidades, e muito em breve teremos não só a sede funcionando, mas também núcleos avançados no Complexo do Alemão, no Complexo da Penha e no Complexo da Maré”, concluiu.

José Junior mergulha no universo do samba e anuncia pacote de produções sobre o carnaval

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O produtor cultural José Junior, fundador do AfroReggae, está expandindo suas fronteiras e mergulhando de cabeça no universo do carnaval. Conhecido por suas séries de sucesso que retratam a realidade das comunidades, Junior agora volta seu olhar para a maior festa popular do Brasil. Os primeiros grandes projetos são o reality show “A Voz do Carnaval”, que definiu os novos intérpretes da Beija-Flor de Nilópolis, e uma série documental sobre a vida e carreira do ícone Neguinho da Beija-Flor. A relação de José Junior com a escola de Nilópolis não é recente. Ele se considera “um cara dos anos 1980” e sua formação cultural foi marcada pela era de ouro da agremiação, com figuras como Joãozinho Trinta, Neguinho e Anísio Abraão David.

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Foto: Divulgação/AfroReggae Audiovisual

“Eu vi muito a Beija-Flor. Joãozinho Trinta, Neguinho, Anísio. Muitas referências”, relembra.

Após um período afastado, a paixão reacendeu através de uma forte amizade com Gabriel David, presidente da Liesa. Foi de uma conversa com ele que nasceu a ideia do reality.

“Ele virou pra mim, cara, e falou assim: ‘irmão, tive uma ideia, queria ver o que que você acha'”, conta Junior.

A proposta era criar um programa para escolher o novo intérprete da escola, uma iniciativa que Junior abraçou imediatamente, sentindo-se privilegiado com o convite.  O projeto, realizado em parceria com o Multishow e o Globoplay, promete mostrar ao público “a doutrina da Beija-Flor”, revelando um processo de escolha que já existia internamente, mas que agora será televisionado.

Durante a produção do reality, surgiu a inspiração para um novo projeto. “Eu senti que tinha que fazer uma série do Neguinho também, na paralela”, explica Junior.

Assim, nasceu a série documental sobre um dos maiores nomes do carnaval, um projeto que ele descreve como “inspiracional e de superação”. A produção irá explorar histórias desconhecidas do grande público, desde a época do “Neguinho da Vala” até momentos pessoais delicados, como a luta contra o câncer.

“Esse cara é um vencedor. Eu acho que ele é um herói brasileiro”, afirma o produtor.

Novos horizontes e a visão para o futuro

A imersão no carnaval abriu um leque de possibilidades para José Junior, que já planeja outras obras ambientadas neste universo. Ele está desenvolvendo duas séries de ficção que terão o carnaval como pano de fundo: uma sobre o Jogo do Bicho e outra, intitulada “Dinastia”, que narra a história real de uma família há 50 anos no tráfico e sua relação com a festa.

Para Junior, que tem uma longa trajetória de trabalho em comunidades, a escola de samba é o “maior exemplo de comunidade”. Ele confessa que seu conhecimento prévio era superficial e que a convivência com os baluartes e membros da Beija-Flor o fez perceber a complexidade e a riqueza desse mundo. Essa experiência já o inspira a sonhar com novas histórias, como uma ficção baseada na vida da sambista Pinah.

“Quando você começa a conviver com esse mundo, com esse universo isso muda a cabeça”, reflete.

Com múltiplos projetos em andamento, José Junior se posiciona não apenas como um produtor, mas como um cronista deste universo, resgatando parte de sua própria infância e se comprometendo a levar as histórias, os dramas e as glórias do carnaval para uma audiência ainda maior.

Grande Rio inicia eliminatória de samba em noite marcada por equilíbrio nas apresentações

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A Acadêmicos do Grande Rio realizou sua primeira eliminatória de sambas-enredo para o Carnaval 2026 na última terça-feira. Onze sambas se apresentaram na quadra da tricolor, retratando o enredo “A Nação do Mangue”, sobre o movimento Manguebeat, de autoria do carnavalesco Antônio Gonzaga. Apesar de algumas boas apresentações, não houve um destaque absoluto na primeira noite de disputas. Abaixo, o CARNAVALESCO apresenta a análise sobre o desempenho de cada samba que se apresentou na noite.

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Foto: Rafael Arantes/Divulgação Grande Rio

Parceria de Dinho Artigrili: O samba de Dinho Artigrili, Alex Primo, Ricardo Construção, Viny Melodia e Hugo da Grande Rio teve Danilo Cezar no microfone principal. A apresentação contou com uma torcida numerosa e animada, porém ainda sem o samba “na ponta da língua”. Tecnicamente, foi uma apresentação correta, pautada no refrão principal e numa primeira parte de melodia envolvente, culminando num forte refrão central: “ó chama os batuqueiros, eu já vou me chegando, maracatu atômico já tô incorporando, traz no peito a coragem dos nossos ancestrais, é lança certeira que não volta atrás”.

Parceria de Derê: A obra de Derê, Licinho Jr., Moratelli, Julio Alves e Fábio Gomes teve Bruno Ribas e Leozinho Nunes à frente dos microfones. Um samba que começa em tom bastante aguerrido com os versos “é tempo de revolução, o mangue vai se libertar, convoco a minha nação pra emergir deste chão, recuperar o meu lugar”. Toda a primeira parte é construída em cima da revolução social feita pelo movimento manguebeat. O refrão central é mais poético e de bonita melodia: “gonguê, ganzá, girar, girou, o maioral incorporou, foi na roda de ciranda, entre o galo e a lua cheia, na encruza sem demanda, pés descalços na areia”. A apresentação foi muito boa, apesar de uma leve queda na última passada, e conseguiu transmitir a beleza da obra.

Parceria de Neguinha da Grande Rio: A parceria de Neguinha da Grande Rio, Rubens Gordinho, André Ricardo e Celsinho Mody teve Nêgo e Celsinho defendendo o samba na quadra. A obra apresentou uma melodia com arroubos de ousadia e variações fora do usual, que deram um charme à apresentação. Porém, o samba acabou tendo um rendimento irregular, com uma queda em alguns trechos, como no refrão “é Daruê, Daruê Malungo, nação Zumbi, casa real, é o rei Chico no cortejo, o caranguejo genial”. O refrão de cabeça, com uma melodia mais convencional, passou de forma regular.

Parceria de Myngal: Obra de Myngal, Denilson Sodré, João Diniz, Miguel Dibo e Hélio Porto, que trouxe Charles Silva e Rafael Tinguinha comandando a apresentação. O refrão de cabeça “meu canto é maracatu por igualdade, nas garras do aratu, identidade, num Grande Rio de veias abertas, toque de alfaia, mente liberta” se mostrou bastante funcional. O refrão central, de estrutura melódica mais ousada, foi um ponto alto da obra, com os versos “daruê Malungo ê, viva o templo de batalha, daruê Malungo ê, descendentes de Dandara, é guardião regue o pé do mundo livre, lamento negro é essência que vive”. A apresentação foi redonda e manteve o pique em todas as suas passadas.

Parceria de Ailson Picanço: O samba de Ailson Picanço, Marquinho Paloma, Davison Wendel, Xande Pieroni e Marcelo Moraes teve Dodô Ananias como voz principal. O samba, em muitos momentos, soa como um clamor, e a apresentação alcançou isso com êxito, como no belo refrão central: “manamauê, maracatu, saluba ê Nanã, Yabá! A vida parecida com as águas, não é doce como o rio, nem salgada feito o mar”. A segunda parte tem melodia dolente até os versos finais, que preparam para a cabeça que não tem refrão. O samba vinha tendo uma ótima apresentação, porém a estrutura sem este refrão de cabeça acabou causando uma falta de entendimento de quando o samba se encerrava, e a parceria seguiu cantando, tendo que ser interrompida pelo diretor de carnaval Thiago Monteiro.

Parceria de Marcelinho Santos: A composição de Marcelinho Santos, Henrique Bilico, Xande de Pilares, Ricco Ayrão e Sergio Daniel teve no palco Tem-Tem Jr., Ito Melodia, Vitor Cunha e Thiago Britto. Um samba que apostou em refrãos de canto fácil e melodia que “jogava a obra para cima”. Principalmente, no refrão de cabeça, isso se retratou na apresentação, que foi empolgada, com os versos “maré que vai, maré que vem, caranguejo em movimento não aceita ser refém, maré que vai, maré que vem, o tambor da Grande Rio não se rende pra ninguém”. Na letra, alguns versos soam de construção mais simples, porém a estrutura mais usual contribuiu para uma animada apresentação.

Parceria de Samir Trindade: A parceria de Samir Trindade, Mateus Pranto, Laura Romero, Binho Teixeira e Leandro Custódio teve Wantuir comandando o samba. A obra mostrou alguns trechos com canto atropelado, como nos versos “em Caxias, batida ecoou é Baixada e Recife a lutar, dois mundos o mesmo clamor, manguebeat, um país, meu lugar”. O refrão de cabeça teve um desempenho correto, porém o destaque da apresentação foi o falso refrão central: “Dos maracatus e de Palmares, mestre Salu e Daruê, eu sou a voz da liberdade, o caos, o fuzuê, cirandeiro ê, cirandeiro á, lamento negro, Malungo a cantar, cirandeiro á okê, caboclo okê, do som emergir, da lama vencer”. No geral, foi uma apresentação irregular, com alguns bons momentos.

Parceria de Igor Leall: O samba de Igor Leall, Arlindinho Cruz, Paulo César Feital, Romeu D’Malandro e Gustavo Clarão mostrou irregularidades. O refrão de cabeça “Saluba Nanã, Nanã Buruquê, agô para entrar pra pisar no seu Ilê, respeite quem é de fato direito, nação Zumbi Grande Rio no peito” se destacou na apresentação e teve um bom rendimento. O restante da obra não teve uma sustentação linear em todas as passadas, com alguns versos soando truncados e não contribuindo para um desempenho elevado.

Parceria de Mariano Araújo: A obra de Mariano Araújo, Moisés Santiago, Dionísio, Aldir Senna e Wolkester Rolleigh teve Clóvis Pê e Tuninho Junior como vozes principais. O samba obteve um desempenho satisfatório com três passadas firmes e um refrão principal que mostrou força na quadra, com os versos “Grande Rio vem na força da Baixada, no baque virado dos tambores da invocada, o povo forte ergue a comunidade, e sai da lama pra viver dignidade”. Uma apresentação consistente da parceria.

Parceria de João Carlos: O samba de João Carlos, Adilson Quaresma, Max Pierre, Altamar Franco e Jaiminho Balta Point realizou uma apresentação agradável, apesar do refrão de cabeça “bota pra moer, Grande Rio me chamou, bota pra moer, que a festa começou, lá vem a minha tricolor, olha a onda” ter uma letra mais simplória. O restante do samba alterna bons momentos com uma segunda parte menos inspirada no que diz respeito à condução do enredo, com pouca concatenação entre os versos.

Parceria de Eduardo Bretas: A parceria de Eduardo Bretas, Marcão Lodi, Diego Soares, Paulinho Letra e T’Nem teve Guto defendendo o samba. E o intérprete elevou o nível da obra com um excelente desempenho, explorando boas soluções melódicas como no início da segunda parte: “A lança de okê, o dom de subverter, o som que faz vencer a lama, Saluba Nanã!”. Apesar do refrão de cabeça e do trecho que emula um refrão central com mudança nos versos finais não serem de muito impacto, a obra se manteve com um rendimento bom em toda a sua passagem.

União de Maricá recebe Samba de Caboclo em festa para samba-enredo do Carnaval 2026 no sábado

A União de Maricá vai transformar sua quadra em um grande palco de festa no próximo sábado (6), a partir das 18h, para celebrar o samba-enredo campeão do Carnaval 2026. A noite terá como atração principal a estreia em Maricá do grupo Samba de Caboclo, que comanda uma super roda de samba, além de um show completo dos segmentos da escola liderados pelo intérprete oficial Zé Paulo Sierra e a abertura com o cantor Babby. A entrada é solidária, mediante doação de 1kg de alimento não perecível.

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Foto: Renata Xavier/Divulgação Maricá

Matheus Santos, presidente da União de Maricá, destacou a importância da agenda movimentada de eventos promovidos pela escola. Ele também frisou que o momento será de celebração rumo ao próximo desfile.

“Este será um momento de alegria e confraternização, em que nossa comunidade vai celebrar o samba escolhido para o Carnaval 2026. A movimentação constante da quadra é fundamental, porque este espaço é mais do que o coração da escola, é um lugar de encontro, força cultural e fortalecimento da nossa identidade como escola de samba. Receber o Samba de Caboclo em Maricá, pela primeira vez, também é um presente para todos nós”, afirmou Santos.

Em 2026, a União de Maricá será a sexta escola a cruzar a Sapucaí no dia 14 de fevereiro, sábado, pela Série Ouro. A composição de Babby do Cavaco, Rafael Gigante, Marcelo Adnet, Hélio Porto, Jefferson Oliveira e André do Posto 7 irá embalar a escola em busca do acesso ao Grupo Especial.

Paraíso do Tuiuti inicia inscrições para alas de comunidade

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O Paraíso do Tuiuti começou a realizar às segundas as inscrições para os interessados em desfilar nas alas de comunidade da escola. O cadastramento será feito sempre a partir das 19h, na quadra da agremiação. Os interessados devem levar documentos básicos, como RG, CPF, comprovante de residência e uma foto 3×4.

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Foto: Gipe Produção/Divulgação

Logo após o cadastro, a partir das 20h, a agremiação também realiza os ensaios de canto com o samba do Carnaval 2026. A quadra do Tuiuti fica no Campo de São Cristóvão, 33, no bairro de São Cristóvão.

No próximo Carnaval, o Paraíso do Tuiuti será a primeira escola a desfilar na terça-feira de Carnaval com o enredo “Lonã Ifá Lukumi”, sobre uma vertente religiosa afro-cubana que vem sendo redescoberta no Brasil. O tema será desenvolvido pelo carnavalesco Jack Vasconcelos.

Unidos da Tijuca leva quatro sambas para a semifinal que será realizada nesta quinta

A Unidos da Tijuca entra na reta final da escolha do hino que cantará na Avenida em 2026, que servirá de trilha sonora para o enredo “Carolina Maria de Jesus”. A semifinal acontece nesta quinta, 04 de setembro, a partir das 19 horas, na quadra da agremiação, situada no Santo Cristo. A entrada é franca para segmentos e componentes inscritos para o próximo desfile. A quadra da escola fica situada à Avenida Francisco Bicalho nº 47 – Santo Cristo. Há estacionamento amplo no local.

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Foto: Gabriel Gomes/CARNAVALESCO

Quatro parcerias disputarão três vagas para a grande final que acontecerá dia 13 de setembro, data que também será marcada pela coroação da rainha de bateria Mileide Mihaile. Para a penúltima etapa eliminatória, a escola abrirá as portas de sua quadra a partir das 19h para a escolha dos sambas finalistas. Os ingressos poderão ser adquiridos antecipadamente através do Sympla ou no televendas 21 96451-5719. A pista custa R$ 30,00 (antecipado). As mesas para 4 pessoas (com ingressos inclusos) sai por R$ 300,00. Os camarotes inferiores para 10 pessoas custam R$ 800 e os superiores R$ 1.000,00. Quem preferir poderá adquirir diretamente na bilheteria, no horário do evento.

Confira as parcerias semifinalistas:
Samba Concorrente 1 – Compositores: Leandro Gaúcho, Anderson Benson, Maia Cordeiro, Clairton Fonseca, Fogaça, Paulo Marrocos , Ailson Picanço e Manoel Netto;
Samba Concorrente 7 – Compositores: Lico Monteiro, Samir Trindade, Leandro Thomaz, Marcelo Adnet, Marcelo Lepiane, Telmo Augusto, Gigi da Estiva e Juca;
Samba Concorrente 8 – Compositores: Gabriel Machado, Julio Pagé, Robson Bastos, Miguel Dibo, Serginho Motta, Orlando Ambrósio, Jeferson Oliveira e Lucas Macedo;
}Samba Concorrente 16 – Compositores: Arlindinho, Babi Cruz, Diego Nicolau, Adolfo Konder, Felipe Petrini, Luiz Pavarotti, Michel Portugal e Fred Camacho