A médica Nathalia Brito, que também brilha na avenida como musa da União da Ilha do Governador, iniciou um novo desafio: cuidar da saúde e do processo de emagrecimento do mestre de bateria da escola, Marcelo Santos.
O comandante da “Baterilha” vinha tentando emagrecer por conta própria, mas adotou uma dieta extremamente restritiva, o que acabou prejudicando sua saúde, com perda significativa de massa muscular. Para reverter esse quadro e garantir mais qualidade de vida, disposição e bem-estar, ele começou nesta semana o “Projeto Carnaval”, protocolo criado pela doutora Nathalia.
“Marcelo iniciou o acompanhamento comigo ontem e já está seguindo um plano individualizado. Nesse primeiro mês vamos avaliar a resposta do organismo e, se necessário, estenderemos para mais um mês. A previsão é que o protocolo dure cerca de dois meses”, explica Nathalia.
Com a parceria entre a musa e o mestre de bateria, a expectativa é de que Marcelo Santos esteja com energia de sobra para comandar a “Baterilha” no próximo carnaval.
Após quatro eliminatórias, a Unidos da Tijuca definiu os sambas finalistas para o Carnaval 2026. Das sete obras inscritas, três parcerias foram selecionadas para a grande final, que acontecerá neste sábado. No próximo carnaval, a amarelo ouro e azul pavão do Morro do Borel levará para a Sapucaí na segunda-feira de carnaval o enredo sobre a escritora “Carolina Maria de Jesus” desenvolvido pelo carnavalesco Edson Pereira. Abaixo, você pode votar e apontar a parceria favorita para vencer a disputa. Vamos divulgar o resultado no sábado.
Após um mês de intensa disputa, a Unidos de Vila Isabel chega ao momento mais aguardado da sua temporada de eliminatórias: a grande final de samba-enredo para o Carnaval 2026. O evento acontece nesta sexta-feira, a partir das 21h, na quadra da escola Av. Boulevard 28 de Setembro, 382. A competição chega à sua última etapa com apenas três obras finalistas, das parceiras lideradas por: Moacyr Luz, PC Feital e André Diniz. No próximo carnaval, a Vila Isabel levará para a avenida o enredo “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África”, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Haddad e Leonardo Bora, com pesquisa de Vinicius Natal. O tema presta homenagem à arte, à ancestralidade e ao samba, celebrando a memória de Heitor dos Prazeres, um dos grandes ícones da cultura popular brasileira. Abaixo, você pode votar e apontar a parceria favorita. Vamos divulgar o resultado durante a sexta-feira.
O mestre de bateria da Viradouro, Moacyr da Silva Pinto, o consagrado Ciça, será agraciado com a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A proposta, apresentada pelo deputado Flávio Serafini em coautoria com o deputado Vitor Junior, foi aprovada nesta quarta-feira, em plenário. A homenagem reconhece a trajetória de Mestre Ciça, que será o enredo da Viradouro no Carnaval 2026, celebrando sua contribuição inestimável à cultura popular, ao samba e ao carnaval carioca.
“Mestre Ciça é um dos grandes nomes do carnaval carioca, referência absoluta. Dedicou mais de quatro décadas à arte de comandar baterias com excelência, inovação e paixão. Sua atuação vai além da Avenida: é formador de ritmistas, incentivador da juventude nas comunidades e defensor da cultura popular como ferramenta de transformação social. Sua presença é sinônimo de criatividade, respeito à tradição e constante renovação”, destacou o deputado Vitor Junior.
Uma trajetória de conquistas
Em 2026, Mestre Ciça completará 70 anos de vida e mais de 50 dedicados ao samba. Sua carreira é marcada por passagens históricas em grandes escolas de samba, entre elas Estácio de Sá, Unidos da Tijuca, Grande Rio, União da Ilha e a própria Unidos do Viradouro.
Entre os momentos mais emblemáticos, está a revolução no Carnaval de 2007, quando surpreendeu a Sapucaí ao comandar a bateria da Viradouro desfilando em um carro alegórico ao lado de seus ritmistas.
Edson Pereira está radiante com sua chegada à Caçulinha da Baixada. O carnavalesco da Inocentes de Belford Roxo para o Carnaval 2026 desembarca cheio de entusiasmo para desenvolver o enredo que exaltará a cultura pernambucana, especialmente o forró e o frevo, na Marquês de Sapucaí, com o título “O sonho de um tal pagode russo nos frevos do meu Pernambuco”. O CARNAVALESCO conversou com o artista sobre sua vinda para a escola da Baixada, a divisão de trabalho com a Unidos da Tijuca e o que esperar do samba do próximo ano.
Para o carnavalesco, estar na Inocentes em 2026 é um sonho não apenas para a agremiação, mas também para ele enquanto artista, principalmente pelo envolvimento da comunidade no cotidiano da escola. Edson destacou ainda a oportunidade de levar Pernambuco à Avenida com o olhar do pagode russo, propondo uma abordagem distinta de outros enredos nordestinos que já assinou, como os dedicados a Ariano Suassuna e Padre Cícero.
“É o sonho de qualquer artista trabalhar com uma comunidade tão envolvida com a escola. Isso é perceptível em Belford Roxo e na própria Avenida. Sinto-me realizado como artista, falando da nossa cultura. A pesquisa do enredo revela aspectos inéditos que ninguém nunca explorou. O pagode russo, um dos motes, é novidade na Sapucaí. Somado ao colorido de Pernambuco, ao frevo do Recife e à cultura nordestina, tenho certeza de que resultará em um enredo histórico”, afirmou.
Também carnavalesco da Unidos da Tijuca, Edson falou sobre o convite para assumir a Inocentes, algo que vinha sendo conversado há anos e agora se concretizou, retomando sua experiência em comandar mais de uma escola de samba ao mesmo tempo.
“Já estávamos nessa paquera há alguns anos. Hoje me sinto no momento certo para assumir mais uma escola. Já fiz três em um mesmo ano, entre Rio e São Paulo, mas em outras temporadas não estava preparado. Agora estou. A Inocentes conseguiu me ganhar pelo coração”.
Edson explicou como se dará a divisão de trabalho entre a Caçulinha da Baixada e a escola do Borel, onde estará pelo segundo ano consecutivo. Ele ressaltou a importância das equipes que o auxiliam em cada projeto, permitindo que exerça plenamente sua função de diretor artístico.
“Tenho equipes distintas, mas que trabalham para o mesmo objetivo: fazer sempre o melhor. Esses profissionais me dão suporte para oxigenar a arte o tempo todo. O carnavalesco é, acima de tudo, um diretor artístico.”
Por fim, o artista projetou suas expectativas para o samba da Inocentes em 2026, reforçando que a obra deve transmitir alegria, simplicidade e abraçar a comunidade, refletindo a energia contagiante do frevo e da cultura nordestina.
“O samba precisa ser aquele em que a escola se sinta abraçada e confortável. Deve contar o enredo, mas também ser alegre, feliz, com espírito de carnaval. O frevo e a cultura nordestina são pura alegria. A felicidade está na simplicidade, e é isso que espero: um samba simples, que conte a história e traga felicidade para todos”.
A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) receberá no dia 11 de setembro, entre 9h e 11 h, os pedidos de reservas dos camarotes para os desfiles do Carnaval 2026. Os interessados deverão realizar as solicitações de maneira online, por meio do site da LIESA (www.liesa.org.br) e clicar no Banner ali disponível
1 – Preencha o formulário com TODOS os dados solicitados, obrigatoriamente;
2- A pessoa receberá por e-mail um número de protocolo com a solicitação, contendo data e hora do recebimento, no qual dará o aceite, finalizando o processo.
ATENÇÃO! O atendimento levará em conta o limite de capacidade de cada setor da avenida, bem como o histórico financeiro apresentado em anos anteriores e/ou mostrar-se compatível com o espaço reservado para 2026.
CRONOGRAMA PARA CONFIRMAÇÃO DA RESERVA/PAGAMENTO:
Quem tiver a reserva confirmada no dia 17 de setembro receberá, pelo email cadastrado quando da solicitação de reserva uma via do contrato que deverá ser assinado digitalmente ou eletronicamente por meio da Plataforma Digital “DOCUSIGN”, por parte do adquirente em até 48 horas. Com a assinatura dentro do prazo estipulado a Central Liesa de Atendimento enviará um Boleto Bancário referente ao pagamento da primeira das 4 (quatro) parcelas, conforme cronograma e percentuais a seguir:
Na última quarta-feira a Academia de Capacitação e Inclusão Social do Acadêmicos do Salgueiro completou um ano desde a sua reabertura. Atualmente, o projeto conta com 800 alunos e atende um público que vai de crianças a idosos no território do Morro do Salgueiro e Grande Tijuca, na Zona Norte do Rio. Com um olhar completamente voltado para o social e aulas 100% gratuitas, o projeto reúne oficinas de vôlei, jiu-jitsu, futebol, taekwondo, capoeira, inglês, reforço escolar, ballet, ginástica rítmica, aulas de samba no pé, percussão, cavaquinho, costura e muito mais. O espaço, ao lado da quadra do Acadêmicos do Salgueiro, conta com campo de futebol, quadra poli esportiva, quadra de vôlei de praia e diversas salas para abrigar além de ensinamento, muitos sonhos.
Dirigido pela presidente do Aprendizes do Salgueiro, escola mirim da agremiação que fica no coração do Andaraí, Mara Rosa conta que desde que a Academia reabriu suas portas, o fazer social tem feito a diferença e mudado vidas, principalmente no período pós pandemia. “Eu sou fruto dos projetos sociais do Salgueiro. Então para mim é uma grande honra estar à frente da Academia. E tenho percebido que as famílias têm buscado cada vez mais integrar seus filhos em atividades e ter esse projeto aberto diariamente garante aos nossos alunos um espaço de cuidado, convivência e segurança. É muito lindo ver o quanto eles amam estar aqui, fazendo amigos, participando de atividades e, principalmente, sendo felizes”, conta a presidente.
É o caso do Octavio Theodoro de Oliveira, de 10 anos. Sua mãe, Amanda Theodoro, conta que a participação de seu filho nos projetos do Salgueiro foi essencial para o desenvolvimento motor e social de Octavio. “A Academia de Capacitação e Inclusão Social do Salgueiro veio para resgatar a essência do meu filho, porque ele é uma criança que sofreu com uma alfabetização na pandemia e por conta disso veio com as mazelas nos anos subsequentes. Mas a música sempre o tocou em um lugar diferente. Então eu inscrevi o Octavio na oficina de percussão e ali tudo mudou”.
Amanda conta que seu filho saiu da primeira aula com a certeza de que tinha encontrado o seu lugar. “E ele é apaixonado e foi extremamente engrandecedor para para ele se reconhecer num local em que ele é aceito da maneira como ele é e se transformar também no aprendizado, na socialização com crianças de todas as idades e de todos os tipos. Eu sou extremamente grata a tudo o que esse projeto fez pelo meu filho, mas principalmente por trazer de volta a felicidade e o brilho no olhar dele”, conta Amanda.
Além das aulas de percussão, Octavio gostou tanto dos projetos que hoje participa também das oficinas de vôlei. Além da música e do esporte, ele se considera também um apaixonado pelo carnaval e pelo Salgueiro. “O Salgueiro me faz muito feliz porque é aqui que eu consigo me expressar e pertencer. Eu tenho um amor muito grande por esse local, as tias são maravilhosas e eu me sinto em casa. Eu nunca vou esquecer o meu primeiro dia de aula de percussão, foi um dos dias mais legais. Me sinto acolhido e eu amo fazer parte disso”, conta Octavio.
Como na estrofe do samba de 1989, “Salgueirar vem de criança”, a Academia de Capacitação e Inclusão Social do Salgueiro segue com a sua missão de garantir o futuro através do esporte e cultura, além de formar grandes apaixonados pelo carnaval. Octavio e tantas outras crianças, adolescentes e adultos são a prova viva disso. Dia após dia seus sonhos ganham forma e seus talentos são lapidados através de aulas, treinamentos e atividades culturais que acolhem, capacitam e abrem caminhos para um futuro melhor.
A rainha da Estácio de Sá, Alice Alves, está à frente de uma importante iniciativa: a reforma da quadra da vermelho e branca, espaço central para a vida cultural e comunitária da agremiação. Médica veterinária, empresária do ramo da construção civil, piloto de automobilismo e decacampeã de karatê, Alice une sua experiência multifacetada ao amor pela escola para entregar um projeto de modernização e conforto.
“A escola nunca me pediu nada; por vontade própria, quis dar este presente. Hoje, a Estácio é a minha casa e, como retribuição a todo o carinho que recebo, nada melhor do que proporcionar à comunidade estaciana, frequentadores e admiradores, um ambiente mais agradável e acolhedor”, esclareceu.
Segundo a rainha, as obras já começaram pelos camarotes da presidência. Estão sendo realizadas trocas de piso, iluminação, plotagens, parte elétrica, forros, instalação de ar-condicionado, pintura e melhorias na exaustão da cozinha. “Quero que a nossa escola possa receber e acolher os convidados com mais conforto”, afirmou Alice.
“A reforma tem previsão de 45 dias. Começou em setembro, mas, com alguns eventos em andamento e respeitando o calendário da escola, vamos nos adequando. A previsão de finalização é para o mês de outubro”, acrescentou.
Nos próximos dias, a reforma avançará para o piso e o teto da quadra, o que, de acordo com ela, trará ainda mais sofisticação ao espaço. “Tenho certeza de que o novo piso e o forro darão o charme e a elegância que a minha escola e a nossa comunidade merecem”, destacou.
A iniciativa reforça o vínculo de Alice Alves com a Estácio de Sá, indo além da função de Rainha da Escola e mostrando seu engajamento ativo no fortalecimento da estrutura e da tradição da primeira escola de samba do Brasil.
“Me sinto plena em poder proporcionar à minha escola essa reforma. É a nossa casa, é ali que trocamos energia, planejamos, desejamos e trabalhamos para apresentar o nosso melhor na avenida. Então, nada mais justo do que termos uma casa aconchegante não só para receber melhor nossas coirmãs, mas também para a comunidade e os componentes que merecem e lutam pelo nosso pavilhão”, concluiu Alice.
A União de Maricá anunciou Thai Rodrigues como musa para o Carnaval 2026 nesta quarta-feira. O convite partiu do presidente Matheus Santos, que reforçou a relevância da artista do samba dentro da proposta do enredo “Berenguendéns e Balangandãns”, assinado pelo carnavalesco Leandro Vieira. Ela, inclusive, já recebeu o figurino para o desfile, no barracão, no Rio de Janeiro.
Para a artista, o convite da União de Maricá representa o reconhecimento de sua dedicação e identidade dentro do carnaval. Thai destaca que a escolha para ser musa dialoga diretamente com sua história e reforça a importância da representatividade no enredo proposto pela escola.
“A melhor parte desse convite feito pelo presidente é o reconhecimento do meu trabalho e daquilo que sempre fiz questão de colocar na minha trajetória. Ser escolhida para representar esse enredo tem um valor imenso, porque ele dialoga diretamente com minha história e minha identidade. Sou uma mulher preta e faço questão de honrar a minha ancestralidade em cada passo que dou no samba e na vida”, disse.
Foto: Divulgação/União de Maricá
Thai Rodrigues, de 33 anos, é artista multifacetada: dançarina, atriz e apresentadora. Sua trajetória começou cedo, aos seis anos de idade, com dedicação ao ballet clássico e contemporâneo, além de experiências na capoeira e na dança de salão. Ao longo do tempo, construiu uma sólida formação artística, com oito anos de teatro e profissionalização, o que lhe garantiu a base necessária para circular em diferentes linguagens e estilos da cena cultural brasileira.
Hoje, Thai é referência no samba no pé, ensinando a dança em diversos países e levando a tradição do carnaval para palcos internacionais. Como bailarina, integra os espetáculos Ginga Tropical e Samba do Carlinhos de Jesus. Sua versatilidade também a levou ao Brasil Samba Congress, onde atuou como competidora, técnica e professora sob direção de Patrick Carvalho, além de ocupar o posto de musa do tradicionalíssimo Cordão da Bola Preta.
No carnaval carioca, Thai acumula experiências de destaque nos últimos anos. Em 2022, conquistou a coroa de Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro. Em 2025, foi aclamada como Rainha de Bateria da Unidos da Ponte, consolidando sua trajetória como uma das figuras femininas mais marcantes da folia.
Em 2026, a União de Maricá será a sexta escola a desfilar no dia 14 de fevereiro, pela Série Ouro, na Marquês de Sapucaí.
Mestre Marcão segue mais um ano à frente da bateria do Paraíso do Tuiuti. O CARNAVALESCO conversou com o comandante da SuperSom sobre a continuidade na escola de São Cristóvão e sua marca na história da agremiação. Marcão também falou sobre o trabalho com outros mestres de bateria, além das realizações e reflexões sobre o desfile de 2025 para ele e seus ritmistas. Para o mestre, estar novamente à frente da SuperSom é um privilégio. Na visão de Marcão, os integrantes se tornaram uma família, sendo a base de todo o trabalho que dá vida ao coração musical da escola.
“A rapaziada é número um. Eles são a base de tudo, principalmente porque a maioria é da comunidade. Já estão aqui há mais tempo do que eu. Eu só cheguei para somar e mostrar um trabalho que já fazia, e eles abraçaram a causa. É por isso que dá certo até hoje”, afirmou, feliz com a relação criada com os ritmistas.
Foto: Matheus Morais/CARNAVALESCO
Marcão considera gratificante se ver dentro da história do Tuiuti, principalmente pelo trabalho realizado no Quilombo do Samba e pela trajetória que já soma 40 anos de Sapucaí. Preparando-se para 2026, ele destacou também a parceria com outros mestres.
“No Tuiuti, eu trabalho com muitos mestres de bateria de várias escolas, com outros diretores também. Estar somando dentro daquele trabalho que já tinha, e ver essa rapaziada acompanhando o que faço, é muito gratificante”.
Sobre o desfile de 2025, que homenageou Xica Manicongo, Marcão ressaltou o esforço da preparação, desde os ensaios até a apresentação na Avenida.
“Foi um trabalho muito árduo e consistente. Ensaiamos toda segunda-feira, ensaiamos muito mesmo. Depois, fomos para fora, porque aqui dentro é uma coisa, lá fora é outra, totalmente diferente, mais aberta. Vemos o que construímos aqui dentro. Depois, na Avenida, é muito prazeroso. Às vezes pensamos em mudar detalhes, tirar ou acrescentar coisas. A gente troca ideias o tempo todo para fazer tudo da forma certa na Avenida”.
Por fim, Marcão comentou sobre a opção de não parar no último módulo de julgadores neste desfile. Ele destacou que gosta de realizar a reverência aos jurados, como forma de mostrar o trabalho realizado ao longo do ano, mas que, por questões de tempo, a bateria passou sem a parada tradicional.
“Como está escrito na súmula da escola, não somos obrigados a parar para o jurado. Paramos porque queremos mostrar nosso trabalho, e eles têm que ver. Não adianta passar pela Avenida sem reverenciar. Eles gostam disso, e nós também, porque temos vaidade nisso. Eu gosto muito de parar para apresentar, mas dessa vez não deu. Ainda assim, eles puderam ouvir tudo o que construímos durante oito meses: as bossas, as paradinhas, o trabalho de andamento e BPM. Quando temos tempo, gosto de parar, porque não trabalhamos só para nós, mas para a escola. Dessa vez pensamos: não vai dar para parar, vamos fazer andando. E fizemos andando. Graças a Deus, deu tudo certo”.